<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?>
<rss version="2.0" 
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:admin="http://webns.net/mvcb/"
	xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">

	<channel>
		<title>Cultura - </title>
		<link>http://www2.cultura.gov.br/index.php</link>
		<description>Ministério da Cultura - Brasil</description>
		<dc:language>pt</dc:language>
		<admin:generatorAgent rdf:resource="http://www2.cultura.gov.br/index.php" />
<item>
<title>ENCONTRO NACIONAL DE REVISTAS CULTURAIS INDEPENDENTES </title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Participe dos debates e conferências sobre a pertinência da produção de revistas culturais independentes, no SESC da Avenida Paulista, São Paulo. Confira as informações.<!--more-->
<br />Por iniciativa do <span style="font-weight: bold;">SESC-SP</span> e do <span style="font-weight: bold;">Programa Cultura e Pensamento</span>, o ENCONTRO NACIONAL DE REVISTAS CULTURAIS INDEPENDENTES tem a finalidade de analisar a pertinência da produção de revistas culturais independentes, levantar e debater os problemas materiais e desenvolver ações políticas para sua manutenção e estímulo. O evento acontece de <span style="font-weight: bold;">5 a 7 de novembro de 2008</span>, no SESC da Avenida Paulista, São Paulo.<br /><br />Estão confirmadas as presenças de editores de revistas historicamente importantes, editores independentes atuais, críticos e gestores culturais como: <span style="font-weight: bold;">Eugênio Bucci, Rubens Machado, Ademir Assunção, Regis Bonvicino, Paulo Sérgio Duarte, Glória Ferreira, Irineu Franco Perpétuo, César Bolaño, Vilma Arêas, Paulo Venâncio</span> entre outros. <br /><br />Inscrições a partir de 21/10. A inscrição deve ser feita pessoalmente na Central de Atendimento. Para efetuar a inscrição apresentar o ingresso que pode ser adquirido em qualquer unidade SESC SP. <br />R$2,50 (trabalhador matriculado)<br />R$5,00 (usuário inscrito, estudantes, professores da rede Pública e maiores de 60 anos)<br />R$10,00 (demais interessados)<br /><br />Informações no SESC Av. Paulista<br />Av. Paulista, 119, Paraíso - São Paulo<br />Email: <span style="color: rgb(0, 102, 204);">seminário@avenidapaulista.sescsp.org.br</span><br />Tel: PABX: (11) 3179-3700 / secretaria (11) 3179-3716<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />PROGRAMAÇÃO</span>  <br /><br />  <br /><div style="text-align: left; width: 100%;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 11px; height: 11px;" /> Tema 1 - Conferência. <span style="font-weight: bold;">Crítica: seu lugar e destino</span><br /></div>SESC Avenida Paulista      <br />      <br />Dia 05/11<br />quarta, das 19h30 às 22h<br />     <br /><div style="margin-left: 40px;">Paulo Venâncio Filho (é crítico de arte, organizador e autor de vários livros e professor da escola de Belas Artes na UFRJ); Rubens Machado (crítico, professor da USP, coordenador de publicações da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema). Coordenação de Priscila Figueiredo (crítica literária e poeta. Coordena a revista Cultura e Pensamento)<br /></div><br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 11px; height: 11px;" /> Tema 1 - Debate. <span style="font-weight: bold;">Crítica para quê e para quem?</span><br />SESC Avenida Paulista      <br />      <br />Dia 06/11<br />Quinta, das 14h30 às 17h<br />     <br /><div style="margin-left: 40px;">Impressões e reflexões sobre a atual crítica de arte (literatura, teatro, música, artes visuais, cinema) no Brasil; especulações sobre o papel dos críticos; relações com o mercado e a universidade. Participação de Glória Ferreira (crítica de arte, curadora independente. Dirige a coleção Arte + / Jorge Zahar Editor); Irineu Franco Perpétuo (crítico de música / Folha de S.Paulo, Bravo, Ópera Actual, TV Cultura é tradutor); Rubens Machado (crítico, professor da USP, coordenador de publicações da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema); Vilma Arêas (professora de literatura brasileira / Unicamp. Escritora e ensaísta). Coordenação de Priscila Figueiredo (crítica literária e poeta. Coordena a revista Cultura e Pensamento).<br /></div><br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 11px; height: 11px;" /> Tema 1. Debate: <span style="font-weight: bold;">O que nos levou a fazer essa revista</span><br />SESC Avenida Paulista      <br />      <br />Dia 06/11<br />Quinta, das 17h30 às 19h<br />     <br /><div style="margin-left: 40px;">Diagnósticos, expectativas realizadas, frustrações e projetos. A relação entre produtores e poder público. Participação de Taísa Palhares (pesquisadora da Pinacoteca do Estado de São Paulo, escritora e fundadora da revista Número); Renato Stutzman (é antropólogo e professor da USP.Participa do coletivo que edita a revista Sexta-Feira); Ademir Assunção (poeta, letrista de música e jornalista. Edita a revista literária Coyote); Regina Dalcastagné (professora de literatura da UnB, ensaísta e editora de Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, UNB-DF); Cleber Eduardo (crítico, professor, diretor e curador. Foi redator de Contracampo e é um dos editores da revista Cinética); Adalberto Paranhos (escritor, professor /UFU e editor da revista ArtCultura); Coordenação de Airton Paschoa (romancista, poeta e ensaísta. Participou das revistas Praga e Rodapé).<br /></div><br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 11px; height: 11px;" /> Tema 2 - Conferência. <span style="font-weight: bold;">Explorando as fronteiras da internet</span><br />SESC Avenida Paulista      <br />      <br />Dia 06/11<br />Quinta, das 19h30 às 22h<br />     <br /><div style="margin-left: 40px;">Participação de Eugênio Bucci (jornalista, escritor e professor /ECA-USP. Presidiu a Radiobrás e integra o conselho da Fundação Padre Anchieta); Sérgio Amadeu (sociólogo, professor e escritor. Dirigiu o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação) Coordenação de Antonio Martins (jornalista, editor do Le Monde Diplomatique Brasil /internet e ensaísta).<br /></div><br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 11px; height: 11px;" /> Tema 2. Debate: <span style="font-weight: bold;">A emergência das publicações culturais na internet</span><br />SESC Avenida Paulista      <br />      <br />Dia 07/11<br />Sexta, das 17h30 às 19h<br />     <br /><div style="margin-left: 40px;">Quais as perspectivas para o debate cultural propiciadas pelas novas tecnologias? As novas mídias sugerem a criação de novos conteúdos ou interferem na concepção da publicação?. Participação de Rodrigo Gurgel (escritor, editor e crítico literáio. Escreve em Rascunho e edita a seção Palavra, em Le Monde Diplomatique); Oona Castro (jornalista, sócia-fundadora do Coletivo Intervozes e líder de projetos do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV-Rio); Manuel Fernandes (jornalista, editor da revista Novae.inf.br e criador da MNF consultoria de projetos de Comunicação); Regis Bonvicino (poeta, crítico literário e magistrado. Dirigiu as revistas Poesia em Greve e Muda. Funda e co-dirige Sibila); Ana Maria Maia (jornalista e coordenadora do Portal Dois Pontos de Arte Contemporânea); Preto Michel (happer, grafiteiro, arte-educador e coordenador do Movimento Hip-hop da Floresta/ MHF); Coordenação de Sergio Cohn (poeta, editor da revista Azougue e criodor da Azougue Editorial).<br /></div><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 11px; height: 11px;" /> Tema 2. Debate: <span style="font-weight: bold;">As possibilidades abertas pela convergência digital e pela internet</span><br />SESC Avenida Paulista      <br />      <br />Dia 07/11<br />Sexta, das 14h30 às 17h<br />     <br /><div style="margin-left: 40px;">Convergência digital e distribuição em rede poderão tornar a indústria cultural obsoleta? Como estabelecer trocas e colaborações verdadeiras na rede? Como a internet está destruindo a barreira entre produtores e receptores de informação cultural? Como lidar com a perspectiva de uma “ditadura dos não-especialistas?Participação de César Bolaño (jornalista, escritor e professor / UFS e UnB); Hernani Dimantas (é coordenador do Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária da Escola do Futuro USP); Fábio Malini (professor da Universidade Federal do Espírito Santo, coordenador do Laboratório de Estudos sobre internet e cultura da UFRJ e membro do corpo editorial da revista Global Brasil; Rodrigo Savazoni (jornalista, blogueiro, pesquisador das mídias sociais e diretor do Laboratório Brasileiro de Cultura Digital). Coordenação de Spensy Pimentel (antropólogo, jornalista e escritor. Colaborou com as revistas Sinopse, Teoria e Debate e Caros Amigos).<br /></div><br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 11px; height: 11px;" /> Tema 3. Conferência. <span style="font-weight: bold;">Políticas para a diversidade</span><br />SESC Avenida Paulista      <br />      <br />Dia 07/11<br />Sexta, das 19h30 às 22h<br />     <br /><div style="margin-left: 40px;">Paulo Sérgio Duarte (crítico de arte, escritor, professor e pesquisador do Cesap-Universidade Cândido Mendes) Sérgio Gomes (jornalista, diretor da Oboré e coordenador dos projetos Repórter do Futuro e Correspondente da Cidadania) Coordenação: Milton Ohata (historiador, escritor e editor (Cosac-Naify). É editor da revista Cultura e Pensamento)<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-11-01T02:57:01+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>"ALéM DAS REDES DE COLABORAçãO: INTERNET, DIVERSIDADE CULTURAL E TECNOLOGIAS DO PODER"</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>O livro está disponível para download gratuitamente no formato PDF. Confira.<!--more-->
O livro <span style="font-style: italic;">Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder</span>, lançado pela Editora da Universidade Federal da Bahia, foi organizado pelos
professores Sérgio Amadeu da Silveira (Cásper Líbero-SP) e Nelson
Pretto (Faculdade de Educação da Ufba) como resultado de seminários
realizados pela Casa de Cinema de Porto Alegre em parceria com a
Associação Software Livre, ocorridos no segundo semestre de 2007, como
parte do Programa Cultura e Pensamento.<br /><br />Segundo o sociólogo e co-organizador <span style="font-weight: bold;">Sérgio Amadeu</span>,
a intenção do livro é &quot;discutir as possibilidades democratizantes de
compartilhamento do conhecimento jamais vistas, além da formação de uma
sociedade de controle que busca utilizar as tecnologias para concentrar
poder e conter a criatividade, expandindo e ampliando a apropriação
privada sobre o que é comum&quot;.<br /><br />Composto de 12 textos assinados
por igual número de diferentes estudiosos do assunto, é possível
destacar, além dos dois organizadores, outros autores bem conhecidos
por quem milita na área da comunicação, como o cineasta e músico gaúcho
<span style="font-weight: bold;">Carlos Gerbase </span>(com o texto <span style="font-style: italic;">A fabricação da verdade no debate sobre direitos autorais no Brasil</span>), o pesquisador paulista <span style="font-weight: bold;">João Brant </span>(<span style="font-style: italic;">O lugar da educação no confronto entre colaboração e competição</span>) e a professora da Puc-SP <span style="font-weight: bold;">Marijane Vieira Lisboa</span> (<span style="font-style: italic;">Cultura e natureza: o que o software tem a ver com os transgênicos?</span>), entre outros.<br /><br />Além dos textos, o livro ainda apresenta depoimentos de diversos autores e artistas, como o apresentador do CQC, <span style="font-weight: bold;">Marcelo Tas</span>, o rapper <span style="font-weight: bold;">BNegão</span> e o paraense <span style="font-weight: bold;">Ézio Lamarca</span>, fundador do Grupo Linux Pai d´Égua.<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/livroalemdasredes_1221707639.pdf"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui para baixar o livro no formato PDF.</span></a><br /><br />o livro foi registrado junto às licenças CC - <a href="http://www.creativecommons.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=18&Itemid=28">Creative Commons</a> -, que liberam parte dos direitos autorais e a livre distribuição de conteúdos.<br /><br />A versão física do livro está à venda nos sites:<br /><br /><a href="http://www.edufba.ufba.br/">http://www.edufba.ufba.br/</a><br /><br /><a href="http://www.casacinepoa.com.br/">www.casacinepoa.com.br</a><br /><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-09-18T07:48:35+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>"Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder" </title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>O livro está disponível para download gratuitamente no formato PDF. Confira.<!--more-->
O livro <span style="font-style: italic;">Além das redes de colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder</span>, lançado pela Editora da Universidade Federal da Bahia, foi organizado pelos
professores Sérgio Amadeu da Silveira (Cásper Líbero-SP) e Nelson
Pretto (Faculdade de Educação da Ufba) como resultado de seminários
realizados pela Casa de Cinema de Porto Alegre em parceria com a
Associação Software Livre, ocorridos no segundo semestre de 2007, como
parte do Programa Cultura e Pensamento.<br /><br />Segundo o sociólogo e co-organizador <span style="font-weight: bold;">Sérgio Amadeu</span>, a intenção do livro é &quot;discutir as possibilidades democratizantes de compartilhamento do conhecimento jamais vistas, além da formação de uma sociedade de controle que busca utilizar as tecnologias para concentrar poder e conter a criatividade, expandindo e ampliando a apropriação privada sobre o que é comum&quot;.<br /><br />Composto de 12 textos assinados por igual número de diferentes estudiosos do assunto, é possível destacar, além dos dois organizadores, outros autores bem conhecidos por quem milita na área da comunicação, como o cineasta e músico gaúcho <span style="font-weight: bold;">Carlos Gerbase </span>(com o texto <span style="font-style: italic;">A fabricação da verdade no debate sobre direitos autorais no Brasil</span>), o pesquisador paulista <span style="font-weight: bold;">João Brant </span>(<span style="font-style: italic;">O lugar da educação no confronto entre colaboração e competição</span>) e a professora da Puc-SP <span style="font-weight: bold;">Marijane Vieira Lisboa</span> (<span style="font-style: italic;">Cultura e natureza: o que o software tem a ver com os transgênicos?</span>), entre outros.<br /><br />Além dos textos, o livro ainda apresenta depoimentos de diversos autores e artistas, como o apresentador do CQC, <span style="font-weight: bold;">Marcelo Tas</span>, o rapper <span style="font-weight: bold;">BNegão</span> e o paraense <span style="font-weight: bold;">Ézio Lamarca</span>, fundador do Grupo Linux Pai d´Égua.<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/livroalemdasredes_1221707639.pdf"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui para baixar o livro no formato PDF.</span></a><br /><br />o livro foi registrado junto às licenças CC - <a href="http://www.creativecommons.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=18&Itemid=28">Creative Commons</a> -, que liberam parte dos direitos autorais e a livre distribuição de conteúdos.<br /><br />A versão física do livro está à venda nos sites:<br /><br /><a href="http://www.edufba.ufba.br/">http://www.edufba.ufba.br/</a><br /><br /><a href="http://www.casacinepoa.com.br/">www.casacinepoa.com.br</a><br /><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-09-18T12:11:36+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRáTICAS E IDéIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Videos<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">São Paulo, CEU Parque Veredas, Itaim Paulista:<br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">23.10.2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31550&more=1&c=1&pb=1">VÍDEO &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;">O REPOSICIONAMENTO DA CULTURA NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Roberto Schwarz</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> , SP</span>   <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Allan da Rosa</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>   <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Maria Elisa Cevasco</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><span style="font-weight: bold;">24.10.2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31552&more=1&c=1&pb=1">VÍDEO &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">OS SONS: INDÚSTRIA CULTURAL E NOVOS MODELOS DE NEGÓCIOS</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">Gog</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> , DF</span>   <span style="font-weight: bold;">l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Mabuse</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PE</span>   <span style="font-weight: bold;">l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Preto Michel</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PA</span>    <span style="font-weight: bold;">l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Bnegão</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, RJ </span><br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><span style="font-weight: bold;">25.10.2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31554&more=1&c=1&pb=1">VÍDEO &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">AS PALAVRAS: O FUTURO DOS LIVROS E DA LITERATURA</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Alessandro Buzo</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP  </span><span style="font-weight: bold;">l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Rogério de Campos</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP  </span><span style="font-weight: bold;">l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Ademiro Alves de Sousa (Sacolinha)</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><br /></div><span style="font-weight: bold;"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">30.10.2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31574&more=1&c=1&pb=1">VIDEO &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">4. AS IMAGENS: ESPETÁCULO, VIRTUALIDADE E VIDA VIVIDA </span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Gabriel Menotti</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> - Cine Falcatrua, ES</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Atiely Queen</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Beatriz Furtado</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, CE </span><br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span></div><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">1.11.2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31576&more=1&c=1&pb=1">VIDEO &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">6. ACESSO À CULTURA, NOVAS TECNOLOGIAS E ALTERNATIVAS SOCIAIS</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Sérgio Amadeu da Silveira</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Sebastian Musiera</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, Uruguai </span><span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Dudu do Morro Agudo</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, RJ </span><span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">João Brant</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP<br /><br /><br /></span></div><span style="font-weight: bold;">Fortaleza, Mercado dos Pinhões, Centro.<br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">12/11/2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31596&more=1&c=1&pb=1">VIDEO &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">1. O REPOSICIONAMENTO DA CULTURA NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">André Bueno</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l Allan da Rosa</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l Maria Elisa Cevasco</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">14/11/2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31600&more=1&c=1&pb=1">VIDEO &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;">3. AS PALAVRAS: O FUTURO DOS LIVROS E DA LITERATURA</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Alessandro Buzo</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l Rogério de Campos</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l Ademiro Alves de Sousa (Sacolinha)</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l Marcos Soares, SP l Klévisson Viana, CE</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">19/11/2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31602&more=1&c=1&pb=1">VIDEO &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">4. AS IMAGENS: ESPETÁCULO, VIRTUALIDADE E VIDA VIVIDA </span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Beatriz Furtado</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, CE </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l Gabriel Menotti</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, ES</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"> l Alexandre Veras</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, CE  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l Tiely Queen, SP</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">20/11/2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31604&more=1&c=1&pb=1">VIDEO &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">5. DE QUEM É O CONHECIMENTO? UM DEBATE SOBRE PROPRIEDADE INTELECTUAL</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Anderson Barbosa</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PR </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l Lamartine da Silva</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, MA </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l João Brant</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><span style="font-weight: bold;">21/11/2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31606&more=1&c=1&pb=1">VIDEO &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">6. ACESSO À CULTURA, NOVAS TECNOLOGIAS E ALTERNATIVAS SOCIAIS</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Gustavo Gindre</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, RJ  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l Sebastian Musiera</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, Uruguai  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l Dudu do Morro Agudo</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, RJ  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l Flávio Barbosa</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, CE</span><br /></div><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><br /></span><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-09-01T12:01:28+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Além das Redes de Colaboração</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - Natal, dia 10 de novembro de 2007<!--more--><span style="font-weight: bold;">Mesa 4: “O que a convergência digital e a TV pública tem a ver com a diversidade cultural?” <br /><br /><embed type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" style="width: 400px; height: 326px;" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=6442431975950906806&hl=en&fs=true" id="VideoPlayback" /> <br /></span><font size="1">178 min.<br /><br /><br /></font><span style="font-weight: bold;">Debatedores:<br /><br />- Guido Lemos<br />- Sérgio Amadeu<br />- Marcelo Tas<br />- Carlos Gerbase<br /><br />Mediador: Paulo Meirelles (UFRGS)<br /><br /></span><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br /></div><span style="font-weight: bold;"></span>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-09-01T10:44:39+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Além das Redes de Colaboração</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - Natal, dia 09 de novembro de 2007<!--more-->
<strong>Mesa 3: </strong> <span style="font-weight: bold;">“O que a tecno-arte e a cibercultura tem a ver com a estética da multidão?” <br /><br /><embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-2517535257157023817&hl=en&fs=true" style="width: 400px; height: 326px;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash" /> <br /></span><font size="1">169 min.<br /><br /><br /></font><span style="font-weight: bold;">Debatedores:<br /><br />- Giba Assis Brasil<br />- Bruno Magrani<br />- Ézyo Lamarca<br />- BNegão<br /><br />Mediador: Leonardo Lopes (UFRN) <br /><br /></span><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br /></div><font size="1"></font><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://rn.softwarelivre.org/alemdasredes/debates/o-que-a-tecno-arte-e-a-cibercultura-tem-a-ver-com-a-estetica-da-multidao/"><strong> </strong></a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-09-01T10:41:02+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRáTICAS E IDéIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - Fortaleza, dia 21 de novembro<!--more--><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">Mercado dos Pinhões, CENTRO.<br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);">Praça Visconde de Pelotas, s/n.<br /><br /></span><span style="font-weight: bold;">6. ACESSO À CULTURA, NOVAS TECNOLOGIAS E ALTERNATIVAS SOCIAIS<br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span> <span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Gustavo Gindre, RJ </span></span><span style="font-weight: bold;"> l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Sebastian Musiera</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, Uruguai </span> <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Dudu do Morro Agudo</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, RJ </span> <span style="font-weight: bold;">l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Flávio Barbosa, CE</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> <br /><br /><embed type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" style="width: 400px; height: 326px;" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=6065550769422541436&hl=en&fs=true" id="VideoPlayback" /> <br /></span><font size="1">64 min.<br /><br /></font><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-09-01T10:34:21+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRáTICAS E IDéIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - Fortaleza, dia 20 de novembro<!--more--><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">Mercado dos Pinhões, CENTRO.<br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);">Praça Visconde de Pelotas, s/n.<br /><br /></span><span style="font-weight: bold;">5. DE QUEM É O CONHECIMENTO? UM DEBATE SOBRE PROPRIEDADE INTELECTUAL<br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Anderson Barbosa, PR </span><span style="font-weight: bold;">l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Lamartine da Silva, MA </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span><span style="font-weight: bold;">l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">João Brant, SP<br /></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><br /><br /><embed type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" style="width: 400px; height: 326px;" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=6436869611015922352&hl=en&fs=true" id="VideoPlayback" /> <font size="1"><br /></font></span><font size="1">150 min.</font><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-09-01T10:30:14+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRáTICAS E IDéIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - Fortaleza, dia 19 de novembro<!--more--><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">Mercado dos Pinhões, CENTRO.<br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);">Praça Visconde de Pelotas, s/n.<br /><br /></span><span style="font-weight: bold;">4. AS IMAGENS: ESPETÁCULO, VIRTUALIDADE E VIDA VIVIDA <br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Gabriel Menotti</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> - Cine Falcatrua, ES</span>  <span style="font-weight: bold;">l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Tiely Queen</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Beatriz Furtado</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, CE </span><span style="font-weight: bold;">l </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Alexandre Veras, CE<br /><font size="1"><br /></font><embed type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" style="width: 400px; height: 326px;" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=6638593355024503503&hl=en&fs=true" id="VideoPlayback" /> <font size="1"><br /></font></span></span><font size="1">134 min. <br /><br /></font><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><br /></span><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br /></div><span style="font-weight: bold;"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-09-01T10:25:45+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRáTICAS E IDéIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - Fortaleza, dia 14 de novembro<!--more--><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">Mercado dos Pinhões, CENTRO.<br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);">Praça Visconde de Pelotas, s/n.<br /><br /></span><span style="font-weight: bold;">3. AS PALAVRAS: O FUTURO DOS LIVROS E DA LITERATURA<br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Alessandro Buzo</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Rogério de Campos</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Ademiro Alves de Sousa (Sacolinha)</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, <span style="font-weight: bold;">SP </span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><span style="font-weight: bold;">l</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><span style="font-weight: bold;"> Marcos Soares, SP </span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><span style="font-weight: bold;">l</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><span style="font-weight: bold;"> Klévisson Viana, CE</span><br /><br /><embed type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" style="width: 400px; height: 326px;" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-4296940886237466313&hl=en&fs=true" id="VideoPlayback" /> <br /></span><font size="1">133 min.<br /><br /></font><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-09-01T10:21:45+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRáTICAS E IDéIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - Fortaleza, dia 12 de novembro<!--more--><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">Mercado dos Pinhões, CENTRO.<br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);">Praça Visconde de Pelotas, s/n.</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />1.</span><span style="font-weight: bold;"> O REPOSICIONAMENTO DA CULTURA NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">André Bueno</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Allan da Rosa</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Maria Elisa Cevasco</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP<br /><br /><embed type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" style="width: 400px; height: 326px;" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=8703113345091086211&hl=en&fs=true" id="VideoPlayback" /> <br /></span><font size="1">106 min.</font><br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><br /></span><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> </span></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-09-01T10:11:05+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Lançamento do livro 'Além das Redes de Colaboração' em São Paulo.</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>O livro discute o potencial da internet e a sociedade de controle. O lançamento será dia 27 de agosto, no Auditório da USP Leste. Confira as informações.<!--more-->
&quot;Ao mesmo tempo que devora, digere e recria o telefone, o cinema, a televisão, os correios, o rádio e a indústria fonográfica, a internet se aproxima do sonho de Borges de uma biblioteca infinita, onde o saber humano está disponível ao alcance de um toque. O que fazer com tão imenso poder é a pergunta que definirá o nosso futuro. Esse livro é uma boa contribuição para o debate&quot;. Assim o cineasta Jorge Furtado apresenta a coletânea &quot;Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder&quot;.<br /><br />O livro será lançado pela Editora da Universidade Federal da Bahia, no próximo 27 de agosto, quarta-feira, em São Paulo. Foi organizado pelos professores Sérgio Amadeu da Silveira (Cásper Líbero-SP) e Nelson Pretto (Faculdade de Educação da Ufba) como resultado de seminários realizados pela Casa de Cinema de Porto Alegre em parceria com a Associação Software Livre, ocorridos no segundo semestre de 2007, como parte do Programa Cultura e Pensamento do Ministério da Cultura.<br /><br />Reunindo acadêmicos de várias áreas do conhecimento, ativistas e artistas, &quot;Além das Redes de Colaboração&quot; trabalha a contradição entre as possibilidades de criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais e as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o controle dos velhos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial. O livro pretende jogar luz sobre essas batalhas biopolíticas para decifrar as disputas sociotécnicas em torno da definição de códigos, padrões e protocolos.<br /><br />Por isso, as tecnologias da informação e da comunicação foram avaliadas em suas dimensões mais importantes. As explicações nascidas da matriz do pensamento único, a qual procura esconder suas determinações histórico-sociais sob o discurso de uma racionalidade neutra, foram confrontadas com aquelas que pretendem dar transparência aos processos e politizar o debate sobre tais dimensões tecnológicas e sobre as históricas relações entre a ciência, o capital e o poder.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">&quot;Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder&quot;</span><br />Lançamento dia 27/08, quarta-feira, às 19h (logo após o Seminário de Direitos Autorais e Acesso à Cultura do Ministério da Cultura)<br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Local:</span> Auditório da USP Leste<br />Rua Arlindo Béttio, 1000, Ermelino Matarazzo, São Paulo.<br /><br />À venda nos sites<br /><br /><a href="http://www.edufba.ufba.br/">http://www.edufba.ufba.br/</a><br /><br /><a href="http://www.casacinepoa.com.br/">www.casacinepoa.com.br</a><br /><br /><br />Maiores informações pelo e-mail <span style="color: rgb(0, 51, 153); font-weight: bold;">casa@casacinepoa.com.br</span> com Flávia Matzenbacher.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais</span></a> sobre o ciclo de debates 'Além das Redes de Colaboração' e assista os vídeos das conferências.<br /><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-08-26T07:04:17+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ALéM DAS REDES DE COLABORAçãO</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - POrto Alegre, dia 17 de outubro de 2007<!--more--><span style="font-weight: bold;">Mesa 3</span> -<span style="font-weight: bold;"> Convergências: o que códigos tem a ver com música, filmes, jogos e realidades alternativas?</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=3023964510783333204&hl=en&fs=true" allowfullscreen="true" style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" /> <br /><font size="1">178 min.</font><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br />- <span style="font-weight: bold;">Pedro Paranaguá</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Ézyo Lamarca</span><br />- <span style="font-weight: bold;">BNegão</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador: </span>Luciana Tomasi (Casa de Cinema de Porto Alegre)<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-08-12T02:11:56+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ALéM DAS REDES DE COLABORAçãO</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Videos<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">PORTO ALEGRE - RS:<br /><br style="color: rgb(0, 0, 0);" /></span><p style="text-align: left; margin-left: 40px;"><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">Mesa 1</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"> - </span><span style="color: rgb(0, 0, 0);">15/10/2007</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> l </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31578&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">VIDEO &gt;&gt;</span></a></span><br /></p><div style="margin-left: 40px;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="font-weight: bold;"><br />Politizando as Tecnologias: como as redes reconfiguram a sociedade, a educação e a cultura?</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Imre Simon</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Nelson Pretto</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Léa Fagundes</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Giba Assis Brasil</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador:</span> Sady Jacques (ASL)<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"></span><br /><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">Mesa 2 - </span><span style="color: rgb(0, 0, 0);">16/10/2007</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"> </span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> l</span> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31580&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">VIDEO &gt;&gt;</span></a></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">Cultura e Natureza: o que o software tem a ver com os transgênicos?</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Mário Teza</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Pedro Rezende l Marijane Vieira Lisboa</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Abrahm Rubio</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador: </span>Carlos Machado Oliveira (SERPRO/UFRGS)<br /><br /><br /><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">Mesa 3</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"> - </span><span style="color: rgb(0, 0, 0);">17/10/2007</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> l </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31592&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">VIDEO &gt;&gt;</span></a></span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Convergências: o que códigos tem a ver com música, filmes, jogos e realidades alternativas?<br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Pedro Paranaguá</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Ézyo Lamarca</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">BNegão</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador: </span>Luciana Tomasi (Casa de Cinema de Porto Alegre)<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">Mesa 4 - </span><span style="color: rgb(0, 0, 0);">18/10/2007</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> l</span> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31584&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">VIDEO &gt;&gt;</span></a></span><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">Esfera pública conectada: o que as telecomunicações e a tv digital tem a ver com o comum?</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Sérgio Amadeu</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Marcelo Tas</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Carlos Gerbase</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Luiz Fernando Soares</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Guido Lemos</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span></div><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Mediador:</span> Pablo Lorenzzone (ASL)<br /></div><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><br />NATAL- RN:<br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">Mesa 1</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"> - </span><span style="color: rgb(0, 0, 0);">07/11/2007</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> l </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31586&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">VIDEO &gt;&gt;</span></a></span><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">O que a educação tem a ver com a autonomia política e tecnológica?</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Eduardo Janser</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Imre Simon</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Nelson Pretto</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Léa Fagundes</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span><span style="font-weight: bold;">Mediador: </span>Adorilson Bezerra (CEFET-RN)<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">Mesa 2</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"> - </span><span style="color: rgb(0, 0, 0);">08/11/2007</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> l </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31586&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">VIDEO &gt;&gt;</span></a></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">O que o anonimato na rede tem a ver com a</span><span style="font-weight: bold;"> democracia e com a biopolítica?</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Lena Zúniga</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Mário Teza</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Pedro Rezende</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Marijane Lisboa</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Abraham Rubio</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador: </span>Leonardo Lopes (UFRN)<br /><br /><span style="font-weight: bold;"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><br /></span><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">Mesa 3</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"> - </span><span style="color: rgb(0, 0, 0);">09/11/2007</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> l </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31608&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">VIDEO &gt;&gt;</span></a></span><br /><br /><strong></strong> <span style="font-weight: bold;">O que a tecno-arte e a cibercultura tem a ver com a estética da multidão?<br /></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Giba Assis Brasil </span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">l</span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Bruno Magrani </span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">l</span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Ézyo Lamarca </span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">l</span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> BNegão</span><br /></span><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador: Leonardo Lopes (UFRN) <br /><br /><br /></span> <img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">Mesa 4 </span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"> - </span><span style="color: rgb(0, 0, 0);">10/11/2007</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> l </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31610&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">VIDEO &gt;&gt;</span></a><br /><br /></span><span style="font-weight: bold;">O que a convergência digital e a TV pública tem a ver com a diversidade cultural?<br /></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Guido Lemos</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> l</span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Sérgio Amadeu </span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">l</span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Marcelo Tas </span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">l </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Carlos Gerbase</span><br /><br />Mediador: Paulo Meirelles (UFRGS)</span><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br /></div></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-08-12T01:33:32+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ALéM DAS REDES DE COLABORAçãO</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - Natal, dia 08 de novembro de 2007<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Mesa 2 -</span> <span style="font-weight: bold;">&quot;O que o anonimato na rede tem a ver com a</span><span style="font-weight: bold;"> democracia e com a biopolítica?&quot;<br /><br /><embed id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" allowfullscreen="true" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=7832046776470470379&hl=en&fs=true" type="application/x-shockwave-flash" /> <br /><font size="1">183 min.</font><br /><br />Debatedores:<br /><br /></span>- <span style="font-weight: bold;">Lena Zúniga</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Mário Teza</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Pedro Rezende</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Marijane Lisboa</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Abraham Rubio</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador: </span>Leonardo Lopes (UFRN)<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br />
</div><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-08-12T11:51:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ALéM DAS REDES DE COLABORAçãO</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - Natal, dia 07 de novembro de 2007<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Mesa 1 - &quot;O que a educação tem a ver com a autonomia política e tecnológica?&quot;<br /><br /><embed id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" allowfullscreen="true" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=1767099646402672587&hl=en&fs=true" type="application/x-shockwave-flash" /> <br /><font size="1">192 min.</font><br /><br />Debatedores:<br /><br /></span>- <span style="font-weight: bold;">Eduardo Janser</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Imre Simon</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Nelson Pretto</span><br />-<span style="font-weight: bold;"> Léa Fagundes</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador: </span>Adorilson Bezerra (CEFET-RN)<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-08-12T11:23:38+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ALéM DAS REDES DE COLABORAçãO</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - POrto Alegre, dia 18 de outubro de 2007<!--more--><span style="font-weight: bold;">Mesa 4 - &quot;Esfera pública conectada: o que as telecomunicações e a tv digital tem a ver com o comum?&quot;<br /><br /><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1886890407844420616&hl=en&fs=true" allowfullscreen="true" style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" /> <br /><font size="1">201 min</font><br /></span><span style="font-weight: bold;"><br />Debatedores:  <br /><br /></span>- <span style="font-weight: bold;">Sérgio Amadeu</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Marcelo Tas</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Carlos Gerbase</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Luiz Fernando Soares</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Guido Lemos</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador:</span> Pablo Lorenzzone (ASL)<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br />
</div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-08-12T11:17:55+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Mutações - A Condição Humana</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Novo ciclo de conferências, com início em 1 de setembro, acontece no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São paulo e Brasília. Confira as informações.<!--more-->
O ciclo de conferências <span style="font-weight: bold;">Mutações - a condição humana</span>, de curadoria de Adauto Novaes, será realizado entre 1 de setembro e 17 de outubro no <span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro</span> e também em <span style="font-weight: bold;">Belo Horizonte, São Paulo e Brasília</span>. <br /><br />A idéia deste novo ciclo ganhou forma durante a realização do seminário <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">Mutações - novas configurações do mundo</a>, em 2007, onde a questão ‘O que é humano?’ se impôs. O evento trará 19 conferências que partirão de dois eixos de reflexão: a mundialização e a revolução tecnocientífica e biotecnológica.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">PROGRAMAÇÃO</span><br /><br />As conferências realizadas no Rio de Janeiro - às segundas, terças e quartas às 19h - serão <span style="font-weight: bold;">transmitidas ao vivo pela internet</span> através do site <a href="http://www.academia.org.br/" style="font-weight: bold;">www.academia.org.br</a>.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Conferências:</span><br /><br />Veja o <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/mutacoes-2008-resumo-das-conferencias_1219058682.pdf"><span style="font-weight: bold;">resumo das conferências.</span></a><br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">AS QUATRO CONCEPÇÕES DO HOMEM</span> l   Francis Wolff<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 1 set       <span style="color: rgb(0, 0, 0);">l  </span>     BH - 2 set       <span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span>       SP - 3 set       <span style="color: rgb(0, 0, 0);">l       </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">BR - 10 set</span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><br style="font-weight: bold;" /><br /><span style="font-weight: bold;">A INVENÇÃO DO PÓS-HUMANO</span> l   Franklin Leopoldo e Silva<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 2 set       <span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span>       BH - 3 set       <span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span>       SP - 4 set       <span style="color: rgb(0, 0, 0);">l      </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">   BR - 11 set</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO?</span> l   Renato Lessa<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 3 set   </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       BH - 4 set       </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">      SP - 5 set      </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l  </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">     BR - 29 set</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">A CONTINGÊNCIA DO NOVO</span> l   Newton Bignotto<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 8 set       </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l  </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">BH - 9 set       </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">      SP - 10 set        </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">   BR - 22 set</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><span style="font-weight: bold;">DO ANTI-HUMANISMO AO PÓS-HUMANISMO </span>l  Jean-Pierre Dupuy<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 9 set      </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l       </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">BH - 10 set       </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> l       </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">SP - 11 set        </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l   </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">  BR - 15 set</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">IDENTIDADES IRRECONHECÍVEIS</span> l   Oswaldo Giacoia Junior<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 10 set</span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">       l    </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">    BH - 11 set  </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       SP - 12 set       </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">   </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">     BR - 30 set</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">MARX E A CONDIÇÃO HUMANA</span> l   Francisco de Oliveira<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 15 set        </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l   </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">    BH - 16 set      </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">   l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       SP - 17 set         </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l       </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">BR - 6 out</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">SOBRE A POTÊNCIA POLÍTICA DO INUMANO</span> l   Vladmir Safatle<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 16 set   </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       BH - 17 set  </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">  l  </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">     SP - 18 set       </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l    </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">  </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">BR - 3 out</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">O NÃO-LUGAR DO HUMANO</span> l   João Camillo Penna<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 17 set     </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">  l   </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">BH - 18 set      </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">      SP - 19 set        </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">   </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">    BR - 1 out</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">HOMO CIVILIS (OU HOMO SAPIENS 2.0)</span> l  Luiz Alberto Oliveira<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 22 set      </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">  l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       BH - 23 set       </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l       </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">SP - 24 set       </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">BR - 2 out</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">O CONTROLE DE SI: EM DIREÇÃO A UM HOMEM NOVO?</span> l   Joelle Proust<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 23 set        </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       BH - 24 set       </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">     SP - 25 set </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">SOBRE AS TESES DA MORTE DO HOMEM</span> l  Antônio Cícero<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 24 set        </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">        BH - 25 set      </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">  l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       SP - 26 set </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">NÓS, AS CIVILIZAÇÕES, SABEMOS QUE SOMOS MORTAIS</span> l   Sérgio Paulo Rouanet<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 30 set     </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">   l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">        BH - 1 out  </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">  SP - 2 out</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">AQUILO DE QUE O HOMEM É INSTRUMENTO - DESCARTÁVEL</span> l    Eugênio Bucci<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;">RJ - 1 out       </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;">       BH - 2 out        </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;">       SP - 3 out</span><br /><br /></span><span style="font-weight: bold;">DELICADEZA</span> l   Maria Rita Kehl<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 6 out       </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       BH - 7 out         </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       SP - 8 out</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">A SEXUALIDADE VAI DESAPARECER?</span> l   Marcela Iacub<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 7 out   </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">      BH - 8 out      </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">      SP - 9 out</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">ONDULAÇÕES PARANÓIDES DE UMA ÉPOCA</span> l  Pascal Dibie<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 8 out   </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       BH - 9 out   </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">  l</span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">    P - 10 out</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">VIOLÊNCIA E SUBJETIVIDADE</span> l   Slavoj Zizek<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 13 out     </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">       SP - 14 out</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">MUTAÇÕES</span> l   MD Magno<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">RJ - 15 out   </span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">  l  </span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">    SP - 17 out</span><br style="font-weight: bold;" /></div><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Inscrições a partir de 18 de agosto.<br /><br /></span><br /><span style="font-weight: bold;">INFORMAÇÕES:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Rio de Janeiro</span> | ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS - TEATRO RAIMUNDO MAGALHÃES JÚNIOR<br />Av. presidente Wilson, 203 | Centro<br /><span style="font-weight: bold;">Informações e inscrições:</span><br />ABL (21)3974-2559 das 12h às 18h | <a href="http://www.academia.org.br/">www.academia.org.br</a><br />Conferências segundas, terças e quartas às 19h<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">Belo Horizonte</span> </span>| CASA FIAT DE CULTURA<br />Rua jornalista Djalma Andrade, 1250 | Belvedere<br />(31)3289-8903 / 3289-8900 casafiat@casafiat.com.br<br /><a href="http://www.casafiatdecultura.com.br/">www.casafiatdecultura.com.br</a><br /><span style="font-weight: bold;">Informações e inscrições:</span><br />APPA | Rua Paraíba, 330 sl 912 | Funcionários | (31)3224-5350 | appa@appa.art.br<br />Conferências terças, quartas e quintas às 19h30<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">São Paulo</span> | SESC AVENIDA PAULISTA<br />Av. Paulista, 119 | Centro<br /><a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/">www.sescsp.org.br</a><br /><span style="font-weight: bold;">Informações e inscrições:</span><br />SESC (11)3179-3700<br />Conferências quartas, quintas e sextas às 19h30<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Brasília</span> | CAIXA CULTURAL - TEATRO DA CAIXA CULTURAL<br />Setor bancário sul, quadra 4-lote 3/4 | Anexo da Matriz<br /><a href="http://www.caixacultural.com.br/html/index.html">www.caixa.gov.br/caixacultural</a><br /><span style="font-weight: bold;">Informações e inscrições:</span><br />(61) 3206.9448<br />UNb (61) 3448-0352 ou 3448-0354<br />endereço eletrônico para inscrição: <a href="http://www.gie.cespe.unb.br/">www.gie.cespe.unb.br</a><br />Conferências às 19h<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"><span style="font-weight: bold;">home &gt;&gt;</span></a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-08-08T07:46:15+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ALéM DAS REDES DE COLABORAçãO </title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - POrto Alegre, dia 16 de outubro de 2007<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Mesa 2 - Cultura e Natureza: o que o software tem a ver com os transgênicos?<br /><br /></span>
<embed id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" allowfullscreen="true" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1238500810452446803&hl=en&fs=true" type="application/x-shockwave-flash" /><font size="1"><br />183 min<br /><br /></font><span style="font-weight: bold;">Debatedores:  </span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;">- <span style="font-weight: bold;">Mário Teza</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Pedro Rezende</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">- Marijane Vieira Lisboa</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Abrahm Rubio</span><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador: </span>Carlos Machado Oliveira (SERPRO/UFRGS)<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-07-14T10:24:42+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Além das Redes de Colaboração</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - POrto Alegre, dia 15 de outubro de 2007<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Mesa 1 - &quot;Politizando as Tecnologias: como as redes reconfiguram a sociedade, a educação e a cultura?&quot;</span><br /><br />
<embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=5462383804710420255&hl=en&fs=true" allowfullscreen="true" style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" /><br /><font size="1">56 min</font><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />Debatedores:  </span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;">- <span style="font-weight: bold;">Imre Simon</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Nelson Pretto</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Léa Fagundes</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Giba Assis Brasil</span><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador:</span> Sady Jacques (ASL)<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-07-14T10:16:38+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRáTICAS E IDéIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - São Paulo, dia 1 de novembro de 2007<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE . Vila Nova Cachoeirinha . Zona Norte<br /><br /></span></span><span style="font-weight: bold;">6. ACESSO À CULTURA, NOVAS TECNOLOGIAS E ALTERNATIVAS SOCIAIS</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Sérgio Amadeu da Silveira</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Sebastian Musiera</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, Uruguai </span> <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Dudu do Morro Agudo</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, RJ </span> <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">João Brant</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP <br /><br /><br /></span>
<embed id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" allowfullscreen="true" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=795660100584530376&hl=en&fs=true" type="application/x-shockwave-flash" /><font size="1"><br />
118 min<br />
<br />
</font>
<div style="margin-left: 40px; text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br />
</div>

</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-07-14T10:08:02+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRáTICAS E IDéIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - São Paulo, dia 30 de outubro de 2007<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE . Vila Nova Cachoeirinha . Zona Norte<br /><br /></span></span><span style="font-weight: bold;">4. AS IMAGENS: ESPETÁCULO, VIRTUALIDADE E VIDA VIVIDA </span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Gabriel Menotti</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> - Cine Falcatrua, ES</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Atiely Queen</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Beatriz Furtado</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, CE <br /><br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span></span>
<embed id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" allowfullscreen="true" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1159030871168458414&hl=en&fs=true" type="application/x-shockwave-flash" /><font size="1"><br />122 min<br /><br /></font><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-07-14T09:54:25+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>audios</title>
<link/>
<author/>
<category>Áudios</category><content:encoded><![CDATA[<div>A Saga - Brasília - dia 08/12/2007<!--more-->8/12/2007<br /><span style="font-weight: bold;">Temas:</span><br /><br /><br />- O direito autoral do compositor de música de concerto no Brasil<br /><br />- As orquestras sinfônicas do Brasil de Hoje<br /><br />- Los Festivales Latinoamericanos de Música, 1990-2006, balance y repercusión <br /><br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29269&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais sobre o projeto 'A Saga da Música de Concerto no Brasil' &gt;&gt;</a><br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-07-08T11:06:22+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>transmissão ao vivo</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div>Conhecimento e Cultura Livres: Disputas, Práticas e Idéias<!--more--><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">CEU PARQUE VEREDAS . Itaim Paulista<br /><br />23 de outubro de 2007<br /><br /></span></span><span style="font-weight: bold;">1. O REPOSICIONAMENTO DA CULTURA NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Roberto Schwarz</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> , SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Allan da Rosa</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Maria Elisa Cevasco</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">início:19 h 30.</span><br /></span>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/ao%20vivo_1215438516.jpg" style="width: 342px; height: 278px;" /></p><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/comunidade/index.php?p=31564&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui</span></a> para conferir a programação das transmissões ao vivo.<br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-07-07T11:15:31+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>transmissão ao vivo</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div>Além das Redes de Colaboração<!--more-->
<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Porto Alegre - Casa de Cinema<br />Mesa 1 - 15 de outubro de 2007</span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"> - Segunda-Feira<br /><br /></span><br />19h às 22h: <span style="font-weight: bold;">1º Debate - &quot;Politizando as Tecnologias: como as redes reconfiguram a sociedade, a educação e a cultura?&quot;<br /><br /></span>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 351px; height: 293px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/al%E9m1_1215438457.jpg" /></p><br />
Debatedores:<br />
<br />
- <span style="font-weight: bold;">Imre Simon</span><br />
- <span style="font-weight: bold;">Nelson Pretto</span><br />
- <span style="font-weight: bold;">Léa Fagundes</span><br />
- <span style="font-weight: bold;">Giba Assis Brasil</span><br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Mediador:</span> Sady Jacques (ASL)<br />
<br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/al%E9m1_1215438457.jpg"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui</span></a> para conferir a programação das transmissões ao vivo.<br />

</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-07-07T11:05:05+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>transmissão ao vivo</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div>Carnaval do Brasil<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">RIO DE JANEIRO - Fundição Progresso<br />18 de setembro de 2007<br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">MESA 1 </span>- IMAGENS DO CARNAVAL: REGISTROS DE UM IMAGINÁRIO<br /><br /><span style="font-style: italic;">Análise do imaginário carnavalesco, através de vídeos e fotografias.</span><br /></div><span style="font-style: italic;"></span><span style="font-style: italic;"><br /></span><span style="font-weight: bold;">início: 19 h</span><span style="font-style: italic;"><br /></span>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 368px; height: 301px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/carnaval_1215438573.jpg" /></p><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Rogério Reis</span> - Fotógrafo.<br /><span style="font-weight: bold;">Marcos Vinícius Faustini </span>- Diretor teatral e Documentarista.<br /><span style="font-weight: bold;">Chacal </span>- Poeta.<br /><span style="font-weight: bold;">Ruy Castro</span> - Escritor.<br /><span style="font-weight: bold;">Sergio Cabral</span> - Historiador e Jornalista.<br /><span style="font-weight: bold;">Fred Góes</span> - Compositor, Professor e Pesquisador em Música Popular / UFRJ e CNPq.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/comunidade/index.php?p=31564&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui</span></a> para conferir a programação das transmissões ao vivo.<br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-07-07T10:56:28+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Arquivos de imagens para o relatório</title>
<link/>
<author/>
<category>Comunidade</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->arquivos.rar
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-06-16T08:13:20+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Recife recebe itinerância do ciclo de conferências Mutações: novas configurações do mundo</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>De 30 de junho a 10 de julho de 2008, serão realizadas conferências do Ciclo Mutações em Recife-Pe. Confira as informações.<!--more-->
<p style="text-align: center;"><img style="width: 301px; height: 150px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/mut%20bot%E3o%20menor_1194755831.jpg" /></p>
<br />De <span style="font-weight: bold;">30 de junho a 10 de julho</span> de 2008, acontece em <span style="font-weight: bold;">Recife</span> a itinerância do ciclo de conferências <span style="font-weight: bold;">MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO</span>, de curadoria de Adauto Novaes. As conferências serão realizadas no <span style="font-weight: bold;">Memorial de Medicina de Pernambuco</span>, na praça Octávio de Freitas, 206, Derby. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Inscrições</span> (R$ 20,00) a partir de <span style="font-weight: bold;">16 de junho</span>, no <span style="font-weight: bold;">Centro Josué de Castro</span>, na Rua de São Gonçalo, 118, Boa Vista, Recife-Pe. Informações no tel: (81) 3423-6539.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">PROGRAMAÇÃO</span><br /><span style="font-weight: bold;">Início das conferências a partir das 19 h.</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">sobre o caos e novos paradigmas</span><br /><span style="font-style: italic;">Luiz Alberto Oliveira</span> <span style="color: rgb(153, 51, 0);">30 jun - seg</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">a fabricação do homem e da natureza</span><br /><span style="font-style: italic;">Jean-Pierre Dupuy</span> <span style="color: rgb(153, 51, 0);">02 jul - qua</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">as mutações do poder e os limites do humano</span><br /><span style="font-style: italic;">Newton Bognotto</span> <span style="color: rgb(153, 51, 0);">03 jul - qui</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">máquinas utópicas e distópicas</span><br /><span style="font-style: italic;">João Camillo Penna</span> <span style="color: rgb(153, 51, 0);">04 jul - sex</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">os três tempos da mutação</span><br /><span style="font-style: italic;">Luiz Felipe de Alencastro</span> <span style="color: rgb(153, 51, 0);">07 jul - seg</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">descontrole do tempo histórico e a banalização da experiência</span><br /><span style="font-style: italic;">Franklin Leopoldo Silva</span> <span style="color: rgb(153, 51, 0);">08 jul - ter</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">as duas mutações de Nietzsche</span><br /><span style="font-style: italic;">Oswaldo Giacoia Junior</span> <span style="color: rgb(153, 51, 0);">09 jul - qua</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">revoluções, mutações...</span><br /><span style="font-style: italic;">Francisco de Oliveira</span> <span style="color: rgb(153, 51, 0);">10 jul - qui<br /><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1"><br /><span style="font-weight: bold;">Confira os vídeos</span></a> das conferências do ciclo <span style="font-weight: bold;">Mutações: Novas Configurações do Mundo</span>, realizado no Rio de Janeiro, entre agosto e setembro de 2007. <br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php">outras notícias</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-06-15T07:29:16+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Cildo Meireles. Tempos e espaços: estética como ética / ética como estética</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Palestrantes e debatedores<!--more--><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">Frederico Morais</span></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span>é crítico, historiador de arte e curador independente. Publicou livros e ensaios sobre arte brasileira e latino-americana. Lecionou na PUC- RJ, na Escola Superior de Desenho Industrial e na UFRJ. Foi professor, coordenador de cursos e diretor de arte plásticas do MAM-RJ e um dos fundadores de sua área experimental (1966-1975); diretor da Galeria de Arte BANERJ (1984-1987); diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (1987-1988); e consultor do Itaú Cultural. Realizou audio-visuais, colaborou com inúmeros jornais e revistas, e manteve colunas diárias nos jornais Diário de Notícias e O Globo. Organizou exposições e manifestações de arte e publicou inúmeros livros.<span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span></div><span style="font-weight: bold;"><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">Glória Ferreira</span></span><br />é crítica de arte, curadora independente e professora da Escola de Belas Artes/UFRJ. Entre suas curadorias destacam-se: <span style="font-style: italic;">Os Anos 70 </span>(2007); <span style="font-style: italic;">Trilogias. Nelson Felix</span> (2005); <span style="font-style: italic;">Situações Arte Brasileira Anos 70 </span>(2000); <span style="font-style: italic;">Hélio Oiticica e a Cena Americana</span> (1998); <span style="font-style: italic;">Luciano Fabro</span> (1997); <span style="font-style: italic;">Amilcar de Castro, Retrospectiva </span>(1989); <span style="font-style: italic;">Hélio Oiticica e Lygia Clark</span> (1986). Com publicações em diversas revistas nacionais e internacionais, é co-editora da revista Arte &amp; Ensaios e dirige a Coleção Arte + (Jorge Zahar Editor). Entre outras publicações, destacam-se <span style="font-style: italic;">Conversas entre Nelson Felix e Glória Ferreira</span> e a co-organização das coletâneas <span style="font-style: italic;">Clement Greenberg e o debate crítico</span> e <span style="font-style: italic;">Escritos de artistas anos 60/70.</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Lisette Lagnado</span><br />é crítica de arte e co-editora da revista online <span style="font-style: italic;">Trópico</span>. Publicou <span style="font-style: italic;">Leonilson. São tantas as verdades</span> e <span style="font-style: italic;">Conversações com Iberê Camargo</span>, ambos esgotados. Fez o “Prefácio” para o livro <span style="font-style: italic;">Os papéis de Picasso</span>, de Rosalind Krauss, e integra o grupo de <span style="font-style: italic;">Ice Cream</span> (Phaidon). Coordenou o Arquivo Hélio Oiticica (Projeto HO, Instituto Itaú Cultural). Foi curadora geral da 27ª Bienal de São Paulo.<br /></div><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Moacir dos Anjos</span><br />é pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco desde 1990 e foi diretor do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – Mamam entre 2001 e 2006. Foi curador da participação do Brasil como país convidado na ARCO – Feira de Arte Contemporânea (2008), em Madri. Entre suas últimas curadorias, destacamse: <span style="font-style: italic;">Contraditório. Panorama da Arte Brasileira</span> (2007); <span style="font-style: italic;">Zona Franca, na Bienal do Mercosul</span> (2007); <span style="font-style: italic;">Marcas – Efrain Almeida </span>(2007); <span style="font-style: italic;">Rosângela Rennó</span> (2006); <span style="font-style: italic;">Babel – Cildo Meireles</span> (2006). É autor de <span style="font-style: italic;">Local/Global: arte em trânsito.</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Paulo Herkenhoff</span><br />é curador independente. Foi diretor do Museu Nacional de Belas Artes (2003/2006); Curador de Departamento de Pintura e Escultura do MoMA (1999/2002); Curador geral da 24ª Bienal de São Paulo, (1998); Curador, MAM-RJ (1985-1990); Diretor Instituto Nacional de Artes Plásticas/Funarte (1983-1985).<br /></div><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Ricardo Basbaum</span><br />é professor do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Artista, escritor, crítico e curador, expõe regularmente desde 1981. Entre suas exposições individuais mais recentes, encontram-se: “reprojecting (Utrecht)” (2008); “la société du spectacle (&amp; NBP)” (2007); “Você gostaria de participar de uma experiência artística?” (2006). Participou da documenta 12 (Kassel, 2007). É autor de <span style="font-style: italic;">Além da pureza visual e dos livros de artista G. x eu</span> (1997) e <span style="font-style: italic;">NBP x eu-você</span> (2000). Organizou a coletânea <span style="font-style: italic;">Arte Contemporânea Brasileira – texturas, dicções, ficções, estratégias</span> e é colaborador dos livros <span style="font-style: italic;">Art after conceptual art</span>, <span style="font-style: italic;">The next documenta should be curated by an artist</span>, entre outros.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Sônia Salzstein</span><br />é professora do Departamento de Artes Plásticas da Universidade de São Paulo. Coordena desde 2005 o Centro de Pesquisas em Arte Brasileira, na ECA-USP. Faz parte do conselho curatorial da Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre e do Instituto de Arte Contemporânea, em São Paulo. Desde 2006, coordena a linha editorial de artes plásticas e teoria da arte da Editora CosacNaify. É autora e organizadora de vários livros, entre eles <span style="font-style: italic;">Volpi, Franz Weissmann </span>e<span style="font-style: italic;"> Diálogos com Iberê Camargo</span>. Já realizou diversas curadorias, entre elas “No vazio do mundo - Mira Schendel”, “Tarsila, anos 20”, “Carlos Fajardo - Poética da distância”, “Iole de Freitas” e “Antonio Dias – o país inventado”.<br /></div><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Suely Rolnik</span><br />é psicanalista, pesquisadora e curadora. É Professora Titular da PUC-SP, onde integra o Núcleo de estudos transdisciplinares da subjetividade. Foi criadora de um projeto de pesquisa e ativação de memória sensível da obra de Lygia Clark e seu contexto, no qual realizou 64 filmes de entrevistas no Brasil, na França e nos EUA. Em 2005, organizou, com C. Diserens a exposição <span style="font-style: italic;">Somos o molde</span>. A você cabe o sopro. Lygia Clark, da obra ao acontecimento. Autora, entre outros, de <span style="font-style: italic;">Cartografia Sentimental</span>. <span style="font-style: italic;">Transformações contemporâneas do desejo</span> e, em colaboração com Félix Guattari, de <span style="font-style: italic;">Micropolítica. Cartografias do desejo</span>. Tradutora, entre outros, dos Vol. III e IV de <span style="font-style: italic;">Mille Plateaux</span>, de G. Deleuze e F. Guattari.<br /><br style="color: rgb(153, 51, 0);" /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Thais Rivitti</span><br />é crítica de arte e curadora. Mestre em Artes Plásticas pela Universidade de São Paulo, onde defendeu a dissertação “A idéia de circulação na obra de Cildo Meireles” em 2007. Atualmente, atua como assistente curatorial de Ivo Mesquita, curador-chefe da Pinacoteca do Estado de São Paulo e da Bienal Internacional de São Paulo. Colabora com diversas instituições, como Centro Universtário Maria Antonia e Centro Cultural São Paulo. Também escreve para galerias como a Virgílio e Vermelho entre outras. É parte do corpo editorial da Revista Número desde 2001.<br /></div><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Lynn Zelevansky</span><br />é curadora do Los Angeles County Museum of Art (LACMA). É coordenadora curatorial da maior exposição do trabalho do artista brasileiro Cildo Meireles, organizada pela Tate Gallery, em Londres (2009). Dentre suas princiapais curadorias, destacam-se: <span style="font-style: italic;">Beyond Geometry: Experiments in Form, 1940s 70s </span>(2004); <span style="font-style: italic;">Jasper Johns to Jeff Koons: Four Decades of Art from the Broad Collections </span>(2001-03); <span style="font-style: italic;">Love Forever: Yayoi Kusama</span>, 1958-68 (1998-99); <span style="font-style: italic;">Sense and Sensibility: Women Artists and Minimalism in the Nineties</span> (1994).<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31556&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">voltar</span></a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"><span style="font-weight: bold;">home</span></a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-06-05T07:53:32+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Cildo Meireles. Tempos e espaços: estética como ética / ética como estética</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Seminário reúne teóricos de diversas áreas para discutir a produção de Cildo Meireles. O evento acontece em São Paulo (SP), Brumadinho (MG) e Brasília (DF), a partir de 7 de junho. Confira as informações.<!--more-->
<span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><font size="1"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span></font><br /><p style="text-align: center;"><img style="width: 416px; height: 309px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/cildo_expo_1212702897.jpg" /></p><div style="text-align: right;"><div style="margin-left: 120px;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><font size="1">Cildo Meireles. Desvio para o vermelho I:</font> <font size="1">Impregnação, 1967–1984, materiais diversos, dimensões variáveis</font></span><font size="1"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">. Coleção Inhotim Centro de Arte Contemporânea, Minas Gerais. Fotografia: Pedro Motta</span></font><br /></div><font size="1"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span></font></div><font size="1"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><br /><br /></span></font>O seminário “<span style="font-weight: bold;">Cildo Meireles. Tempos e espaços: estética como ética/ ética como estética</span>” reúne, pela primeira vez no Brasil, teóricos de diversas áreas para discutir a produção de Cildo Meireles e, a partir dela, questões urgentes no contexto atual da globalização: do redimensionamento das fronteiras entre centro e periferia às relações entre identidades locais e cultura global. O seminário acontece em três finais de semana consecutivos na Estação Pinacoteca, em São Paulo (SP), em Inhotim Centro de Arte Contemporânea, em Brumadinho (MG), e na Funarte, em Brasília (DF).<br /><br />Em mais de quarenta anos de produção artística, Cildo Meireles (Rio de Janeiro, 1948) vem lidando com novas formas de circulação do trabalho de arte, buscando refletir, na estruturação da própria obra, sobre os sistemas de circulação simbólica que, de forma variada e com intensidades diversas, é constantemente apropriado pela lógica capitalista de circulação de mercadorias. Nos últimos anos, seu trabalho tem sido consagrado no panorama nacional e internacional tanto pela discussão sobre o poder de mudança e transformação da arte na sociedade contemporânea quanto por inaugurar novas práticas artísticas condizentes com uma possível inserção crítica neste sistema.<br /><br />A aparente simplicidade formal de seus trabalhos mescla sistemas simbólicos e de linguagem advindos de vários campos de conhecimento e saberes tradicionais. Tal abordagem propicia um processo de re-significação que potencializa, a partir de sutis deslocamentos, o poder poético e político de elementos institucionalizados. Neste sentido, sua obra se apresenta como local privilegiado de reflexão sobre a relação entre ética e estética, política e arte, na sociedade contemporânea.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=31558&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais</span></a> sobre os palestrantes e debatedores.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />PROGRAMAÇÃO</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">SÃO PAULO-SP</span><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Sábado, 07 junho</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />10h</span> – Palestra de Moacir dos Anjos<br /><span style="font-weight: bold;"><br />15h </span>– Inserções e circuitos<br />Mesa-redonda com Suely Rolnik e Ricardo Basbaum.<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"><br />Domingo, 08 junho</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />11h</span> – Palestra de Sônia Salzstein.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Local:</span> Auditório Vitae – Estação Pinacoteca do Estado de São Paulo, Largo General Osório, 66 – São Paulo - SP.<br />Entrada gratuita. Distribuição de senhas uma hora antes.<br />Lotação: 160 lugares.<br /><br /><br style="color: rgb(0, 0, 0);" /></div><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">BRUMADINHO-MG</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Sábado, 14 junho</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">11h</span> – Palestra de Paulo Herkenhoff.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">15h</span> – Cultura e lugar, Global e local<br />Mesa-redonda com Lynn Zelevansky e Thais Rivitti.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Local:</span> Galeria Fonte, Inhotim Centro de Arte Contemporânea, Rua B, 20 – Inhotim – Brumadinho - MG.<br />Entrada gratuita. Inscrição obrigatória pelo e-mail <span style="color: rgb(0, 51, 153);">info@inhotim.org.br</span> e pelo telefone (31) 3227-0001<br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span></div><span style="font-weight: bold;">BRASÍLIA-DF</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Sábado, 21 junho</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">14h30</span> – Palestra com Frederico de Morais.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">16h30</span> – Entrevista aberta com Cildo Meireles <br />pelos críticos Frederico Morais, Glória Ferreira e Lisette Lagnado, com mediação de Evandro Salles.<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"><br />Domingo, 22 junho</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />15h</span> – Mesa redonda com os curadores do seminário Taisa Palhares, Rodrigo Moura, Jochen Volz e Evandro Salles.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Local:</span> Sala Cássia Eller, Complexo Cultural Funarte - Brasília<br />Eixo Monumental Setor de Divulgação Cultural Lote 2 – Brasília – DF.<br /><br />Entrada gratuita. Inscrição obrigatória pelo e-mail <span style="color: rgb(0, 51, 153);">bsb@funarte.gov.br</span>. <br />Informações pelo telefone (61) 3322.2029 e pelo site <a href="http://www.funarte.gov.br/">www.funarte.gov.br</a>.<br /></div><br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php">outras notícias</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span><br /></div><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-06-05T06:46:43+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRáTICAS E IDéIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Videos - São Paulo, dia 25 de outubro de 2007<!--more--><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">CEU PARQUE VEREDAS . Itaim Paulista<br /><br /></span></span><span style="font-weight: bold;">3. AS PALAVRAS: O FUTURO DOS LIVROS E DA LITERATURA</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Alessandro Buzo</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Rogério de Campos</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Ademiro Alves de Sousa (Sacolinha)</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP <br /><br /></span>
<embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-3234207307280960012&hl=en" flashvars="" style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" /><font size="1"><br />106 min<br /><br /></font><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br /></div><font size="1"><br /></font><br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-05-12T09:34:52+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRáTICAS E IDéIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Videos - São Paulo, dia 24 de outubro de 2007<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">CEU PARQUE VEREDAS . Itaim Paulista<br /><br /></span></span><span style="font-weight: bold;">2. OS SONS: INDÚSTRIA CULTURAL E NOVOS MODELOS DE NEGÓCIOS</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">Gog</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> , DF</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Mabuse</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PE</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Preto Michel</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PA</span>  <span style="font-weight: bold;">l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Bnegão</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, RJ <br /><br /><br /></span>
<embed id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" flashvars="" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=9134430453546295486&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" /><font size="1"><br />101 min.</font><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-05-12T09:29:20+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRáTICAS E IDéIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video - São Paulo, dia 23 de outubro<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">CEU PARQUE VEREDAS . Itaim Paulista<br /><br /></span></span><span style="font-weight: bold;">1. O REPOSICIONAMENTO DA CULTURA NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Roberto Schwarz</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> , SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Allan da Rosa</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Maria Elisa Cevasco</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP <br /></span><font size="1"><span id="duration-and-date"></span></font><br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><br /></span>
<embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=1102154103886246060&hl=en" flashvars="" style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" /><font size="1"><br />101 min.<br /><br /><br /></font><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">vídeos</a><br /></div><font size="1"><br /></font></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-05-12T09:19:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - Maio</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - Maio<!--more--><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-05-07T09:04:27+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Carnaval do Brasil </title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Videos dos debates<!--more-->
<img src="http://www.cultura.gov.br/upload/carnaval%20logo%20salvador_1191353018.jpg" style="width: 229px; height: 187px;" />
<p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p>
<p><span style="font-weight: bold;">Confira os vídeos dos debates realizados no Rio de Janeiro, entre 18 e 21 de setembro de 2007.<br /><br />Local: Fundição Progresso - Lapa.<br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">18 set 2007</span>  </span></span></span>l <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31542&more=1&c=1&pb=1">VÍDEO</a><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 1 </span>- IMAGENS DO CARNAVAL: REGISTROS DE UM IMAGINÁRIO<span style="font-weight: bold;"> <br /></span></p>
<p><br /><span style="font-weight: bold;"></span></p>
<div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">DEBATEDORES:<br /><br />Rogério Reis - </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Fotógrafo l Marcos Vinícius Faustini - Diretor teatral e Documentarista</span><span style="font-weight: bold;"> <br />Chacal - </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Poeta </span><span style="font-weight: bold;"><br />Ruy Castro - </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Escritor</span><span style="font-weight: bold;"> <br />Sergio Cabral - </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Historiador e Jornalista</span><span style="font-weight: bold;"> <br />Fred Góes - </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Compositor, Professor e Pesquisador em Música Popular / UFRJ e CNPq.</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span><br style="color: rgb(153, 153, 153);" /><br /></div>
<p><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">19 set 2007</span>  </span></span></span>l <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31544&more=1&c=1&pb=1">VÍDEO</a><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 2 </span>– O CARNAVAL NACIONAL: O DEBATE E A PESQUISA DENTRO E FORA DAS UNIVERSIDADES</p>

<p><br />
</p>

<p style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">DEBATEDORES:<br /></span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span><span style="font-weight: bold;">Isidoro Alves</span> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Antropólogo – MCT / PA</span> <span style="font-weight: bold;"><br />Liliane Stanisçuaski Guterres</span> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Professora Doutora em Antropologia – UCS – UNILASALLE / RS</span> <span style="font-weight: bold;"><br />Paulo Miguez </span>- <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Professor – UFRB, Doutor em Comunicação e Culturas Contemporâneas / BA</span> <span style="font-weight: bold;"><br />Gonzalo Araoz</span> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Antropólogo e Pesquisador – UCSM-UK / Bolívia</span> <br /><span style="font-weight: bold;">Maria Laura Cavalcanti</span> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Professora Doutora em Antropologia – IFCS / RJ</span>.</p>
<p style="margin-left: 40px;"><br /></p>
<p><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">20 set 2007</span>  </span></span></span>l <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31536&more=1&c=1&pb=1">VÍDEO</a><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 3 </span>– A HISTÓRIA DO CARNAVAL: A RETOMADA DO PASSADO NO PRESENTE</p>

<p><br />
</p>

<p style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">DEBATEDORES:</span></p>

<p style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><br />
</span></p>

<p style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">TT Catalão - </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Músico, Publicitário, Poeta, Jornalista</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> / DF </span><span style="font-weight: bold;"><br />João Roberto Kelly - </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Compositor de marchinhas de sucesso</span><span style="font-weight: bold;">  <br />Arthur Xexéo - </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Jornalista, e Editor do Segundo Caderno do Jornal O Globo</span><span style="font-weight: bold;"> <br />Felipe Ferreira - </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Professor Doutor do Instituto de Artes da UERJ</span><span style="font-weight: bold;"> <br />Eliane Costa - </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">fundadora do “Escravos da Mauá”.</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"><br /></span></p>
<br />
Saiba mais sobre o ciclo <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1">Carnaval do Brasil.</a><br />
<br />
<div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">outros vídeos</a><span style="font-weight: bold;"> l </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-28T07:30:31+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CARNAVAL DO BRASIL - VIDEOS</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debate do dia 19 de setembro de 2007
<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">RIO DE JANEIRO - Fundição Progresso<br />18 de setembro de 2007<br /><br /></span><span style="font-weight: bold;">MESA 2 </span>– O CARNAVAL NACIONAL: O DEBATE E A PESQUISA DENTRO E FORA DAS UNIVERSIDADES<br /><br /><span style="font-style: italic;">Com
a participação de pesquisadores das cinco regiões do país, discutindo a
produção intelectual sobre o tema e as diferentes manifestações desta
festa no país e na América Latina. <br /><br /><br /></span>
<embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=8310039799609342312&hl=en" flashvars="" style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" /><font size="1"><br />155 min.</font><br /><br /><span style="font-weight: bold;">DEBATEDORES:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Isidoro Alves</span> - Antropólogo – MCT / PA.<br /><span style="font-weight: bold;">Liliane Stanisçuaski Guterres</span> - Professora Doutora em Antropologia – UCS – UNILASALLE / RS.<br /><span style="font-weight: bold;">Paulo Miguez </span>- Professor – UFRB, Doutor em Comunicação e Culturas Contemporâneas / BA.<br /><span style="font-weight: bold;">Gonzalo Araoz</span> - Antropólogo e Pesquisador – UCSM-UK / Bolívia.<br /><span style="font-weight: bold;">Maria Laura Cavalcanti</span> - Professora Doutora em Antropologia – IFCS / RJ.<br /><br />Saiba mais sobre o ciclo <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1">Carnaval do Brasil.</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">outros vídeos</a><span style="font-weight: bold;"> l </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-28T06:43:24+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Carnaval do Brasil - Videos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debate do dia 18 de setembro de 2007<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">RIO DE JANEIRO - Fundição Progresso<br />18 de setembro de 2007<br /><br /></span><span style="font-weight: bold;">MESA 1 </span>- IMAGENS DO CARNAVAL: REGISTROS DE UM IMAGINÁRIO<br /><br /><span style="font-style: italic;">Análise do imaginário carnavalesco, através de vídeos e fotografias.<br /><br /><br /></span>
<embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-8176808435352971167&hl=en" flashvars="" style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" /><span style="font-weight: bold;"><br /><font size="1">131 min.</font><br /><br />DEBATEDORES:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Rogério Reis</span> - Fotógrafo.<br /><span style="font-weight: bold;">Marcos Vinícius Faustini </span>- Diretor teatral e Documentarista.<br /><span style="font-weight: bold;">Chacal </span>- Poeta.<br /><span style="font-weight: bold;">Ruy Castro</span> - Escritor.<br /><span style="font-weight: bold;">Sergio Cabral</span> - Historiador e Jornalista.<br /><span style="font-weight: bold;">Fred Góes</span> - Compositor, Professor e Pesquisador em Música Popular / UFRJ e CNPq.<br /><br /><br />Saiba mais sobre o ciclo <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1">Carnaval do Brasil.</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><div style="text-align: right;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">outros vídeos</a><span style="font-weight: bold;"> l </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-28T06:35:14+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Carnaval do Brasil</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>textos<!--more-->
Artigos dos debatedores participantes dos debates sobre o <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1">Carnaval do Brasil</a> realizados na Fundição Progresso, Rio de Janeiro, entre 18 e 21 de setembro de 2007 (formato PDF):<br /><br /><br /><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Documento final" href="http://www.cultura.gov.br/upload/Carnaval%20documento%20final%20-%20RJ_1209302491.pdf" style="font-weight: bold;">Documento final</a><br />Documento-síntese resumindo as propostas e conclusões dos debatedores participantes do ciclo.<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Chacal" href="http://www.cultura.gov.br/upload/CHACAL_1209302552.pdf">Chacal</a><br />Imagens do Carnaval: registros de um imaginário<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Eliane Costa" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ELIANE%20COSTA_1209302638.pdf">Eliane Costa</a><br />A História do Carnaval: a retomada do passado no presente<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Felipe Ferreira" href="http://www.cultura.gov.br/upload/FELIPE%20FERREIRA_1209302674.pdf">Felipe Ferreira</a><br />Carnaval brasileiro<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Fred Góes" href="http://www.cultura.gov.br/upload/FRED%20G%C3%93ES_1209302717.pdf">Fred Góes</a><br />Imagens do Carnaval: Registros de um imaginário<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Gonzalo Araoz" href="http://www.cultura.gov.br/upload/GONZALO%20ARAOZ_1209302782.pdf">Gonzalo Araoz</a><br />O Carnaval Nacional: o debate e a pesquisa dentro e fora das Universidades<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Isidoro Alves" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ISIDORO%20ALVES_1209302863.pdf">Isidoro Alves</a><br />A diversidade no carnaval e o contexto da festa no Brasil<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="João Roberto Kelly" href="http://www.cultura.gov.br/upload/JO%C3%83O%20ROBERTO%20KELLY_1209304563.pdf">João Roberto Kelly</a><br />A História do Carnaval: A retomada do passado no presente<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Liliane Guterres" href="http://www.cultura.gov.br/upload/LILIANE%20GUTERRES_1209304630.pdf">Liliane Guterres</a><br />Os novos caminhos do carnaval das Escolas de Samba em Porto Alegre<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Maria Laura Cavalcanti" href="http://www.cultura.gov.br/upload/MARIA%20LAURA%20CAVALCANTI_1209304739.pdf">Maria Laura Cavalcanti</a><br />O desfile das escolas de samba e a rua: notas sobre o carnaval no Rio de Janeiro<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Rogério Reis" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ROG%C3%89RIO%20REIS_1209304807.pdf">Rogério Reis</a><br />Imagens do Carnaval: Registros de um imaginário<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Ruy Castro" href="http://www.cultura.gov.br/upload/RUY%20CASTRO_1209304862.pdf">Ruy Castro</a><br />Imagens do Carnaval: Registros de um imaginário<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Sérgio cabral" href="http://www.cultura.gov.br/upload/S%C3%89RGIO%20CABRAL_1209304980.pdf">Sérgio Cabral</a><br />Imagens do Carnaval: Registros de um imaginário<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="TT Catalão" href="http://www.cultura.gov.br/upload/TT%20CATAL%C3%83O_1209305078.pdf">TT Catalão</a><br />A História do Carnaval: a retomada do passado no presente<br /><br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_compactado_20x20.png" />
				<a title="Todos os textos.rar" href="http://www.cultura.gov.br/upload/PDFs_1209305466.rar" style="font-weight: bold;">Todos os textos.rar</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31476&more=1&c=1&pb=1">acervo</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-27T11:50:37+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Carnaval do Brasil</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Textos - arquivos<!--more-->
textos
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-27T10:13:32+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Carnaval do Brasil - Videos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debate dia 20 de setembro de 2007<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">RIO DE JANEIRO - Fundição Progresso<br />20 de setembro de 2007<br /></span><span style="font-weight: bold;"><br />MESA 3 </span>– A HISTÓRIA DO CARNAVAL: A RETOMADA DO PASSADO NO PRESENTE<br /><br /><span style="font-style: italic;">Um
olhar sobre a transformação do carnaval até os dias atuais, discutindo
a festa tradicional, a festa &quot;turística&quot; e as manifestações de novos
grupos de foliões.<br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"></span><br /><p /><p>
</p><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-3131333494039778599&hl=en" flashvars="" style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" /> <p /><p /><p>
</p><p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p><span style="font-weight: bold;"><font size="1">129 min.</font><br /></span></p><p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p><span style="font-weight: bold;">DEBATEDORES:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">TT Catalão </span>- Músico, Publicitário, Poeta, Jornalista / DF.<br /><span style="font-weight: bold;">João Roberto Kelly </span>- Compositor de marchinhas de sucesso.<br /><span style="font-weight: bold;">Arthur Xexéo</span> - Jornalista, e Editor do Segundo Caderno do Jornal O Globo.<br /><span style="font-weight: bold;">Felipe Ferreira </span>- Professor Doutor do Instituto de Artes da UERJ.<br /><span style="font-weight: bold;">Eliane Costa </span>- fundadora do “Escravos da Mauá”.<br /><br />outros videos<br /></p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-25T09:06:56+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Azougue</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Edição 2007-2008<!--more--><p style="text-align: left; margin-left: 40px;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/azougue_capa_1209049113.jpg" style="width: 216px; height: 323px;" /></p>
<div style="margin-left: 40px;"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Revista Azougue" href="http://www.cultura.gov.br/upload/revista_AZOUGUE_1209047421.pdf">Revista Azougue</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Colaboradores desta edição:<br /><br />saque / dádiva</span><br />Andy Nachón, 13<br />Michael Löwy, 15<br />Eduardo Viveiros de Castro, 23<br />Ronaldo Lemos, 37<br />Hermano Vianna, 49<br />Antonio Risério, 55<br />Rogério Campos, 63<br />Renato Rezende, 67<br />Jorge Mautner, 69<br />Daniel Bueno, 74<br />Jerome Rothenberg, 75<br />Afonso Henriques Neto, 77<br />Hakim Bey, 83<br />Fernando Luís Kateyuve Yawanawa, 85<br />Vicente Franz Cecim, 91<br /><br /><span style="font-weight: bold;">nomadismo / habitar</span><br />Rubens Rodrigues Torres Filho, 93<br />Silviano Santiago, 94<br />José Eduardo Agualusa, 105<br />Guilherme Wisnik, 117<br />Nicolas Behr, 127<br />Antônio Araújo, 129<br />Rodrigo de Haro, 134<br />Gary Snyder, 141<br />Mauro Almeida, 147<br />Armando Xeropãpa Txano, 152<br />Matheus e Thiago Rocha-Pitta, 156<br />Vitor Ramil, 159<br />DJ Dolores, 164<br />Antonio Prata, 167<br />Ericson Pires, 173<br />Han Shan, 179<br /><br /><span style="font-weight: bold;">traição / vínculo</span><br />Charles Olson, 183<br />Robert Bringhurst, 191<br />Antonio Cicero, 196<br />Suely Rolnik, 203<br />Tunga, 221<br />William Burroughs, 227<br />Sergio Cohn, 230<br />Léon Ferrari, 231<br />Marcelino Freire, 233<br />José Junior, 239<br />Guilherme Zarvos, 247<br />Ronaldo Correia de Brito, 251<br />Karin Aïnouz, 259<br />Roberto Corrêa dos Santos, 267<br />Jomard Muniz de Brito, 272<br /><br /><span style="font-weight: bold;">invenção / experiência</span><br />Afonso Henriques Neto, 279<br />Laymert Garcia dos Santos, 281<br />Jair Ferreira dos Santos, 291<br />Braulio Tavares, 295<br />Ivana Bentes, 305<br />Diana Domingues, 309<br />Camilo Rocha, 315<br />Edson Passetti, 330<br />Eliane Robert Moraes, 337<br />Claudio Willer, 343<br />Alberto Pucheu, 348<br />Eduardo Guerreiro, 349<br />Danilo Monteiro, 354<br />Pedro Cesarino, 355<br />Michael McClure, 357<br />Roberto Piva, 364<br />Alejandro Jodorowsky, 375<br />Sobre os colaboradores, 382<br />Fourier / Breton, 384<br /><br />.<br /></div><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=31532&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">¬ voltar </span></a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-24T11:54:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Azougue</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Periódico impresso<!--more-->
<img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaAZOUGUE_1162575953.jpg" style="width: 209px; height: 71px;" /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Revista Azougue em 2007:<br /><br /></span>A Edição 2007 da revista Azougue desenvolve dois eixos temáticos: os pares <span style="font-weight: bold;">traição/vínculo</span> e <span style="font-weight: bold;">invenção/experiência. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=31534&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais</a> sobre essa edição.<br /><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/revista_AZOUGUE_1209047421.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/revista_AZOUGUE_1209047421.pdf">Clique aqui</a> para baixar a edição completa em formato PDF.<br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/revista_AZOUGUE_1209047421.pdf" title="Revista Azougue"></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">SOBRE A REVISTA</span><br /><br />Criada de forma independente em 1994, por jovens poetas e artistas
plásticos, Azougue se tornou uma das mais importantes publicações
literárias do Brasil, ajudando a renovar e revitalizar a literatura
brasileira contemporânea, ao abrir espaço para autores jovens e
recuperar autores que se encontravam à margem da mídia e do mercado.<br /><br />Muitos
de seus lançamentos tornaram-se memoráveis festivais, que congregavam
shows e jam sessions, projeções de filmes e leituras, características
de uma idéia da poesia, não como algo restrito a um gênero literário de
apreciação circunscrita, mas como um evento transformador e coletivo.
Azougue passou a ser reconhecida por sua originalidade ao oferecer
edições vigorosas, marcadas tanto pela qualidade do encontro entre
editores e colaboradores, quanto pela densidade dos materiais
publicados.<br /><br />Os primeiros dez anos de sua trajetória foram
reunidos no livro Azougue Dez Anos, uma grande coletânea que traça,
simultaneamente, um panorama da poesia contemporânea brasileira e da
própria revista, contemplando nomes como Armando Freitas Filho, Afonso
Henriques Neto, Roberto Piva, Hilda Hilst, Leonardo Fróes, Celso Luis
Paulini, Orlando Parolini, Dora Ferreira da Silva, Jorge Mautner,
Rodrigo de Haro, entre outros.<br /><br />Nos últimos anos, Azougue
transformou-se também em uma editora sediada na cidade do Rio de
Janeiro. Das edições de jovens poetas contemporâneos brasileiros ao
ensaísmo acadêmico, passando pela crítica de cinema, por autores
tropicalistas e pela prosa jovem, sua linha editorial tem se voltado
para uma reflexão ativa sobre a cultura brasileira e contemporânea.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Veja mais:</span><br /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=26426&more=1&c=1&pb=1">A revista &gt;</a><br style="font-weight: bold;" /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=26428&more=1&c=1&pb=1">O projeto &gt;</a><br style="font-weight: bold;" /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25105&more=1&c=1&pb=1">Download de edições anteriores &gt;</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-24T11:27:01+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Debate e lançamento da terceira edição da revista Cultura e Pensamento </title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>O evento, com entrada franca, acontece dia 09 de maio, às 20h, no Centro Universitário Maria Antonia, em São Paulo. Confira as informações.<!--more-->
O debate <span style="font-style: italic;">Adeus à MPB?</span> com Alfredo Manevy, André Gardel e Walter Garcia abre a noite de lançamentos das publicações apoiadas pelo Programa Cultura e Pensamento em 2007. O evento, <span style="font-weight: bold;">com entrada franca</span>, acontece dia <span style="font-weight: bold;">09 de maio</span> (sexta-feira), às 20h, no Centro Universitário Maria Antonia, em São Paulo (R. Maria Antonia, 294 – Vila Buarque – São Paulo).<br /><span style="font-weight: bold;"></span><br />O debate da noite de lançamentos é trazido, com diferentes abordagens, no <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31464&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">número 3</span></a> da Revista Cultura e Pensamento. Esta edição apresenta pontos de vista sobre a produção/divulgação da MPB - a área da cultura brasileira de maior densidade histórica, pela organicidade, alcance junto ao público, escala e qualidade de produção. “Isso tudo foi criado dentro de um espaço nacional mais coeso, que agora é questionado, para bem e para mal, pela globalização”, observa Milton Ohata, editor.<br /><br />Serão distribuídos o número 3 da Revista Cultura e Pensamento e as últimas edições das Revistas <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Global</span></a>, <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29267&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Grumo</span></a>, <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29638&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Coquetel Molotov</span></a> e <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=31532&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Azougue</span></a>. Além da distribuição no lançamento, as Revistas são enviadas a bibliotecas, instituições culturais, pró-reitorias de extensão, redes como o SESC, e maillings geridos pelo Programa Cultura e Pensamento em todo o Brasil.<br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">DEBATEDORES</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Alfredo Manevy</span> é doutor pelo Departamento de Cinema da ECA-USP e  Secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura.<br /><br />    <span style="font-weight: bold;">André Gardel</span> é músico e professor na UniverCidade (RJ). Lançou os CDs <span style="font-style: italic;">Sons do poema</span> (1997) e <span style="font-style: italic;">Vôo da cidade</span> (2008). Publicou, entre outros, <span style="font-style: italic;">A letra do poema</span> (poesia, 2006), <span style="font-style: italic;">O encontro de Bandeira e Sinhô</span> (ensaio, 1996) e <span style="font-style: italic;">Vínicius, poeta do encontro </span>(biografia, 2002).<br /><br />    <span style="font-weight: bold;">Walter Garcia</span> é  músico e professor da PUC-SP. Autor de <span style="font-style: italic;">João Gilberto – A contradição sem conflitos </span>(Paz e Terra, 1999) e colaborador da Companhia do Latão e da Companhia do Feijão.<br /><br /><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php"><span style="font-weight: bold;">outras notícias &gt;&gt;</span></a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-24T11:06:59+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Lançamento da segunda edição da Revista Cultura e Pensamento em Florianópolis </title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>A segunda edição da Revista será lançada durante a abertura  da exposição do Grupo 2000e8 que acontecerá na próxima quarta-feira, 16 de abril, às 19h, no Museu Victor Meirelles. Saiba mais sobre o evento e participe.<!--more-->
<p><br /></p><p>Na próxima quarta-feira, 16 de abril, às 19h, o Museu Victor Meirelles (<span style="color: rgb(102, 102, 102);">Rua Victor Meirelles, 59 - Centro - Florianópolis</span>) promove o lançamento da segunda edição da revista Cultura e Pensamento durante a abertura da exposição coletiva do Grupo 2000e8. Essa edição traz uma discussão da participação brasileira na última documenta de Kassel/Alemanha sob o ponto de vista de Kiki Mazzucchelli, Daniel Hora, Consuelo Lins, Fernando Oliva, Fernanda Lopes, Kátia Maciel, Cecilia Cotrim, Marcelo Rezende, Jorge Mario Jáuregui. De tiragem trimestral, com o patrocínio da Petrobras, a revista tem distribuição gratuita e sua versão digital pode ser acessada <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=31400&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">aqui. </a><br /></p><div style="text-align: center;"><br /></div><div style="margin-left: 40px;"><div style="text-align: center;"><br /><font size="3" style="font-weight: bold;">Exposição do</font><br /><font size="3" style="font-weight: bold;">Grupo 2000e8</font><br /><br />16 de abril a 20 de junho de 2008<br /></div><br /><p style="text-align: center;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/GoldPheasant-para-mail_1208281219.jpg" style="width: 327px; height: 247px;" /></p><div style="text-align: center;"><font><font><font face="Arial"><font size="2" color="#808080"><span lang="PT" style="font-size: 10pt; color: gray; font-family: Arial;"><font size="1"><i>Gold Pheasant</i>, Ana Elisa Egreja, 2007.150 x 200cm. Óleo 
        e acrílica sobre tela.</font></span></font></font></font></font></div></div><br /><br />O grupo 2000e8 é formado pelos artistas Ana Elisa Egreja, Bruno Dunley, Marcos Brias, Marina Rheingentz, Regina Parra, Renata de Bonis, Rodolpho Parigi e Rodrigo Bivar. O que liga estes 8 artistas é a técnica de que eles se utilizam em seus trabalhos: a pintura. Cada artista utiliza-se da pintura a seu modo, criando-se assim uma exposição heterogênea, repleta de concepções do que pode ser uma pintura. Figurativas ou abstratas, sobre papel ou tela, em óleo, óleo e cera, acrílica, tinta serigráfica ou até mesmo fita adesiva. Tamanha variedade de técnicas e materiais utilizados por jovens artistas proporcionam aos visitantes da mostra um novo jeito de ver aquele velho jeito de fazer.<br /><br />Serão 10 obras expostas e é a primeira vez que uma exposição coletiva é selecionada pela comissão do Edital de Exposições Temporárias do museu. Antes da abertura, às 18h, 5 dos oito artistas estarão presentes no museu para uma conversa informal com o público. <br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Encontro com os artistas:</span> 16 de abril as 18h<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Abertura:</span> 16 de abril as 19h<br /><span style="font-weight: bold;">Visitação:</span> de terça a sexta-feira das 13h às 18h<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">SOBRE OS ARTISTAS:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Ana Elisa Egreja</span> é formada em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP e pós graduada pela Escola de Comunicação e Artes – ECA – USP. Expôs em 2006 na 10ª Bienal de Santos, São Paulo; em 2007 na 32º SARP – Salão de Arte Contemporânea de Ribeirão Preto. Neste, recebeu o Prêmio Aquisição. Recebeu ainda a Menção especial do Júri no 37º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Bruno Dunley</span> é formado em Artes Plásticas pela Faculdade Santa Marcelina – FASM. Participou em 2005 do 17º Salão de Artes Plásticas de Praia Grande; realizou ainda duas individuais, uma em 2007, Atelier 397, e em 2005, 5º Exposição de Verão na Silvia Cintra Galeria de Arte.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Marcos Brias</span> é formado em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP. Participou da exposição 4 pintores no ateliê casa 4;  recebeu o Prêmio Chamex de Arte Jovem – Instituto Tomie Ohtake e participou ainda do 33º , 34º  e 35º  Anual de Artes FAAP.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Marina Rheingantz</span> é formada em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP. Participou das exposições Naturalmente Artificial, 2008; e do 4º Salão de Artes Plásticas Alfredo Mucci. Em 2004 recebeu o Prêmio Menção Honrosa no 4º Salão de Artes Plásticas Alfredo Mucci.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Regina Parra </span>é formada em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, estudou também na École Nationale Supérieure Des Beaux-Arts - Paris – França e a Escola De Artes Visuais Do Parque Lage – Rio de Janeiro. Participou do 37º, 38º (quando recebeu o prêmio 1º lugar) e 39º  Anual de Artes FAAP, da Coletiva de Inauguração Galeria Florence Antonio na Casa dos Macacos e da exposição As constituições do Brasil no MAB. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Renata de Bonis</span> é formada em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP. Expôs no Salão de Artes Visuais de Vinhedo em 2003 onde recebeu o Prêmio Menção Honrosa, participou do 37º Salão de Piracicaba em 2005, da exposição 4 Pintores em 2006, do 35º Salão de Arte Contemporânea de São Bernardo do Campo e do 35º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto em 2007 onde recebeu o Prêmio Aquisição.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Rodolpho Parigi</span> é formado em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP. Participou do Programa de Exposições 2007 do MARP com uma exposição individual, participou ainda do 35º  e 38º  Anual de Artes FAAP; da exposição 4 Pintores em  2006; do Projeto Pátio na Galeria Nara Roesler, da exposição Naturalmente Artificial em 2007 e, neste ano, da Feira Arco de Madri.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Rodrigo Bivar </span>é formado em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP e pós graduado pela Escola de Comunicação e Artes – ECA – USP. Expôs no 15º Salão de Arte Cascavelense, no 35ª Anual de Artes FAAP em 2003; no 35° Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto em 2007. Recebeu o Prêmio Menção Especial no 30º Salão Jovem C.C.B.E.U – Santos, o Prêmio Menção Honrosa no 15º Salão de Arte Cascavalense e o Prêmio 2º lugar no 35ª Anual de Artes FAAP.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">A entrada é gratuita.</span><br /><br />Para saber mais sobre o museu, acesse o site: <a href="http://www.museuvictormeirelles.org.br/">www.museuvictormeirelles.org.br</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">O quê:</span> Lançamento da Revista Cultura e Pensamento<br /><span style="font-weight: bold;">Onde:</span> Museu Victor Meirelles<br /><span style="font-weight: bold;">Quando:</span> 16 de abril às 19h<br /><span style="font-weight: bold;">Quanto:</span> Distribuição gratuita<br /><br /> <br /><span style="font-weight: bold;">Visitação:</span><br /><br />De 16 de abril a 20 de junho de 2008<br />Terça a sexta-feira das 13h às 18h <br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"><span style="font-weight: bold;"> home</span></a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php"><span style="font-weight: bold;">outras notícias</span></a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-15T02:30:50+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - Abril 3</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - Abril 3<!--more--><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-14T09:38:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A SAGA DA MÚSICA DE CONCERTO NO BRASIL DE HOJE E NA AMÉRICA LATINA</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Videos - dia 08 de dezembro - Recife/PE<!--more-->TEMAS: 

<br /><br />- Uma Reflexão sobre a Música de Concerto no Brasil e na América Latina: Convergências e Divergências<br /><br />- Festival de Música de Londrina
<br /><br />- Festival Internacional de Inverno de Brasília


<br /><br /><br />11/12 parte 1<br /><p>
<embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=7367565660290095115&hl=en" flashvars="" /> <br /></p><p><br /></p><p>11/12 parte 2<br /></p><p>

<embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-7258797522141370014&hl=en" flashvars="" /> 
<br /></p><p><br /></p><p><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29269&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais sobre o projeto 'A Saga da Música de Concerto no Brasil' &gt;&gt;</a>




</p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-09T02:52:08+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>REVERBERAÇÕES – SEMINÁRIO RITMOS DA URGÊNCIA</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Videos<!--more--><span style="font-weight: bold;">
MEIOS DE DIFUSÃO, MEIOS DE CIRCULAÇÃO</span><p>
05/11/2006 em São Paulo<br /></p><p><br />
</p><embed flashvars="" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=599524688908698675&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" /><br /><p><p> <br>Discussões sobre a participação dos meios de comunicação na construção do imaginário social, sujeito histórico e participação política<br /><br /><span style="font-weight: bold;">sub-temas:</span>
Mídia virtual – Canal Contemporâneo e suas apropriações e inserções
artísticas na Internet como impulso cultural; TV Digital e TV
Comunitária, Intervenções na Rede como manifesto politico e artistico<br /><br /><span style="font-weight: bold;">convidados:</span>
Patrícia Canetti (RJ), Almir Almas (SP),  Arthur Leandro (PA). Mostra
de vídeos InterVozes (Coletivo Brasil de Comunicação Social)<br /><br /></p><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25061&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-09T02:08:47+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - abril 2</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - abril 2<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-03T08:48:29+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Jornalismo Cultural em Pauta</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Textos<!--more-->
Textos dos debatedores do projeto de periódico <span style="font-style: italic;">online</span> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1">Jornalismo Cultural em Pauta</a> (formato .pdf):<br /><br /><br /><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" title="Angelita Lima" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ANGELITA%20LIMA_1207227728.pdf">Angelita Lima</a><br />Jornalismo e Cultura: uma pauta a ser recriada<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" title="Célia Mota" href="http://www.cultura.gov.br/upload/C%C3%89LIA%20MOTA_1207227789.pdf">Célia Mota</a><br />Jornalismo Cultural como exercício crítico<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" title="Daisi Vogel" href="http://www.cultura.gov.br/upload/DAISI%20VOGEL_1207227982.pdf">Daisi Vogel</a><br />O Jornalismo Cultural contra a comunicação<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" title="Eliane Bassos" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ELIANE%20F%C3%81TIMA%20CORTI%20BASSOS_1207228024.pdf">Eliane Basso</a><br />Jornalismo Cultural: campo de produção e prática profissional<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" title="Francisco Humberto Filho" href="http://www.cultura.gov.br/upload/FRANCISCO%20HUMBERTO%20CUNHA%20FILHO_1207228077.pdf">Francisco Humberto Filho</a><br />A relação entre a Cultura e o Direito<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" title="Fred Zeroquatro" href="http://www.cultura.gov.br/upload/FRED%20ZEROQUATRO_1207228118.pdf">Fred Zeroquatro</a><br />A periferia do mercado<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" title="Márcio Souza" href="http://www.cultura.gov.br/upload/M%C3%81RCIO%20SOUZA_1207228155.pdf">Márcio Souza</a><br />Os dilemas do jornalismo literário no Brasil<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" title="Maria Benites" href="http://www.cultura.gov.br/upload/MARIA%20BENITES_1207228187.pdf">Maria Benites</a><br />Os equívocos que envolvem a arte e o ensino<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" title="Mário Villas-Boas" href="http://www.cultura.gov.br/upload/M%C3%81RIO%20VILLAS_1207228501.pdf">Mário Villas-Boas</a><br />Perguntas e mais perguntas sobre Jornalismo Cultural <br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" title="Massimo Canevacci" href="http://www.cultura.gov.br/upload/MASSIMO%20CANEVACCI_1207228652.pdf">Massimo Canevacci</a><br />A respeito dos novos fetichismos visuais<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" title="Narciso Freire Lobo" href="http://www.cultura.gov.br/upload/NARCISO%20FREIRE%20LOBO_1207228847.pdf">Narciso Freire Lobo</a><br />Amazônia, assimetrias e comunicação<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" title="Sérgio Amadeu" href="http://www.cultura.gov.br/upload/S%C3%89RGIO%20AMADEU_1207229101.pdf">Sérgio Amadeu</a><br />Cidadania digital e imprensa<br /><br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_compactado_20x20.png" />
				<a title="Todos os textos.rar" href="http://www.cultura.gov.br/upload/PDFs_1207229289.rar" style="font-weight: bold;">Todos os textos.rar</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31476&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"><span style="font-weight: bold;">home</span></a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-03T12:54:37+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Jornalismo Cultural em Pauta</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Textos - arquivos<!--more-->
textos
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-03T09:59:16+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>REVISTA COQUETEL MOLOTOV TRAZ NOVOS DEBATES PARA O PÚBLICO BRASILEIRO</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>A Revista Coquetel Molotov traz entrevistas com artistas de diferentes estilos musicais em um interessante diálogo de estéticas e experiências.<!--more-->
<br /><p style="text-align: center;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capa-revista_CM_4_1207157648.JPG" style="width: 275px; height: 365px;" /></p><div style="text-align: center;"><font size="1">capa da 4ª edição</font><br /></div><br />A Revista Coquetel Molotov [<span style="text-decoration: underline;"></span><a href="http://www.coquetelmolotov.com.br/"> http://www.coquetelmolotov.com.br</a> ]tem sua linha editorial pautada na
divulgação do trabalho de artistas e músicos independentes locais,
nacionais e internacionais, que normalmente estão à margem da mídia.
Esta é uma publicação impressa de distribuição gratuita com o objetivo
de promover a troca de experiências e colocar os processos do mercado
da música independente em debate abordando questões ligadas a público e
artistas.<br /> <br />A Revista Coquetel Molotov Nº 4 traz como novidade uma série de textos e debates produzidos a partir do apoio do  Programa Cultura e Pensamento 2007. Esta edição apresenta discussões a respeito de crítica musical, softwares de &quot;visual music&quot; e ainda um panorama cultural das cidades de Cuiabá (MT), Curitiba (PR) e Santiago (Chile), escritas por autores de cada um destes locais. O objetivo é promover uma difusão de informações e um intercâmbio entre pessoas de diferentes regiões do país com temas relacionados à música e projetos inovadores. Jards Macalé, Bright Eyes, Academia da Berlinda e o rapper Aloe Blacc
são alguns dos artistas em destaque na revista, que contém
ainda o Diário de Turnê dos suecos do Love Is All no Brasil e artigos
sobre a Ordem dos Músicos do Brasil e até a estratégia de marketing e
mercado por trás de &quot;In Rainbows&quot;, do Radiohead.<br /> <br />Com 68 páginas de informação musical aliada a um novo projeto gráfico e layout, desta vez assinado pela artista gráfica Estela Vasco, o quarto número da Revista Coquetel Molotov começa a ser distribuída pelo país em abril. Inicialmente os locais de distribuição da Revista serão Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, cidades por onde passa a turnê da cantora francesa Lisa Li-Lund. <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29638&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais</a> sobre o projeto Coquetel Molotov.<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php">outras notícias &gt;&gt;</a><br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-02T02:30:49+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - abril 1</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - abril 1<!--more-->tra
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-04-01T08:25:18+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - março 2</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - março 2<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-26T07:30:51+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>LANÇAMENTO DA REVISTA GLOBAL/Brasil Número 10</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>A edição será lançada em 27 de março no Rio de Janeiro, em evento com performances de diversos artistas.<!--more-->
<p style="text-align: left;"><img src="http://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=31b4e211dd&realattid=0.1&attid=0.1&disp=emb&view=att&th=118e330023194229" style="width: 198px; height: 283px;" /></p>
<br />A edição número 10 da revista <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1">Global/Brasil</a> - apoiada pelo Cultura e Pensamento 2007 - será lançada nesta <span style="font-weight: bold;">quinta-feira, 27 de Março</span> de 2008, a partir das 19 horas, na Livraria do Odeon, Praça Floriano, 7 - Cinelândia - Mezanino do Cinema Odeon - Petrobras Cinelândia - Rio de Janeiro. <br /><br />O evento apresentará performances de diversos artistas entre os quais Ronald Duarte e NOLEX SAMPLE WAY OF LIFE e os Rappers Malone, Funk, K2 e <span style="font-style: italic;">os Neguim Q ñ c Calam</span>, além dos DJ's Pluto e Will.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31480&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Acesse os textos</span></a> da edição 10, disponíveis para download no formato PDF. <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais</span></a> sobre o projeto Global/Brasil.<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php"><span style="font-weight: bold;">outras notícias &gt;&gt;</span></a><br /><br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-25T08:50:02+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Ciclo de Conferências Vida, vício virtude</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Ciclo de conferências discute conceitos ligados aos vícios e às virtudes, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e São Paulo, a partir de 14 de abril, com transmissão ao vivo pela internet.<!--more-->
O Ciclo de Conferências <span style="font-weight: bold;">'Vida, Vício, Virtude</span>'
será realizado, entre 14 de abril e 9 maio de 2008, em São Paulo, no
Rio de janeiro e em Belo Horizonte, objetivando discutir os modos de se
perceberem, na atualidade, conceitos
ligados aos vícios e às virtudes, tanto nos âmbitos sociais quanto nos
da subjetividade humana. <br /><br />Os conferencistas abordarão cinco virtudes e cinco vícios dominantes:<br /><br /><table border="1" style="width: 487px; height: 244px;"><tbody><tr><td><font size="1"><span style="font-weight: bold;"></span>Conferências<br /></font></td><td><font size="2"><span style="font-weight: bold;">RJ</span></font></td><td><font size="2"><span style="font-weight: bold;">BH</span></font></td><td><font size="2"><span style="font-weight: bold;">SP</span></font></td></tr><tr><td><font size="2">o vazio do pensamento l <span style="font-weight: bold;">Franklin Leopoldo e Silva</span></font></td><td><font size="2">                      14abr</font></td><td><font size="2">                         15abr</font></td><td><font size="2">16abr</font></td></tr><tr><td><font size="2">a sabedoria l <span style="font-weight: bold;">Marcelo Perine</span></font></td><td><font size="2">                      15abr</font></td><td><font size="2">                         16abr</font></td><td><font size="2">17abr</font></td></tr><tr><td><font size="2">a injustiça l <span style="font-weight: bold;">Francis Wolff</span></font></td><td><font size="2">16abr</font></td><td><font size="2">17abr</font></td><td><font size="2">18abr</font></td></tr><tr><td><font size="2">a intemperança l <span style="font-weight: bold;">Renato Janine Ribeiro</span></font></td><td><font size="2">22abr</font></td><td><font size="2">23abr</font></td><td><font size="2">24abr</font></td></tr><tr><td><font size="2">a vergonha*  l <span style="font-weight: bold;">Ruwen Ogien</span></font></td><td><font size="2">23abr</font></td><td><font size="2">24abr</font></td><td><font size="2">25abr</font></td></tr><tr><td><font size="2">a passividade l <span style="font-weight: bold;">Maria Rrita Kehl</span></font></td><td><font size="2">28abr</font></td><td><font size="2">29abr</font></td><td><font size="2">30abr</font></td></tr><tr><td><font size="2">a amizade l <span style="font-weight: bold;">Marcelo Coelho</span></font></td><td><font size="2">29abr</font></td><td><font size="2">30abr</font></td><td><font size="2">02mai</font></td></tr><tr><td><font size="2"> a intolerãncia l <span style="font-weight: bold;">Eugênio Bucci</span></font></td><td><font size="2">30abr</font></td><td><font size="2">06mai</font></td><td><font size="2">07mai</font></td></tr><tr><td><font size="2">a indiferença l <span style="font-weight: bold;">Renato Lessa</span></font></td><td><font size="2">06mai</font></td><td><font size="2">07mai</font></td><td><font size="2">08mai</font></td></tr><tr><td><font size="2">a liberdade l <span style="font-weight: bold;">Marilena Chaui</span></font></td><td><font size="2">07mai</font></td><td><font size="2">08mai</font></td><td><font size="2">09mai</font></td></tr></tbody></table><font size="1">* conferência com tradução simultânea.<br /></font><br />
As conferências do Rio de Janeiro serão transmitidas ao vivo pela internet | <a href="http://www.academia.org.br/">www.academia.org.br</a><br /><br />As inscrições estarão abertas a partir de 1 de abril. <br />Os eventos serão realizados nos seguintes locais:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">RIO DE JANEIRO</span><br />ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS<br /><a href="http://www.academia.org.br/">www.academia.org.br</a><br />Conferências segundas, terças e quartas às 19h<br /><br />Informações e inscrições:<br />ABL (21)3974-2559 das 12h às 18h<br />Casa do Saber (21)2227-2237 das 11h às 20h<br /><br /><span style="font-weight: bold;">BELO HORIZONTE</span><br />CASA FIAT DE CULTURA<br />(31)3289-8900 casafiat@casafiat.com.br<br /><a href="http://www.casafiatdecultura.com.br/">www.casafiatdecultura.com.br</a><br />Conferências terças, quartas e quintas às 19h<br /><br />Informações e inscrições:<br />APPA l (31)3224-5350 | appa@appa.art.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">SÃO PAULO</span><br />SESC AVENIDA PAULISTA<br /><a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/">www.sescsp.org.br</a><br />conferências quartas, quintas e sextas às 19h<br /><br />informações e inscrições:<br />SESC (11)3179-3700<br /><br />CASA DO SABER<br />
Jardins (11)3707-8900<br /><a href="http://www.casadosaber.com.br/main.php">
www.casadosaber.com.br</a><br /><br /><br />O Ciclo tem curadoria de Adauto Novaes.<br /><span style="font-weight: bold;">Patrocínio exclusivo</span> FIAT<br /><span style="font-weight: bold;">Realização</span> Casa do Saber, Casa Fiat de Cultura e Artepensamento<br /><span style="font-weight: bold;">Apoio</span> APPA, SESC SP, Academia Brasileira de Letras, Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, Lei Federal de Incentivo à Cultura - Ministério da Cultura<br /><br />CURSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA RECONHECIDO PELO FÓRUM DE CIÊNCIA E CULTURA DA UFRJ<a href="http://www.academia.org.br/"></a><br /><br />
<br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php"><span style="font-weight: bold;">outras notícias &gt;&gt;</span></a><br />

</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-20T10:07:52+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A saga - audios</title>
<link/>
<author/>
<category>Áudios</category><content:encoded><![CDATA[<div>a saga audios<!--more-->audios
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-18T01:06:08+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRÁTICAS E IDÉIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Textos<!--more-->
Artigos dos debatedores participantes:<br /><br /><br /><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Ademiro Alves (Sacolinha)" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ADEMIRO%20ALVES%20%28SACOLINHA%29_1202934128.pdf" style="font-weight: bold;">Ademiro Alves (Sacolinha)</a><br />As palavras: o futuro dos livros e da literatura<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Alessandro Buzo" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ALESSANDRO%20BUZO_1202934195.pdf" style="font-weight: bold;">Alessandro Buzo</a><br />O futuro dos livros e da literatura<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Alexandre Costa" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ALEXANDRE%20VERAS%20COSTA_1202934257.pdf" style="font-weight: bold;">Alexandre Costa</a><br />O Fora do Clichê: Arte e Experimentação<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Allan da Rosa" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ALLAN%20DA%20ROSA_1202934286.pdf" style="font-weight: bold;">Allan da Rosa</a><br />Cultura oral - cultura escrita<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Amaldson Ximenes" href="http://www.cultura.gov.br/upload/AMAUDSON%20XIMENES_1202934321.pdf" style="font-weight: bold;">Amaldson Ximenes</a><br />A Internet e a música produzida por grupos marginalizados pela indústria cultural<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Anderson dos Santos" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ANDERSON%20MARCOS%20DOS%20SANTOS_1202934441.pdf" style="font-weight: bold;">Anderson dos Santos</a><br />Propriedade intelectual e colonização do futuro<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="André Bueno" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ANDR%C3%89%20BUENO_1202934476.pdf" style="font-weight: bold;">André Bueno</a><br />Periferia sem paternalismo<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Beatriz Furtado" href="http://www.cultura.gov.br/upload/BEATRIZ%20FURTADO_1202934571.pdf" style="font-weight: bold;">Beatriz Furtado</a><br />Cultura e Livre e propriedade<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Bnegão" href="http://www.cultura.gov.br/upload/BNEG%C3%83O_1202934591.pdf" style="font-weight: bold;">Bnegão</a><br />Música e<span style="font-style: italic;"> copyleft</span><br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Dudu do Morro Agudo" href="http://www.cultura.gov.br/upload/DUDU%20DO%20MORRO%20AGUDO_1202934635.pdf" style="font-weight: bold;">Dudu do Morro Agudo</a><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"><br /></span>Rede Enraizados: comunicação alternativa com foco no protagonismo juvenil<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Flávio Barbosa" href="http://www.cultura.gov.br/upload/FL%C3%81VIO%20BARBOSA_1202934660.pdf" style="font-weight: bold;">Flávio Barbosa</a><br />MST: resistência e memória<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Gabriel Furtado" href="http://www.cultura.gov.br/upload/GABRIEL%20FURTADO_1202934683.pdf" style="font-weight: bold;">Gabriel Furtado</a><br />Os sons: indústria cultural e novos modelos de negócios<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Gabriel Menotti" href="http://www.cultura.gov.br/upload/GABRIEL%20MENOTTI_1202934717.pdf" style="font-weight: bold;">Gabriel Menotti</a><br />Emancipação pela Pirataria<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Gog" href="http://www.cultura.gov.br/upload/GOG_1202934749.pdf" style="font-weight: bold;">Gog</a><br />Hip Hop: Veículo da transformação social<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="João Brant" href="http://www.cultura.gov.br/upload/JO%C3%83O%20BRANT_1202934769.pdf" style="font-weight: bold;">João Brant</a><br />O <span style="font-style: italic;">copyright</span> como estratégia industrial e obstáculo ao compartilhamento<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Kil Abreu" href="http://www.cultura.gov.br/upload/KIL%20ABREU_1202934803.pdf" style="font-weight: bold;">Kil Abreu</a><br />Escola Livre de Formação de Teatro de Santo André<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Klévisson Viana" href="http://www.cultura.gov.br/upload/KL%C3%89VISSON%20VIANA_1202934831.pdf" style="font-weight: bold;">Klévisson Viana</a><br />Livros e educação<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Lamartine Silva" href="http://www.cultura.gov.br/upload/LAMARTINE%20SILVA_1202934864.pdf" style="font-weight: bold;">Lamartine Silva</a><br />De quem é o conhecimento? Um debate sobre propriedade intelectual<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Marcos Barbosa" href="http://www.cultura.gov.br/upload/MARCOS%20BARBOSA_1202934897.pdf" style="font-weight: bold;">Marcos Barbosa</a><br />De quem é o conhecimento? Um debate sobre propriedade intelectual<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Marcos Soares" href="http://www.cultura.gov.br/upload/MARCOS%20SOARES_1202934928.pdf" style="font-weight: bold;">Marcos Soares</a><br />O Futuro da Literatura<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Maria Elisa Cevasco" href="http://www.cultura.gov.br/upload/MARIA%20ELISA%20CEVASCO_1202934959.pdf" style="font-weight: bold;">Maria Elisa Cevasco</a><br />O reposicionamento da cultura no capitalismo contemporâneo<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Preto Michel" href="http://www.cultura.gov.br/upload/PRETO%20MICHEL_1202934993.pdf" style="font-weight: bold;">Preto Michel</a><br />Hiphopzônia<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Rogério de Campos" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ROG%C3%89RIO%20DE%20CAMPOS_1202935023.pdf" style="font-weight: bold;">Rogério de Campos</a><br />Não temos nada a perder a não ser nossos patrões!<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Sebastián Valdomir" href="http://www.cultura.gov.br/upload/SEBASTI%C3%81N%20VALDOMIR_1202935074.pdf" style="font-weight: bold;">Sebastián Valdomir</a><br />Quem está informando sobre os conflitos ambientais?<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Sérgio Amadeu" href="http://www.cultura.gov.br/upload/S%C9RGIO%20AMADEU%20DA%20SILVEIRA_1202935103.pdf" style="font-weight: bold;">Sérgio Amadeu</a><br />Por que a criatividade depende de uma cultura livre?<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Tiely Queen" href="http://www.cultura.gov.br/upload/TIELY%20QUEEN_1202935147.pdf" style="font-weight: bold;">Tiely Queen</a><br />As imagens: espetáculo, virtualidade e vida vivida<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span><br /></div>

</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-18T12:29:48+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Grumo</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>textos<!--more--><span style="font-weight: bold;">Os volumes 6.1 e 6.2 estão disponíveis para download. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=31448&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui para conhecer as edições.</a><br /><br /></span>Artigos de debatedores participantes:<br /><br /><br /><img border="0" align="absmiddle" style="width: 16px; height: 19px;" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ADALBERTO%20M%C3%9CLLER_1205767629.pdf" title="Adalberto Müller">Adalberto Müller</a><br />FRONTEIRAS - Um filme-ensaio autobiográfico<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ANGELA%20PRYSTHON_1205767701.pdf" title="Ângela Prysthon">Ângela Prysthon</a><br />Fragmentos urbanos: identidade, modernidade e cosmopolitismo nas metrópoles latino-americanas<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ANG%C3%89LICA%20MADEIRA_1205767760.pdf" title="Angélica Madeira">Angélica Madeira</a><br />A itinerância dos artistas: a constituição do campo das artes nas cidades-capitais do Brasil<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/BEATRIZ%20RESENDE_1205767822.pdf" title="Beatriz Resende">Beatriz Resende</a><br />Questões da ficção brasileira no século XXI<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/CARLOS%20EDUARDO%20SCHMIDT%20CAPELA_1205768901.pdf" title="Carlos Eduardo Capela">Carlos Eduardo Capela</a><br />Espantalhos e afins<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ELENISE%20SCHERER_1205769090.pdf" title="Elenise Scherer">Elenise Scherer e Luiz Henrique Santana</a><br />Carregadores de bagagens do porto de Manaus: território da precariedade<br /><br /><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/ENEIDA%20LEAL%20CUNHA_1205769145.pdf" title="Eneida Leal Cunha">Eneida Leal Cunha</a><br />Dentro e fora da Nova Ordem Mundial: a negritude de Salvador<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/FLORENCIA%20GARRAMU%C3%91O_1205769671.pdf" title="Florencia Garramuño">Florencia Garramuño</a><br />La tersura áspera de lo real<br />Poesía y sentidos<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/MARILDO%20JOS%C3%89%20NERCOLINI_1205769840.pdf" title="Marildo Nercolini">Marildo Nercolini</a><br />Entre o local, o nacional e o global: Música Popular Brasileira e Rock Argentino agenciando identidades e culturas.<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /><span style="font-weight: bold;">
				</span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/M%C3%93NICA%20BARNAB%C3%89_1205770072.pdf" title="Mônica Barnabé">Mônica Barnabé</a><br />Fronteras paradójicas: <br />la cuestión territorial en la crítica literaria latinoamericana<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/RA%C3%9AL%20ANTELO_1205770182.pdf" title="Raúl Antelo">Raúl Antelo</a><br />Anacronismo e World Literature<br /><br />
				<img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/SAINT_1205770471.pdf" title="Saint-Clair Junior">Saint-Clair Junior</a><br />Territórios pensados e territórios vividos: <br />apropriação do espaço e práticas de renovação urbana na área central de Belém<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29267&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-18T10:20:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Representação Imagética das africanidades no Brasil</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>textos<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><br />EDITORIAL  l   </span><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/EDITORIAL_1205770763.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/EDITORIAL_1205770763.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br /><span style="font-weight: bold;">Africanidades, crenças e resistências</span><br />Por Denise Camargo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">ARTIGOS:</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Alejandro Castelaño  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ALEJANDRO%20CASTELLANO_1205771383.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ALEJANDRO%20CASTELLANO_1205771383.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />Espelhos latino-americanos<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Caroline Vieira Sant'Anna  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/CAROLINE%20VIEIRA%20SANT_1205773122.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/CAROLINE%20VIEIRA%20SANT_1205773122.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />Negras-grafias: herança e resistência na rede diaspórica<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Francisca Ferreira Michelon e Aline Mendes Lima  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/FRANCISCA%20FERREIRA%20MICHELON_1205773513.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/FRANCISCA%20FERREIRA%20MICHELON_1205773513.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />Mulheres afro-descendentes no século XX, Pelotas–RS: imagens silenciosas e esquecimento <br /><span style="font-weight: bold;">Jérôme Souty  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/J%C9R%D4ME%20SOUTY_1205773584.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/J%C9R%D4ME%20SOUTY_1205773584.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />A representação do negro nas fotos de Pierre Verger (1902-1996)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Sandra Koutsoukos  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SANDRA%20SOFIA%20MACHADO%20KOUTSOUKOS_1205773702.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SANDRA%20SOFIA%20MACHADO%20KOUTSOUKOS_1205773702.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />Amas na fotografia  brasileira da segunda metade do século XIX    <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Sílvia Pérez Fernandez  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SILVIA%20P%C9REZ%20FERN%C1DEZ_1205773902.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SILVIA%20P%C9REZ%20FERN%C1DEZ_1205773902.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />Fotografia de minorias: apontamentos para uma discussão<br /></div><br /><span style="font-weight: bold;"><br />DEBATES:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">PRIMEIRA SALA  l   </span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/PRIMEIRA%20SALA_1205773971.pdf"><span style="font-weight: bold;"> </span><span style="font-weight: bold;">texto </span><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />26/11/2007:<span style="font-weight: bold;"> </span>Conceito
de 'africanidade' e questões relativas à diáspora e à manutenção das
matrizes ancestrais que sustentam o patrimônio cultural de origem
africana. <span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><br />Mediadores</span>: Denise Camargo e Ana Maria Schultze <br /><span style="font-weight: bold;">Moderadores:</span> Márcia Borges e Itamar Alves<br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><br />Debatedores:</span> <span style="font-weight: bold;"></span><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><br />Rafael Sanzio dos Anjos</span>, geógrafo e especialista em quilombos, professor da Universidade de Brasília;<span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Kim-ir-sen Pires Leal</span>, fotógrafo goiano que trabalha em projetos pessoais com foco prioritariamente sócio-antropológico; <span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Francisco das Chagas Silva Chagas</span>, membro do Mocambo Cultural, em Rondônia;<span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Jorge Álvarez Pupo</span>, fotógrafo cubano;<br /><span style="font-weight: bold;"><br />André Vilaron</span>,<span style="font-weight: bold;"> </span>fotógrafo carioca radicado em Brasília;<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Mauro Koury</span>, antropólogo, Coordenador do Grupo Interdisciplinar de Estudos em Imagem da Universidade Federal da Paraíba; <br /><span style="font-weight: bold;"><br />Carlos Subuhana</span>, pesquisador da Casa das Áfricas;<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />SEGUNDA SALA  l  </span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SEGUNDA%20SALA_1205774069.pdf"><span style="font-weight: bold;"> </span></a><a><span style="font-weight: bold;">texto </span><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />27/11/2007:
A representação do negro na imagem da publicidade, a fotografia
latino-americana, fotografia e identidades, o simbolismo da imagem.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Mediadores:</span> Denise Camargo e Fernando de Tacca <br /><span style="font-weight: bold;">Moderadores:</span> Márcia Borges e Ana Maria Schultze<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Francisco das Chagas Silva Chagas</span>, membro do Mocambo Cultural, em Rondônia; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Jorge Álvarez Pupo</span>, fotógrafo cubano;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mauro Guilherme Koury</span>, antropólogo, coordenador do Grupo Interdisciplinar de Estudos em Imagem da Universidade Federal da Paraíba; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Laura Guimarães</span>, professora da Universidade Federal de Minas Gerais; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Paulo Bernardo Vaz</span>, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, membro do Grupo de Pesquisa Imagem e Sociabilidade; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Carmen Rial</span>, antropóloga e jornalista, professora na Universidade Federal de Santa Catarina;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Luiz Eduardo Achutti</span>, fotógrafo, professor da Universidade Federal de Rio Grande do Sul; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Edna de  Mello Silva</span>, jornalista, doutora em comunicação, pesquisa as comunidades quilombolas do Tocantins; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Paulo José Rossi</span>, fotógrafo, professor do Bacharelado em Fotografia do Centro Universitário Senac, em São Paulo;<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">TERCEIRA SALA  l  </span><span style="font-weight: bold;"> </span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/TERCEIRA%20SALA_1205774186.pdf"><span style="font-weight: bold;">texto </span><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />28/11/2007: A representação imagética das africanidades nas artes, nos espaços museológicos e sua produção simbólica.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediadores:</span> Denise Camargo e Ana Maria Schultze<br />
<span style="font-weight: bold;">Moderadores:</span> Márcia Borges e Itamar Alves<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Francisco das Chagas Silva Chagas</span>, membro do Mocambo Cultural, em Rondônia; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Jorge Álvarez Pupo</span>, fotógrafo cubano;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mauro Guilherme Koury</span>, antropólogo, coordenador do Grupo Interdisciplinar de Estudos em Imagem da Universidade Federal da Paraíba; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Marcelo Bernardo da Cunha</span>,
museólogo, professor do departamento de museologia da Universidade
Federal da Bahia, coordenador do Museu Afro-Brasileiro do Centro de
Estudos Afro-orientais da UFBA; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Caroline Vieira</span>, jornalista, mestre em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Lêda Guimarães</span>, professora da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Ivaina Oliveira</span>, arte-educadora e mestranda em Cultura Visual pela Faculdade de Artes Visuais na Universidade Federal de Goiás;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Maria Helena Machado</span>, professora do departamento de história da USP, pesquisa escravidão/raça/expedições naturalistas do XIX;<br /><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">QUARTA SALA  l  </span><span style="font-weight: bold;"> </span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/QUARTA%20SALA_1205774338.pdf"><span style="font-weight: bold;">texto </span><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />29/11/2007: Estratégias das imagens: fórum de encerramento .<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediadores:</span> Denise Camargo e Ana Maria Schultze<br />

<span style="font-weight: bold;">Moderadores:</span> Márcia Borges e Itamar Alves<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Márcio André dos Santos</span> (IUPERJ); <br /><span style="font-weight: bold;">Francisco das Chagas Silva</span> (Fundação Iaripuna);<br />J<span style="font-weight: bold;">orge Álvarez Pupo</span>, fotógrafo cubano;<br /><span style="font-weight: bold;">Elza Lima</span>, fotógrafa paraense; <br /><span style="font-weight: bold;">Carlos Subuhana</span>, pesquisador da Casa das Áfricas, em São Paulo-SP; <br /><span style="font-weight: bold;">Lêda Guimarães</span> (UFG);<br /><span style="font-weight: bold;">Ivaina Oliveira</span> (UFG). <br /></div><br />



<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29749&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span><br />
</div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-18T09:00:43+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>REVISTA CULTURA E PENSAMENTO</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>As relações entre esfera pública e comunicação e os novos modos de fazer e viver a cultura são assuntos abordados pelo corpo editorial da Revista Cultura e Pensamento. Conheça as três edições.
<!--more-->capa
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-18T07:25:55+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ACERVO MULTIMÍDIA | ALÉM DAS REDES DE COLABORAÇÃO</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debate sobre as possibilidades de criação nas redes informacionais em meio às contradições e desafios dos modelos de negócio atuais. Textos completos.
<!--more-->capa
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-18T07:21:53+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>PODCASTS | FLUXOS MUSICAIS</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Redes de cultura, registros e performances de música popular tradicional, patrimônios imateriais, apropriações, cultura popular e mercado e muito mais.
<!--more-->capa
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-18T07:19:01+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - Março 4</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - Março 4<!--more--><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-17T09:43:13+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Africanidades - textos</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>textos - arquivos<!--more-->
<br /><span style="font-weight: bold;">EDITORIAL  l   </span><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/EDITORIAL_1205770763.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/EDITORIAL_1205770763.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br /><span style="font-weight: bold;">Africanidades, crenças e resistências</span><br />Por Denise Camargo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">ARTIGOS:</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Alejandro Castelaño  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ALEJANDRO%20CASTELLANO_1205771383.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ALEJANDRO%20CASTELLANO_1205771383.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />Espelhos latino-americanos<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Caroline Vieira Sant'Anna  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/CAROLINE%20VIEIRA%20SANT_1205773122.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/CAROLINE%20VIEIRA%20SANT_1205773122.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />Negras-grafias: herança e resistência na rede diaspórica<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Francisca Ferreira Michelon e Aline Mendes Lima  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/FRANCISCA%20FERREIRA%20MICHELON_1205773513.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/FRANCISCA%20FERREIRA%20MICHELON_1205773513.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />Mulheres afro-descendentes no século XX, Pelotas–RS: imagens silenciosas e esquecimento <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Jérôme Souty  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/J%C9R%D4ME%20SOUTY_1205773584.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/J%C9R%D4ME%20SOUTY_1205773584.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />A representação do negro nas fotos de Pierre Verger (1902-1996)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Sandra Koutsoukos  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SANDRA%20SOFIA%20MACHADO%20KOUTSOUKOS_1205773702.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SANDRA%20SOFIA%20MACHADO%20KOUTSOUKOS_1205773702.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />Amas na fotografia  brasileira da segunda metade do século XIX    <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Sílvia Pérez Fernandez  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SILVIA%20P%C9REZ%20FERN%C1DEZ_1205773902.pdf">texto </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SILVIA%20P%C9REZ%20FERN%C1DEZ_1205773902.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />Fotografia de minorias: apontamentos para uma discussão<br /></div><br /><span style="font-weight: bold;"><br />DEBATES:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">PRIMEIRA SALA  l   </span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/PRIMEIRA%20SALA_1205773971.pdf"><span style="font-weight: bold;"> </span><span style="font-weight: bold;">texto </span><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />26/11/2007:<span style="font-weight: bold;"> </span>Conceito de 'africanidade' e questões relativas à diáspora e à manutenção das matrizes ancestrais que sustentam o patrimônio cultural de origem africana. <span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><br />Mediadores</span>: Denise Camargo e Ana Maria Schultze <br /><span style="font-weight: bold;">Moderadores:</span> Márcia Borges e Itamar Alves<br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><br />Debatedores:</span> <span style="font-weight: bold;"></span><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><br />Rafael Sanzio dos Anjos</span>, geógrafo e especialista em quilombos, professor da Universidade de Brasília;<span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Kim-ir-sen Pires Leal</span>, fotógrafo goiano que trabalha em projetos pessoais com foco prioritariamente sócio-antropológico; <span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Francisco das Chagas Silva Chagas</span>, membro do Mocambo Cultural, em Rondônia;<span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Jorge Álvarez Pupo</span>, fotógrafo cubano;<br /><span style="font-weight: bold;"><br />André Vilaron</span>,<span style="font-weight: bold;"> </span>fotógrafo carioca radicado em Brasília;<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Mauro Koury</span>, antropólogo, Coordenador do Grupo Interdisciplinar de Estudos em Imagem da Universidade Federal da Paraíba; <br /><span style="font-weight: bold;"><br />Carlos Subuhana</span>, pesquisador da Casa das Áfricas;<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />SEGUNDA SALA  l  </span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SEGUNDA%20SALA_1205774069.pdf"><span style="font-weight: bold;"> </span></a><a><span style="font-weight: bold;">texto </span><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />27/11/2007: A representação do negro na imagem da publicidade, a fotografia latino-americana, fotografia e identidades, o simbolismo da imagem.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Mediadores:</span> Denise Camargo e Fernando de Tacca <br /><span style="font-weight: bold;">Moderadores:</span> Márcia Borges e Ana Maria Schultze<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Francisco das Chagas Silva Chagas</span>, membro do Mocambo Cultural, em Rondônia; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Jorge Álvarez Pupo</span>, fotógrafo cubano;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mauro Guilherme Koury</span>, antropólogo, coordenador do Grupo Interdisciplinar de Estudos em Imagem da Universidade Federal da Paraíba; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Laura Guimarães</span>, professora da Universidade Federal de Minas Gerais; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Paulo Bernardo Vaz</span>, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, membro do Grupo de Pesquisa Imagem e Sociabilidade; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Carmen Rial</span>, antropóloga e jornalista, professora na Universidade Federal de Santa Catarina;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Luiz Eduardo Achutti</span>, fotógrafo, professor da Universidade Federal de Rio Grande do Sul; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Edna de  Mello Silva</span>, jornalista, doutora em comunicação, pesquisa as comunidades quilombolas do Tocantins; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Paulo José Rossi</span>, fotógrafo, professor do Bacharelado em Fotografia do Centro Universitário Senac, em São Paulo;<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">TERCEIRA SALA  l  </span><span style="font-weight: bold;"> </span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/TERCEIRA%20SALA_1205774186.pdf"><span style="font-weight: bold;">texto </span><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />28/11/2007: A representação imagética das africanidades nas artes, nos espaços museológicos e sua produção simbólica.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediadores:</span> Denise Camargo e Ana Maria Schultze<br />
<span style="font-weight: bold;">Moderadores:</span> Márcia Borges e Itamar Alves<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Francisco das Chagas Silva Chagas</span>, membro do Mocambo Cultural, em Rondônia; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Jorge Álvarez Pupo</span>, fotógrafo cubano;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mauro Guilherme Koury</span>, antropólogo, coordenador do Grupo Interdisciplinar de Estudos em Imagem da Universidade Federal da Paraíba; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Marcelo Bernardo da Cunha</span>, museólogo, professor do departamento de museologia da Universidade Federal da Bahia, coordenador do Museu Afro-Brasileiro do Centro de Estudos Afro-orientais da UFBA; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Caroline Vieira</span>, jornalista, mestre em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia; <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Lêda Guimarães</span>, professora da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Ivaina Oliveira</span>, arte-educadora e mestranda em Cultura Visual pela Faculdade de Artes Visuais na Universidade Federal de Goiás;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Maria Helena Machado</span>, professora do departamento de história da USP, pesquisa escravidão/raça/expedições naturalistas do XIX;<br /><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">QUARTA SALA  l  </span><span style="font-weight: bold;"> </span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/QUARTA%20SALA_1205774338.pdf"><span style="font-weight: bold;">texto </span><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br />29/11/2007: Estratégias das imagens: fórum de encerramento .<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediadores:</span> Denise Camargo e Ana Maria Schultze<br />

<span style="font-weight: bold;">Moderadores:</span> Márcia Borges e Itamar Alves<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Márcio André dos Santos</span> (IUPERJ); <br /><span style="font-weight: bold;">Francisco das Chagas Silva</span> (Fundação Iaripuna);<br />J<span style="font-weight: bold;">orge Álvarez Pupo</span>, fotógrafo cubano;<br /><span style="font-weight: bold;">Elza Lima</span>, fotógrafa paraense; <br /><span style="font-weight: bold;">Carlos Subuhana</span>, pesquisador da Casa das Áfricas, em São Paulo-SP; <br /><span style="font-weight: bold;">Lêda Guimarães</span> (UFG);<br /><span style="font-weight: bold;">Ivaina Oliveira</span> (UFG). <br /></div><br />



<br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29749&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-17T01:17:55+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>grumo-textos</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>textos - arquivos<!--more-->
textos
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-17T12:26:03+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>indiceautor rascunho</title>
<link/>
<author/>
<category>Comunidade</category><content:encoded><![CDATA[<div>indice autor rascunho<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Índice por sobrenomes dos autores:</span><br /><br /><table border="1" style="width: 100%;"><tbody><tr><td><font size="2">ALLIEZ, Eric<br /></font></td><td><font size="1">Multitudes Icônes versus Documenta Magazine</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/17%2009%20Alliez%20e%20Zapperi_1205319936.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ALMEIDA, Marco Antônio de<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Festival de Música de Londrina - o festival de todas as músicas</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MARCO%20ANT%D4NIO%20DE%20ALMEIDA_1202403409.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ALMEIDA, Paulo Henrique<br /></font></td><td><font size="1">A cultura é a economia<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/15%2009%20Paulo%20Henrique%20de%20Almeida_1205319737.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">AMADEU, Sérgio<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Convergência digital, diversidade cultural e esfera pública</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/S%C9RGIO%20AMADEU_1202927243.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ANAU, Roberto Vital<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Estado X Mercado</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Estado%20X%20mercado_1192296707.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ÂNGELO, Miguel<br /></font></td><td><font size="1">Biopolítica e sociedade de controle: Notas sobre a crítica do sujeito entre Foucault e Deleuze</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/miguel_angelo_1205324362.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ANTELO, Raul<br /></font></td><td><font size="1">Espectros do anjo e política da imagem<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/raul_antelo_1205324850.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ASSIS BRASIL, Giba<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Politizando a tecnologia e a feitura do cinema</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Giba%20Assis%20Brasil_1202411732.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BARBALHO, Alexandre<br /></font></td><td><font size="1">Jovens com idéia na cabeça e câmera na mão</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/alexandre_barbalho_1205322860.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BARROS, André<br /></font></td><td><font size="1">Vidas matáveis: o discurso do combate ao tráfico de drogas</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/21%2009%20Marta%20Peres%20e%20Andre_%20Barros_1205320163.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BAUMANN, Till<br /></font></td><td><font size="1">Notas sobre o protesto contra o G8 na Alemanha</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/04%2009%20Till%20Baumann_1205319346.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BIGNOTTO, Newton<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Uma sociedade sem virtudes?</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/UMA%20SOCIEDADE%20SEM%20VIRTUDES_NEWTON%20BIGNOTTO_1192301427.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BRANT, João<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">O lugar da educação no confronto entre colaboração e competição</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Jo%E3o%20Brant_1202411758.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BRASIL, André<br /></font></td><td><font size="1">Video-sequestro: porta-voz do dissenso</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/andre_brasil_1205322909.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BRUNO, Fernanda<br /></font></td><td><font size="1">Estética do flagrante: Controle e prazer nos dispositivos de vigilância contemporâneos<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/fernanda_bruno_1205323719.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">CÁCERES, German<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">La Musica de Conciero en El Salvador en el Contexto Iberoamericano</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20GERMAN%20C%C1CERES_1202403202.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">CAPUTO, Glória<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Música para um Brasil Melhor</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20GLORIA%20CAPUTO_1202403295.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">CHAVES, Ernani<br /></font></td><td><font size="1">Na estrada da vida: A transa-amazônica de Paula Sampaio</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ernani_chaves_1205323580.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">DAVILA, Jorge<br /></font></td><td><font size="1">La producción audiovisual como producción de castigo-simbólico en el capitalismo</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/jorge_davila_1205323946.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">DUARTE, André<br /></font></td><td><font size="1">Sobre a biopolítica: de Foucault ao século XXI</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/andre_duarte_1205322953.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ELÍAS, Manuel de<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Reflexiones sobre la Música Contemporánea de América Latina</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MANUEL%20DE%20EL%CDAS_1202403355.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">FELDMAN, Ilana<br /></font></td><td><font size="1">- Reality show: um dispositivo biopolítico<br />- A política do corpo e o corpo político - o cinema de Karim Aïnouz</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ilana_feldman_1205323854.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/karim_ainouz_1205324125.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">FELIPE, Luiz<br /></font></td><td><font size="1">Magum iter pauperis, ou O peregrino mimético</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/luiz_felipe_1205324178.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">FERRER, Christian<br /></font></td><td><font size="1">El rostro de la Medusa y el cuerno de la abundancia:</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/christian_ferrer_1205323437.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">GARCIA, Rafael<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">As Orquestras Sinfônicas do Brasil de Hoje</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20RAFAEL%20GARCIA_1202403504.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">GERBASE, Carlos<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">A fabricação da verdade no debate sobre Direitos Autorais no Brasil</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/CARLOS%20GERBASE_1202411682.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">GUERRA VICENTE, Antônio de Pádua<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">A evolução da Música em Brasília</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ANTONIO%20DE%20PADUA%20GUERRA%20VICENTE_1204896597.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">GUIMARÃES, César<br /></font></td><td><font size="1">O documentário e os banidos do capitalismo avançado de consumo</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cesar_guimaraes_1205323209.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">JANSER, Eduardo<br /></font></td><td><font size="1">Educação profissional e avanço social: a experiência brasileira</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Eduardo%20Janser_1202411707.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">JESUS, Eduardo<br /></font></td><td><font size="1">Imagens e biopolítica<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/eduardo_jesus_1205323503.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">JORGE, José<br /></font></td><td><font size="1">Racismo fenotípico e estéticas da segunda pele</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/jose_jorge_1205324033.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">LAMARCA, Ezyo<br /></font></td><td><font size="1">Cabanagem Digital, Tecnobrega e Software Livre</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/EZYO%20LAMARCA_1202926955.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">LEMOS, Guido<br /></font></td><td><font size="1">A convergência midiática e o paepl da televisão digital interativa com Ginga</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/GUIDO%20LEMOS_1202926993.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">LESSA, Renato<br /></font></td><td><font size="1">O esquecimento desde a tradição</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/O%20ESQUECIMENTO%20DESDE%20A%20TRADI%C7%C3O_RENATO%20LESSA_1192305272.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">LISBOA, Marijane<br /></font></td><td><font size="1">Cultura e natureza: o que o software livre tem a ver com os transgênicos</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/MARIJANE%20LISBOA_1202411829.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">LÓPEZ-GAVILÁN, Guido<br /></font></td><td><font size="1">Música Contemporánea Latinoamericana. Caminos, perspectivas, realidades-sueños, integración</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20GUIDO%20L%D3PEZ_1202403331.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">MAGRANI, Bruno<br /></font></td><td><font size="1">Função social do direito de autor: análise crítica e alternativas conciliatórias</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/BRUNO%20MAGRANI_1202411651.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">MARZOCHI, Samira<br /></font></td><td><font size="1">Imagens ou espelhos? O ciberativista do Greenpeace<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/samira_marzochi_1205325881.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">MIGLIORIN, Cézar<br /></font></td><td><font size="1">Igualdade Dissensual: Democracia e biopolítica no documentário contemporâneo</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cezar_migliorin_1205323270.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">MONTEIRO, Rosana<br /></font></td><td><font size="1">Imagens médicas entre a arte e a ciência: Relações e trocas<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/rosana_monteiro_1205325562.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">MOURA, Eli-Eri<br /></font></td><td><font size="1">Linguagem da Música Contemporânea de Concerto em Contexto</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20ELI_1202403100.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">NOBRE, Maria Luiza<br /></font></td><td><font size="1">O direito autoral do compositor de música de concerto no Brasil</font><font size="1"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MARIA%20LUIZA%20NOBRE_1202403436.pdf"><span style="font-weight: bold;"></span></a></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MARIA%20LUIZA%20NOBRE_1202403436.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">NOBRE, Marlos<br /></font></td><td><font size="1">Uma Reflexão sobre a Problemática da Música de Concerto no Brasil e na América Latina: Convergências e Divergências.</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MARLOS%20NOBRE_1202403474.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">NOVAES, Adauto<br /></font></td><td><font size="1">Elogio da Política </font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Elogio%20da%20p%F3l%EDtica_%20Adauto%20Novaes_1192298805.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">PARANAGUÁ, Pedro<br /></font></td><td><font size="1">Direitos autorais, novas tecnologias e acesso ao conhecimento</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/PEDRO%20PARANAGU%C1_1202927214.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">PELBART, Peter <br /></font></td><td><font size="1">- Estética e Política<br />- Mutações contemporâneas<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Est%E9tica%20e%20Pol%EDtica_1196346308.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/peter_pal_1205324770.pdf"><img border="0" align="absmiddle" style="width: 20px; height: 20px;" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">PRETTO, Nelson<br /></font></td><td><font size="1">Cultura digital e educação: redes já!</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/NELSON%20DE%20LUCA%20PRETTO_1202927188.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">REZENDE, Pedro<br /></font></td><td><font size="1">O que o software livre tem a ver com os transgênicos</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/PEDRO%20REZENDE_1202411854.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ROUANET, Sérgio Paulo<br /></font></td><td><font size="1">Religião - forma de esquecimento da política </font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/RELIGI%C3O%20-%20FORMA%20DE%20ESQUECIMENTO%20DA%20POL%CDTICA_Sergio%20paulo%20rouanet_1192306063.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">RUGELES, Alfredo<br /></font></td><td><font size="1">Los Festivales Latinoamericanos de Música, 1990-2006  balance y repercusión</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20ALFREDO%20RUGELES_1202402942.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">SALLES, Beatriz<br /></font></td><td><font size="1">Festival Internacional de Inverno de Brasília</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20BEATRIZ%20SALLES_1204896072.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">SIBILA, Paula<br /></font></td><td><font size="1">A digitalização do rosto: Do transplante ao PhotoShop<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/paula_siblia_1205324703.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">SIMON, Imre<br /></font></td><td><font size="1">Rossio não-rival</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/IMRE%20SIMON_1202927072.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">SOARES, Luis Fernando<br /></font></td><td><font size="1">A TV digital no Brasil</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/LUIS%20FERNANDO%20SOARES_1202927161.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">TAS, Marcelo<br /></font></td><td><font size="1">O que a convergência digital e TV Pública têm a ver com a diversidade cultural</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/MARCELO%20TAS_1202411804.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ZAPATA, Juan<br /></font></td><td><font size="1">Sobre direitos autorais</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/JUAN%20ZAPATA_1202927097.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ZÚNIGA, Lena <br /></font></td><td><font size="1">Os desafios do conhecimento coletivo e anônimo</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/LENA%20ZUNIGA_1202411783.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr></tbody></table><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31476&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Confira o índice de textos  de acordo com os Projetos de debates realizados pelo Cultura e Pensamento.</span></a><br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-14T07:42:35+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Estéticas da Bipolítica - Textos</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Textos<!--more-->Textos dos debatedores:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Alexandre Barbalho l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/alexandre_barbalho_1205322860.pdf">pdf</a></span><br />Jovens com idéia na cabeça e câmera na mão: Biopolítica e trabalho imaterial na produção audiovisual<br /><br /><span style="font-weight: bold;">André Brasil l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/andre_brasil_1205322909.pdf">pdf</a></span><br />Video-sequestro: porta-voz do dissenso<br /><br /><span style="font-weight: bold;">André Duarte l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/andre_duarte_1205322953.pdf">pdf</a></span><br />Sobre a biopolítica: de Foucault ao século XXI<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Cesar Guimarães l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cesar_guimaraes_1205323209.pdf">pdf</a></span><br />O documentário e os banidos do capitalismo avançado de consumo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Cezar Migliorin l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cezar_migliorin_1205323270.pdf">pdf</a></span><br />Igualdade Dissensual: Democracia e biopolítica no documentário contemporâneo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Christian Ferrer l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/christian_ferrer_1205323437.pdf">pdf</a></span><br />El rostro de la Medusa y el cuerno de la abundancia: Exuberancia y copiosidad del cuerpo pornográfico<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Eduardo Jesus l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/eduardo_jesus_1205323503.pdf">pdf</a></span><br />Imagens e biopolítica<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Ernani Chaves l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ernani_chaves_1205323580.pdf">pdf</a></span><br />Na estrada da vida: A transa-amazônica de Paula Sampaio<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Felipe Soares l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/felipe_soares_1205323650.pdf">pdf</a></span><br />Magum iter pauperis, ou O peregrino mimético<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Fernanda Bruno l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/fernanda_bruno_1205323719.pdf">pdf</a></span><br />Estética do flagrante: Controle e prazer nos dispositivos de vigilância contemporâneos<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Ilana Feldman l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ilana_feldman_1205323854.pdf">pdf</a></span><br />Reality show: um dispositivo biopolítico<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Ilana Feldman e Cléber Eduardo  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/karim_ainouz_1205324125.pdf">pdf</a></span><br />A política do corpo e o corpo político - o cinema de Karim Aïnouz<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Jorge Davila l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/jorge_davila_1205323946.pdf">pdf</a></span><br />La producción audiovisual como producción de castigo-simbólico en el capitalismo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">José Jorge l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/jose_jorge_1205324033.pdf">pdf</a></span><br />Racismo fenotípico e estéticas da segunda pele<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Luiz Felipe l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/luiz_felipe_1205324178.pdf">pdf</a></span><br />Magum iter pauperis, ou O peregrino mimético<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Miguel Ângelo l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/miguel_angelo_1205324362.pdf">pdf</a></span><br />Biopolítica e sociedade de controle: Notas sobre a crítica do sujeito entre Foucault e Deleuze<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Paula Sibila l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/paula_siblia_1205324703.pdf">pdf</a></span><br />A digitalização do rosto: Do transplante ao PhotoShop<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Peter Pelbart l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/peter_pal_1205324770.pdf">pdf</a></span><br />Mutações contemporâneas<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Raul Antelo l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/raul_antelo_1205324850.pdf">pdf</a></span><br />Espectros do anjo e política da imagem<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Rosana Monteiro l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/rosana_monteiro_1205325562.pdf">pdf</a></span><br />Imagens médicas entre a arte e a ciência: Relações e trocas<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Samira Marzochi l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/samira_marzochi_1205325881.pdf">pdf</a></span><br />Imagens ou espelhos? O ciberativista do Greenpeace<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">voltar</a><span style="font-weight: bold;"> l </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php" style="font-weight: bold;">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-12T08:49:42+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Global Brasil 2007 - n.10</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Textos<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/EDITORIAL_1205492163.pdf">Editorial.pdf &gt;</a></span><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Dalton Martins e Hernani Dimantas  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/DALTON%20MARTINS%20E%20HERNANI%20DIMANTAS_1205321090.pdf">pdf</a></span><br />Sociedade em Rede<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Eduardo Ferreira  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/EDUARDO%20FERREIRA_1205321176.pdf">pdf</a></span><br />Morada das almas: uma viagem ao Meruri<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Fábio Goveia  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/F%C1BIO%20GOVEIA_1205321221.pdf">pdf</a></span><br />Diálogo de falantes e mudos na mídia brasileira<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Fábio Malini  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/F%C1BIO%20MALINI_1205321372.pdf">pdf</a></span><br />Quem controla a internet em Vitória?<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Rodolfo Fonseca  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/RODOLFO%20FONSECA_1205321409.pdf">pdf</a></span><br />A Cidade dos Catadores<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Sofia Zanforlin  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SOFIA%20ZANFORLIN_1205321466.pdf">pdf</a></span><br />Seriados exibem temáticas orientadas a segmentos de público<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">voltar</span></a><span style="font-weight: bold;"> l </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-12T08:18:36+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Global Brasil 2007 - n.09</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>textos<!--more-->
Textos dos debatedores participantes:<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Adriano Pilatti  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/02%2009%20adriano%20Pilatti_1205319244.pdf">pdf</a></span><br />Sobre cansaços e golpismos<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Caia Fittipaldi  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/03%2009%20Caia%20Fittipaldi_1205319285.pdf">pdf</a></span><br />contra o DES-jornalismo e a DES-universidade<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Till Baumann  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/04%2009%20Till%20Baumann_1205319346.pdf">pdf</a></span><br />Notas sobre o protesto contra o G8 na Alemanha<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Leonora Corsini  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/05%2009%20Leonora%20Corsini_1205319387.pdf">pdf</a></span><br />O êxodo constituinte da multidão<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Walter Melo  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/06%2009%20Walter%20Melo_1205319421.pdf">pdf</a></span><br />É Preciso que o Ar Circule<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Giulia Janelli  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/07%2009%20Giulia%20Janelli_1205319463.pdf">pdf</a></span><br />“Que hacés acá?”1 Migrantes europeus seguem contra a corrente e vão viver na Argentina<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Tomas H. Sala  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/08%2009%20Tomas%20H_1205319504.%20Sala">pdf</a></span><br />Perguntar caminhando: O governo Zapatero, a governança e os movimentos<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Antonio Martins  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/10%2009%20Antonio%20Martins_1205319560.pdf">pdf</a></span><br />O impasse boliviano<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Alexandre do Nascimento  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/11%2009%20Alexandre%20do%20Nascimento_1205319603.pdf">pdf</a></span><br />Enade prova que Ações Afirmativas são eficazes<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Bruno Cava  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/12%2009%20Bruno%20Cava_1205319647.pdf">pdf</a></span><br />O obsceno de nossa Universidade<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Fábio Malini  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/14%2009%20Fabio%20Malini_1205319686.pdf">pdf</a></span><br />Cultura digital: para além da fragmentação<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Paulo Henrique de Almeida  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/15%2009%20Paulo%20Henrique%20de%20Almeida_1205319737.pdf">pdf</a></span><br />
A cultura é a economia<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Bárbara Szaniecki  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/16%2009%20Barbara%20Szaniecki_1205319885.pdf">pdf</a></span><br />O Prefeito e o Presidente na Terra do Sol: Como restituir ao comum a produção e a circulação das imagens de eventos públicos?<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Eric Alliez e Giovanna Zapperi  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/17%2009%20Alliez%20e%20Zapperi_1205319936.pdf">pdf</a></span><br />Multitudes Icônes versus Documenta Magazine<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Eduardo Ferreira  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/18%2009%20Eduardo%20Ferreira_1205319993.pdf">pdf</a></span><br />Mato Grosso tem A Fábrika para novos modelos de produção<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Fabiane Borges e Verenilde Santos  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/19%2009%20Fabiane%20Borges%20e%20V%20Santos_1205320053.pdf">pdf</a></span><br />Uma conversa com Rosa Mitô<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Gláucia Dunley  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/20%2009%20Glaucia%20Dunley_1205320105.pdf">pdf</a></span><br />Museu da Maré: memória da resistência<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">André Barros, Marta Peres e Pedro Bento  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/21%2009%20Marta%20Peres%20e%20Andre_%20Barros_1205320163.pdf">pdf</a></span><br />Vidas matáveis: o discurso do combate ao tráfico de drogas<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">voltar</span></a><span style="font-weight: bold;"> l </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-12T07:46:22+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Índice por projeto</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Textos<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Ano 2007*:</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31454&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31458&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">TEXTOS</span></a> l <span style="font-weight: bold;">ALÉM DAS REDES DE COLABORAÇÃO</span> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1"></a><br /><span class="corpo_chamada">Debates sobre as possibilidades de criação
nas redes informacionais em meio às contradições e desafios dos modelos
de negócio atuais </span>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">saiba mais</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31454&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">TEXTOS</a> l <span style="font-weight: bold;">A SAGA DA MÚSICA DE CONCERTO NO BRASIL</span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29269&more=1&c=1&pb=1"></a><br />Reflexão sobre os novos caminhos do mercado da música erudita no Brasil e na América Latina <span style="font-weight: bold;"></span> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29269&more=1&c=1&pb=1">saiba mais</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31540&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">TEXTOS</span></a> l <span style="font-weight: bold;">CARNAVAL DO BRASIL<br /></span>Debates acerca da festa que é presença constante e marcante da dimensão simbólica brasileira l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1">saiba mais</a> <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31502&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">TEXTOS</span></a> l <span style="font-weight: bold;">CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRÁTICAS E IDÉIAS</span><br />Debates sobre acesso a Cultura e ao Conhecimento l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">saiba mais</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31482&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">TEXTOS</span></a> l <span style="font-weight: bold;">ESTÉTICAS DA BIOPOLÍTICA</span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1"></a><br />Debates sobre a convergente relação entre as biopolíticas, o audiovisual e as novas tecnologias da comunicação e informação  l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1">saiba mais</a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1"></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31458&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31454&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31498&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">TEXTOS</a> l <span style="font-weight: bold;">REPRESENTAÇÃO IMAGÉTICA DAS AFRICANIDADES NO BRASIL</span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29749&more=1&c=1&pb=1"></a><br />Discussões com o objetivo de promover a manutenção das matrizes ancestrais e pólos de
resistência que sustentam o patrimônio cultural de origem africana,  através do ponto de vista da produção de imagens l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29749&more=1&c=1&pb=1">saiba mais</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">TEXTOS</span></a> l <span style="font-weight: bold;">REVISTA GLOBAL BRASIL</span><br />Publicação trimestral que busca ser um espaço de aproximação,
articulação e debate entre universitários, intelectuais em geral, novos
movimentos sociais e artistas  l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1">saiba mais</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31500&more=1&c=1&pb=1">TEXTOS</a> </span>l<span style="font-weight: bold;"> REVISTA GRUMO</span><br />Espaço de diálogo entre culturas através da publicação de textos de literatura e de crítica sobre literatura, arte e cinema l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29267&more=1&c=1&pb=1">saiba mais</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31518&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">TEXTOS</span></a> l <span style="font-weight: bold;">JORNALISMO CULTURAL EM PAUTA</span><br />Núcleo
editorial de jornalismo cultural independente que se propõe a
freqüentar com postura crítica o debate sobre o direito ao acesso à
cultura. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais</a><br /><br /><br />* Os textos dos demais projetos estarão disponíveis em breve. <br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />Ano 2006:</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">A CULTURA ALÉM DO DIGITAL</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25095&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">DO ESTADO QUE TEMOS AO ESTADO QUE QUEREMOS</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25061&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">REVERBERAÇÕES - RITMOS DA URGÊNCIA</span></a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25057&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">REVISTA AZOUGUE</span></a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25055&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">REVISTA NÚMERO</span></a><br /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25067&more=1&c=1&pb=1">REVISTA GLOBAL/BRASIL</a><br /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25272&more=1&c=1&pb=1">REVISTA MÍDIA COM DEMOCRACIA</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25069&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">REVISTA ONLINE E-VENTO</span></a><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-09T07:39:31+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Índice por autor</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>textos<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Índice por sobrenomes dos autores:<br /><br /></span><font size="2"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"></span><font size="1"><span style="font-weight: bold;">AUTORES - TEMAS - PDF</span></font></font><br /><table border="1" style="width: 100%;"><tbody><tr><td><font size="2">ALLIEZ, Eric<br /></font></td><td><font size="1">Multitudes Icônes versus Documenta Magazine</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/17%2009%20Alliez%20e%20Zapperi_1205319936.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ALMEIDA, Marco Antônio de<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Festival de Música de Londrina - o festival de todas as músicas</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MARCO%20ANT%D4NIO%20DE%20ALMEIDA_1202403409.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ALMEIDA, Paulo Henrique<br /></font></td><td><font size="1">A cultura é a economia<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/15%2009%20Paulo%20Henrique%20de%20Almeida_1205319737.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">AMADEU, Sérgio<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Convergência digital, diversidade cultural e esfera pública</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/S%C9RGIO%20AMADEU_1202927243.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ANAU, Roberto Vital<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Estado X Mercado</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Estado%20X%20mercado_1192296707.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ÂNGELO, Miguel<br /></font></td><td><font size="1">Biopolítica e sociedade de controle: Notas sobre a crítica do sujeito entre Foucault e Deleuze</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/miguel_angelo_1205324362.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ANTELO, Raul<br /></font></td><td><font size="1">Espectros do anjo e política da imagem<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/raul_antelo_1205324850.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ASSIS BRASIL, Giba<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Politizando a tecnologia e a feitura do cinema</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Giba%20Assis%20Brasil_1202411732.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BARBALHO, Alexandre<br /></font></td><td><font size="1">Jovens com idéia na cabeça e câmera na mão</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/alexandre_barbalho_1205322860.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BARROS, André<br /></font></td><td><font size="1">Vidas matáveis: o discurso do combate ao tráfico de drogas</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/21%2009%20Marta%20Peres%20e%20Andre_%20Barros_1205320163.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BAUMANN, Till<br /></font></td><td><font size="1">Notas sobre o protesto contra o G8 na Alemanha</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/04%2009%20Till%20Baumann_1205319346.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BIGNOTTO, Newton<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Uma sociedade sem virtudes?</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/UMA%20SOCIEDADE%20SEM%20VIRTUDES_NEWTON%20BIGNOTTO_1192301427.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BRANT, João<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">O lugar da educação no confronto entre colaboração e competição</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Jo%E3o%20Brant_1202411758.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BRASIL, André<br /></font></td><td><font size="1">Video-sequestro: porta-voz do dissenso</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/andre_brasil_1205322909.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">BRUNO, Fernanda<br /></font></td><td><font size="1">Estética do flagrante: Controle e prazer nos dispositivos de vigilância contemporâneos<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/fernanda_bruno_1205323719.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">CÁCERES, German<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">La Musica de Conciero en El Salvador en el Contexto Iberoamericano</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20GERMAN%20C%C1CERES_1202403202.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">CAPUTO, Glória<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Música para um Brasil Melhor</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20GLORIA%20CAPUTO_1202403295.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">CHAVES, Ernani<br /></font></td><td><font size="1">Na estrada da vida: A transa-amazônica de Paula Sampaio</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ernani_chaves_1205323580.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">DAVILA, Jorge<br /></font></td><td><font size="1">La producción audiovisual como producción de castigo-simbólico en el capitalismo</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/jorge_davila_1205323946.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">DUARTE, André<br /></font></td><td><font size="1">Sobre a biopolítica: de Foucault ao século XXI</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/andre_duarte_1205322953.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ELÍAS, Manuel de<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">Reflexiones sobre la Música Contemporánea de América Latina</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MANUEL%20DE%20EL%CDAS_1202403355.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">FELDMAN, Ilana<br /></font></td><td><font size="1">- Reality show: um dispositivo biopolítico<br />- A política do corpo e o corpo político - o cinema de Karim Aïnouz</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ilana_feldman_1205323854.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/karim_ainouz_1205324125.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">FELIPE, Luiz<br /></font></td><td><font size="1">Magum iter pauperis, ou O peregrino mimético</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/luiz_felipe_1205324178.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">FERRER, Christian<br /></font></td><td><font size="1">El rostro de la Medusa y el cuerno de la abundancia:</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/christian_ferrer_1205323437.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">GARCIA, Rafael<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">As Orquestras Sinfônicas do Brasil de Hoje</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20RAFAEL%20GARCIA_1202403504.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">GERBASE, Carlos<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">A fabricação da verdade no debate sobre Direitos Autorais no Brasil</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/CARLOS%20GERBASE_1202411682.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">GUERRA VICENTE, Antônio de Pádua<br /></font></td><td><font size="1"><span style="font-style: italic;">A evolução da Música em Brasília</span></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ANT%D4NIO%20DE%20P%C1DUA%20GUERRA%20VICENTE_1207222030.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">GUIMARÃES, César<br /></font></td><td><font size="1">O documentário e os banidos do capitalismo avançado de consumo</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cesar_guimaraes_1205323209.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">JANSER, Eduardo<br /></font></td><td><font size="1">Educação profissional e avanço social: a experiência brasileira</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Eduardo%20Janser_1202411707.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">JESUS, Eduardo<br /></font></td><td><font size="1">Imagens e biopolítica<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/eduardo_jesus_1205323503.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">JORGE, José<br /></font></td><td><font size="1">Racismo fenotípico e estéticas da segunda pele</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/jose_jorge_1205324033.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">LAMARCA, Ezyo<br /></font></td><td><font size="1">Cabanagem Digital, Tecnobrega e Software Livre</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/EZYO%20LAMARCA_1202926955.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">LEMOS, Guido<br /></font></td><td><font size="1">A convergência midiática e o paepl da televisão digital interativa com Ginga</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/GUIDO%20LEMOS_1202926993.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">LESSA, Renato<br /></font></td><td><font size="1">O esquecimento desde a tradição</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/O%20ESQUECIMENTO%20DESDE%20A%20TRADI%C7%C3O_RENATO%20LESSA_1192305272.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">LISBOA, Marijane<br /></font></td><td><font size="1">Cultura e natureza: o que o software livre tem a ver com os transgênicos</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/MARIJANE%20LISBOA_1202411829.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">LÓPEZ-GAVILÁN, Guido<br /></font></td><td><font size="1">Música Contemporánea Latinoamericana. Caminos, perspectivas, realidades-sueños, integración</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20GUIDO%20L%D3PEZ_1202403331.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">MAGRANI, Bruno<br /></font></td><td><font size="1">Função social do direito de autor: análise crítica e alternativas conciliatórias</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/BRUNO%20MAGRANI_1202411651.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">MARZOCHI, Samira<br /></font></td><td><font size="1">Imagens ou espelhos? O ciberativista do Greenpeace<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/samira_marzochi_1205325881.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">MIGLIORIN, Cézar<br /></font></td><td><font size="1">Igualdade Dissensual: Democracia e biopolítica no documentário contemporâneo</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cezar_migliorin_1205323270.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">MONTEIRO, Rosana<br /></font></td><td><font size="1">Imagens médicas entre a arte e a ciência: Relações e trocas<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/rosana_monteiro_1205325562.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">MOURA, Eli-Eri<br /></font></td><td><font size="1">Linguagem da Música Contemporânea de Concerto em Contexto</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20ELI_1202403100.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">NOBRE, Maria Luiza<br /></font></td><td><font size="1">O direito autoral do compositor de música de concerto no Brasil</font><font size="1"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MARIA%20LUIZA%20NOBRE_1202403436.pdf"><span style="font-weight: bold;"></span></a></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MARIA%20LUIZA%20NOBRE_1202403436.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">NOBRE, Marlos<br /></font></td><td><font size="1">Uma Reflexão sobre a Problemática da Música de Concerto no Brasil e na América Latina: Convergências e Divergências.</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MARLOS%20NOBRE_1202403474.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">NOVAES, Adauto<br /></font></td><td><font size="1">Elogio da Política </font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Elogio%20da%20p%F3l%EDtica_%20Adauto%20Novaes_1192298805.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">PARANAGUÁ, Pedro<br /></font></td><td><font size="1">Direitos autorais, novas tecnologias e acesso ao conhecimento</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/PEDRO%20PARANAGU%C1_1202927214.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">PELBART, Peter <br /></font></td><td><font size="1">- Estética e Política<br />- Mutações contemporâneas<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Est%E9tica%20e%20Pol%EDtica_1196346308.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/peter_pal_1205324770.pdf"><img border="0" align="absmiddle" style="width: 20px; height: 20px;" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">PRETTO, Nelson<br /></font></td><td><font size="1">Cultura digital e educação: redes já!</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/NELSON%20DE%20LUCA%20PRETTO_1202927188.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">REZENDE, Pedro<br /></font></td><td><font size="1">O que o software livre tem a ver com os transgênicos</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/PEDRO%20REZENDE_1202411854.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ROUANET, Sérgio Paulo<br /></font></td><td><font size="1">Religião - forma de esquecimento da política </font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/RELIGI%C3O%20-%20FORMA%20DE%20ESQUECIMENTO%20DA%20POL%CDTICA_Sergio%20paulo%20rouanet_1192306063.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">RUGELES, Alfredo<br /></font></td><td><font size="1">Los Festivales Latinoamericanos de Música, 1990-2006  balance y repercusión</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20ALFREDO%20RUGELES_1202402942.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">SALLES, Beatriz<br /></font></td><td><font size="1">Festival Internacional de Inverno de Brasília</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20BEATRIZ%20SALLES_1204896072.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">SIBILA, Paula<br /></font></td><td><font size="1">A digitalização do rosto: Do transplante ao PhotoShop<br /></font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/paula_siblia_1205324703.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">SIMON, Imre<br /></font></td><td><font size="1">Rossio não-rival</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/IMRE%20SIMON_1202927072.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">SOARES, Luis Fernando<br /></font></td><td><font size="1">A TV digital no Brasil</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/LUIS%20FERNANDO%20SOARES_1202927161.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">TAS, Marcelo<br /></font></td><td><font size="1">O que a convergência digital e TV Pública têm a ver com a diversidade cultural</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/MARCELO%20TAS_1202411804.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ZAPATA, Juan<br /></font></td><td><font size="1">Sobre direitos autorais</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/JUAN%20ZAPATA_1202927097.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr><tr><td><font size="2">ZÚNIGA, Lena <br /></font></td><td><font size="1">Os desafios do conhecimento coletivo e anônimo</font></td><td><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/LENA%20ZUNIGA_1202411783.pdf"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" /></a></td></tr></tbody></table><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31476&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Confira o índice de textos  de acordo com os Projetos de debates realizados pelo Cultura e Pensamento.</span></a><br /><br /><br /><font size="2"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"></span></font><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31476&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-03-09T05:59:08+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - Fereveiro 4</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - Fereveiro 4<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-02-26T09:26:21+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - fevereiro 3</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - fevereiro 3<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-02-19T11:19:28+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - janeiro 3</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - janeiro 3<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-02-19T11:15:45+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Lançamento da terceira edição da Revista Cultura e Pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>   <!--more-->
<p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/fev3_1203470388_1203509041.jpg" style="width: 305px; height: 165px;" /></p>
<br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp_revista_ed3_web_1203381565.pdf">Clique aqui</a><span style="font-weight: bold;"> para baixar a terceira edição na íntegra, em PDF.</span><br /><br />A
terceira edição da Revista será lançada em Brasília, no dia 26 de
fevereiro, às 20h, no ECCO – Espaço Cultural Contemporâneo (SCN, Q3, Bl
C, Lj 5 – Brasília - entre as concessionárias Jorlan e Citröen),
durante a <a href="http://www.fotoartebrasilia.com.br/site2007/pt/">FOTO ARTE 2007</a>. Na ocasião haverá a abertura das exposições
de Leopoldo Plentz, Tiago Santana e AES+F (Russia) e lançamento do
catálogo FOTOARTE 2007. <br /><br />A Revista Cultura e Pensamento é um espaço destinado à produção de idéias que abordam questões emergentes do mundo contemporâneo. Para o editor da revista, Milton Ohata, o debate trazido nesta edição tem como pano de fundo o fato de que a chamada globalização abalou velhas certezas e criou novas expectativas e formas de conhecimento.<br /><br />O primeiro bloco de textos trata especificamente dos novos modos de fazer/viver a cultura, com destaque para a literatura de blog na visão de Heloísa Buarque de Hollanda e a produção coletiva wiki do projeto AmaZone, coordenado por Eduardo Viveiros de Castro. <br /><br />Outro grupo de textos apresenta pontos de vista sobre a produção/divulgação da MPB - a área da cultura brasileira de maior densidade histórica, pela organicidade, alcance junto ao público, escala e qualidade de produção. “Isso tudo foi criado dentro de um espaço nacional mais coeso, que agora é questionado, para bem e para mal, pela globalização”, observa Ohata.  O crescimento do rap – visto aqui em uma entrevista com o rapper Gog e em uma análise na poesia de Mano Brown – pode ser um índice dos desafios dos novos tempos.<br /><br />O terceiro bloco discute como a globalização se manifesta em níveis geográficos diferentes, sempre envolvendo tensões entre centro e periferia (regional, no artigo de Luis Augusto Fischer; nacional, caso da entrevista de Ugo Giorgetti; mundial, no texto de Guilherme Wisnik). <br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25027&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Conheça as edições anteriores &gt;&gt;</span></a><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Confira os artigos e entrevistas que compõem essa terceira edição:</span><br /><br />
<div style="margin-left: 40px;">•    <span style="font-weight: bold;">A onça e a diferença: o projeto amazone e as novas formas de conhecimento</span>  - Entrevista com Eduardo Viveiros de Castro, por Pedro de Niemeyer Cesarino<br />
<br />
•    <span style="font-weight: bold;">Mergulhador: uma proposta</span>, por Sergio Cohn<br />
<br />
•    <span style="font-weight: bold;">Blooks: a produção literária na era da internet</span>, por Heloísa Buarque de Hollanda<br />
<br />
•    <span style="font-weight: bold;">Está mais fácil trabalhar com canção popular-comercial no Brasil?</span>, por Walter Garcia<br />
<br />
•    <span style="font-weight: bold;">Propriedade intelectual e música de tradição oral</span>, por Carlos Sandroni<br />
<br />
•    <span style="font-weight: bold;">Lula Queiroga: palavras</span>, por Ana Garcia<br />
<br />
•    <span style="font-weight: bold;">Mano Brown: poesia e lugar social - leitura dos seus raps no horizonte da poesia brasileira</span>, por Leandro Pasini<br />
<br />
•    <span style="font-weight: bold;">O hip hop brasileiro assume a paternidade</span> - entrevista com Gog, por Spensy Pimentel<br />
<br />
•    <span style="font-weight: bold;">Conversa urgente sobre uma velharia - uns palpites sobre vigência do regionalismo</span>, por Luís Augusto Fischer<br />
<br />
•    <span style="font-weight: bold;">Entrevista com Ugo Giorgetti</span>, por Priscila Figueiredo<br />
<br />
•    <span style="font-weight: bold;">Instantâneo de Tashkent</span>, por Guilherme Wisnik<br />
<br />
</div>
<br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Revista Cultura e Pensamento, nº 3</span><br /><span style="font-weight: bold;">Coordenação:</span> Priscila Figueiredo;<br /><span style="font-weight: bold;">Edição:</span> Milton Ohata<br /><span style="font-weight: bold;">Colaboradores:</span>
Ana Garcia, Carlos Sandroni, Guilherme Wisnik, Leandro Pasini, Luís
Augusto Fischer, Pedro de Niemeyer Cesarino, Sérgio Cohn, Spensy
Pimentel, Walter Garcia.<br /><span style="font-weight: bold;">Distribuição:</span> gratuita<br /><span style="font-weight: bold;">Realização:</span> Ministério da Cultura e Fundação de Apoio à Pesquisa e à Extensão (FAPEX) <br /><span style="font-weight: bold;">Patrocínio:</span> Petrobras<br /><span style="font-weight: bold;">Lei de incentivo à cultura</span><br /><br />
<br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"><span style="font-weight: bold;">home</span></a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-02-18T10:30:56+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - Fevereiro 2</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - Fevereiro 2<!--more--><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-02-16T11:07:15+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Conhecimento e Cultura Livres</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>textos - arquivos<!--more-->
texto
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-02-13T06:09:28+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Além das redes de colaboração</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Textos<!--more-->
Textos produzidos pelos conferencistas participantes do ciclo de debates &quot;Além das Redes de Colaboração&quot;. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais</a> sobre o evento.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">BRUNO MAGRANI  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/BRUNO%20MAGRANI_1202411651.pdf">texto</a></span><br />Função social do direito de autor: análise crítica e alternativas conciliatórias<br /><br /><span style="font-weight: bold;">CARLOS GERBASE  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/CARLOS%20GERBASE_1202411682.pdf">texto</a></span><br />A fabricação da verdade no debate sobre Direitos Autorais no Brasil<br /><br /><span style="font-weight: bold;">EDUARDO JANSER  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Eduardo%20Janser_1202411707.pdf">texto</a></span><br />Educação profissional e avanço social: a experiência brasileira<br /><br /><span style="font-weight: bold;">EZYO LAMARCA  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/EZYO%20LAMARCA_1202926955.pdf">texto</a></span><br />Cabanagem Digital, Tecnobrega e Software Livre<br /><br /><span style="font-weight: bold;">GIBA ASSIS BRASIL  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Giba%20Assis%20Brasil_1202411732.pdf">texto</a></span><br />Politizando a tecnologia e a feitura do cinema<br /><br /><span style="font-weight: bold;">GUIDO LEMOS  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/GUIDO%20LEMOS_1202926993.pdf">texto</a></span><br />A convergência midiática e o paepl da televisão digital interativa com Ginga<br /><br /><span style="font-weight: bold;">IMRE SIMON  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/IMRE%20SIMON_1202927072.pdf">texto</a></span><br />Rossio não-rival<br /><br /><span style="font-weight: bold;">JOÃO BRANT  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Jo%E3o%20Brant_1202411758.pdf">texto</a></span><br />O lugar da educação no confronto entre colaboração e competição<br /><br /><span style="font-weight: bold;">JUAN ZAPATA  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/JUAN%20ZAPATA_1202927097.pdf">texto</a></span><br />Sobre direitos autorais<br /><br /><span style="font-weight: bold;">LENA ZÚNIGA  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/LENA%20ZUNIGA_1202411783.pdf">texto</a></span><br />Os desafios do conhecimento coletivo e anônimo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">LUIS FERNANDO SOARES  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/LUIS%20FERNANDO%20SOARES_1202927161.pdf">texto</a></span><br />A TV digital no Brasil<br /><br /><span style="font-weight: bold;">MARCELO TAS  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/MARCELO%20TAS_1202411804.pdf">texto</a></span><br />O que a convergência digital e TV Pública têm a ver com a diversidade cultural<br /><br /><span style="font-weight: bold;">MARIJANE LISBOA  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/MARIJANE%20LISBOA_1202411829.pdf">texto</a></span><br />Cultura e natureza: o que o software livre tem a ver com os transgênicos<br /><br /><span style="font-weight: bold;">NELSON PRETTO  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/NELSON%20DE%20LUCA%20PRETTO_1202927188.pdf">texto</a></span><br />Cultura digital e educação: redes já!<br /><br /><span style="font-weight: bold;">PEDRO PARANAGUÁ  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/PEDRO%20PARANAGU%C1_1202927214.pdf">texto</a></span><br />Direitos autorais, novas tecnologias e acesso ao conhecimento<br /><br /><span style="font-weight: bold;">PEDRO REZENDE  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/PEDRO%20REZENDE_1202411854.pdf">texto</a></span><br />O que o software livre tem a ver com os transgênicos<br /><br /><span style="font-weight: bold;">SÉRGIO AMADEU  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/S%C9RGIO%20AMADEU_1202927243.pdf">texto</a></span><br />Convergência digital, diversidade cultural e esfera pública<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">voltar</a><span style="font-weight: bold;"> l </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-02-07T05:10:32+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A SAGA DA MÚSICA DE CONCERTO NO BRASIL DE HOJE E NA AMÉRICA LATINA</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Textos dos debatedores<!--more-->capa
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-02-07T03:37:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A SAGA DA MÚSICA DE CONCERTO NO BRASIL DE HOJE E NA AMÉRICA LATINA</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Textos<!--more-->
<br />Conheça o documento final dos resultados dos debates produzido pelos conferencistas do evento. <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Documento%20final_1204896123.pdf"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui para acessá-lo em PDF.</span></a><br /><br /><br />Textos resultantes do ciclo de conferências realizado em dezembro de 2007.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">ALFREDO RUGELES  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20ALFREDO%20RUGELES_1202402942.pdf">texto</a></span><br />Los Festivales Latinoamericanos de Música, 1990-2006  balance y repercusión<br /><br /><span style="font-weight: bold;">ANTÔNIO DE PÁDUA GUERRA VICENTE  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ANT%D4NIO%20DE%20P%C1DUA%20GUERRA%20VICENTE_1207222030.pdf">texto</a></span><br />A evolução da Música em Brasília<br /><br /><span style="font-weight: bold;">BEATRIZ SALLES  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20BEATRIZ%20SALLES_1204896072.pdf">texto</a></span><br />Festival Internacional de Inverno de Brasília<br /><br /><span style="font-weight: bold;">ELI-ERI MOURA  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ELI_1213962780.pdf">texto</a></span><br />Linguagem da Música Contemporânea de Concerto em Contexto<br /><br /><span style="font-weight: bold;">GERMAN CÁCERES  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20GERMAN%20C%C1CERES_1202403202.pdf">texto</a></span><br />La Musica de Conciero en El Salvador en el Contexto Iberoamericano<br /><br /><span style="font-weight: bold;">GLÓRIA CAPUTO  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20GLORIA%20CAPUTO_1202403295.pdf">texto</a></span><br />Música para um Brasil Melhor<br /><br /><span style="font-weight: bold;">GUIDO LÓPEZ-GAVILÁN  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20GUIDO%20L%D3PEZ_1202403331.pdf">texto</a></span><br />Música Contemporánea Latinoamericana. Caminos, perspectivas, realidades-sueños, integración <br /><br /><span style="font-weight: bold;">MANUEL DE ELÍAS  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MANUEL%20DE%20EL%CDAS_1202403355.pdf">texto</a></span><br />Reflexiones sobre la Música Contemporánea de América Latina<br /><br /><span style="font-weight: bold;">MARCO ANTÔNIO DE ALMEIDA  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MARCO%20ANT%D4NIO%20DE%20ALMEIDA_1202403409.pdf">texto</a></span><br />Festival de Música de Londrina - o festival de todas as músicas<br /><br /><span style="font-weight: bold;">MARIA LUIZA NOBRE  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MARIA%20LUIZA%20NOBRE_1202403436.pdf">texto</a></span><br />O direito autoral do compositor de música de concerto no Brasil<br /><br /><span style="font-weight: bold;">MARLOS NOBRE  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20MARLOS%20NOBRE_1202403474.pdf">texto</a></span><br />Uma Reflexão sobre a Problemática da Música de Concerto no Brasil e na América Latina: Convergências e Divergências.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">RAFAEL GARCIA  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Microsoft%20Word%20-%20RAFAEL%20GARCIA_1202403504.pdf">texto</a></span><br />As Orquestras Sinfônicas do Brasil de Hoje<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29269&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-02-07T02:47:14+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Arquivos Janeiro 4</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Arquivos Janeiro 4<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-28T09:45:51+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>lançamento da revista Grumo no dia 22 de janeiro</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto contemplado na modalidade de debates em periódicos impressos, a Revista Grumo é lançada no Rio e Janeiro e está disponível para download no foramto PDF.<!--more-->grumo
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-22T07:24:30+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Grumo</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debates em periódicos impressos<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Os volumes 6.1 e 6.2 estão disponíveis para download.  <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29267&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais</a> sobre o projeto.<br /><br /><br />Confira o conteúdo:<br /><br /></span><p style="text-align: left;"><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> 6.1  </span><span style="font-weight: bold;"> (<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/GRUMO61-1_1203962315.pdf">download em pdf</a>)</span></p><span style="font-weight: bold;"><br />Dossiê Cinema</span><br /><span style="font-weight: bold;">Cinema argentino e brasileiro <br />contemporâneo</span><br />Organização: Denílson Lopes<br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px;">DOCUMENTALES ARGENTINOS Y BRASILEÑOS: UN MAPA EN FRAGMENTOS<br />Álvaro Fernandez Bravo y Edgardo Dieleke.<br /><br />MEMÓRIA E COTIDIANO NO ÚLTIMO NUEVO CINE ARGENTINO<br />Angela Prysthon.<br /><br />CORPOS QUE ARDEM: MADAME SATÃ E PLATA QUEMADA<br />Maurício de Bragança.<br /><br />COLETIVOS DE CINEMA E VÍDEO MILITANTES NA ARGENTINA HOJE: GRUPO ALAVÍO E GRUPO DE BOEDO FILMS<br />Marina Cavalcanti Tedesco.<br /><br />LUMINOSA REPERCUSIÓN:EL CINE COMO FANTASMA<br />Jens Andermann.<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Conto</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;">TIEMPO DE RETORNO<br />Luisa Valenzuela.<br /></div><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Experimentaciones Urbanas</span><br />(Ensaio Visual)<br /><br /><div style="margin-left: 40px;">EXPERIMENTACIONES URBANAS<br />Lara Marmor y Ana Amorosino<br /><br />SERIE SIN TÍTULO<br />Estanislao Florido.<br /><br />DEMOCRACIA<br />Horacio Abram Luján<br /><br />SERIE ALUCINACIONES ETNOGRÁFICAS<br />Lux Lindner<br /><br />REGISTRO FOTOGRÁFICO DE INTERVENCIONES URBANAS Y TEXTO<br />MPC<br /><br />PUNTO DE PARTIDA<br />Jorge Miño<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dossiê Debate</span><br />Identidade, espaço e cultura<br /><br /><div style="margin-left: 40px;">TOPOLOGÍAS: LAS FRONTERAS CRÍTICAS DE LA LITERATURA LATINOAMERICANA<br />Mónica Bernabé.<br /><br />ANACRONISMO E WORLD LITERATURE<br />Raúl Antelo.<br /><br />ENTRE O LOCAL, O NACIONAL E O GLOBAL: MUSICA POPULAR BRASILEIRA E ROCK ARGENTINO AGENCIANDO IDENTIDADES E CULTURAS<br />Marildo José Nercolini.<br /><br />CARREGADORES DE BAGAGENS DO PORTO DE MANAUS: TERRITÓRIO DA PRECARIEDADE,<br />Elenise Scherer e Luiz Henrique Santana.<br /><br />FRONTEIRAS, UM FILME-ENSAIO AUTOBIOGRÁFICO,<br />Adalberto Müller.<br /></div><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Resenhas</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;">MONTSERRAT<br />Laura Isola.<br /><br />O ÉPICO POSSÍVEL DE BERNARDO CARVALHO<br />Ana Maria Ramiro.<br /><br />LA CONFESIÓN DE ANTONIO MARTINS<br />Oscar Martin.<br /><br /><br style="font-weight: bold;" /></div><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">6.2  (<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/GRUMO62_1203962369.pdf">download em pdf</a>)</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Dossiê Experimentações Urbanas</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;">ARTE E LITERATURA COMO SINAIS DE VIDA<br />Paloma Vidal<br /><br />BRANCO SOBRE BRANCO UMA POÉTICA DA SINCERIDADE<br />Guilherme Zarvos<br /><br />EL PENSAMIENTO URBANO EN LAS CRÓNICAS DE PEDRO LEMEBEL<br />Paula Siganevich<br /><br />UM PASSEIO PELA CIDADE INVISÍVEL<br />Karl Erik Schøllhammer<br /><br />LITERATURA VISUAL URBANA<br />Claudia Kozac<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Experimentaciones Urbanas</span><br />(Ensaio Visual)<br /><br /><div style="margin-left: 40px;">RECONSTRUCCIÓN DE ALGUNOS ENCUENTROS<br />Basada en notas y recuerdos de las cronistas Lara Marmor y Ana Amorosino<br /><br />TÍPICAMENTE ECLÉCTICO<br />Ana Amorosino<br />Santiago Porter<br /><br />TURISMO LOCAL<br />Florencia Levy<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dossiê Debate</span><br />Identidade, espaço e cultura<br /><br /><div style="margin-left: 40px;">FRAGMENTOS URBANOS: IDENTIDADE, MODERNIDADE E COSMOPOLITISMO NAS METRÓPOLES LATINO-AMERICANAS<br />Angela Prysthon<br /><br />TERRITÓRIOS PENSADOS E TERRITÓRIOS VIVIDOS: APROPRIAÇÃO DO ESPAÇO E PRÁTICAS DE RENOVAÇÃO URBANA NA ÁREA CENTRAL DE BELÉM.<br />Saint-Clair Cordeiro da Trindade Júnior<br /><br />DENTRO E FORA DA NOVA ORDEM MUNDIAL: A NEGRITUDE DE SALVADOR<br />Eneida Leal Cunha<br /><br />A ITINERÁNCIA DOS ARTISTAS: A CONSTITUIÇÃO DO CAMPO DAS ARTES NAS CIDADES-CAPITAIS DO BRASIL.<br />Angélica Madeira<br /><br />ESPANTALHOS E AFINS<br />Carlos Eduardo Schmidt Capela<br /><br />LA TERSURA ÁSPERA DE LO REAL. POESÍA Y SENTIDOS<br />Florencia Garramuño<br /><br />QUESTÕES DA FICÇÃO BRASILEIRA NO SÉCULO XXI<br />Beatriz Resende<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Resenhas</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;">SAMBA E O TANGO ARTICULANDO O MODERNO, O PRIMITIVO E O NACIONAL<br />Marildo Nercolini<br /><br />EL GRAN VIDRIO<br />Isabel Quintana<br /><br />UN VIAJE POR LA REALIDAD<br />Diana I. Klinger<br /></div><div style="margin-left: 40px;"><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-22T03:42:23+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Vauluizo Bezerra </title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more--><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Resumo da participação:</span><br /><br />Em sua abordagem, o artista plástico Vauluizo Bezerra vai apresentar o desejo de atualização das artes plásticas na Bahia, mostrando o 14º Salão da Bahia como realização desse desejo. O Salão da Bahia foi o objeto escolhido pelo artista por se tratar de um panorama da produção de artes visuais da Bahia e do Brasil. Vauluizo vai mostrar o que é perceptível como estratégia de produção artística utilizada por brasileiros, relacionando as estratégias traçadas pelos artistas na 12ª edição da Documenta de Kassel, tema da Revista Cultura e Pensamento.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mini Currículo:</span><br /> <br />Nascido em Aracajú, Sergipe, em 1952. Transfere-se para a Bahia em 1955. Começa a pintar como autodidata em 1970 e em 1976 ingressa na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia. Inicia sua carreira como autodidata na década de setenta seguindo uma orientação expressionista. Em meados dos anos setenta toma conhecimento da produção de arte concreta e neo-concreta brasileiras. Seu trabalho sofre transformações assumindo uma mediação entre o construtivismo brasileiro e o minimalismo internacional. Nos anos oitenta retoma a figuração e passa a trabalhar na criação e apropriação de imagens através de variados meios inclinado a uma espécie de operação de síntese onde a ironia parece ser um importante radical para refletir seus temas mais freqüentes como a própria arte, sexo, alta cultura e cultura de massa, biogenética e, mais recentemente, sua história pessoal e a política. <br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31440&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a> <br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-22T01:10:33+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Daniel Hora</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div>Participação: arte, política e sociedade<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><br />POLÍTICA NAS ARTES E NA TECNOLOGIA</span><br /><br /><br />A realização do trabalho artístico contemporâneo encontra ante si o desafio de um constante exercício de mobilização de fluxos de valores poéticos de diferenciação, que lhe permitam existir de modo autônomo e produtivo em uma esfera de trocas simbólicas globalizada, cada vez mais sujeita às interferências das estratégias corporativas e econômicas. A dimensão política da tecnologia, especialmente naquilo que se refere às práticas de codificação das técnicas relacionadas à produção visual e de suas rupturas, é um fator decisivo para pensarmos uma arte e um discurso crítico capazes de efetuar ultrapassagens e desvios ante as regras habituais e modas passageiras de validação e de valoração das experiências estéticas. Nesse contexto, as condições brasileiras, em que se insere o fazer artístico e sua circulação, agenciam uma inflexão de rumos e ritmos nas vias de trânsito cultural e econômico mundiais.<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">Daniel Hora</span> é Jornalista e crítico. Formado em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo (2000) e especialista em Crítica de Arte pelo programa de pós-graduação da Universidade Complutense de Madri (2005). Atualmente, vive em Brasília, onde realiza mestrado no Instituto de Artes da UnB e trabalha como consultor do Ministério da Cultura.<br /><br /> <div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31440&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-22T11:45:45+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Ricardo Basbaum</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div> Participação: arte, política e sociedade<!--more--><span style="font-weight: bold;"></span><br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;">Um encontro sobre a produção contemporânea de arte no Brasil</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Resumo de apresentação:</span><br /><br />&quot;Você gostaria de participar de uma experiência artística?&quot;, que desenvolvo desde 1994, foi mostrado pela primeira vez em todas as suas etapas na exposição documenta 12, em Kassel, 2007. Trata-se de um projeto de trabalho acerca do envolvimento do outro como participante em um conjunto de protocolos indicativos dos efeitos, condições e possibilidades da arte contemporânea. No evento &quot;Participação: arte, política e sociedade&quot;, apresentarei, de maneira ampla, o projeto &quot;Você gostaria de participar de uma experiência artística?&quot;, desde seu início em 1994 até os mais recentes desdobramentos, já em 2008, com destaque para alguns momentos de sua trajetória – incluindo a instalação 'arquitetônico-escultórica' desenvolvida especialmente para a documenta 12. Assim, pretendo discutir a atuação do artista frente ao circuito de arte contemporâneo, abordando, entre outras, noções de compartilhamento da autoria, circulação da obra, dissolução da forma, construção do arquivo, desenvolvimento de membranas e ênfase nas mediações. Há direcionamento para para uma politizacão do circuito, em sentido amplo, a partir da constituição de um espaço público, coletivo, de trocas e produção dialógica.<br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Ricardo Basbaum</span> (São Paulo,1961) <br />Vive e trabalha no Rio de Janeiro.<br />Artista, escritor, crítico e curador. <br /><br />Expõe regularmente desde 1981. <br /><br />Exposições individuais mais recentes incluem “<span style="font-style: italic;">la société du spectacle</span> (&amp; NBP)” (kunstraum lakeside, Klagenfurt, Austria, 2007); “<span style="font-style: italic;">Você gostaria de participar de uma experiência artística?</span>” (Museu Histórico de Santa Catarina, 2006); “<span style="font-style: italic;">psiu-ei-oi-olá-não</span>” (Gentil Carioca, Rio de Janeiro, 2004),<br /><br />Participou da documenta 12 (Kassel, 2007). Entre as exposições coletivas e projetos recentes, destacam-se “<span style="font-style: italic;">80/90 - Modernos, Pós-modernos, etc</span>” (Instituto Tomie Othake, São Paulo, 2007); “<span style="font-style: italic;">Domestic Incidents</span>” (Tate Modern, Londres, UK, 2006); “<span style="font-style: italic;">Paralela 2006</span>” (Pavilhão Armando de Arruda Pereira, São Paulo, 2006); “<span style="font-style: italic;">tres escenarios</span>” (CAAM, Las Palmas, 2005); “<span style="font-style: italic;">Be what you want but stay where you are</span>” (Witt de With, Roterdam, 2005); “<span style="font-style: italic;">Formas de pensar</span>” (Buenos Aires, MALBA, 2004); “<span style="font-style: italic;">Entre Pindorama</span>” Kunstlerhaus Sttutgart, 2004); “<span style="font-style: italic;">urban tension</span>” (museum in progress, Vienna, 2002); XXV Bienal de São Paulo (2002); &quot;<span style="font-style: italic;">Como Vai Você, Geração 80?</span>&quot; (Parque Lage, Rio de Janeiro, 1984).<br /><br />Possui obras no Museu de Arte de Brasília, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, Coleção Gilberto Chateaubriand (Rio de Janeiro) e The Tate Collection (Londres).. <br /><br />Curador da mostra “Mistura + Confronto” (Porto, 2001), e co-curador do Panorama da Arte Brasileira 2001 (MAM-SP), “Pogovarjanja/Conversations/Conversas” (Skuc Gallery, Ljubljana, 2006) e “On Difference#2” (Kunstverein Stuttgart, 2006). <br /><br />Possui diversos textos publicados em revistas especializadas, no Brasil e no exterior. É autor de <span style="font-style: italic;">Além da pureza visual</span> (Zouk, 2007), e dos livros de artista <span style="font-style: italic;">G. x eu</span> (1997) e <span style="font-style: italic;">NBP x eu-você</span> (2000). Organizou a coletânea Arte Contemporânea Brasileira – texturas, dicções, ficções, estratégias (Contra Capa, 2001). Colaborador dos livros <span style="font-style: italic;">Art after conceptual art</span> (Orgs. Alexander Alberro e Sabeth Buchmann, Generali Foundation, MIT Press, 2006), <span style="font-style: italic;">The next documenta should be curated by an artist </span>(Ed. Jens Hoffmann, Frankfurt, Revolver, 2004), e <span style="font-style: italic;">Interaction: artistic practice in the network</span> (Org Amy Scholder e Jordan Crandall, Nova York, Eyebeam Atelier e D.A.P., 2001), entre outros. <br /><br />Entre 1999 e 2003, foi co-diretor da iniciativa independente Agora - Agência de Organismos Artísticos. Co-editor da revista “item”, voltada para arte e cultura contemporânea, publicada de1995 a 2003. <br /><br />Professor do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31440&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-22T11:35:49+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Lançamento da segunda edição da Revista Cultura e Pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
“<span style="font-weight: bold;">Participação – Arte, Política e Sociedade</span>” é o tema do debate que marca o lançamento da <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31404&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Revista Cultura e Pensamento</span></a>, no dia 24 de Janeiro, na Galeria I do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), às 19 horas, em Salvador. O evento, que é aberto ao público, contará com a presença dos artistas <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=31442&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Ricardo Basbaum</span></a> (RJ), <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=31446&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Vauluízo Bezerra</span></a> (BA) e dos críticos e curadores <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=31444&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Daniel Hora</span></a> e <span style="font-weight: bold;">Marcelo Rezende. </span><br /><br />A Revista, que se encontra no segundo número é dedicada à produção de arte contemporânea brasileira a partir da 12ª edição da <span style="font-weight: bold;">Documenta de Kassel</span>, na Alemanha – Documenta 12. O evento, que acontece a cada cinco anos, é considerado a mais importante mostra internacional de arte contemporânea. <br /><br />A 12ª edição da Documenta, que ocorreu em 2007, foi que mais contou com a participação de brasileiros. Por conta disto, a publicação Cultura e Pensamento prestigia, com ensaios, artigos e entrevistas, o trabalho dos artistas integrantes da Documenta: <span style="font-weight: bold;">Ricardo Basbaum, Iole de Freitas, Maurício Dias e Walter Riedweg</span>, além do arquiteto argentino radicado no Brasil, <span style="font-weight: bold;">Jorge Mário Jauregui</span>. <br /><br />A Revista Cultura e Pensamento tem edição trimestral e é distribuída gratuitamente em postos espalhados pelo Brasil. <br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=31413&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> </span>para conferir os locais de distribuição.<br /><br /><div style="margin-left: 40px; text-align: right;"><br />l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-22T11:16:27+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - janeiro 2</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - janeiro 2<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-16T10:55:49+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>imagens da revista</title>
<link/>
<author/>
<category>Imagens</category><content:encoded><![CDATA[<div>imagens da revista - grumo - cultura livre - C. Molotov capa<!--more-->
imagens
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-14T04:50:32+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Marcelo Rezende, Daniel Hora e Ricardo Basbaum debatem arte, política e sociedade.</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Um encontro sobre a produção contemporânea de arte no Brasil. Dia 24 de janeiro, 19h, no MAM, Salvador-Bahia. Na ocasião será lançada a segunda edição da Revista Cultura e Pensamento.<!--more-->teste<br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-10T03:53:56+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Index- janeiro 1</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Index- janeiro 1<!--more--><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-10T12:59:16+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - janeiro 1</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - janeiro 1<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-10T12:56:25+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - janeiro 1</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - janeiro 1<!--more--></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-09T10:46:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Além das Redes</title>
<link/>
<author/>
<category>Áudios</category><content:encoded><![CDATA[<div>Arquivos de áudio<!--more-->arquivos de áudio
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2008-01-03T05:52:20+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina Dezembro 3</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina Dezembro 3<!--more--><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-12-18T10:19:05+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - Dezembro 3</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - Dezembro 3<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-12-18T10:16:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>revista Cultura e Pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>segunda edição <!--more-->
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp_revista_ed2_miolo_bx_1197323039.pdf"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui</span></a> para baixar a edição na íntegra em PDF.<br /><br />Ou <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=31413&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">conheça os pontos de distribuição da edição impressa</span></a> e, caso haja um em sua cidade<span style="font-weight: bold;">, solicite um exemplar da revista.</span><br /><br /><br />N. 02  OUTUBRO    l    NOVEMBRO  2007<br /><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/revista%20capa%20ed2_1197331769.jpg" style="width: 181px; height: 244px;" /><br /><font size="1">Capa da segunda edição</font><br /></p><br />O
segundo número da Revista Cultura e Pensamento é dedicado à produção da
arte contemporânea brasileira, tendo como referência a 12ª edição da
Documenta de Kassel, na Alemanha, a Documenta 12. O evento acontece a
cada cinco anos e é considerado a mais importante mostra internacional
dedicada à arte contemporânea. <br /><br />Em 2007, o Documenta contou com
a maior participação brasileira em sua história. O número 2 da revista
apresenta ensaios e entrevistas com os artistas convidados a participar
do evento: Ricardo Basbaum, Iole de Freitas, Maurício Dias e Walter
Riedweg, além do arquiteto argentino radicado no Brasil, Jorge Mario
Jauregui. As imagens que ilustram a edição são dos próprios artistas.
Esta edição, portanto, oferece aos leitores uma reflexão sobre a
produção da arte contemporânea brasileira (e no mundo) e sobre a sua
reivindicação de um papel político, criando assim uma nova dinâmica nas
relações entre arte e política. <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp_revista_ed2_miolo_bx_1197323039.pdf"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />Confira os artigos e entrevistas que compõem essa segunda edição:</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><br /><span style="font-weight: bold;">ARTE COMO PROJETO </span><br />por Kiki Mazzucchelli, crítica de arte;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">OS VALORES DOMINANTES</span><br />por Daniel Hora, jornalista especializado em arte;<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">EXPLICITAR A DIMENSÃO ESTÉTICA</span><br />por Consuelo Lins, documentarista e professora;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">O CORPO NO ESPAÇO</span><br />por Fernando Oliva, curador e professor da faculdade de artes plásticas da FAAP;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">BUSCANDO NOVOS LIMITES</span><br />por Fernanda Lopes, crítica de arte;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">FLUINDO DE DIFERENÇA PARA DIFERENÇA</span><br />por Cecília Cotrim, pesquisadora e professora;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">GEOMETRIA DO CONCEITO</span><br />Kátia Maciel, artista multimídia e professora;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">MANUAL DE INSTRUÇÕES</span><br />por Marcelo Rezende, editor da revista e autor do romance “Arno Schmidt” (Planeta, 2005)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">O SENTIDO ESSENCIAL</span><br />por Jorge Mário Jáuregui<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25027&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-12-10T10:45:22+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Cultura e Pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div>Primeira Edição<!--more--><span style="font-weight: bold;">CULTURA E PENSAMENTO – Edição maio/junho de 2007.</span><br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/capa_revista_1185382664.jpg"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capa%20def_1185379629.jpg" /></a> <font size="1"><br /><span style="font-weight: bold;">Capa da Primeira edição.</span> Clique na imagem para ampliá-la.<br /></font></p><br />Pretendendo
constituir mais um estímulo à ampliação da esfera pública no Brasil, o
primeiro número da revista traz alguns artigos que tematizam justamente
a relação entre esfera pública e comunicação – trazendo à pauta
discussões sobre as transformações culturais e sociais resultantes da
expansão de novas tecnologias. Diagnósticos da situação do teatro e da
música no Brasil, o uso político que o movimento negro faz das novas
tecnologias, os conflitos e interações entre o local e o global e entre
o novo e o “velho” norteiam reflexões sobre novos processos
educacionais, sobre cidadania e inclusão social, sobre a importância da
comunicação como serviço público.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Revista%20C&P_mai_jun_2007_1185325302.pdf"><span style="font-weight: bold;">Revista na íntegra em .pdf &gt;&gt;</span></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Confira os artigos e entrevistas que compõem essa primeira edição:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">POLÍTICAS DE OCUPAÇÃO </span><br />As
práticas artísticas coletivas e a ocupação de um edifício em São Paulo
pelo movimento dos sem-teto mostram que o capitalismo somos nós, nos
relacionando de modo a reproduzir as práticas de mercado em nossas
relações pessoais ou poéticas. <br />Por <span style="font-weight: bold;">GAVIN ADAMS, </span>Artista Visual.<span style="font-weight: bold;"></span> P.21<br /><br /><span style="font-weight: bold;">ESPÉCIE DE ESPAÇO</span> <br />Ocupar politicamente um território significa um trabalho coletivo que demonstre ser possível reinventar a sociedade. <br />Por <span style="font-weight: bold;">MARCELO REZENDE</span>, escritor e jornalista. P.31<br /><br /><span style="font-weight: bold;">CULTURA MÓVEL</span> <br />A
expansão das tecnologias digitais no Brasil mostra uma alteração de
consumo e comportamento, e ainda uma mudança na criação artística. <br />Por <span style="font-weight: bold;">MAURÍCIO REIMBERG</span>, jornalista. P.39<br /><br /><span style="font-weight: bold;">HÁ CULTURA ALÉM DO DIGITAL? </span><br />A
rapidez é uma marca inseparável do atual momento histórico e uma
injunção moral posta pelo escândalo de nossas desigualdades
persistentes e naturalizadas. <br />Por <span style="font-weight: bold;">JOANILDO A. BURITY</span>, cientista político. P.49<br /><br /><span style="font-weight: bold;">DEMOCRATIZAÇÃO ELETRÔNICA OU NEO-AUTORITARISMO PEDAGÓGICO?</span> <br />Novas Tecnologias de informação e comunicação vieram com uma grande promessa, a possibilidade de interação. <br />Por <span style="font-weight: bold;">GABRIEL KAPLÚ</span>N, educador. P.59<br /><br /><span style="font-weight: bold;">FIM DE UM TEMPO</span> <br />Temos
a tecnologia implementando acesso à cultura e ao conhecimento, e
precisamos que esses benefícios tecnológicos efetivamente cheguem ao
consumidor final.<br />Por <span style="font-weight: bold;">LUIZ FERNANDO MONCAU</span>, advogado do IDEC. P.69<br /><span style="font-weight: bold;"><br />ESCUTAR E OUVIR</span> <br />As rádios comunitárias funcionam como um organizador coletivo e são mediadoras dos anseios dos cidadãos.<br />Por <span style="font-weight: bold;">ANA LUISA ZANIBONI GOMES</span>, jornalista. P.77<br /><br /><span style="font-weight: bold;">CANAL ABERTO</span> <br />O
jornalista Paulo Henrique Amorim fala sobre a nova era da informação no
Brasil com a chegada das TVs digitais e o papel de uma televisão
pública.<br />Por <span style="font-weight: bold;">MAURÍCIO REIMBERG</span>, jornalista. P.85<br /><br /><span style="font-weight: bold;">AS VOZES DO BRASIL</span> <br />Estado
e Governo devem apoiar os novos e os “velhos” meios de comunicação de
massa eletrônicos para garantir ao cidadão brasileiro a inclusão
política.<br />Por <span style="font-weight: bold;">RODRIGO SAVAZONI </span>&amp;<span style="font-weight: bold;"> SPENSY PIMENTEL</span>, jornalistas. P.93<br /><br /><span style="font-weight: bold;">PARA CIMA E PARA BAIXO</span> <br />O
espanhol Eduardo Subirats fala sobre o jogo de forças entre a cultura
popular e erudita em mundo globalizado e determinado pela expansão das
novas tecnologias.<br />Por <span style="font-weight: bold;">THEREZA DANTAS</span>, jornalista. P.103<br /><span style="font-weight: bold;"><br />COR DO OUTRO</span> <br />A
tematização das desigualdades de oportunidades para negros e brancos no
Brasil pavimenta o caminho para a aceitação de políticas de ação
afirmativa.<br />Por <span style="font-weight: bold;">SÉRGIO COSTA</span>, sociólogo. P.109<br /><br /><span style="font-weight: bold;">CORAÇÕES E MENTES</span> <br />O líder indígena <span style="font-weight: bold;">Ailton Krenak</span>,
curador dos “Diálogos Interculturais”, projeto apoiado pelo Cultura e
Pensamento em 2006, fala sobre a necessidade da defesa do particular em
um mundo ansioso pelo universal. P.117<br /><span style="font-weight: bold;"><br />TRABALHO DE CAMPO</span> <br />Participantes da primeira edição do Programa Cultura e Pensamento comentam suas experiências e mostram o que pode ser melhorado.<br />Por <span style="font-weight: bold;">ELISA ANDRADE BUZZO</span>, jornalista e poeta. P.123<br /><br /><span style="font-weight: bold;">PONTO ZERO</span> <br />O
teatro se enquadra na especialização e na divisão social do trabalho,
características da sociedade moderna e da economia de mercado
capitalista.<br />Por <span style="font-weight: bold;">LUIZ CARLOS MOREIRA</span>, autor e diretor do grupo e projeto Engenho Teatral. P.137<br /><br /><span style="font-weight: bold;">A OUTRA MÚSICA DO BRASIL</span> <br />Não
há uma política nacional para o ensino musical do país, e mudanças
ocorridas há cerca de 30 anos desestruturaram completamente os
conservatórios.<br />Por <span style="font-weight: bold;">SIDNEY MOLINA</span>, Doutor em semiótica, atua como membro do Quarteto de Violões Quaternaglia. P.147<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Revista%20C&P_mai_jun_2007_1185325302.pdf"><span style="font-weight: bold;">Revista na íntegra em .pdf &gt;&gt;</span></a><br /><div style="text-align: right;"><br /></div><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25027&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
 
</div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-12-10T08:11:37+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Cultura e Pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div>Segunda Edição<!--more-->
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp_revista_ed2_miolo_bx_1197323039.pdf"><span style="font-weight: bold;"></span></a><span style="font-weight: bold;"></span>N. 02  OUTUBRO  l  NOVEMBRO  2007<br /><p><img style="width: 202px; height: 274px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/revista%20capa%20ed2_1197331769.jpg" /><br /><font size="1">Capa da segunda edição</font><br /></p><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp_revista_ed2_miolo_bx_1197323039.pdf"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui</span></a> <span style="font-weight: bold;">para baixar a edição na íntegra em PDF.</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span>O segundo número da Revista Cultura e Pensamento é dedicado à produção da arte contemporânea brasileira, tendo como referência a 12ª edição da Documenta de Kassel, na Alemanha, a Documenta 12. O evento acontece a cada cinco anos e é considerado a mais importante mostra internacional dedicada à arte contemporânea. <br /><br />Em 2007, o Documenta contou com a maior participação brasileira em sua história. O número 2 da revista apresenta ensaios e entrevistas com os artistas convidados a participar do evento: Ricardo Basbaum, Iole de Freitas, Maurício Dias e Walter Riedweg, além do arquiteto argentino radicado no Brasil, Jorge Mario Jauregui. As imagens que ilustram a edição são dos próprios artistas. Esta edição, portanto, oferece aos leitores uma reflexão sobre a produção da arte contemporânea brasileira (e no mundo) e sobre a sua reivindicação de um papel político, criando assim uma nova dinâmica nas relações entre arte e política. <br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp_revista_ed2_miolo_bx_1197323039.pdf"><span style="font-weight: bold;">Baixe a revista na íntegra em .pdf &gt;&gt;</span></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Confira os artigos e entrevistas que compõem essa segunda edição:</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><br /><span style="font-weight: bold;">ARTE COMO PROJETO </span><br />por Kiki Mazzucchelli, crítica de arte;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">OS VALORES DOMINANTES</span><br />por Daniel Hora, jornalista especializado em arte;<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">EXPLICITAR A DIMENSÃO ESTÉTICA</span><br />por Consuelo Lins, documentarista e professora;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">O CORPO NO ESPAÇO</span><br />por Fernando Oliva, curador e professor da faculdade de artes plásticas da FAAP;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">BUSCANDO NOVOS LIMITES</span><br />por Fernanda Lopes, crítica de arte;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">FLUINDO DE DIFERENÇA PARA DIFERENÇA</span><br />por Cecília Cotrim, pesquisadora e professora;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">GEOMETRIA DO CONCEITO</span><br />Kátia Maciel, artista multimídia e professora;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">MANUAL DE INSTRUÇÕES</span><br />por Marcelo Rezende, editor da revista e autor do romance “Arno Schmidt” (Planeta, 2005)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">O SENTIDO ESSENCIAL</span><br />por Jorge Mário Jáuregui<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25027&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-12-10T07:41:26+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Fotos - carnaval</title>
<link/>
<author/>
<category>Imagens</category><content:encoded><![CDATA[<div>fotos<!--more-->fotos
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-12-10T07:25:46+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Fotos - Além das redes</title>
<link/>
<author/>
<category>Imagens</category><content:encoded><![CDATA[<div>fotos<!--more-->
fotos
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-12-10T06:30:33+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>REVERBERAÇÕES – SEMINÁRIO RITMOS DA URGÊNCIA</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>videos<!--more--><span style="font-weight: bold;">ARTE, ESTÉTICA E POLÍTICA</span><br />04/11/2006, em São Paulo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">objetivo:</span>
compreender quais as relações possíveis entre estética e política a
partir das pesquisas teóricas e práticas que estão se dando no Brasil,
em conecções com outras partes do mundo<br /><span style="font-weight: bold;"><br />sub-temas:</span> Arte e estética da subjetividade; Arte e Prática-estética-urbana com participação política<br /><br /><span style="font-weight: bold;">convidados:</span>
Sueli Rolnyk (SP), Ricardo Rosas (SP), Mostra de vídeos “Guapira”
(Catadores de Histórias) e “Plínio Ramos” (Chico Linares e Melina 
Anthis)
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-12-07T03:33:22+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>REVERBERAÇÕES – SEMINÁRIO RITMOS DA URGÊNCIA</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Videos<!--more--><span style="font-weight: bold;">DINÂMICAS CULTURAIS</span><br />03/11/2006, em São Paulo<br /><br /><br />

<span style="font-weight: bold;">objetivo:</span> discutir o papel das artes visuais na construção histórica nacional<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">sub-temas:</span>
Idéia  de Cultura e as Guerras Culturais; Cultura Urbana e Industria
Cultural; A cultura como  meio da transformação social<br /><br /><span style="font-weight: bold;">convidados:</span> Terry Eagleton (Inglaterra), Nicolau  Sevchenko (SP), Maria Elisa Cevasco (SP)<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25061&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-12-07T03:31:47+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>REVERBERAÇÕES – SEMINÁRIO RITMOS DA URGÊNCIA</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Videos

<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">RODA DE ABERTURA</span><br />02/11 em São Paulo<br /><br /><br />
<embed flashvars="" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-7392445453318349026&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25061&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-12-07T03:24:50+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina Dezembro 1</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina Dezembro 1<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-12-05T09:25:24+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Estética e Política</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Artigo apresentado por Peter Pal Pelbart para o debate sobre Estética e Política promovido pelo Cultura e Pensamento durante a Programação do Teia 2007, em Belo Horizonte. Confira.<!--more-->teste
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-11-29T12:31:59+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Estética e Política</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Peter Pál Pelbart<!--more-->Texto apresentado por Peter Pal Pelbart para o debate sobre Estética e Política promovido pelo Cultura e Pensamento durante a Programação do Teia (<a style="font-weight: bold;" href="http://www.teia2007.com.br/">http://www.teia2007.com.br/</a>) em Belo Horizonte, em 10 de novembro de 2007, com a participação do rapper Gog, também palestrante da noite. <span style="font-weight: bold;">Em breve publicaremos no portal o vídeo com o debate na íntegra.</span><br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Est%E9tica%20e%20Pol%EDtica_1196346308.pdf"><span style="font-weight: bold;">Baixe o arquivo em pdf &gt;&gt;</span><br style="font-weight: bold;" /></a>        <br /><span style="font-weight: bold;"><br />ESTÉTICA E POLÍTICA</span><br />Peter Pal Pelbart*<br />                           <br /><br />    Somos a Cia Teatral Ueinzz, nascida há dez anos num hospital-dia em São Paulo. Um dia, um paciente psiquiátrico propôs fazer teatro de verdade, não teatrinho de louco para louco. Essa proposta vingou, sob a direção artística de Sérgio Penna e Renato Cohen. Depois de um tempo, deixamos o hospital-dia para constituir uma companhia autônoma. Somos uma espécie de Nau dos Insensatos, à deriva no circuito artístico. Ensaiamos semanalmente, já montamos três espetáculos, tivemos mais de 150 apresentações, viajamos pelo Brasil e também no exterior, tudo isso faz parte de nosso curriculo glorioso, mas toda essa concretude não garante nada. Por vezes passamos meses no marasmo de ensaios semanais insípidos, às vezes nos perguntamos se de fato algum dia nos apresentamos ou voltaremos a nos apresentar, alguns atores desaparecem, o patrocínio míngua, textos são esquecidos, a companhia ela mesma parece uma virtualidade impalpável. E de repente surge uma data, um teatro disponível, um mecenas ou um patrocinador, o vislumbre de uma temporada, um convite para o Cariri ou para Paris ou para a Documenta de Kassel..  O figurinista recauchuta os trapos empoeirados, atores sumidos há meses reaparecem, às vezes fugidos até de uma internação... Um campo de imantação é reativado, os solitários vão se enganchando, os dispersos se convocam mutuamente, e tudo parece se encaixar. Mas mesmo quando tudo “vinga”, é no limite tênue que separa a construção do desmoronamento. Eu gostaria então, nesse diapasão, de contar alguns episódios que ilustrem o que fazemos.<br /><br />    O primeiro fragmento diz respeito à nossa apresentação do Festival de Teatro de Curitiba, há alguns anos atrás. Faltavam poucos minutos para a trupe entrar em cena. Cada ator se preparava para proferir em grego o embate agonístico que dá início a esse espetáculo “sem pé nem cabeça”, conforme o comentário elogioso de um crítico da Folha de São Paulo. Eu aguardo tenso, repasso na cabeça as palavras que devemos lançar uns contra os outros, em tom intimidatório e desenfreada correria. Passeio os olhos em meio ao público e percebo nosso narrador recuado do microfone alguns metros – ele parece desorientado. Aproximo-me, ele me conta que perdeu seu texto. Enfio a mão no bolso de sua calça, onde encontro o maço de folhas por inteiro. O ator olha os papéis que estendo à sua frente, parece não reconhecê-los, põe e tira os óculos, e murmura que desta vez não participa da apresentação – esta é a noite de sua morte. Trocamos algumas palavras e minutos depois, aliviado, vejo-o de volta ao microfone. Mas sua voz, em geral tão trêmula e vibrante, soa agora pastosa e desmanchada. Na cena seguinte dessa peça intitulada Dédalus, eu sou Hades, rei do Inferno, e ele já não é o narrador, mas sim o barqueiro Caronte, que levará Orfeu até Eurídice. Mas entre uma remada e outra dessa viagem, bruscamente ele interrompe a cena, atravessa o palco na diagonal e dirige-se à saída do teatro, uma portinhola que dá para a rua. Já ali, eu o encontro sentado na mais cadavérica imobilidade, balbuciando sua exigência de uma ambulância – chegou a sua hora. Ajoelho-me ao seu lado e ele diz: “Vou para o charco”. Como assim? pergunto eu. “Vou virar sapo”. O príncipe que virou sapo, respondo, pensando que nesta nossa primeira tournée artística ele viaja com sua namorada recente, é como uma lua de mel. Mas ele retruca, de modo inesperado: “Mensagem para o ACM”. Sem titubear digo que “estou fora”, não sou amigo do ACM, melhor mandar o ACM para o charco e ficarmos nós dois do lado de fora. Depois a situação se alivia, ao invés da ambulância ele pede um cheesburger do McDonald´s, conversamos sobre o resultado da loteria em que apostamos juntos e o que faremos com os milhões que nos esperam. Ouço os aplausos finais vindos de dentro do teatro, o público começa a retirar-se. O que eles vêem quando saem pela mesma portinhola que dá para rua é Hades, rei do inferno (meu personagem) ajoelhado aos pés de Caronte morto-vivo, pelo que recebemos uma reverência respeitosa de cada espectador que passa por nós, para quem essa cena íntima parece fazer parte do espetáculo. Foi tudo por um triz, é por um triz que nos apresentamos, é por um triz que não morremos, mas nada disso deve ser ocultado, é um ingrediente que faz parte dessa estética, ou dessa ética..<br />    <br />    Passo agora a meu segundo exemplo. É o primeiríssimo ensaio da Cia, realizado ainda nas dependências do Hospital-Dia &quot;A Casa&quot;. Num exercício teatral sobre os diferentes modos de comunicação entre seres vivos, pergunta-se a cada pessoa do grupo que outras línguas fala, além do português. Um paciente que nunca fala, apenas emite um som anasalado semelhante a um mantra disforme, responde imediatamente e com grande clareza e segurança, de todo incomuns nele: alemão!. Surpresa geral, ninguém sabia que ele falava alemão. E que palavra você sabe em alemão? Ueinzz.. E o que significa Ueinzz em alemão? Ueinzz.. Todos riem – eis a língua que significa a si mesma, que se enrola sobre si, língua esotérica, misteriosa, glossolálica. Às vezes ela é acompanhada de um dedo em riste, outras de uma excitação que desemboca num jorro de urina calça abaixo. Inspirados no material coletado nos laboratórios, os diretores trazem ao grupo sua proposta de roteiro: uma trupe nômade, perdida no deserto, sai em busca de uma torre luminosa, e no caminho cruza obstáculos, entidades, tempestades. Ao cruzar um oráculo, em sua língua sibilina ele deve indicar o rumo que convém aos andarilhos. O ator para o oráculo é prontamente designado: é este que fala alemão. Ao lhe perguntarem onde fica a torre Babelina, ele deve responder: Ueinzz. O paciente entra com rapidez no papel, tudo combina, o cabelo e bigode bem pretos, o corpo maciço e pequeno de um Buda turco, seu jeito esquivo e esquizo, o olhar vago e perscrutador, de quem está em constante conversação com o invisível. É verdade que ele é caprichoso, quando lhe perguntam: Grande oráculo de Delfos, onde fica a torre Babelina?, às vezes ele responde com um silêncio, outras com um grunhido, outras ele diz Alemanha, ou Baurú, até que lhe perguntam mais especificamente, Grande oráculo, qual é a palavra mágica em alemão? e aí vem, infalível, o Ueinzz que todos esperam. De qualquer modo, o mais inaudível dos pacientes, o que faz xixi na calça e vomita no prato da diretora, caberá a ele a incumbência crucial de indicar ao povo nômade a saída das Trevas e do Caos. Depois de proferida, sua palavra mágica deve proliferar pelos alto-falantes espalhados pelo teatro, girando em círculos concêntricos e amplificando-se em ecos vertiginosos, Ueinzz, Ueinzz, Ueinzz. A voz que nós em geral desprezávamos porque não ouvíamos, a ruptura a-significante, como diria Guattari, encontra aí, no espaço cênico e ritual, uma eficácia mágico-poética. Quando a peça é batizada com esse som, temos dificuldade em imaginar como se escreve isto: Wainz, ou weeinzz, ou ueinz? O convite vai com weeinz, o folder com ueinzz, o cartaz brinca com as possibilidades de transcrição, numa grande variação babélica. Hoje somos a Cia Teatral Ueinzz.<br /><br />    Aqui vai um fragmento que extrapola o domínio teatral. Fomos convidados para um convívio de uma semana com os atores do Théâtre du Radeau, no Sul da França, num projeto de afetação recíproca. O diretor daquela trupe é François Tanguy, um maluco genial, que entrou com nosso grupo num grau de empatia, corpo-a-corpo, comunicação xamânica dificilmente imaginável, apesar da barreira absoluta da língua. Um dia, um de nossos atores perguntou ao François se fomos convidados porque éramos anjos decaídos. Quando nos preparávamos para nossa apresentação, François colocou sobre as costas desse ator uma imensa asa feita de pano caída, corroborando a imagem do anjo decaído, e foi com ela que ele se apresentou. Foi nesse ínterim que aconteceu o mais inusitado. Esse ator havia proposto a Laurence, uma das atrizes da Cia francesa, um casamento. Ela era bem mais velha, talentosíssima, e quando compreendeu de maneira performática o teor da proposta, acolheu-a imediatamente. E esse casamento de fato aconteceu, num clima feérico,  ela vestida com um esplêndido véu de noiva, ele com uma suntuosa capa de veludo verde, como um príncipe russo, e uma gigantesca máscara de veado que lhe foi posta sobre a cabeça, toda rendada e transparente. Os convivas vestiram perucas exóticas, e assim deu-se o casamento do anjo caído e a atriz calejada. Algo do limite entre razão e desrazão, loucura e sanidade, fantasia e realidade, foi aí deslocado, e assumido coletivamente, ritualmente, performaticamente. A atriz, que nunca havia casado, agradeceu a ele e insistiu que ele era a única pessoa no mundo que poderia ter-lhe proposto e propiciado essa alegria.. Finda a festa, despediram-se como dois amigos, atores, performers. Vida e arte se misturam, mas num jogo aberto.  <br /><br />    Mais recentemente aconteceu-nos algo mais raro. Recebemos a proposta de uma artista plástica franco-argentina, Alejandra Riera, de fazer o que ela chamou de &quot;enquete sobre nosso entorno&quot;. Dessa vez, saímos com microfone e camara na mão, pela cidade de São Paulo, entrevistando pessoas comuns, lançando contra elas perguntas à queima roupa, espontâneas, não preparadas.. O entrevistado acha que do outro lado tem um jornalista, e o entrevistador com suas questões vitais embaralha a situação midiática. Por exemplo, um vendedor de amendoim diante da Assembléia Legislativa é perguntado sobre qual é a magia do seu lugar.. ele não entende, e o ator retoma.. qual é o prazer? Ele ainda não entende, e pergunta : o senhor quer dizer o dinheiro? Não, o ator se exaspera e diz, caramba, sua vida, qual é o sentido da sua existência? E o outro, depois de um longo silêncio, em que parece que toda sua vida desfila diante de si, responde, ah.. o sofrimento... Ou na Praça da Sé, um profeta de rua, descendente de preto velho, diz ele, prevê que vai chover, e em alguns minutos começa um dilúvio, e em meio a uma chuva torrencial, começam a se perguntar se Deus existe ou não.. Diálogos dostoevskianos, em meio à tempestades tropicais.. Nesses diálogos esquisitos, o louco deixa de ser louco para ser aquele que tem o direito de fazer a pergunta que todos calam, e cada um é desinvestido de sua roupagem cotidiana e seu papel social, fazendo surgir no nosso entorno a inquietante normalidade que nos rodeia. Esse projeto foi convidado a integrar a Documenta XII de Kassel, a  mais importante exposição de arte contemporânea do mundo, com várias horas de vídeo gravadas pela Alejandra Riera exposta numa instalação. A convite da exposição, parte do grupo foi levada a Kassel para continuar ali essa experiência, nas ruas da cidade alemã, ou numa comuna ali perto, ou nas portas da Volkswagen, ou na ex-central da Gestapo em Kassel, ou na rua onde o primeiro transeunte entrevistado, assim ao acaso, é um ex-general iraquiano exilado, muito amigo de Sadam Hussein. Não tenho tempo de contar a dimensão sublime, hilária, dessa Nau dos Insensatos aportando no centro germânico da arte internacional e por horas parada discutindo o sentido metafísico de algumas obras. Isso tudo apenas nos deu a dimensão da potência expansiva de um dispositivo, afinal, tão minúsculo como uma pequena companhia de teatro, que nas suas derivas vai revelando algo de si e do mundo, e criando outros mundos. Apenas de volta a São Paulo, Miriam Chnaiderman nos convidou a participar de um filme dela e do Reinaldo, sobre sobreviventes.. <br />Pois bem, talvez se trate justamente disso: da relação entre práticas estéticas e vidas precárias no contexto contemporâneo. Eu diria assim: o que está em jogo nesse dispositivo teatral ou parateatral, é a subjetividade singular dos atores, e nada mais. Isto é, o que está em cena sempre é uma maneira de perceber, de sentir, de vestir-se, de mover-se, de falar, de pensar, de perguntar, mas também uma maneira de representar sem representar, de associar dissociando, de viver e de morrer, de estar no palco e sentir-se em casa simultaneamente, nessa presença precária, a um só tempo plúmbea e impalpável, que leva tudo extremamente a sério e ao mesmo tempo “não está nem aí”, como o definiu depois de sua participação musical numa das apresentações o compositor Livio Tragtemberg – ir embora no meio do espetáculo atravessando o palco com a mochila na mão porque sua participação já acabou, ora largando tudo porque chegou a sua hora e vai-se morrer em breve, ora atravessar e interferir em todas as cenas como um líbero de futebol, ora conversar com o seu ‘ponto’ que deveria estar oculto, denunciando sua presença, ora virar sapo...  Ou então grunhir, ou coaxar, ou como os nômades de Kafka em A Muralha da China, falar como as gralhas, ou apenas dizer Ueinzz... <br /><br />    Não consigo deixar de pensar que é esta vida em cena, “vida por um triz”, que faz uma das peculiaridades desse trabalho, e que dá às vezes a impressão, para alguns espectadores, de que são eles os mortos-vivos, e que a vida verdadeira está do lado de lá do palco. Isto não é gratuito. Num contexto marcado pelo controle da vida (biopoder), as modalidades de resistência vital proliferam de maneiras as mais inusitadas. Uma delas consiste em pôr literalmente a vida em cena, não a vida nua e bruta, como diz Agamben, reduzida pelo poder ao estado de sobrevida, em meio ao niilismo terminal que presenciamos a cada dia, a vida besta, a vida bovina, o ciberzumbi, o homo otarius que cruzamos a cada esquina e que nós mesmos somos diariamente, mas a vida em estado de variação, modos “menores” de viver que habitam nossos modos maiores e que no palco ou fora dele ganham às vezes visibilidade cênica ou performática, mesmo quando se está à beira da morte ou do colapso, da gagueira ou do grunhido, do delírio coletivo ou da experiência-limite. No âmbito restrito ao qual me referi aqui, o teatro pode ser um dispositivo, entre outros, para a experimentação hesitante e sempre incerta, inconclusa e sem promessa, de reversão do poder sobre a vida em potência da vida, do biopoder em biopotência, redesenhando inteiramente a geografia de nossa perversão, expropriação, clausura, silenciamento. <br /><br />    Agora eu gostaria de retomar isso num contexto mais amplo. Pois é inegável. Por um lado, o poder tomou de assalto a vida. Isto é, o poder penetrou todas as esferas da existência, e as mobilizou inteiramente, e as pôs para trabalhar. Desde os gens, o corpo, a afetividade, o psiquismo, até a inteligência, a imaginação, a criatividade, tudo isso foi violado, invadido, colonizado, quando não diretamente expropriado pelos poderes. Mas o que são os poderes? Digamos, para ir rápido, com todos os riscos de simplificação: as ciências, o capital, o Estado, a mídia.  Os mecanismos diversos pelos quais eles se exercem são anônimos, esparramados, flexíveis, rizomáticos. O próprio poder se tornou &quot;pós-moderno&quot;, ondulante, acentrado, reticular, molecular. Com isso, ele incide sobre nossas maneiras de perceber, de sentir, de amar, de pensar, até mesmo de criar. Se antes ainda imaginávamos ter espaços preservados da ingerência direta dos poderes (o corpo, o inconsciente, a subjetividade), e tínhamos a ilusão de preservar em relação a eles alguma autonomia, hoje nossa vida parece integralmente subsumida a tais mecanismos de modulação da existência. Até mesmo o sexo, a linguagem, a comunicação, a vida onírica, mesmo a fé, nada disso preserva já qualquer exterioridade em relação aos mecanismos de controle e monitoramento. Para resumí-lo numa frase: o poder já não se exerce desde fora, nem de cima, mas como que por dentro, pilotando nossa vitalidade social de cabo a rabo. Não estamos mais às voltas com um poder transcendente, ou mesmo repressivo, trata-se de um poder imanente, produtivo. Esse biopoder não visa barrar a vida, mas encarregar-se dela, intensificá-la, otimizá-la. Daí também nossa extrema dificuldade em resistir, já mal sabemos onde está o poder, e onde estamos nós, o que ele nos dita, o que nós dele queremos, nós próprios nos encarregamos de administrar nosso controle. Nunca o poder chegou tão longe e tão fundo no cerne da subjetividade e da própria vida como nessa modalidade contemporânea do biopoder.  <br /><br />    Mas quando parece que “está tudo dominado”, como diz a letra do funk, no extremo da linha se insinua uma reviravolta: aquilo que parecia submetido, controlado, dominado, isto é, “a vida”, revela no processo mesmo de expropriação, sua potência indomável. Tomemos apenas um exemplo. O capital precisa hoje, não mais de músculos e disciplina, porém de inventividade, de imaginação, de criatividade, de invenção, do que alguns chamam de força-invenção. Mas essa força-invenção, de que o capitalismo se apropria e que ele faz render em seu benefício próprio, não emana dele, e no limite poderia até prescindir dele. É o que se vai constatando aqui e ali: a verdadeira fonte de riqueza hoje é a inteligência das pessoas, sua criatividade, sua afetividade, e tudo isso pertence, como é óbvio, a todos e a cada um, não ao capital, nem ao Estado, nem às ciências, nem à mídia. Três meninos e um computador, e já temos um novo software, um cd, uma revista, uma pequena máquina de guerra com efeitos imponderáveis. Aquilo que parecia inteiramente submetido ao capital, ou reduzido à mera passividade, a “vida”, a &quot;inteligênica&quot;, a &quot;afetividade&quot;, a &quot;sociabilidade&quot;, aparece agora como reservatório inesgotável de sentido, manancial de formas de existência, germe de direções que extrapolam as estruturas de comando e os cálculos dos poderes constituídos.<br /><br />    Seria o caso de percorrer essas duas vias maiores como numa fita de Moebius, o biopoder, a biopotência, o poder sobre a vida, as potências da vida. Então, se hoje o capital penetra a vida numa escala nunca vista e vampiriza sua força de criação, o avesso também é verdadeiro: a própria vida revida. E se as maneiras de ver, de sentir, de pensar, de perceber, de morar, de vestir tornam-se objeto de interesse e investimento do capital, elas passam a ser fonte de valor e podem, elas mesmas, tornar-se um vetor de valorização. Por exemplo, quando um grupo de presidiários compõe e grava sua música: o que eles mostram e vendem não é só sua música, nem só suas histórias de vida escabrosas, mas seu estilo, sua percepção, sua revolta, sua causticidade, sua maneira de vestir, de “morar” na prisão, de gesticular, de protestar – sua vida. Seu único capital sendo sua vida, no seu estado extremo de sobrevida e resistência, é isso que eles capitalizaram e que assim se autovalorizou e produziu valor. Nessa perspectiva, se é claro que o capital se apropria da subjetividade e das formas de vida numa escala nunca vista, a subjetividade é ela mesma um capital biopolítico de que cada vez mais cada um dispõe, virtualmente, sejam os ditos periféricos, ditos loucos, detentos, índios, mas também todos e qualquer um e cada qual com a forma de vida singular que lhe pertence ou que lhe é dado inventar – com conseqüências políticas a determinar.<br /><br />    Num livro recente, Maurizio Lazzarato evocou a hipótese instigante de que o capitalismo contemporâneo, mais do que um modo de produção, é uma produção de mundos. Trocando em miúdos: a empresa contemporânea, diferentemente da fábrica fordista, não cria a mercadoria, mas antes o mundo no qual a mercadoria existe, faz sentido, pode ser cobiçada e consumida. Através da pesquisa, do marketing, da concepção, da comunicação, a empresa propõe um mundo virtual que o consumidor deve atualizar, na medida em que se dispõe a pertencer a esse mundo proposto, aderindo aos desejos, crenças, inteligências que o compõem. Ou seja, na medida em que efetua essa forma de vida que lhe é proposta, e a sensibilidade que lhe corresponde. Por exemplo, esposando uma maneira de se vestir, de comer, de comunicar, de habitar, de se deslocar, de sonhar etc. Portanto, como diz Lazaratto, a guerra econômica é também uma guerra estética, um combate entre formas de vida, entre maneiras de viver e de sentir. Claro que os mundos e as formas de vida e as maneiras de sentir e as subjetividades que o capitalismo produz e multiplica são banais, formatadas, normalizadas, por isso são majoritárias, e nos obrigam ao sistema da múltipla escolha entre possíveis préviamente estabelecidos. Resta saber em que medida, diante disso, todos e qualquer um, por mais anônimo que seja, ou por mais louco, índio ou preso, é também, virtualmente, criador de mundo, na medida em que toma posse de sua maneira singular de ser, sentir, desejar, crer, habitar, locomover-se, falar, afetar. Por conseguinte, nessa guerra estética onde coexistem agonisticamente múltiplos mundos no interior de um mesmo mundo estourado, o universo paralelo da loucura deixa de ser apenas uma dimensão solipsista e desqualificada, para incorporar-se à polifonia sensível e afetiva de um mundo plural, fazendo valer sua sonoridade no seio do que recentemente um músico paulista batizou como Neurópolis. Mas não só o universo da loucura, mas todos os universos paralelos que se criam todos os dias, inclusive aqui.<br /><br />    Permitam-me, portanto, ampliar essas observações para o âmbito desse encontro. Creio que várias das experiências aqui presentes demonstra que foi criado senão um novo mundo, um novo modo de cooperação, de associação, de afetação e de intervenção urbana. Uma das experiências mais surpreendentes de que tive notícia, nesse âmbito, em termos de reconfiguração do circuito de fluxos e trocas culturais, é o cubocard, moeda criada por iniciativa do Espaço Cubo, em Cuiabá. Embora seja difícil imaginar uma economia de escambo em nosso milênio cibernético, o circuito produtivo e expansivo ali se constituiu à revelia da grande mídia e da economia vigente. Trata-se de uma cadeia de valoração autônoma, onde músicos, artistas, técnicos, trocam serviços e sustentam uma produção intensa e independente, praticamente sem depender de financiamentos externos ou patrocínios eventuais ou reconhecimento midiático. Tão forte se tornou esse mecanismo, e a tal ponto mudou o panorama cultural da cidade, que o poder público não pôde deixar de se interessar, percebendo que a produção vital dava-se justamente nessa zona de autonomia temporária. Assim, foi a reboque, inserindo-se no circuito, injetando recursos, mas também fazendo uso dos cubocards obtidos em troca para solicitar a presença das bandas em seus eventos. Do mesmo modo a iniciativa privada se inseriu, entendendo que a economia cultural aí emergente, e o público que ali circulava, reconfigurava a dinâmica local. De modo que esse circuito começou a ditar uma nova sensibilidade musical, uma nova sociabilidade associativa, um novo empreendedorismo biopolítico. Essa solução já se estende para outras cidades do país, e não há razão para que não seja transposta a nível nacional, como o propôs Pablo Capilé, seu inventor. Se acompanhamos a proposta de seu amigo, o poeta Makely Ka, juntamente com o espaço criado por ele em Belo Horizonte a partir de uma atividade associada aos catadores de papel, o desafio consiste hoje em criar uma “contra-indústria”, uma guerrilha cultural, circuitos paralelos, novas cadeias de valor, com o que, necessariamente, se desatam os nós da cadeia produtiva hegemônica, validando a autoprodução em todas as suas etapas, e em todos os lugares, pondo em xeque a idéia de eixo cultural – cada ponto da rede num mundo globalizado é um foco de irradiação cultural soberano. Assim, muda a relação centro/periferia, a dependência em relação às instituições reconhecidas, bem como os clichês sobre inclusão social, precariedade, reivindicação, conflito. A meu ver, essa inteligência coletiva em ação, sem ingenuidade alguma, tem a clara consciência  de que o capital imaterial de que todos dispõem – isto é, a força-invenção a que me referia, que é patrimônio de todos e de qualquer um seja lá onde estiver, tem meios de negociar e de driblar os mecanismos de captura vários, provenientes do poder público, da iniciativa privada, bem como da máquina midiática. Ou seja, está a seu alcance a potência de reinventar a subjetividade coletiva, os meios de produção, de troca e de consumo, a própria mídia. Tenho a impressão que muitos dos grupos aqui presentes, assim como o nosso, vive na carne a constatação de que o capital maior é a própria vida, e que sua potência de expansão e de constituição extrapola o poder do capital e o sequestro da vitalidade social dali advinda. É uma pequena revolução biopolítica. <br /><br />    Quando o jovem criador do Cubo, num evento recente, insistiu em que todos aqueles grupos se mobilizassem para estarem presentes nesse encontro dos pontos de cultura do Brasil em Belo Horizonte, e quando o poeta mineiro ressaltou que havia ao todo, espalhados pelo país, pelo menos 20 mil focos de guerrilha cultural, o que constituía um poder de fogo nada desprezível que era preciso fazer somar, está claro que há uma nova sensibilidade crescente, e que nas ultimas décadas houve uma pequena revolução que não é apenas tecnológica, e que colocou ao alcance de praticamente todos, por mais desvalidos e precários ou supostamente excluídos que possam ainda ser considerados ou se considerarem, a possibilidade de se munir dos meios técnicos e associativos, e de criar agenciamentos coletivos que os sustentem, numa guerrilha generalizada, guerrilha semiótica, afetiva, vital, econômica, num contexto em que o controle molar e o molecular se ajustam, e que portanto, é preciso revidar no mesmo plano sem descuidar do resto, e no limite, reinventar a própria moeda, reativando um espaço comum que havia sido privatizado. Ou seja, quando esse espaço &quot;comum&quot; virtualmente presente é acionado e mobilizado, o jogo parece revirado. A clareza sobre o capital biopolítico, sobre a inteligência coletiva, sobre a potência performática e a propagação a-significante, a igual clareza com a qual vejo aqui avaliarem as relações eventuais porém não imprescindíveis com o poder público e a iniciativa privada e as instituições ditas culturais, a astúcia com que alguns usam os apoios e os driblam contra o contexto que os tende a capturar, jogando merda no ventilador o tempo todo (financiados por uma empresa de telefonia, fazem uma música que começa assim: desliguem seus celulares..), num misto de legalidade e ilegalidade que lembra a estratégia dos intermitentes do espetáculo na França (que ao empreenderem com grande engenho lúdico uma greve nacional de artistas, que esvaziou inteiramente a indústria do turismo no sul da França, obrigaram o governo a negociar a manutenção de um sustento para os períodos de entre-safra), enfim, a lucidez sobre o compartilhamento e também uma espécie de inconsciência mobilizada, que detecta os impasses e reinventa as saídas prováveis porém não necessárias, a antenagem ímpar para o bombardeio semiótico e os revides possíveis, testemunham no mais alto grau da inventividade micropolítica, da mutação na sensibilidade coletiva, como dizia Guattari, que curto-cicuitam o regime dito hegemônico sem perderem sua energia nos confrontos diretos e fadados ao fracasso. Desde o grupo de motoboys em São Paulo que usam seus celulares como câmaras indiscretas e jogam seus filmes diretamente na rede, driblando o olhar midiático sobre a cidade, com mais de cem mil visitas por dia em seu site, até aquele performer solitário que é um dos primeiros a chegar ao local do acidente da TAM em Congonhas e com seu celular se faz de representante da ABIN em voz alta em meio aos policiais e bombeiros, negando ou permitindo a aterrissagem de helicópteros e simulando que é ele quem monitora o território de pouso, enquanto com o outro ouvido vai captando as notícias da CNN que informam, entre outras coisas, a chegada iminente (de helicóptero) do governador Serra, e em seguida ele simula em voz alta autorização para o pouso desse mesmo hilicóptero, vejo pequenas máquinas de guerra por toda parte, introduzindo um fator caos ou disseminando germes para uma nova sensibilidade. Loucos, ilegais, favelados, poetas, músicos, desempregados, precários, invisíveis de todo tipo percorrem nossas cidades e reivindicam outra coisa, para a qual não temos ainda um nome. Todos eles têm consciência da desproporção presente na relação de forças, dos biopoderes vigentes e seu racismo hegemônico e escravagista, para retomar os termos de Giuseppe Cocco e Toni Negri na sua análise da América Latina, da perversão das leis de incentivo e da manipulação do grande capital, da máfia que domina nosso Congresso, da servidão maquínica, das semióticas capitalísticas que se dirigem diretamente aos afetos, porém nada disso parece desmobilizá-los, ao contrário... e ao recusarem a designação de periferia, ou de excluídos, ou mesmo de minorias, ao rejeitarem o lugar de desvalidos nessa guerra desigual, ao evitarem a guerra frontal ou a militarização da luta ou o ressentimento lamuriento ou a reivindicação assistencialista da inclusão social, sem descuidarem do esforço de atingir, por pressão crescente, a própria legislação vigente, eles, nós, simplesmente reiteramos a afirmação daquilo de que somos portadores, emitindo torpedos de afeto, insistindo na constituição do comum e no jogo de singularidades que parece ser uma obstinada convicção, por mais que na boca de muitos de nós isso leve outros nomes. Todos são, a meu ver, máquinas de guerra que, segundo a própria definição de Deleuze e Guattari, não tem por objeto a guerra, e sim a criação. Mas por que, num contexto em que já não dispomos de qualquer exterioridade dada ou prévia que pudesse ancorar nossa resistência, como há décadas atrás poderia ser o caso do proletário, do marginal, do louco, do artista, num contexto em que todos eles foram devorados, num momento de tamanha homogeneização planetária, em que já não há fora algum e estamos todos dentro de uma megamáquina e seus mecanismos cada vez mais capilares de calibragem dos afetos, inclusive a calibragem do medo e da ameaça, por que justamente aí, nesse momento em que aparentemente a totalidade do planeta, do espaço, do tempo, da existência, do corpo e da subjetividade estão tomados de assalto, por que é justamente em meio a tal ambiência de controle maquínico, com seus efeitos niilísticos, que assistimos a esses revides improváveis e inusitados vindos dos lugares mais inesperados, em que a imaginação biopolítica e a inteligência coletiva desertaram os espaços da representação política ou estética e sua estéril perversão.. Uma coisa é certa: desafiando o sequestro do comum, disseminando seus focos autopoiéticos, de irradiação, contágio e propagação intensivos, eles reconfiguram a subjetividade coletiva e sua potência de afetação... Muitos têm nomes desconhecidos, não têm poder, não dominam as instituições, mal sabemos onde estão, mas é a partir desse limiar flutuante que constrém seu plano de consistência, e fazem de sua vida uma máquina de guerra do tempo presente, se infiltram e desviam e deslocam a lógica brutal da guerra econômica e militar e cultural levada a cabo pelos poderes instituídos.<br /><br />    É nesse horizonte que, a meu ver, seria possível situar a referida experiência de teatro. Há décadas atrás, Foucault ficou seduzido pelos homens infames, suas vidas insignificantes, sem glória, que por um jogo do acaso foram iluminados por um átimo pelo holofote do poder com o qual se defrontaram e cujas palavras pareciam atravessadas por uma intensidade insólita. Talvez já não encontremos essas existencias fulgurantes, embora inessenciais, esses poemas vidas, &quot;partículas dotadas de uma energia tanto maior quanto menores e mais difíceis de serem detectadas..&quot; Diluídos entre os múltiplos mecanismos de poder anônimos, as palavras não gozam mais daquela fulguração teatral e vibração fugaz que Foucault saboreava nos arquivos – é a banalidade que toma o proscênio. Mas no seio dela, a partir de uma autosubjetivação tateante, emissões de singularidade parecem afirmar o desejo de outra coisa. Como diz Deleuze, estamos em busca de uma vitalidade. É nesse diapasão que eu diria que na esquizocenia, termo cunhado por um de nossos diretores para designar essa nossa prática, a loucura pode tornar-se força biopolítica, biopotência. Mas o alcance dessa afirmação extrapola em muito a loucura ou o teatro, e permitiria pensar a função de dispositivos multifacéticos –ao mesmo tempo políticos, estéticos, clínicos– na reinvenção das coordenadas de enunciação da vida. Nas condições subjetivas e afetivas de hoje, um dispositivo “minúsculo” como o que apresentei poderia ressoar com as urgências maiúsculas do presente.<br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">* Peter Pál Pelbart</span> é filósofo e ensaísta. Nasceu em Budapest, estudou em Paris e atualmente vive em São Paulo, onde é professor titular de filosofia na PUC-SP. Escreveu principalmente sobre loucura, tempo e subjetividade. Publicou entre outros livros O Tempo não-reconciliado (Perspectiva) e Vida Capital (Iluminuras). Traduziu várias obras de Gilles Deleuze. É coordenador da Cia Teatral Ueinzz.<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-11-29T12:12:38+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>REPRESENTAçãO IMAGéTICA DAS AFRICANIDADES NO BRASIL</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Editorial<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Africanidades, crenças e resistências</span><br /><span style="font-style: italic;">Denise Camargo</span><br /><br />Representação imagética das africanidades no Brasil nasce da intrincada relação entre crenças e resistências. <br /><br />Durante a concepção deste projeto, acreditou-se fortemente na importância de dar visibilidade às matrizes ancestrais e suas diferentes formas de expressão neste país cuja população de ascendência africana não é minoria, embora haja inúmeros artifícios estatísticos que tentam provar o contrário. <br /><br />Acreditou-se na estratégia das imagens como agenciadora de debates contemporâneos, como uma linha temática, um fio condutor que se entrelaça e aos poucos promove reflexões sobre  o complexo cultural estabelecido pela diversidade, pela diáspora, pela promoção da igualdade racial, pela tradição afro-brasileira formadora da nossa identidade, só para citar alguns caminhos para sua ação.<br /><br />Das imagens, então, resgatam-se nos traços negros vestígios de um modo de viver, o labor cotidiano, o ritual, a gestualidade de corpos que vibram à batida dos tambores, a roda – cosmogonia das africanidades, o tempo cíclico.  São imagens que alfabetizam o olhar. Teriam sido sempre olhados assim? No exercício de suas ancestralidades, pólos de resistência que sustentam todo esse patrimônio cultural? <br /><br />&quot;A fotografia constrói uma identidade social, uma identidade padronizada, que desafia, não raro, o conceito de individualidade, permitindo forjar as mais variadas tipologias&quot;, como nos diz Annateresa Fabris em seu livro Identidades virtuais. A primeira delas é o profundo desconhecimento que os brasileiros têm de suas origens, isto equivale a dizer que não se conhece o território africano, nem os territórios étnicos de onde muitos de nós somos originários. É importante lembrar que a palavra negro adquiriu, por isso mesmo, um significado pejorativo, como nos conta o pesquisador Rafael Sanzio dos Anjos. Ao tratar os negros como mercadoria deu-se origem a um engano secular chamado &quot;raça negra&quot;. <br /><br />A fotografia pode repercutir favoravelmente as diversidades, como nos diz Canclini: &quot;A adoção metafórica de mecanismos ópticos e fotográficos para explicar o funcionamento da ideologia e, em contrapartida, a elaboração de concepções aberrantes sobre a fotografia, baseadas numa reflexão ingênua sobre os processos de conhecimento e de representação do real, contribuíram com esses erros. Acreditamos que a crítica a tais estereótipos é indispensável para se repensar a estrutura do trabalho fotográfico e seu papel nas transformações sociais&quot;. É disso que se trata.<br /><br />Durante a realização deste projeto, dificuldades de toda sorte e muitas rupturas – metáfora das africanidades? Superada pelo ato de resistir propiciado, neste caso, pelas parcerias que surgiram, pela força das crenças, pela sensibilidade do Programa Cultura e Pensamento e da Petrobras a questões desta natureza.<br /><br />O projeto traz, assim, a imagem fotográfica como produtora de conhecimento e capaz de resgatar a idéia de territorialidade, fundamental para a compreensão da cultura negra no Brasil, e preservar os vínculos e a manutenção das ancestralidades. Estes aspectos reforçam o debate contemporâneo brasileiro sobre a diversidade étnica e cultural. É deste lugar, então, que começamos a reconhecer as  africanidades, as identidades, as interterritorialidades e as estratégias das imagens com olhos de contemplação e descoberta.<br /><br />Agradeço à editora-associada Ana Maria Schultze, pela alegria com que compartilhamos madrugadas enfrentando desafios, e pelos tantos outros projetos sonhados com cumplicidade e às gargalhadas. À Lola Lembrou Consultoria Educacional, pela gestão administrativa. A Fernando Fogliano e suas contribuições do Grupo de Pesquisa da Imagem Contemporânea.  A Fernando de Tacca, pelo espaço cedido na revista Studium para a veiculação deste projeto. E a todos os colaboradores, convidados e debatedores por colocarem suas próprias crenças, olhares e imagens também em nossas mãos. Muito obrigada.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29749&more=1&c=1&pb=1">voltar &gt;&gt;</a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-11-26T05:27:01+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>seminário “Memória das Culturas”</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Dias 29 e 30 de novembro, com transmissão pela internet<!--more-->O Seminário propõe um diálogo entre experiências nacionais e internacionais de políticas de acesso e preservação de acervos que levam em conta as questões colocadas pela cultura digital e as formas de produção e distribuição do conhecimento, tendo em vista a memória das culturas.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=31327&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui</span></a> para ver a programação e visite o site do<span style="font-weight: bold;"> Instituto de Estudos Brasileiros/ USP</span> no endereço <a href="http://www.ieb.usp.br/"><span style="font-weight: bold;">http://www.ieb.usp.br/</span></a> para acessar a transmissão e obter mais informações.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Temas do Seminário:</span><br /><br />Diante dos desafios cotidianos para as instituições culturais que lidam de formas múltiplas com os desafios de preservação da memória, destacamos alguns temas:<br /><div style="margin-left: 40px;"><br />•    O acesso de pesquisadores e consulentes ao material integrante dos acervos;<br />•    A reprodução de documentos: direitos autorais, direito de privacidade, estado de conservação material dos documentos;<br />•    A disponibilização para consulta e o acesso ao conhecimento: o fetiche da informação plena ou o mito da biblioteca universal;<br />•    A formação de acervos: critérios e políticas de memória. Os limites do documento, as condições de guarda, políticas de acesso e preservação digital;<br />•    A internet e novas formas de pesquisa. O quê e como disponibilizar, quais os limites para o acesso: a era dos arquivos abertos (OAI).<br /></div><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Organização:</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;">Instituto de Estudos Brasileiros/ USP<br />Biblioteca Guita e José Mindlin/ USP<br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Apoio:</span> Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária/ USP<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Local:</span> Auditório da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária. R. do Anfiteatro, 181 Colméias Favo 17. Cidade Universitária, São Paulo - SP.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Informações: </span>(11) 3091-1149 (9h às 18h)<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php">notícias</a></span><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-11-23T04:48:43+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Seminário “Memória das Culturas”</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Programação<!--more-->

<div style="text-align: left;"><b style=""><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Arial; vertical-align: baseline;"></span></b><span style="font-weight: bold;">29 e 30 de novembro de 2007</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Local:</span> Auditório da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária. R. do Anfiteatro, 181, Colméias, Favo 17, Cidade Universitária. São Paulo - SP.<br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Programação:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">29.11 – quinta-feira</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">Manhã – 9h30</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">I. Acervos: políticas de preservação, expansão e extroversão </span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Thaís Pimentel</span> - Museu Histórico Abílio Barreto (MG)<br /><span style="font-weight: bold;">Dominique T. Gallois e Denise Fajardo -</span> IEPÉ (AP)/FFLCH/USP.<br /><span style="font-weight: bold;">Cornélia Eckert  e Ana Luiza Carvalho da Rocha </span>- BIEV (RS)<br /><span style="font-weight: bold;">Maria Luiza Soares</span> - Casa de Rui Barbosa (RJ)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Coordenação:</span> Marta Amoroso - IEB/FFLCH-USP<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">Tarde – 14h30</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />II. Acervos: políticas de preservação, expansão e extroversão </span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Simone Vieira</span> - Biblioteca do Senado Federal (DF)<br /><span style="font-weight: bold;">Lino Madureira Ferreira </span>- Fundação Joaquim Nabuco (PE)<br /><span style="font-weight: bold;">Anthony Seeger </span>- UCLA/ EUA<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Coordenação:</span> Mariza Lajolo - Universidade Mackenzie/UNICAMP <br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">30.11 – sexta-feira</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">Manhã – 9h30</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><span style="font-weight: bold;">III. Acesso digital e disponibilização de acervos: experiências em confronto</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Tânia Stolze Lima</span> - AmaZone – UFF (RJ)<br /><span style="font-weight: bold;">Antonio Fernando De Franceschi</span> - Instituto Moreira Salles (SP)<br /><span style="font-weight: bold;">Ângela Bittencourt</span> - Biblioteca Nacional (RJ)<br /><span style="font-weight: bold;">Pedro Puntoni</span> – Biblioteca Midlin/ FFLCH/USP <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Coordenação:</span> Adriana Ferrari – Secretaria de Estado da Cultura - SP<br /></div><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">Tarde – 14h30</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">V. Digitalização e propriedade intelectual</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Howard Besser</span> - New York University (EUA)<br /><span style="font-weight: bold;">Imre Simon</span> - IME/USP<br /><span style="font-weight: bold;">Marcos Galindo</span> - Líber/ UFPE<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Coordenação:</span> Demócrito Reinaldo Fº - Instituto Brasileiro de Direito e Política da Informática<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31331&more=1&c=1&pb=1">voltar</a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php"></a></span><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-11-23T04:40:51+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Index Novembro 2</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Index Novembro 2<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-11-12T08:10:37+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Novo espaço de debates na internet</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>O site "Fluxos Musicais", cujo projeto foi contemplado pelo Cultura e Pensamento 2007, traz um novo espaço de debates sobre cultura em uma plataforma colaborativa e multimídia.<!--more-->capa
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-11-10T02:34:00+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRÁTICAS E IDÉIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>A segunda etapa do ciclo de debates sobre o acesso a cultura  acontece em Fortaleza, entre 12 e 21 de novembro. Confira a programação e assista ao vivo pela internet.<!--more-->capa
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-11-09T06:34:47+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - Novembro1</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - Novembro1<!--more--><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-11-08T01:00:42+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>porto Alegre</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div> Programação<!--more-->
Seminário<br />ALÉM DAS REDES DE COLABORAÇÃO<br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Ciclo 1</span> - <span style="font-weight: bold;">PORTO ALEGRE<br /></span>  15 a 18 de outubro<br style="font-weight: bold;" /><br style="color: rgb(153, 51, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Mesa 1: 15/10</span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"> - Segunda-Feira</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">18h</span> - Cerimônia de Abertura<br /><br />- <span style="font-weight: bold;">Sérgio Amadeu </span>(Casper Líbero)<br />- <span style="font-weight: bold;">Nelson Pretto </span>(UFBA)<br />- <span style="font-weight: bold;">Giba Assis Brasil </span>(Casa de Cinema de Porto Alegre)<br />- <span style="font-weight: bold;">Luciana Tomasi</span> (Casa de Cinema de Porto Alegre)<br />- <span style="font-weight: bold;">Sady Jacques </span>(ASL)<br /><br />19h às 22h: <span style="font-weight: bold;">1º Debate - &quot;Politizando as Tecnologias: como as redes reconfiguram a sociedade, a educação e a cultura?&quot;</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />- <span style="font-weight: bold;">Imre Simon</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Nelson Pretto</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Léa Fagundes</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Giba Assis Brasil</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador:</span> Sady Jacques (ASL)<br /></div><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Mesa 2: 16/10 -</span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"> Terça-Feira</span><br style="color: rgb(153, 51, 0);" /><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">18h:</span> Atividade cultural (Teatro)<br /><br />19h às 22h: <span style="font-weight: bold;">2º Debate - &quot;Cultura e Natureza: o que o software tem a ver com os transgênicos?&quot;</span><br /><br />- <span style="font-weight: bold;">Mário Teza</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Pedro Rezende</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">- Marijane Vieira Lisboa</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Abrahm Rubio</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador: </span>Carlos Machado Oliveira (SERPRO/UFRGS)<br /></div><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Mesa 3: 17/10 -</span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"> Quarta-Feira</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">18h:</span> Atividade cultural (Música)<br /><br />19h as 22h:<span style="font-weight: bold;"> 3º Debate - &quot;Convergências: o que códigos tem a ver com música, filmes, jogos e realidades alternativas?&quot;</span><br /><br />- <span style="font-weight: bold;">Pedro Paranaguá</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Ézyo Lamarca</span><br />- <span style="font-weight: bold;">BNegão</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador: </span>Luciana Tomasi (Casa de Cinema de Porto Alegre)<br /><br /></div><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Mesa 4: 18/10 -</span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"> Quinta-Feira</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">18h:</span> Atividade cultural (Cinema)<br /><br />19h as 22h: <span style="font-weight: bold;">4º Debate - &quot;Esfera pública conectada: o que as telecomunicações e a tv digital tem a ver com o comum?&quot;</span><br /><br />- <span style="font-weight: bold;">Sérgio Amadeu</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Marcelo Tas</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Carlos Gerbase</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Luiz Fernando Soares</span><br />- <span style="font-weight: bold;">Guido Lemos</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mediador:</span> Pablo Lorenzzone (ASL)
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-11-07T05:05:29+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Salvador sedia o Fórum Internacional: Mídia, Poder e Democracia</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>assista ao vivo pela internet<!--more-->
<p><br /></p><p><a href="http://www.cult.ufba.br/e_forummpd_prog.html"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui</span></a> para conferir a <span style="font-weight: bold;">programação</span> completa no site do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura.<span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></span></p><p><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a href="http://www.cult.ufba.br/e_forummpd_prog.html"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /></p><p><a href="mms://media.prodeb.gov.br/FORUM"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/Figura2_1194642899.jpg" style="width: 273px; height: 191px;" /></a></p>
<br /><span style="font-weight: bold;">SOBRE O EVENTO</span><br /><br />A discussão acerca das relações entre mídia, poder e democracia está na agenda pública internacional e nacional. São exemplos dessa centralidade: a polêmica sobre a não-renovação das concessões de canais TV; a atenção com o avanço das redes informáticas e a multiplicação de mídias; o debate sobre a televisão digital e a TV pública no país; e os questionamentos sobre o papel da mídia nas eleições. <br /><br />Com o objetivo de debater estas questões, o Fórum Internacional Mídia, Poder e Democracia reúne na capital baiana pesquisadores, profissionais da comunicação, políticos e organizações da sociedade civil do Brasil, da América Latina e Europa. O evento acontece durante os <span style="font-weight: bold;">dias 12, 13 e 14 de novembro</span>, no Salão Atlântico do Hotel Tropical da Bahia, no Campo Grande. Serão seis mesas-redondas, pela manhã e à noite, abordando os seguintes temas: <span style="font-weight: bold;">Mídia e Democracia no Brasil, Democracia e TV Pública, O Papel dos Observatórios de Mídia, Impactos da Mídia sobre a Democracia e a Política, A Sociedade Civil e a Democratização da Comunicação e Mídia e Eleições na América Latina. </span><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br />Fazem parte das mesas pesquisadores como a filósofa e professora da Universidade de São Paulo (USP), <span style="font-weight: bold;">Marilena Chauí</span>; o cientista político e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UFRJ), <span style="font-weight: bold;">Emir Sader</span>; a presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), <span style="font-weight: bold;">Tereza Cruvinel;</span> o diretor do Le Monde Diplomatique, <span style="font-weight: bold;">Ignacio Ramonet;</span> o presidente do Observatório Brasileiro de Mídia, <span style="font-weight: bold;">Bernardo Kucinski</span>; o professor da Universidade de São Paulo e Faculdade Cásper Líbero, <span style="font-weight: bold;">Laurindo Leal Filho</span>; o pesquisador colombiano e professor da Faculdade de Comunicação e Linguagem da Pontificia Universidad Javeriana em Bogotá,<span style="font-weight: bold;"> Camilo Tamayo</span>; e o professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e das Faculdades Hélio Alonso e vice-presidente do Partido Socialista Brasileiro – PSB, <span style="font-weight: bold;">Roberto Amaral</span>; entre outros.<br /><br />O objetivo do Fórum Internacional: Mídia Poder e Democracia é promover o debate sobre a atuação da mídia, suas relações com o poder e sua importância para a consolidação da democracia na atualidade. O Encontro tem como público-alvo pesquisadores, professores, estudantes universitários e cidadãos interessados no tema. As inscrições custam R$ 20 para estudantes e R$ 40 para profissionais e podem ser feitas no Hotel da Bahia, nos dias do evento. <br /><br />O Fórum é promovido pelo Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT), pelo Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (PÓS-CULTURA) da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia e pelo Observatório Brasileiro de Mídia / Media Watch Global. <br /><br />Maiores informações no site <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cult.ufba.br/">www.cult.ufba.br</a>, pelo e-mail <span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 204);">cult@ufba.br</span>, ou telefone (71) 3283-6198.<br /><br /> <br /><br />*<span style="font-weight: bold;">FAPEX</span> - Rua Caetano Moura, 140, Federação, de segunda a sexta, das 8h às 11h30 e das 13h30 às 17h (estudantes devem levar comprovante de matricula). Para pessoas residentes em outras cidades a inscrição pode ser feita via depósito bancário no Banco do Brasil, c/c 603.354-7, agência 3832-6 (a inscrição deve ser confirmada através do fax (71) 3183-8457, com comprovante de matricula  em anexo).<br /><br />Os certificados serão entregues durante o evento apenas para as pessoas que se inscreverem na Fapex até o dia 01 de novembro.<br /><br />Maiores informações: (71) 3183-8460/8459<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php"><span style="font-weight: bold;">outras notícias</span></a><br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-11-06T02:33:21+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Além das Redes de Colaboração</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Sérgio Amadeu, curador e debatedor do evento, comenta os resultados dos debates realizados em Porto Alegre.<!--more-->
<br />A primeira etapa do Seminário '<span style="font-weight: bold;">Além das Redes de Colaboração: diversidade cultural e as tecnologias do poder</span>' aconteceu em Porto Alegre, entre 15 e 18 de outubro, com transmissão ao vivo pela internet através da TV Software Livre, e com possibilidade de interação via chat. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Sérgio Amadeu*</span>, curador do seminário, comenta os resultados dos debates que discutiram aspectos do cenário cibercultural. Confira:<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Qual a sua avaliação acerca da primeira etapa do seminário, realizada em Porto Alegre?</span><br /><br />Considero que a primeira etapa do Ciclo Além das Redes foi excelente. Além do público local, tivemos quase duas centenas de pessoas que acompanharam as exposições pela web TV.  As exposições dos debatedores permitiram iniciar uma decodificação dos processos que emergem de uma sociedade cada vez mais hipermediatizada, onde emergem conflitos e contradições definidores do nosso futuro.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Considerando as impressões resultantes dos debates em Porto Alegre, que perspectivas você aponta para as possíveis transformações culturais e sociais?</span><br /><br />O que os debates permitiram perceber é que existe um jogo de forças complexo no cenário cibercultural. As possibilidades de ampliação da diversidade cultural nas redes informacionais se chocam com as tendências mais gerais da sociedade de controle e do capitalismo cognitivo. A liberdade de criação e do conhecimento está sendo exercida por inúmeros coletivos de ativistas, com resultados fantásticos que vão do software livre à wikipedia, passando pelo movimento creative commons, mas, ao mesmo tempo, a velha indústria cultural quer submeter as redes a sua lógica hierárquica e a seu controle. Os debates em Porto Alegre confirmam que a questão da propriedade intelectual é derradeira para entender o mundo que vivemos, bem como, para imaginarmos como será o futuro.  A educação, a ciência e a cultura estão vivendo um processo de privatização, de  apropriação privada, de ultra-mercantilização, de destruição de sua base comum. Simultaneamente, estamos vendo que as forças de resistência e os defensores de uma cultura livre estão ganhando terreno em todo o planeta. Estes têm a seu favor, a vantagem da Internet ter sido construída fora do controle do capital e dos grandes grupos. As transformações sociais serão resultado destes embate  deste jogo de forças.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Quais as expectativas para a próxima etapa do seminário (em Natal-RN)?</span><br /><br />Acredito que o seminário em Natal permitirá aprofundar as questões e articulações de temas iniciado em Porto Alegre. Penso que ficou mais claro a relação entre as forças que querem controlar as formas de reprodução da vida, como no caso dos  transgênicos, e as forças que querem consolidar um modelo de tecnologia fechada. O conhecimento é a chave de uma sociedade mediada por códigos. Acho que em Natal, poderemos mostrar que a liberdade para o conhecimento exige a transparência dos códigos de comunicação. Isto será cada vez mais uma questão de cidadania, da defesa dos direitos a ter direitos em um mundo digital. Penso também que o debate sobre o futuro da esfera pública terá grande relevância no resultado final deste ciclo. O material, textos e imagens, resultantes do ciclo será de grande valia e permitirá que o debate continue nas escolas, pontos de cultura e telecentros.  Acho que a Casa de Cinema está realizando um trabalho fantástico que dará uma grande qualidade para nossas produções audiovisuais.<br /></div><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais</span></a> sobre o evento e confira a programação completa do seminário em Natal/RN, que acontece entre <span style="font-weight: bold;">7 e 10 de novembro</span>.<br /><br /><br /><br /><font size="1" style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-weight: bold;">*SÉRGIO AMADEU</span> Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1989), mestrado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (2000) e doutorado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (2005). Atualmente é professor permanente da Faculdade de Comunicação Social Casper Líbero. Tem experiência na área de Tecnologia da Informação e Política Tecnológica. Pesquisa a Comunicação Mediada por Computador e a teoria da propriedade dos bens imateriais. Desenvolve trabalhos nos seguintes temas: inclusão sociodigital, tecnologia da informação e comunicação, sociedade da informação, economia informacional, cidadania digital e Internet.<br /></font><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php">outras notícias &gt;</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-29T04:56:55+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Index - outubro4</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Index - outubro4<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-23T05:05:48+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Index - outubro 4</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Index - outubro 4<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-23T10:28:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina Imagens - Outubro 4</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina Imagens - Outubro 4<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-23T10:27:11+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Estado x mercado</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Por Roberto Vital Anau<!--more-->
capa
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-19T08:35:23+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A Cultura Além do Digital: transcrições dos debates</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>O seminário discutiu as transformações produzidas no âmbito da tecnologia no contexto dos processos sócio-culturais da contemporaneidade.<!--more-->teste
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-19T08:32:21+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>TRANSCRIçõES EDITADAS DOS DEBATES</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>A Cultura além do digital - mesa 5<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">    ESTRATÉGIAS E POLÍTICAS</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;">• perspectivas de democratização do acesso à produção e distribuição dos bens culturais<br />• estratégias das grandes empresas diante das transformações tecnológicas<br />• o que muda nas relações entre Estado, grande empresa e sociedade?<br />• quem é o dono do espectro?<br />• novas saídas de negócio<br /></div><span style="text-decoration: underline;">                   </span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/transcri%E7%F5es%20semin%E1rio%20-%20mesa%205_1192833835.pdf"><span style="font-weight: bold;">transcrições.pdf&gt;&gt;</span></a><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">onde e quando:</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE:</span> 12/12/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro - RJ:</span> 13/12/2006<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">com:</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Gustavo Gindre<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Indecs/Intervozes, RJ</span></span><br />doutorando
em História das Ciências, das Técnicas e Epistemologia na UFRJ, é
coordenador-executivo do Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação
e Cultura (INDECS) e membro eleito para o Comitê Gestor da Internet no
Brasil.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Luis Erlanger<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Rede Globo, RJ</span></span><br />jornalista,
diretor da Central Globo de Comunicação, sendo o executivo responsável
pelas estratégias para Comunicação Institucional e Propaganda, assim
como pelas Ações Sociais da TV Globo.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Silvio Meira<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">CESAR, PE</span></span><br />cientista-chefe
do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife, C.E.S.A.R.; além
de professor de engenharia de software do centro de informática da UFPE
é consultor de políticas e estratégias de informação e informática.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-19T07:42:42+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>TRANSCRIçõES EDITADAS DOS DEBATES</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>A Cultura além do digital - mesa 4<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">DIÁLOGOS ENTRE DIFERENÇAS</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;">• o acesso e o direito à cultura<br />• a descentralização da produção cultural<br />• a transformação social e produção de novos conteúdos<br /></div><span style="text-decoration: underline;">                    </span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/transcri%E7%F5es%20semin%E1rio%20-%20mesa%204_1192833466.pdf" style="font-weight: bold;">transcrição.pdf&gt;&gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">onde e quando:</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE:</span> 11/12/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro - RJ:</span> 12/12/2006<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">com:</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Joanildo Burity<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Fundação Joaquim Nabuco, PE</span></span><br />professor
da Universidade Federal de Pernambuco, é pesquisador da Fundação
Joaquim Nabuco e Parecerista ad-hoc da Theory Culture Society Centre.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Jader Gama<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">@IDA, PA</span></span><br />é coordenador do PROJETO PURAQUÊ, criado pela Associação dos Amigos da Inclusão Digital Cidadã da Amazônia.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Carlos Afonso<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">FGV-RJ</span></span><br />mestre
em Direito Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ),
é coordenador adjunto do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) e
professor de Direito Civil da FGV Direito Rio.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-19T07:36:56+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>TRANSCRIçõES EDITADAS DOS DEBATES</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>A Cultura além do digital - mesa 3<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">REDEFININDO PÚBLICOS E NOVOS SENTIDOS DAS CULTURAS<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><br /></span><div style="margin-left: 40px;">• as transformações das noções de cultura e de público<br /></div><div style="margin-left: 40px;">• a entrada definitiva da cultura no reino da economia<br />• as mudanças no campo da propaganda, da informação e do lazer<br /></div><span style="text-decoration: underline;">                    </span><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/transcri%E7%F5es%20semin%E1rio%20-%20mesa%203_1192832734.pdf">transcrição.pdf&gt;&gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"><br />onde e quando:</span><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE:</span> 07/12/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro - RJ:</span> 08/12/2006<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">com:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Isabela Cribari<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">FJN, PE</span></span><br />documentarista
e produtora de cinema, acumulando mais de 100 produtos audiovisuais,
muitos deles premiados; é autora do livro Produção e Administração de
Obras Audiovisuais e organizadora do livro Produção Cultural e
Propriedade Intelectual.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">André Lemos<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">UFBA</span></span><br />pesquisador
do tema “Cibercidades”, consultor da Fapesp, CNPq e CAPES, professor da
Faculdade de Comunicação da UFBA, atualmente dirige o Centro
Internacional de Estudos Avançados e Pesquisa em Cibercultura.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Luis Fernando Moncau<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">IDEC, SP</span></span><br />advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Eduardo Homem<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">TV VIVA, PE</span></span><br />jornalista, fundador e coordenador da TV VIVA - televisão comunitária a céu aberto e produtora de vídeos e programas.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-19T07:24:31+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Transcrições editadas dos debates</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>A Cultura além do digital - mesa 2<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">CULTURA DIGITAL É CULTURA LIVRE?<br /><br /></span><br /><div style="margin-left: 40px;">• a livre circulação de obras<br />• mudanças tecnológicas e medidas legais que regulam circulação de conteúdo pela internet<br />• o controle da Informação e o direito dos consumidores<br /></div><span style="text-decoration: underline;">                    </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/transcri%E7%F5es%20semin%E1rio%20-%20mesa%202_1192832246.pdf">transcrição.pdf &gt;&gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">onde e quando:<br /></span><span style="font-weight: bold;">Recife - PE:</span> 06/12/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro - RJ:</span> 07/12/2006<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">com:</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"><br /></span><span style="font-weight: bold;">Ronaldo Lemos<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Creative Commons / FGV-RJ</span></span><br />diretor
do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da Escola de Direito da
Fundação Getulio Vargas; também dirige o Creative Commons no Brasil e
coordena diversos projetos, como Cultura Livre e o projeto
internacional Open Business.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">H. D. Mabuse<br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">RE:Combo, PE</span></span><br />músico
e diretor de arte, transformou-se numa espécie de “ministro da
tecnologia” do movimento manguetown; é um dos criadores do RE:Combo.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Silvia Gandelman</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">PUC-RJ</span><br />é
advogada e professora da Fundação Getúlio Vargas na área de propriedade
intelectual. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pela FGV e
membro da Comissão de Direito Autoral e Entretenimento da OA.B./RJ.<br /><br /><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-19T07:16:38+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>tRANSCRIÇÕES EDITADAS DOS DEBATEDORES</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>A Cultura Além do digital - mesa 1<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;">INOVAÇÃO TENOLÓGICA, MÍDIAS E PROCESSOS CULTURAIS<span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><br /></span><br /><div style="margin-left: 40px;">• da TV analógica à TV digital<br />• as transformações em curso na produção e transmissão de informações<br />• quem são os donos da tecnologia?<br /></div><span style="text-decoration: underline;">                    </span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/transcri%E7%E3o%20semin%E1rio%20-%20mesa%201_1192831455.pdf"><span style="font-weight: bold;">transcrição.pdf &gt;&gt;</span></a><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">onde e quando:</span><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE: </span>05/12/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro - RJ:</span> 06/12/2006<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">com:</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Luiz Fernando Soares <br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">PUC-RJ</span><br />coordenador
do Laboratório Telemídia, da PUC-Rio, é professor e também responsável
pelo desenvolvimento de middleware de suporte às aplicações da TV
Digital (GINGA), em conjunto com a Universidade Federal da Paraíba.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mário Teza </span><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Associação Software Livre, RS</span><br />membro
do Comitê Gestor da Internet do Brasil e do Consortium of Free
Softwares Developers and Users in Latin America and the Caribbean, da
Unesco; foi fundador do Projeto Software Livre do Rio Grande do Sul e
eleito para o Comitê Gestor da Internet no Brasil representando o
Terceiro Setor.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Paulo Bastos Tigre </span><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">UFRJ</span><br />coordenador
do grupo Economia da Inovação do Instituto de Economia da UFRJ, onde é
professor titular; autor do livro Gestão da Inovação: A Economia da
Tecnologia no Brasil.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-19T07:02:19+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Próxima edição da Revista Global discute os padrões contemporâneos da sociedade</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>O projeto editorial, apoiado pelo Cultura e Pensamento, terá série de lançamentos com início no dia 26 de outubro.<!--more-->
A <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1"><b style="font-weight: bold;">Revista Global</b><span style="font-weight: bold;"> </span></a>é uma publicação trimestral que busca ser um espaço de aproximação, articulação e debate entre professores universitários, intelectuais, novos movimentos sociais e artistas. Uma ferramenta que tem como principal objetivo ampliar o debate sobre a radicalização democrática na produção e no acesso à informação. <br /><br />O dia <b>26 de outubro</b> será o primeiro lançamento da próxima edição da revista, que foi aprovada pelo Programa Cultura e Pensamento, do Ministério da Cultura – o programa está apoiando as edições de <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29659&more=1&c=1&pb=1"><b>número 9</b></a> (jul/ago/set) e <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29661&more=1&c=1&pb=1"><b>número 10</b></a> (out/nov/dez) da publicação -, e aborda a discussão <i>Biopolítica e Tecnologias: padrões contemporâneos de emancipação, propriedade, poder e controle</i>. <br /><br />Os eventos de lançamento acontecem no <b>Espaço Bananeiras</b>, com a participação de artistas convidados e da DASPU, ONG em defesa das prostitutas; no <b>Pré-Vestibular da Maré</b>; na <b>Semana Jurídica da UERJ</b>; no E<b>vento sobre Diversidade Sexual na ECO - Escola de Comunicação da UFRJ </b>e no <b>Pré-Vestibular em Brás de Pina.</b><br /><br />Global terá distribuição gratuita nas cidades do <b>Rio de Janeiro</b>, de <b>São Paulo</b>, de <b>Belém</b>, de <b>Porto Alegre</b> e da <b>Bahia.</b> Haverá uma série de lançamentos que mobilizam as várias redes (universitários, pré-vestibulandos, artistas, etc.) que militam na Universidade Nômade.<br /><br /><b><br />Lançamentos no Rio de Janeiro:</b><br /><br />•   <b> Dia 26 de outubro</b>, sexta-feira, às 21h, no Espaço Bananeiras, que fica na Ladeira do Castro - 209, Largo do Guimarães, em Santa Tereza.<br /><br /><b>Artistas convidados:</b> Ade Evaristo e Monaliza Silper, Alex Hamburguer, Alexandre Vogler, Dj André Amaral, Bia Veneu, Clayton Leite, Daniela Mattos, Fabiane Borges, Vj Fernando Timba, Jane Eloy e Natalie, Dj Jonas Ohlsson, Leo Videla, Vj Luiza Pimenta, Negrah e suzaninha, Rubens Pileggi, Sueli Farry e Viviane Rangel.<br /><br /><b>Daspu:</b> A participação da ong DAVIDA com a grife DASPU tem muitas funções, como apresentar sua coleção de roupas eróticas, suas performances sexuais, trazer a discussão sobre o papel da prostituição na história da sociedade, e forçar-nos a pensar o erotismo próprio dos domínios da prostituição. Sua presença é de extrema importância para trazer à tona as questões sobre preconceito, sexualidade e vida pública.<br /><br />•    <b>Primeira semana de novembro</b> no Pré-Vestibular da Maré - Debate com Giuseppe Cocco, Bruno Cava, Alexandre do Nascimento e outros a confirmar.<br /><br />•   <b> De 5 a 9 de novembro</b> na Semana Jurídica da UERJ.<br /><br />•    <b>De 23 a 26 de outubro</b>, a partir das 14h, no Evento sobre Diversidade Sexual na ECO - Escola de Comunicação da UFRJ, evento organizado por iniciativa de alunos da ECO, com distribuição da revista. <b>Local: </b>Fórum de Ciência e Cultura - campus da Praia Vermelha, UFRJ<br /><br />•    Pré-Vestibular em Brás de Pina<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25067&more=1&c=1&pb=1"><b>Clique aqui</b></a> para conhecer as edições especiais de <b>número 6</b> e de <b>número 7</b> - apoiadas pelo Cultura e Pensamento em 2006 - que estão disponíveis para download no formato PDF.<br /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php">outras notícias &gt;&gt;</a><br /><!--[if !mso]>
<style>
v:* {behavior:url(#default#VML);}
o:* {behavior:url(#default#VML);}
w:* {behavior:url(#default#VML);}
.shape {behavior:url(#default#VML);}
</style>
<![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>
 <w:WordDocument>
  <w:View>Normal</w:View>
  <w:Zoom>0</w:Zoom>
  <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>
  <w:PunctuationKerning/>
  <w:ValidateAgainstSchemas/>
  <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>
  <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent>
  <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>
  <w:Compatibility>
   <w:BreakWrappedTables/>
   <w:SnapToGridInCell/>
   <w:WrapTextWithPunct/>
   <w:UseAsianBreakRules/>
   <w:DontGrowAutofit/>
  </w:Compatibility>
  <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel>
 </w:WordDocument>
</xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>
 <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156">
 </w:LatentStyles>
</xml><![endif]--><!--[if gte mso 10]>
<style>
 /* Style Definitions */
 table.MsoNormalTable
	{mso-style-name:"Tabela normal";
	mso-tstyle-rowband-size:0;
	mso-tstyle-colband-size:0;
	mso-style-noshow:yes;
	mso-style-parent:"";
	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
	mso-para-margin:0cm;
	mso-para-margin-bottom:.0001pt;
	mso-pagination:widow-orphan;
	font-size:10.0pt;
	font-family:"Times New Roman";
	mso-ansi-language:#0400;
	mso-fareast-language:#0400;
	mso-bidi-language:#0400;}
</style>
<![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>
 <o:shapedefaults v:ext="edit" spidmax="1027"/>
</xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>
 <o:shapelayout v:ext="edit">
  <o:idmap v:ext="edit" data="1"/>
 </o:shapelayout></xml><![endif]--></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-19T05:51:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>imagens impressos</title>
<link/>
<author/>
<category>Imagens</category><content:encoded><![CDATA[<div>imagens - capas das revistas<!--more-->
<form action="http://pub32.bravenet.com/emailfwd/senddata.php" enctype="multipart/form-data" method="post">
<input type="hidden" value="2701318491" name="usernum" />
<input type="hidden" value="2" name="cpv" />
<!-- DO NOT CHANGE OR REMOVE THE 3 TAGS ABOVE THIS COMMENT-->

<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" align="center">
<tbody><tr>
<td><h3 style="border-bottom: 1px solid black;">Fale conosco</h3></td>
</tr>
<tr>
<td>
<label style="float: left; width: 140px;" for="FirstLastName">Nome:</label><input type="text" style="width: 200px;" maxlength="" value="" id="FirstLastName" name="FirstLastName" /><div style="clear: left; height: 20px;"> </div>

<label style="float: left; width: 140px;" for="Email">Email:</label><input type="text" style="width: 200px;" maxlength="" value="" id="Email" name="Email" /><div style="clear: left; height: 20px;"> </div>

<label style="float: left; width: 140px;" for="Message">Mensagem:</label><textarea style="width: 200px; height: 200px;" id="Message" name="Message" /><div style="clear: left; height: 20px;"> </div>

</td>
</tr><tr>
<td align="right">
<!-- YOU CAN MODIFY THE TEXT WITHIN VALUE="" TO MODIFY YOUR BUTTON TEXT-->
<input type="submit" value=" Enviar " /> <input type="reset" value=" Apagar " />
</td>
</tr>
</tbody></table>
</form>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-17T07:24:34+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Membros da comissão de Seleção do Cultura e Pensamento 2007 comentam o Programa</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Iã Paulo Ribeiro, que presidiu a Comissão, e Celso Athayde, da CUFA (Central Única de Favelas), comentam o Cultura e Pensamento e falam sobre o despertar de idéias e a diversidade de pensamentos que o Programa incentiva. <!--more-->
<br />A comissão de Seleção do Cultura e Pensamento 2007, presidida Por Iã Paulo Ribeiro, selecionou <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">12 projetos</a> de debates que estão sendo realizados este ano. Também foram indicados 14 projetos de debates presencias para receber o <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=30424&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">Selo Cultura e Pensamento</a>, devido à sua relevância cultural e qualidade técnica.<br /><br />Para <span style="font-weight: bold;">Iã Paulo Ribeiro</span>, do SESC São Paulo, o incentivo ao <span style="font-style: italic;">pensar</span>  traz a possibilidade do novo e desperta as idéias adormecidas.<span style="font-weight: bold;"> Celso Athayde</span>, um dos fundadores da CUFA (Central Única de Favelas) e co-autor dos livros <span style="font-style: italic;">Falcão - Meninos do Tráfico</span> e <span style="font-style: italic;">Cabeça de Porco</span>, comenta o encontro de pensamentos e culturas diferentes, característica da “brasilidade estampada nas ações do Programa”.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Leia os textos completos de <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=30434&more=1&c=1&pb=1">Iã Paulo Ribeiro</a> e de <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=30436&more=1&c=1&pb=1">Celso Athayde.</a></span><br /><br /><br />A Comissão de Seleção - que em 2007 foi designada pelo Ministério da Cultura, pela FAPEX, pelo SESC-SP e pelo Ministério da Educação - foi composta também por  Ailton Krenak, Antonio Martins, Cristóvão Tezza, Joanildo Buritiy, Pablo Alabarces, Regina Novaes, Rubens Machado.<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php" style="font-weight: bold;">Outras notícias &gt;</a><br /><br /><br /><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-17T09:00:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - INdex - Outubro3</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - INdex - Outubro3<!--more--><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-14T05:30:27+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens - Outubro3</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens - Outubro3<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-14T05:26:22+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>RELIGIÃO - FORMA DE ESQUECIMENTO DA POLÍTICA?</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>O esquecimento da política<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">SÉRGIO PAULO ROUANET *</span><br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/RELIGI%C3O%20-%20FORMA%20DE%20ESQUECIMENTO%20DA%20POL%CDTICA_Sergio%20paulo%20rouanet_1192306063.pdf">arquivo em pdf &gt;</a><br /><br /><br />Entre as diversas formas de retração, ou recuo, da esfera política, discutidas neste ciclo de conferências, devemos  perguntar  se a religião poderia ser incluída, sem maiores cerimônias, entre os “sucedâneos”  da política, isto é,  entre aquelas formações da cultura  que cumprem a função de substituir a atividade política. Para responder a essa pergunta, e partindo de uma distinção entre integrismo e fundamentalismo, pretendemos  descrever  o desenvolvimento histórico do fundamentalismo  nas  três  principais religiões monoteístas da humanidade: o islamismo, o judaísmo e o cristianismo.  <br /><br />Discutiremos, em seguida, a relação entre a política e formas  “racionais”, ou pelo menos não-violentas, de experiência religiosa. A conclusão é que somente as variantes fundamentalistas da religião podem ser consideradas  incompatíveis com a política democrática. As demais modalidades podem contribuir, ao contrário, para tornar mais vibrante o processo democrático,  preenchendo  os déficits de “sentido” e de entusiasmo cívico que estão transformando nossa democracia numa rotina eleitoral repetida de quatro em quatro anos. Não se trata de pôr em questão o princípio básico da modernidade política, a separação entre a Igreja e o Estado. <br /><br />Trata-se, isso sim, de adotar uma atitude pós-secular, em que processos públicos de argumentação facilitassem um aprendizado mútuo entre crentes e não-crentes, nos quais os primeiros aprendessem a formular suas posições numa linguagem secular, e os segundos se  tornassem mais sensíveis aos valores que vêm da tradição religiosa e estão sendo erodidos pela lógica do mercado.<br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">* SÉRGIO PAULO ROUANET</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> , doutor em ciência política pela USP, é autor de Édipo e o anjo, A razão cativa, As razões do Iluminismo e O espectador moderno. Publicou ensaios nos livros Os sentidos da paixão, O olhar, A crise da razão, Brasil 500 anos: a outra margem do Ocidente e O avesso da liberdade, todos editados pela Companhia das Letras.<br /><br /><br /></span></div><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a>
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-13T05:05:25+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>O esquecimento desde a tradição</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>O esquecimento da política<!--more-->
<br /><span style="font-weight: bold;">RENATO LESSA *</span><br />    <br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-style: italic;">O esquecimento da política não pode ser reduzido a um efeito da contemporaneidade. Desde sua origem, a tradição da filosofia política ocidental traz em si elementos que acolhem e antecipam tal esquecimento: a naturalização da vida social e a conseqüente interposição de limites externos aos sistemas que a organizam são exemplos fortes disso.</span><br /></div><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/O%20ESQUECIMENTO%20DESDE%20A%20TRADI%C7%C3O_RENATO%20LESSA_1192305272.pdf">arquivo em pdf &gt;</a><br /><br />A primeira formulação conhecida a respeito do que pode (e deve) significar a política veio ao mundo dotada de forte radicalidade. O sofista Antífon, ao distinguir o domínio da natureza – regido por leis próprias e infensas ao desígnio humano – do universo das normas sociais – aberto à ação e à criatividade humanas -, indicava, a um só tempo, o campo próprio da política e o seu limite: todos os assuntos que dizem respeito ao que é comum entre os humanos devem estar sob a jurisdição de sua capacidade de juízo e deliberação. Descontados os processos automáticos e misteriosos da natureza e dos desígnios divinos, nada mais deve ser estranho aos humanos. O que se delineia na distinção de Antífon é a inevitabilidade da política, ou seja, a produção de um mundo artificial e comum. A política democrática, segundo essa versão originária, mais do que exigir o envolvimento dos cidadãos nas deliberações públicas, caracteriza-se pela força e pela amplitude de seus desígnios. Entre os humanos não há processos automáticos, imunes à deliberação pública.<br /><br />Em chave mais moderada, também Aristóteles distinguirá o âmbito da política – e o da ética – dos assim chamados processos puramente naturais. A definição de natureza como “substância dos seres que têm em si mesmos, enquanto tais, o princípio de seu movimento” (Aristóteles, Metafísica), se por um lado indica a ordem e a legalidade próprias do mundo não-humano - imune, portanto, à vontade -, indica a potência própria e “natural” do mundo humano. Os princípios do movimento dessa esfera são deflagrados por seres que, por sua própria natureza, inventam cidades e normas para a vida comum. Ao fazê-lo, implantam no mundo formas diferenciadas de ordem, irredutíveis ao conhecimento teórico e às certezas da demonstração rigorosa. <br /><br />Nesse recorte, as duas fontes clássicas apontam para uma definição alargada do que seja o âmbito público. Seu limite natural é como que configurado pelos seus próprios limites internos, que se apresentam como resultados contingentes de sua própria história.<br /><br />Uma das chaves para entender o esquecimento da política está no reconhecimento de processos de naturalização da vida social e da conseqüente interposição de limites externos ao âmbito da política. Refiro-me a dimensões chaves da sociabilidade que, postas fora do alcance da deliberação pública, abatem-se sobre a vida comum como imperativos naturais. As restrições à democracia não decorrem apenas dos limites interpostos à participação, mas em grande medida da redução dos temas sujeitos à deliberação pública. Nessa perspectiva, é possível sugerir uma forma de leitura da filosofia política moderna como um conjunto de esforços devotados à tarefa de definir limites ao político e à política. Com freqüência, tais limites são apresentados como imperativos naturais e como processos que contêm em si mesmos “o princípio de seu movimento”.<br /><br />Pretendo desenvolver essa abordagem tomando como referências iniciais autores como Maquiavel, Bodin, Montaigne, Hobbes, Espinosa, além do debate iniciado no século 18 pelos pensadores que desenvolveram os princípios do governo representativo. A esse conjunto pretendo acrescentar uma menção à idéia, desenvolvida no contexto da Ilustração escocesa, da sociedade como agregado espontâneo, resultado da ação, mas não do desígnio dos seres humanos (Adam Ferguson).<br /><br />Enfim, trata-se de sugerir que o esquecimento da política não pode ser reduzido a um efeito de contemporaneidade. Há algo na tradição da filosofia política ocidental que o acolhe e antecipa.<br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px; color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-weight: bold;">* RENATO LESSA</span> é professor titular de Teoria Política do Iuperj e da UFF e desde 2003 presidente do Instituto Ciência Hoje. Formou-se em ciências sociais pela UFF e obteve seus títulos de mestre e doutor em ciência política pelo Iuperj. Entre os livros e ensaios sobre filosofia política que publicou, destacam-se: Veneno Pirrônico: ensaios sobre o ceticismo (Francisco Alves), Agonia, Aposta e Ceticismo: ensaios de filosofia política (Editora da UFMG), Ceticismo, crenças e filosofia política (Gradiva), Pensar a Shoah (Relume Dumará). Seu livro mais recente – Presidencialismo de animação e outros ensaios sobre a política brasileira (Vieira &amp; Lent) – reúne um conjunto de ensaios sobre “filosofia pública” em torno da política brasileira contemporânea.<br /></div><br /> <div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-13T04:52:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>MORALIDADE COMO POLÍTICA</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>o ESQUECIMENTO DA POLÍTICA<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">FRANKLIN LEOPOLDO E SILVA *</span><br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px; text-align: left;"><span style="font-style: italic;">Numa analogia ao conceito de banalidade do mal, estabelecido por Hannah Arendt, pode-se falar hoje em “banalidade da moral”, ou seja, a impossibilidade de refletir sobre a origem, o sentido e o alcance das decisões e das ações, o que nos conduz a uma visão “naturalizada” da política e, no limite, abre espaço para a mentira, a manipulação e a mistificação na esfera social.</span><br /></div><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/MORALIDADE%20COMO%20POLITICA_%20franklin%20l%20e%20silva_1192302805.pdf">arquivo em pdf &gt;&gt;</a><br /><br /><br />Trata-se de uma questão que poderia ser abordada de várias maneiras e através de muitos tópicos e que, mesmo assim, não seria esgotada. Uma questão que será trabalhada aqui, em primeiro lugar, através de uma analogia entre a idéia arendtiana de banalidade do mal e algo a que poderíamos denominar por aproximação, no contexto da política e da sociabilidade contemporâneas, de “banalidade da moral”. <br /><br />Assim como a banalidade do mal provém da impossibilidade de pensar, no sentido da formulação de juízos que possam discernir entre condutas humanas e inumanas, a banalidade da moral no contexto da experiência histórico-política poderia ser entendida como a impossibilidade de refletir sobre a origem, o sentido e o alcance das decisões e das ações. O sentido da ação humana, isto é, da ação política, é sempre dado por uma certa projeção dos atos a partir do indivíduo e em direção à sociedade. A medida da ação é dada, pois, pelo modo como se estabelece a relação entre o sujeito e os outros ou, mais precisamente, entre a individualidade e a comunidade. Se essa relação não for avaliada por critérios políticos e históricos, ela tende a ser vista de modo “naturalizado”, isto é, a partir de critérios gerais que determinam as relações de reciprocidade entre os fenômenos físico-naturais. O que diferencia as relações entre fenômenos da natureza e entre seres humanos é que, no primeiro caso, podemos dispor de padrões gerais e de critérios a priori de determinação para “descrever” as relações. <br /><br />No que concerne a nós mesmos, seres sociais ou animais políticos, temos que retirar da história de nossas próprias práticas, na variabilidade que as constitui, critérios que nunca serão descritivos e sim da ordem de uma “avaliação reflexiva”. A história, enquanto dialética entre a subjetividade e as condições objetivas, jamais poderá ser vista a partir de padrões gerais respaldados pela universalidade formal. É enorme a dificuldade de se formular juízos no contexto desse universo contingente. Diante dessa dificuldade, apela-se para uma codificação, que se pretende objetiva, de condutas políticas e sociais a partir das quais seria possível enquadrar normativamente as ações e os comportamentos. Isso cria a ilusão de que, ao julgar os nossos semelhantes no âmbito da dimensão político-social, estaríamos operando com regras análogas àquelas que empregamos para descrever a natureza, o que nos oferece a certeza da pertinência dos juízos. <br /><br />O que é preciso mostrar, quanto a isso, é que se trata de uma naturalização da ética e da política em que a pretensa objetividade expressa na verdade a “banalização” do juízo, que, por sua vez, é fruto de uma reificação da conduta política. Procede-se como se a dimensão do político fosse campo de aplicação de juízos morais cujas condições estariam pré-estabelecidas em algum código formulado objetivamente. Como esse pano de fundo é necessariamente ambíguo, ele abre possibilidades praticamente ilimitadas para que o jogo de interesses possa ser travestido em juízos morais e para que os vários oportunismos, decorrentes da ausência de uma verdadeira política, possam se apresentar como apreciações éticas, sempre da “conduta do outro”, respaldadas em valores universais. Trata-se de uma tessitura aparentemente complexa, mas a banalização em que resulta mostra-a basicamente composta dos mais triviais elementos da experiência social degradada pela ocultação da política, tais como a mentira, a manipulação e a mistificação. <br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">* FRANKLIN LEOPOLDO E SILVA</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> é professor do Departamento de Filosofia da USP. Publicou: Descartes, metafísica da modernidade (Moderna) e Bergson: intuição e discurso filosófico (Loyola). Tem ensaios nos livros A crise da razão, Tempo e história, O avesso da liberdade, editados pela Companhia das Letras, e Muito além do espetáculo (Editora Senac São Paulo).</span><br /></div><br /><br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-13T04:11:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Marcelo jasmin</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>O ESQUECIMENTO DA POLÍTICA<!--more-->
<br /><br /><span style="font-weight: bold;">MARCELO JASMIN *</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/POR%20QUE%20REP%DABLICA_marcelo%20jasmin_1192302043.pdf">arquivo em pdf &gt;</a><br /><br /><br />O individualismo, a política submetida ao saber técnico, o desinteresse generalizado pela vida social, o desenvolvimento das grandes máquinas burocráticas, a distância entre os governos e seus súditos, a ideologia da impotência e da indiferença – a contemporaneidade nos obriga à obra de Alexis de Tocqueville, na qual se profetizou as conseqüências temíveis que a sociedade igualitária de massas traria para a política.  <br /><br /><br />Parece plausível descrever a política institucionalizada de hoje como a seara própria aos grandes lobbies, à profissionalização dos quadros, ao saber específico dos administradores, ao tratamento estatístico de grandes números e, por conseqüência, ao esvaziamento do controle, da participação e da opinião dos cidadãos comuns. A atividade cívica parece restringir-se às eleições sazonais – muitas vezes consideradas obrigações incômodas que estorvam a fruição do bem-estar privado –, fenômeno que se agrava pela descrença difusa na real capacidade dos governantes de se dedicarem à solução das misérias de seus governados. Somando-se ao desenvolvimento das grandes máquinas burocráticas que conformam os Estados contemporâneos, a cultura individualista fomenta a distância entre os governos e seus súditos, alimentando a sensação de impotência destes em relação às decisões do Estado. Se notarmos ainda o tom de inevitabilidade com que são tratadas as agruras da globalização e os caminhos da história contemporânea, é plausível denunciar que se insinua uma ideologia da debilidade cívica e uma prática da indiferença para as quais a única alternativa pareceria estar na salvação divina.<br /><br />Eis aí alguns motivos para revisitar a obra de Alexis de Tocqueville. Sua sensibilidade profética anunciou que era este o mundo público que se construía em meados do século 19, e embora a sua imaginação não pudesse prever o caráter radical dos desdobramentos, em nosso século, dos fenômenos que observara no seu, intuíra que a sociedade igualitária de massas traria conseqüências temíveis para a política, e talvez a sua própria morte. E o fim da política era, para Tocqueville, a aniquilação das faculdades mais nobres do ser humano, aquelas referidas ao pensar e ao viver coletivamente a experiência do bem comum.<br /><br />A hipótese de que vivemos hoje algo totalmente inédito é, sem dúvida, sedutora, assim como é incontornável a vertigem que nos toma quando queremos encontrar na tradição as soluções adequadas para o nosso mundo novo. Mas também é válida a lembrança de que nem a hipótese, nem a sensação são exclusivas de nossa época. Ambas habitaram o âmago da reflexão tocquevilliana e nem por isso inviabilizaram a “conversa” produtiva com o passado, o que pode atenuar a nossa desconfiança inicial. A leitura de Tocqueville tem sido especialmente estimulante no pensar as formas políticas contemporâneas, os fenômenos do isolamento e da solidão social, a apatia cívica e o desinteresse dos cidadãos pela coisa pública. Em particular, interessa investigar algumas das tensões que a teoria tocquevilliana elaborou para compreender a sociedade igualitária, como aquelas entre a dedicação às buscas individualistas e privadas e o envolvimento com os negócios públicos. Hoje, a imersão na privacidade está longe de restringir-se à realização de interesses econômicos, e uma referência à indústria da diversão ou às tecnologias de lazer seria suficiente para que tivéssemos uma imagem da grandeza das forças que nos fazem ficar em casa e ter uma relação cada vez mais virtual com a coisa pública.<br />Na linha das idéias de Tocqueville, cabe pensar contra-tendências que possam deslocar, ainda que minimamente, a compreensão dos dilemas contemporâneos da cidadania. E mesmo que devamos reconhecer a distância histórica que nos separa da reflexão desse autor, esta ilumina o que nos preocupa: a submissão da política à economia, a substituição do governo dos homens pela administração das coisas, fenômenos que, se típicos do crescimento da sociedade de massas, não podemos admitir como “naturais”, isto é, sem alternativas.<br /><br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">* MARCELO GANTUS JASMIN</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> é historiador, mestre e doutor em ciência política e professor do Departamento de História da PUC-Rio e do IUPERJ, onde ensina Teoria Política e História do Pensamento Político e Social. Publicou os livros: Alexis de Tocqueville: a historiografia como ciência da política (Access) e Racionalidade e história na teoria política (Editora da UFMG) e vários artigos e capítulos sobre as relações entre história e teoria política. </span><br /></div><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-13T03:59:23+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>UMA SOCIEDADE SEM VIRTUDES?</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>O esquecimento da Política<!--more--><br /><span style="font-weight: bold;">NEWTON BIGNOTTO *</span><br /><br /><br />A pergunta sobre os valores e as virtudes nas sociedades políticas contemporâneas não pode ser corretamente formulada sem considerar as profundas transformações ocorridas com o advento das sociedades de massa e dos regimes totalitários. Como abordar a questão das virtudes cívicas num mundo que oscila entre democracias apáticas, comandadas pelas forças do mercado, e sistemas autoritários?<br /><br />No começo da era moderna, Maquiavel questionou a maneira como os filósofos da Antiguidade grega pensavam a relação entre ética e política. Ao demonstrar que as análises do poder conduzidas apenas por preceitos morais eram insuficientes, ele abriu caminho para o surgimento da reflexão política moderna. Sua crítica aos modelos antigos não significou, entretanto, o abandono da referência aos valores cívicos que haviam sido resgatados pelos humanistas italianos do Renascimento. <br /><br />Deixando de lado as ilusões, que, segundo ele, dominavam as mentes dos que se dedicavam a imaginar regimes perfeitos, Maquiavel afirmava que as sociedades livres e estruturadas em torno da participação dos cidadãos eram as mais potentes e capazes de resistir à passagem do tempo. As virtudes republicanas não eram a panacéia universal para os males das cidades, mas serviam de esteio para um regime livre. Rousseau, digno herdeiro do republicanismo de Maquiavel, influenciou fortemente o desenvolvimento do pensamento republicano na França do século 18. Sua contribuição para essa tradição foi decisiva não apenas por ter propagado os valores cívicos tradicionais, mas, sobretudo, por ter conseguido explorar o dilema que domina as sociedades modernas, divididas entre os interesses individuais e a necessidade de se construir um regime orientado pelo bem comum. <br /><br />Na segunda metade do século 20, Hannah Arendt foi a principal responsável pela retomada das discussões sobre o papel da vida ativa na construção das sociedades republicanas. Isso em meio a um cenário intelectual que, dominado pelo embate entre as correntes de pensamento liberal e as várias formas de socialismo, deixava pouco espaço para as questões que a preocupavam. Seus estudos sobre a tradição republicana tiveram uma importância ainda maior por ter sido ela uma das primeiras a compreender que a pergunta sobre valores e virtudes nas sociedades políticas contemporâneas não pode ser corretamente formulada se deixarmos de considerar as profundas transformações sofridas pelas nações modernas depois do advento das sociedades de massa e dos regimes totalitários <br /><br />O propósito principal da palestra será abordar a questão das virtudes cívicas a partir de uma constatação feita em primeira mão por Hannah Arendt: a de que, no mundo contemporâneo, parecemos condenados a oscilar entre democracias apáticas, comandadas exclusivamente pelas forças do mercado, e regimes autoritários. No contexto atual, faz sentido falar em valores como liberdade, participação, solidariedade? Ou estamos condenados a viver em uma sociedade sem virtudes? Nossas referências, além dos escritos de Arendt, serão as discussões sobre o retorno ao republicanismo, que ocupam um lugar importante nas obras de autores como Lefort, Viroli, Skinner, Pocock e outros. <br /><br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px; color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-weight: bold;">* NEWTON BIGNOTTO</span> é doutor em filosofia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris, e ensina filosofia política na UFMG. Além de ensaios nos livros Ética, Tempo e História, A crise da Razão, A descoberta do Homem e do Mundo, O Avesso da Liberdade, Civilização e Barbárie, editados pela Companhia das Letras, e A crise do Estado-nação (Civilização Brasileira), publicou: Maquiavel Republicano (Loyola), O Tirano e a Cidade (Discurso Editorial), Origens do Republicanismo Moderno (Editora da UFMG), Maquiavel (Zahar) e Republicanismo e realismo. Um perfil de Francesco Guicciardini (Editora da UFMG).<br /></div><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-13T03:48:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>elogio da política</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Ciclo o esquecimento da política<!--more-->
<br /><span style="font-weight: bold;">ADAUTO NOVAES *</span><br /><br /><div style="margin-left: 80px; text-align: left;"><span style="font-style: italic;">Para onde vão as idéias rejeitadas, os projetos esquecidos, as crenças arruinadas?</span><br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;">A árvore está imóvel, permanece parada no seu banho de luz.</span><br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;"><br />Mas ontem mesmo ela se agitava com todas as suas folhas, ramos e galhos, até mesmo seu potente tronco, cor de pedra e quase pedra. Onde está sua agitação, seu entusiasmo, suas torções de braços e mãos?</span><br /></div><br /><br /><div style="text-align: left; margin-left: 80px;"><span style="font-weight: bold;">Paul Valéry</span>, Poésie perdue<br /></div><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Elogio%20da%20p%F3l%EDtica_%20Adauto%20Novaes_1192298805.pdf">arquivo em pdf &gt;</a><br /><div style="margin-left: 40px;"><br /><br /></div>O esquecimento da política é o segundo ciclo de conferências de uma trilogia sobre cultura e pensamento em tempos de incerteza. O primeiro procurou desvendar os mecanismos culturais e políticos que levaram ao silêncio dos intelectuais. O terceiro (2007) discutirá as relações entre política, religião e utopia. <br /><br />Todos, ou quase todos, concordam com o diagnóstico: vivemos um momento de incerteza e desordem. Em qualquer domínio da atividade humana - esferas do saber e do poder, costumes, mentalidades, sensibilidade ética, valores -, notamos transformações sem precedentes. A política é parte dessas mutações e desse caos. Ora, já se disse que a imagem de um caos é um caos, e que, ao voltarmos o olhar para essa imagem, muitas vezes nossa reflexão tende a tornar-se mais perturbadora ainda. Mais: o olhar corre o risco de perder-se ao concentrar o trabalho do pensamento nessa coisa ao mesmo tempo brilhante e obscura que é a imagem do esquecimento. Se a política é hoje um dos objetos privilegiados do esquecimento, é preciso, inicialmente, voltar nosso olhar às origens desse esquecimento para depois chegar à coisa esquecida. Uma das formas do esquecimento da política está na ausência de conceitos, mais ou menos precisos, mais ou menos provisórios, que até pouco tempo serviam de pontos de referência para a prática. Esse saber teórico, que procurava dar conta da idéia de totalidade que a política pede, decompõe-se hoje em “teorias” parciais, voláteis e puramente instrumentais. Tentemos, pois, nesse ciclo de conferências, circunscrever tema tão abrangente. <br /><br />O poeta e ensaísta Paul Valéry observa alguns traços marcantes da desordem, que pode ser sintetizada nesse fragmento do ensaio A política do espírito: “O mundo moderno em toda sua potência, de posse de um capital técnico prodigioso, inteiramente penetrado de métodos positivos, não soube no entanto se fazer uma política, uma moral, um ideal, nem leis civis ou penais que estejam em harmonia com os modos de vida que ele criou, e mesmo com os modos de pensamento que a difusão universal e o desenvolvimento de certo espírito científico impõem pouco a pouco a todos os homens”. Uma idéia chama atenção nesse fragmento: a potência do desenvolvimento técnico e o descompasso entre o espírito científico e a política, ou melhor, a ausência de normas políticas compatíveis com o tempo. <br /><br />Para se falar do esquecimento da política em um mundo dominado pela tecnociência, temos duas possibilidades: uma seria analisar as conseqüências negativas do esquecimento, que podem ser traduzidas como a perda dos fundamentos políticos, isto é, daquilo que a filosofia recriou ao longo da história como resposta às interrogações levantadas pelo advento do social e que permitiram desvelar, em suas várias dimensões, mesmo as mais ocultas, as formas de dominação. Era o momento em que a práxis tinha uma relação estreita com os princípios teóricos. Hoje, vivemos aquilo que é definido pelo filósofo Miguel Abensour como o princípio do sem-princípio. A outra possibilidade pode ser o elogio do esquecimento, isto é, a abertura para se esquecer aquilo que, sendo apenas parte da vida social, procura se pôr no lugar da política de maneira totalizante, a escandalosa e inconseqüente busca da hegemonia de uma das variantes da vida social sobre a política: a economia, a privatização da vida pública, a religião, o moralismo e a eficiência técnica, que levam a um conseqüente desinteresse por qualquer forma da teoria crítica. Essa tendência dominante hoje abole todos os princípios políticos. Como observa Newton Bignotto no resumo de sua conferência, retomando Hannah Arendt: parecemos condenados a oscilar “entre democracias apáticas, comandadas exclusivamente pelas forças do mercado, e regimes autoritários”.<br /><br />É certo que um dos pressupostos fundamentais da mutação política está no papel atribuído a tecnociência. Uma frase do filósofo alemão Martin Heidegger, sujeita a muitas e contraditórias interpretações, dá a pensar: “É para mim uma questão decisiva hoje: como um sistema político – e qual – pode, de uma maneira geral, ser coordenado na era técnica. Não sei responder a essa questão. Não estou convencido de que seja a democracia”. Ora, observa o filósofo (e conferencista) Jean-Pierre Dupuy, é presunção fatal “crer que a técnica, que desabonou o sagrado, o teatro e a democracia, poderá desempenhar o papel que eles cumpriam na época em que a capacidade de agir dizia respeito apenas às relações humanas. Acreditar nisso é permanecer prisioneiro de uma concepção que vê na técnica uma atividade racional, submissa à lógica instrumental, ao cálculo dos meios e dos fins”. Traduzindo essas idéias para a ação política, pode-se dizer com Francis Wolff que os utopistas de ontem foram substituídos pelos especialistas de hoje: não disputamos mais os fins políticos – escreve ele -, discutimos, sim, os meios e esses são técnicos.    <br />     <br />Duas outras formas de esquecimento serão também objeto de discussão: a primeira delas é a crise dos ideais republicanos. A ideologia dominante tende a confundi-los com o liberalismo. Essa discussão nos leva a questionar a idéia de que seria preciso diferenciar uma “autêntica política liberal” de seu simulacro, ou mesmo do neoliberalismo. O que está em questão são os próprios princípios liberais, sendo que o principal deles é o que define a política como consenso, denegação da divisão constitutiva do social e, portanto, recusa do conflito decorrente dessa divisão. É o conflito que permite dar sentido à política, entendida como uma criação permanente de direitos. Ou, nos comentários de Abensour às concepções de Claude Lefort, “trabalhada pelo reconhecimento de um ser por excelência indeterminado, a democracia é esta forma de sociedade na qual o direito, na sua exterioridade em relação ao poder, mostra-se sempre em excesso sobre o que está estabelecido, como se o instituinte logo posto ressurgisse em vista de uma reafirmação dos direitos existentes e da recriação de novos direitos”. Relembremos também as idéias de Claude Lefort na sua interpretação de Maquiavel no livro Le travail de l’oeuvre (1971): toda cidade ordena-se e constrói-se a partir de uma divisão primeira que se manifesta inicialmente pelo desejo dos grandes de comandar e oprimir e do povo de não ser comandado nem oprimido – desejo de liberdade. Em seu último livro, La haine de la démocratie, publicado em 2005, Jacques Rancière mostra que a democracia jamais se identifica a uma forma jurídico-política: isso quer dizer, escreve ele, que a democracia não se confunde com uma forma do Estado e que o poder do povo está sempre aquém e além dessas formas. Se aceitarmos a tese de que todo Estado é oligárquico, sua prática tende a diminuir a esfera pública, “a fazer dela seu negócio privado” e a criar toda sua ideologia a partir dessa privatização. A democracia, portanto, longe de ser “a forma de vida dos indivíduos feitos para a felicidade privada”, é o processo de luta contra essa privatização, processo do alargamento dessa esfera. Assim, a palavra “república” “não pode significar simplesmente o reino da lei igual para todos. República é um termo cheio de equívocos, trabalhado pela tensão que implica a vontade de incluir nas formas instituídas do político o excesso da política”. Ao tentar colar essa tensão inerente ao projeto republicano de uma homogeneidade entre Estado e sociedade – conclui Rancière – é na realidade a própria política que a ideologia neo-republicana apaga.<br /><br />Uma das variantes mais fortes do esquecimento da política consiste na prática dos meios de comunicação que detêm hoje um poder até então desconhecido não apenas na interpretação dos fenômenos e na espetacularização da política, mas principalmente na criação daquilo que se pode designar como a era dos fatos. Ora, sabemos que os fatos correm à deriva e na contramão das utopias e na maioria das vezes contra os ideais políticos. A barbárie é a era do fato, escreve Valéry; era do presente eterno sem passado nem futuro, sem hábitos e convenções observadas nem promessas, isto é, sem referências a uma instância ideal e normativa. Essa perda de referenciais seria positiva se viesse acompanhada de momentos inaugurais de outros pensamentos políticos, de outros princípios fundadores, o que não é o caso hoje. Ora, longe de caracterizar nossa época como a do ocaso das ideologias, ela pode ser definida como a troca dos conceitos políticos pelos fatos que dificilmente são contestados porque os argumentos racionais são abolidos. Eles fogem assim a toda determinação. Em recente ensaio, o filósofo italiano Mario Perniola mostra que a comunicação hoje “aspira a ser contemporaneamente uma coisa, o seu contrário e tudo o que estiver entre os dois opostos. É, portanto, totalitária numa medida extremamente superior à do totalitarismo político tradicional, pois compreende também, e principalmente, o anti-totalitarismo. É global no sentido de que também inclui tudo o que nega a globalidade”. Ainda que possamos criticar certo determinismo da tese de Perniola, que não abre espaço a outras mediações, ela nos dá a pensar quando a aplicamos ao funcionamento da política que se estrutura hoje tendo como referência fundamental os meios de comunicação.<br />     <br />A outra forma de esquecimento, também tema do ciclo de conferências, é a servidão voluntária: mais do que uma manipulação externa sobre os dominados, deve-se ver o esquecimento também, e até certo ponto, como uma construção dos próprios dominados, isto é, a permanente busca do desejo de servir. Os dominadores recorrem a várias formas para subjugar as multidões, a mais forte delas, como mostra La Boétie, consiste em transformar os dominados em artesãos ativos de sua própria dominação. Mas, em sua conferência, Miguel Abensour não se limita às interpretações clássicas da servidão voluntária. Vai além: critica as análises contemporâneas do Discurso da servidão voluntária que procuram ocultar a revolução de La Boétie, ao evidenciar apenas o lado passivo do povo e ao não levar em conta a hipótese fundamental que considera os homens como seres-destinados-à-liberdade. A visão passiva, segundo Abensour, é um dos momentos do esquecimento da política.<br /><br />Por fim, as discussões em torno das idéias de crença, fé, fidúcia são essenciais para se entender o esquecimento da política hoje. Valéry não cessou de escrever em seus monumentais Cahiers: “A política é a construção de ídolos”. Mas buscava sempre dar um sentido positivo à idéia política: “Não se deve acreditar – porque não se deve dar às afirmações que se faz ou que nos são propostas outros valores a não ser seus próprios valores. O papel de banco. Moeda fiduciária...”. “Acreditar: dar mais do que se recebe – Receber palavras e dar atos...”.<br /><br /><br /><br style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);" /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">* ADAUTO NOVAES</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);">, jornalista e professor, foi diretor durante 20 anos do Centro de Estudos e Pesquisas da Fundação Nacional de Arte/Ministério da Cultura. Em 2000, fundou a empresa de produção cultural Artepensamento. Organizou, entre outros, os seguintes ciclos de conferência, que depois viraram livros, a maioria editada pela Companhia das Letras, nos quais publicou ensaios: Os sentidos da paixão, O olhar, O desejo, Ética, Tempo e História (Prêmio Jabuti), Rede imaginária – televisão e democracia, Artepensamento, A crise da razão, Libertinos/libertários, A descoberta do homem e do mundo, A outra margem do Ocidente, A crise do Estado-nação (Civilização Brasileira), O avesso da liberdade, O homem máquina, Civilização e barbárie, Muito além do espetáculo (Editora Senac São Paulo) e Poetas que pensaram o mundo.</span><br /></div><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-13T03:04:26+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ESTADO E MERCADO: UMA RESENHA HISTÓRICA</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Artigo<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Por<br />ROBERTO VITAL ANAU</span> (1)<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Estado%20X%20mercado_1192296707.pdf">Arquivo em pdf &gt;&gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />I-    Introdução</span><br /><br />Este texto busca uma breve síntese das relações históricas entre o Estado e o mercado nas sociedades capitalistas. O objetivo é situar historicamente a tendência atual à pretensa redução do Estado, geralmente associada ao neoliberalismo e à globalização. Partindo do histórico do maior ou menor peso político e econômico dos Estados europeus, até a constituição do mercado mundial sob a égide do capitalismo, busca-se resgatar a oscilação verificada no século XX, entre um Estado mais comprometido com o Bem-Estar Social e um Estado que, sob a falsa ideologia do “Estado mínimo”, promove os interesses do capital sem reduzir seu próprio tamanho relativo. A análise foca os países industrializados, de capitalismo avançado, irradiadores das tendências mundiais numa e noutra direção.<br /><br />O texto inicia-se por uma visão generalista dessas oscilações num enfoque histórico de maior amplitude. Em seguida, critica-se a visão aparente de pendularidade entre mais e menos Estado (ou, reciprocamente, menos e mais mercado), do período do capitalismo industrial aos nossos dias, observando mais de perto os processos de desenvolvimento econômico das maiores potências capitalistas, buscando desvendar a verdadeira natureza das relações Estado-mercado à revelia da ideologia liberal. Esta abordagem abrange os séculos XIX e XX, em dois segmentos sucessivos. A passagem ao período neoliberal é a parte que se segue. Finalmente, uma interpretação da falácia ideológica neoliberal, na qual propugna-se pelo “Estado mínimo” enquanto, de fato, se substitui o Bem-Estar Social pelo apoio ao capital, encerra a resenha histórica proposta. Segue-se uma curta conclusão, incluindo uma rápida referência à complexidade da interação entre as tendências mundiais e a realidade brasileira.<br /><br />As referências teóricas se encontram não apenas na bibliografia citada, mas nos depoimentos de alguns dos participantes dos seminários e debates do ciclo sobre Estado-nação, promovido pelo Ministério da Cultura e FAPEX em São Bernardo do Campo (SP), Rio Branco (AC) e Olinda (PE).<br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">II-    Primeira aproximação: um processo pendular</span><br /><br />Uma visão panorâmica dos papéis assumidos pelo Estado nas sociedades européias ao longo do IIo Milênio apresenta-nos uma oscilação de caráter pendular. À centralização do Império Romano do Ocidente sucede-se a dispersão medieval, seguida pelo fortalecimento dos Estados Nacionais na era mercantilista.<br /><br />A partir da emergência do capitalismo industrial, o Estado liberal torna-se o paradigma – embora não se universalize no próprio continente europeu senão a duras penas e com notórias exceções, a Alemanha em primeiro lugar. Passada a belle époque pretensamente liberal da virada do séc. XIX para o XX, surge o contra-exemplo soviético (1917), construído em oposição aberta ao capitalismo. Em paralelo, nos anos 1930 desenvolvem-se os regimes autoritários e fascistas, polarizando com as democracias liberais o predomínio nas sociedades capitalistas. O pós-IIa Guerra Mundial trará como traço distintivo o welfare state – Estado do Bem-Estar Social – intervencionista, vitorioso nos países capitalistas avançados e emulado nos países subdesenvolvidos, nos quais apresentou resultados díspares em termos econômicos e geralmente medíocres em termos sociais.<br /><br />Finalmente, a estagflação do final dos anos 1970 – tão imprevista para os keynesianos partidários do Estado pró-ativo quanto fora a Grande Depressão de 1929 para os liberais – traz ao pódio político, intelectual e ideológico o chamado neoliberalismo, propugnando pela redução do Estado (a idéia do “Estado mínimo”), particularmente nas atividades produtivas – daí a ofensiva mundial das privatizações.<br /><br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">III-    Crítica e revisão da ótica generalista: acumulação primitiva e liberalismo</span><br /><br />Toda generalização está sujeita a ressalvas de maior ou menor relevância. No caso, as observações acima padecem de inúmeras limitações: exceções notáveis aos processos dominantes em cada período, características omitidas em cada fase (o Estado forte ou pró-ativo não tem o mesmo significado e conteúdo ao focar o Império Romano, os Estados Nacionais mercantilistas ou o Estado do Bem-Estar das três primeiras décadas do pós-IIa Guerra Mundial); e muitas outras. Cabe, no entanto, um destaque a um dos mais fortes equívocos cometidos na análise dessa oscilação aparentemente pendular, no que tange ao período histórico de predomínio do capitalismo industrial. Ocorre aí, desde Adam Smith até o atual mainstream na Teoria Econômica, uma forte discrepância entre ideologia e prática. O pressuposto liberal do Estado mínimo não encontra correspondência na prática política dos Estados capitalistas.<br /><br />Na própria pátria da Revolução Industrial, o envolvimento do Estado com os negócios tornou-se uma rotina ao menos desde a Revolução Gloriosa de 1689. Já o Protetorado Puritano de Cromwell, em meados do séc. XVII, havia-se decidido a enfrentar o predomínio marítimo holandês, simultaneamente à ruptura dos antigos monopólios mercantilistas de comércio e navegação, abrindo assim novas oportunidades ao empreendedorismo britânico. No início do séc. XVIII, não há iniciativa militar, marítima ou diplomática britânica que não tenha objetivos predominantemente comerciais. Além disso, as encomendas militares do Estado britânico constituíram, elas mesmas, um fator autônomo de estímulo à produção, ao investimento e à inovação tecnológica. E não se deve esquecer o jogo duplo do Estado britânico nas décadas finais daquele século, quando o maior liberalismo interno combinou-se com atitudes fortemente colonialistas-mercantilistas no tocante às possessões norte-americanas – corretamente criticadas por Adam Smith -, desencadeando a Revolução Americana.<br /><br />Há, ainda, a considerar o papel do Estado na acumulação primitiva de capital. Esta expressão designa os processos de acúmulo de riqueza obtida fora do processo produtivo propriamente dito, que antecederam a acumulação especificamente capitalista na indústria e na agropecuária. França e Holanda, países que, juntamente com a Inglaterra, souberam drenar boa parte das riquezas arrancadas pelos países ibéricos no ultramar (Oriente e Ocidente), acabaram tornando-se tributários do mercado de capitais de Londres, principal praça financeira européia já em meados do séc. XVIII. Desta forma, os capitais europeus, constituídos com base na força legal-burocrática (monopólios) e militar dos Estados mercantilistas, acabaram se reciclando para o financiamento da indústria nascente na Grã-Bretanha. Cumpre destacar o papel fundamental dos grupos bancários no financiamento das, já então (sécs. XVI, XVII e XVIII), importantes dívidas públicas. Estes processos em conjunto confirmam a afirmação pertinente da Profa. Leda Paulani (PCP-En), sobre o “mesmo DNA” entre Estado e capitalismo. <br /><br />No séc. XIX, o Estado liberal, no dizer oportuno do Prof. Dalmo Dallari (PCP-En), tornou-se “protetor”, mas não promotor, das liberdades. Isto é, quem já as tinha recebe proteção estatal contra os despossuídos dos atributos substantivos das liberdades. A vulnerabilidade social dos deserdados da terra – vítimas dos cercamentos voltados à rentabilização das propriedades rurais através do fornecimento de lã à florescente indústria têxtil – obriga-os a aceitar empregos degradantes nos estabelecimentos surgidos em áreas rurais ou vilarejos e pequenas cidades do interior. Essas cidades – das quais Manchester será por muito tempo o símbolo – tornar-se-ão emblemas da péssima qualidade de vida dos assalariados deste novo tipo de atividade que começava a revolucionar o mundo. E suas rebeliões passam a ser combatidas pela força do Estado liberal, transformado em Estado policial (État-gendarme – cf. Prof. Dallari).<br /><br />As guerras napoleônicas são outro momento de estímulo à indústria britânica e de reforço da hegemonia marítima da Grã-Bretanha, o que lhe assegurará matérias-primas e mercados cativos. Ao mesmo tempo, a hegemonia política da Grã-Bretanha, consolidada no Congresso de Viena, se sustenta na manutenção dos regimes absolutistas (portanto, antiliberais) no continente, impedindo assim qualquer competição que ameaçasse seu predomínio econômico no mercado mundial.<br /><br />À margem desse predomínio, no entanto, surgem novos processos nacionais de industrialização ao longo do séc. XIX. Os dois mais notórios – EUA e Alemanha – desconsiderarão os pressupostos do liberalismo econômico. No primeiro país, sob uma Constituição que assegura um regime democrático-representativo de cunho liberal, verificaram-se ao menos três estratégias com traços de forte intervenção estatal no domínio econômico: o protecionismo cambial, o estímulo estatal aos transportes (ainda que os empreendedores fossem privados) e uma política fundiária distributivista. Não por acaso, os Estados sulistas, a partir de meados do século, passarão a contrapor-se a tais políticas, invocando os princípios do liberalismo – livre comércio e “terra para os mais aptos a rentabilizá-la”. O próprio instituto da escravatura será defendido com argumentos de tipo anti-centralismo estatal – o “direito” de os Estados confederados decidirem “livremente” sobre sua adoção ou não. O discurso liberal, aqui, encobre a mais deslavada opressão social: defende-se não apenas a permanência da escravidão nos Estados que já a adotaram, como sua extensão para as novas fronteiras. Tais posições, contrapostas ao Norte industrializado, protecionista, interessado na ampliação do mercado interno através do estímulo às pequenas propriedades agrícolas no Meio Oeste e da emancipação dos escravos, levaram à maior guerra civil daquele século.<br /><br />Também não se deve esquecer o peso do novel Estado norte-americano na usurpação dos territórios indígenas e no extermínio dos povos nativos, história cuja brutalidade – fundamentada em pretensões de superioridade cultural - marcou profundamente a formação dos EUA.<br /><br />A Alemanha sequer contou com uma Constituição de cunho liberal-democrático. Ali, seja o liberalismo político, seja o econômico, foram feitos de tabula rasa no processo de unificação nacional e de desenvolvimento econômico. Da União Aduaneira (zollverein - 1834) à proclamação do Império Alemão (1871), menos de quatro décadas viram uma miscelânea de pequenos Estados basicamente rurais, economicamente atrasados, se transformarem numa potência industrial; em mais duas décadas, o predomínio britânico na Europa estaria suplantado pela pujante indústria germânica. O Estado assim gestado apoiou-se em forte protecionismo – chegando a desenvolver-se uma escola de pensamento econômico em sua defesa -, incentivos econômicos e, após a unificação, uma política fundiária ativa, embora baseada num acordo com os grandes proprietários, em que estes cederam os anéis para não perder os dedos. Reformas urbanas – para reduzir terreno aos socialistas, fortes nos bairros operários degradados nas cidades industriais –, grande investimento educacional, técnico e tecnológico, e intensa militarização, estimulando a inovação tecnológica e a produção industrial, complementaram esse quadro. Enquanto os economistas neoclássicos – desde os anos 1870 – reforçam a “mão invisível” do mercado contra os malefícios econômicos do intervencionismo estatal, a realidade caminha no sentido oposto e a Alemanha não liberal ultrapassa a Grã-Bretanha liberal.<br /><br />A emergência do Japão, após a Restauração Meiji, vem reforçar este processo, unindo uma ideologia claramente estatizante – a obediência cega ao Imperador, símbolo da identidade nacional – a um forte intervencionismo estatal: protecionismo, pesado imposto fundiário, indústrias estatais de insumos básicos, educação obrigatória, militarismo.<br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">IV-    Revisão crítica: o século XX</span><br /><br />O pêndulo aparente manifesta-se repetitivamente no séc. XX. A Ia Guerra Mundial (1914/18) interrompe a belle époque, na qual prevalece a ideologia liberal – novamente, servindo de cobertura para práticas de fato fortemente marcadas pelo intervencionismo estatal, como o “novo” colonialismo, a diplomacia de canhoneira, o forte desenvolvimento da indústria bélica e, em diversos casos, a produção e fornecimento de  insumos básicos como aço, eletricidade e serviços de utilidade pública, além de legislações anti-sindicais, fundiárias e outras. Como afirma Hobsbawm (2002), na era dos impérios a política e a economia se fundiram, desde que o modelo de concorrência relativamente livre dos anos 1850 e 1860 foi substituído pelo capitalismo dos monopólios e oligopólios. Mas acreditava-se ainda estar na era do liberalismo econômico e apenas críticos situados na periferia do sistema de formação de idéias (como Hobson, Veblen, Hilferding, Luxemburgo e Lênin) apresentavam a face real do capitalismo imperialista.<br /><br />O esforço de guerra marca uma fase obviamente intervencionista, seguida de curta etapa de retorno do pretenso liberalismo – cujas limitações são agora mais debatidas, em vista da visibilidade das opiniões críticas a partir da Revolução de Outubro que originou a URSS (1917). Nos anos 1930, a Grande Depressão, deflagrada em out/1929, leva ao poder regimes fascistas – antecedidos pelo italiano, ainda nos anos 1920 – e instaura, mesmo nas democracias liberais, políticas pró-ativas, de que o New Deal rooseveltiano é o maior emblema. A teoria keynesiana desenvolve-se nesse ambiente, no qual o liberalismo parece agonizar. O ápice de tal processo revela-se na IIa Guerra Mundial (1939/45), de fato um prosseguimento da Ia, ao menos até a invasão da URSS pela Alemanha. No aspecto econômico, os EUA eliminam rapidamente o desemprego persistente que perdurava mesmo sob o New Deal e inauguram uma época de planejamento econômico generalizado, inclusive incidindo sobre o setor privado.<br /><br />Durante a Guerra Fria, três décadas de Estado pró-ativo assinalam os chamados “Anos Dourados”. Governos de todos os matizes políticos – do trabalhismo britânico à democracia cristã alemã e italiana – seguem o modelo keynesiano de políticas fiscais anti-cíclicas e adotam políticas sociais redutoras das desigualdades sociais. O ambiente propício a essa generalização de um Estado não apenas pró-ativo no campo econômico, mas promotor de políticas sociais equalizadoras de oportunidades, reside nas lembranças dos anos 1930 e na Guerra Fria. Parece então amplamente majoritária a opinião de que, se a iniciativa privada é eficiente em termos alocativos, não o é em termos distributivos. Ademais, mesmo na alocação de recursos, o setor privado deixa a desejar quando se trata de insumos fundamentais, cuja produção requer grande imobilização de capitais e prazos de retorno longo. Além disso, o setor público pode compensar o caráter exclusivista do setor privado, mesmo no acesso a bens de consumo duráveis. E as tendências cíclicas que constituem o cerne do capitalismo devem ser contra-restadas pelo Estado, defendendo o capitalismo de si próprio.<br /><br />É indubitável que a convivência entre dois sistemas sociais antagônicos tem forte responsabilidade nesse contexto. A necessidade de reconstruir os capitalismos nacionais europeus ocidentais face à devastação da guerra e o medo da repetição de depressões como a de 1929, antecâmara do renovado conflito mundial, somaram-se à prevenção contra a possível sedução dos regimes ditos comunistas. Em tais circunstâncias, o capitalismo se vê constrangido a ceder parte da riqueza que, em outra situação, se acumularia nas mãos dos proprietários dos meios de produção. Extraindo-a através da tributação, sob sistemas progressivos de arrecadação, e reorientando-os para os serviços públicos, a proteção social e a infra-estrutura, o capitalismo mostra-se mais “humano” nesse período histórico. Voltando aos termos do Prof. Dallari (PCP-En), o Estado passa de protetor a promotor das liberdades. Mas o que se esperava fosse um avanço irreversível mostrou-se um episódio efêmero.<br /><br />Os fatores históricos citados também contribuem para afirmar uma ideologia política e econômica mais favorável a um  papel pró-ativo do Estado. É amplamente conhecido o impacto provocado em todos os formadores de opinião, nos anos 1930, do formidável avanço rumo à industrialização pesada pelo Estado soviético, perseguindo os famosos Planos Qüinqüenais, enquanto o mundo capitalista afundava numa crise que a muitos – inclusive os que lamentavam o fato - pareceu terminal. As políticas intervencionistas postas em ação pelos Estados capitalistas de cunho liberal, pressionados pela crise social,  acabaram encontrando justificativa coerente na recém-formulada teoria keynesiana. E a IIa Guerra Mundial propiciou a aplicação do (posteriormente) denominado keynesianismo militar, do planejamento econômico generalizado para subsidiar o esforço de guerra e, mais tarde, a reconstrução econômica da Europa Ocidental e do Japão. Já nos “Anos Dourados”, a ideologia pró-Estado planejador e intervencionista nas economias de mercado chegou ao ponto de alguns economistas – invariavelmente keynesianos – disseminarem a pretensiosa tese segundo a qual o capitalismo houvera superado as crises cíclicas. Uma versão, digamos, “progressista” (e atenuada pelo conflito Leste-Oeste) do “Fim da História”, ironicamente afirmado sob o predomínio neoliberal, décadas mais tarde.<br /><br /><br />    <br /><span style="font-weight: bold;">V-    A passagem ao neoliberalismo</span><br /><br />O esgotamento do modelo de relações Estado-mercado dos “Anos Dourados” teve diversas razões. O gasto público ascendente, associado a uma crescente inelasticidade da tributação em relação à renda – expressa na resistência cada vez maior dos segmentos de rendas elevadas de seguir bancando o esquema, no plano das pessoas físicas, e nas burlas empresariais à legislação tributária, através das plataformas “off-shore” e abertura de filiais pelo mundo, no caso das pessoas jurídicas – levaram a déficits crônicos nos orçamentos públicos. A ajuda dos EUA à reconstrução das economias desenvolvidas, seus amplos gastos militares e seus sucessivos déficits externos abalaram o pilar monetário-cambial em que assentava o edifício institucional montado ao final da IIa Guerra Mundial, no Acordo de Breton Woods. A decretação da inconversibilidade do dólar pelo Presidente Nixon (1971) deu o sinal de alarme: doravante, os EUA não mais se responsabilizavam pela estabilidade da economia capitalista mundial. A resultante foi um incremento das guerras comerciais e monetárias, com manipulações de taxas de câmbio e de juros pelas grandes potências econômicas, os EUA à frente.<br /><br />O abuso de um modelo energético baseado em um insumo finito como o petróleo também foi afetado quando a OPEP decretou a primeira grande alta dos preços do barril (1973). E o modelo de forte endividamento familiar voltado ao consumo de bens duráveis viu-se atingido por todas essas turbulências, gerando efeitos em cadeia. A conseqüência foi a stagflation (estagflação) que surpreendeu os otimistas keynesianos. O pressuposto dos grandes gastos orçamentários com o Bem Estar Social era a manutenção de taxas razoáveis de crescimento econômico apoiadas em inflação sob controle. Esse pressuposto desmoronou, em relação com o desequilíbrio orçamentário dos EUA e a disparidade entre o volume de dólares em circulação pelo mundo e a paridade fixa em que se apoiava o sistema de Breton Woods.<br /><br />Até então, os críticos conservadores do keynesianismo constituíam pequenos redutos acadêmicos e de mídia, de pouca ressonância externa – ainda que alguns de seus expoentes fossem individualmente respeitados. Mas a reviravolta mundial funcionou como maré montante para suas teses antiestatais e liberalizantes. E acontecimentos subseqüentes reforçaram ainda mais esta vertente, propugnadora do retorno ao “velho e bom” liberalismo econômico. Podemos resumi-los em três itens: o declínio político do “socialismo real”, as transformações econômicas e tecnológicas do capitalismo no último quartel do séc. XX e a renovação do credo econômico liberal nos centros difusores de ideologia sob roupagem científica.<br /><br />Não há espaço neste ensaio para desenvolver cada um desses itens detalhadamente. Para resumir o primeiro, podemos voltar ao Prof. Dallari (PCP-En), que responsabiliza a corrupção interna do sistema soviético pela sua queda. Sabe-se que a corrupção está ligada à concentração de poder. Em países de democracia representativa, isso ocorre primordialmente nas ligações entre os poderes constituídos por eleições periódicas (Executivo e Legislativo) – mas não apenas estes - e o poder econômico intrinsecamente concentrado. No sistema soviético, o regime de partido-Estado totalitário dá aos ocupantes do poder um domínio extraordinário do poder econômico, sem controle social. Mas a corrupção não explica tudo. Talvez o mais importante seja o fator explicado cuidadosamente por Vito Letizia (ROH-2): “poder-se-ia inquirir se uma industrialização obtida a chicote pode ter vida longa. O senso comum já é suficiente para suspeitar que o chicote não é bom instrumento para desenvolver a criatividade. O chicote pôde fazer a URSS alcançar momentaneamente o Ocidente, mas não ultrapassá-lo.” <br /><br />Face às restrições à liberdade e aos avanços tecnológicos do Ocidente - ambos fatores que se agravavam para as novas gerações soviéticas e nos países da Europa Oriental - o regime totalitário mostrou-se crescentemente inapto para adquirir qualquer legitimidade. Como afirma Letizia, a esplêndida vitória soviética sobre a máquina militar nazista, devida ao engajamento heróico da população soviética, conferiu ao regime stalinista uma legitimidade limitada. Decorridas poucas décadas, a menção às tradições revolucionárias de Outubro – cuja freqüência atestava tanto a consciência dos dirigentes, de que sua maior legitimidade adviria daí, quanto sua percepção do caráter cada vez mais formal e distorcido de tal referência – deixou de ter sentido. Para as gerações nascidas após a guerra, a pretensa legitimidade do regime já não se referia à sua experiência vivida, ao passo que suas deficiências eram crescentemente intoleráveis na vida cotidiana.<br /><br />Ao final, o que os “reformadores” de dentro do sistema – Gorbatchev e Yeltsin – tinham a oferecer não era mais que o retorno ao capitalismo, divergindo quanto ao ritmo e velocidade dessa contra-revolução, ou ao papel que o partido-Estado deveria ocupar na transição. Já na Europa Oriental, os partidos satelitizados pela URSS perderam toda capacidade de sobrevivência assim que o patrocinador desabou. Sua remoção foi feita de fora para dentro (isto é, a sociedade mobilizada contra o poder constituído, em lugar da sua auto-reforma). Todas as tentativas de repetir o exemplo soviético, com quadros de dentro do partido, foram malsucedidas na Europa do Leste, à exceção da Sérvia – com os trágicos resultados conhecidos. O exemplo bem-sucedido (para seus patrocinadores) é o da China: uma espécie de perestroika sem glasnost, combinando na atualidade a exploração mais brutal da mão-de-obra proveniente do êxodo rural com franquias a empresas capitalistas mundiais nas Zonas de Processamento de Exportação, joint ventures com grupos privados em busca de altos lucros e admiração mundial para suas taxas extraordinárias de crescimento. Será necessário dizer que a ante-sala para esse desempenho foi o massacre da Praça da Paz Celestial (1989), na qual se abria a possibilidade de outro caminho?<br /><br />As transformações econômicas e tecnológicas do capitalismo são objeto de farta literatura e da mídia geral e especializada. Ressaltamos aqui apenas que o capital adquiriu uma mobilidade extraordinária face aos Estados nacionais, permitindo-lhe não apenas desafiar legislações específicas – trabalhistas, ambientais, previdenciárias e sobre os mercados de capitais – mas inclusive chantagear os dirigentes políticos dos Estados nacionais mundo afora, impondo-lhes regras tendentes a conceder total liberdade de movimento aos investidores e financistas, sob pena de isolamento e marginalização econômica.<br /><br />Aspecto de destaque é a desigualdade crescente entre a mobilidade preconizada aos fatores clássicos de produção na economia política da globalização. Para o capital, exige-se franqueamento total das fronteiras, ausência máxima de controles e relaxamento de todas as exigências. Ao trabalho, impõem-se muros físicos, barreiras burocráticas e controles policiais. O modelo neoclássico de vantagens comparativas, no qual a abundância relativa de capital ou de trabalho determina os produtos e processos de produção mais vantajosos a cada país, encontra aqui uma negação frontal, na medida em que os fatores têm tratamento completamente assimétrico em sua capacidade de deslocamento pelo globo – deslocamento que tenderia, numa economia aberta, a igualar ao longo do tempo os rendimentos relativos do capital e do trabalho. Mais uma vez, a teoria revela-se como ideologia a mascarar as relações reais – caso contrário, deveríamos ouvir um coro de economistas indignados com as restrições à mobilidade internacional do trabalho, com a mesma intensidade com que se insurgem contra restrições ao movimento de capitais. E esta última insurgência também é seletiva, pois trata com maior amenidade restrições parciais adotadas por países como o Chile e os Tigres Asiáticos, enquanto se horroriza à mera menção de controles de capitais no restante da América Latina ou noutras plagas.<br /><br />Inquestionavelmente, as novas tecnologias alteraram os modos de produzir e consumir, afetando inclusive a cultura social. Seus efeitos benéficos para o aumento da produtividade e para maior fruição dos indivíduos dificilmente podem ser subestimados. Mas a técnica não é neutra. Se a informática e a telemática permitem muito maior rapidez e poupam esforços humanos, o que vemos em contrapartida é um ritmo cada vez mais alucinante de trabalho, uma escassez cada vez maior de tempo e uma exclusão imensa de pessoas dos benefícios dessas tecnologias, além do desemprego estrutural e da conseqüente precarização das relações de trabalho. As novas tecnologias, postas a serviço do capital, estão produzindo um maior ritmo de exploração – nas palavras de Leda Paulani (PCP-En), um retorno à extração de mais-valia absoluta -, o predomínio financeiro sobre a atividade produtiva – segundo a mesma autora, um retorno à acumulação primitiva – e uma reconcentração da renda em escala mundial, seja no plano pessoal, seja entre nações e regiões do mundo.<br /><br />Finalmente, a Teoria Econômica vem recebendo, desde o final dos anos 1970 e em especial nos anos 1980, novos aportes conservadores consubstanciados na Teoria das Expectativas Racionais. Nesta, os agentes econômicos – empresários e consumidores, basicamente – compreendem os objetivos ocultos das políticas econômicas e se antecipam às mesmas, inutilizando-as. Concluem seus autores que o Estado pró-ativo só logra produzir inflação e, no limite, mais desemprego (devido à ineficiência econômica), ao se propor a combatê-los com políticas fiscais ou monetárias não-ortodoxas. Equilíbrio fiscal, política monetária “neutra”, liberdade total aos mercados e aos fluxos de bens e de capitais, desregulamentação geral e eliminação do Estado-empresário, passando à iniciativa privada os setores produtivos sob controle estatal, são as principais conseqüências práticas desta escola. Elas vêem sendo advogadas com desenvoltura cada vez maior pelos economistas denominados “novos clássicos”, sucedâneos da escola monetarista - antes isolada no combate ao keynesianismo e inimiga jurada do socialismo. O Consenso de Washington de 1989 formalizou tais recomendações num receituário com impacto mundial sobre o conceito-padrão de boa governança.<br /><br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">VI-    Ideologia e prática do neoliberalismo</span><br /><br />O discurso liberal omite as características pró-ativas do Estado ao longo do capitalismo. E tal equívoco se reproduz em escala ampliada na atual quadra dominada pelo neoliberalismo.<br /><br />O caráter ideológico da defesa do “Estado mínimo” desmascara-se ao se observar o tamanho relativo das atividades estatais nos países pretensamente aderentes a esse modelo. Na Grã-Bretanha, matriz do neoliberalismo, assim como nos países continentais da Europa, não obstante as privatizações, a proporção do PIB representada pelo gasto público não diminuiu significativamente, conforme indica o depoimento do Prof. Jeroen Klink (PCP-En) com base em estudos de economistas europeus. Nos EUA, o papel do Estado é menor nas atividades diretamente produtivas – embora não seja insignificante -, mas as instituições reguladoras ocupam um espaço substancial. Essa configuração não foi alterada no último quarto de século, desde que Ronald Reagan anunciou ao povo norte-americano que “o Governo não é a solução, ele é o problema”.<br /><br />O que mudou, e muito, foi a orientação do gasto público. As despesas sociais deixaram de ter a importância da época do welfare state. Em compensação, os gastos militares e com segurança pública, o apoio direto ou indireto ao capital e outras despesas de interesse para a preservação das sociedades capitalistas ocuparam maiores espaços. Um exemplo: as barreiras à imigração têm envolvido complexas operações com a participação não apenas das polícias, mas das forças armadas (por exemplo, os bloqueios da Europa meridional ao desembarque de imigrantes provenientes do Norte da África pelo Mediterrâneo). No caso dos EUA, as duas guerras da dinastia Bush no Iraque, a invasão do Afeganistão e os dispositivos draconianos de prevenção do terrorismo (incluindo a supressão de garantias democráticas históricas e as prisões-centros de tortura e de seqüestro ilegal de suspeitos, como Abu Graib e Guantánamo) são outras tantas aplicações do poder estatal com objetivos econômicos, além dos político-estratégicos.<br /><br />Observamos os resultados sociais dessa reorientação das prioridades do gasto público na dramática situação da população negra e pobre de New Orleans após o furacão Katrina – muitos deles até hoje desalojados e proibidos de retornar – e na explosão dos filhos de imigrantes árabes na França. E, em escala mundial, a concentração de renda não faz mais que aumentar. Os dados apresentados pelo Dr. Célio Turino (PCP-En) são aterradores: as seiscentas maiores fortunas do mundo concentram uma riqueza equivalente à dos 2 bilhões mais pobres do planeta; as três pessoas mais ricas do mundo concentram uma riqueza igual à dos seiscentos milhões mais pobres. O regime chinês, tido e havido como a nova vanguarda do desenvolvimento econômico, ironicamente dirigido pelo Partido Comunista sob regime unipartidário, vem manifestando publicamente sua preocupação com o intenso êxodo rural e os sinais de forte polarização social com o aumento das desigualdades. Não parece que estejam criticando o capitalismo estrangeiro, mas sim o socialismo sui generis lá implantado.<br /><br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">VII-    Conclusões</span><br /><br />Podemos dizer que a aparente pendularidade das relações Estado-mercado no período mais restrito que medeia entre a Revolução Industrial e o presente resulta de forte obscurecimento pela fumaça ideológica. O laissez-faire proposto por Smith a partir dos fisiocratas não foi seguido à risca sequer pelo Império Britânico, especialmente na aurora do novo modo de produção. Se a Grã-Bretanha efetivamente adotou o livre comércio, só o fez anos após a morte de D. Ricardo, seu maior paladino, graças à sua hegemonia no mercado mundial. As novas economias industrializadas não seguiram esse modelo para se desenvolverem, com poucas exceções. Após atingirem o pódio, passaram a exigir políticas liberais dos países subdesenvolvidos. É o tradicional “faça o que eu digo, não faça o que faço”. Os Estados fortes do período monopolista da passagem do século XIX ao XX acabaram levando à Ia Guerra Mundial. Das catástrofes que ocuparam três décadas a partir de 1914, surgiu o welfare state no pós-guerra, comprometido com o intervencionismo e justificando-o teoricamente. Seus detratores, fortes desde o início dos 1980, não fizeram outra coisa senão relançar a ideologia liberal sob nova forma, escorados nas novas tecnologias e na derrocada do “socialismo real” – mas não reduziram, de fato, o peso econômico do Estado. Apenas o descomprometeram com o Bem-Estar Social, reforçando seus compromissos com as necessidades mais atuais do capital.<br /><br />Mas a ideologia não é apenas reflexa: ela funciona reforçando as tendências socialmente regressivas do capitalismo. A retração das políticas sociais deu proeminência às Organizações Não-Governamentais. O esvaziamento da política, como tantos autores contemporâneos vêm assinalando, com sua transformação em mero espetáculo, face à rigidez do receituário ditado pelo capital financeiro hegemônico, e sua degradação através de episódios cada vez mais freqüentes de corrupção, associam-se à ofensiva cotidiana das mídias buscando tornar ainda mais odiosa a face dos poderes públicos (fenômeno generalizado e não apenas brasileiro). Não admira a aura de benfeitores a cercar esses organismos que buscam substituir a ação estatal nas políticas sociais - alguns dos quais certamente são bem-intencionadas e bem-sucedidas na promoção de melhorias sociais tópicas, sem que se possa generalizar esta avaliação. O mais grave no contexto descrito é a ausência de controle social sobre tais organizações, o que, com todas as falhas dos regimes políticos existentes sob o capitalismo, ainda se podia buscar atingir no Estado. Desta forma, em lugar de atenuar a ausência do Estado na área social, as ONGs – independentemente dos benefícios localizados que possam trazer, e em muitos casos trazem, aos desassistidos – reforçam-na.<br /><br />A projeção do quadro acima para a realidade brasileira deveria ser tema de outro texto, tamanha a sua complexidade. Um Estado que se “modernizou” sem extinguir suas características oligárquicas, patrimonialistas e corporativistas, num País que foi incapaz de democratizar o acesso à propriedade fundiária, desenvolver um mercado de consumo integrando a maioria de sua população e que só logrou muito tardiamente universalizar o ensino fundamental à custa de uma brutal queda na qualidade da escola pública, apresenta um conjunto de desafios que já seriam gravíssimos sem a manifestação das tendências regressivas irradiadas pelos centros hegemônicos do capitalismo. A tendência brasileira a importar ideologias acriticamente, focando mais seus aspectos formais e nunca observando seus contrapesos nos países de origem, agrava o quadro. Não é possível deixar passar o registro de que, nestas circunstâncias, o paradoxo de um governo publicamente comprometido com a redução das desigualdades acabar dando continuidade à política macroeconômica vigente na gestão antecessora não é exatamente uma surpresa, mas uma decorrência do esvaziamento do espaço de decisão política enquanto perdurar a subordinação aos diktats das poucas centenas de mandantes da economia mundial. O que não diminui o mérito de políticas desconcentradoras de renda, como se tem visto, mas limita o seu alcance e a abrangência das mudanças esperáveis.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">VIII-    Bibliografia</span><br /><br />Anau, Roberto V. . Estado e sociedade, público e privado: considerações históricas sobre a mudança de paradigma. Salvador (BA): IX Colóquio Internacional sobre Poder Local. Junho/2003 (íntegra em CD-ROM).<br /><br />Bruchey, Stuart. As origens do crescimento econômico americano. Rio de Janeiro: Record, 1966.<br /><br />Brue, Stanley. L. . História do Pensamento Econômico. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.<br /><br />Fusfeld, D. . A Era do Economista.  São Paulo: Saraiva, 2001.<br /><br />Hobsbawm, E. J. . Da Revolução Industrial Inglesa ao Imperialismo. Rio de Janeiro: Forense, 2000.<br /><br />__________________ A Era das Revoluções. São Paulo: Paz e Terra, 2005.<br /><br />__________________ A Era do Capital. São Paulo: Paz e Terra, 2004.<br /><br />__________________ A Era dos Impérios. São Paulo: Paz e Terra, 2002.<br /><br />__________________ Era dos Extremos – o breve século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.<br /><br />Letizia, Vito. Resenha de Era dos Extremos, de E. Hobsbawm, in Revista Olho da História no 2 (ROH-2).<br /><br />Robertson, Ross M. . História da Economia Americana – Volume I. Rio de Janeiro: Record, 1967.<br /><br />Depoimentos dos seguintes participantes dos seminários e debates do Programa Cultura e Pensamento, sobre a linha temática do Estado-nação  (PCP-En) – disponíveis no site da Revista Raiz www.revistaraiz.uol.com.br<br /><br /><br />Dr. Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura;<br /><br />Prof. Dalmo de Abreu Dallari, da Faculdade de Direito da USP;<br /><br />Prof. Jeroen J. Klink, Pró-reitor da UFABC;<br /><br />Profa. Leda M. Paulani, da FEA-USP.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />_______________________________________________________<br />(1) Economista, mestre em Urbanismo, docente e consultor. Curador do Programa Cultura e Pensamento, na linha temática do Estado-nação, em conjunto com Edgard Steffen, Publisher da Revista Raiz.<br /> <br /><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=25163&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-13T02:27:25+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Celso athayde</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Membro da comissão de seleção 
do Cultura e Pensamento 2007<!--more-->
<br />O programa Cultura e Pensamento traz a brasilidade estampada em suas ações. Pensamentos e culturas diferentes em um mesmo espaço, todos voltados para o mesmo fim: prover o melhor. <br /><br />Fortalecer espaços públicos de reflexão e diálogo em torno de temas atuais e relevantes é crescimento e  desenvolvimento para todos os envolvidos direta ou indiretamente, é linha garantida para a preparação de novos campos de atuação com princípio firmado na qualidade de informação.<br /><br />Um programa nacional de incentivo ao debate crítico é sem dúvida uma evolução ao respeito por todas as nossas culturas, acadêmica ou militante, este equilíbrio  é marca da democracia. Em um país com tantas frentes e expressões torna-se gratificante poder misturar tantas informações sem marginalização,  pelo contrário, buscando sempre a melhoria do que é apresentado.<br /><br />Na Cufa temos a expressão : “junto e misturado”, até mesmo em consequência da nossa origem e luta; dessa forma, espero que o Programa Cultura e Pensamento continue sendo norteado pelo respeito e tolerância a diversidade.Vamos guardar a capacidade de “junto e misturado” abraçar projetos em todo território nacional e em terras vizinhas, pois o mapa que surge após a  seleção dos mesmos, esboça um país vivo. <br /><br />Até o próximo Cultura e Pensamento.<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Celso%20Athayde_1192293476.pdf">Texto em pdf &gt;&gt; </a><br /><br /><br />* <span style="font-weight: bold;">Celso Athayde </span> produtor, idealizador do prêmio Hutúz e co-autor dos livros <span style="font-style: italic;">Falcão – meninos do tráfico</span> e <span style="font-style: italic;">Cabeça de porco</span>.<br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-13T01:36:33+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>iã paulo ribeiro</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Membro da comissão de seleção do Cultura e Pensamento 2007<!--more-->
<br />Um pouco do pensamento nos pertence. Há ali, neste pouco pouquíssimo do pensamento, um tantinho de terra que é nosso; talvez um pingo de sangue, uma penugem deixada pelo óvulo, uma ponta de esperma. Há a memória comum dos genes, pai e mãe, avós, até mesmo uma ancestralidade bem remota, escondida, onde dentes e pêlos ainda rugem como se fossem presentes.<br /><br />Mas nem todo pensamento nos pertence. Há o pensamento do poder, aquele que nos oprime. Não como numa ditadura, armas nas têmporas. Não. Um poder sub-reptício, que vai ali numa sílaba mal entoada, numa frase em que o sarcasmo só mostra os cílios. Um pensamento moral que amarra asas e bicos de pássaros já no ninho, alimento que está nos seios das mães; um pensamento diplomado e burocrático, lugar em que a palavra se diviniza e nos submete a uma ordem muitas vezes confusa.<br /><br />É nesta seara de totalidade que cultivamos o pensamento. Parece nosso. É nosso! Nos encanta pela compreensão. Resolve conflitos dentro da caixa fechada onde se desenvolve. Embora o que realmente nos pertença seja aquele indisfarçável mal-estar que interroga, na solidão, no silêncio do incômodo, sobre a verdade. A sua verdade.<br /><br />Quando o Ministério da Cultura elabora um programa incentivando o cultivo do pensamento, pode reforçar essa totalidade instaurada do pensar. Mas isso não é um erro, não. Porque tal fomento faz necessariamente renascer dentro de cada pensante a possibilidade do novo. O novo que vem desde tempos passados, mas que, acima de tudo, provoca, desestrutura e nos faz caminhar.<br /><br />Poderia dizer milhares de palavras agradáveis, conjeturar e arrolar frases das mais encantadoras poesias, mas o que realmente me instiga neste programa é uma imagem simples: despertar as idéias adormecidas.<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/I%E3%20Paulo%20Ribeiro_1192292705.pdf">Texto em pdf &gt;&gt;</a><br /><br /><br /><br />* <span style="font-weight: bold;">Iã Paulo Ribeiro</span><br />Assistente da Gerência de Estudos e Desenvolvimento do SESC São Paulo. Formado em Letras e pós-graduado em Literatura.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php">notícias</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-13T01:19:51+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>SELO CULTURA E PENSAMENTO</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projetos que receberam o Selo Cultura e Pensamento<!--more-->
<br /><br />O
Selo Cultura e Pensamento é uma certificação dirigida aos projetos não
selecionados, mas considerados, pela Comissão de Seleção, como de
relevância cultural e elevada qualidade técnica.<br /><br />A Comissão deliberou que devem receber o <span style="font-weight: bold;">&quot;Selo Cultura e Pensamento&quot;</span> os projetos abaixo listados:<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />PROJETOS DE DEBATES PRESENCIAIS:</span><br /><div style="margin-left: 40px;">
<br /></div><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Linha Temática A </span>- Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle:<br /><div style="margin-left: 40px;">
<br />
<span style="font-weight: bold;">1º.</span> <span style="font-weight: bold;">“Um mundo de imagens – economia, cultura e política na indústria cinematográfica em tempos de digitalização”</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">
Curador:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> César Bolaño (SE);</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"> Entidade Produtora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de Sergipe (SE)</span><br style="color: rgb(153, 153, 153);" />
<br style="font-weight: bold;" />
<span style="font-weight: bold;">2º. “Biopolítica, tecnologias e educação: entre o controle social e a emancipação” </span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">
Curador: </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Daniel Soares Lins (CE); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Via de Comunicação Ltda. (CE)</span><br style="color: rgb(153, 153, 153);" />
<br />
<span style="font-weight: bold;">3º. “Arte e liberdade: eixos e democracia da expressão”</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">
Curadora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Ana Glafira Malta Cavalcanti (AL); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora: </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">APAP -
Associação de Artistas Plásticos Profissionais de Curitiba (PR)</span><br style="color: rgb(153, 153, 153);" />
<br />
</div><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Linha Temática B -</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura:<br /><div style="margin-left: 40px;">
<br />
<span style="font-weight: bold;">1º. “Deslocamentos populacionais, os limites de identidades e reinvenções culturais”</span><br />
<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Curadora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Zilda Márcia Grícoli Iokoi (SP); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora: </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Associação de Arquivistas de São Paulo – ARQ (SP)</span><br style="color: rgb(153, 153, 153);" />
<br />
<span style="font-weight: bold;">2º.</span> <span style="font-weight: bold;">“Plataforma integrada de encontros musicais”</span><br />
<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Curadora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Tathianna Nunes de Souza e Silva (PE); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora: </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Coquetel Molotov Produções Ltda. (PE)</span><br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">3º. “Café das Artes”</span><br />
<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Curadora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Luciana Silva de Paula (MG); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Instituto duBem Comunicação e Cultura (MG)</span><br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">4º.</span> <span style="font-weight: bold;">“Sustentabilidade, cultura, meio ambiente e diversidade: diálogos”</span><br />
<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Curadora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Josiane Andrade Militão (MG); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Sociedade Mineira de Cultura (MG)</span><br />
<br />
</div><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Linha Temática C </span>- Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade:<br /><div style="margin-left: 40px;">
<br />
<span style="font-weight: bold;">1º. “Políticas da cultura e da comunicação para a democracia e a diversidade cultural”</span><br />
<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Curador:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Antônio Albino Canelas Rubim (BA); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora: </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Ritos Produções de Eventos (BA)</span><br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">2º. “O que está vivo e o que está morto no pensamento de Marx”</span><br />
<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Curadora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Ana Elvira Steinbach Silva Raposo (PB); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora: </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Fundação José Américo (PB)</span><br style="color: rgb(153, 153, 153);" />
<br />
<span style="font-weight: bold;">3º.</span> <span style="font-weight: bold;">“Fórum latino-americano de mídia cidadã”</span><br />
<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Curador: </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Pedro Cobbett Stael Markun (SP); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Cobbett Produções Artisticas e Audiovisuais Ltda (SC)</span><br style="color: rgb(153, 153, 153);" />
<br />
</div><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Linha Temática D</span> – Temática de livre escolha:<br />
<br />
<div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">1º. “Memória das culturas – acesso e expansão de acervos perante os desafios e limites da propriedade intelectual”</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Curadora: </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Ana Lúcia Duarte Lanna (SP); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (SP)</span><br style="color: rgb(153, 153, 153);" /><br /><span style="font-weight: bold;">2º. “Crie futuros”</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Curadora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Claudia Deheinzelin (SP); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora: </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Enthusiasmo Cultural Ltda. (SP)</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">3º.</span> <span style="font-weight: bold;">“Conexões culturais – cultura e educação”</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Curadora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Cláudia Sousa Leitão (CE); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> IEPRO - Instituto de Estudos, Pesquisas e Projetos da UECE (CE)</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">4º. </span>“<span style="font-weight: bold;">Gastronomia e (é) cultura”</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Curadora:</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> Thabata Neder (SP); </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Entidade Produtora: </span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Thema Consultoria e Assessoria em Marketing S/C Ltda. (SP)</span><br style="color: rgb(153, 153, 153);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span><br /></div>









<div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /> </div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-11T04:22:55+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>oficina de curadoria: curador crítico</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, no Recife, promove a oficina Curador Crítico, com a escritora e curadora alemã Ellen Blumenstein.<!--more-->O projeto Panorama do Pensamento Emergente, realizado pelo MAMAM - Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, no Recife, promove a oficina Curador Crítico, com a escritora e curadora alemã Ellen Blumenstein.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Datas:</span> 16 e 17 de outubro de 2007.<br /><span style="font-weight: bold;">Horário:</span> das 15h às 18h.<br /><span style="font-weight: bold;">Local: </span>Centro de Formação em Artes Visuais (CEFAV), casa 11, Pátio de São Pedro, Recife-PE.<br /><span style="font-weight: bold;">Número de participantes:</span> 10 (máximo)<br /><span style="font-weight: bold;">Preço:</span> Gratuito<br /><br />Para maiores informações acesse o site do <span style="font-weight: bold;">Fórum Permanente: Museus de Arte entre o Público e o Privado, </span>no endereço:<br /><br /><a href="http://forumpermanente.incubadora.fapesp.br/portal/.event_pres/workshops/panorama-do-pensamento-emergente/workshop-de-curadoria-curador-critico">http://forumpermanente.incubadora.fapesp.br</a><br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php">Outras notícias &gt;&gt;</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><br /><br /><br /><br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-11T04:15:19+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Carnaval do Brasil lança documento-síntese dos debates</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>O Seminário O carnaval do Brasil lança documento sintetizando as discussões e as propostas resultantes dos debates realizados no Rio de janeiro. Confira.<!--more-->
<br />Representantes de diversos blocos do carnaval  carioca, reunidos durante a realização do ciclo de debates &quot;O Carnaval do Brasil&quot; - projeto patrocinado pelo Cultura e Pensamento 2007 - debateram sobre a importância do carnaval de rua e sobre propostas de melhorias da organização e da divulgação do desfile dos blocos.<br /><br />As discussões realizadas no dia 21 de setembro de 2007, em torno do tema “<span style="font-weight: bold;">Organização do Carnaval: As Políticas Públicas para o Carnaval e o Folião Cidadão</span>”,resultaram num documento-síntese, elaborado pelos relatores da mesa: Adriana Schneider Alcure, Alexandre Pimentel e Joana Correa.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Acesse o </span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Carnaval%20documento%20final_1192075151.pdf" style="font-weight: bold;">documento síntese</a><span style="font-weight: bold;"> e a </span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Prioriza%E7%E3o%20de%20propostas%20CARNAVAL_1192075223.pdf" style="font-weight: bold;">priorização das propostas</a><span style="font-weight: bold;"> debatidas, no formato pdf.</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais </a>sobre o ciclo de debates &quot;O Carnaval do Brasil&quot;.<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php">outras notícias &gt;&gt;</a><br /><br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-11T12:54:48+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - index - outubro2 final</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - index - outubro2 final<!--more--><h3 class="bTitle">Catarina - index - outubro2 final<br /></h3>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-08T12:13:12+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>jean-pierre dupuy</title>
<link/>
<author/>
<category>Acervo</category><content:encoded><![CDATA[<div>video da conferência<!--more-->
<span style="color: rgb(153, 51, 0);"><br />3 set - Teatro Maison de France, Rio de Janeiro<br /></span><span style="font-weight: bold;">JEAN-PIERRE DUPUY  l  </span><span style="font-weight: bold;">A fabricação do homem e da natureza<br /><br /><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-7709924205735419089&hl=en" flashvars="" /> </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Sobre o tema:<br /><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28572&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">A FABRICAÇÃO DO HOMEM E DA NATUREZA | Jean-Pierre Dupuy &gt;&gt;</span></a><br /><br />Em
meio ao vertiginoso desenvolvimento das tecnologias de ponta — em que
as nanotecnologias ganham hoje destaque — o filósofo tem o dever de
responder a esta questão fundamental: a ciência e a técnica, que
dominam nossas sociedades, podem preencher o vazio de sentido que
parece afetálas? Ou, ao contrário, não seriam elas as principais
responsáveis por este vazio? A discussão vai se dar essencialmente em
torno da constituição de um programa nanotecnológico que levará à
construção de novo paradigma para a idéia do design inteligente do ser
humano.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />JEAN-PIERRE DUPUY</span>
é professor na Escola Politécnica de Paris e na Universidade de
Stanford e pesquisador do Programa de Ciência-Tecnologia-Sociedade.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div>

</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-06T05:44:14+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>oswaldo giacoia junior</title>
<link/>
<author/>
<category>Acervo</category><content:encoded><![CDATA[<div>video da conferência<!--more-->
<span style="color: rgb(153, 51, 0);"><br />29 ago - Teatro Maison de France, Rio de Janeiro<br /></span><span style="font-weight: bold;">OSWALDO GIACOIA JUNIOR  l  </span><span style="font-weight: bold;">As duas mutações de Nietzsche</span><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><br /><br /></span>
<embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-2971721263804018381&hl=en" flashvars="" /> 


<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Sobre o tema:<br /><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28570&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> <span style="font-weight: bold;">AS DUAS MUTAÇÕES DE NIETZSCHE | Oswaldo Giacoia Júnior &gt;&gt;</span></a><br /><br />A primeira mutação a que Nietzsche se refere diz respeito ao predomínio da racionalidade científica<br />a partir do pensamento socrático, quando uma cultura de perfil predominantemente artístico<br />— a cultura grega da época pré-platônica — cede terreno a uma cultura alexandrina, baseada no<br />domínio
da racionalidade teórica. A conseqüência extrema da sabedoria socrática
irá conduzir, segundo Nietzsche, a uma nova mutação: a transvaloração
de todos os valores, ou seja, a auto-supressão da moral
socrático-platônico-cristã, ensejando o resgate da inocência do
vir-a-ser, para além de toda culpa e expiação.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />OSWALDO GIACOIA JUNIOR</span> é professor de Filosofia.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-06T05:26:03+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Seminário concede certificado para participantes via internet</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>O seminário Além das redes de colaboração, que será transmitido ao vivo pela internet a partir do dia 15 de outubro, concederá certificado para participantes online.

<!--more-->


O Seminário &quot;<span style="font-weight: bold;">Além das Redes de colaboração: diversidade cultural e as tecnologias do poder</span>&quot; pretende refletir sobre a contradição entre as possibilidades de
criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais, e
as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o
controle dos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial.
<br /><br />As conferências do seminário serão transmitidas <span style="font-weight: bold;">ao vivo</span> pela internet através da TV Software livre. Os participantes inscritos poderão interagir via <span style="font-style: italic;">chat</span> garantindo o encaminhamento das perguntas e/ou problematizações durante as palestras do Seminário.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Os certificados serão concedidos também para quem se inscrever para participação online.</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para ver a programação e outras informações.<br /><br />As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site:<br /><br /><a href="http://www.rn.softwarelivre.org/alemdasredes/">http://www.rn.softwarelivre.org/alemdasredes/</a><br /><br /><br />O seminário acontece entre 15 e 18 de outubro, em Porto Alegre, e entre 7 e 10 de novembro em Natal / RN.<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><br />l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-04T07:04:05+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Franklin Leopoldo e silva</title>
<link/>
<author/>
<category>Acervo</category><content:encoded><![CDATA[<div>video da conferência<!--more-->
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">28 ago - Teatro Maison de France, Rio de Janeiro<br /></span><span style="font-weight: bold;">FRANKLIN LEOPOLDO E SILVA  l   Descontrole do tempo histórico</span><span style="font-weight: bold;"> e banalização da experiência<br /><br />

<embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-6151003471908974092&hl=en" flashvars="" /><br /> 

<br />Sobre o tema:<br /><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28568&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">DESCONTROLE DO TEMPO HISTÓRICO E BANALIZAÇÃO DA EXPERÊNCIA | Franklin Leopoldo e Silva &gt;&gt;</span></a><br /><br />Vivemos na atualidade a forte aceleração do tempo histórico, em que a experiência da sucessão é<br />marcada
mais pelas rupturas do que pela continuidade, o que conduz a um fluxo
de mutações mais rápido do que o ritmo de nossa experiência da
temporalidade. Por não apreendermos inteiramente o<br />significado dessa velocidade do devir histórico, resignamo-nos a tomar tal fluxo acelerado como um<br />fim em si mesmo, o que leva ao empobrecimento existencial e histórico, e, por conseqüência, à<br />banalização da experiência.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />FRANKLIN LEOPOLDO E SILVA</span> é professor do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />


</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-03T11:18:06+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>index - outubro</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>index - outubro<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-10-01T08:57:15+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>catarina index - outubro1</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>catarina index - outubro1<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-28T11:19:21+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Francisco de Oliveira</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video da conferência<!--more-->
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">21 ago - Teatro Maison de France, Rio de Janeiro</span><span style="font-weight: bold;"><br />FRANCISCO DE OLIVEIRA  l  Revoluções, mutações...<br /><br /><br /><embed flashvars="" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=3983465635329101585&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" /> <br /></span><span style="font-weight: bold;"><br />Sobre o tema:<br /></span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> REVOLUÇÕES, MUTAÇÕES... | Francisco de Oliveira &gt;&gt;</a><br /><br />Hoje
há poucas dúvidas em relação à evidência de que nossa época enfrenta
transformações notáveis. O ponto central dessas mudanças se encontra na
explosiva combinação da ciência e dos processos produtivos, ou seja, na
tecnologia como força produtiva. Contudo, ainda não mergulhamos em uma
total mutação, pois o que essa revolução técnica, sem paralelo na
história, ainda reproduz é o capital com sua amplificada coorte de
miséria e desigualdade.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />FRANCISCO DE OLIVEIRA</span> é professor de Sociologia da Universidade de São Paulo.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />


</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-28T06:19:03+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>José miguel wisnik</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Video da conferência<!--more-->
<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">20 ago - Teatro Maison de France, Rio de Janeiro</span><span style="font-weight: bold;"><br />JOSÉ MIGUEL WISNIK   l    Heterodoxa mutação</span><br /><br /><br />
<embed flashvars="" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-7433157972012220936&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" /> 
<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Sobre o tema:</span><br /><br />
 <p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28560&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28560&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"> HETERODOXA MUTAÇÃO | José Miguel Wisnik &gt;&gt;</a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28560&more=1&c=1&pb=1"><br /></a></p><br />Se
o estado de mutação deflagra a não-correspondência entre categorias de
pensamento vigentes e o estado atual das coisas, se propõe visitas a
casos de pensamento heterodoxo, na intenção de testá-los como
pensamento constituído sobre a mutação. Na construção de uma Nova
Psicanálise, que se pretende para além de Freud e Lacan, é postulada a
teoria d’Os Cinco Impérios, que na versão de MDMagno engloba A Mãe, O
Pai, O Filho, O Espírito e Amém, que é o haver desejo do que não há.
Vai-se discutir também a idéia contemporânea de um lançar-se além do
par Deus/homem que não se regula mais pela elevação ao infinito (como
nos séculos 17 e 18), nem à finitude (como no 19), mas que instaura um
“finito ilimitado”, que é o próprio princípio que funda a existência da
linguagem verbal.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />JOSÉ MIGUEL WISNIK</span> é professor de Literatura da Universidade de São Paulo.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-28T05:47:17+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>carnaval do brasil</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Em Salvador<!--more-->
<br /><span style="font-weight: bold;">De 08 a 11 de outubro - 19h <br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><a href="http://aovivo.salvador.ba.gov.br/aovivo.html">Acesse a transmissão ao vivo &gt;&gt;</a><br /></span><br /><span style="font-weight: bold;">Local:</span> Teatro Vila Velha - Av. Sete de Setembro, s/n - Passeio Público <br /><span style="font-weight: bold;">Informações:</span> (71) 3083-4600<br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" />  <span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">08/out – Segunda</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 1</span> -  IMAGENS DO CARNAVAL: REGISTROS DE UM IMAGINÁRIO<br /><br /><span style="font-style: italic;">O encontro abordará a estética da festa com apresentação e análise de trabalhos audiovisuais.</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Perfeito Fortuna</span> (Produtor cultural, ator, organizador do Concurso Nacional de Marchinhas. Curador do projeto “Carnaval do Brasil” no Rio de Janeiro)<br /><span style="font-weight: bold;">Fred Góes </span>(professor e pesquisador, UFRJ)<br /><span style="font-weight: bold;">Alberto Pitta</span> (artista plástico, organizador do Cortejo Afro) <br /><span style="font-weight: bold;">Ray Vianna</span> (artista plástico, BA)<br /><span style="font-weight: bold;">Póla Ribeiro</span> (cineasta, diretor do IRDEB)<br /> <br /> <span style="font-weight: bold;"></span><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" />  <span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">09/out. – terça</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 2 </span>– O CARNAVAL NACIONAL: O DEBATE E A PESQUISA DENTRO E FORA DAS UNIVERSIDADES<br /><br /><span style="font-style: italic;">Com a participação de pesquisadores das cinco regiões do país, discutindo a produção intelectual sobre o tema e as diferentes manifestações desta festa no país e na América Latina. </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Isidoro Alves</span> (Antropólogo – MCT / PA)<br /><span style="font-weight: bold;">Liliane Stanisçuaski Guterres</span> (Professora Doutora em Antropologia – UCS – UNILASALLE / RS)<br /><span style="font-weight: bold;">Milton Moura</span> (professor, UFBA)<br /><span style="font-weight: bold;">Gonzalo Araoz</span> (Antropólogo e Pesquisador – UCSM-UK / Bolívia)<br /><span style="font-weight: bold;">Maria Laura Cavalcanti</span> (Professora Doutora em Antropologia – IFCS / RJ)<br /> <br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" />  <span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">10/out – quarta</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 3</span> –  A HISTÓRIA DO CARNAVAL: A RETOMADA DO PASSADO NO PRESENTE<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Um olhar sobre a transformação do carnaval até os dias atuais, discutindo a festa tradicional, a festa &quot;turística&quot; e as manifestações de novos grupos de foliões.</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">TT Catalão</span> (jornalista, DF) <br /><span style="font-weight: bold;">Antônio Godi </span>(professor, UEFS)<br /><span style="font-weight: bold;">Goli Guerreiro</span> (professora, UNIFACS)<br /><span style="font-weight: bold;">Roberto Albergaria </span>(professor, UFBA)<br /><span style="font-weight: bold;">Bruno César Cavalcanti </span>(professor, UFAL)<br /> <br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" />  <span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">11/out – quinta</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 4</span> – ORGANIZAÇÃO DO CARNAVAL: AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O CARNAVAL E O FOLIÃO &quot;PIPOCA&quot;   <br /><br /><span style="font-style: italic;">Assembléia para análise de políticas públicas para o Carnaval de Salvador.</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Paulo Lima </span>(FGM-Ba)<br /><span style="font-weight: bold;">Walmir França </span>(Fórum de Entidades Negras, BA)<br /><span style="font-weight: bold;">Joaquim Nery</span> (Central do Carnaval)<br /><span style="font-weight: bold;">Paulo Henrique Almeida</span> – Secretaria Estadual de Cultura <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Relatores:</span><br /><span style="font-weight: bold;">Regina Célia Oliveira Nascimento</span> (UNICAMP)<br /><span style="font-weight: bold;">Luiz Nova</span> (professor,UFRB)<br /><br />Foram convidados todos os representantes dos blocos carnavalescos cidade de Salvador a comparecerem com suas idéias e sugestões.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curadoria Geral:</span> Perfeito Fortuna, Adriana Schneider e Paulo Miguez<br /><span style="font-weight: bold;">Mediador:</span> Paulo Miguez<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /> </div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-28T04:08:29+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - imagens outubro1</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - imagens outubro1<!--more--><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-28T12:06:30+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>mutações videos prontos</title>
<link/>
<author/>
<category>Acervo</category><content:encoded><![CDATA[<div>videos<!--more-->videos
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-27T07:50:24+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>XLI CONGRESSO DA AICA </title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>São Paulo recebe congresso da Associação Internacional de Críticos de Arte – AICA.<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><br />A Institucionalização da Arte Contemporânea: a Crítica de Arte, os Museus, as Bienais, o Mercado de Arte</span> é o tema do Congresso que acontece em São Paulo, de 1 a 4 de outubro.<br /><br />A Associação Internacional de Críticos de Arte realiza um congresso mundial todos os anos, cada vez em um país diferente. O Brasil não recebia o evento desde 1959. Com sede em Paris, a AICA reúne cerca de 4200 membros em 64 seções em todo o mundo. No Brasil a interface da AICA é a ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte.<br /><br />O  <span style="font-weight: bold;">XLI Congresso da AICA – Brasil 2007</span> é uma realização da Associação Internacional de Críticos de Arte em parceria com a Universidade de São Paulo - USP.<br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" /> <span style="font-weight: bold;">VÍDEOS DAS CONFERÊNCIAS</span><br /><br />Os vídeos das conferências estarão disponíveis no site da IPTV USP, a partir do dia 5 de outubro. Acesse o endereço:<br /><br /><a href="http://iptv.usp.br/portal/infosEvento.jsp?_EntityIdentifierEvento=uspo4Zt9W8vmlF55DUWoZy4BxPasdyai5N0Ly6YiSvBJqY.">http://iptv.usp.br</a><br /><br /> Confira abaixo as informações sobre o evento.<br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" /> <span style="font-weight: bold;">INFORMAÇÕES SOBRE O CONGRESSO</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">São Paulo, 1 a 4 de outubro / 2007</span><br /><span style="font-weight: bold;">Local:</span> Anfiteatro Camargo Guarnieri / USP - Rua do Anfiteatro, 109 - Cidade Universitária<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Programação:</span><br /><br />Para conferir a programação completa e outras informações cobre o Congresso, acesse o site do <span style="font-weight: bold;">Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo</span>, no endereço:<br /><br /><a href="http://www.macvirtual.usp.br/mac/menuLateral.asp?op=5&idEvento=168" style="font-weight: bold;">www.macvirtual.usp.br</a><br /><br /><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-27T01:59:10+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Transmissão ao vivo pela internet</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDo<!--more-->Continuam, até 2 de outubro, as transmissões ao vivo do Seminário:<br />MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO<br /><br /><span style="font-weight: bold;">A partir das 18 h 30:</span><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">24 set</span> <span style="font-weight: bold;">Fim da guerra clássica - novos estados de violência</span><br />Frédéric Gros <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">25 set</span> <span style="font-weight: bold;">O que mantém o homem vivo: devaneios</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">sobre algumas transfigurações do humano</span><br />Renato Lessa <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">26 set</span> <span style="font-weight: bold;">Máquinas utópicas e distópicas</span><br />João Camillo Penna <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para mais informações e para acessar a transmissão.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php"><br />Voltar para notícias &gt;</a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-24T04:33:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A Constituição do Comum</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Seminário Internacional, que já foi realizado no Rio de Janeiro e em Salvador, acontecerá também em Belém do Pará. A programação será divulgada em breve.<!--more-->O comum
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-24T04:27:55+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Carnaval do Brasil</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>O segundo ciclo de debates sobre o carnaval e suas tradições acontecerá em Salvador, de 8 a 11 de outubro. Confira as informações.<!--more-->carnaval do Brasil
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-24T04:19:48+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Carnaval do Brasil </title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>O segundo ciclo de debates sobre o carnaval e suas tradições acontecerá em Salvador, de 08 a 11 de outubro. Confira as informações.<!--more-->
<img src="http://www.cultura.gov.br/upload/LOGO_carnavBrasil1_1189540841.jpg" style="width: 192px; height: 173px;" />

<br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />O Carnaval de Rua em foco </span><br /> <br />Pensar
o carnaval é pensar o Brasil, é observar a cultura em ação, é entender
comportamentos e costumes do povo brasileiro. O legado do carnaval nos
presenteia com manifestações artísticas e com artistas que, inspirados
por ele, produziram clássicos da literatura, da música, do cinema, das
artes plásticas, do teatro. Pensar o carnaval é uma tentativa de
responder questões acerca da nossa identidade. <br /> <br />A proposta é
debater o movimento do Carnaval de Rua, refletindo sobre o fenômeno em
cada uma das regiões nacionais, bem como focalizar os casos
específicos, através de uma reflexão do carnaval e das transformações
que vêm ocorrendo nos últimos 10 anos nas cidades de Salvador<span style="font-weight: bold;"> </span>e
do Rio de Janeiro, palcos emblemáticos dessa festa popular. O resultado
dessas reflexões servirá tanto de registro histórico, como também para
contribuir para o incremento e o aperfeiçoamento de políticas culturais
em diálogo com esta festa. <br /><br />Os debates realizados no Rio de Janeiro foram transmitidos ao vivo pela internet, com o apoio da <span style="font-weight: bold;">Rede Nacional de Ensino e Pesquisa - RNP.</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">PROGRAMAÇÃO</span><br /><br />Os ciclos de debates serão realizados, respectivamente, no <span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro</span> e em <span style="font-weight: bold;">Salvador.</span> Confira a programação em cada cidade.<br /><br /><img style="width: 6px; height: 6px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29538&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro</span> &gt;&gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29538&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><span style="font-weight: bold;">de 18 a 21 de setembro - às 19h </span><br />Parada da Lapa - Rua dos Arcos, 24 (esquina da Fundição Progresso).<br /><br /><img style="width: 6px; height: 6px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Salvador</span> (aguarde a confirmação da programação completa).<br /><span style="font-weight: bold;">de 08 a 11 de outubro.</span><br />Teatros Castro Alves e Vila Velha<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Entrada franca.</span><br /><span style="font-weight: bold;">informações:</span> (21) 2220-5070 - <span style="color: rgb(0, 51, 204);">carnaval@fundicao.org</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-24T04:14:40+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ARQUIVO DE NOTÍCIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more--><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" />  <span style="color: rgb(102, 102, 51);">20 a 23 de agosto/2007</span><br /><br /></span>Lançamento da <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25027&more=1&c=1&pb=1">Revista Cultura e Pensamento</a>, no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo e Curitiba,<span style="font-weight: bold;"></span> respectivamente.<br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span>A primeira edição da revista será lançada durante a abertura do Seminário<span style="font-weight: bold;"> &quot;Mutações: Novas Configurações do Mundo&quot; </span>que acontece:<span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 51);">Dia</span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 51);"> 20</span></span>, <span style="color: rgb(102, 102, 51); font-weight: bold;">às 18:30 h.</span><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><a name="02"></a>RIO DE JANEIRO</span> | MAISON DE FRANCE<span style="font-weight: bold;"></span><a name="01"><span style="font-weight: normal;"></span></a><br />Av. Presidente Antonio Carlos, 58 . Centro<br />(com transmissão ao vivo pela internet).<br /><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51); font-weight: bold;">Dia 21, às 19 h.</span><br /><span style="font-weight: bold;">BELO HORIZONTE</span> | CASA FIAT DE CULTURA<br />Rua Jornalista Djalma Andrade, 1.250 . Belvedere<br /><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51); font-weight: bold;">Dia 22, às 19 h.</span><br /><span style="font-weight: bold;">SÃO PAULO</span> | SESC AVENIDA PAULISTA<br />Av. Paulista, 119 . Paraíso, Estação Brigadeiro<br /><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51); font-weight: bold;">Dia 23, às 19 h.</span><br /><span style="font-weight: bold;">CURITIBA</span> l SESC DA ESQUINA<br />Rua Visconde do Rio Branco, 969. Centro<br /><br />Exemplares da revista estarão disponíveis gratuitamente nos locais, a partir do início dos eventos.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para conferir a programação completa do Seminário &quot;Mutações&quot; em cada cidade.<br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 51);"><br /><br /></span></span><span style="font-weight: bold;"><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 51);">20 Agosto/2007</span></span><p><br />Tem início no Rio de Janeiro o Ciclo de Conferências:<br /><span style="font-weight: bold;">&quot;Mutações: Novas Configurações do Mundo&quot;</span></p><p><span class="corpo_chamada">que acontece também em Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba e Salvador, entre agosto e outubro de 2007.</span></p><p><span class="corpo_chamada"><br /></span></p><p><span class="corpo_chamada">No Rio, o evento será <span style="font-weight: bold;">transmitido ao vivo pela internet.</span></span></p><p><br /><span class="corpo_chamada"><span style="font-weight: bold;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></span></p><p><span class="corpo_chamada"><span style="text-decoration: underline;"></span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a>  para  conferir  todas as informações.<span style="font-weight: bold;"></span></span></p><p><span class="corpo_chamada"><br /></span></p><p><span style="font-style: italic;"><span style="font-weight: bold;">Realização:</span> Artepensamento; <br /><span style="font-weight: bold;">Curadoria:</span> Adauto Novaes;</span><br /></p><br /><p><br /></p><span style="font-weight: bold;"><p><span style="font-weight: bold;"><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /></span> <span style="color: rgb(102, 102, 51);">16, 17 e 18 de Jul/2007:</span> Em Salvador<br /></p><br />Seminário Internacional<br />CONSTITUIÇÃO DO COMUM - CULTURA E PENSAMENTO CONTEMPORÂNEO<br /></span><span style="font-weight: bold;"><br />Data:</span> 16, 17 e 18 de julho<br /><span style="font-weight: bold;">Local: </span>Auditório da Faculdade de Comunicação/Ufba<br /><span style="font-weight: bold;">Entrada Franca. Certificado de participação.</span><br /><span style="font-weight: bold;">Informações:</span> (71) 3116-4032 / <a href="http://www.ocomum.com.br/">www.ocomum.com.br</a> <span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.ocomum.com.br/"><br /></a></span><span style="text-decoration: underline;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=27772&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais sobre o Seminário e assista a transmissão AO VIVO do evento. &gt;&gt;</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" />  29 de junho.  CHAT DE ORIENTAÇÃO.<br /><br />Sexta, ATÉ ÀS 16 HORAS: <br /></span>Última sessão do chat direto com os realizadores do Programa.<span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 51);">Jun/2007:</span> CHATS DE ORIENTAÇÃO AO PROPONENTE</span><br /><br />Confira a programação completa:<br /><br />JUNHO/2007<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dia 14,</span> quinta, das 16 às 18 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 16,</span> sábado, das 11 às 13 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 19,</span> terça, das 16 às 18 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 21, </span>quinta, das 16 às 18 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 23,</span> sábado, das 11 às 13 horas<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 26,</span> terça, das 16 às 18 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 27</span>, quarta, das <span style="font-weight: bold;">10 às 13 horas.</span><br /><span style="font-weight: bold;">Dia 28</span>, quinta, das <span style="font-weight: bold;">10 às 13 horas.</span><br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 51);">Mai/Jun:</span> OFICINAS</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=26350&more=1&c=1&pb=1">&gt;
Acompanhe o roteiro das Oficinas de Orientação ao Proponente, que,
durante o período de inscrições, serão ralizadas em várias capitais.</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" />  </span>Seminário <span style="font-weight: bold;">“A CONSTITUIÇÃO DO COMUM: CULTURA E CONFLITOS NO CAPITALISMO CONTEMPORâNEO”</span><br />Ciclo
de conferências reunirá cientistas políticos brasileiros e estrangeiros
numa ampla reflexão sobre cultura, trabalho, urbanismo, racismo,
comunicação, estética e TV digital.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Acontece em:</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Vitória/ES </span>- de 21 a 25 de maio.<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro/RJ </span>- de 28 de maioa 1º de junho.<br /><span style="font-weight: bold;">Salvador </span>- em julho.<br /><span style="font-weight: bold;">Belém/PA</span> - em agosto.<br /><br />Para ver a Programação e obter  mais informações sobre o seminário, <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=26521&more=1&c=1&pb=1">clique aqui.</a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25021&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a>
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-22T11:37:39+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DO ESTADO que temos - pdfs</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Textos pdf<!--more-->
textos
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-19T04:42:00+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>logos Diálogs 2006</title>
<link/>
<author/>
<category>Imagens</category><content:encoded><![CDATA[<div>logos<!--more-->


<center><h1>Cadastro</h1><hr />
<form action="http://www.cultura.gov.br/sys/admin/cadastrando.php" method="post">
   Nome: <input type="text" maxlength="80" name="nome" /><br />
   E-mail: <input type="text" maxlength="80" name="email" /><br />
<br />
   <input type="submit" value=" Cadastrar " />
</form>
</center>

   1.
      Instalação<font color="#ff0000">Obs.: Para este arquivo ser executado é preciso que você crie primeiro o banco de dados citado no arquivo config.php</font><hr /><title>&lt;?=$titulo?&gt;</title>';
   3.
       
   4.
      include(&quot;config.php&quot;);
   5.
      #&gt; &gt; criando a tabela cadastros
   6.
      $tabela=mysql_query(&quot;
   7.
      CREATE TABLE cadastros
   8.
      (id int auto_increment,
   9.
      nome char(80) NOT NULL,
  10.
      email char(80) NOT NULL,
  11.
      PRIMARY KEY(id))&quot;);
  12.
       
  13.
      #&gt; &gt; se for certo
  14.
      if($tabela==true){ echo'Tabela criada com sucesso!';
  15.
      } else { echo'Erro ao criar tabela ou tabela já existente!'; }
  16.
      ?&gt;
  17.
      18.
      1.
      <font color="#ff0000">E-mail já cadastro em nosso banco de dados!</font>'; $erro++; }
  18.
       
  19.
      #//se não encontrar @
  20.
      if( !eregi(&quot;@&quot;, $email) ){
  21.
      echo '<center><font color="#ff0000">E-mail incorreto!</font>';
  22.
      $erro++; }
  23.
       
  24.
      #//encontrar números
  25.
      if( ereg(&quot;[0-9()-.,:;*&amp;¬!?|+}{/]&quot;, $nome) ){
  26.
      echo '<center><font color="#ff0000">Nome incorreto!</font>';
  27.
      $erro++; }
  28.
       
  29.
      #//verificar se campo nome foi setado
  30.
      if(empty($nome)){
  31.
      echo '<center><font color="#ff0000">Campo nome em branco!</font>';
  32.
      $erro++; }
  33.
       
  34.
       
  35.
      if($erro==0){
  36.
      #//inseri no banco de dados se tudo for OK
  37.
      $i=mysql_query(&quot;INSERT INTO cadastros (nome, email) VALUES ('$nome','$email')&quot;);
  38.
      echo '<center>Cadastro efetuado com sucesso!<br /><br />
  39.
      <b>Nome:</b> '.$nome.'<br />
  40.
      <b>Email:</b><title>&lt;?=$titulo?&gt;</title> '.$email.'';
  41.
      }
  42.
      ?&gt;
  43.
      44.
      </center></center></center></center></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-18T02:42:22+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - index - setembro</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - index - setembro<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-17T10:32:47+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - imagens</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - imagens<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-17T10:23:49+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A Cultura além do digital</title>
<link/>
<author/>
<category>Acervo</category><content:encoded><![CDATA[<div>A cultura alem do digital<!--more-->pdfs
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-17T03:01:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A CULTURA ALéM DO DIGITAL Pdfs</title>
<link/>
<author/>
<category>Acervo</category><content:encoded><![CDATA[<div>PDFs<!--more-->
textos
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-17T02:23:17+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ALÉM DAS REDES DE COLABORAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURAL E AS TECNOLOGIAS DO PODER </title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debates presenciais<!--more-->
 <div style="text-align: center;"><a name="topo"></a>
 <img style="width: 321px; height: 126px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/redes%20proj_1190770404.jpg" /><br /></div><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" /> <span style="font-weight: bold;">VIDEOS<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31590&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a></span> para assistir os videos dos debates realizados em Porto Alegre e em Natal.<br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" /> <span style="font-weight: bold;">TEXTOS</span><br /><br />DESTAQUE:<br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">GIBA ASSIS BRASIL  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Giba%20Assis%20Brasil_1202411732.pdf">texto</a></span><br />Politizando a tecnologia e a feitura do cinema<br /></div><span style="font-weight: bold;"><br /><br />Estão disponíveis, no formato PDF, todos os textos produzidos pelos conferencistas participantes.</span> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31458&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui.</span></a><br /><br /><br /><br />O ciclo de conferências abordou a contradição entre as possibilidades de
criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais, e
as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o
controle dos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial. <br /><br />Em <span style="font-weight: bold;">Porto Alegre</span> os debates aconteceram entre 15 e 18 de outubro. Confira os comentários de Sérgio Amadeu, curador e debatedor do evento, sobre os resultados do seminário. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=30829&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui.</span></a><br /><br />Em <span style="font-weight: bold;">Natal</span> as conferêcias foram realizadas entre <span style="font-weight: bold;">7 e 10 de novembro.</span> <br /><br />Assista o vídeo de apresentação do ciclo de debates, produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre:<p /><p><br /></p><p> <object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mtDqDe5geUQ&hl=en" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/mtDqDe5geUQ&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" /></object></p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31458&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></a><br /><p><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.rn.softwarelivre.org/alemdasredes/" style="font-weight: bold;"></a><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" /> <span style="font-weight: bold;">TRANSMISSÃO AO VIVO COM <span style="font-style: italic;">CHAT </span><br style="font-style: italic;" /></span><br />As conferências foram <span style="font-weight: bold;">transmitidas ao vivo</span> através da TV Software Livre, com possibilidade de interação via chat.<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"></span> <span style="font-weight: bold;">Em breve, os vídeos dos debates estarão disponíveis.</span><br /></p><div style="margin-left: 40px;"><br /><br /></div><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" /> <span style="font-weight: bold;">PROGRAMAÇÃO<br /></span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Clique para ver a programação completa dos Ciclos em:<br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1#02">NATAL           l         de    7 a 10 de novembro &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1#02"><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span></a><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Auditório do CEFET-RN (Pedro de Sá Leitão, unidade sede) Av. Senador Salgado Filho, 1559, Tirol, Natal - RN, Brasil</span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=31010&more=1&c=1&pb=1"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: bold;">PORTO ALEGRE   l  de 15 a 18 de outubro &gt;&gt;</span></span></a><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">       Auditório da Faculdade de Direito da UFRGS. Av. João Pessoa, 80 - Prédio: 11108 (no Campus Central da UFRGS)- Centro, Porto Alegre - RS, Brasil</span><br /></div>                 <span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.rn.softwarelivre.org/alemdasredes/" style="font-weight: bold;"></a><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" /> <span style="font-weight: bold;">DEBATEDORES</span><br /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://rn.softwarelivre.org/alemdasredes/debatedores/">Acesse o site </a>do seminário e confira o currículo dos debatedores:<br /><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">    Sérgio Amadeu</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Giba Assis Brasil </span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Nelson Pretto</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Abraham Quiroga</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Alex Primo</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    BNegão</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Carlos Gerbase</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Eduardo Janser</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Ézyo Lamarca</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Guido Lemos</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Imre Simon</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    João Brant</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Lena Zúniga</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Luiz Fernando Soares</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Marcelo Tas</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Marijane Lisboa</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Mario Teza</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Pedro Paranaguá</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Pedro Rezende</span></div><a name="01"></a><span style="font-weight: bold;"></span><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div>
<!-- INICIO DO CODIGO DO CONTADOR DE VISITAS 2W.COM.BR -->

<!-- FIM DO CODIGO DO CONTADOR DE VISITAS 2W.COM.BR --></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-17T11:50:44+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Representação imagética das africanidades no Brasil</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debates em periódicos online<!--more-->
<br /><p style="text-align: center;"><a href="http://www.studium.iar.unicamp.br/africanidades/index.html"><img style="width: 272px; height: 126px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/Logo_RIAB6_Wide_3_1193336720.jpg" /></a></p><p style="text-align: center;"><a href="http://www.studium.iar.unicamp.br/africanidades/index.html">clique para acessar o site</a><br /></p><p style="text-align: left;"><br /><span style="font-weight: bold;"></span></p><p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31498&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> e confira todos os textos e as transcrições de debates <br /></span></p><p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p style="text-align: left;"><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> Destaque:</span></p><p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.studium.iar.unicamp.br/africanidades/eustaquio/index.html">Negras-grafias: herança e resistência na rede diaspórica</a><br />Caroline Vieira Sant'Anna</span></p><p style="text-align: left;">A vivência do sagrado representou para
a história dos negros em diáspora um forte indicativo de resistência e
sobrevivência cultural.<span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></span></p><p style="text-align: left;"><br /><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: bold;"></span></span></p><span style="font-weight: bold;"></span><p><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> Veja também:</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><p style="text-align: left;"><a href="http://www.studium.iar.unicamp.br/africanidades/koutsoukos/index.html"><span style="font-weight: bold;">Amas na  fotografia  brasileira da segunda metade do século XIX</span></a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Sandra S. M. Koutsoukos</span></p><p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><a href="http://www.studium.iar.unicamp.br/africanidades/silvia/index.html"><span style="font-weight: bold;">Fotografia de minorias: apontamentos para uma discussão</span></a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Silvia P. Fernández</span><br /><a href="http://www.studium.iar.unicamp.br/africanidades/eustaquio/index.html"><br /><span style="font-weight: bold;">Negras-grafias: herança e resistência na rede diaspórica</span></a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Caroline Vieira Sant'Anna</span><br /><a href="http://www.studium.iar.unicamp.br/africanidades/mulheres/index.html"><br /><span style="font-weight: bold;">Mulheres afro-descendentes no século XX, Pelotas–RS: imagens silenciosas e esquecimento</span></a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Francisca Ferreira Michelon / Aline Mendes Lima</span><a href="http://www.studium.iar.unicamp.br/africanidades/castellano/index.html"><span style="font-weight: bold;"></span></a><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br /><a href="http://www.studium.iar.unicamp.br/africanidades/jerome/index.html"><span style="font-weight: bold;">A representação do negro nas fotos de Pierre Verger </span></a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Jérôme Souty<br /></span><br /><a href="http://www.studium.iar.unicamp.br/africanidades/castellano/index.html"><span style="font-weight: bold;">Espelhos latino-americanos</span></a><span style="font-weight: bold;"><br />Alejandro Castellanos</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><br /><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Sobre o Projeto:</span><br style="font-weight: bold;" /><br />Edição especial da revista eletrônica <span style="font-weight: bold;">Studium</span> (<a href="http://www.studium.iar.unicamp.br/" style="font-weight: bold;">http://www.studium.iar.unicamp.br/</a>) , com o tema Representação imagética das africanidades no Brasil, cujo objetivo é promover a manutenção das matrizes ancestrais, pólos de resistência que sustentam o patrimônio cultural de origem africana, conservando suas formas de expressão, contemplando a diáspora africana do ponto de vista da produção de imagens. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=31354&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Leia o editorial.</span></a><br /><br /><div style="margin-left: 40px;">Os debates aconteceram na revista eletrônica <span style="font-weight: bold;">Studium entre </span><span style="font-weight: bold;">26 e 29 de novembro. Os textos completos do Ciclo estarão disponíveis em breve.</span><br /></div><br />A revista contém ainda artigos de diversos pesquisadores brasileiros e latino-americanos, resenhas elaboradas por Maurício Falavigna e galerias fotográficas sobre o tema.<br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><br /></span><br />Os debatedores, que participaram com intervenções durante o debate on-line e textos, entrevistas, resenhas e consultorias para a edição especial do projeto, representando diferentes regiões brasileiras e da América Latina. Entre eles: Alejandro Castellanos (Centro de La Imagen, México), Aline Mendes Lima (PUC Rio Grande do Sul),Boris Kossoy (USP), Carmen Rial (UFSC), Kim-ir-sen Pires Leal (GO), Elza Lima (PA), Jérôme Souty (École des Hautes Études en Sciences Sociales), Jorge Luiz Alvarez Pupo (SP/Cuba), Luiz Eduardo Achutti (UFRGS), Marcelo Bernardo da Cunha (UFBA e Museu Afro da Bahia), Mauro Guilherme Koury (UFPB), Paulo Rossi (USP), Rafael Sanzio dos Anjos (UNB), Reginaldo Prandi (USP), Francisco das Chagas Silva (UFRO), Sandra Koutsoukos (Unicamp), Silvia Perez Fernandes (UBA, Argentina).  <br /><br />Entre os convidados estão fotógrafos, educadores, professores e pesquisadores de universidades em todo o Brasil: André Vilaron (Universidade de Brasília), Carlos Subuhana (USP), Caroline Vieira Sant'Anna (Universidade Federal da Bahia), Dagoberto José Fonseca (Unesp), Denise Carreira Soares (Ação Educativa); Edna de Mello Silva (Universidade do Tocantins); Fernando Fogliano (SCIARTS e Grupo de Pesquisa da Imagem Contemporânea), Francisca Michelon (Universidade Federal de Pelotas);Henrique Antunes Cunha Júnior (Universidade Federal do Ceará); Ivaina de Fátima Oliveira (Universidade Estadual de Goiás); Laura Guimarães (Universidade Federal de Minas Gerais), Lêda Guimarães (PUC-MinasGerais; Marcio André dos Santos (PUC Rio de Janeiro); Maria Helena P. Toledo Machado (USP), Patrícia Ricardo de Souza (USP), Paulo Bernardo Vaz (UFMG), Ricardo Teles (SP).<br /><br />A mediação é de Denise Camargo e Ana Maria Schultze, coordenadoras do projeto e editoras da edição on-line; e de Fernando de Tacca, coordenador-editorial da revista Studium. As moderadoras, Itamar Alves e Márcia Suzana Castelgrandi.<br /><br /><br /></div><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-17T11:02:40+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A Cultura além do Digital </title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Transcrições editadas da participação dos debatedores<!--more-->
Transcrições editadas da participação dos debatedores no projeto <span style="font-weight: bold;">&quot;A Cultura Além do Digital&quot;</span> realizado em:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife </span>- de 4 a 13 de dezembro de 2006.<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro</span> – de 5 a 14 de dezembro de 2006.<span style="font-weight: bold;"><br /></span>


<br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">ÍNDICE<br /><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><br /></font></span></span></span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><br /></font></span></span><table border="0" style="width: 436px; height: 508px;"><tbody><tr><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><font size="1" style="color: rgb(102, 102, 51);"><span style="font-weight: bold;">DEBATEDOR</span></font></span></span></td><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><font size="1" style="color: rgb(102, 102, 51);"><span style="font-weight: bold;">TEMA</span></font></span></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Andr%E9%20Lemos_1190049883.pdf"><font size="2"><span style="font-weight: bold;">André Lemos</span>                         </font></a><br /><span style="font-style: italic;">UFBA</span></span></font></span></td><td><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Redefinindo públicos e novos sentidos das culturas</font></span></font></span></span></td></tr><tr><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Carlos%20Affonso_1190049957.pdf"><font size="2"><span style="font-weight: bold;">Carlos Afonso</span> </font></a><br /><span style="font-style: italic;">FGV-RJ</span></font></span></span></td><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Diálogos entre diferenças</font></span></span></span></span></span></td><td><br /></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Eduardo%20Homem_1190050076.pdf"><font size="2"><span style="font-weight: bold;">Eduardo Homem</span> </font></a><br /><span style="font-style: italic;">TV VIVA, PE</span></font></span></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Redefinindo públicos e novos sentidos das culturas</font></span></td></tr><tr><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Gustavo%20Gindre_1190050111.pdf"><font size="2">Gustavo Gindre</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Indecs/Intervozes, RJ</font></span><br /></td><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Estratégias e políticas</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/HD%20Mabuse_1190052143.pdf"><font size="2"><span style="font-weight: bold;">H. D. Mabuse</span></font></a><br />RE:Combo, PE</font></span></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Cultura Digital é Cultura Livre?</font></span></td></tr><tr><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Heloisa%20Buarque%20de%20Hollanda_1190050146.pdf"><font size="2">Heloisa Buarque de Hollanda</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">PACC-UFRJ</font></span><br /></td><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><font size="1">A Cultura Além do Digital - Abertura</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Isabela%20Cribari_1190050187.pdf"><font size="2">Isabela Cribari</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">documentarista e produtora de cinema</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Redefinindo públicos e novos sentidos das culturas</font></span></td></tr><tr><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Jader%20Gama_1190050227.pdf"><font size="2">Jader Gama</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">coordenador do PROJETO PURAQUÊ</font></span><br /></td><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Diálogos entre diferenças</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Joanildo%20A_1190050261.%20Burity"><font size="2">Joanildo Burity</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Fundação Joaquim Nabuco, PE</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Diálogos entre diferenças</font></span></td></tr><tr><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Luis%20Erlanger_1190050295.pdf"><font size="2">Luis Erlanger</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Rede Globo, RJ</font></span><br /></td><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Estratégias e políticas</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Luiz%20Fernando%20Moncau_1190050335.pdf"><font size="2">Luis Fernando Moncau</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">IDEC, SP</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Redefinindo públicos e novos sentidos das culturas</font></span></td></tr><tr><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Luiz%20Fernando%20Soares_1190050369.pdf"><font size="2">Luiz Fernando Soares</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">PUC-Rio</font></span><br /></td><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Inovação Tecnológica, Mídia e Processos Culturais</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/M%E1rio%20Teza_1190050395.pdf"><font size="2">Mário Teza</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Associação Software Livre, RS</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Inovação Tecnológica, Mídia e Processos Culturais</font></span></td></tr><tr><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Paulo%20Bastos%20Tigre_1190050469.pdf"><font size="2">Paulo Bastos Tigre</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">UFRJ</font></span><br /></td><td bgcolor="#ffffff"><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Inovação Tecnológica, Mídia e Processos Culturais</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Ronaldo%20Lemos_1190050493.pdf"><font size="2">Ronaldo Lemos</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Creative Commons / FGV-RJ</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Cultura Digital é Cultura Livre?</font></span></td></tr></tbody></table><br /></span><br /><table cellspacing="1" cellpadding="3" border="0" bgcolor="#cdc8b1" style="width: 422px; height: 46px;"><tbody><tr style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;">
   <td><font size="1" face="arial, verdana, helvetica"><font size="2"><font size="1" style="font-weight: bold;">Baixe o arquivo compactado contendo TODAS as transcrições editadas no formato PDF:</font><br /></font>
   </font></td>
</tr>
<tr>
   <td bgcolor="#ffffff">
   <font size="1"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/a%20cultura%20al%E9m%20do%20digital_1180413200.rar"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.iconlet.com/icons/kneu/16x16/folder_download.png" /></span></a></font><font size="1"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/a%20cultura%20al%E9m%20do%20digital_1180413200.rar"><span style="font-weight: bold;"></span><font size="2">Download &gt;&gt;</font></a></font></td></tr></tbody></table><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Assista os vídeos dos debates. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24881&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui.</a></span><br /><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /> </div>

</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-14T04:52:59+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>IV SEMINáRIO A CONSTITUIçãO DO COMUM: CULTURA E CONFLITOS NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Em Belém do Pará, dias 25, 26 e 27 de setembro de 2007. Confira a programação.<!--more-->
<p><img style="width: 309px; height: 286px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/Figura1_1190236950.jpg" /></p>
<p><br /></p>
<br />Acontece em Belém, nos dias 25, 26 e 27 de setembro, o IV Seminário <span style="font-weight: bold;">“A Constituição do Comum: Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo”</span>. <br /><br />O objetivo do Seminário é refletir sobre diversos processos culturais, discutindo o lugar da Comunicação e da Cultura no capitalismo cognitivo.<br /><br />O evento é de curadoria do cientista político Giuseppe Cocco e da diretora da Escola de Comunicação da UFRJ Ivana Bentes. As edições anteriores foram realizadas em Vitória/ES, Rio de Janeiro e Salvador, entre maio e julho deste ano.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />PROGRAMAÇÃO<br /></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Local: </span>Auditório da Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA). Av. Almirante Barroso, 426, Marco-Belém.<br /><span style="font-weight: bold;">Informações: </span>(91) 4008-5442 / 5443<br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Terça-feira, 25 de setembro 2007</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">9 às 9 h 30:</span> Abertura: Claudio Puty (Secretario de Governo do Estado
do Pará), Guiseppe Cocco (ESS/UFRJ), Afonso Luz (Ministério da Cultura).<br /><br />CAPITALISMO COGNITIVO E REDES COLABORATIVAS<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Questões em debate:</span> NTICs, TRABALHO IMATERIAL, ECONOMIA DO CONHECIMENTO, POLITICAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO, INCLUSÃO DIGITAL<br /><br /><span style="font-weight: bold;">9 h 30 às 12 h</span> - Giuseppe Cocco (ESS/UFRJ), Maurílio Monteiro (Secretario de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Estado do Pará), Fabio Malini (UFES). <span style="font-weight: bold;">Moderador:</span> Afonso Luz (Ministério da Cultura)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">14 h </span><span style="font-weight: bold;">às</span><span style="font-weight: bold;"> 17 h</span> - Paulo Lima (RITS), Regina Lima (FUNTELPA),  José Antonio Martinuzzo (UFES), Renato Francês (PRODEPA, UFPA). <span style="font-weight: bold;">Moderador:</span> Antonio Fattore (Coordenadoria de Cooperação Internacional do Estado do Pará)<br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Quarta-feira 26 de setembro 2007</span><br /><br />TERRITÓRIOS, REDES, MOVIMENTOS<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Questões em debate:</span> POLÍTICAS SOCIAIS, IDENTIDADES, MIGRAÇÕES, COTAS, RACISMO, FAVELA, NARCOTRÁFICO, QUILOMBOLAS, PIQUETEIROS<br /><br /><span style="font-weight: bold;">9 h </span><span style="font-weight: bold;">às</span><span style="font-weight: bold;"> 12 h </span>- Maria José Barbosa (SEDES e UFPA), Gerardo Silva (LABTeC/UFRJ), Edna Castro (NAEA/UFPA), Elisa Pimentel (UNIPLI, RJ). <span style="font-weight: bold;">Moderador</span>: Ana Maria Lima Barbosa (SEDES).<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">14 </span><span style="font-weight: bold;">h às </span><span style="font-weight: bold;">17 h</span> - Solange Gayoso (Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Estado do Pará), Leonora Corsini (LABTeC/UFRJ), Alexandre Nascimento (PVNC), Zelia Amador (CEDENPA e UFPA). <span style="font-weight: bold;">Moderador:</span> Vera Gomes (UFPA)<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Quinta-feira 27 de setembro 2007</span><br /><br />PERIFERIAS GLOBAIS: ESTILOS, ESTÉTICAS, ECONOMIA<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Questões em debate</span>: RESISTÊNCIAS CULTURAIS, PRODUÇÃO DE MUSICA, IMAGENS E ESTÉTICAS DAS PERIFERIAS METROPOLITANAS, POLÍTICAS DA EXPRESSÃO, FUNK, HIP-HOP, TECNOBREGA<br /><br /><span style="font-weight: bold;">9 h </span><span style="font-weight: bold;">às</span><span style="font-weight: bold;"> 12 h</span> - Rodrigo Gueron (UERJ e Universidade Estácio de Sá), Geo Britto (Teatro do Oprimido, RJ), Jairo Wanzler (Teatro de Rua, PA), Simone Sobral (UFSC). <span style="font-weight: bold;">Moderador: </span>Paul Cooney (UFPA)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">14 h </span><span style="font-weight: bold;">às</span><span style="font-weight: bold;"> 17 h</span> - Micael Herschman (ECO/UFRJ), Oona Castro (Intervozes e FGV), Neusa Gonzaga Pressler (Tecnobrega), Ivana Bentes (ECO/UFRJ). Moderador: Carlos Maciel (UFPA)<br /><br /><br />__________________<br /><br /><br />A Constituição do Comum é um projeto realizado pela Universidade Nômade, ECO/UFRJ, LABTeC/ESS/UFRJ, e é parte do <span style="font-weight: bold;">Programa Cultura e Pensamento 2007</span>.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Informações e inscrições através do site:</span><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.ocomum.com.br/" style="font-weight: bold;">http://www.ocomum.com.br/</a><br /><br /><div style="text-align: right;"> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-13T12:17:11+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Edição n. 10</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Revista Global <!--more--><br />Linha temática central – <span style="font-style: italic;">Democracia, Renda Mínima Universal e a produção cultural contemporânea</span><br /><br />A partir de discussões sobre os programas de renda mínima universal já efetuados em muitas instâncias, inclusive na academia, a Revista Global lança seu foco sobre esse assunto tão relevante quanto polêmico. <br /><br />E propõe uma conexão com a ampliação da democracia a partir desse assunto. Para esse debate estão propostos, entre outros, os artigos de Caia Fittipaldi e Rodolfo Fonseca. Rodolfo irá discutir algumas questões de renda mínima tomando como base o trabalho realizado pelos catadores de papel de Belo Horizonte. O trabalho se propõe a mostrar como os catadores de papel vivem e se apropriam do espaço urbano. O texto abarca a linha temática C e completa a cota de debatedores da região sudeste. Já Caia Fittipaldi, gaúcha, produzirá um artigo abordando como a democracia brasileira é vítima de um complexo mídia concentrado nas mãos de poucos (linha A). Já Fábio Goveia, propõe um artigo complementar ao de Caia e que aborda a legislação de comunicação no Brasil através de uma análise histórica dos principais grupos detentores do aglomerados de mídia (linha A). Esse texto dá continuidade ao debate sobre os novos meios de difusão da informação tratados nos números anteriores da Revista Global por Fábio Malini e Gustavo Gindre, entre outros.<br /><br />Já Eduardo Ferreira, mato-grossense, propõe ainda um texto individual em que abordará a experiência da Fabrika e do Espaço Cubo. A primeira é um coletivo multicultural que surgiu em Cuiabá, no ano de 2005, com o intuito de atuar em rede com produção criativa, distribuição e formação de pessoal, visando a implementação de um mercado local e a inserção de obras e pessoas no mercado global com capacidade de auto-gestão e sustentabilidade. A tendência de agrupamento de pessoas em torno de projetos coletivos parece que tem sido uma reação aos velhos modelos de negócios que por muito tempo estimularam os comportamentos individualistas ditando os princípios norteadores do maisntream. Esses modelos se mostram ineficientes diante do novo quadro que surge: uma explosão de novas possibilidades de transmissão, de distribuição, enfim, da criação de novos espaços para a difusão da produção de conteúdo que se expande cada vez mais e que, naturalmente, busca encontrar eco. Já o Espaço Cubo é uma organização cultural coletiva informal também de Cuiabá, que iniciou suas atividades em 2002. Desde o princípio inovou em práticas mercadológicas voltadas para o desenvolvimento do mercado cultural no estado. Suas ações sempre foram planejadas para fomentar um mercado autoral, alternativo e auto-sustentável. Ambas as iniciativas estão explicitamente conectadas com a linha temática C do edital. Além disso, estão fora do eixo Rio-São Paulo-Salvador e demonstram a multiplicidade de produção que a Revista Global atinge, tanto no que diz respeito a autores quanto a experiências inovadoras no âmbito da cultura.<br /><br />Mantendo a multiplicidade de abordagens, está proposto ainda para a Global o artigo de Marta Peres, professora universitária do Rio de Janeiro, sobre a questão das pessoas com deficiência física no Brasil, estabelecendo um diálogo entre noções teóricas tais como estigma (Goffman,1988) e as atuais políticas públicas nesse campo – seus principais avanços e problemas a serem solucionados (linhas A e C). Já Simone Sampaio, de Santa Catarina, irá debater a intecionalidade da biopolítica nas relações sociais a partir da análise foucaultiana. O artigo utilizará os conceitos de biopoder e biopolítica e é claramente inserido na linha A do edital. <br /><br />Ainda outros autores estarão no número 10 da revista. O carioca Alexandre Nascimento propõe o artigo “Onda Negra, Medo Branco: reações conservadoras às ações afirmativas”. O texto pretende discutir os argumentos dos setores que discordam das políticas de ação afirmativa para negros, em especial as políticas de cotas, com uma abordagem crítica (linha A e B). Outro artigo presente na revista será o que aborda a participação do Grupo Devotos na cena cultural e musical de Recife. Claramente uma abordagem que toca na linha C do edital. Ainda estará na revista artigo de Marcelo Brito de Carvalho sobre a luta para transformar a homofobia em crime. Outro artigo que tratará da questão da homofobia é o escrito por Sofia Zanforlim, de Brasília. Ela fez um estudo da representação do homossexual na mídia a partir de um seriado norte-americano. Outra experiência interessante que será destacada na revista é o trabalho do fotógrafo Dirceu Maués, também paraense. <br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-12T05:11:34+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Edição n. 9</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Revista Global<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-style: italic;"></span><br />Os artigos deste número são a continuação de um debate já constante na Revista Global sobre as novas formas de resistência na contemporaneidade. <span style="font-weight: bold;">Clique sobre os títulos para ver o artigo em PDF:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">
Linha temática central</span> –<span style="font-style: italic;"> Constituição do Comum no capitalismo contemporâneo. </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br />•    <span style="font-weight: bold;">Sessão Trânsitos:</span> artigos de conjuntura política<br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span></span><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/03%2009%20Caia%20Fittipaldi_1205319285.pdf">Chega de chororô</a>  - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Caia Fittipaldi</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/02%2009%20adriano%20Pilatti_1205319244.pdf">Sobre cansaços e golpismos</a>  - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Adriano Pilatti</span></span><br /></div> <br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">Sessão Conexões Globais: </span>traz seis artigos, dentre eles, três (sendo um, uma resenha) enfocam a questão das migrações em tempos de globalização, além de uma entrevista com Antonio Negri e Micael Hardt (autores de “Império e Multidão”), Giuseppe Cocco (autor junto com Antonio Negri de “Glob(al) - Biopoder e Lutas numa América Latina Globalizada”) e Judith Revel. Todos intelectuais convidados pela Vice-Presidência da Bolívia para um seminário que tem como tema: Multidão.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/04%2009%20Till%20Baumann_1205319346.pdf">Notas sobre o protesto contra o G8 na Alemanha</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Till Baumann</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/05%2009%20Leonora%20Corsini_1205319387.pdf">O êxodo constituinte da multidão</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Leonora Corsini</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/06%2009%20Walter%20Melo_1205319421.pdf">É preciso que o ar circule</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Walter Melo</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/07%2009%20Giulia%20Janelli_1205319463.pdf">Que haces acá?</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Giulia Janelli     </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/08%2009%20Tomas%20H_1205319504.%20Sala">                                                                                                                    Perguntar caminhando (parte2)</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Tomás Herreros Sala</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/09%2009%20Entrevista%20desde%20Bolivia_1205320200.pdf">Desde Bolívia</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">entrevista a A.Negri, G.Cocco, J.Revel e M.Hardt</span></span><br /></div><br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">Caderno Brasil do Le Monde Diplomatique:</span> Esta é a primeira vez que o caderno participa da Global. A revista traz, no âmbito da parceria com o jornal francês, um artigo de Antonio Martins.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/10%2009%20Antonio%20Martins_1205319560.pdf">O impasse boliviano</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Antonio Martins</span></span><br /></div><br /><br />•   <span style="font-weight: bold;"> Sessão Universidade Nômade:</span> traz temas afins à proposta da Revista no que se refere às universidades brasileiras.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/11%2009%20Alexandre%20do%20Nascimento_1205319603.pdf">Enade e Ações Afirmativas são eficazes</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Alexandre do Nascimento</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/12%2009%20Bruno%20Cava_1205319647.pdf">O obsceno de nossa universidade</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Bruno Cava   </span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">A ética da democracia contra a moral da punição -  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Najup/Uerj</span></span><br /></div><br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">Dossiê A Constituição do Comum:</span> traz algumas das contribuições (artigos de Fabio Malini, Paulo Henrique de Almeida e Barbara Szaniecki) que foram feitas para o seminário “A Constituição do Comum”, realizado em Vitória, Rio de Janeiro, Salvador e Belém, também com o apoio do Programa Cultura e Pensamento.<br /><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/14%2009%20Fabio%20Malini_1205319686.pdf">Cultura digital: para além da fragmentação</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Fábio Malini</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/15%2009%20Paulo%20Henrique%20de%20Almeida_1205319737.pdf">A cultura é a economia</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Paulo Henrique de Almeida</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/16%2009%20Barbara%20Szaniecki_1205319885.pdf">O Prefeito e o Presidente na Terra do Sol</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Barbara Szaniecki</span></span><br /></div><br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">Sessão Maquinações:</span> artigos variados.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/17%2009%20Alliez%20e%20Zapperi_1205319936.pdf">Multitudes Icônes versus Documenta Magazine</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">E.Alliez e G.Zapperi</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/18%2009%20Eduardo%20Ferreira_1205319993.pdf">Mato Grosso tem A Fábrika</a> -  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Eduardo Ferreira</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/19%2009%20Fabiane%20Borges%20e%20V%20Santos_1205320053.pdf">Uma conversa com Rosa</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Mitô Fabiane Borges e Verenilde Santos</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/20%2009%20Glaucia%20Dunley_1205320105.pdf">Museu da Maré: memória da resistência</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Gláucia Dunley  </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/21%2009%20Marta%20Peres%20e%20Andre_%20Barros_1205320163.pdf">Matáveis</a> - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">André Barros, Marta Peres e Pedro Bento</span></span><br /></div><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31478&more=1&c=1&pb=1">Confira o índice pelo nome do autor &gt;&gt;</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1">voltar</a><span style="font-weight: bold;"> l </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-12T05:03:19+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Global</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Apresentação<!--more--><br />A revista GLOBAL é uma publicação trimestral que busca ser um espaço de aproximação, articulação e debate entre universitários, intelectuais em geral, novos movimentos sociais e artistas. Esta é ao mesmo tempo a definição do público para o qual a revista se dirige e daqueles que têm um papel ativo na sua produção. Mais do que um ponto de aproximação, a revista busca ampliar um espaço de interseção que acreditamos existir entre estas atividades, quais sejam, a produção de saber, a produção política e a produção estética. Tenta ser uma opção que contribua para as discussões mais emergentes do contexto nacional e global no que tange às novas tendências sobre comunicação, política, cultura e arte. E este espaço é para nós também um espaço de produção de valores, quer dizer, o lugar da produção econômica na medida em que esta é, contemporaneamente mais do que nunca, uma produção virtual, simbólica, e por isso imanentemente estética, política, tecnológica e cognitiva. <br /><br />É nesta perspectiva que a revista GLOBAL tem buscado também encontrar a sua singularidade, qual seja, a de romper os limites – muitas vezes o abismo –, que existe entre a produção acadêmica de saber e tecnologia, e a produção de saberes que se dá nos mais diversos espaços da sociedade. Essa tarefa reúne elementos de campos bem diversos. E ai reside uma das grandes potencialidades da revista: unir multiplicidades, dar voz e vez a atores sociais ausentes da grande mídia. Com isso permite uma inovação de forma e conteúdo no mercado editorial brasileiro.<br /><br />Exemplo desta multiplicidade é o fato de a revista GLOBAL é ser parte de um movimento que busca de um lado democratizar a universidade, trazendo para ela os múltiplos saberes produzidos fora para que estes potencializem, diversifiquem e abram novas perspectivas para a produção acadêmica. Também é foco da Global democratizar a sociedade, democratizando o acesso à universidade e ao que nela se produz, para que seus saberes e tecnologias possam por sua vez potencializar e abrir novas perspectivas à multiplicidade da produção social de saber, valor e cultura. Para nós este tem sido um espaço comum em aberto que buscamos, em cada uma de nossas edições, ampliar e diversificar. Por isso, enquanto projeto, o que podemos falar de nossa revista é um pouco do que já fizemos e para onde queremos ir. <br /><br />Debruçarmo-nos sobre temas muitas vezes novos ou lançarmos luz a assuntos polêmicos causam em nós até mesmo um temor. Como abordar nas páginas de uma revista determinadas situações como a intervenção político-artística do Coletivo Bijari no Largo da Batata, em São Paulo – evento em que foi lançada uma galinha em espaços públicos para verificar a reação das pessoas àquele “objeto estranho”? A solução vem do próprio modelo de organização do trabalho neste projeto: a coletividade produtiva. E isso se reflete no próprio título da revista: “GLOBAL”: abrir uma rede de articulações que faz artistas se encontrarem e se descobrirem como movimento social e político; que faz de movimentos sociais, artísticos, na medida em que constituem sua potência política na produção de valor simbólico, e que faz de intelectuais e cientistas, políticos, na medida em que fazem de seus trabalhos uma atividade artística: criar conceitos, perspectivas de realidade e novas tecnologias. <br /><br />Desejamos produzir conhecimento e visibilidade para discussões que superem os limites das fronteiras de Estado, das corporações políticas, dos muros da academia e dos círculos esotéricos de saber/poder, e dos clichês e estilos artísticos pré-definidos do “mercado de cultura”. <br /><br />O nome “GLOBAL” deixa bem claro que não pretendemos negar a evidência histórica da planetarização da redes produtivas de saberes, mercadorias e subjetividades. Mas a revista pretende ser parte de uma rede onde se articulam e se potencializam todo tipo de resistência às forças hegemônicas da Globalização, isto é, as grandes corporações do capital que capturaram as subjetividades na lógica da divisão de mercados e estilos – e por vezes ainda das “identidades nacionais” – negando a dimensão produtiva do desejo na medida mesmo que reduz as pessoas a meros consumidores passivos de produtos e valores fechados. Em outras palavras, “GLOBAL” significa estar aberto à produção de singularidade e subjetividade na potência política que estas trazem consigo. A própria GLOBAL, enquanto revista, tem buscado ser uma produção deste tipo, além de ser um espaço para que estas produções se articulem. Produzimos ao mesmo tempo a revista-produto e o produto-revista. Enquanto o primeiro é o tradicional espaço de visibilidade para inúmeros movimentos de produção política, cultural e artística, o segundo torna-se um local de mobilização social. A GLOBAL, portanto, é produto e produtor. E essa flexibilidade potente é que habilita o projeto a continuar fazendo parte do Programa Cultura e Pensamento em 2007.<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><div style="text-align: center;">
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-12T04:44:11+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Global/brasil</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debates em Periódicos impressos<!--more-->
<br />A revista GLOBAL é uma publicação trimestral que busca ser um espaço de aproximação, articulação e debate entre universitários, intelectuais em geral, novos movimentos sociais e artistas. Mais do que um ponto de aproximação, a revista busca ampliar um espaço de interseção que acreditamos existir entre estas atividades, quais sejam, a produção de saber, a produção política e a produção estética.<span style="font-weight: bold;">  </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29657&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Leia o texto na íntegra &gt;&gt;</span><br /></a><br /><br />Conheça os textos (pdf) que compõem as edições nº 9 e nº 10, realizadas através do Cultura e Pensamento 2007 (as edições completas em PDF estarão disponíveis em breve):<br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29659&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Textos da edição n° 9 </span></a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Jun/Jul/Ago/Set 2007</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Linha temática central </span>– <span style="font-style: italic;">Constituição do Comum no capitalismo contemporâneo. </span><br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31480&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Textos da edição n° 10 </span></a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Out/Nov/Dez 2007 </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Linha temática central </span>– Democracia, Renda Mínima Universal e a produção cultural contemporânea<br /><br /><br />A partir de discussões sobre os programas de renda mínima universal já efetuados em muitas instâncias, inclusive na academia, a Revista Global lança seu foco sobre esse assunto tão relevante quanto polêmico, propondo uma conexão com a ampliação da democracia a partir desse assunto. Para esse debate estão previstos, entre outros, os artigos de Caia Fittipaldi e Rodolfo Fonseca, sobre questões de renda mínima tomando como base o trabalho realizado pelos catadores de papel de Belo Horizonte. E o trabalho individual de Eduardo Ferreira, que abordará a experiência da Fabrika (coletivo multicultural de Cuiabá) e do Espaço Cubo (organização cultural coletiva informal também de Cuiabá).<br /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29661&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para e saiba mais sobre a edição nº 10.<br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Revista Global em 2006</span><br /><br />Estão disponíveis para <span style="font-style: italic;">download </span>edições anteriores da Revista:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">nº 6 –</span> Set/Out/Nov 2006<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Global%206_1180407136.rar"></a><br /><span style="font-weight: bold;">nº 7 –</span> Dez/Jan/Fev 2007<br /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25067&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a>.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-12T04:27:15+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Coquetel Molotov</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debates em periódicos impressos<!--more-->
<br /><p><img style="width: 243px; height: 322px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/capa-revista_CM_4_1207157648.JPG" /><font size="1"><br /></font></p><p><font size="1">capa da 4ª edição</font><br /></p><br /><p><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/CMolotov_1207687204.pdf" title="Coquetel Molotov - 4ª edição">Coquetel Molotov - 4ª edição</a></p>
<br />A Revista Coquetel Molotov tem sua linha editorial pautada na divulgação do trabalho de artistas e músicos independentes locais, nacionais e internacionais, que normalmente estão à margem da mídia. Esta é uma publicação impressa de distribuição gratuita com o objetivo de promover a troca de experiências e colocar os processos do mercado da música independente em debate abordando questões ligadas a público e artistas.<br /><br />A Revista Coquetel Molotov Nº 4 traz como novidade uma série de textos
e debates produzidos a partir do apoio do Programa Cultura e Pensamento
2007. Esta edição apresenta discussões a respeito de crítica musical,
softwares de &quot;visual music&quot; e ainda um panorama cultural das cidades de
Cuiabá (MT), Curitiba (PR) e Santiago (Chile), escritas por autores de
cada um destes locais. O objetivo é promover uma difusão de informações
e um intercâmbio entre pessoas de diferentes regiões do país com temas
relacionados à música e projetos inovadores. Jards Macalé, Bright Eyes,
Academia da Berlinda e o rapper Aloe Blacc
são alguns dos artistas em destaque na revista, que contém
ainda o Diário de Turnê dos suecos do Love Is All no Brasil e artigos
sobre a Ordem dos Músicos do Brasil e até a estratégia de marketing e
mercado por trás de &quot;In Rainbows&quot;, do Radiohead.<br /> <br />Com 68
páginas de informação musical aliada a um novo projeto gráfico e
layout, desta vez assinado pela artista gráfica Estela Vasco, o quarto
número da Revista Coquetel Molotov começa a ser distribuída pelo país
em abril. Inicialmente os locais de distribuição da Revista serão
Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, cidades por onde
passa a turnê da cantora francesa Lisa Li-Lund.<br /><br /> <br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">AUTORES DEBATEDORES</span><br /><br />A Revista Coquetel Molotov contempla uma diversidade de temas e áreas culturais através da troca de experiências de seus participantes. A publicação quer inserir melhor o público em discussões tão calorosas através de exemplos e experiências concretas em cada uma das localidades onde vivem os autores. Nestes debates, o discurso dominante é o do diálogo, uma vez que todos possuem vez e voz, sem preconceitos de estilos, origem ou formação.<br /><br /> Na Revista Coquetel Molotov, os protagonistas e autores estão lado a lado para colocar idéias em confronto. As diferentes visões provenientes de gente de diversas localidades ajudam a publicação a contribuir com um debate mais amplo, onde cada agente se insere em problemas localizados e específicos levando novas idéias e questionamentos para o público.<br /><br /> <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editora:</span> Ana Garcia<br /><span style="font-weight: bold;">Co-Editores:</span> Jarmeson de Lima e Tathianna Nunes<br /><span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Coquetel Molotov Produções<br /><span style="font-weight: bold;">Gráfica:</span> CEPE - Companhia Editora de Pernambuco<br /><span style="font-weight: bold;">Website:</span> <a href="http://www.coquetelmolotov.com.br/">www.coquetelmolotov.com.br<br /></a><br /><span style="font-weight: bold;">Distribuição gratuita </span><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-12T11:26:43+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CARNAVAL DO BRASIL</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Programação<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">RIO DE JANEIRO</span><br />A entrada é franca para todos os debates.<br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">18/set</span> <span style="font-weight: bold;">– Terça</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 1 </span>- IMAGENS DO CARNAVAL: REGISTROS DE UM IMAGINÁRIO<br /><br /><span style="font-style: italic;">Análise do imaginário carnavalesco, através de vídeos e fotografias.</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Rogério Reis</span> - Fotógrafo.<br /><span style="font-weight: bold;">Marcos Vinícius Faustini </span>- Diretor teatral e Documentarista.<br /><span style="font-weight: bold;">Chacal </span>- Poeta.<br /><span style="font-weight: bold;">Ruy Castro</span> - Escritor.<br /><span style="font-weight: bold;">Sergio Cabral</span> - Historiador e Jornalista.<br /><span style="font-weight: bold;">Fred Góes</span> - Compositor, Professor e Pesquisador em Música Popular / UFRJ e CNPq.<br /> <br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">19/set. – Quarta</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 2 </span>– O CARNAVAL NACIONAL: O DEBATE E A PESQUISA DENTRO E FORA DAS UNIVERSIDADES<br /><br /><span style="font-style: italic;">Com a participação de pesquisadores das cinco regiões do país, discutindo a produção intelectual sobre o tema e as diferentes manifestações desta festa no país e na América Latina. </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Isidoro Alves</span> - Antropólogo – MCT / PA.<br /><span style="font-weight: bold;">Liliane Stanisçuaski Guterres</span> - Professora Doutora em Antropologia – UCS – UNILASALLE / RS.<br /><span style="font-weight: bold;">Paulo Miguez </span>- Professor – UFRB, Doutor em Comunicação e Culturas Contemporâneas / BA.<br /><span style="font-weight: bold;">Gonzalo Araoz</span> - Antropólogo e Pesquisador – UCSM-UK / Bolívia.<br /><span style="font-weight: bold;">Maria Laura Cavalcanti</span> - Professora Doutora em Antropologia – IFCS / RJ.<br /> <br /><span style="font-weight: bold;"><br /><span style="font-weight: bold;"></span></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">20/set.</span> – Quinta</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 3 </span>– A HISTÓRIA DO CARNAVAL: A RETOMADA DO PASSADO NO PRESENTE<br /><br /><span style="font-style: italic;">Um olhar sobre a transformação do carnaval até os dias atuais, discutindo a festa tradicional, a festa &quot;turística&quot; e as manifestações de novos grupos de foliões.</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debatedores:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">TT Catalão </span>- Músico, Publicitário, Poeta, Jornalista / DF.<br /><span style="font-weight: bold;">João Roberto Kelly </span>- Compositor de marchinhas de sucesso.<br /><span style="font-weight: bold;">Arthur Xexéo</span> - Jornalista, e Editor do Segundo Caderno do Jornal O Globo.<br /><span style="font-weight: bold;">Felipe Ferreira </span>- Professor Doutor do Instituto de Artes da UERJ.<br /><span style="font-weight: bold;">Eliane Costa </span>- fundadora do “Escravos da Mauá”.<br /> <br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">21/set. – Sexta</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 4 –</span> ORGANIZAÇÃO DO CARNAVAL: AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O CARNAVAL E O FOLIÃO CIDADÃO<br /><br /><span style="font-style: italic;">Debate em formato de Assembléia para elaboração de políticas públicas para o Carnaval de Rua do Rio de Janeiro.</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Relatores:</span> Adriana Schneider e Paulo Miguez<br /><br />Convidamos todos os representantes dos blocos carnavalescos cidade do Rio de Janeiro a comparecerem com suas idéias e sugestões. Cada representante inscrito terá direito a 4 minutos de fala. <br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-06T01:34:40+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CARNAVAL DO BRASIL</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Ciclo de debates sobre o carnaval e suas tradições<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">O Carnaval de Rua em foco </span><br /> <br />A primeira etapa do ciclo de conferências &quot;<span style="font-weight: bold;">Carnaval do Brasil</span>&quot; aconteceu no <span style="font-weight: bold;">Rio
de Janeiro</span>, entre 18 e 21 de setembro, tendo como foco o Carnaval carioca. O evento foi transmitido
ao vivo pela internet com o apoio da Rede Nacional de Pesquisa - RNP. A segunda etapa aconteceu em <span style="font-weight: bold;">Salvador</span>, entre <span style="font-weight: bold;">8 e 11 de outubro, </span>discutindo o carnaval baiano, também transmitida ao vivo pela internet, dessa vez com o apoio da PRODASAL - Cia de Processamento de Dados de Salvador.<br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">TEXTOS</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31540&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Confira os textos</span></a> produzidos pelos debatedores participantes.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Relatores dos debates realizados no Rio de Janeiro produziram documentos sintetizando as propostas discutidas para o Carnaval de rua. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=30392&more=1&c=1&pb=1">Veja os detalhes &gt;&gt;</a><br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">VÍDEOS DOS DEBATES<br /><br />Confira os vídeos dos debates realizados no Rio de Janeiro, entre 18 e 21 de setembro de 2007.<br /><br />Local: Fundição Progresso - Lapa.<br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">18 set 2007</span>  </span></span></span>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31542&more=1&c=1&pb=1">VÍDEO</a><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 1 </span>- IMAGENS DO CARNAVAL: REGISTROS DE UM IMAGINÁRIO<span style="font-weight: bold;"> <br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">19 set 2007</span>  </span></span></span>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31544&more=1&c=1&pb=1">VÍDEO</a><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 2 </span>– O CARNAVAL NACIONAL: O DEBATE E A PESQUISA DENTRO E FORA DAS UNIVERSIDADES<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">20 set 2007</span>  </span></span></span>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31536&more=1&c=1&pb=1">VÍDEO</a><br /><span style="font-weight: bold;">MESA 3 </span>– A HISTÓRIA DO CARNAVAL: A RETOMADA DO PASSADO NO PRESENTE<span style="font-style: italic;"><br /></span><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">INFORMAÇÕES SOBRE O EVENTO:</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br /><img style="width: 272px; height: 244px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/carnaval%20logo%20salvador_1191353018.jpg" /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debates sobre o Carnaval na Bahia</span><br /><br />Presença constante e marcante da dimensão simbólica de Salvador, o Carnaval experimentou, nos últimos vinte anos, mudanças profundamente substantivas. Ampliou-se o espaço físico da festa; cresceu significativamente o número de foliões nas ruas, em especial por conta do aumento expressivo do fluxo turístico; as entidades carnavalescas tiveram seu padrão organizacional alterado e aumentaram em quantidade; os trios elétricos incorporaram importantes inovações tecnológicas; a infra-estrutura e os serviços fornecidos pelo poder público foram ampliados e passaram a obedecer a um padrão de qualidade mais profissional; a festa tornou-se objeto de maior atenção pela mídia nacional e internacional; modificou-se a indumentária dos foliões, a música, a dança, o papel e a condição dos artistas.<br /><br />Hegemonizado por uma lógica mercantil e articulado com múltiplos interesses da indústria cultural e do turismo, o Carnaval baiano passou a ser visto como um negócio estratégico pelos arranjos institucionais públicos e privados que se desenvolvem em seu entorno. E claro, do seu território assim reconfigurado emergiram conflitos e desafios que impõem o debate entre seus múltiplos atores, a reflexão de estudiosos e pesquisadores e a responsabilidade, incontornável, do Estado de exercer a governança da festa através da formulação de políticas públicas de cultura e de mecanismos regulatórios e de gestão que atuem no sentido do equilíbrio entre festa e mercado e entre público e privado.<br /><br />Neste sentido, o projeto CARNAVAL DO BRASIL vem em busca de contribuir para a reflexão indispensável ao enfrentamento dos desafios impostos pelo Carnaval baiano contemporâneo num conjunto de quatro painéis de debate.<br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">PROGRAMAÇÃO<br /><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 6px; height: 6px;" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=30095&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">SALVADOR</span>  &gt;&gt;<span style="font-weight: bold;"></span></a><br /><span style="font-weight: bold;">de 08 a 11 de outubro de 2007.</span><br />Teatro Vila Velha, Av. Sete de Setembro, s/n - Passeio Público.<span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 6px; height: 6px;" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29538&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">RIO DE JANEIRO</span> &gt;&gt;</a><span style="font-weight: bold;"> O evento foi transmitido ao vivo, entre 18 e 21 de setembro de 2007.<br /><br /></span>Os vídeos das conferências realizadas no Rio de Janeiro estarão disponíveis em breve, aqui no portal Cultura e Pensamento.<span style="font-weight: bold;"><br /></span><br /><span style="font-weight: bold;">informações:</span> <span style="color: rgb(0, 51, 204);">carnaval@fundicao.org</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-06T01:08:48+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - News especial - index</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - News especial - index<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-05T07:08:13+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - imagem - Newsletter 2 especial</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - imagem - Newsletter 2 especial<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-04T08:32:37+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ESTÉTICAS DA BIOPOLÍTICA, AUDIOVISUAL, POLÍTICA E NOVAS TECNOLOGIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Apresentação<!--more--><br /><div style="margin-left: 40px;"> <br />Focada na reflexão crítica e ensaística sobre o cinema e o audiovisual, a revista eletrônica Cinética [<a href="http://www.revistacinetica.com.br/">www.revistacinetica.com.br</a>] vem propor uma edição especial e autônoma (em relação ao conteúdo regular da revista) sobre a convergente relação entre as biopolíticas, o audiovisual e as novas tecnologias da comunicação e informação. Por meio do projeto “Estéticas da Biopolítica: audiovisual, política e tecnologias”, propomos investigar de que modo esse tripé conceitual tem operado nos âmbitos da cultura, da produção estética, das disputas sócio-econômicas, dos modos de subjetivação e dos enfrentamentos políticos, de forma cada vez mais imbricada, interdependente e transdisciplinar. <br /> <br />Sendo assim, partimos do pressuposto de que as imagens e sons que conformam o audiovisual contemporâneo estão intimamente ligados ao modo como a política opera sobre a vida e, simultaneamente, ao modo como a vida se torna um operador da política. O que significa afirmar que a relação entre biopolítica e audiovisual tem sido incessantemente, e cada vez mais intensamente, atravessada pelas tecnologias da comunicação e informação, na mesma medida em que se efetua no âmbito de um capitalismo imaterial, cognitivo, imagético ou pós-industrial; isto é, no âmbito de um capitalismo estético e biopolítico, que faz da própria vida, dos corpos, do imaginário, da comunicação, das imagens e da experiência estética sua matéria-prima universal, fonte de inesgotável lucratividade.<br /> <br />Para a realização da publicação proposta, reuniremos 21 debatedores e colaboradores, entre críticos, ensaístas, pesquisadores e artistas, de diversas regiões do Brasil, América Latina e Europa, para, cada um a sua maneira, e a partir de sua própria produção e reconhecida reflexão na área, discutir o tema em questão. Interessa-nos provocá-los a pensar a forma como a vida, os corpos e as subjetividades, atravessados por uma infinidade de poderes, dispositivos e tecnologias, estão no bojo tanto de uma produção audiovisual biopolítica quanto de uma produção capitalista imaterial - e como eles poderiam (ou não) resistir a esse processo. <br /> <br />Nesse sentido, os debatedores, entrevistados e artistas engajados no projeto irão abordar os  seguintes temas e conceitos: a relação entre biopolítica, modulação e experiência estética; biopolítica e sociedade de controle; biopolítica e niilismo; juventude, biopolítica e mídia; os reality shows como um formato biopolítico ou uma lógica cultural do capitalismo imaterial; a digitalização da vida através da vigilância, dos bancos de dados e dos perfis computacionais; a digitalização do corpo através das neurociências, das cirurgias plásticas e do primado do software de correção e manipulação de imagens digitais PhotoShop; as imagens médicas entre a arte e a ciência; a ascensão das imagens amadoras e da vida, anônima e real, no âmago da produção audiovisual biopolítica; o apelo realista das imagens e o biopoder da mímese como forma de legitimação e produção de identificação em alguns filmes brasileiros recentes; o biopoder no filme documentário; a pornografia como um gênero biopolítico; a política do corpo no cinema de Karim Aïnouz e Lucrecia Martel; o cyberativismo e as táticas midiáticas e imagéticas do Greenpeace; a fotografia e a identidade cultural na Amazônia; a cultura popular afro-brasileira e suas estratégias políticas.<br /> <br />Além dos artigos e ensaios críticos dos debatedores brasileiros e latino-americanos, contaremos também com a participação de um curador de artes visuais já disponibilizadas na rede, bem como com trabalhos inéditos, produzidos especialmente para este projeto, de renomados artistas gráficos e videastas. Acrescenta-se a esse escopo de colaboradores, duas entrevistas (que estarão disponíveis em texto e áudio) acerca do tema “Políticas do corpo”, com o cineasta brasileiro Karim Aïnouz e com a cineasta argentina Lucrecia Martel. Acreditamos que o debate em torno das questões propostas deva se dar em toda sua diversidade (uma conversa plural, diria Blanchot), seja por meio de ensaios escritos, de ensaios visuais, de curadorias comentadas ou de entrevistas sobre aspectos específicos não abordados em outros domínios. <br /> <br />Por fim, como forma de apresentar a publicação a um vasto, múltiplo e heterogêneo público - composto por estudantes de graduação, pós-graduação, professores, pesquisadores, especialistas, formadores de opinião, leigos e interessados em geral -, os editores formularão um editorial-conceitual sobre o tema da biopolítica, incluindo uma bibliografia sucintamente comentada sobre o assunto. Nesse sentido, solicitaremos a participação de renomados teóricos deste campo de interesse para colaborar indicando um livro, um conceito ou uma imagem que sintetize nossa era biopolítica.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-04T08:07:06+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ESTÉTICAS DA BIOPOLÍTICA: AUDIOVISUAL, POLÍTICA E NOVAS TECNOLOGIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>DEBATES EM MÍDIAS ELETRÔNICAS ON-LINE<!--more-->
<a name="topo"></a>
 <br /><div style="text-align: center;"><a href="http://www.revistacinetica.com.br/cep/index.html"><img style="width: 258px; height: 57px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/figura_site_1203013279.jpg" /></a><br /></div><br /><div style="text-align: center;"><a href="http://www.revistacinetica.com.br/cep/index.html"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui</span></a> para acessar a revista eletrônica.<br /></div><br />Estão disponíveis para download os <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31482&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">textos dos debatedores</span></a> no formato PDF.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">DESTAQUE:</span><br /><a href="http://www.revistacinetica.com.br/cep/alexandre_barbalho.htm"><span style="font-weight: bold;">Jovens com idéia na cabeça e câmera na mão</span></a><br />Está entrado no ar o NoAr, um programa que trata da cidade, da cultura, do conhecimento, da atenção, da pesquisa e da diversidade. Um “programa-oficina feito por jovens para mim e para você”. Por Alexandre Barbalho.<br /><br />Focada na reflexão crítica e ensaística sobre o cinema e o audiovisual, a revista eletrônica Cinética [<a href="http://www.revistacinetica.com.br/">www.revistacinetica.com.br</a>] lança uma edição especial e autônoma (em relação ao conteúdo regular da revista) sobre a convergente relação entre as biopolíticas, o audiovisual e as novas tecnologias da comunicação e informação. Por meio do projeto <span style="font-weight: bold;">“Estéticas da Biopolítica: audiovisual, política e tecnologias”</span>, propomos investigar de que modo esse tripé conceitual tem operado nos âmbitos da cultura, da produção estética, das disputas sócio-econômicas, dos modos de subjetivação e dos enfrentamentos políticos, de forma cada vez mais imbricada, interdependente e transdisciplinar. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29465&more=1&c=1&pb=1">Leia mais.</a><br /> <br /><br /><img style="width: 7px; height: 7px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Editores:</span> Ilana Feldman, André Brasil, Cezar Migliorin  e Leonardo Mecchi<br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 7px; height: 7px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Proponente: </span>Revista Cinética [ <a href="http://www.revistacinetica.com.br/">www.revistacinetica.com.br</a>]<br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br /><br />DEBATEDORES</span><br /><br />Conheça os debatedores e suas inserções nos debates propostos.<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#12" style="font-weight: bold;">Alexandre Barbalho</a><br />Juventude, biopolítica e mídia<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#04" style="font-weight: bold;">André Brasil</a><br />   Modulações: biopolítica e experiência estética<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#08" style="font-weight: bold;">César Guimarães</a><br />O documentário e os novos refugiados no capitalismo imaterial<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#03" style="font-weight: bold;">Cezar Migliorin</a><br />   Biopolítica e Imagem-Experiência<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#17" style="font-weight: bold;">Christian Ferrer</a><br />O rosto da medusa: Exuberância e abundância da pornografia<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#10" style="font-weight: bold;">Ernani Chaves</a><br />Na estrada da vida: a Transa-amazônica da fotógrafa Paula Sampaio<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#06" style="font-weight: bold;">Fernanda Bruno</a><br />   Máquinas identitárias e digitalização da vida: Vigilância, bancos de dados e perfis computacionais<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#11" style="font-weight: bold;">André Duarte</a><br /><span lang="PT-BR" style="font-size: 11pt;"></span>Sobre a biopolítica: de Foucault ao século XXI<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#02" style="font-weight: bold;">Ilana Feldman</a><br /><span style="font-style: italic;">   Reality show</span>: A lógica cultural do capitalismo imaterial<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#18" style="font-weight: bold;">Jorge Dávila</a><br />A produção audiovisual como produção de castigo-simbólico no capitalismo<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#14" style="font-weight: bold;">José Jorge de Carvalho</a><br />Novas políticas da segunda pele: <br />a manipulação tecnológica na construção transnacional de subjetividades subalternas<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#16" style="font-weight: bold;">Luiz Felipe Guimarães Soares</a><br />
Biopoder e mímese no cinema-miséria<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#09" style="font-weight: bold;">Miguel Ângelo</a><br />Biopolítica e Sociedade de Controle: Notas sobre a crítica do sujeito entre Foucault e Deleuze<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#05" style="font-weight: bold;">Paula Sibilia</a><br />   A digitalização do corpo: Genética, neurociências, cirurgias plásticas e o primado do <span style="font-style: italic;">PhotoShop</span><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#01" style="font-weight: bold;">Peter Pál Pelbart</a><br />   Biopolítica e niilismo<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#15" style="font-weight: bold;">Raul Antelo</a><br />Espectros do anjo<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#13" style="font-weight: bold;">Rosana Monteiro</a><br />Imagens médicas entre a arte e a ciência: relações e trocas<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#07" style="font-weight: bold;">Samira Feldman Marzochi</a><br />   Imagens ou espelhos? O cyberativista da organização <span style="font-style: italic;">Greenpeace</span><br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">COLABORADORES:</span><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#19" style="font-weight: bold;">Eduardo Jesus</a><br />Curadoria de vídeos on-line<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#21" style="font-weight: bold;">Karim Aïnouz</a><br />Entrevista: A política do corpo no cinema de Karim Aïnouz<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#20" style="font-weight: bold;">Lucrecia Martel</a><br />Entrevista: A política do corpo no cinema de Lucrecia Martel<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#23">Marcellvs L.</a><br />Ensaio audiovisual motivado pelo conceito de biopolítica<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#22">Roberto Bellini</a><br />Ensaio audiovisual motivado pelo conceito de biopolítica<br /><br /><br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><br /> <br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="01"></a>PETER PÁL PELBART</span> <br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Biopolítica e niilismo</span><br /><br />Trata-se de pensar a relação entre biopolítica e niilismo no contexto contemporâneo.<br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Peter Pál Pelbart</span> é filósofo e ensaísta. Nasceu em Budapest e graduou-se em Filosofia em
Paris, pela Université de Paris IV, Sorbonne (1983). É mestre em
Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1988) e
doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1996). Atualmente é
Professor Titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Tem
experiência na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia
Contemporânea, escrevendo principalmente sobre os seguintes temas:
Deleuze, Foucault, tempo, loucura, subjetividade e biopolítica.
Publicou entre outros livros <span style="font-style: italic;">O Tempo não-reconciliado </span>(Perspectiva,
1998), <span style="font-style: italic;">A vertigem por um fio</span> (Iluminuras, 2000) e <span style="font-style: italic;">Vida Capital –
ensaios de biopolítica </span>(Iluminuras, 2003). Traduziu várias obras de
Gilles Deleuze. É coordenador da Cia Teatral Ueinzz.  <br />
<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="02"></a>ILANA FELDMAN</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Reality show</span><span style="font-weight: bold;">: A lógica cultural do capitalismo imaterial</span><br /><br />A partir de uma perspectiva estética e biopolítica, procuraremos compreender o fenômeno dos <span style="font-style: italic;">reality shows</span>, tomando-o não apenas como um conjunto de programas isolados, mas, sobretudo, como uma lógica cultural e operacional que naturaliza, tendendo a consolidar, valores, práticas e discursos próprios ao atual estágio do capitalismo, denominado imaterial ou cognitivo. Nesse panorama, daremos especial ênfase ao formato narrativo <span style="font-style: italic;">Big Brother</span> Brasil, considerado aqui um dispositivo biopolítico, tanto por fazer da própria vida, “anônima” e “real”, matéria prima de observação e instrumentalização, quanto por ser uma tecnologia de produção - e gestão - subjetiva. No entanto, se entendemos que essa produção audiovisual biopolítica produz efeitos perversos, baseados em relações de poder extremamente desiguais, cujas estratégias passam pela humilhação e pelo constrangimento, não podemos fechar os olhos para a inventividade narrativa que a cada edição vem sendo aprimorada, como a consolidação de uma dramaturgia moderna e auto-reflexiva. É então a partir do cotejo de um objeto tão paradoxal que investigaremos o paradoxo que verdadeiramente está em jogo: uma demanda por realidade e uma “vontade de verdade” que desloca a verdade dos fundos, dos fundamentos de nossa tradição de pensamento, para as superfícies das imagens, identificando, simultânea e paradoxalmente, a imagem a uma prova de verdade e a verdade a um efeito do artifício. A “vontade de verdade” torna-se, desse modo, vontade de artifício. Será então este efeito de verdade, ou efeito de real, que legitimará e autovalidará uma série de práticas biopolíticas, como a naturalização da vigilância e a exposição da dita intimidade. Práticas que, atreladas a uma produção audiovisual biopolítica, conformam nosso contemporâneo regime de verdade, de visibilidade e de sensibilidade, no bojo de uma produção capitalista imaterial.<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Ilana Feldman </span>é Graduada em Comunicação Social, habilitação Cinema, pela Universidade
Federal Fluminense (UFF), período durante o qual participou de duas
pesquisas de Iniciação Científica no campo da Imagem, Tecnologia, Poder
e Subjetividade. Em 2007, concluiu o mestrado em Comunicação, Imagem e
Informação pela mesma Universidade (PPGCOM-UFF), onde também exerceu
atividades docentes no curso de Estudos Culturais e Mídia do Instituto
de Artes e Comunicação Social. Como objeto de pesquisa, tem trabalhado
desde a graduação com a investigação e análise dos <span style="font-style: italic;">reality shows</span>,
a partir de uma perspectiva estética, tecnológica e biopolítica, e sua
dissertação de mestrado recebeu o título “Paradoxos do visível – <span style="font-style: italic;">reality shows</span>, imagem e biopolítica”. Nos últimos anos, publicou diversos artigos sobre o tema, em revistas acadêmicas e ensaísticas, como “<span style="font-style: italic;">Reality show</span>: um paradoxo nietzschiano” (Ciberlegenda, ano 8, n.16, dez/jan. 2006/2007); “<span style="font-style: italic;">Reality show</span>:
um formato biopolítico” (Revista do Festival Internacional de Cinema de
Arquivo, Ano 2, No. 2, nov. de 2005); “Dramaturgia do constrangimento:
os ‘barrados do BBB”, (revista Cinética, fev. de 2007); “Big Brother
prepara a Sociedade de Controle” (revista Trópico, UOL, fev-mar. de
2005);  “<span style="font-style: italic;">Reality Show</span> de
intervenção: reprogramação do corpo e produção de esquecimento”
(revista Trópico, UOL, out-nov. de 2004) e “Programas de desemprego
programado” (Revista Contracampo – Visões em Movimento, número 8, 1O.
semestre de 2003, editada pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação
da UFF). Participou como expositora de encontros, colóquios e
congressos, nacionais e internacionais, como X Encontro SOCINE, XIII
Visible Evidence Brazil, XXVIII INTERCOM, Colóquio Internacional
Spinoza &amp; Nietzsche, Congresso Internacional Dimensão Estética,
Seminário Corpo e Subjetividade, II Colóquio FIFI – Filosofia e Ficção,
entre outros. Como atividade docente extra-acadêmica, ministrou o curso
“Comunicação Audiovisual – Formação e Politização do Olhar” na ONG Nós
do Cinema (Rio de Janeiro, 2006). Também é redatora convidada da
revista “Cinética” (<a href="http://www.revistacinetica.com.br/index.html">www.revistacinetica.com.br</a>), de crítica de cinema e audiovisual, e colaboradora da revista “Trópico” (<a href="http://p.php.uol.com.br/tropico/html/index.shl">www.uol.com.br/tropico</a>).
Como realizadora, dirigiu os filmes “Almas Passantes – um encontro com
João do Rio e Charles Baudelaire” (em finalização), a partir do Prêmio
Riofilme para Roteiros de Curta-metragem, e “Se tu fores”, contemplado
pelo prêmio Itaú Cultural para Novos Realizadores, categoria
Documentário.<br /><br /><div style="text-align: left;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /></div><br /><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="03"></a>CEZAR MAGLIORIN</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Biopolítica e Imagem-Experiência</span><br /><br />

No atual estado do capitalismo a biopolítica ganha dimensões complexas
e contraditórias. O chamado capitalismo imaterial se nutre da criação
que se dá na vida dos indivíduos. Um tipo de criação não-mensurável que
passa pela experiência e pelos saberes &quot;em organização&quot;, operações
coletivas que atravessam os indivíduos. <br /><br />

A experiência que nasce dos encontros não programados, dos caminhos sem
ponto de chegada, das vivências desfuncionalizadas, das relações
arriscadas, do descontrole em relação ao cotidiano e do que ainda não
se institucionalizou, é o que pode dar limites ao controle que o poder
exerce sobre a vida, limites ao controle do sensível. A experiência é o
que impede qualquer ordem ou poder transcendente de se instalar.
Entretanto, é deste fundo de virtualidade e criação, que está nas
relações trans-individuais, que o capitalismo imaterial se alimenta. <br /><br />

A biopolítica se torna assim uma política sem fora, não dialética, não
substancialista em que viver a experiência – pela arte, com o outro - é
uma operação sempre paradoxal. A biopolítica se dá então como
enfrentamento, tensão e dissenso em que a resistência reside, antes de
tudo, na manutenção do poder na biopolítica. Para que o poder possa ser
enfrentado com a vida ele não pode se tornar apenas um biopoder. O
Biopoder é o poder que se exclui do espaço metaestável e conflitual
onde se dão as individuações, enquanto a biopolítica implica uma
relação de forças múltiplas que não param de afetar a vida. A vida é
resistência e foco do poder. <br /><br />

A experiência alimenta o capitalismo, mas é na sua interrupção que ele
se torna poderoso e opressor. « Coordenar e finalizar » (Foucault) um
poder que não emana do próprio poder é o modo de operar do capitalismo
contemporâneo. Se há diferença entre o que interessa ao capitalismo
imaterial e a arte, esta diferença se dá na interrupção e no controle
do processo de individuação operada pelo capitalismo. A tarefa da arte
não é profanar os objetos e dispositivos do capitalismo, mas
impossibilitar a interrupção da circulação do sensível que não está
separado dos processos de individuação e criação. <br /><br />

Minha discussão passa então por um tipo de produção audiovisual em que
a própria vida do artista ou cineasta toma o centro da imagem. Minha
hipótese é que precisamos pensar em uma imagem-experiência, sempre de
saída de si, sempre de deslocamento em relação a si e aos modos de
funcionalizar a experiência. Uma criação sem garantias é a única
resistência possível no interior de um sistema biopolítico sem fora –
porque assim queremos.<br /></div>







<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Cezar Magliorin </span>é pesquisador, artista plástico e ensaísta concentrado principalmente no audiovisual e nas artes plásticas contemporâneas. Nos últimos anos teve seus trabalhos em vídeo apresentados na Tate Modern (Londres), Centre George Pompidou (Paris) e Museu Patio Herreriano (Espanha). Foi premiado por esses trabalhos na Suiça, Portugal, Estados Unidos e Brasil, participou de exposições coletivas no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba além de uma exposição individual no Espaço Sérgio Porto, no Rio de janeiro, chamada Artista Trabalha. Em 2005 produziu um trabalho na internet com grande repercussão intitulado: Artista sem Idéia. Possui textos publicados em dois livros editados pela Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (Socine) e em revistas acadêmicas como Devires, Cinemais, Sessões do Imaginário e Sinopse além de ter participado do livro Cinema dos anos 90. (Denílson Lopes org.) e do mais recente livro editado pela Compós. Participou em 2007 da SpringShool de Gradisca, na Itália, apresentando trabalho sobre « A velocidade das Imagens em três vídeos contemporâneos ». Neste mesmo congresso ministrou um workshop sobre a dimensão política das imagens contemporâneas no documentário. Desde 2001 ministra aulas em universidades, tendo passagens pela Estácio de Sá (Rio de Janeiro), Unisul (SC), PUC-Rio e UFF. Faz parte da equipe de redação da revista eletrônica Cinética onde escreve sobre cinema e artes plásticas e mantém o blog <span style="font-style: italic;">Polis + Arte</span> (a8000.blogspot.com) sobre audiovisual, política e afins. No momento finaliza pesquisa de doutorado em co-tutela entre (Eco-UFRJ) e (Sorbonne Nouvelle, Paris) em que desenvolve pesquisa sobre modos de individuação e política nas imagens contemporâneas do documentário na primeira pessoa. <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="04"></a>ANDRÉ BRASIL<br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Modulações: biopolítica e experiência estética</span><br /><br />
Em sua versão contemporânea, a biopolítica funciona por modulação. E o
que ela modula é a experiência estética. Formulada de maneira concisa e
ainda apressada, essa hipótese pode se desdobrar em, pelo menos, dois
caminhos de investigação. <br /><br />
O primeiro pensaria a experiência estética – assim como as
virtualidades que dela derivam – como uma espécie de matéria-prima de
um capitalismo denominado imaterial, cognitivo ou mesmo afetivo. Para
reafirmar nossa hipótese, diríamos que se trata de um capitalismo
estético. Ora, o modo de operar do capitalismo estético – assim como
das estratégias biopolíticas a ele associadas – é a modulação. Se
moldar é adaptar uma forma variável a uma forma fixa – um comportamento
a uma norma, como no caso das sociedades disciplinares –, modular é
adaptar uma forma variável a outra forma variável. <br /><br />
Em um capitalismo de viés estético, a biopolítica só pode funcionar por
modulação, na medida em que se trata de monitorar, administrar, gerir
variações: afetos, experiências, linguagens, multiplicidades. Sem,
contudo, interromper seu movimento de variação em uma forma fixa. Ou,
na formulação precisa de Agamben, trata-se menos de criar a ordem do
que de administrar a desordem.  <br /><br />
Ora, esse primeiro caminho nos levaria a um paradoxo, que, no limite,
inviabilizaria a crítica. Ele se expressa pela seguinte pergunta: que
dimensão crítica ou política poderíamos reivindicar da experiência
estética quando é, justamente, sua virtualidade o que move e alimenta o
capitalismo em sua versão contemporânea? <br /><br />
Deixemos, por ora, a pergunta em suspenso para experimentar outro
caminho. Ele começa pela percepção de que a biopolítica opera sempre um
recorte sensível, um recorte do espaço, do tempo e da circulação. Se a
biopolítica é a forma da política hoje, trata-se, como sempre, de uma
partilha do sensível, em seu duplo sentido: o que se divide e o que se
torna comum (Rancière). <br /><br />
Há, ao fundo da política, esse desentendimento acerca do que existe e
do que não existe, do que é dito e do que será ouvido como palavra, do
que é percebido ou não, do que faz parte da cena ou dela está excluído.
“É um recorte dos tempos e dos espaços, do visível e do invisível, da
palavra e do ruído que define ao mesmo tempo o lugar e o que está em
jogo na política com forma de experiência.” (Rancière, 2005:16).<br />
Dessa perspectiva, ao portar uma dimensão estética, que, sublinhamos,
não é nada acessória, a biopolítica seria o lugar do dissenso e do
conflito. O lugar onde se disputa aquilo que é ou não visto, dito,
compreendido como linguagem, aqueles que devem ou não participar da
polis. A biopolítica é, portanto, de um operador estético e semiótico
sempre dissensual.<br /><br />
Nesse ensaio gostaríamos de investigar o dois caminhos, tensionando seus desdobramentos, seus limites e seus entrecruzamentos.<br /></div>






<br />
<br /><span style="font-weight: bold;">André Brasil</span> é pesquisador e ensaísta, se interessa pela produção audiovisual contemporânea, em suas implicações políticas e estéticas. Nesse sentido caminhou sua pesquisa de mestrado, apresentada em fevereiro de 1998, no Departamento de Comunicação da UFMG, sob o título “Objetos híbridos: por um paradigma estético para a comunicação”. Professor da PUC-Minas desde 98, foi fundador e coordenador, por dois anos, do Centro de Experimentação em Imagem e Som. Na Faculdade de Comunicação da PUC-Minas, ministra a disciplina “Teorias da Imagem”. Durante três anos, ministrou a disciplina “Arte e Cultura Digital”, na especialização da Escola Guignard (UEMG). Atualmente, desenvolve, junto ao Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ, a pesquisa de doutorado intitulada “Controle e descontrole na rede: comunicação entre experiência estética e política”. Entre julho de 2006 e julho de 2007, realizou estágio de doutorado (Capes) junto à Universidade Paris 8 (Paris, França), sob orientação de Jean-Louis Weissberg. Possui textos publicados em revistas acadêmicas como Galáxia (PUC-SP), Geraes (UFMG) e Devires (UFMG). Foi um dos organizadores da coletânea “Cultura em fluxo: novas mediações em rede” (Belo Horizonte: Ed. PUC Minas, 2005). Participou da coletânea “Comunicação e experiência estética” (Belo Horizonte, Ed. UFMG, 2007). Integrou a comissão de programação das 14a e 15o edições do Videobrasil – Festival Internacional de Arte Eletrônica. Em 2005, foi curador da Mostra Vídeo do Instituto Itaú Cultural, em Belo Horizonte, realizada semanalmente no Cine Humberto Mauro (Palácio das Artes). Aprovado na Bolsa Vitae de Artes, realizou em 2001, em parceria com André Amparo, o documentário “Tempos Suspensos”. Atualmente, integra a equipe de redação da revista eletrônica Cinética.<br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="05"></a>PAULA SIBILIA</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">A digitalização do corpo: </span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">
Genética, neurociências, cirurgias plásticas e o primado do </span><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">PhotoShop</span><br /><br />
Em anos recentes, as nossas imagens e crenças ligadas ao corpo humano
vem se desvinculando das metáforas mecanicistas do “homem-máquina”.
Cada vez mais, nossos corpos são impregnados por metáforas emanadas
pelas tecnologias digitais. Esse processo acompanha a crescente
compatibilidade entre os organismos humanos e a aparelhagem
informática, não apenas no campo da medicina mas em todos os âmbitos da
existência. Assim, por exemplo, duas áreas privilegiadas das novas
ciências da vida, a genética e as neurociências, parecem coincidir em
seu grande sonho: desvendar os códigos, sinais e circuitos pelos quais
trafega a informação vital dos seres humanos, a fim de manipulá-la
efetuando “ajustes” e corrigindo eventuais “defeitos”. Essa informação,
que é capaz de definir a identidade de cada indivíduo, hospeda-se em
seu mais íntimo substrato biológico. No entanto, as entidades
encarregadas de armazenar essa valiosa informação são quase etéreas: os
circuitos cerebrais e o código genético. Como resultado de uma
complicada operação histórica, metafórica e conceitual, a subjetividade
torna a repousar sobre bases imateriais; neste caso, porém, é a própria
matéria orgânica que de algum modo se “desmaterializa” ao se
“digitalizar”. São múltiplas e de enorme abrangência as implicações
destes processos. Se o ser humano é uma criatura fundamentalmente
cerebral e geneticamente determinada – pois é na informação contida em
seu cérebro e em seu DNA onde reside a própria “essência” – então o
resto de seu corpo não passa de um mero ornamento desse núcleo
identitário. Por isso, esse corpo processado pela lógica digital pode
ser substancialmente modificado, sem que tais mudanças coloquem em
risco suas raízes individuais. No entanto, embora se trate de uma peça
secundária, não há dúvidas quanto à importância do corpo na cultura
contemporânea, pelo menos em um aspecto: como uma imagem que deve ter
uma boa aparência. Essa ênfase na visibilidade complementa uma outra
tendência atual: um deslocamento do eixo em torno do qual as
subjetividades modernas se construíam. Esse eixo se distância,
gradativamente, do cerne profundo da interioridade psicológica, para se
inscrever nas próprias células e se mostrar na superfície da pele.
Aquele terreno sempre obscuro e opaco, a “vida interior” (cujos
mistérios resistem às sondagens técnicas, demandando complexos métodos
introspectivos e hermenêuticos) possui características analógicas. Cada
vez mais, porém, a identidade se desloca rumo a entidades aparentadas
com o universo digital e compatíveis com sua aparelhagem: não apenas os
circuitos cerebrais e a programação genética de cada um, mas também a
sua imagem visível. Em função destes complexos processos, o corpo
humano atravessa também um processo de bidimensionalização e
virtualização. Torna-se um corpo-imagem que pode (e, cada vez mais,
deve) ser redesenhado, através dos produtos e serviços de reformatação
oferecidos no mercado, da musculação aos cosméticos, da cirurgia
estética ao PhotoShop o outras ferramentas de edição digital de
fotografias.<br /></div>

<br />
<br /><span style="font-weight: bold;">Paula Sibilia</span> é professora do departamento de “Estudos Culturais e Mídia” do Instituto de Artes e Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense (IACS-UFF). Graduou-se em Comunicação e em Antropologia na Universidad de Buenos Aires (UBA), onde também exerceu atividades docentes e de pesquisa na Faculdade de Ciências Sociais. Em 2002 concluiu o mestrado em “Comunicação, Imagem e Informação” da UFF, publicando o livro O Homem Pós-Orgânico: corpo, subjetividade e tecnologias digitais (Ed. Relume Dumará), também lançado em espanhol sob o título El Hombre Postorgánico (Ed. Fondo de Cultura Económica). Ambas as versões foram reimpressas várias vezes. Em 2006 defendeu sua tese de doutorado em “Saúde Coletiva” na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS-UERJ), e em 2007 concluiu o doutorado em “Comunicação e Cultura” da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ). <br />
<span style="font-weight: bold;"><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="06"></a>FERNANDA BRUNO</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Máquinas identitárias e digitalização da vida: </span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Vigilância, bancos de dados e perfis computacionais</span><br /><br />Os dispositivos de vigilância emergentes nas sociedades informacionais apontam para a constituição de um regime de visibilidade cada vez mais digitalizado, menos retiniano e menos escópico. <span style="font-style: italic;">A vigilância digital </span>é prioritariamente constituída por técnicas de monitoramento, ordenação e classificação das ações e comunicações realizadas por inúmeros indivíduos no ciberespaço. Buscas, compras, sites visitados, mensagens enviadas deixam rastros passíveis de serem capturados, armazenados e ordenados em bancos de dados que irão classificar essas informações e produzir perfis computacionais que configuram uma verdadeira taxonomia dos usuários do ciberespaço, classificando e extraindo padrões sobre seus hábitos, intenções, preferências, gostos, desejos, inclinações psíquicas, comportamentais etc. Esse aparato de vigilância e monitoramento é também uma máquina taxonômica e identitária, na medida em que converte massas informes de dados em “conhecimento” sobre indivíduos e/ou grupos e sobre suas preferências e inclinações em diversos domínios. A vigilância digital se confunde com a própria paisagem do ciberespaço e é imanente aos sistemas informacionais e comunicacionais. Nessa paisagem, não há tanto rostos e corpos expostos, mas principalmente fluxos informacionais fragmentados e desordenados que não podem ser apreendidos por olhos nus e desprovidos, mas que requerem tratamento algorítmico e estatístico. O cruzamento de bancos de dados on-line e off-line de diversos tipos (comportamental, biométrico, genético, geodemográfico etc) é central na vigilância contemporânea e indicam um processo de digitalização da vida. O acesso a tais ordens de informação sobre indivíduos e populações é suposto ser o melhor método de checar e monitorar comportamentos, simular interesses e influenciar pessoas e grupos, antecipar e prevenir riscos etc. Nesse sentido, os bancos de dados e perfis merecem ser pensados como uma das principais máquinas taxonômicas e identitárias de nossa época, própria ao dispositivo de vigilância digital. As identidades aí produzidas são concebidas segundo o modelo da simulação e do código, operando através de mecanismos de antecipação e da produção de efeitos de verdade. Vale ressaltar que tais procedimentos de controle não operam tanto segundo uma hipervigilância panóptica e repressora, mas principalmente através de uma vigilância “colaborativa” inscrita nas próprias vias de acesso condicional a circuitos de consumo e civilidade.<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Fernanda Bruno</span> é doutora em Comunicação e Cultura pela UFRJ e Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da UFRJ, no qual coordena, desde 2005, a Linha de Pesquisa “Tecnologias da Comunicação e Estéticas”. É Professora do Instituto de Psicologia da UFRJ e Coordenadora do CiberIdea: Núcleo de Pesquisa em tecnologias da comunicação, cultura e subjetividade/UFRJ. Desenvolve, junto a alunos da graduação e da pós-graduação, o Projeto de Pesquisa “Visibilidade, vigilância e subjetividade nas novas tecnologias de comunicação e de informação”. Pesquisadora e autora de diversos artigos sobre as tecnologias da comunicação e da cognição, os dispositivos de visibilidade e vigilância e a produção de subjetividades na cultura moderna e contemporânea. Editou recentemente o livro Limiares da imagem: tecnologia e estética na cultura contemporânea (Mauad, 2006).<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="07"></a>SAMIRA FELDMAN MARZOCHI</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Imagens ou espelhos? </span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">O cyberativista da organização Greenpeace</span><br /><br />Na última década, sobretudo após os movimentos antiglobalização, destacou-se a figura do cyberativista que ainda não foi, porém, suficientemente caracterizada. De um lado, há os estudos da área de comunicação que inevitavelmente atribuem demasiado valor ao meio técnico, ou a avalanche de metáforas sedutoras, mas pouco explicativas, comemorada pelos suplementos jornalísticos de cultura dominical. Do outro, há os trabalhos sociológicos que não se aventuram a desvendar o novo sob o risco de perder, em meio às forças do dinheiro, a pouca legitimidade que lhes resta: a acadêmica. O cyberativismo, longe de ser apenas uma palavra a mais, permite a compreensão da cultura política contemporânea sob a perspectiva da transnacionalidade e da produção de imagens, possibilitando a definição de um novo tipo de cidadania (cibernética) que explora a dimensão dos direitos políticos à participação, manifestação e expressão da opinião sem o reconhecimento, no entanto, de um Estado Nacional. Sob o ponto de vista teórico da sociologia da cultura, o cyberativismo nos incita a dar continuidade à discussão sobre o indivíduo moderno. Todavia, as teorias da modernidade não nos respondem satisfatoriamente ao tomarmos como objeto heurístico uma organização como o Greenpeace. Pesquisas empíricas indicam um acentuado desencaixe entre o conceito de indivíduo moderno e os sócios do Greenpeace que participam de fóruns virtuais. O artigo que apresentarei visa, deste modo, explorar novas possibilidades de solução teórica a partir desta inquietação. Afinal, como compreender o indivíduo que tenta resistir aos paradigmas da ciência política e da sociologia contemporânea, aos problemas ambientais e às restrições culturais à participação em seu próprio destino? Como, na teoria, fazer justiça a este esforço individual levando-o mais em conta que a aparente ausência de resultados?<br /><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Samira Feldman Marzochi</span> é graduada em sociologia e ciência política (Unicamp, 1995) e antropologia (Unicamp, 1996). Durante a graduação, foi bolsista de iniciação científica do projeto População e Meio Ambiente nas Bacias do Piracicaba e Capivari coordenado pelo professor Daniel Hogan (NEPO/NEPAM) em que acompanhava a produção, pela imprensa, das questões ambientais. Concluiu mestrado em sociologia da cultura sob orientação do professor Renato Ortiz sobre ONGs, Redes Eletrônicas e Mundialização. Ingressou no doutorado em Ciências Sociais em 2001 na Unicamp. Em 2002, realizou pesquisa de doutorado-sanduíche em Paris, sob orientação do professor Michael Löwy, sobre ONGs Internacionais e o Sistema das Nações Unidas a partir da Unesco. Foi convidada a ingressar no recém aberto doutorado em Sociologia em 2005 em que dá continuidade à pesquisa com ONGs Internacionais tomando o Greenpeace como estudo de caso. Tem participado de inúmeros congressos, nacionais e internacionais (ABA, Anpocs, RAM, ALAS, SBS). É  membro do Conselho Editorial da Revista Temáticas (Ciências Sociais, Unicamp) e da Revista Virtual de Ciências Sociais CVA (<a href="http://www.antropologia.com.br/">www.antropologia.com.br</a>). Publicou artigos em  diferentes periódicos e jornais de grande circulação, bem como entrevistas e traduções. No campo da literatura e da música, possui poemas musicados e gravados em CD (distribuído nacionalmente) pelo Eribêra e Juli Manzi, participou do Festival da Cultura com Romance Pós-Moderno, mini-conto musicado por Uliana Dias sobre a base eletrônica de Armando Turtelli, e mantém a Revista Frincha (<a href="http://frincha.blogspot.com/">http://frincha.blogspot.com</a>). <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="08"></a>CÉSAR GUIMARÃES</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">O documentário e os novos refugiados no capitalismo imaterial</span><br /><br />Se atualmente as estratégias do espetáculo – impulsionadas pela globalização – conduzem ao aplainamento do mundo através da velocidade de transmissão da informação (deslocalizada e imaterial), dele retirando as rugosidades, alisando seus estriamentos, planificando seu relevo, o cinema documentário, na contra-corrente desses poderes,   insiste em filmar “os processos lentos, invisíveis, de transformações ou metamorfoses dos espíritos e das matérias”, segundo a bela fórmula de Jean-Louis Comolli. Assim fazendo, certos filmes dão a ver a experiência de uma nova categoria de sujeitos políticos que se espalham pelo planeta: os refugiados banidos e vigiados pelas instâncias de controle do capitalismo avançado de consumo.<br /></div><br /><span style="font-weight: bold;"><br />César Guimarães</span> possui doutorado em Estudos Literários (Literatura Comparada) pela Universidade Federal de Minas Gerais (1995) e pós-doutorado pela Universidade Paris 8 (2002). Atualmente é Professor Associado da Universidade Federal de Minas Gerais, integrante do corpo permanente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da FAFICH-UFMG, pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e colaborador da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Teoria da Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: cinema moderno (ficção e documentário), experiência estética e discursos midiáticos. É autor de “Imagens da memória: entre o legível e o visível” (Ed. da UFMG, 1997) e organizador de “Na mídia, na rua: narrativas do cotidiano” (Ed. Autêntica, 2006), “Comunicação e experiência estética” (Ed. da UFMG, 2006) e “O comum e a experiência da linguagem” (Ed. da UFMG, 2007). É editor da revista Devires – Cinema e Humanidades.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="09"></a>MIGUEL ÂNGELO</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Biopolítica e Sociedade de Controle: </span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Notas sobre a crítica do sujeito entre Foucault e Deleuze</span><br /><br />Nos anos 70, nos cursos do Collège de France, em várias entrevistas e em algumas de suas obras, Foucault começou a trabalhar com o conceito de “biopolítica”, o que lhe permitiu, partindo da chamada “sociedade disciplinar” e chegando a uma grande análise dos processos de subjetivação, empreender toda uma crítica à questão da verdade como elemento fundamental para a construção do sujeito, crítica essa que não se limita apenas ao seu caráter político, tão em voga nos anos 70, mas desde já sendo empreendida por outras pesquisas que compreendem os anos 60. Deleuze, somando-se a Foucault, nos traz o conceito de “sociedade de controle”, uma espécie de continuação crítica, à sua maneira, de todo um processo de tecnologização do indivíduo na sociedade moderna. Da sociedade disciplinar para a sociedade de controle foram acrescidas e metamorfoseadas estratégias, relações de poder/saber e novas formas constitutivas da vida. Houve mudanças na incidência tecnológica do poder na vida dos indivíduos, mas, também e principalmente, uma otimização das estratégias de configuração do sujeito, não no sentido apenas de discipliná-lo, mas de controlá-lo nas mais variadas instâncias. <br /><br />Sendo assim, temos dois conceitos que mais do que se complementarem trabalham uma crítica do sujeito em várias perspectivas. De Foucault a Deleuze, passando pela tecnologia de modo geral (meios de comunicação, internet etc.), como pensar a crítica do sujeito, a vida que nos é imposta através de uma violência sutil? Que relações podemos estabelecer entre biopolítica, controle, subjetividade e tecnologias? Este texto tem como objetivo problematizar tais conceitos em uma apresentação crítico-filosófica do sujeito na vida atual.<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Miguel Ângelo do Carmo</span> é Professor Assistente da Universidade Federal do Acre (UFAC) desde 2003, onde ministra as disciplinas “Filosofia Geral”, “Filosofia da Educação” e “Metodologia da Ciência”, entre outras. É mestre em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutorando em Filosofia na mesma Universidade. Participou como expositor de diversos eventos, como: III Colóquio Internacional de Fenomenologia e Hermenêutica (PUC-RS, 2006), com a apresentação do texto “Foucault: problematização política e estética da existência”; Krisis: II Fórum de Filosofia Contemporânea (PUC-Rio, 2005), com a apresentação do texto “Acontecimento e História em Foucault”; IX Semana de Letra: Além das Letras, na Universidade Federal do Acre (2004), com a apresentação do texto “Hölderlin: da tragédia ao trágico”; XI Encontro da Anpof (Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia, Salvador, 2004), com a apresentação do texto “A questão da Atualidade como deslocamento ético-político e histórico no ‘Último Foucault’”; VIII EREL NORTE: Encontro Regional de Estudantes de Letras. A literatura amazônica no imaginário nacional, na Universidade Federal do Acre (2003), com a realização da oficina “Foucault e a literatura: um deslocamento”; 2o Encontro de Filosofia Contemporânea da Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (2001), com a apresentação do texto “A questão da atualidade no Último Foucault”; entre outros. Dentre as publicações, cito o trabalho que vem sendo realizado na Revista On-Line de Cultura e Literatura Verbo 21 (<a href="http://www.verbo21.com.br/">http://www.verbo21.com.br/</a>), na qual venho colaborando com algumas resenhas no campo da literatura, educação e filosofia: “O conflito dos valores: uma denúncia nietzschiana” (Dez. 2006), “A Literatura em silêncio” (Abr. 2006), “O acontecimento do saber: uma fratura por vir” (Set. 2005), “Poética da banalidade: o riso do presente” (Abr. 2005), “Foucault e a Parrhesia: a ação da verdade” (Fev. 2005), “Entre a Civilização e a Barbárie: Esboços do possível” (Nov. 2004), “Zaratustra revisitado” (Set. 2004), incluindo entrevistas, entre outros. Temos também os Cadernos de Filosofia Contemporânea, no qual publiquei o texto “A questão da atualidade no último Foucault” e uma tradução, “Michel Foucault, uma entrevista: sexo, poder e a política da identidade”, em 2000. A Revista On-Line Caosmos (<a href="http://www.caosmos.com/">http://www.caosmos.com</a>/), traz uma entrevista com Daniel Lins, “Pensamento retorcido, escrita retorcida”, também em 2000. A revista Ideação, da Universidade Estadual de Feira de Santana, teve o texto “A estética foucaultiana” publicado em 1999.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="10"></a>ERNANI CHAVES</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Na estrada da vida: a Transa-amazônica da fotógrafa Paula Sampaio</span><br /><br />A estrada deveria começar no litoral nordestino e se estender aos confins da Amazônia. Tratava-se, dentro da política de “ocupação” do “vazio” demográfico da região norte, proposta pelo governo militar, de continuar a integração ao Brasil desenvolvido, dessa imensidão de verde e água, familiar e estranha aos próprios brasileiros. A Amazônia representava (e ainda representa, num certo sentido!) uma espécie de “Golem” natural, reduto ainda de uma força mítica que precisava curvar-se ao progresso e à civilização. Essa faixa de barro e lama (no inverno), poeira e sol escaldante (no verão), chamada Transamazônica, atraiu milhares de pessoas. Migrantes, especialmente nordestinos, deslocaram-se para cá, fincaram pé, sonhando (mais uma vez!) em melhorar de vida. Há mais de uma década, a fotógrafa e “migrante” Paula Sampaio, residente em Belém, “narra” por meio da imagem fotográfica, um pouco dessa história de deslocamentos movidos pelo sonho. Um sonho, cujo despertar é absolutamente aterrador, se lembrarmos os dados da violência, nessa “terra sem lei” (é assim que um grande jornal do sul chama o Pará, quando noticia a violência e as mortes no campo).<br /><br />Meu objetivo é o de mostrar em que medida ainda é possível, com uma idéia na cabeça e uma câmara fotográfica na mão, contar um pouco dessa história, escapando do perigo do “esteticismo”, conceito que utilizo no sentido rigoroso de Walter Benjamin. Trata-se, enfim, de insistir na idéia de que ainda é possível construir uma outra narrativa, onde as imagens fotográficas resistam ao conjunto das imagens-clichês vinculadas, em especial, pela televisão. Mas, por outro lado, trata-se de pensar também na importância que tem, no Pará, o movimento fotográfico iniciado no começo dos anos 1980 e que se seguiu ao fim daquilo que chamamos aqui de “geração Super-8”. A fotografia substitui, de fato, o cinema, por motivos também econômicos, é claro. Ela se transforma no veículo por excelência de captação de imagens da cidade, da região. O trabalho de Paula Sampaio nesse sentido é para mim duplamente exemplar, porque conta, ao mesmo tempo, duas histórias: a da Transamazônica, mas também a da importância e do significado da fotografia no Pará. É uma dupla história de resistência aos processos de normalização da vida por meio das imagens.    <br />  <br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Ernani Chaves</span> é Professor da Faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Pará. Mestre em Filosofia (PUC-SP, 1986), Doutor em Filosofia (USP, 1993), com Estágios de Pós-Doutorando na Alemanha (TU-Berlin, 1998 e Bauhaus-Universität, Weimar, 2003). Professor dos Pós-Programas de Pós-Graduação em Ciências Sociais e Psicologia na Universidade Federal do Pará. Bolsista de Produtividade do CNPq, com projeto na área de Estética e Filosofia da Arte (Nietzsche e Walter Benjamin). Autor dos livros Foucault e a Psicanálise (Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1986) e No limiar do moderno: estudos sobre Friedrich Nietzsche e Walter Benjamin. (Belém: Paka-Tatu, 2003); de diversos artigos e capítulos de livros em publicações nacionais e internacionais; e tradutor de Introdução à tragédia de Sófocles, de Friedrich Nietzsche (apresentação, tradução e notas de Ernani Chaves. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006). Membro da Associação Internacional de Estética. Consultor e membro do conselho editorial de diversas revistas nacionais avaliadas pelo “Qualis” da Capes. Colaborador ocasional (resenhas de livros e comentários sobre cinema) nos jornais de Belém.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="11"></a>ANDRÉ DUARTE</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Sobre a biopolítica: de Foucault ao século XXI</span><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br />O presente texto se divide em duas partes: num primeiro momento, trata-se de discutir a constituição do conceito de biopolítica em Michel Foucault , interrogando as transformações implicadas em relação ao conceito de micro-poderes disciplinares. Neste contexto, e tendo em vista que se trata de acompanhar o desdobramento e as implicações contemporâneas do conceito de biopolítica, também se discutem, brevemente, alguns dos motivos pelos quais tal conceito somente ganhou a devida relevância quase duas décadas depois de ter sido formulado por Foucault. Em um segundo momento, discuto a fortuna crítica do conceito de biopolítica, tal como ele vem sendo apropriado e transformado por Giorgio Agamben, apontando as continuidades e tensões existentes entre as reflexões deste autor e a de Foucault. O argumento central que perpassa todo o texto é o de que o conceito de biopolítica, a despeito de sua plasticidade na reflexão filosófico-política contemporânea, constitui importante ferramenta para a formulação de diagnósticos críticos do presente.<br /> <br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">André Duarte</span> é graduado em Ciências Sociais (1988) pela Unicamp, Mestre (1992) e Doutor (1997) em Filosofia pela Universidade de São Paulo e Pós-Doutor pela Universidade de Barcelona como bolsista do CNPq (2003). Atualmente é pesquisador bolsista do CNPq e atua nos Programas de Graduação e Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal do Paraná  (UFPR). Publicou pela Editora Paz e Terra <span style="font-style: italic;">O Pensamento à sombra da ruptura: política e filosofia em Hannah Arendt</span> (2000) e é um dos organizadores da coletânea de ensaios <span style="font-style: italic;">A banalização da violência: a atualidade do pensamento de Hannah Arendt</span> (Relume-Dumará, 2004). Entre suas publicações mais recentes se incluem: “<span style="font-style: italic;">Biopolitics and the dissemination of violence: the Arendtian critique of the present</span>. In: Hannah Arendt. <span style="font-style: italic;">Critical Assessments of Leading Political Philosophers</span>. Ed. G. Williams. Abingdon, UK: Routledge, 2006, v.3, p. 408-423; “<span style="font-style: italic;">Heidegger y el Otro: Ser y Tiempo como ética postmetafísica</span>”. In Daímon, vol. 37, Revista de Filosofía de la Universidad de Murcia, 2006; &quot;<span style="font-style: italic;">Heidegger e Foucault, críticos da modernidade: humanismo, técnica e biopolítica</span>&quot;. Trans/Form/Ação, v. 29, p. 7, 2006.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="12"></a>ALEXANDRE BARBALHO</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Juventude, biopolítica e mídia</span><br /></div><br /><div style="margin-left: 40px;">A proposta de minha participação objetiva aprofundar o uso dos conceitos de trabalho imaterial e de biopolítica nas reflexões sobre os movimentos minoritários. Para ser mais exato, interessa observar as ONGs que atuam junto a jovens desenvolvendo trabalhos na área do audiovisual. Essa atuação, entendida como políticas culturais, possibilita que esses jovens expressem seus desejos, suas subjetividades, suas visões de mundo; que eles possam fazer suas próprias mediações com o mundo vivido que não aquelas produzidas pelos e/ou na lógica dos conglomerados midiáticos. <br /><br />Ao fazerem suas produções audiovisuais, estes realizadores atuam no âmbito que alguns autores vêm denominando de trabalho cognitivo, trabalho afetivo ou trabalho imaterial, forma que o trabalho assume nos regimes de produção pós-fordista, onde se exige dos trabalhadores criatividade, mais do que força, afetividade e solidariedade, mais do que concorrência. <br /><br />Se de um lado, este é o formato mais contemporâneo do capitalismo, apropriado à sociedade da informação, de outro, ele não só necessita como promove a biopotência, ou seja, a capacidade de criação, de invenção do ser humano. Então, é possível pensar que os movimentos juvenis que se constituem a partir de trabalhos na área da comunicação, trabalho, portanto, imaterial, atuam também na esfera da biopolítica questionando as atuais configurações do espaço público, da cidadania e da democracia. <br /><br />Os movimentos minoritários, onde se situam as políticas culturais juvenis, ocupam espaços importantes no campo político e colocam em pauta outras questões, ao lado das reivindicações político-econômicas defendidas pelos movimentos classistas. <br /><br />As minorias tornam mais complexo o cenário social ao reivindicarem não só questões salariais, seguro-desemprego, assistência social e serviços públicos, mas também o reconhecimento de suas singularidades, ou melhor, de sua identidade/diferença. Contra os discursos englobadores, universalizantes, tanto o de matriz conservadora (liberalismo) quanto o de vertente marxista, de vanguarda operária, podemos pensar, nos rastros de Foucault, os movimentos minoritários como posicionamentos de saberes sujeitados, saberes menores, saberes locais, descontínuos, desqualificados, não legitimados, contra a instância teórica unitária que pretende filtrá-los, hierarquizá-los, ordená-los em nome de um “conhecimento verdadeiro”.<br /><br />Portanto, as políticas minoritárias devem afirmar as peculiaridades entre os movimentos dos quais se constituem. Pois não é possível colocar no mesmo horizonte as lutas dos negros e dos índios, dos homossexuais e das mulheres, dos jovens e dos ecologistas, dos imigrantes e das minorias nacionais... Elas vêm de contextos específicos que exigem, sincronicamente, respostas diferenciadas. <br /><br />Ainda recorrendo às reflexões de Foucault (1999), podemos dizer que as minorias instauram diversos discursos histórico-políticos que vêem a política como luta, como guerra, contrários ao discurso filosófico-jurídico que procura pacificar os conflitos como, por exemplo, o discurso dialético (do tipo idealista-hegeliano ou do tipo materialista-marxista) que, ao final do embate, em sua síntese, afirma um sujeito universal, uma verdade reconciliada, um direito ordenador das particularidades.<br /><br />Uma das características do discurso histórico-político é que ele não ocupa a posição do sujeito totalizador, neutro, representado tanto pelo filósofo, quanto pelo jurista. Ao contrário, o que ele afirma é a batalha, a luta por seus direitos singulares, direitos arraigados na história e descentralizados em relação à universalidade jurídica. É um discurso de perspectiva, relacionado à determinada posição no combate.<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Alexandre Barbalho</span> é graduado em História (UECE) e em Ciências Sociais (UFC), mestre em Sociologia (UFC) e doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas (UFBA). Professor Adjunto de História e do PPG em Políticas Públicas e Sociedade da UECE, onde desenvolve pesquisas sobre políticas de cultura e de comunicação. Autor dos seguintes livros: Relações entre Estado e cultura no Brasil (Unijuí, 1998), Cultura e imprensa alternativa (UECE, 2000), Lívio Xavier. Política e cultura (A Casa, 2003) e A modernização da cultura (UFC, 2005). Organizou com Raquel Paiva a coletânea Comunicação e cultura das minorias (Paulus, 2005).<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="13"></a>ROSANA MONTEIRO</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Imagens médicas entre a arte e a ciência: relações e trocas</span><br /></div><br /><div style="margin-left: 40px;">Nesse artigo apresento algumas reflexões iniciais de uma pesquisa que investiga a relação entre arte e ciência a partir do estudo de produções artísticas que se apropriam de imagens médicas. Como as imagens de raios X, de endoscopia, ultra-som, tomografias, entre outras, interagem com uma rede de interpretações culturais e são reutilizadas fora do contexto médico? Como os conceitos de público e privado são (re)significados? Como os corpos cientificamente medicalizados são (re)construídos no contexto artístico? O foco desse trabalho é, sobretudo, o entendimento da imagem médica enquanto artefato cultural.<br /><br />A popularização das imagens médicas em diferentes contextos midiáticos (cinema, televisão, propaganda etc) tem fornecido ao público leigo um olhar que anteriormente era limitado ao olho especializado do médico, contribuindo para a criação de uma cultura dependente das imagens e das tecnologias que as produzem. Os processos de iluminação do interior do corpo humano, a transparência, passam a existir, então, como um produto cultural, um artefato cultural.<br /><br />Do mesmo modo o trabalho de muitos artistas vem incorporando tais imagens, sobretudo a partir da Segunda Guerra Mundial, com a popularização das imagens de raios X. Num primeiro momento, a reflexão sobre esse mundo interior transparente representado pelas imagens médicas é que orienta o trabalho de muitos artistas. Até os anos 60 do século passado é o corpo perfeito, livre de qualquer doença, que é representado, diferentemente do que se observa a partir de meados dos anos 70, aproveitando-se não tão somente de imagens radiográficas, mas, sobretudo, de imagens digitalizadas, presentes no contexto médico já a partir dos anos 60 com a união do computador com a tecnologia dos raios X. A partir de então a imagem do corpo cosmeticamente perfeito difundida pela mídia, sobretudo o da mulher, começa a ser questionada. Nesse período, uma produção em sua grande maioria realizada por mulheres propõe uma definição de autobiografia que expande as convenções sociais dominantes; sai o corpo sadio, entram os corpos doentes.<br /><br />Incorporando imagens geradas pelas tecnologias médicas, tais como os raios X, tomografias e ressonâncias, documentado em ambientes médicos e científicos e transformado por esses artistas, essas produções artísticas trazem uma nova visão do corpo ao público, redefinindo, além disso, a própria noção de retrato e questionando os significados de identidade.<br /><br />Estudar o processo de leitura e interpretação das imagens médicas é estudar uma política da cultura da representação &#8213; política entendida aqui como um processo de negociação entre diferentes modos de interpretação de imagens. O estudo dessa política indica que as pessoas vêem o mundo através de diferentes lentes, as quais oferecem diferentes visões e definições que, por sua vez, são moldadas, entre outros fatores, pela posição social dos atores envolvidos e suas experiências. Essas visões e definições são politicamente significativas porque elas proporcionam a base a partir da qual as pessoas tomam decisões sobre o que conta como conhecimento válido e sobre quem são os legítimos produtores de tal conhecimento. <br /><br />Afinal, como disse anteriormente, o que nós vemos está inseparavelmente ligado e depende de como nós vemos. Assim, o foco desse estudo é muito mais sobre como essas imagens médicas significam o que elas significam e não o que essas imagens realmente são.<br /><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Rosana Horio Monteiro</span> é Bacharel em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1987), Mestre (1997) e Doutora (2001) em Política Científica e Tecnológica pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Foi pesquisadora visitante no Departamento de Science and Technology Studies (STS) no Rensselaer Polytechnic Institute (RPI) em Troy/New York (EUA) em 1998. É autora do livro Descobertas múltiplas. A fotografia no Brasil (1824-1833), publicado pela editora Mercado de Letras/Fapesp em 2001 e tradutora de Issues in multicultural art education: A personal view, de Rachel Mason (Por uma arte-educação multicultural. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2000). Atualmente é professora na Universidade Federal de Goiás (UFG), atuando no Programa de Mestrado em Cultura Visual, onde edita a revista Visualidades. Desenvolve pesquisas nas áreas de História, Sociologia e Antropologia da Ciência, investigando principalmente os seguintes temas: imagem e ciência, etnografia da ciência, teoria e história da fotografia.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> J<span style="font-weight: bold;"><a name="14"></a>OSÉ JORGE DE CARVALHO</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Novas políticas da segunda pele: </span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">a manipulação tecnológica na construção transnacional de subjetividades subalternas</span><br /></div><br /><div style="margin-left: 40px;">Pretendo explorar algumas dimensões da construção do imaginário racista produzida pela grande indústria audiovisual transnacional, tendo como foco principal a produção de Holywood, a televisão e a publicidade. Historicamente, nossas comunidades construíram suas marcas individuais de identidades através de intervenções simbólicas sobre o corpo, de modo a deslocar ou desnaturalizar o olhar imediato sobre a pele, estabelecendo um sentido para as diferenças fenotípicas entre as pessoas e os grupos humanos. Esses marcadores conformam o que chamo de segunda pele. O racismo constitutivo da nossa sociedade construiu uma hierarquia dos corpos, baseada exclusivamente no fenótipo visível da primeira pele, que ignorou as singularidades e a riqueza simbólica presentes na segunda pele. Nas últimas décadas, contudo, as tecnologias de manipulação dos corpos intensificaram as pressões por intervenções em todos os corpos, conduzindo a inúmeros conflitos, subjetivos e sociais, entre os marcadores da segunda pele. Tentarei desenvolver um marco conceitual para entender a biopolítica dessas formas novas de “mestiçagem” tecnologicamente produzidas e os novos mecanismos de subalternidade a que conduzem nos países periféricos em relação à grande indústria audiovisual transnacional.<br /><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">José Jorge de Carvalho </span>é professor do Depto. de Antropologia da Universidade de Brasília e Pesquisador do CNPq. Foi Professor das Universidades de Queen's de Belfast, Rice University, Universidade de Wisconsin-Madison e Pesquisador Visitante na Univ. da Flórida. Coordenou o Pronex sobre “Os Movimentos Religiosos no Mundo Contemporâneo” e é o autor da Proposta de Cotas para Negros e Índios da Universidade de Brasília. Livros publicados: El Culto Shango de Recife (com Rita Segato), 1987; Shango Cult of Recife, Brazil (com Rita Segato), 1992; Cantos Sagrados do Xangô do Recife, 1993; Mutus Liber. O Livro Mudo da Alquimia, 1995; O Quilombo do Rio das Rãs (org.), 1996; Rumi - Poemas Místicos, 1996; Os Melhores Poemas de Amor da Sabedoria Religiosa de Todos os Tempos, 2001.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="15"></a>RAUL ANTELO</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Espectros do anjo</span><br /></div><br /><div style="margin-left: 40px;">O anjo funciona, na arte contemporânea, como um indício do sublime, entendido como diferença. Já nos anos 20, Borges recolhia de alguns teólogos, como Rothe ou Bischoff, a idéia de que a cabala propunha uma correspondência entre as letras e as regiões celestes. A primeira das letras, aleph, denominava a cabeça, o céu de fogo, o Nome e até mesmo um serafim chamado Besta Sagrada. Nessa genealogia do estado de exceção contemporâneo começa a se desenhar a impronta do homo sacer. Não espanta, portanto, que o anjo se torne, em Benjamin, um fator de redenção. Benjamin propõe, com efeito, que o Reino não seja considerado como o telos da dynamis histórica e, portanto, também não seja proposto como meta, porém, como final, daí a necessidade de que o conceito crítico de profanação, mais tarde ativado por Agamben, vise, não exatamente ao Reino divino, mas à felicidade, que seria o conceito chave para a decadência de tudo quanto pertence à ordem terrena. No cinema latino-americano do após-guerra, o anjo funciona, de modo particularmente pungente, como um indício dessa visada apocalíptica que é inerente à nova cultura de massas. Vou me deter em um filme de Leopoldo Torre Nilsson, La casa del ángel, e na recepção diferida do cinema de Nilsson em Glauber Rocha. Se os anjos operam os intercâmbios, é inegável que, nesses filmes dos anos 60, a realidade que deles se extrai opera como um fantasma, ao passo que a estrutura religiosa da realidade da qual provêm torna-se, a partir deles, claramente fantasmática.<br /><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Raúl Antelo</span> (n. 1950) é professor titular de literatura brasileira na Universidade Federal de Santa Catarina. Pesquisador-senior do CNPq, foi Guggenheim Fellow (2004) e professor visitante nas Universidades de Yale, Duke, Texas at Austin e Leiden, na Holanda. Presidiu a Associação Brasileira de Literatura Comparada (ABRALIC) e integra a diretoria da Asociación Española de Estudios Literarios Hispanoamericanos (AEELH). É autor de vários livros, dentre eles, <span style="font-style: italic;">Literatura em Revista; Na ilha de Marapatá; João do Rio: o dândi e a especulação; Parque de diversões Aníbal Machado; Algaravia. Discursos de nação; Transgressão &amp; Modernidade e Potências da imagem.</span> Seu livro <span style="font-style: italic;">Maria con Marcel. Duchamp en los trópicos</span> acaba de ser publicado pela Editorial Siglo XXI, de Buenos Aires. Colaborou em várias obras coletivas, dentre outras, as histórias da literatura argentina de David Viñas e Noé Jitrik, a da literatura brasileira de Sílvio Castro; <span style="font-style: italic;">Nenhum Brasil existe: Pequena Enciclopédia; Literary Cultures of Latin America. A Comparative History; The Future of Cultural Studies; Cánones literarios masculinos y relecturas transculturales; Sujetos en tránsito; Reescrituras e Sobre Augusto de Campos.</span> Participou, recentemente, em <span style="font-style: italic;">Lectures d´une oeuvre: Jorge Luis Borges</span>; <span style="font-style: italic;">Dernière tentation de Valery Larbaud: le Brésil; O Grande Terremoto de Lisboa: Ficar Diferente; Candido Portinari y el sentido social del arte; Arte de pós-guerra: Romero Brest y la revista Ver y estimar; Olhares sobre o romance; A literatura latino-americana do século XXI; Viver com Barthes; Céu acima, para um tombeau de Haroldo de Campos e The Author as Plagiarist – The Case of Machado de Assis.</span> Editou <span style="font-style: italic;">A alma encantadora das ruas </span>de João do Rio; <span style="font-weight: bold;">Ronda das Américas</span> de Jorge Amado; <span style="font-style: italic;">Antonio Candido y los estudios latinoamericanos</span>, e <span style="font-style: italic;">Crítica e ficção</span>, bem como a <span style="font-style: italic;">Obra Completa</span> de Oliverio Girondo para a coleção <span style="font-style: italic;">Archives</span> da Unesco.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="16"></a>LUIZ FELIPE GUIMARÃES SOARES</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Biopoder e mímese no cinema-miséria</span><br /><br />Flora Süssekind acusava, em 1984, a persistência do naturalismo na literatura brasileira, com suas três ressurreições – a &quot;importação&quot; no fim do século 19 e duas retomadas, no romance de 30 e nos romances-reportagens dos 70. Ela lia nesses textos a prevalência da denotação sobre a experimentação – e sobre a &quot;literatura&quot; enquanto mentira (em Cacau, Jorge Amado diz ter buscado &quot;um mínimo de literatura para um máximo de honestidade&quot; – Süssekind, p. 36-7). Esse privilégio da mimese corresponde à busca ansiosa de uma identidade supostamente sustentada por documentos, retratos, continuidades. Essa persistência torna-se &quot;ideologia estética&quot;: expondo suas certezas e denúncias com coragem, honestidade e virilidade, os textos escondem fraturas, dúvidas e (im)possibilidades do caráter nacional.<br /><br />Também nos anos 80, Jean-Luc Nancy e Philippe Lacoue-Labarthe analisavam o papel do privilégio da mímese, desde a Aufklärung, na construção do &quot;mito nazista&quot;. A partir da noção de ideologia em Hannah Arendt (lógica total de uma idéia que &quot;permite explicar o movimento da história como único e coerente&quot;, p. 22), eles vêm tal construção como &quot;aparelho de identificação&quot;. No fascismo, o sujeito pretendido (o Estado-sujeito) confunde-se com a ideologia; no nazismo, uma estética em particular, esse sujeito foi construído via mimese, desde a Grécia, tornando-se o mito ariano, figura absoluta de um povo único.<br /><br />Não houve aberração: a lógica nazista, &quot;no traço duplo de vontade mimética de identidade e de auto-efetuação da forma, pertence profundamente aos dispositivos do Ocidente em geral&quot;, e a segurança da democracia &quot;expõe o risco de não se perceber vir, ou voltar, aquilo cuja possibilidade não dependeu de um simples acidente histórico&quot; (p. 64). No limite dessa inserção do nazismo na tradição, Agamben (leitor de Foucault e Hannah Arendt) o enxerga como sendo simplesmente o paroxismo do domínio da biopolítica sobre a cultura a ponto de a democracia ter como modelo estrutural o campo de concentração (v. Homo Sacer).<br /><br />Parte do cinema brasileiro contemporâneo aponta para uma nova ressurreição dessa &quot;ideologia estética&quot;. Filmes como Amarelo manga e O céu de Suely, cujas equipes, empolgadas pelos prêmios, em geral submetem recursos técnicos sofisticados, próprios ao novo contexto de produção, à prevalência da mímese – e mesmo à aproximação do documentário, com interpretações convincentes enquanto imitações dos miseráveis. Na aura de coragem, honestidade e virilidade de suas denúncias, e no próprio vigor com que a visibilidade do pobre supera a chaga da discriminação burguesa, aparece também o valor cultural (católico) da pobreza, do sofrimento, da inferioridade. O corpo sofrido é valorizado, via mímese, na força mítica de sua identificação com o sujeito brasileiro imaginado, e agora requerido com estilo. A ideologia estética pode, também aqui, servir de aparelho de identificação – a lógica parece a mesma.<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Luis Felipe Guimarães Soares </span>possui graduação em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1988), mestrado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (1996) e doutorado em Letras (Inglês e Literatura Correspondente) pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001), com tese em Estudos de Cinema, sobre construção de imagens de identidade nacional (brasileira e americana) na Segunda Guerra, a partir do discurso sobre Carmen Miranda. De março de 2001 a maio de 2007 foi professor do curso de Graduação em Cinema e do Programa de Mestrado em Ciências da Linguagem da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Lecionou também no curso de Comunicação Social do Instituto Superior e Centro Educacional Luterano Bom Jesus / Ielusc. Agora assume como professor no Curso de Cinema da UFSC. Tem experiência nas áreas de Letras e Artes, com ênfase em Estudos de Cinema, Teoria Literária e Crítica Cultural, optando por leituras assistemáticas, a partir, em geral, de pressupostos nietzscheanos. Desenvolveu, de 2004 a 2006, projeto de pesquisa sobre a fortuna crítica de Glauber Rocha, no sentido de repotencializar em Glauber a dimensão do poético (ou do indizível), produzindo três artigos, “Glauber Evangelista” (Cinemais, Rio de Janeiro, n. 38, p. 149-159, 2005), “Depois de Glauber: a alegria contra o totem” (Revista AV, São Leopoldo - RS, v. 2, n. 3, 2004) e “Para além ou aquém da fome” (In: Monzani, Josette M. A. S. (Org.). Glauber Rocha. São Carlos: UFScar, 2006). Agora inicia um novo projeto que tem por objeto filmes brasileiros recentes que tematizam a miséria, procurando buscar afinidades entre os pressupostos miméticos desses filmes e aqueles valorizados pela tradição ocidental (desde Platão) e que, como fizeram ver Benjamin, Nancy e Lacoue-Labarthe, participam do movimento cujo paroxismo é o nazismo (enquanto momento emblemático, segundo Agamben, do triunfo da biopolítica).<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="17"></a>CHRISTIAN FERRER</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">O rosto da medusa:</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Exuberância e abundância da pornografia</span><br /><br />Em princípio, os problemas, práticas e instituições que estão associados à palavra “biopolítica” são de índole massiva: seja a escola e a medicalização da sociedade no século XIX, seja o controle informático dos dados pessoais ou a espetacularização da vida no século XX. Por outro lado, até sua “revelação” pública, que não faz mais de vinte ou trinta anos, a pornografia era um assunto clandestino, associado ao obscuro e ao pecaminoso (definitivamente, se associava a pornografia a “vício”). Hoje, a tecnologia permite sua proliferação: do videocassete na década de 1980 à Internet na atualidade. Um salto tecnológico se acoplou a um fluido libidinal altamente concentrado, e tudo isso em apenas um quarto de século. Porém, a inovação técnica não é a causa da onipresença da indústria pornográfica. Antes, a questão tecnológica é coadjuvante, e não originária, e melhor atua justamente em um “depois”. Talvez, o que pode ser chamado, a partir da década de 60, de “revolução sexual” (sendo o feminismo um de seus subprodutos), isto é, a reivindicação do direito ao prazer, seja a causa matriz da exposição da pornografia à luz pública. Um gênero audiovisual cujo único fim é potencializar o prazer, ainda que este seja predominantemente masculino, se encontrou assim com a biopolítica (a necessidade de mobilizar as energias afetivas e libidinais da população fazia com que práticas ligadas ao consumo se associassem a uma permissividade simpática e paternalista em questões de atrevimento sexual, bem como ao surgimento das indústrias compensatórias das desgraças da imperfeição corporal: cirurgia estética, dietética, sexologia, farmacologia revigorante, musculação etc.). Não é tão surpreendente, assim, que o centro de gravidade da pornografia seja o corpo feminino, para a satisfação e distração do olhar masculino: por um lado, a pornografia torna-se um efeito, não desejado e não previsto, das lutas pela emancipação da mulher; por outro, a cena pornográfica é o único lugar que resta ao homem poder controlar, a seu gosto, um “ideal” de mulher de harém. O curioso é que a figura da atriz pornográfica já não representa, como antes, o mundo fantasioso da prostituição e do prostíbulo, dado que as mulheres da pornografia de outrora (as das revistas e das fotografias) faziam o que a esposa ou a noiva não tinham direito. As mulheres da pornografia atual, de modo contrário, representam, ainda que de forma distorcida, mulheres possíveis, semi-reais, e não a imagem da prostituta, mas a da esposa e da noiva verdadeiras (ainda que não sejam as próprias) erotizadas segundo gostos masculinos. Porém, isto supõe uma transformação radical da imagem da mulher: pois então qualquer mulher poderia ser uma atriz pornográfica da imaginação, como se a boneca Barbie tivesse perdido a linha. É certo que o gênero pornográfico está vinculado aos reality shows, mas também ao baile de máscaras, às antigas adorações aos deuses báquicos, ao carnaval e à telenovela, por mais que esta última pareça incomum. A pornografia não deixa de ser uma torpe homenagem masculina ao corpo da mulher.<br /><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Christian Ferrer</span> é Professor Titular do curso de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires, onde ministra regularmente a cátedra “Informática e Sociedade”, além de diversos seminários no curso de Ciências Políticas. Graduado em Sociologia pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires, atualmente finaliza o doutorado em Ciências Sociais na mesma Faculdade. É Diretor do Projeto de Pesquisa UBACYT, “Imaginação tecnológica, troca cultural e difusão da modernização: análise dos modos como se pensaram, divulgaram e expandiram as novas tecnologias da comunicação na década de 90”, e pesquisador da Área de Estudos Culturais do Instituto de Pesquisa Gino Germani da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires, onde é responsável pelo grupo de pesquisa “Modernidade Tecnológica”. Além da vasta experiência docente, edita a revista “Sociedade”, da Faculdade de Ciências Sociais (UBA) e tem sido membro do conselho editorial das revistas acadêmicas: “Artefacto - Revista de Filosofia da Técnica” (editada pela Cátedra Informática e Sociedade da Faculdade de Ciências Sociais); “El Ojo Mocho - Revista de Crítica Política e Cultural”; “La Caja - Revista de Ensaio Negro”; “Babel”; “Fharenheit 450”; “La Letra A” e “Utopia”. Tem quase oitenta artigos publicados, treze traduções e sessenta e seis participações em congressos. É autor dos livros La curva pornográfica - El sufrimiento sin sentido y la tecnología (Editorial Pepitas de Calabaza, Logroño, España, 2004); Cabezas de tormenta - Ensayos sobre lo ingobernable (Editorial Pepitas de Calabaza, Logroño, España, 2004); Mal del ojo - El drama de la mirada y la violencia técnica (Ediciones Octaedro, Barcelona, 2000); Lírica Social Amarga - Últimos escritos de Ezequiel Martínez Estrada (Editorial Pepitas de Calabaza, Logroño, España, 2003); Prosa Plebeya - Ensayos de Néstor Perlongher, 1980-1992 (Junto a Osvaldo Baigorria. Editorial Colihue, Buenos Aires, 1997); El Lenguaje Libertário - Volúmenes I y II (Editorial Altamira, Buenos Aires, 1999) e foi o responsável pela edição de A Sociedade de Espetáculo, de Guy Debord, na Argentina, cabendo-lhe a revisão, tradução, prólogo e comentários críticos (Ediciones La Marca, Buenos Aires, 1995).<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="18"></a>JORGE DÁVILA</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">A produção audiovisual como produção de castigo-simbólico no capitalismo</span><br /><br />A produção de castigo-simbólico forma parte de um modo de pensamento, de um modo de ação, de um modo discursivo, de um modo de dizer, em fim, um modo de viver que é totalmente dependente da noção de simulacro. Trata-se de um simulacro que, como já se vê nesse início de século XXI, se mostra despido na medida em que os ideais invocados por esse modo de vida cumprem um papel justificador da própria contra-corrente de tais ideais. A operação do simulacro é de normalização da conduta como coerção que evoca o ideal. Sem que nos assombre, estamos acostumados que o ideal e sua coerção se façam de maneira unificada e ao mesmo tempo. O poder normalizador, operador, disciplinar - dessecado por Foucault - é um poder produtivo, um poder de produção e para a produção. Essa produção nasce do que nos parecem mesquinhezas, nos modos básicos de nossa existência. “O branco essencial” para onde apontam essa produção de castigo está finalmente em nós mesmos.<br /><br />Sem dúvida que, fora a crueza da depravação carcerária de nossos países onde segue prevalecendo o castigo físico exercido em nome do castigo simbólico, justificado com as promessas eternas de reabilitação e reinserção social, o castigo-simbólico prevalece na vida cotidiana dos que não estão presos em cárcere oficial. O cotidiano é nossa prisão em que a linguagem e a vida se subjugam ao trabalho.<br /><br />Não é difícil constatar que, do amanhecer ao cair do dia, nossa jornada se desenvolve em uma sucessão de castigos-simbólicos que, de maneira dominante, são exercidos pelo peso dos chamados meios de comunicação de massa, a mídia. Parece-me que esses meios são verdadeiras armas de destruição massiva, no sentido do velho e sempre radiante princípio da filosofia de que não há pior mal que padeça o ser humano que ser prisioneiro do conhecimento simplista, superficial e falso que, de maneira geral, oferece a opinião, a doxa. Novamente trago a noção de simulacro: vivemos convencidos que possuímos - ou acedemos quando queremos e de maneira instantânea - todo ou quase todo o conhecimento verdadeiro de tudo ou quase tudo; a realidade é que esta convicção esconde, de modo aveludado, nossa profunda ignorância de tudo ou quase tudo, bem recoberta com os edulcorantes da doxa que ingerimos graças aos meios de comunicação (destruição) massiva.<br /> <br />A vida cotidiana na sociedade moderna altamente industrializada está sob o julgo de um poder normalizador que se caracteriza, por extensão, com os elementos que Weber identificou no que chamou de “a gaiola de ferro” da sociedade moderna. George Ritzer mostrou que esta gaiola já não se apresenta com a dureza e frieza do ferro, mas com a suavidade do veludo, “a gaiola de veludo da macmundialização”; vale dizer, nela se vive de modo cômodo, ou seja, normalizado, disciplinado, convencido de que o cotidiano é escolhido com a mais pura liberdade, que o “cidadão” é incapaz de perceber a jaula que suavemente desliza entre as grades aveludadas que definem os limites da “cidade”. Talvez possamos dizer que castigo simbólico mais eficaz do arquipélago carcerário constitutivo da sociedade moderna macdonalizada opera com o poder da imagem posta a serviço do mero simulacro; uma imagem que subjuga de maneira arrasadora a riqueza do dizer. Nosso castigo simbólico mais eficaz, porque produtivo, é nossa própria mudez frente à imagem.<br /><br />A produção de castigo-simbólico no capitalismo contemporâneo, concentrada na produção audiovisual, consiste em que nós mesmos sejamos os sujeitos de nosso castigo, os vigias de nossa própria segurança egoísta: é na disciplina em que se sustentam “os estados de violência” como os tem chamado Frederic Gros. A produção de castigo-simbólico da nossa sociedade contemporânea mascara e legitima a injustiça, produzindo um simulacro de inclusão social. O poder da imagem, impondo nossa mudez, inclui um sistema em que se abre o espaço da dor, fruto da desigualdade social e da injustiça na distribuição da riqueza.<br /></div><br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Jorge Dávila</span> é Profesor Titular do Centro de Ivestigações em Sistemologia Interpretativa da Universidade de Los Andes (Mérida), da qual é também Diretor. Graduado em Engenharia de Sistemas pela Universidade de Los Andes e pós-graduado em Ciências Sociais, sob a orientação de Edgar Morin, na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris. Foi Professor Convidado no Centro de Estudos de Sistemas da Universidade de Hull (Inglaterra), Pesquisador Convidado do Centro Michel Foucault de Paris e Professor Convidado do Departamento de Filosofia da Universidade Paris XII. É pesquisador reconhecido pela Divisão de Filosofia da Unesco. Além dos diversos artigos, capítulos em livros, traduções e conferências internacionais apresentadas, publicou os livros La tentación demagógica (ganador en el Certamen mayor de las artes y las letras 2004, CONAC), Ediciones del Ministerio de la Cultura, 2005; Del sentido de la vida. Un ensayo filosófico  (traducción del libro de Jean Grondin: Du sens de la vie, Bellarmin, Canadá, 2003), Editorial Herder, Barcelona, España, 2005, en edición; El Jesús de Spinoza (traducción y compilación de dos textos de Bernard Pautrat con prefacio de J. Dávila), Ediciones del Centro de Sistemología Interpretativa, Universidad de Los Andes (con el auspicio de la Embajada de Francia en Venezuela), Mérida, 2004; Pensando en la Universidad (J. Dávila, compilador), Editorial Panapo, Caracas, 2001; Conocimiento y Literatura. Michel Foucault (contiene textos propios y traducciones de trabajos de M. Foucault). Ediciones del Instituto de Investigaciones Literarias, ULA, 1999; Michel Foucault lector de Kant (co-autoría de Frédéric Gros). Consejo de Publicaciones de la Universidad de Los Andes, 1998; dentre outros.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">COLABORADORES:<br /></span><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="19"></a>EDUARDO JESUS</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Curadoria de vídeos on-line</span><br /><br />Para a publicação, Eduardo de Jesus realizará uma curadoria de vídeos on-line, tendo como ponto de partida o conceito de biopolítica e como recorte geopolítico o Brasil e a América Latina. Cada obra será acompanhada por um comentário que permita estabelecer conexões – mesmo que oblíquas – com os temas da revista. <br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Eduardo de Jesus</span> é graduado em Comunicação Social pela PUC Minas, Mestre em Comunicação pela UFMG e doutorando na ECA/USP. È professor da Faculdade de Comunicação e Artes da PUC Minas onde integra a equipe do CEIS – Centro de Experimentação em Imagem e Som. Faz parte do Conselho da Associação Cultural Videobrasil. Coordena e atua como curador dos projetos “Circuito mineiro de Audiovisual” e “Imagem-pensamento”. <span style="font-weight: bold;"><br /></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="20"></a>LUCRECIA MARTEL</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Entrevista:</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">A política do corpo no cinema de Lucrecia Martel</span><br /><br />Para a publicação, a premiada cineasta argentina Lucrecia Martel nos concederá uma entrevista, tendo como ponto de partida conceitual a relação entre corpo e biopolítica, a partir do recorte estético forjado por seus dois longas-metragens, O Pântano e A Menina Santa. Nesse sentido, exploraremos nessa entrevista a possibilidade de uma política do corpo, que, evidentemente, passa por uma linguagem audiovisual também política, através da qual o corpo é tanto um meio de insubordinação (familiar, social, moral) quanto um meio de domesticação. Trata-se, então, de discutirmos nessa entrevista a temática do corpo contemporâneo, que, mesmo atravessado por tantas formas de poder, pode, no cinema de Lucrecia Martel, resistir a elas. <br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Lucrecia Martel </span>nasceu em Salta, Argentina, em 1966. Graduou-se em Comunicação Social em Buenos Aires, em 1986. Na década de 1990, realizou alguns curtas-metragens, entre eles Rey muerto (1995), vencedor de prêmios internacionais. Após dirigir documentários e programas infantis para a TV argentina, em 2001 concluiu seu primeiro longa, o aclamado O pântano (La Ciénaga). Em 2004, lançou seu segundo longa-metragem, A menina santa (La nina santa).<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="21"></a>KARIM AINOUZ</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Entrevista:</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">A política do corpo no cinema de Karim Aïnouz</span><br /><br />Para a publicação, o premiado cineasta brasileiro Karim Aïnouz nos concederá uma entrevista, tendo como ponto de partida conceitual a relação entre corpo e biopolítica, a partir do recorte estético forjado por seus dois longas-metragens, Madame Satã e O céu de Suely. Nesse sentido, exploraremos nessa entrevista a possibilidade de uma política do corpo, que, evidentemente, passa por uma linguagem audiovisual também política, através da qual o corpo é tanto um meio de insubordinação (familiar, social, moral) quanto um meio de domesticação. Trata-se, então, de discutirmos nessa entrevista a temática do corpo contemporâneo, que, mesmo atravessado por tantas formas de poder, pode, no cinema de Karim Aïnouz, resistir a elas. <br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Karim Aïnouz</span> Nasceu em 1966, em Fortaleza, Ceará. Formou-se em arquitetura pela Universidade de Brasília e em Teoria do Cinema pela Universidade de Nova York. No começo dos anos 1990, trabalhou nos Estados Unidos como assistente de direção e montador de filmes como Veneno, de Todd Haynes (1991), Swoon, de Tom Kalin (1992), Os últimos moicanos, de Michael Apted (1993) e Postcards from America – Letter Home from Vietnam, de Steve McLean (1993). Realizou vários curtas-metragens e documentários, entre eles O preso (1991), Seams (1993), Paixão nacional (1994) e Hic Habitat Felicitas (1996), que foram exibidos em mais de 50 festivais internacionais, inclusive em Roterdã, Oberhausen, Londres, MoMa (NY), Cancouver, Bogotá e Atlanta. Suas instalações audiovisuais foram exibidas no Whitney Museum, em Nova York, e na Bienal de São Paulo. Em 2002, estreou como diretor de longa-metragem com Madame Satã, que foi selecionado para a Um Certo Olhar do Festival de Cannes e recebeu mais de 40 prêmios em festivais nacionais e internacionais, entre eles os de melhor filme no Festival de Chicago (EUA) e Huelva (Espanha), o prêmio especial do júri e o prêmio de melhor direção de arte no Festival de Cinema Latino-americano de Havana (Cuba), os prêmios de melhor ator e fotografia no Festival de Lima (Peru) e o prêmio especial do júri para o ator Lázaro Ramos na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. É co-autor dos roteiros de Abril despedaçado (Walter Salles, 2001), Cidade Baixa (Sérgio Machado, 2003) e Cinema, aspirinas e urubus (Marcelo Gomes, 2005). O céu de Suely é seu segundo longa-metragem.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><div style="text-align: right;"><div style="text-align: left;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="22"></a>ROBERTO BELLINI</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Roberto Bellini </span>graduou-se em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Minas Gerais. Participou de diversas exibições coletivas e festivais internacionais de vídeo nos últimos cinco anos, incluindo projeções no Brasil, Chile, Peru, Alemanha, França, Estados Unidos, Rússia e outros. Recebeu o segundo prêmio na II Inter-American Video Art Biennial, realizada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento. Está atualmente concluindo mestrado na Universidade do Texas, em Austin, no departamento de Transmedia.<br /></div><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="23"></a>MARCELLVS L.</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Marcellvs L. </span>nasceu em Belo Horizonte, em 1980. Em seus primeiros trabalhos o artista inicia uma pesquisa sobre o conceito de rizoma proposto por Deleuze e Guattari. Criou o projeto &quot;VideoRizoma&quot;, uma série de vídeos nos quais o artista parte da idéia de rizoma para criar um dispositivo de produção, veiculação e distribuição de seus trabalhos. No que diz respeito à distribuição, o artista utiliza um método randômico: escolhe destinatários ao acaso e envia para eles pelo correio cópias dos trabalhos identificadas apenas por números e sem remetente. A temática deleuziana é uma forte presença na sua produção como se observa no vídeo &quot;Deleuze enquanto modelo vivo&quot; (2003) em que a imagem do filósofo em um monitor de TV é percorrida por um batom vermelho.<br /><br />O trabalho de Marcellvs L. já foi exibido e premiado em diversos festivais. Em 2005 o artista recebeu o Grande Prêmio da Cidade de Oberhausen com o vídeo &quot;Man.Road.River&quot; de 2004. Realizou mostras individuais no Paço da Artes, São Paulo (2005), Museu Histórico Abílio Barreto, Belo Horizonte (2003) e Instituto Félix Guattari em Belo Horizonte (2003). Participou de mostras coletivas como o Festival Internacional do Vídeo em Lisboa (2005) e o Festival Internacional de Arte Eletrônica Videobrasil, São Paulo (2005).<br /></div><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /></div><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-04T06:13:41+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A Cultura além do Digital </title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Transcrições editadas da participação dos debatedores<!--more-->
Transcrições editadas da participação dos debatedores no projeto <span style="font-weight: bold;">&quot;A Cultura Além do Digital&quot;</span> realizado em:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife </span>- de 4 a 13 de dezembro de 2006.<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro</span> – de 5 a 14 de dezembro de 2006.<span style="font-weight: bold;"><br /></span>


<br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">ÍNDICE<br /><br /><table border="0" style="width: 436px; height: 508px;"><tbody><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1" style="color: rgb(102, 102, 51);"><span style="font-weight: bold;">DEBATEDOR</span></font></span></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1" style="color: rgb(102, 102, 51);"><span style="font-weight: bold;">TEMA:</span></font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Andr%E9%20Lemos_1190049883.pdf"><font size="2"><span style="font-weight: bold;">André Lemos</span>                         </font></a><br /><span style="font-style: italic;">UFBA</span></span></font></span></td><td><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Redefinindo públicos e novos sentidos das culturas</font></span></font></span></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Carlos%20Affonso_1190049957.pdf"><font size="2"><span style="font-weight: bold;">Carlos Afonso</span> </font></a><br /><span style="font-style: italic;">FGV-RJ</span></font></span></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Diálogos entre diferenças</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Eduardo%20Homem_1190050076.pdf"><font size="2"><span style="font-weight: bold;">Eduardo Homem</span> </font></a><br /><span style="font-style: italic;">TV VIVA, PE</span></font></span></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Redefinindo públicos e novos sentidos das culturas</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Gustavo%20Gindre_1190050111.pdf"><font size="2">Gustavo Gindre</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Indecs/Intervozes, RJ</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Estratégias e políticas</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/HD%20Mabuse_1190052143.pdf"><font size="2"><span style="font-weight: bold;">H. D. Mabuse</span></font></a><br />RE:Combo, PE</font></span></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Cultura Digital é Cultura Livre?</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Heloisa%20Buarque%20de%20Hollanda_1190050146.pdf"><font size="2">Heloisa Buarque de Hollanda</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">PACC-UFRJ</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">A Cultura Além do Digital - Abertura</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Isabela%20Cribari_1190050187.pdf"><font size="2">Isabela Cribari</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">documentarista e produtora de cinema</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Redefinindo públicos e novos sentidos das culturas</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Jader%20Gama_1190050227.pdf"><font size="2">Jader Gama</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">coordenador do PROJETO PURAQUÊ</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Diálogos entre diferenças</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Joanildo%20A_1190050261.%20Burity"><font size="2">Joanildo Burity</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Fundação Joaquim Nabuco, PE</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Diálogos entre diferenças</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Luis%20Erlanger_1190050295.pdf"><font size="2">Luis Erlanger</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Rede Globo, RJ</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Estratégias e políticas</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Luiz%20Fernando%20Moncau_1190050335.pdf"><font size="2">Luis Fernando Moncau</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">IDEC, SP</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Redefinindo públicos e novos sentidos das culturas</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Luiz%20Fernando%20Soares_1190050369.pdf"><font size="2">Luiz Fernando Soares</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">PUC-Rio</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Inovação Tecnológica, Mídia e Processos Culturais</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/M%E1rio%20Teza_1190050395.pdf"><font size="2">Mário Teza</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Associação Software Livre, RS</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Inovação Tecnológica, Mídia e Processos Culturais</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Paulo%20Bastos%20Tigre_1190050469.pdf"><font size="2">Paulo Bastos Tigre</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">UFRJ</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Inovação Tecnológica, Mídia e Processos Culturais</font></span></td></tr><tr><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Ronaldo%20Lemos_1190050493.pdf"><font size="2">Ronaldo Lemos</font></a><br /></span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Creative Commons / FGV-RJ</font></span><br /></td><td><span style="font-weight: bold;"><font size="1">Cultura Digital é Cultura Livre?</font></span></td></tr></tbody></table><br /></span><br /><table cellspacing="1" cellpadding="3" border="0" bgcolor="#cdc8b1" style="width: 422px; height: 46px;"><tbody><tr style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;">
   <td><font size="1" face="arial, verdana, helvetica"><font size="2"><font size="1" style="font-weight: bold;">Baixe o arquivo compactado contendo as transcrições editadas no formato PDF:</font><br /></font>
   </font></td>
</tr>
<tr>
   <td bgcolor="#ffffff">
   <font size="1"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/a%20cultura%20al%E9m%20do%20digital_1180413200.rar" style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.iconlet.com/icons/kneu/16x16/folder_download.png" /></span></a></font><font size="1"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/a%20cultura%20al%E9m%20do%20digital_1180413200.rar" style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"></span><font size="2">Download &gt;&gt;</font></a></font></td></tr></tbody></table></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-03T09:02:08+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>PROJETOS VINCULADOS</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div>  <!--more--><span style="font-style: italic;"></span><br />Além
dos projetos de debates selecionados através de editais, o Programa
apóia a realização de outras ações que contribuem para o fortalecimento
de espaços de discussão e diálogo em todo o país. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dentre estas, já estão agendadas:</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=26521&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);"></span></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=27772&more=1&c=1&pb=1">• A CONSTITUIÇÃO DO COMUM:<br />CULTURA E CONFLITOS NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO</a><span style="font-style: italic;"><span style="font-weight: bold;"><br />Realização:</span> Rede Universidade Nômade, Escola de Comunicação e <br />Laboratório Território e Comunicação LABTeC da UFRJ; <br /><span style="font-weight: bold;">Curadoria</span>: Giuseppe Cocco e Ivana Bentes;</span><br /><br />Ciclo de conferências que reunirá cientistas políticos brasileiros e estrangeiros <br />numa ampla reflexão sobre  diversos processos culturais, discutindo o lugar da <br />Comunicação e da Cultura no chamado capitalismo cognitivo (do conhecimento e da informação).<br />Serão realizados eventos no Rio de Janeiro, em Salvador e em Belém.<br /><br />Para maiores informações e programação, <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=27772&more=1&c=1&pb=1">clique aqui.</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);"></span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=27428&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=27428&more=1&c=1&pb=1">• MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO</a><br /><span style="font-style: italic;"><span style="font-weight: bold;">Realização:</span> Artepensamento; <br /><span style="font-weight: bold;">Curadoria:</span> Adauto Novaes;</span><br /><br />Terceiro ciclo de conferências da trilogia <br /><span style="font-weight: bold;">&quot;Cultura e Pensamento em Tempos de Incerteza&quot;.</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=27428&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para conferir os temas que serão<br />debatidos e os respectivos Conferencistas.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">TRANSMISSÃO AO VIVO</span><br /><br />O evento será <span style="font-weight: bold;">transmitido ao vivo pela internet</span> para toda a <span style="font-weight: bold;">Rede Cultura e Pensamento</span>. Para conhecer e participar da rede, <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25025&more=1&c=1&pb=1">clique aqui.</a><br /><br />A <span style="font-weight: bold;">programação completa </span>será divulgada em breve.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=25033&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">Consulte a Agenda</a> para obter <span style="font-weight: bold;">mais informações</span> sobre o <span style="font-weight: bold;">calendário</span> de eventos e ações relacionados ao Cultura e Pensamento.<br /><br /><div style="text-align: right;">l<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"> home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-02T10:43:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Edital Arte e Patrimônio - 2007</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Edital inaugura uma linha de financiamento a projetos que estabeleçam diálogos entre as artes visuais contemporâneas e o patrimônio artístico e histórico nacional.<!--more-->
<br />O objetivo do Edital é inaugurar uma linha de financiamento a projetos que estabeleçam diálogos entre as artes visuais contemporâneas e o patrimônio artístico e histórico nacional.<br /><br />Por um lado, trabalhos artísticos e processos estéticos atuais e, por outro, os acervos, as tradições, as culturas e os sítios que estabelecem a memória do País. Essa sugestão de interações múltiplas é um modo de celebrar os 70 anos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.<br /><br />Pretende-se realizar, por meio deste Edital, pelo menos <span style="font-weight: bold;">11 (onze) projetos de difusão da temática patrimônio cultural e artes visuais, que deverão acontecer em todo o território nacional.</span> Dez (10) desses projetos serão eleitos pela categoria de interação arte e patrimônio com prêmios de até R$100.000; e um deles será eleito pala categoria de leitura histórica com prêmio de R$ 400.000.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Para mais informações acesse o site </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.artepatrimonio.org.br/">www.artepatrimonio.org.br</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">O Edital Arte e Patrimônio - 2007 é uma iniciativa do Ministério da Cultura, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, por meio do Paço Imperial, com patrocínio da Petrobras e mediação do Fórum Permanente.</span><br /><br /><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-09-02T10:19:17+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Jornalismo Cultural em Pauta</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Jornalismo, cultura e sociedade<!--more--><br />Da ideologia escancaradamente desfilada em megasucessos hollywoodianos às manobras da indústria fonográfica para a veiculação de músicas padronizadas ao status quo, do conteúdo geral abordado pela imprensa cultural às passarelas do São Paulo Fashion Week, o que se vê, em toda extensão do que se convencionou denominar rede de comunicação social, é a centralidade dos aspectos mercantis da cultura apropriada pela indústria. Ou seja, a indústria cultural ditando a pauta e comportamentos por imposição do consumo de bens eleitos e consagrados por todos os meios de comunicação disponíveis.<br /><br />No bojo desta arquitetura de comunicação de massa voltada ao ideário neoliberal de submissão excludente ao mercado, forjou-se uma imprensa voltada a publicitar detalhadamente a agenda ligada aos movimentos desta indústria, seja pautada em seus espetáculos e lançamentos, seja orbitando-os em seus desdobramentos comportamentais, econômicos, turísticos e tais. Agravou-se a situação ao passo que tal imprensa também postulou ser, em si, produto cultural de consumo. Fechou-se um ciclo que sustenta um jornalismo todo voltado a alavancar as vendas de si mesmo e dos produtos dos quais se ocupa.<br /><br />Tal jornalismo, predominante na grande imprensa nacional, busca legitimar-se, emprestando o prestígio do mundo acadêmico e confinando-o a cadernos especialmente herméticos. De resto, ocupa-se ainda com um suposto sentido ampliado de cultura que se remete a excrescências tais como o comportamento cotidiano de celebridades forjadas aos olhos da opinião pública, especulações opinativas sobre os rumos dos enredos das telenovelas, entrevistas desprovidas de qualquer propósito, quadros opinativos com supostos especialistas em banalidades etc. <br /><br />A esta tendência, sempre houve resistência, ainda que quase inócua. As vertentes comprometidas com uma visão mais sistêmica da cultura esforçam-se, aqui e ali, em acalentar o debate sobre os mecanismos de incentivo e fomento da cultura, seus editais e concursos, sobre produção intelectual desprovida de imediato interesse econômico, sobre relações entre cultura e educação, sobre alguns aspectos comportamentais e econômicos da cultura e outras que tais, mesmo que reincidindo no tangenciamento de questões mercadológicas. Ainda não há, no cenário jornalístico nacional, um debate sistematizado que contemple a pauta esquecida do jornalismo cultural, trazendo-o à luz para que seja entendida em toda a sua extensão de abordagem para fazer cumprir o verdadeiro papel social dos meios de comunicação. <br /><br />Num contexto globalizado, não se trata apenas de negligenciar a cobertura de temas locais, atinge também o fato de não acompanhar os movimentos mundiais que exploram a valorização da diversidade cultural e de culturas locais. Movimentos esses que resultaram na Convenção da Unesco sobre Proteção, Promoção e Diversidade das Expressões Culturais aprovada em 2005. Medida tomada pela defesa da produção cultural local, que vê suas expressões culturais retraídas pela invasão de produtos culturais estrangeiros, e tem conseqüência direta sobre a formulação de políticas culturais dos países signatários. Por que negligenciar temas que estão na pauta do dia do espectro cultural?<br /><br />Na pauta esquecida, ficou o debate sobre o direito ao acesso à cultura, sobre o contínuo processo de construção de políticas públicas de cultura, sobre o potencial econômico e de desenvolvimento social que a cultura oferece se democratizada ou, ainda, a discussão a respeito da identidade nacional a partir do reconhecimento de sua diversidade, das culturas populares, dos mestres dos saberes populares, dos patrimônios imateriais, da identidade e busca de unidade latino-americana, da exclusão digital... e tantos outros temas de que, historicamente, o jornalismo cultural muito pouco tem se ocupado. <br /><br />Esta posição, à primeira vista combativa, na verdade, possui uma motivação propositiva, já que, para defender a maior exploração por parte da mídia da diversidade correspondente principalmente à produção cultural local, é necessário sinalizar quais as motivações que impulsionam a posição atual dos veículos de comunicação. Assim, a defesa da necessidade de inclusão de temas correspondente à realidade cultural se estabelece de forma mais sólida.<br /><br />Busca-se, ao contemplar a pauta esquecida, sempre aproximações entre ações que se desenvolvam com a consciência social que incorpora referências simbólicas no processo de construção da cidadania e com os processos de exploração, uso e apropriação de códigos de diferentes meios e linguagens artísticas, tecnológicas e lúdicas nos processos educacionais, pretendendo, com isso, ampliar o acesso aos meios de formação, criação, difusão e fruição cultural por meio da ação de agentes culturais, arte-educadores, educadores de rua, artistas, professores e cidadãos que entendem a cultura no seu sentido mais amplo - como direito, comportamento e economia. Além, é claro, dos aspectos ligados à potencialização de energias sociais e econômicas para o desenvolvimento de uma cultura cooperativa, solidária e transformadora.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo"><br /></a><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-31T05:26:14+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Jornalismo Cultural em Pauta</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>DEBATES EM MÍDIAS ELETRÔNICAS ON-LINE<!--more-->
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.culturaemercado.com.br/culturaepensamento/"><img style="width: 178px; height: 48px;" src="http://www.culturaemercado.com.br/imgs/cmp.gif" /></a></p><div style="text-align: center;"><font size="1">acesse o site em:</font><br /></div><p style="text-align: center;"><a href="http://www.culturaemercado.com.br/">http://www.culturaemercado.com.br/culturaepensamento/</a><br /></p><div style="text-align: center;">

</div><span class="corpo_chamada"><span style="font-weight: bold;"></span></span><br /><p><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> Destaque:</span></p><p><a href="http://www.culturaemercado.com.br/setor.php?setor=4&pid=3813"><span style="font-weight: bold;"></span></a><span class="corpo_chamada"><a href="http://www.culturaemercado.com.br/setor.php?setor=4&pid=3822"><span style="font-weight: bold;"><br />A respeito dos novos fetichismos visuais</span></a><br />Comunicação focalizada na proliferação dos novos fetichismos visuais. Por Massimo Canevacci.</span></p><span style="font-weight: bold;"></span><br /><p><img style="width: 10px; height: 10px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> Veja também:</span></p><span style="font-weight: bold;"><br /><a href="http://www.culturaemercado.com.br/culturaepensamento/?p=12">Cidadania Digital e Imprensa</a><br />Sérgio Amadeu</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><a href="http://www.culturaemercado.com.br/culturaepensamento/?p=15">Jornalismo Cultural como Exercício Crítico</a></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Célia Mota</span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><a href="http://www.culturaemercado.com.br/culturaepensamento/?p=13"><span style="font-weight: bold;">O Jornalismo Cultural Contra a Comunicação</span></a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Daisi Vogel</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><a href="http://www.culturaemercado.com.br/culturaepensamento/?p=16"><span style="font-weight: bold;">Jornalismo Cultural: Campo de Produção e Prática Profissional</span></a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Eliane Fátima Corti Basso</span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><a href="http://www.culturaemercado.com.br/culturaepensamento/?p=18"><span style="font-weight: bold;">Jornalismo e Cultura: uma pauta a ser recriada</span></a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Angelita Lima <br /><br /></span><a href="http://www.culturaemercado.com.br/setor.php?setor=4&pid=3813"><span style="font-weight: bold;">Os dilemas do jornalismo literário no Brasil</span></a><br /><span style="font-weight: bold;">Marcio Souza</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">SOBRE OS DEBATES</span><br /><br />O publijornalismo e a pauta esquecida, esta é a proposta que motiva a apresentação de doze artigos que irão debater os aspectos da cobertura do jornalismo cultural. Jogar luz na parcialidade com que a mídia atua, tornando-se um serviço da indústria cultural, e ampliar o campo de visão para uma cobertura que transmita os reais modos com que a cultura se faz. Assim, a proposta do debate é abordar a imprensa brasileira, em artigos de diferentes intelectuais, artistas e acadêmicos questionando por que não abordar o direito ao acesso à cultura, as políticas públicas de cultura, o potencial econômico e de desenvolvimento social que a cultura oferece se democratizada, a identidade nacional a partir do reconhecimento de sua diversidade, as culturas populares, os mestres dos saberes populares, os patrimônios imateriais, a exclusão digital, entre outros temas. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editor:</span> Eduardo Carvalho<br /><span style="font-weight: bold;">Realização:</span> Instituto Pensarte<br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Jornalismo, cultura e sociedade</span><br /><br />

<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Da ideologia escancaradamente desfilada
em megasucessos <i style="">hollywoodianos </i>às
manobras da indústria fonográfica para a veiculação de músicas padronizadas ao <i style="">status quo</i>, do conteúdo geral abordado
pela imprensa cultural às passarelas do São Paulo Fashion Week, o que se vê, em
toda extensão do que se convencionou denominar rede de comunicação social, é a
centralidade dos aspectos mercantis da cultura apropriada pela indústria. Ou
seja, a indústria cultural ditando a pauta e comportamentos por imposição do
consumo de bens eleitos e consagrados por todos os meios de comunicação
disponíveis. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29358&more=1&c=1&pb=1">Leia o texto completo &gt;&gt;</a></p><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a name="topo"></a>CONHEÇA OS DEBATEDORES<br /><br /></span>Clique sobre os nomes para ver o curriculo e as respectivas inserções nos debates.<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#01">Eliane Basso</a><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#02">Angelita Pereira</a><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#03">Célia Mota</a><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#04">Márcio Souza</a><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#05">Daisi Vogel</a><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#06">Sérgio Amadeu</a><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#07">Narciso Freire Lobo</a><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#08">Mário Villas-Boas</a><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#09">Fred Zeroquatro</a><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#10">Francisco Humberto Cunha Filho</a><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#11">Maria Benites</a><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#12">Massimo Canevacci</a><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"><a name="01"></a>ELIANE F. C. BASSO</span>  Mestre e doutora em Comunicação Social pela<br />Universidade Metodista de São Paulo. Especialista em Comunicação Social <br />pela Universidade de Passo Fundo. Jornalista pela Universidade Católica de<br />Pelotas. Professora nas Universidades Anhembi Morumbi de São Paulo e<br />Municipal de São Caetano do Sul. Integrante do Grupo de Pesquisa Jornalismo<br /><span class="q">Cultural Espaço Público da Produção Intelectual – CNPq.</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Participação no debate: </span>Abordagem do campo teórico do Jornalismo Cultural e da prática profissional da cobertura cultural. Reflexão sobre a relação da informação de cultura, mediada como produto da indústria cultural, e o entendimento da cultura como um espaço de conhecimento. Defesa de que o Jornalismo Cultural pode cumprir não só o papel de difusão da informação, mas também crítico e analítico dos fatos e acontecimentos que circundam a cultura. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /></div><br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"><a name="02"></a>ANGELITA PEREIRA</span> é graduada em Comunicação Social em Jornalismo pela Federal de Goiás e mestre em Educação pela mesma instituição. Professora da Universidade Federal de Goiás.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Participação no debate:</span> Apresentará os aspectos da cobertura jornalística da chamada área cultural, que realizada pelos meios tradicionais de comunicação, é deliberadamente voltada para o mercado e para o consumo de produtos culturais. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /></div><br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 0, 0);"><a name="03"></a>CÉLIA MOTA</span> é Mestre</span> em Comunicação na Universidade de Brasília. <br />Doutor em lingüística na Universidade de Lancaster, Inglaterra. Docente <br />na Universidade de Brasília.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Participação no debate:</span> Exercício crítico por excelência. Os jornalistas abriram mão da função crítica e por isso tornaram-se apenas porta-vozes da indústria cultural. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /></div><br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"><a name="04"></a>MARCIO SOUZA</span> é Escritor, roteirista de cinema, dramaturgo e diretor de <br />teatro e ópera. Atualmente dirige o TESC - Teatro Experimental do Sesc do <br />Amazonas. Entre suas publicações estão Galvez – O Imperador do Acre (1976) <br />e Políticas Culturais Brasileiras (2002).<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Participação no debate: </span>Tratará da tendência de reduzir a literatura em segmentos de mercado.  O leitor deixa de existir em detrimento da lógica do consumo. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /></div><br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 0, 0);"><a name="05"></a>DAISI VOGEL</span> </span>é jornalista com doutorado em Literatura pela Universidade <br />Federal de Santa Catarina (UFSC). Professora do Departamento de Jornalismo e <br />do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC. Pesquisadora do Núcleo <br />Fundamentos do Jornalismo e do Núcleo de Estudos Literários e Culturais (Nelic). <br />Atuação e pesquisa em periodismo cultural.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Participação no debate:</span> A fluência cada vez mais intensificada e  acelerada das informações.  Os dados e informações se sucedem em quantidade e rapidez tamanha, que nada mais surpreende efetivamente, nada detém, nada contra-inclina para algum movimento reflexivo. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /></div><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"><a name="06"></a>SERGIO AMADEU</span> possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade <br />de São Paulo, mestrado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo <br />e doutorado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. Professor <br />permanente da Faculdade de Comunicação Social Casper Líbero. Pesquisa a <br />Comunicação Mediada por Computador e a teoria da propriedade dos bens <br />imateriais.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Participação no debate: </span>Cidadania digital e imprensa.  A articulação de pessoas para as práticas colaborativas cria nuvens abertas de acesso e conexão, que se desdobra em fenômenos de solidariedade ciberespacial e que estão recolocando a cidadania no cenário digital. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /></div><br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"><a name="07"></a>NARCISO FREIRE LOBO</span> Possui graduação em Comunicação Social  pela <br />Universidade Federal Fluminense, mestrado em Artes pela Universidade de <br />São Paulo e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de <br />São Paulo. Professor - adjunto da Universidade Federal do Amazonas.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Participação no debate: </span>Abordará a sociedade em rede, que tanto podem aprofundar as desigualdades e as diferenças no acesso, como emergem possibilidades inusitadas, que, se bem aproveitadas, quebram velhos paradigmas das sociedades puramente territorializadas. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /></div><br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 0, 0);"><a name="08"></a>MÁRIO VILLAS-BOAS DA ROCHA</span> </span>Mestrado em Comunicação pela PUCRS.<br />Professor assistente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Diretor do <br />Departamento Universitário da Associação Rio-grandense de Imprensa (ARI).<br />Chefe do Departamento de Comunicação da Faculdade de Biblioteconomia e <br />Comunicação da UFRGS<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Participação no debate: </span>Cultura como espaço de educação para a cidadania. Debaterá a regulamentação profissional do jornalista e a sua formação acadêmica no exercício das atividades de produção de conteúdo e de gestão de veículos de mídia comunitária. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /></div><br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"><a name="09"></a>FRED ZEROQUATRO</span> é compositor e cantor da banda Mundo Livre S/A, <br />responsável junto a Chico Science pelo movimento Manguebeat.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Participação no debate:</span> Discutirá as questões que envolvem o funcionamento dos veículos de comunicação de massas, suas posições e compromissos na atuação como concessões públicas. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /></div><br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"><a name="10"></a>FRANCISCO HUMBERTO CUNHA FILHO</span> possui graduação em Direito pela <br />Universidade de Fortaleza (1990), mestrado em Direito pela Universidade Federal <br />do Ceará e doutorado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco. Professor <br />Adjunto da Universidade de Fortaleza. Criador da cadeira de ‘Direitos Culturais’ nos <br />cursos de graduação mestrado e doutorado na Universidade de Fortaleza.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Participação no debate:</span> Direitos Culturais na realidade brasileira.  Abordará a relação entre o Direito e a Cultura que a princípio sugere antagonismo e rejeição, mas que contrariamente a essa relação existe o suporte mútuo. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /></div><br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"><a name="11"></a>MARIA BENITES</span><span style="color: rgb(153, 0, 0);"> </span>é coordenadora do programa de doutorado em Educação na <br />Universidade de Siegen na Alemanha. Presidente do Instituto Vygotskij.<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Participação no debate:</span> Os equívocos que envolvem a arte e o ensino.  A visão da imprensa especializada que trata a arte como panacéia, instrumentos de “mágicas” transformações. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /></div><br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"><a name="12"></a>MASSIMO CANEVACCI</span> é Professor de Antropologia Cultural  na  Universidade de <br />Roma &quot;La Sapienza&quot;. Pesquisador nas áreas de fetichismos visuais, culturas <br />metropolitanas e nativas, comunicação digital e movimentos juvenis. É diretor <br />de avatarXL, revista on line de antropologia, comunicação e artes e autor dos <br />livros Antropologia da Comunicação Visual e Una stupita fatticità (em fase de <br />tradução).<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Participação no debate: </span>As novas corporalidades dos feitiços visuais.  Assunto de conferência da Unesco e tema de sua mais recente pesquisa. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /></div><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-31T04:44:43+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>teste html</title>
<link/>
<author/>
<category>Imagens</category><content:encoded><![CDATA[<div>   <!--more-->
          
            <table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
              <tbody><tr>
                <td valign="top" height="100">
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
  <form action="http://www.cultura.gov.br/acervo/resultado_busca_acervo_programa.asp" method="post" name="buscaGen" id="buscaGen">
    <tbody><tr>
      <td width="8%" height="32"><img width="16" height="1" src="http://www.cultura.gov.br/sys/images/1pxt.gif" /><br /><br /></td>
      <td width="92%" valign="bottom" class="txt02">Pesquisar por:<br /><br /></td>

    </tr>
    <tr>
      <td><br /><br /></td>
      <td><select name="pesquisar_por" class="select01" tabindex="1">
        <option value="" selected="true">Palavra-chave</option>
        <option value="10">Ano</option>
        <option value="15">Evento</option>

        <option value="16">Video</option>
        <option value="02">Texto</option>
        <option value="22">Áudio</option>
        <option value="09">Autor</option>
        
      </select>      <br /><br /></td>

    </tr>
    <tr>
      <td height="6"><br /><br /></td>
      <td><br /><br /></td>
    </tr>
    <tr>
      <td><br /><br /></td>
      <td><table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
        <tbody><tr>

          <td width="125"><input type="text" name="pesquisa" id="pesquisa" class="input01" tabindex="2" />          <br /><br /></td>
          <td><input type="image" name="Input" src="http://www.cultura.gov.br/images/bt_ok_01.gif" class="bt01" tabindex="3" /><br /><br /></td>
        </tr>
      </tbody></table><br /><br /></td>
    </tr>
  </tbody></form></table></td></tr></tbody>



<div>
			<script language="javascript">
			function checa_boletim(theForm) {
			errorMsg = &quot;&quot;;
			if ( theForm.Email.value == &quot;&quot; || theForm.Email.value == &quot; &quot; ) errorMsg += &quot;E-mail não preenchido, &quot;;
			if (!(theForm.Email.value.indexOf(&quot;@&quot;)!=-1))errorMsg += &quot;E-mail inválido, &quot;;
			if (!(theForm.Email.value.indexOf(&quot;.&quot;) !=-1)) errorMsg += &quot;E-mail inválido, &quot;;  
			errorMsg = errorMsg.substring(0, errorMsg.length-2);
			if ( errorMsg  ){ alert( &quot;Atenção!:n&quot; + errorMsg ); return false }
			return true;
			}
			nav = navigator.appName;
			if ( nav == &quot;Microsoft Internet Explorer&quot; ) { document.write(&quot;&lt;style type=&quot;text/css&quot;&gt;&lt;!-- 	.campo { border-color: #000000; border-style: double; border-width: 1px; background-color: #ffffe0 } //--&gt;&lt;/style&gt;&quot;); }
			</script>

			
			<input type="text" size="10" class="campo" name="Email" /> <input type="submit" value="ok" name="Enviar" /><br />Cadastre seu email para receber o boletim Cultura e Pensamento. 
			</div>
		</table></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-30T07:59:37+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A SAGA DA MÚSICA DE CONCERTO NO BRASIL DE HOJE E NA AMÉRICA LATINA</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debates presenciais<!--more-->
<p style="text-align: center;"><img style="width: 375px; height: 221px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/saga_1_1205849206.jpg" /></p>
<br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">TEXTOS</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31454&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Confira os textos</span></a> resultantes do ciclo de conferências realizado em dezembro de 2007.<br />(Em breve estarão disponíveis no acervo arquivos de áudio e vídeo dos eventos).<br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />SOBRE O EVENTO</span><br /><br />Como se vive da música de concerto e para a música de concerto em cada região do Brasil? Esta é a preocupação deste <span style="font-weight: bold;">ciclo de debates</span> que, além de promover a reflexão e a discussão sobre os novos caminhos do mercado da música erudita, procura formalizar novas estratégias que garantam o desenvolvimento de uma maior interação com a produção de música de concerto da América Latina. <span style="font-weight: bold;"></span><br /><br />O evento conta com o apoio cultural da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (FUNDARPE), do departamento de Música da Universidade de Brasília e da Fundação Joaquim Nabuco.<br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"></span><br /></div><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Proposta do debate<br /><br /></span>Idealizado
pela Virtuosi Sociedade Artística LTDA, através da pianista Ana Lúcia
Altino, e pelo compositor brasileiro Marlos Nobre, os debates estão
pautados em diversas questões que auxiliam na compreensão dos modos de
produção, organização, circulação e fomentação do mercado da música
erudita. Considerando a importância de não somente discutir como também
redimensionar e oferecer novos rumos para a música de concerto, os
debates contam com importantes nomes atuantes no mercado brasileiro
como: <br /><br />
<div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Marlos Nobre</span>, compositor pernambucano, um dos mais importantes compositores brasileiros da atualidade;<br />
<span style="font-weight: bold;">Maria Luiza Nobre</span>, pianista, mestre em música pela UFRJ e empresária; <br />
<span style="font-weight: bold;">Maestro Rafael Garcia</span>, diretor artístico do VIRTUOSI;<br />
<span style="font-weight: bold;">Antonio Guerra Vicente</span>, violoncelista e empresário de Brasília; <br />
<span style="font-weight: bold;">Eli-Eri Moura</span>, compositor e pesquisador paraibano;<br />
<span style="font-weight: bold;">Beatriz Salles</span>, pianista e diretora do Festival de Inverno de Brasília; <br />
<span style="font-weight: bold;">Glória Caputo</span>, pianista e Presidente da Fundação Amazônica de Música;<br />
<span style="font-weight: bold;">Marco Antonio de Almeida</span>, pianista e diretor do Festival de Música de Londrina. <br />
</div>
<br />Representando a América Latina, os compositores e diretores de orquestra:<br /><br style="font-weight: bold;" />
<div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Manuel de Elias</span> (México) compositor e presidente do Colégio de Compositores da América Latina;<br />
<span style="font-weight: bold;">German Cáceres</span> (El Salvador) compositor e diretor do Festival de Música Contemporânea de San Salvador;<br />
<span style="font-weight: bold;">Maestro Alfredo Rugeles</span> (Venezuela), compositor e Diretor de Orquestra do Sistema de Orquestras da Venezuela;<br />
<span style="font-weight: bold;">Guido López Gavillán</span> (Cuba), compositor e diretor do Festival de Música Contemporânea de La Habana.</div><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">TEMAS</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Uma reflexão sobre a problemática da música de concerto no Brasil e na América Latina: convergências e divergências</span> -  MARLOS NOBRE<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Os festivais latino-americanos de música: 1990 - 2006, resultado e repercussão</span> - ALFREDO RUGELES<br /><br /><span style="font-weight: bold;">O Festival de Inverno de Brasília</span> - BEATRIZ SALLES<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Música contemporânea Latino-americana. Caminhos, perspectivas, realidades, sonhos. Integração  </span>- GUIDO LÓPEZ GAVILLÁN <br /><br /><span style="font-weight: bold;">A evolução da Música em Brasília</span> - ANTONIO GUERRA VICENTE<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Música para um País melhor </span>- GLORIA CAPUTO<br /><br /><span style="font-weight: bold;">O direito autoral do compositor de música de concerto no Brasil</span> - MARIA LUIZA CORKER<br /><br /><span style="font-weight: bold;">A música de concerto na Ibero América</span> - GERMAN CÁCERES<br /><br /><span style="font-weight: bold;">O Festival de Música de Londrina</span> - MARCO ANTONIO DE ALMEIDA<br /><br /><span style="font-weight: bold;">A música contemporânea da América Latina</span> - MANUEL DE ELÍAS<br /><br /><span style="font-weight: bold;">As orquestras sinfônicas do Brasil de hoje</span> - RAFAEL GARCIA<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Linguagem da música contemporânea de concerto em contexto</span> - ELI-ERI DE MOURA <br /></div><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">MULTIMÍDIA</span><br /><br />Vídeos online e arquivos de áudio disponíveis:<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=31572&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Áudios &gt;</span></a><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31524&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Vídeos &gt;</span></a><br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">PROGRAMAÇÃO</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">BRASILIA </span><br /><span style="font-weight: bold;">Auditório do Departamento de Música da UnB</span><br />Dias 6, 7, 8 e 9 de dezembro de 2007 – 14 às 18 h<br />Concertos : 19 h<br /><br /><span style="font-weight: bold;">RECIFE</span><br /><span style="font-weight: bold;">Museu do Homem do Nordeste – FUNDAJ</span><br />Dias 11, 12, 13 e 14 de dezembro de 2007 – 9 às 13 h<br />Concertos : 19 h – Salão Nobre do Teatro de Santa Isabel<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.virtuosi.com.br/culturaepensamento/programa.html">Clique aqui </a>para ver a programação completa.</span><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-30T09:16:30+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Grumo</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debates em Periódicos impressos<!--more-->
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=31448&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 327px; height: 208px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/Figura1_1201038224.jpg" /></a><br /><font size="1">clique na imagem para conhecer as edições</font><br /></p><span style="font-weight: bold;"><br />Os volumes 6.1 e 6.2 estão disponíveis para download. <br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=31448&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui para conhecer as edições e baixar os arquivos em PDF.</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31500&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> e confira a lista de artigos dos debatedores participantes.<br /><br /><br /><br />SOBRE O PROJETO:<br /></span><br /><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">GRUMO: PENSAMENTOS EM TRÂNSITO</span><br /><br />A revista Grumo tem como objetivo principal inaugurar um espaço de publicação de textos de literatura e de crítica sobre literatura, arte e cinema,  que sustente, a longo prazo, um projeto amplo de diálogo entre culturas. O projeto, que se iniciou como intercâmbio cultural entre Brasil e Argentina, atualmente foi ampliado para toda a América Latina.<br /><br />Os próximos dois números da revista abordar&#257;o o tema <span style="font-weight: bold;">“Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura”</span>, no contexto do programa Cultura e Pensamento.<br /><br />A recorrência da questão das identidades tanto na arte e na literatura quanto nas ciências sociais e, em geral, no debate crítico revela a atualidade e a importância dessa problemática. A proposta  “<span style="font-weight: bold;">Grumo: pensamentos em trânsito</span>” busca uma abordagem multi e interdisciplinar, incluindo debatedores de diferentes áreas da arte e do conhecimento. <br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Literatura e Identidade</span><br /><br />Partimos da literatura não somente porque é o eixo da revista Grumo, mas também por uma justificativa epistemológica: tanto no Brasil quanto no resto da América Latina a preocupação pela identidade nacional é constitutiva da literatura, a tal ponto que, no século XIX, fundar uma nação e fundar uma literatura foi um mesmo processo. Quer dizer que ambos os conceitos – literatura e nação – estão intimamente relacionados e são, inclusive, interdependentes: as literaturas nacionais são, ao mesmo tempo, produtos e constituintes parciais do sentido de identidade nacional. <br /><br />Na América Latina, a constituição das nações implicou na necessidade de se perguntar como integrar as diferenças culturais locais no interior de uma cultura nacional. Ao longo da história da literatura brasileira e hispano-americana, tem havido vários movimentos literários de procura consciente e sistemática da identidade nacional: por exemplo, o romantismo, o modernismo, os diversos regionalismos (como o romance do nordeste brasileiro e o romance indigenista andino) e os romances do <span style="font-style: italic;">boom</span> dos anos sessenta, estes últimos preocupados em encontrar uma identidade latino-americana. No entanto, na maioria dos casos, a região era definida como possuindo uma unidade homogênea, um conjunto de características que lhe conferiam uma dimensão estática. Esses modelos de representação, seja da América Latina ou das diferentes regiões, hoje estão em crise. <br /><br />Atualmente, a identidade se entende mais como uma tarefa histórica do que como soma de atributos intrínsecos, enfatizando-se a diferença em detrimento da unidade. Desde a segunda metade do século XX, vem se produzindo um questionamento das categorias de “identidade” e de “nação”, que começam a ser pensadas como construções discursivas, isto é, como conceitos históricos e flexíveis. A partir de então, também se abandona a idéia de um cânone único e oficial. Assim, o foco dos estudos sobre literatura mudou de uma preocupação com a construção de uma literatura nacional para a procura da representação da heterogeneidade no interior de cada nação. Começaram a introduzir-se, no cânone da “literatura nacional”, formas da chamada “cultura popular”, marginalizada pela tradição literária erudita, assim como a produção de outros grupos desprivilegiados como as comunidades indígenas ou africanas, antes excluídas ou relegadas a segundo plano, sob a categoria de “folclore”. <br /><br />Essas mudanças dão conta das particularidades da modernização na América Latina e de sua inserção no cenário da globalização, mostrando as tensões entre as diferenças culturais internas às nações. Com a reconfiguração das nações latino-americanas, depois dos períodos ditatoriais, a política identitária ganha força perante a política partidária, apontando para uma pluralização de vozes e focos de poder, que são focos de discurso. Outras vozes – antes silenciadas – começam a intervir na arte, na literatura e na cultura. Pode-se dizer que, desde os anos 90, a produção artística vem assumindo diversos compromissos com o crescimento dos chamados “novos movimentos sociais”, que trazem à cena política novos atores e novas práticas. Assim, por exemplo, a vinculação da criação artística à experiência cotidiana de comunidades excluídas no cinema se revela numa mistura do documentário com a ficção. <br /><br />Da mesma forma, vem ocorrendo mudanças na epistemologia das ciências sociais. Por exemplo, os debates produzidos no interior da disciplina antropológica evidenciam um colapso do paradigma científico “sujeito-objeto”, numa época em que o “outro” (não letrado) não pode ser mais entendido como “objeto” passivo de conhecimento, e sim como sujeito político, que negocia seu lugar na arena da representação. De maneira que se pode pensar o conhecimento como uma negociação de forças que se produz nas relações interculturais. <br /><br />Assistimos, assim, a uma dialética entre o particular e o universal, ou entre o local e o global. A princípio, pareceria que o processo de globalização provoca o rompimento da associação imediata entre espaço, identidade e cultura. No entanto, a dimensão cultural do local atua na globalidade como um fio invisível que vincula os indivíduos ao espaço, marcando uma certa idéia de diferença ou de distinção entre comunidades. Assim, o local constitui-se em suporte e condição para as relações globais. Podemos dizer que é nesse sentido que as culturas nacionais atuam como fontes principais de identidade cultural, pois a cultura nacional contribui para “unir” as diferenças numa única identidade. Consideramos que é necessário questionar a idéia, muitas vezes associada ao conceito de globalização, de que vivemos numa época na qual a nação está perdendo seu lugar privilegiado de produtora de sentido de identidade. <br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Proposta do debate</span><br /><br />O debate proposto pretende discutir práticas artísticas, literárias e culturais produzidas em diferentes regiões do Brasil, que resultam em diferentes formas de lidar com a modernização e a globalização. Trata-se de pensar as relações entre identidade, território e nação. Dado o caráter transnacional da publicação, estimula-se também a comparação de tais práticas com as de outros países da América Latina.<br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Edições especiais</span><br /><br />As duas edições da revista pretendem abordar o tema <span style="font-weight: bold;">“Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura</span>”, através de dois dossiês, intitulados “Dossiê debate: identidade, espaço e cultura”. Estes contarão com seis participantes cada um, de diversas áreas do âmbito acadêmico, que incluem Letras, Sociologia, Antropologia, Geografia e Comunicação Social. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Os doze debatedores são: </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Elenise Faria Scherer</span> (Manaus), <span style="font-weight: bold;">Ângela Prysthon</span> (Recife), <span style="font-weight: bold;">Angélica Madeira</span> (Brasília), <span style="font-weight: bold;">Beatriz Resende </span>(Rio de Janeiro), <span style="font-weight: bold;">Carlos Capela</span> (Florianópolis), <span style="font-weight: bold;">Mónica Bernabé</span> (Rosario, Argentina), <span style="font-weight: bold;">Saint-Clair Cordeiro da Trindade Júnior</span> (Belém),  <span style="font-weight: bold;">Eneida Leal Cunha</span> (Salvador), <span style="font-weight: bold;">Adalberto Müller</span> (Brasília), <span style="font-weight: bold;">Raúl Antelo</span> (Florianópolis), <span style="font-weight: bold;">Marildo Nercolini</span> (Rio de Janeiro) e <span style="font-weight: bold;">Florencia Garramuño</span> (Buenos Aires, Argentina). <br /> <br />Além dos dossiês de debate sobre o tema escolhido, os dois números incluirão outras seções tradicionais da revista, que dialogarão com as problemáticas e as abordagens dos dossiês de debate. Assim, o primeiro número terá, além do “Dossiê Debate”, um dossiê organizado e apresentado pelo professor de Comunicação Social da UFRJ, <span style="font-weight: bold;">Denílson Lope</span>s, sobre cinema brasileiro e argentino contemporâneo, privilegiando abordagens transculturais que situam o cinema da América Latina dentro de uma discussão sobre a globalização, comparando-o com outros cinemas de regiões periféricas. Nesse primeiro número, incluiremos também um conto da escritora argentina <span style="font-weight: bold;">Luisa Valenzuela</span>, que fala do retorno a sua cidade, Buenos Aires, depois de vários anos de exílio.  Haverá também uma seção de resenhas que contemplará romances e livros de ensaios publicados recentemente no Brasil e em outros países da América Latina sobre a questão das identidades locais, regionais e nacionais. <br /><br />Já o segundo número terá, além do “Dossiê Debate”, um segundo dossiê, intitulado “Experimentações urbanas&quot;, que incluirá textos acadêmicos sobre a relação entre arte, escrita e cidade, colocando em destaque práticas culturais não-hegemônicas que fazem emergir novas subjetividades e sociabilidades no espaço urbano, além de uma seleção de poetas peruanos contemporâneos, selecionados a partir do blog <a href="http://www.urbanotopia.blogspot.com/">www.urbanotopia.blogspot.com</a>, e um testemunho do poeta e escritor <span style="font-weight: bold;">Guilherme Zarvos</span>, um dos fundadores, no início dos anos 90, do CEP20000, um centro de experimentação poética no Rio de Janeiro. Como o primeiro, este número terá uma sessão de resenhas sobre livros recentemente publicados na América Latina. <br /><br />Algumas temáticas fundamentais perpassam os dois dossiês: entre elas, a análise de modelos alternativos de urbanidade, com foco em algumas cidades brasileiras como Belém e Salvador, em que ficam em evidência os paradoxos e as contradições da globalização; as diferentes manifestações culturais, como artes plásticas, cinema, literatura e música, que colocam em questão as relações entre global, local e nacional; a revisão de paradigmas modernos no que se refere à dialética de exclusão e inclusão que perpetuavam no campo da cultura e da política.<br /><br />Os dois números contarão com um trabalho visual organizado pela curadora argentina <span style="font-weight: bold;">Lara Marmor</span>. Sua proposta foi convocar um grupo de artistas que procurarão uma experiência coletiva de vivência na cidade, abordando os vínculos que surgem entre os sujeitos ao gerarem um trabalho coletivo. O eixo conceitual gira em torno do tema &quot;Experimentações urbanas”, assim como o dossiê da Grumo 6, que abre a possibilidade de se pensarem diferentes questões contemporâneas: a cidadania em tempos pós-modernos, os deslocamentos entre cidades, a clandestinidade, a precariedade, a marginalidade, o surgimento de novas comunidades, a urbanidade como experiência subjetiva. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Os artistas convocados foram:</span> <br /><br />A<span style="font-weight: bold;">na Amorosino </span>(fotografia e desenhos), <span style="font-weight: bold;">Estanislao Florido</span> (pinturas e vídeos), <span style="font-weight: bold;">Florencia Levy</span> (pintura, fotografia e vídeos), <span style="font-weight: bold;">Horacio Abram Luján</span> (intervenções), <span style="font-weight: bold;">Jorge Miño</span> (fotografia), <span style="font-weight: bold;">Luis Lindner</span> (desenho e pintura) e <span style="font-weight: bold;">Santiago Porter</span> (fotografia).<br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Editores da revista Grumo:</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><span style="font-weight: bold;">Paloma Vidal</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Diana Klinger </span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Mario Camara</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Paula Siganevich</span><br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"> home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-30T08:31:55+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>FLUXOS MUSICAIS - TRAJETÓRIAS SONORAS DO NOMADISMO </title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>autores / debatedores<!--more-->
<a name="topo"></a>
Conheça os debatedores e as suas inserções nos debates propostos:<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">ALICE LUMI SATOMI</span> é paulista radicada em João Pessoa desde 1985. Professora adjunta da UFPB, atua no Departamento de Educação Musical e na coordenação do Núcleo de Pesquisa e documentação em cultura Popular (NUPPO). É vice-presidente da Associação Brasileira de Etnomusicologia (ABET). É pianista, flautista, violoncelista e especialista em instrumentos japoneses.<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">ASSIS ÂNGELO</span> é jornalista paraibano radicado em São Paulo e estudioso da cultura popular brasileira, autor de diversos livros sobre música e arte, letrista e apresentador de programas de rádio e televisão. Atualmente está na AllTV com o programa Tão Brasil. Cursou Artes Plásticas na Universidade Federal da Paraíba, mas atua principalmente na área musical.<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">BERNARDO ROZO </span>é **músico e desenhista boliviano, doutorando em Etnomusicologia pela EMUS-UFBA. Pesquisa as músicas dos contextos urbanos, principalmente no uso contemporâneo da música nos filmes. Como desenhista, fez várias exposições em diferentes países do continente latino-americano e da América do Norte. Atualmente trabalha na criação de “Estratégias sonoras” para obras de vídeo-arte. Foi professor convidado em Ciências Sociais, na Universidad Andina Simón Bolívar e na Universidad Mayor de San Andrés, na Bolívia. No Brasil, é membro da ABET e membro convidado na Academia /Skepsis/ de Semiologia e Direito.<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">CARLOS SANDRONI</span> é carioca radicado em Pernambuco. É mestre pela Iuperj em Antropologia com dissertação sobre política cultural em Mario de Andrade e doutor em Musicologia pela Universidade de Tours. É autor dos livros Mário contra Macunaíma – cultura e política em Mário de Andrade e Feitiço decente – transformações do samba carioca. Foi presidente da ABET - Associação Brasileira de Etnomusicologia - entre 2002 e 2004.<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">IVAN PAOLO DE PARIS FONTANARI</span> é doutorando pela UFRGS e tem como temas de interesse: identidade e práticas culturais de jovens das periferias urbanas e camadas médias, músicos, disc-jóckeys (DJs), música eletrônica, festas urbanas e estratégias de inserção social.<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">JUAN JOSE DE MELLO</span> (Uruguai) é autor, compositor e intérprete uruguaio além de apresentador de TV. Produz atividades com teatro, assim como a criação e direção de ciclos radiais e televisivos na Argentina e no Uruguai. Faz parte como produtor cultural da Red Cultural da América Latina e tem dirigido coleções discográficas e assessorando destacadas instituições culturais.<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">LUCIANA MESQUITA</span> é MA em Estudos Mitológicos com ênfase em Psicologia Profunda pelo Pacifica Graduate Institute, CA, EUA. É graduada em Relações Internacionais e Artes Cênicas pela UnB. É especialista em raízes mitológicas e teatrais do Oriente, tendo percorrido o Japão, a Índia, Bali e Grécia. Atualmente realiza pesquisas musicais sobre o milho junto às nações indígenas Bakairi (MT).<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">MAGALI OLIVEIRA KLEBER</span> é docente na UEL, doutora em Educação Musical pela UFRGS e mestre em Música pela Unesp. Foi diretora pedagógica do Festival de Música de Londrina de 1996 a 2003, privilegiando nesse trabalho a diversidade musical. Suas publicações e atuação na área de educação musical focam na produção do conhecimento pedagógico-musical considerando diversos contextos socioculturais entre o público e o privado – o Terceiro Setor - e interfaces entre a sociedade, cultura e poder. Como pesquisadora, atua na área de educação musical e movimentos sociais, abrangendo políticas públicas imbricadas com a cultura. Participa do grupo de pesquisa “Educação Musical e Cotidiano” na UFRGS e coordena o grupo “Educação Musical e Movimentos Sociais” - UEL, com a proposta de investigar as práticas musicais junto a contextos da periferia urbana nas esferas formais e informais.<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">PAULO DIAS</span> é pianista e percussionista. Há mais de quinze anos se dedica à pesquisa de manifestações culturais populares, especialmente as afro-brasileiras. Preside a Associação Cultura Cachuera! e dedica-se à edição de CDs, à produção de vídeos e à realização de cursos e oficinas sobre cultura popular.<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">PAULO MÜLLER</span> é graduado em Ciências Sociais pela UFRGS e mestrando em Antropologia Social pela Unicamp. Em suas pesquisas, combina os aportes da Antropologia e da Etnomusicologia. Atualmente, pesquisa a prática de instrumentos musicais originários da África ocidental e suas relações com a globalização contemporânea, com as migrações internacionais e com a indústria fonográfica.<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">PIO LOBATO</span> é compositor e guitarrista profissional desde 1997, com formação em música pela UFPA. Na década de 90, o músico pesquisou a influência do choro na técnica original de guitarristas amazônicos. Faz parte do grupo Cravo Carbono e também desenvolve trabalho solo. Foi selecionado pela coletânea nacional do projeto Itaú Cultural Música - Rumos e Vertentes, de 2001. Seu trabalho solo busca novas fronteiras, sotaques e experimentações voltados exclusivamente para a execução da guitarra elétrica.<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">RAMÓN PELINSKI</span> (Argentina) é musicólogo, professor e pianista argentino radicado na Espanha. Catedrático de Musicologia na Universidade de Montreal (Canadá) como professor honorário. Fundador e primeiro editor da revista eletrônica TRANS (www.sibetrans.com/trans). Em 2000, publicou Invitación a la etnomusicologia. Quince fragmentos y un tango e editou El tango nómada. Em 2002 estreou em Buenos Aires sua ‘tangópera’ Angora Matta. Atualmente trabalha sobre aspectos da escuta musical, a música dos Inuit, o tango argentino e gêneros tradicionais espanhóis.<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">TONI SOARES</span> é músico, compositor, DJ e radialista. Depois de passar pelos mais diversos ramos da música, dedica-se ao mapeamento da produção musical do Estado do Pará, que será transformado em uma série de livros e CDs. Atualmente é Secretário de Cultura da cidade de Bragança (PA).<br /><br /><img style="width: 5px; height: 5px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">TT CATALÃO </span>é jornalista e atuante em ações de mobilização pela arte (teatro e música), criação coletiva com membros da comunidade rural e trabalhos de restauração tradicional do patrimônio público e natural. Integrante do grupo fundador e mantenedor do Concerto Cabeças primeira experiência de arte na rua em Brasília.<br /><br /></div><div style="text-align: right;"><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29207&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-28T12:44:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>FLUXOS MUSICAIS - TRAJETÓRIAS SONORAS DO NOMADISMO </title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more--><br /><span style="font-weight: bold;">T</span>rata-se de um site colaborativo e uma série de programetes de áudio  (podcasts) disponíveis na web acompanhado de um fórum com temática relacionada aos fluxos musicais oriundos das migrações e miscigenações de povos nômades ou exilados pelos mais diversos fatores. <br /><br />Serão entrevistados profissionais de diferentes áreas como antropólogos, etnomusicólogos, historiadores, jornalistas, sociólogos e músicos para fomentar o debate inicial sobre o assunto que inclui questões como: O que é o popular e o que é o tradicional? Até que ponto as culturas são assimiladas de fato, e não apenas difundidas entre a população migrante? <br />  <br />O preconceito cultural sobrevive sob que formas? A miscigenação de elementos da cultura do migrante com os ritmos e instrumentos &quot;globalizados&quot; podem favorecer sua ascensão, reconhecimento e difusão? Até que ponto a música é usada como manifesto pela população migrante oprimida ou veladamente segregada? <br /><br />Desde tempos remotos, os fluxos migratórios populacionais trouxeram consigo alterações nas culturas tanto dos povos que se deslocavam como daqueles já assentados no local de destino. As trocas, influências e incorporações derivadas dos processos de assimilação étnica ocorridos nos séculos subseqüentes a estes deslocamentos geraram novas tradições culturais, do mesmo modo que posteriormente, com divisões político-institucionais e novas ondas migratórias, culturas com a mesma raiz se diferenciaram entre si. <br /><br />Os séculos XX e XXI vêem uma alteração decisiva nos movimentos migratórios em relação aos séculos que os antecederam. A partir do pós-guerra, do fim da era do colonialismo e com a explosão populacional no dito terceiro mundo, não acompanhada por uma evolução socioeconômica no mesmo ritmo, muitos fluxos populacionais se inverteram e, em seguida, se intensificaram. Se antes italianos buscavam fazer a América, hoje em dia albaneses e líbios vão à Itália para buscar o trabalho braçal que os nativos já não querem mais fazer. Se antes alemães fugiam da pobreza e da fragmentação de seu país, hoje são os turcos e congaleses que vêem numa Alemanha unificada e economicamente robusta a chance de melhorar de vida. <br /><br />Se antes franceses iam à Argélia e ingleses à Índia atrás das oportunidades de desenvolvimento da estrutura dos impérios coloniais, evitando ao máximo a miscigenação, hoje são argelinos e indianos que começam a ascender, não sem dificuldades e discriminação, no mercado de trabalho de suas ex-potências controladoras. <br /><br />Não podemos esquecer do processo ocorrido no Brasil, também intensificado após os anos 40, em que o desenvolvimento industrial e urbano do Sudeste e a fronteira agrária e extrativista do Centro-Oeste e Norte atraíram milhões de refugiados da fome e da miséria, que construíram a riqueza desigualmente distribuída destas regiões. Não sem sofrer preconceito, trouxeram consigo suas bagagens culturais e as inseriram no cotidiano de seus novos lares, transformando-o e sendo transformadas. O que dizer do Largo da Batata, em São Paulo, com sua &quot;guerra&quot; de forrós eletronizados pela metrópole nos finais de tarde?<br /><br />O projeto pretende atingir interessados, leigos ou estudiosos, nas seguintes áreas: música, das mais variadas procedências e estilos; antropologia e ciências sociais, dado o caráter de análise da cultura - musical, especificamente - resultante dos fluxos migratórios; <br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29207&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-28T10:58:16+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>FLUXOS MUSICAIS - TRAJETÓRIAS SONORAS DO NOMADISMO </title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div> DEBATES EM MÍDIAS ELETRÔNICAS ON-LINE<!--more-->
<br /><p style="text-align: center;"><a href="http://www.fluxosmusicais.com/"><img src="http://www.fluxosmusicais.com/wp-content/themes/fluxos/images/header.gif" style="width: 138px; height: 108px;" /><br />Clique para acessar o site</a></p><p style="text-align: center;"><br /></p>
<span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.fluxosmusicais.com/"></a></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> Destaque:</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p><a href="http://www.fluxosmusicais.com/multimidia/audio/etnomusicologia-e-o-grupo-wakabakai/"><span style="font-weight: bold;">Etnomusicologia e o grupo Wakabakai</span></a><br /><span style="font-weight: bold;">Por Alice Lumi Satomi</span><br /></p><br /><span class="corpo_chamada">A observação da prática e repercussão
musical das minorias migrantes costuma ser um terreno muito rico para
se revelar as causas e efeitos do contato entre duas culturas.</span><br /><p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Veja também:</span><br /><br /><a href="http://www.fluxosmusicais.com/debate/porque-o-samba-de-roda-do-reconcavo/"><span style="font-weight: bold;">Por que o samba de roda do Recôncavo?</span></a><br /><span style="font-weight: bold;">Carlos Sandroni</span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><a href="http://www.fluxosmusicais.com/debate/diasporas-del-tango-rioplatense/" style="font-weight: bold;">Diáspora del Tango Rioplatense</a><br /><span style="font-weight: bold;">Ramon Pelinski</span><br /><br /><a href="http://www.fluxosmusicais.com/debate/dj-motor-musica-combustivel-fluxos-musicais-e-protagonismo-na-periferia-urbana-de-sao-paulo-parte-1/"><span style="font-weight: bold;">DJ Motor, Música Combustível: fluxos musicais e protagonismo na periferia urbana de São Paulo - Parte 1 </span></a><br /><span style="font-weight: bold;">Ivan Paolo Fontanari</span><br /><br /><a href="http://www.fluxosmusicais.com/multimidia/audio/a-velha-do-cerrado/"><span style="font-weight: bold;">A velha do Cerrado</span></a><br /><span style="font-weight: bold;">Luciana Mesquita<br /></span><br /><a href="http://www.fluxosmusicais.com/debate/midia-musica-e-culturas-problematizar-e-a-solucao/"><span style="font-weight: bold;">Mídia, música e culturas: problematizar é a solução?</span></a><span style="font-weight: bold;"><br />André Albert<br /></span><br /><br /><a href="http://www.fluxosmusicais.com/multimidia/audio/podcast-cabo-verde/"><span style="font-weight: bold;">Podcast - Cabo Verde</span></a><span style="font-weight: bold;"><br />André Albert</span><span style="font-weight: bold;"><br /></span><a href="http://www.fluxosmusicais.com/"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /><span style="font-weight: bold;">Sobre o projeto Fluxos Musicais:</span><br /><br />Trata-se de um site colaborativo e uma série de programetes de áudio  (podcasts) disponíveis na web acompanhado de um fórum com temática relacionada aos fluxos musicais oriundos das migrações e miscigenações de povos nômades ou exilados pelos mais diversos fatores. <br /><br />Serão entrevistados profissionais de diferentes áreas como antropólogos, etnomusicólogos, historiadores, jornalistas, sociólogos e músicos para fomentar o debate inicial sobre o assunto que inclui questões como: O que é o popular e o que é o tradicional? Até que ponto as culturas são assimiladas de fato, e não apenas difundidas entre a população migrante?   <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29209&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Leia mais &gt;</span><br /></a><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">TEMAS DE DEBATES<br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29215&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para conhecer os autores e debatedores participantes.</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Trocando os Eixos</span> - Os binômios centro-periferia, culto-popular, cultural-comercial, 'underground-stablishment', 'street-corporativo' são antigos mas continuam utilizados atualmente muito mais amplificados.<br /></div><div style="margin-left: 40px;"><br /><span style="font-weight: bold;">Puro ou diluído? Inventando tradições</span> - Hobsbawn apresenta um texto sobre o kilt escocês, O jornalista TTCatalão aponta a velha caricatura do 'puro' e o 'diluído'. E para esquentar o debate, Luciana Mesquita entrevista a 'Velha do Cerrado', uma personagem da cultura popular que nos instiga a pensar a própria pesquisa, questionando as nossas perguntas. Será que não está na hora de revisar esses conceitos? O antropólogo Paulo Müller também contribuirá para pensarmos com essa questão.<br /><br /></div><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">A bossa e o tango plus eletrônica</span> - Comemora 50 anos, vem ganhando nova roupagem ao se fundir com a música eletrônica. Acácio Piedade abordará o conceito de fricção de musicalidades.<br /></div><div style="margin-left: 40px;"><br /><span style="font-weight: bold;">Operação Intramuros</span> - O papel da Etnomusicologia por Ramón Pelinski, que propõe uma visão reveladora sobre a pesquisa em música fazendo uma reavaliação de sua trajetória e dos pressupostos traçados pela academia<br /><br /></div><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">O Japão da liberdade </span>- A presença musical dos povos migrantes no Brasil. Alice Satomi fala sobre a música japonesa em São Paulo baseando-se nas suas pesquisas de mestrado e doutorado. Colaboração da pesquisadora Ana Maria Kiefer que produziu o CD Cancioneiro da Imigração.<br /></div><div style="margin-left: 40px;"><br /><span style="font-weight: bold;">Samba no museu </span>- Origem miscigenada que ganhou o status de Patrimônio Cultural da Humanidade. O que significa isso? Carlos Sandroni, responsável pelo projeto com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, contará como foi o processo de tombamento do Samba do Recôncavo na Bahia.<br /><br /></div><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">World Music, esse fenômeno tão mal compreendido </span>- Paulo Müller irá discutir alguns aspectos referentes ao assunto. Propõe analisar o caso do grupo sul-africano Ladysmith Black Mambazo, o do músico malinês Ali Farka Touré, considerado o blueseiro de Mali e o polêmico caso do Deep Forest que se utilizou de gravações dos pigmeus africanos.<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br />O projeto pretende atingir interessados, leigos ou estudiosos, nas
seguintes áreas: música, das mais variadas procedências e estilos;
antropologia e ciências sociais, dado o caráter de análise da cultura -
musical, especificamente - resultante dos fluxos migratórios;<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editor:</span> Magda Dourado Pucci <br /><span style="font-weight: bold;">Co-editor:</span> André Albert <br /><span style="font-weight: bold;">Anfitrião:</span> PLANETA SOM – programa de rádio transmitido pela USP FM, Radio UEL de Londrina e pela Multikulti (Alemanha) <br /><span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Ethos Produtora de Arte e Cultura <br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-28T10:48:24+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>“CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRÁTICAS E IDÉIAS” </title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->Nosso tempo já foi definido como a era da cultura, levando em conta o fato de que os bens culturais, como organizadores dos significados e valores de uma determinada sociedade, como produtores de sentido, ocupam uma posição central em um mundo dito globalizado e unificado por meios de comunicação cada vez mais acessíveis a um número cada vez maior de pessoas. Trata-se de uma possibilidade de acesso inédita na história.<br /><br />Muito dessa riqueza cultural vem marcada pelos processos hegemônicos de uma ordem social que gera injustiça e desigualdade.  As novas tecnologias de comunicação são alavancadas e apropriadas pelo capital e veiculam sua versão empobrecida de uma vida fragmentada e alienada, que se esgota no vazio das mercadorias e do individualismo predatório. Essa lógica perversa tende a dominar os produtos da indústria cultural em nossa sociedade, onde o espetáculo anestesia mentes e nos treina na mesmice que nega a possibilidade de mudança e barra os caminhos da esperança. Mas esta versão da vida tem que se confrontar com as contradições que gera, e estas abrem espaço para a disputa e para a resistência. A vida vivida sempre excede as limitações do mercado em quase todas as atividades humanas. <br /><br />As novas potencialidades das tecnologias da comunicação, nossos meios de produção de sentidos podem e são instrumentalizados pelo poder e pela dominação mas também podem ser usados para experimentar novos significados e  modos de vida. Nosso projeto busca desentravar essas possibilidades em duas áreas de produção cultural: a da assim chamada alta cultura e a da cultura dita periférica.  Nossa aposta utópica é que o encontro dessas duas formas complementares venha a contribuir para a construção necessária de uma cultura em comum.<br />Por isso, este projeto busca examinar a produção cultural contemporânea, através de diálogos entre produtores de cultura das duas esferas, combinados com atividades artísticas que sinalizem a união desejada entre teoria e prática. <br /><br />O <span style="font-weight: bold;">objetivo central</span> do projeto é a interação: queremos  juntar no mesmo espaço artistas e críticos, promover um debate sem nenhum tipo de hierarquia,  explorar os pontos que nos ligam como construtores de uma forma de vida compartilhada. A aspiração é a de se contrapor à fragmentação da vida contemporânea, que insiste em distribuir em compartimentos estanques as diferentes formas de produção cultural. Uma vez que percebemos nosso momento como semeado não apenas de dificuldades, mas também de oportunidades, o nosso projeto vai tentar fazer o mapeamento cognitivo da conjuntura atual, procurando minimizar os entraves impostos pela separação das formas de produção de sentidos em esferas que não se comunicam apesar de todos compartilharmos um espaço comum, o das grandes cidades, e um tempo comum, o tempo cruel da modernização excludente.<br /><br />Para tanto, realizaremos dois ciclos de palestras, um em <span style="font-weight: bold;">São Paulo (SP)</span> e outro em <span style="font-weight: bold;">Fortaleza (CE)</span>. A partir do tema “Cultura e pensamento livres: Disputas, práticas e idéias”, desenvolveremos, em cada uma das cidades, mesas que abarquem os seguintes subtemas: <span style="font-style: italic;">“O reposicionamento da cultura no capitalismo contemporâneo”, “Os sons: Indústria cultural e novos modelos de negócios”, “As palavras: o futuro dos livros e da literatura”, “As imagens: espetáculo, virtualidade e vida vivida”, “De quem é o conhecimento? Um debate sobre a propriedade intelectual” e “Acesso à cultura, novas tecnologias e alternativas sociais”.</span><br /><br />O projeto tem curadoria de <span style="font-weight: bold;">Maria Elisa Burgos Pereira da Silva Cevasco</span>, professora titular da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, apoio do coletivo Epidemia e suporte institucional da Ação Educativa.<br /><br />Os seminários e atividades culturais ocorrem nos dias <span style="font-weight: bold;">23, 24, 25 e 30 de outubro e 1° de novembro</span> na capital paulista e nos dias <span style="font-weight: bold;">12, 13, 14, 19, 20 e 21 de novembro</span> em Fortaleza.<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">
voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-28T10:28:17+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Conhecimento e Cultura Livres: Disputas, práticas e idéias</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Fortaleza - Programação<!--more-->
<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">Mercado dos Pinhões, CENTRO.<br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);">Praça Visconde de Pelotas, s/n.<br />Informações: (85) 3252.2410 ESPLAR / FORTALEZA<br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">HORÁRIOS:</span><br />Início dos debates sempre às <span style="font-weight: bold;">19 h</span> <span style="font-weight: bold;">(Horário de Brasília).<br /><br /></span><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Segunda-feira, 12/11/2007 </span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">1. O REPOSICIONAMENTO DA CULTURA NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">André Bueno</span>, SP <br /><span style="font-weight: bold;">Allan da Rosa</span>, SP <br /><span style="font-weight: bold;">Maria Elisa Cevasco</span>, SP<br /></div><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Terça-feira, 13/11/2007 </span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">2. OS SONS: INDÚSTRIA CULTURAL E NOVOS MODELOS DE NEGÓCIOS</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Preto Michel</span>, PA <br /><span style="font-weight: bold;">BNegão</span>, RJ <br /><span style="font-weight: bold;">GOG</span>, DF <br /><span style="font-weight: bold;">Amaudson Ximenes, CE</span><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Quarta-feira, 14/11/2007 </span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">3. AS PALAVRAS: O FUTURO DOS LIVROS E DA LITERATURA</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Alessandro Buzo</span>, SP <br /><span style="font-weight: bold;">Rogério de Campos</span>, SP <br /><span style="font-weight: bold;">Ademiro Alves de Sousa (Sacolinha)</span>, SP <br /><span style="font-weight: bold;">Marcos Soares, SP</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Klévisson Viana, CE</span><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Segunda-feira, 19/11/2007 </span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">4. AS IMAGENS: ESPETÁCULO, VIRTUALIDADE E VIDA VIVIDA </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Beatriz Furtado</span>, CE <br /><span style="font-weight: bold;">Gabriel Menotti</span>, ES <br /><span style="font-weight: bold;">Alexandre Veras</span>, CE <br /><span style="font-weight: bold;">Tiely Queen, SP</span><br /></div><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Terça-feira, 20/11/2007 </span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">5. DE QUEM É O CONHECIMENTO? UM DEBATE SOBRE PROPRIEDADE INTELECTUAL</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Anderson Barbosa</span>, PR <br /><span style="font-weight: bold;">Lamartine da Silva</span>, MA <br /><span style="font-weight: bold;">João Brant</span>, SP <br /></div><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Quarta-feira, 21/11/2007 </span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">6. ACESSO À CULTURA, NOVAS TECNOLOGIAS E ALTERNATIVAS SOCIAIS</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Gustavo Gindre</span>, RJ <br /><span style="font-weight: bold;">Sebastian Musiera</span>, Uruguai <br /><span style="font-weight: bold;">Dudu do Morro Agudo</span>, RJ <br /><span style="font-weight: bold;">Flávio Barbosa</span>, CE<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-28T10:19:00+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Conhecimento e Cultura Livres: Disputas, práticas e idéias</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Programação - 
São Paulo <!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Local: </span></span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">CEU PARQUE VEREDAS . Itaim Paulista</span> . <span style="color: rgb(153, 51, 0);">Zona Leste</span><br /></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Rua Daniel Muller, 347  l  Chácara Dona Olívia  l  Tel: (11) 6563-6247</span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><br />HORÁRIOS: <span style="color: rgb(0, 0, 0);">Atividades: </span></span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">17 h</span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">   l  <span style="color: rgb(0, 0, 0);"> Debates: </span></span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">19 h 30<br />Todos os eventos são gratuitos.<br /></span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><br /></span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span><br /><a href="http://streaming.culturalivre.org/"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui</span></a> para acessar a transmissão ao vivo.<br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Terça-feira, 23/10/2007 </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">1. O REPOSICIONAMENTO DA CULTURA NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Roberto Schwarz</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> , SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Allan da Rosa</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Maria Elisa Cevasco</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Atividades:</span> Instalação com workshop de grafite organizado por Maumeks e esculturas da artista Lia Chaia. Discotecagem em live PA. Thiago Vaz dá início a uma história em quadrinhos desenhada em um mural. <br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Quarta-feira, 24/10/2007 </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">2. OS SONS: INDÚSTRIA CULTURAL E NOVOS MODELOS DE NEGÓCIOS</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">Gog</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> , DF</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Mabuse</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PE</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Preto Michel</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PA</span>  <span style="font-weight: bold;">l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Bnegão</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, RJ </span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">Atividades:</span> Rap com repente: Família Nacional, Costa Sena e Tom Zé. <br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Quinta-feira, 25/10/2007 </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">3. AS PALAVRAS: O FUTURO DOS LIVROS E DA LITERATURA</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Alessandro Buzo</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Rogério de Campos</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Ademiro Alves de Sousa (Sacolinha)</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">Atividades:</span> Favela Toma Conta aliada a uma performance teatral e encerramento da HQ de Thiago Vaz. <br /><br /><br /></div>  <span style="font-weight: bold;"><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE . Vila Nova Cachoeirinha . Zona Norte</span><br /></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641  l   Tel: (11) 3984-2466</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Terça-feira, 30/10/2007 </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">4. AS IMAGENS: ESPETÁCULO, VIRTUALIDADE E VIDA VIVIDA </span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Gabriel Menotti</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> - Cine Falcatrua, ES</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Atiely Queen</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Beatriz Furtado</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, CE </span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">Atividades:</span> Instalação que mescle workshop de grupo de mulheres grafiteiras (organizado pelo Maumeks) e esculturas da artista Carla Schain. Show de beat box e discotecagem. <br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Quarta-feira, 31/10/2007 </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">5. DE QUEM É O CONHECIMENTO? UM DEBATE SOBRE PROPRIEDADE INTELECTUAL</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Carlos Frederico Marés</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PR</span>   <span style="font-weight: bold;">l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Lamartine de Sousa</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, MA </span> <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);"> José Correa Leit</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">e, SP </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Atividades:</span> Caricatura dos debates e oficina de produção multimeios em Software Livre. Discotecagem. Performance poética com escritores periféricos de vários saraus. <br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">Quinta-feira, 01/11/2007 </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">6. ACESSO À CULTURA, NOVAS TECNOLOGIAS E ALTERNATIVAS SOCIAIS</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Sérgio Amadeu da Silveira</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP</span>  <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Sebastian Musiera</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, Uruguai </span> <span style="font-weight: bold;">l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Dudu do Morro Agudo</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, RJ </span> <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">João Brant</span></span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, SP </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Atividades: </span>Sinfonia de Djs (Clã Leste) e performance teatral para encerrar o evento<br /></div><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /> 
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-28T08:59:54+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRÁTICAS E IDÉIAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debates presenciais<!--more-->
<p style="text-align: left;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/cultura%20livre_1205848886.jpg" style="width: 162px; height: 129px;" /></p>
<span style="font-weight: bold;"><br />VÍDEOS DOS DEBATES<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31612&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para assistir os videos dos debates realizados em São Paulo e em Fortaleza.<br /></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br />TEXTOS EM DESTAQUE:<br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="Gog" href="http://www.cultura.gov.br/upload/GOG_1202934749.pdf" style="font-weight: bold;">Gog</a><br />Hip Hop: Veículo da transformação social<br /><br /><img border="0" align="absmiddle" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/icone_pdf_20x20.png" />
				<a title="João Brant" href="http://www.cultura.gov.br/upload/JO%C3%83O%20BRANT_1202934769.pdf" style="font-weight: bold;">João Brant</a><br />O <span style="font-style: italic;">copyright</span> como estratégia industrial e obstáculo ao compartilhamento<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31502&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Veja todos os textos&gt;&gt;</span></a><br /></div><span style="font-weight: bold;"><br /><br />SOBRE O EVENTO</span><br /><br />Nosso
tempo já foi definido como a era da cultura, levando em conta o fato de
que os bens culturais, como organizadores dos significados e valores de
uma determinada sociedade, como produtores de sentido, ocupam uma
posição central em um mundo dito globalizado e unificado por meios de
comunicação cada vez mais acessíveis a um número cada vez maior de
pessoas. Trata-se de uma possibilidade de acesso inédita na história. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29205&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Leia mais &gt;</span></a><br /><br /><p style="text-align: left;">A partir do tema <span style="font-weight: bold;">“Cultura e pensamento livres: Disputas, práticas e idéias”</span>, desenvolveremos, em cada uma das cidades, mesas que abarquem os seguintes subtemas: <br /></p><br /><div style="margin-left: 40px;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> <span style="font-weight: bold;">O reposicionamento da cultura no capitalismo contemporâneo;</span><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> <span style="font-weight: bold;">Os sons: Indústria cultural e novos modelos de negócios;</span><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> <span style="font-weight: bold;">As palavras: o futuro dos livros e da literatura;</span><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> <span style="font-weight: bold;">As imagens: espetáculo, virtualidade e vida vivida;</span><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> <span style="font-weight: bold;">De quem é o conhecimento? Um debate sobre a propriedade intelectual;</span><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> <span style="font-weight: bold;">Acesso à cultura, novas tecnologias e alternativas sociais.</span><br /></div> <br /><br />O projeto tem curadoria de <span style="font-weight: bold;">Maria Elisa Burgos Pereira da Silva Cevasco</span>,
professora titular da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas
da Universidade de São Paulo, apoio do coletivo Epidemia e suporte
institucional da Ação Educativa.<br /><br /><br />Confira como foi a programação dos eventos e os nomes dos debatedores participantes:<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29197&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> PROGRAMAÇÃO EM SÂO PAULO:</a> entre 23/10 e 01/11 de 2007, no CEU PARQUE VEREDAS . Itaim Paulista . Zona Leste. <br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29203&more=1&c=1&pb=1">PROGRAMAÇÃO EM FORTALEZA &gt;&gt;</a><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">12, 13, 14, 19, 20 e 21 de novembro de 2007</span></span><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">Os debates foram transmitidos ao vivo pela internet.</span> <br /><div style="margin-left: 40px;"><br /></div>
<div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1"> voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-28T08:35:14+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - index</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - index<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-19T12:33:40+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Catarina - Imagens</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Catarina - Imagens<!--more-->
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-19T11:54:37+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>projetos 2007</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>  <!--more-->
<br />Em 2007, o Programa Cultura e Pensamento apóia a realização de 12 (doze)
debates de âmbito nacional, cujos projetos foram escolhidos através de
Seleções Públicas. <br /><br />Com o patrocínio da Petrobras, através da Lei de
Incentivo à Cultura, este ano serão realizados: <span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1#01" style="font-weight: bold;">Quatro ciclos de
debates presenciais;</a><br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1#02" style="font-weight: bold;">Quatro publicações em periódicos impressos;</a><br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1#03" style="font-weight: bold;">Quatro
publicações eletrônicas </a><span style="font-style: italic;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1#03" style="font-weight: bold;">online.</a><br /></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />SELO CULTURA E PENSAMENTO<br /><br /></span>O
Selo Cultura e Pensamento é uma certificação dirigida aos projetos não
selecionados, mas considerados, pela Comissão de Seleção, como de
relevância cultural e elevada qualidade técnica. <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=30424&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para conhecer os projetos que receberam o Selo em 2007.<br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />PROJETOS ESPECIAIS<br /><br /></span>Além dos projetos de debates selecionados através de editais, o
Programa apóia a realização de outras ações:<span style="text-decoration: underline;"> </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1#04">confira aqui &gt;&gt;</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />Conheça os DEBATES 2007:</span><span style="font-style: italic;"><br /><br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" />   </span>
<span style="font-weight: bold;"><a name="01"></a>DEBATES PRESENCIAIS:</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><br /></div><p style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/carnaval%20logo%20salvador_1191353018.jpg" style="width: 112px; height: 80px;" /></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"> CARNAVAL DO BRASIL</span></a><br /></p><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro</span>, de 18 a 21 de setembro; e<span style="font-weight: bold;"> Salvador</span>, de 8 a 11 de outubro.<br /><br />Pensar o carnaval é pensar o Brasil, é observar a cultura em ação, é entender comportamentos e costumes do povo brasileiro. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curador:</span> Perfeito Fortuna (RJ); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Viva Brasil (RJ).<br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /></div><p style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/cult%20livre2_1194752304.jpg" style="width: 113px; height: 62px;" /></a> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRÁTICAS E IDÉIAS</span></a><br /></p><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">São Paulo</span>, entre 23 de outubro e 1 de novembro; <span style="font-weight: bold;">Fortaleza</span>, entre 12 e 21 de novembro.<span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span>Busca examinar a produção cultural contemporânea, através de diálogos entre produtores de cultura de duas esferas distintas, combinados com atividades artísticas que sinalizem a união desejada entre teoria e prática. O evento ocorrerá em São Paulo e em Fortaleza. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Maria Elisa Burgos Pereira da Silva Cevasco (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Ação Educativa (SP).<br /><br /><br /></div><p style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 113px; height: 44px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/redes%20proj_1190770404.jpg" /></a><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">ALÉM DAS REDES DE COLABORAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURAL E AS TECNOLOGIAS DO PODER</a></span> <br /></p><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Porto Alegre</span>, de 15 a 18 de outubro; e <span style="font-weight: bold;">Natal</span>, de 7 a 10 de novembro.<br /><br />Pretende refletir sobre a contradição entre as possibilidades de
criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais, e
as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o
controle dos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial.
O evento ocorrerá em Porto Alegre e em Natal. Saiba mais &gt;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curador: </span>Sérgio Amadeu da Silveira (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Casa de Cinema de Porto Alegre (RS)<br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29269&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">A SAGA DA MÚSICA DE CONCERTO NO BRASIL DE HOJE E NA AMÉRICA LATINA</a><br /><span style="font-weight: bold;">Brasília</span>, de 6 a 9 de dezembro; e <span style="font-weight: bold;">Recife</span>, de 11 a 15 de dezembro.<br /><br />Como se vive da música de concerto e para a música de concerto em cada região do Brasil? Esta é a preocupação deste ciclo de debates que, além de promover a reflexão e a discussão sobre os novos caminhos do mercado da música erudita. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29269&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Ana Lúcia Altino Garcia (PE); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Virtuosi Sociedade Artística Ltda. (PE)<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" /><a name="02"></a> DEBATES EM PERIÓDICOS IMPRESSOS</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">REVISTA GLOBAL/BRASIL</span><br /><br />A Revista GLOBAL/BRASIL é parte de uma rede da qual participam artistas, professores, intelectuais, empresários, trabalhadores, estudantes, com uma “outra” visão das dinâmicas da globalização. Saiba mais &gt;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editor:</span> Giuseppe Mário Cocco (RJ); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Do Lar Design Ltda (RJ).<br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29267&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">GRUMO, PENSAMENTO EM TRÂNSITO</a><br /><br />Espaço de publicação de textos de literatura e de crítica sobre literatura, arte e cinema, que visa a sustentar, a longo prazo, um projeto amplo de diálogo entre culturas. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29267&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editora:</span> Diana Irene Klinger (RJ); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Viveiros de Castro Editora Ltda. (RJ)<br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">REVISTA AZOUGUE</span><br /><br />A revista Azougue pretende desenvolver dois eixos temáticos: os pares traição/vínculo e invenção/experiência. Saiba mais &gt;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editor: </span>Sérigo Cohn (RJ); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Beco do Azougue Editorial Ltda. (RJ)<br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29638&more=1&c=1&pb=1">REVISTA COQUETEL MOLOTOV</a></span><br /><br />O objetivo é promover a troca de experiências e registrar os processos do mercado nacional da música independente em debate, abordando questões ligadas ao público e aos artistas. Saiba mais &gt;<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Editora:</span> Ana Cristina Altino Garcia (PE); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Coquetel Molotov Produções Ltda. (PE)<br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" /><a name="03"></a>   DEBATES EM MÍDIAS ELETRÔNICAS ON-LINE</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">ESTÉTICAS DA BIOPOLÍTICA: AUDIOVISUAL, POLÍTICA E NOVAS TECNOLOGIAS</span></a><br /><br />A comunicação e os fluxos de imagens e sons que conformam o audiovisual contemporâneo controlam o sentido do imaginário e se apresentam como uma esfera imaterial de síntese do espaço social. A experimentação estética do mundo se tornou, no decorrer da modernidade e sobretudo nos grandes centros urbanos, o núcleo vital e motor capital da vida cotidiana. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora: </span>Ilana Feldman Marzochi (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Pecego Produções Artísticas Ltda. (RJ)<br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">REPRESENTAÇÃO IMAGÉTICA DAS AFRICANIDADES NO BRASIL</span><br /><br />Lançamento de Edição especial da Revista Eletrônica Studium nos meses de outubro a dezembro de 2007, sobre a representação imagética das africanidades no Brasil. Saiba mais &gt;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editora:</span> Denise Conceição Ferraz de Camargo (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Fernando Cury de Tacca (SP)<br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29207&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">FLUXOS MUSICAIS – TRAJETÓRIAS SONORAS DO NOMADISMO</a><br /><br />Trata-se de um site colaborativo e uma série de programetes de áudio  (podcasts) disponíveis na web acompanhado de um fórum com temática relacionada aos fluxos musicais oriundos das migrações e miscigenações de povos nômades ou exilados pelos mais diversos fatores. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29207&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editora:</span> Magda Dourado Pucci (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Ethos Produtora de Arte e Cultura (SP)<br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1#topo"><span style="font-weight: bold;">JORNALISMO CULTURAL EM PAUTA</span></a><br /><br />Núcleo editorial de jornalismo cultural independente que se propõe a freqüentar com postura crítica o debate sobre o direito ao acesso à cultura. Saiba mais &gt;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editor:</span> Luiz Eduardo de Carvalho (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora: </span>Instituto Pensarte (SP)<br /><br /><br /></div><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" /> </span><span style="font-weight: bold;"><a name="04"></a>OUTRAS AÇÕES</span><br /><br />Além dos projetos de debates selecionados através de editais, o
Programa apóia a realização de outras ações que contribuem para o
fortalecimento de espaços de discussão e diálogo em todo o país. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dentre estas:</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=26521&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);"></span></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=27772&more=1&c=1&pb=1">• A CONSTITUIÇÃO DO COMUM:<br />CULTURA E CONFLITOS NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO</a><span style="font-style: italic;"><span style="font-weight: bold;"><br />Realização:</span> Rede Universidade Nômade, Escola de Comunicação e <br />Laboratório Território e Comunicação LABTeC da UFRJ; <br /><span style="font-weight: bold;">Curadoria</span>: Giuseppe Cocco e Ivana Bentes;</span><br /><br />Ciclo de conferências que reuniu cientistas políticos brasileiros e estrangeiros numa ampla reflexão sobre  diversos processos culturais, discutindo o lugar da Comunicação e da Cultura no chamado capitalismo cognitivo (do conhecimento e da informação). As conferências foram realizadas eventos no Rio de Janeiro, em Salvador e em Belém.<br /><br />Para maiores informações e programação, <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=27772&more=1&c=1&pb=1">clique aqui.</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);"></span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=27428&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=27428&more=1&c=1&pb=1">• MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO</a><br /><span style="font-style: italic;"><span style="font-weight: bold;">Realização:</span> Artepensamento; <br /><span style="font-weight: bold;">Curadoria:</span> Adauto Novaes;</span><br /><br />Terceiro ciclo de conferências da trilogia <br /><span style="font-weight: bold;">&quot;Cultura e Pensamento em Tempos de Incerteza&quot;.</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=27428&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para conferir os temas que <br />debatidos e os respectivos Conferencistas.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">TRANSMISSÃO AO VIVO</span><br /><br />O evento foi <span style="font-weight: bold;">transmitido ao vivo pela internet</span> para toda a <span style="font-weight: bold;">Rede Cultura e Pensamento</span>. Para conhecer e participar da rede, <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25025&more=1&c=1&pb=1">clique aqui.</a><br /><br />Videos das conferências estão disponíveis. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">Confira &gt;&gt;</a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=25033&more=1&c=1&pb=1">Consulte a Agenda</a> para obter <span style="font-weight: bold;">mais informações</span> sobre o <span style="font-weight: bold;">calendário</span> de eventos e ações relacionados ao Cultura e Pensamento.<br /><br /><div style="text-align: right;">l<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"> home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-17T01:28:49+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Lançamento da Revista Cultura e Pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>A Revista Cultura e Pensamento será lançada, entre 20 e 23 de agosto de 2007.<!--more-->
A primeira edição da revista será lançada durante a abertura do Seminário<span style="font-weight: bold;"> &quot;Mutações: Novas Configurações do Mundo&quot; </span>que acontece:<br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 51);"><br />Dia</span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 51);"> 20</span></span>, <span style="color: rgb(102, 102, 51); font-weight: bold;">às 18:30 h.</span><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><a name="02"></a>RIO DE JANEIRO</span> | MAISON DE FRANCE<span style="font-weight: bold;"></span><a name="01"><span style="font-weight: normal;"></span></a><br />Av. Presidente Antonio Carlos, 58 . Centro<br /><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51); font-weight: bold;">Dia 21, às 19 h.</span><br /><span style="font-weight: bold;">BELO HORIZONTE</span> | CASA FIAT DE CULTURA<br />Rua Jornalista Djalma Andrade, 1.250 . Belvedere<br /><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51); font-weight: bold;">Dia 22, às 19 h.</span><br /><span style="font-weight: bold;">SÃO PAULO</span> | SESC AVENIDA PAULISTA<br />Av. Paulista, 119 . Paraíso, Estação Brigadeiro<br /><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51); font-weight: bold;">Dia 23, às 19 h.</span><br /><span style="font-weight: bold;">CURITIBA</span> l SESC DA ESQUINA<br />Rua Visconde do Rio Branco, 969. Centro<br /><br />Exemplares da revista estarão disponíveis gratuitamente nos locais, a partir do início dos eventos.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25027&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para saber mais sobre a revista e acessar o conteúdo completo da primeira edição, no formato pdf.<br /><br />Seminário <span style="font-weight: bold;">Mutações: Novas Configurações do Mundo. </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1">Confira </a>a programação completa em cada cidade.<br /><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-16T11:55:06+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Participe da Rede Cultura e Pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Ação que articula redes acadêmicas e culturais através da transmissão  ao vivo de debates pela internet.<!--more--> 
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-16T09:56:46+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>teste</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>  <!--more-->




<table cellspacing="1" cellpadding="3" border="0" bgcolor="#bdb76b" style="width: 356px; height: 20px;">
<tbody><tr>
   <td><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" style="width: 16px; height: 16px;" /> </span><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;">25 a 27 de setembro, Belém do Pará</span></td>
</tr>

</tbody></table> 
<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0); text-decoration: underline;"></span><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;"></span><br /><table cellspacing="1" cellpadding="3" border="0" bgcolor="#bdb76b" style="width: 356px; height: 20px;">
<tbody><tr>
   <td><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" style="width: 16px; height: 16px;" /> </span><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;">25 a 27 de setembro, Belém do Pará</span></td>
</tr>

</tbody></table> 
<br />Continuam, até 2 de outubro, as transmissões ao vivo do Seminário:<br />MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO<br /><br /><span style="font-weight: bold;">A partir das 18 h 30:</span><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">24 set</span> <span style="font-weight: bold;">Fim da guerra clássica - novos estados de violência</span><br />Frédéric Gros <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">25 set</span> <span style="font-weight: bold;">O que mantém o homem vivo: devaneios</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">sobre algumas transfigurações do humano</span><br />Renato Lessa <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">26 set</span> <span style="font-weight: bold;">Máquinas utópicas e distópicas</span><br />João Camillo Penna <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para mais informações e para acessar a transmissão.<br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><table cellspacing="1" cellpadding="3" border="0" bgcolor="#bdb76b" style="width: 356px; height: 20px;">
<tbody><tr>
   <td><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" style="width: 16px; height: 16px;" /> </span><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;">25 a 27 de setembro, Belém do Pará</span></td>
</tr>

</tbody></table> 
<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0); text-decoration: underline;"></span><br />IV Seminário “<span style="font-weight: bold;">A Constituição do Comum: Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo</span>”.<br />
<br />Dias <span style="font-weight: bold;">25, 26 e 27 de setembro</span>.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Local: </span>Auditório da Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA). Av. Almirante Barroso, 426, Marco-Belém.<br /><span style="font-weight: bold;">Informações: </span>(91) 4008-5442 / 5443<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=29685&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui </a>para ver a programação e outras informações.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><table cellspacing="1" cellpadding="3" border="0" bgcolor="#bdb76b" style="width: 356px; height: 20px;">
<tbody><tr>
   <td><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" style="width: 16px; height: 16px;" /> </span><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;">25 a 27 de setembro, Belém do Pará</span></td>
</tr>

</tbody></table> 
<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0); text-decoration: underline;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">CARNAVAL DO BRASIL</span><br />Ciclo de debates sobre o carnaval e sua tradições.<span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: bold;"> </span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">Saiba mais &gt;&gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">de 18 a 21 de setembro - a partir das 18:30 hs</span><br /><span style="font-weight: bold;">Local:</span> Parada da Lapa - Rua dos Arcos, 24 (esquina da Fundição Progresso).<br /><br />O evento será <span style="font-weight: bold;">transmitido ao vivo pela internet</span>. O link de acesso à transmissão estará disponível a partir do dia 18 de setembro. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Informações:</span> (21) 2220-5070 - <span style="color: rgb(51, 51, 204);">carnaval@fundicao.org</span><br /><br />Entrada franca.<span style="font-weight: bold;"><br /></span><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><table cellspacing="1" cellpadding="3" border="0" bgcolor="#bdb76b" style="width: 356px; height: 20px;">
<tbody><tr>
   <td><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" style="width: 16px; height: 16px;" /> </span><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;">25 a 27 de setembro, Belém do Pará</span></td>
</tr>

</tbody></table> 
<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0); text-decoration: underline;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /></span>Ciclo de Conferências<br /><span style="font-weight: bold;">&quot;Mutações: Novas Configurações do Mundo&quot;</span><br style="font-weight: bold;" /><br />Abertura dia 10 de setembro, segunda- feira, às 19 hs.<br /><br />HETERODOXA MUTAÇÃO<br />com <span style="font-weight: bold;">José Miguel Wisnik</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Local: </span>ANFITEATRO ALFREDO BRITTO<br />FACULDADE DE MEDICINA DA BAHIA - UFBA<br />Praça XV de novembro, s/n . Terreiro de Jesus<br />Informações (71) 3116.6674 e 3116.6918<br /><br />Confira a <span style="font-weight: bold;">programação</span> completa e outras informações: <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">aqui &gt;&gt;</a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25021&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
<br />
<br />



<table cellspacing="0" cellpadding="3" border="0" bgcolor="#1e679a" style="width: 389px; height: 407px;">
<tbody><tr>
   <td><font face="arial, verdana, helvetica" color="#ffffff">

   </font>Continuam, até 2 de outubro, as transmissões ao vivo do Seminário:<br />
MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO<br />
      <br />
      <span style="font-weight: bold;">A partir das 18 h 30:</span><br />
      <br />
      <span style="color: rgb(153, 51, 0);">24 set</span> <span style="font-weight: bold;">Fim da guerra clássica - novos estados de violência</span><br />
Frédéric Gros <br />
      <br />
      <span style="color: rgb(153, 51, 0);">25 set</span> <span style="font-weight: bold;">O que mantém o homem vivo: devaneios</span><br style="font-weight: bold;" />
      <span style="font-weight: bold;">sobre algumas transfigurações do humano</span><br />
Renato Lessa <br />
      <br />
      <span style="color: rgb(153, 51, 0);">26 set</span> <span style="font-weight: bold;">Máquinas utópicas e distópicas</span><br />
João Camillo Penna <br />
      <br />
      <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para mais informações e para acessar a transmissão.<br />
      <span style="font-weight: bold;"><br /></span></td></tr></tbody></table><br />
<br />



<table cellspacing="0" cellpadding="3" border="0" bgcolor="#fffff0" style="width: 389px; height: 407px;">
<tbody><tr>
   <td><font face="arial, verdana, helvetica" color="#ffffff">

   </font>Continuam, até 2 de outubro, as transmissões ao vivo do Seminário:<br />
MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO<br />
      <br />
      <span style="font-weight: bold;">A partir das 18 h 30:</span><br />
      <br />
      <span style="color: rgb(153, 51, 0);">24 set</span> <span style="font-weight: bold;">Fim da guerra clássica - novos estados de violência</span><br />
Frédéric Gros <br />
      <br />
      <span style="color: rgb(153, 51, 0);">25 set</span> <span style="font-weight: bold;">O que mantém o homem vivo: devaneios</span><br style="font-weight: bold;" />
      <span style="font-weight: bold;">sobre algumas transfigurações do humano</span><br />
Renato Lessa <br />
      <br />
      <span style="color: rgb(153, 51, 0);">26 set</span> <span style="font-weight: bold;">Máquinas utópicas e distópicas</span><br />
João Camillo Penna <br />
      <br />
      <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para mais informações e para acessar a transmissão.<br />
      <span style="font-weight: bold;"><br /></span></td>
</tr>
</tbody></table>
  
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-16T02:19:25+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>mutações logos</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div> teste mutações logos<!--more-->
teste


<br /><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/sesc_1186591079.jpg" style="width: 87px; height: 25px;" /></p><p><br /></p>




<p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/logos%20Mutacoes%20base_1186590240.jpg" style="width: 480px; height: 145px;" /></p>




<p><br /></p>


<p><br /></p>


<p><img style="width: 444px; height: 138px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/mut%20log%201_1186595141.jpg" /></p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-08T01:21:36+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>rascunho pontos de rede</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>rascunho pontos de rede<!--more-->
<p><br /></p><p>Aos interessados em acompanhar os debates do Programa Cultura e
Pensamento, transmitidos para os PONTOS DE REDE, é recomendado entrar
em contato com um PONTO de sua localidade e buscar informações sobre a
programação.<br /></p>Clique nos Estados para ver a lista dos respectivos Pontos de Rede:<br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />REGIÃO CENTRO-OESTE</span><span style="font-weight: bold;"> <br /><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#01">Distrito Federal </a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#02">Goiás                                                 </a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#03">Mato Grosso </a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#04">Mato Grosso do Sul</a></p><p><br /></p><span style="font-weight: bold;">REGIÃO NORDESTE<br /><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#05">Alagoas</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#06">Bahia</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#07">Ceará</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#08">Paraíba</a><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a href="http://www.unb.br/"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#09">Pernambuco</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#10">Piauí</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#11">Rio Grande do Norte</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#12">Sergipe</a></p><p><br /></p><span style="font-weight: bold;">REGIÃO NORTE<br /><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#13">Acre</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#14">Amazonas</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#15">Pará</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#16">Roraima</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#17">Tocantins</a></p><p><br /></p><span style="font-weight: bold;">REGIÃO SUDESTE<br /><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#18">Minas Gerais</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#19">Rio de Janeiro</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#20">São Paulo</a></p><p><br /></p><span style="font-weight: bold;">REGIÃO SUL<br /><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#21">Paraná</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#22">Rio Grande do Sul</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28696&more=1&c=1&pb=1#23">Santa Catarina</a><br /></p><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">REGIÃO CENTRO-OESTE<br /><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="01"></a>Distrito Federal</span></p><p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><a href="http://www.unb.br/"><p>Universidade de Brasília (UNB)</p><p><br /></p></a><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="02"></a>Goiás</span></p><span style="font-weight: bold;"><br /></span><a href="http://www.ufg.br/page.php">Universidade Federal de Goiás (UFG)</a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="03"></a>Mato Grosso <br /></span></p><p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><a href="http://www.ufmt.br/">Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)</a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="04"></a>Mato Grosso do Sul</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><a href="http://www.uems.br/portal/">Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS)</a><br /><br /><a href="http://www.magsul-ms.com.br/pos.htm">Faculdade de Educação Ciências e Letras de Ponta Porã</a><br /><br /><a href="http://www.ufms.br/">Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)</a><br /><br /><a href="http://www.ufgd.edu.br/">Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />REGIÃO NORDESTE</span><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="05"></a>Alagoas</span><br /><br /><a href="http://www.fal.br/">FAL - Faculdade de Alagoas</a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="06"></a>Bahia</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><a href="http://www.uesb.br/">Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)</a><br /><br /><a href="http://www.uesc.br/">Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)</a><br /><br /><a href="http://www.unifacs.br/">Universidade Salvador (UNIFACS)</a><br /><br /><a href="http://www.cefetba.br/">Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFET-BA)</a><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="07"></a>Ceará</span><br /><br /><a href="http://www.dragaodomar.org.br/index.php">Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura </a><br /><br />    <a href="http://www.unifor.br/">Fundação Edson Queiroz / Universidade de Fortaleza (UNIFOR)</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="08"></a>Paraíba</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><a href="http://www.zarinha.com.br/?p=centro#">Zarinha Centro de Cultura</a><br /><br /><a href="http://www.uepb.pb.gov.br/">Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)</a><br />    <br /><a href="http://www.ufpb.br/">Universidade Federal da Paraíba (UFPB)</a><br /><br />Associação Artístico-Cultural de Cabedelo - AACC<br /><br style="font-weight: bold;" /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="09"></a>Pernambuco</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <a href="http://www.asces.com.br/">Associação Caruaruense de Ensino Superior (ASCES)</a><br />    <br /><a href="http://www.facape.br/">Autarquia Educacional do Vale do São Francisco - AEVSF / Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina - FACAPE</a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="10"></a>Piauí</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <a href="http://www.uespi.br/">Universidade Estadual do Piaui (UESPI)</a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="11"></a>Rio Grande do Norte</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <a href="http://www.uern.br/">Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)</a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="12"></a>Sergipe</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><a href="http://www.ufs.br/">Universidade Federal de Sergipe (UFS)</a><br /><br />  <br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />REGIÃO NORTE</span><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="13"></a>Acre</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <a href="http://www.ufac.br/">Universidade Federal do Acre (UFAC)</a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="14"></a>Amazonas</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><a href="http://www.uea.edu.br/">Universidade do Estado do Amazonas (UEA)</a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="15"></a>Pará</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <a href="http://www.ufpa.br/">Universidade Federal do Pará</a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="16"></a>Roraima</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <a href="http://www.ufrr.br/">Universidade Federal de Roraima (UFRR)</a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="17"></a>Tocantins</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><a href="http://www.site.uft.edu.br/">Universidade Federal do Tocantins (UFT)</a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />REGIÃO SUDESTE</span><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="18"></a>Minas Gerais</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><a href="http://www.uemg.br/cadastro2/PHP/default.php">Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG)</a><br /><br /><a href="http://www.ufmg.br/">Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)</a><br /><br /><a href="http://www.metodistademinas.edu.br/home/index.asp">Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix</a><br /><br /><a href="http://www.fmtm.br/">Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)</a><br /><br /><a href="http://www.efoa.br/">Universidade Federal de Alfenas (UMIFAL-MG)</a><br /><br /><a href="http://www.ufsj.edu.br/">Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)</a><br /><br /><a href="http://www.ufmg.br/centrocultural/acontece.htm">Centro Cultural da UFMG</a><br /><br /><a href="http://www.ufu.br/">Fundação Universidade Federal de Uberlândia</a><br /><br /><a href="http://www.unimontes.br/">Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES)</a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="19"></a>Rio de Janeiro</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><a href="http://www.epsjv.fiocruz.br/">FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio </a><br />    <br /><a href="http://www.ufrrj.br/">Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)</a><br />    <br /><a href="http://www.uff.br/">Universidade Federal Fluminense (UFF) </a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="20"></a>São Paulo</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><a href="http://www.capitalbrasileiradacultura.org/cbc/?Url=FAQ">Organização Capital Brasileira da Cultura - CBC</a><br /><br /><a href="http://www.ethosprodutora.com.br/ethos/index.php">Ethos Produtora de Arte e Cultura</a><br />    <br /><a href="http://www.polis.org.br/">PÓLIS - Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais</a><br />    <br /><a href="http://www2.ufscar.br/home/index.php">Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />REGIÃO SUL</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="21"></a>Paraná</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><a href="http://www.felicianas.com.br/">Colégio Nossa Senhora da Assunção (Curitiba)</a><br />    <br /><a href="http://www.unicentro.br/">Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO)</a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="22"></a>Rio Grande do Sul</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><a href="http://rg.atlanticosul.edu.br/">Faculdade Atlântico Sul do Rio Grande</a><br />    <br /><a href="http://www.ufrgs.br/ufrgs/">Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)</a><br />    <br /><a href="http://www.furg.br/">Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG)</a><br />    <br /><a href="http://www.uri.br/">Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI)</a><br />    <br /><a href="http://www.uri.br/">Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) - Santiago - RS</a><br />    <br /><a href="http://www.uri.br/">Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) - Cerro Largo - RS</a><br />    <br /><a href="http://www.ufsm.br/">Universidade Federal de Santa Maria </a><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="23"></a>Santa Catarina</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <a href="http://www.udesc.br/portal/pagina/principal.php">Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)</a><br />    <br /><span style="text-decoration: underline;"></span><a href="http://www.uniplac.net/">Universidade do Planalto Catarinense (UNIPLAC)</a><br />    <br /><a href="http://www.ufsc.br/">Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)</a><br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES EM 2005</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/cultura_e_pensamento/index.php?p=11385&more=1&c=1&pb=1">Universidades e centros culturais que integraram a Rede no ano de 2005</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=26085&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-08T11:30:09+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Conferencistas</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<a name="topo"></a><span style="font-weight: bold;">CURADOR:<br /><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#01"><span style="font-weight: bold;">Adauto Novaes</span></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">CONFERENCISTAS:</span><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#02"><span style="font-weight: bold;">José Miguel Wisnik </span></a><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#03">Francisco de Oliveira</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#04">Laymert Garcia dos Santos</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#05">Franklin Leopoldo e Silva</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#06">Oswaldo Giacoia Júnior</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#07">Jean-Pierre Dupuy </a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#08">Luiz Felipe de Alencastro </a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#09">Lionel Naccache</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#10">Sérgio Paulo Rouanet</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#11">Newton Bignotto</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#12">Eugène Enriquez </a></span><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#13"><span style="font-weight: bold;">Olgária Matos</span></a><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#14">Maria Rita Kehl</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#15">Luiz Alberto Oliveira</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#16">Frédéric Gros</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#17">Renato Lessa</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#18">João Camillo Penna</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#19">Paulo Sérgio Duarte</a></span><br style="font-weight: bold;" /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#20">Michel Déguy</a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#20"><br style="font-weight: bold;" /></a><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"></span><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><a name="01"></a></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">ADAUTO NOVAES</span> é jornalista e professor, foi diretor durante 20 anos do Centro de Estudos e Pesquisas da Fundação Nacional de Arte/Ministério da Cultura. Em 2000, fundou a empresa de produção cultural <span style="font-style: italic;">Artepensamento</span>. Organizou, entre outros, os seguintes ciclos de conferência, que depois viraram livros, a maioria editada pela Companhia das Letras, nos quais publicou ensaios: <span style="font-style: italic;">Os sentidos da paixão, O olhar, O desejo, Ética, Tempo e história </span>(Prêmio Jabuti), <span style="font-style: italic;">Rede imaginária – televisão e democracia</span>, A<span style="font-style: italic;">rtepensamento, A crise da razão,</span> <span style="font-style: italic;">Libertinos/libertários, A descoberta do homem e do mundo, A outra margem do Ocidente, A crise do Estado-nação </span>(Civilização Brasileira), <span style="font-style: italic;">O avesso da liberdade, O homem máquina, Civilização e barbárie, Muito além do espetáculo </span>(Editora Senac São Paulo) e <span style="font-style: italic;">Poetas que pensaram o mundo.  </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="02"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">JOSÉ MIGUEL WISNIK</span> é professor de literatura na USP. Publicou <span style="font-style: italic;">Coro dos contrários – A música em torno da Semana de 22 </span>(Duas Cidades) e <span style="font-style: italic;">O nacional e o popular na cultura brasileira – Música, com Ênio Squeff</span> (Brasiliense, 1982). Pela Companhia das Letras, lançou <span style="font-style: italic;">O som e o sentido </span>(1989; reeditado com CD em 1999) e teve ensaios publicados em <span style="font-style: italic;">Os sentidos da paixão, O olhar e Ética.</span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="03"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">FRANCISCO DE OLIVEIRA</span> é doutor pela USP, professor titular de sociologia do Departamento de Sociologia da FFLCH-USP e ex-presidente do Cebrap-SP (1993-95). Publicou, entre outros, os livros: <span style="font-style: italic;">Os sentidos da democracia</span> (organizado com Maria Célia Paoli, Vozes, 1999), <span style="font-style: italic;">A economia da dependência imperfeita</span> (Graal, 1995), <span style="font-style: italic;">Collor, a falsificação da ira</span> (Imago, 1993), <span style="font-style: italic;">A economia brasileira: crítica à razão dualista</span> (Vozes, 1990), <span style="font-style: italic;">Elegia para uma religião</span> (Paz &amp; Terra, 1988), <span style="font-style: italic;">O elo perdido</span> (Brasiliense, 1986). Participou do livro <span style="font-style: italic;">A crise do Estado-Nação</span> (Record, 2004). <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="04"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">LAYMERT GARCIA DOS SANTOS</span> é professor Titular do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp. Doutor em Ciências da Informação pela Universidade de Paris 7 em 1980, ensina Sociologia da Tecnologia. Em 1992-93 foi Professor Visitante do St. Antony’s College, Universidade de Oxford. Publicou, entre outros: <span style="font-style: italic;">Desregulagens - Educação, planejamento e tecnologia como ferramenta social</span> (1981); <span style="font-style: italic;">Alienação e capitalismo.</span>(1982); <span style="font-style: italic;">Tempo de ensaio</span> (1989); <span style="font-style: italic;">Politizar as novas tecnologias – O impacto sócio-técnico da informação digital e genética</span> (2003). Seus ensaios foram publicados em inglês, francês, árabe, espanhol, alemão e português, em revistas como <span style="font-style: italic;">Third Text, Parachute, Via Regia, Zehar, Nada</span> e outros periódicos. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="05"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">FRANKLIN LEOPOLDO E SILVA</span> é professor do Departamento de Filosofia da USP. Publicou: <span style="font-style: italic;">Descartes, metafísica da modernidade</span> (Moderna) e <span style="font-style: italic;">Bergson: intuição e discurso filosófico</span> (Loyola). Tem ensaios nos livros <span style="font-style: italic;">A crise da razão, Tempo e história, O avesso da liberdade</span>, editados pela Companhia das Letras, e <span style="font-style: italic;">Muito além do espetáculo </span>(Editora Senac São Paulo). <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="06"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">OSWALDO GIACOIA JUNIOR </span>é professor do Departamento de Filosofia da Unicamp. Doutor em Filosofia com tese sobre a filosofia da cultura de Friedrich Nietzsche na Universidade Livre de Berlim, publicou, entre outros: <span style="font-style: italic;">Os labirintos da Alma</span> (1997); <span style="font-style: italic;">Nietzsche como psicólogo</span> (2004) e <span style="font-style: italic;">Sonhos e pesadelos da razão esclarecida</span> (2005). <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="07"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">JEAN-PIERRE DUPUY </span>é professor na Escola Politécnica de Paris e na Universidade de Stanford, da qual é também pesquisador e membro do Programa de Ciência-Tecnologia-Sociedade e do Forum de Sistemas Simbólicos. Publicou: <span style="font-style: italic;">The mechanization of the mind – on the origins of cognitive science</span> (Princeton University Press), <span style="font-style: italic;">Self-deception and paradoxes of rationality</span> (C.S.L.I. Publications), <span style="font-style: italic;">La Panique</span> (Les empêcheurs de penser en rond), <span style="font-style: italic;">Pour un catastrophisme éclairé</span> (Seuil), <span style="font-style: italic;">Avions-nous oublié le mal? Penser la politique après le 11 septembre</span> (Bayard), <span style="font-style: italic;">Petite métaphysique des tsunamis</span> (Seuil) e <span style="font-style: italic;">Retour de Tchernobyl</span> (Seuil). <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="08"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">LUIZ FELIPE ALENCASTRO</span> é professor titular da cátedra de História do Brasil na Universidade de Paris 4 Sorbonne. Além de artigos no Brasil e no exterior e do ensaio <span style="font-style: italic;">A economia política do descobrimento em A descoberta do homem e do mundo </span>(Companhia das Letras), publicou <span style="font-style: italic;">O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul </span>(Companhia das Letras). Organizou o volume 2 da coleção <span style="font-style: italic;">História da vida privada no Brasil: Cotidiano e vida privada no Império</span> (Companhia das Letras). <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="09"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">LIONEL NACCACHE</span> é neurologista do hospital de La Pitié-Salpêtrière em Paris e pesquisador em neurociências cognitivas.Publicou, entre outros, <span style="font-style: italic;">Le nouvel inconscient – Freud,Christophe Colomb des neurosciences </span>(Odile Jacob,Paris, 2006). <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="10"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">SÉRGIO PAULO ROUANET</span> é doutor em ciência política pela USP, é autor de <span style="font-style: italic;">Édipo e o anjo, A razão cativa, As razões do Iluminismo e O espectador moderno.</span> Publicou ensaios nos livros <span style="font-style: italic;">Os sentidos da paixão, O olhar, A crise da razão, Brasil 500 anos: a outra margem do Ocidente e O avesso da liberdade</span>, todos editados pela Companhia das Letras. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="11"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">NEWTON BIGNOTTO</span> é doutor em filosofia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris, e ensina filosofia política na UFMG. Além de ensaios nos livros <span style="font-style: italic;">Ética, Tempo e história, A crise da razão, A descoberta do homem e do mundo, O avesso da liberdade, Civilização e barbárie</span>, editados pela Companhia das Letras, e <span style="font-style: italic;">A crise do Estado-nação</span> (Civilização Brasileira), publicou: <span style="font-style: italic;">Maquiavel republicano </span>(Loyola), <span style="font-style: italic;">O tirano e a cidade</span> (Discurso Editorial), <span style="font-style: italic;">Origens do republicanismo moderno</span> (Editora da UFMG), <span style="font-style: italic;">Maquiavel </span>(Zahar) e <span style="font-style: italic;">Republicanismo e realismo. Um perfil de Francesco Guicciardini</span> (Editora da UFMG). <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="12"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">EUGÈNE ENRIQUEZ</span> é professor de sociologia de Paris 7 - Denis Diderot. Foi presidente do Comitê de pesquisas de sociologia clínica da Associação Internacional de Sociologia. Publicou, entre outros livros: <span style="font-style: italic;">De la horde à l’État</span> (Gallimard, 1983), traduzido no Brasil pela Jorge Zahar em 1990; <span style="font-style: italic;">As figuras do poder</span> (Via Letteras, São Paulo, 2007); <span style="font-style: italic;">Le goût de l’altérité </span>(Desclée de Brouwer, 1999); <span style="font-style: italic;">La face obscure des démocraties modernes</span> (com Cl. Haroche, ERES, 2002) e <span style="font-style: italic;">Clinique du pouvoir</span> (ERES, 2007). <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="13"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">OLGÁRIA MATOS</span> é doutora pela École des Hautes Études, pelo Departamento de Filosofia da FFLCH-USP. e professora de Filosofia da UNIFESP(Universidade Federal de São Paulo). Publicou, entre outros: <span style="font-style: italic;">Rousseau, uma Arqueologia da Desigualdade, Os arcanos do inteiramente outro - a Escola de Frankfurt, a melancolia, a revolução </span>(ed Brasiliense), <span style="font-style: italic;">A Escola de Frankfurt - sombras e luzes do Iluminismo, Discretas esperanças? reflexões filosóficas sobre o mundo contemporâneo</span>. Colaborou na edição brasileira de <span style="font-style: italic;">Passagens de Walter Benjamin</span> e elaborou a apresentação em <span style="font-style: italic;">Aufklârung na Metrópole – Paris e a Via Láctea. </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="14"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">MARIA RITA KEHL </span>é psicanalista, doutora em psicanálise pela PUC de SP e escritora. Autora de vários artigos na imprensa brasileira desde 1974. Publicou ensaios em diversas coletâneas, entre as quais várias organizadas por Adauto Novaes. Seus últimos seus livros são: <span style="font-style: italic;">Sobre ética e psicanálise</span> (Companhia das Letras), <span style="font-style: italic;">Ressentimento</span> (Casa do Psicologo), <span style="font-style: italic;">Videologias</span> (em parceria com Eugênio Bucci, ed. Boitempo). No momento escreve um novo livro sobre as depressões, intitulado <span style="font-style: italic;">O tempo e o caos</span>, a sair em 2007 pela ed. Boitempo. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="15"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">LUIZ ALBERTO OLIVEIRA</span><span style="font-weight: bold;"> </span>é físico, doutor em Cosmologia, pesquisador da Coordenação de Cosmologia, Relatividade e Astrofisica, e professor de História e Filosofia da Ciência do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas – CBPF/MCT. Da série publicada pela Companhia das Letras, tem ensaios em <span style="font-style: italic;">Crise da razão, O avesso da liberdade e O homem máquina. </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="16"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">FRÉDÉRIC GROS </span>é professor da Universidade de Paris-XII e editor dos últimos Cursos de Michel Foucault no Collège de France. É autor de livros sobre a história da psiquiatria e filosofia penal. Estabeleceu, com Arnold Davidson uma antologia de textos de Foucault, <span style="font-style: italic;">Philosophie</span> (Folio essais 443, Gallimard, 2004). Publicou ainda: <span style="font-style: italic;">États de violence – Essai sur la fin de la guerre </span>(Éditions Gallimard, 2006). <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="17"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">RENATO LESSA</span> é professor titular de Teoria Política do Iuperj e da UFF e desde 2003 presidente do Instituto Ciência Hoje. Formou-se em ciências sociais pela UFF e obteve seus títulos de mestre e doutor em ciência política pelo Iuperj. Entre os livros e ensaios sobre filosofia política que publicou, destacam-se: <span style="font-style: italic;">Veneno pirrônico: ensaios sobre o ceticismo</span> (Francisco Alves), <span style="font-style: italic;">Agonia, aposta e ceticismo: ensaios de filosofia política </span>(Editora da UFMG), <span style="font-style: italic;">Ceticismo, crenças e filosofia política</span> (Gradiva), <span style="font-style: italic;">Pensar a Shoah </span>(Relume Dumará). Seu livro mais recente – <span style="font-style: italic;">Presidencialismo de animação e outros ensaios sobre a política brasileira </span>(Vieira &amp; Lent) – reúne um conjunto de ensaios sobre “filosofia pública” em torno da política brasileira contemporânea. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="18"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">JOÃO CAMILO PENNA</span> é professor de Literatura Comparada e Teoria Literária da UFRJ. Co-organizadou e co-traduziu, com Virgínia de Figueiredo, <span style="font-style: italic;">Imitação dos modernos</span> de Philippe Lacoue-Labarthe, (Paz e Terra, 2000); escreveu: <span style="font-style: italic;">“Este corpo, esta dor, esta fome: notas sobre o testemunho hispano-americano”</span>, in SELIGMANN-SILVA, Marcio (org.). <span style="font-style: italic;">História, memória, literatura. O testemunho na era das catástrofes</span> (UNICAMP, 2003); <span style="font-style: italic;">“Marcinho VP: estudo sobre a construção do personagem”</span>, in DIAS, Ângela e GLENADEL, Paula. <span style="font-style: italic;">Estéticas da crueldade</span> (Atlântica, 2004). <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="19"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">PAULO SÉRGIO DUARTE</span> é crítico, professor de História da Arte e pesquisador do Centro de Estudos Sociais Aplicados – CESAP da Universidade Cândido Mendes. É autor, entre outros, dos livros <span style="font-style: italic;">Anos 60 – transformações da arte no Brasil</span> (Rio de Janeiro: Campos Gerais, 1998); <span style="font-style: italic;">Waltércio Caldas</span> (São Paulo: Cosac &amp; Naify, 2000); <span style="font-style: italic;">Carlos Vergara</span> (Porto Alegre: Instituto SantanderCultural, 2004). Entre seus ensaios e artigos destacam-se: <span style="font-style: italic;">A trilha da trama</span> (em: Antônio Dias. Rio de Janeiro: Funarte, 1979); <span style="font-style: italic;">O que Seurat será?</span> (em: O olhar. Organização: Adauto Novaes. São Paulo: Companhia das Letras, 1998); <span style="font-style: italic;">Amílcar de Castro ou a aventura da coerência </span>(em: Novos Estudos CEBRAP. No. 28. São Paulo: outubro de 1990); <span style="font-style: italic;">A dúvida depois de Cézanne</span> (em: Artepensamento. Organização: Adauto Novaes. São Paulo: Companhia das Letras, 1994). <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="20"></a><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">MICHEL DÉGUY </span>é filósofo, poeta e ensaísta. Professor de literatura francesa na Universidade de Paris 8, é redator-chefe da revista <span style="font-style: italic;">Poésie </span>(Éditions Belin), membro do comitê de leitura da Editora Gallimard, da comissão de redação das revistas <span style="font-style: italic;">Critique e Temps Modernes </span>e do periódico <span style="font-style: italic;">Temps de Réflexion</span> (Gallimard). Desde 1990, é diretor do programa Collège International de Philosophie. Fundou <span style="font-style: italic;">La</span> <span style="font-style: italic;">Revue de Poésie</span>, que dirigiu de 1964 a 1968 e na qual publicou, em colaboração, traduções de Dante, Gôngora, Hölderlin, Kleist, entre outros. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1#topo">[topo]</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T10:27:25+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>METAMORFOSES DA VISIBILIDADE </title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Paulo Sérgio Duarte<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><br />As peças íntimas das relações entre arte e mercado:</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">o novo vestuário do meio de arte</span><br /><br />São muitas as transformações que ocorreram desde que, em meados da década de 1960, começou a ser constatada uma reviravolta no campo das artes visuais que indicaria se não uma ruptura ao menos uma disjunção com o campo da grande arte do século 20: aquele que tinha se constituído de Cézanne até o expressionismo abstrato norte-americano. Eram dados claros sinais de o fim de uma era sem que necessariamente pudessem ser detectadas com clareza as características do novo território em formação.<br /><br />Em primeiro lugar, andando no compasso do mundo, cresceu muito a importância das leis do mercado no meio de arte. O meio artístico acompanha a mercantilização generalizada de todos os processos sociais, políticos e culturais. Mais do que isso, a interação entre mercado e instituições, particularmente, os museus, no campo da art  contemporânea passou a ser mais direta, queimando muitas instâncias mediadoras antes existentes.<br /><br />Por exemplo: o planejamento de prioridades de aquisições para preencher lacunas de coleções, cuidadosamente traçadas por curadores-pesquisadores à luz da história, para posterior apresentação a mecenas e patrocinadores, hoje é privilégio de algumas raras instituições de alguns países avançados. Em boa parte dos casos, o crescimento dos acervos se dá pela intervenção direta de marchands e mecenas oferecendo obras de determinados artistas. A instituição fica exposta a essas investidas em face da retração dos fundos disponíveis capazes de dar autonomia de escolha às equipes de curadores e pesquisadores.<br /><br />Vou mais longe: instituições nos países mais ricos estão expostas às decisões de proprietários de coleções que cedem em comodato suas peças, as valorizam pela permanência num museu público e, mais que isso, negociam com os artistas preços privilegiados pelo seu destino original e depois as destinam ao mercado. O que estou narrando é um fato. Trata-se de algo que se passou no Museu de Frankfurt. Uma coleção ficou sediada no museu, foi valorizada e foi adquirida a preços baixos aos artistas que acreditavam que suas peças eram destinadas a um museu público, e depois vendidas a preços altos valorizadas pela sua estada no museu. Seu diretor jura que nunca mais aceitará coleções em comodato. Outro exemplo poderia ser o que não está descartado na Hamburger Banhof que abriga igualmente uma coleção privada num espaço público.<br /><br />O raciocínio, no início dessa nova conjuntura, era “melhor isto do que nada”. À força da permanência dessa situação ao longo dos anos perde-se a memória de como as coisas se passavam antes da vigência da clara hegemonia das forças do mercado no campo da arte. Seria longa a lista de exemplos desse tipo de relação às vezes agressiva, às vezes promíscua, entre mercado e instituição no campo das artes visuais.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Novos regimes de visibilidade, novos regimes de fruição</span><br /><br />Mas desde os anos 1960 detectou-se uma transformação de maior vulto na produção artística que parecia destituir os parâmetros modernos que estabeleciam os princípios da autonomia da arte, como um campo cognitivo específico submetido a princípios de ordem formal para constituição e ancoragem de suas poéticas. É preciso lembrar a progressiva constituição dessa autonomia que se identifica em grande parte com o que chamamos de crise da representação. Esta é a própria emergência da arte moderna durante a segunda metade do século XIX e início do século XX. Ela se confunde com o crescente declínio dos temas ou motivos a favor de uma maior força dos elementos estruturais da forma da obra na sua constituição.<br /><br />Se antes uma série de convenções formais estava submetida aos temas, como aqueles na pintura religiosa regendo a hierarquia dos anjos, a representação de figuras mitológicas, ou a estatuária eqüestre, por exemplo, as questões de linguagem da obra, a partir de Manet, se despregam claramente dessa subordinação. Os temas, quando são significativos, se ordenam, digamos, de dentro para fora, a partir de necessidades internas da obra de arte e não mais se impõem de “fora para dentro” como na arte pré-moderna. Essas transformações culminam na segunda década do século passado com a arte abstrata e o surgimento da fruição estética visual completamente desprovida de vínculos temáticos tal como já acontecia na fruição musical. Paralelamente a essa vertente que atinge seu ponto culminante no Expressionismo Abstrato norte-americano do segundo pós-guerra, desenvolvem-se correntes críticas como o dadaísmo e o surrealismo.<br /><br />A conquista da autonomia da arte não é nenhuma invenção perversa do formalismo como pode levar a crer certas leituras excessivamente sociológicas da cultura. A autonomia da forma na arte moderna deriva do processo histórico mais geral que decorre do progresso da ciência e da técnica e o conseqüente advento das especialidades, da revolução industrial, do acelerado deslocamento da importância da vida do meio rural para o urbano, e da cada vez mais complexa divisão social e técnica do trabalho. A figura social do artista, sua prática e sua produção, não estão imunes e impermeáveis a todas essas mudanças. Desaparece a figura dominante desde o Renascimento do artista da corte e surge o profissional liberal cuja produção não está mais dependente diretamente da nobreza ou da igreja e passa a ser mediada pelo mercado. A pintura, e logo a escultura, passam a campo de investigação específicos a partir de sua lógica interna na produção de sensações como claramente já demonstra a obra de Cézanne que prepara a revolução cubista.<br /><br />Todas essas obras, mesmo depois da conquista da verdade planar na pintura pelo cubismo e das aventuras do plano no espaço iniciadas por Tatlin, continuavam submetidas ao regime da contemplação para sua plena fruição.<br /><br />Nos anos 1960 esse modo de “consumir” a obra de arte sofre múltiplas transformações. Em primeiro lugar é introduzido o observador participante que inicialmente altera a configuração da obra com sua intervenção, para logo se transformar em parte indispensável da própria realização da obra. São exemplos pioneiros dessas manifestações os “bichos” de Lygia Clark e os “Parangolés” de Hélio Oiticica. A obra não está no mundo para ser objeto do juízo estético e alcançar o “subjetivo universal” pensado por Kant na sua terceira Crítica através da contemplação. Agora é objeto que só se completa quando o sujeito da fruição se investe em “co-autor” e parte da obra.<br /><br />Outra mudança importante ocorre no próprio conceito de espaço para a produção artística. Toda obra de arte moderna, salvo murais, era concebida para o espaço idealizado por Platão: aquela entidade neutra, vazia, extensa e a mesma em qualquer de seus pontos. Agora surgem as obras in situ (site specific). As obras são produzidas para um lugar específico, sua presença não apenas altera o lugar como incorpora como parte da obra.<br /><br />Desdobram-se daí as experiências que, nos anos 1960, eram chamados ‘ambientes’ e que vieram a ser chamados, posteriormente, de ‘instalações’. Aqui também obras como a “Tropicália”, “Ninhos” e “Penetráveis” de Hélio Oiticica estavam desbravando trilhas ainda pouco conhecidas na arte do século 20.<br /><br />Três outras mudanças precisam ser sublinhadas: o fenômeno definido por Lucy Lippard como “desmaterialização da obra de arte” que coincide com a emergência da arte conceitual na qual o modo como a arte é pensada se sobrepõeà sua própria evidência plástica, chegando até mesmo ao seu apagamento no mundo substituído por reflexões teóricas como no caso do movimento inglês <span style="font-style: italic;">Art &amp; Language.</span><br /><br />O ressurgimento dos temas como núcleos centrais das próprias obras é outra profunda modificação em relação ao passado moderno. Nestas manifestações a política e a arte de gênero (arte feminista, arte<span style="font-style: italic;"> gay</span>) restauram o conteúdo de modo tão ou mais intenso que o próprio investimento formal. Por fim, a referência ao medium (pintura, escultura, gravura, desenho) perde o valor arquetípico que possuía na história da arte.<br /> <br />Em torno dessas transformações que apontam um período de aparente declínio da qualidade artística podemos detectar manifestações de elevado teor poético que se desenvolvem em torno de dois pólos na arte contemporânea: a ‘<span style="font-weight: bold;">estratégia do espetáculo</span>’ e as ‘<span style="font-weight: bold;">manobras da delicadeza</span>’. Ambos operam nos interstícios deixados pelas metamorfoses da visibilidade na arte contemporânea e parecem manter uma relação positiva com o legado moderno da primeira metade do século passado. Algo como se o pai moderno não precisasse ser assassinado para viabilizar a passagem dessas novas investigações. Fazendo interagir a herança da grande arte moderna com experiências do presente, constituem a produção mais instigante para a arte do novo século.<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T10:09:15+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>MÁQUINAS UTÓPICAS E DISTÓPICAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>João Camillo Penna<!--more-->
<br />Pensar a mutação é pensar a imponderabilidade do futuro. Embora seja impossível determinar precisamente o futuro, não deixamos de estabelecer prognósticos, sempre destituídos, no entanto, do caráter assertivo da evidência. Razão do descrédito em que caiu essa fábrica do otimismo conservador dos anos 1960 que foi a futurologia (lembremo-nos de Herman Kahn, fonte do personagem do filme de Stanley Kubrick, <span style="font-style: italic;">Dr. Fantástico</span> [<span style="font-style: italic;">Dr. Strangelove</span>, 1964]). Estes prognósticos constituem modelos de coisas não-existentes, que transcendem o mundo conhecido, e têm como horizonte a possibilidade virtual, por mais remota que seja, de sua realização. O prognóstico é sempre um “mundo possível”.<br /><br />O procedimento aqui resumido, moldado a partir do movimento das evoluções científicas, descreve precisamente a operação da ficção científica, segundo o escritor polonês Stanislaw Lem. Tratase, conforme escreve o crítico croata Darko Suvin, de construir um “mundo possível”, entendido como uma pequena ilha de espaçotempo, completa e fechada em si mesma, jogada contra outros mundos possíveis, inclusive o nosso, ou o do autor. A partir do estabelecimento de um certo padrão do estado de coisas no presente, projetá-lo linearmente como evolução no futuro. O cômico involuntário da projeção das tecnologias futuras na ficção científica do passado – basta lembrarmo-nos, por exemplo, de filmes de ficção científica dos anos 1950 ou 1960 – reside precisamente nisso: a tecnologia (como o futuro, ou a mutação em geral) não evolui segundo padrões lineares. Sabemos que as modificações verdadeiramente determinantes da ciência são em geral surpreendentes, i.e., imponderáveis. A tecnologia do futuro, já passado, revela ao mesmo tempo algo sobre o tempo em que esse padrão de representação  foi estabelecido, e o seu erro. O que não impede que a ficção científica acerte: as representações que produz, não nos cansamos de dizer, contêm elementos às vezes proféticos. A ficção científica consiste assim, ao mesmo tempo, em uma teoria sobre o futuro e em um ponto de vista exterior para observarmos o presente (ou   passado). Em exemplos contemporâneos, a fronteira que separa o “mundo possível” do que conhecemos torna-se cada vez mais permeável, a diferença reduzindo-se a certos traços sutis, radicalizações mais ou menos perceptíveis de modelos extraídos do mundo conhecido, que reconhecemos como o nosso mundo.<br /><br />Os estudos já clássicos sobre ficção científica, “romance científico” (H.G. Wells), ou “romance especulativo”, identificam a <span style="font-style: italic;">Utopia</span> de Thomas Morus (1516), e a fábula utópica como um todo (<span style="font-style: italic;">As viagens de Gulliver</span> de Jonathan Swift [1726] etc.) como, ao mesmo tempo, uma das fontes do gênero e um de seus subgêneros praticados até hoje. Daí seu <span style="font-style: italic;">status</span> didático, moralizante. As utopias hoje são escritas como ficções científicas e consistem basicamente em programas negativos, contra-projetos, que diagnosticam o caos moral e/ou material em volta do autor, invocando uma ordem alternativa. Assim também a sua inversão, a “distopia” (ou antiutopia) – <span style="font-style: italic;">Nós</span> de Yevgeny Zamyatin (1921); <span style="font-style: italic;">O admirável mundo novo </span>de Aldous Huxley (1932); <span style="font-style: italic;">1984</span> de George Orwell (1949) — críticas ao “totalitarismo” da tecnociência, que sempre pressupõe implicitamente a sua própria utopia. Recentemente a ficção científica tornou-se mais e mais distópica ou simplesmente heterotópica, i.e. propondo uma alternativa diferente ao mundo que conhecemos.<br /><br /><span style="font-style: italic;">Frankenstein, ou o Prometeu moderno</span> (1818) de Mary Shelley funda o gênero, extraindo o romance gótico da referência arcaizante, e introduzindo a proposição científica iluminista da tecnologia como possibilidade do futuro. Surge basicamente aí a ficção protagonizada pelo cientista mais ou menos “louco”, assombrado pela <span style="font-style: italic;">húbris</span> prometéica de haver almejado igualar-se aos deuses, criando homens – a “criatura”, o “monstro” – cujo destino irônico será ser conhecido pelo nome do criador que o rejeitara. A fábula contém, no entanto, uma dupla moral: junto com a crítica à tecnologia, e a leitura do desenlace trágico como punição pela desmesura do cientista, fica claro que a “criatura” – encarnação do bom selvagem de Rousseau – só virou o monstro destrutivo em que se tornou por que a sociedade, a começar pelo seu criador, se recusou a aceitá-lo pelo que é. Por detrás do monstro há um pedido de aceitação do desigual e uma recusa da sociedade que só se explica, no interior do romance, pelo preconceito cruel. Além da interpretação mais conhecida da “revolta das máquinas”, o romance abre, portanto, uma segunda: a “culpa” seria uma construção social, e não estaria contida na máquina. Ao se rejeitar o pedido da criatura de ser tratada como humana, teríamos renegado os princípios iluministas (“Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos” diz a Declaração dos direitos do homem e do cidadão de 1789) que governam o projeto “blasfemo” de desmistificação científica que está na origem da experiência de Frankenstein.<br /><br />É essa mesma dupla moral que receberá, adiante, diferentes tratamentos nas representações clássicas da tecnologia em ficção científica: a robótica, a inteligência artificial, os andróides. A máquina é ao mesmo tempo o objeto utópico por excelência, e o pesadelo antiutópico; o perfeito escravo e o possível revoltado, que se autonomiza, cria vontade própria, e se volta contra o seu senhor e criador. Ele é o policial que nos vigia no estado de exceção em que se tornaram não mais as sociedades “totalitárias” das antigas distopias, mas as “democráticas”. O robô é o escravo ideal em Isaac Azimov, ou o supertripulante, ultra-eficiente que se insurge contra o homem, como em <span style="font-style: italic;">2001: uma odisséia no espaço</span> (1968) de Stanley Kubrick (e Arthur C. Clarke). A máquina contém em suma a pergunta sobre o humano: o que de fato o define, qual é a sua diferença específica com relação à máquina?<br /><br />A resposta, no entanto, é ambiguamente humanista. É a tecnologia futura que permite que a diferença humana se identifique, já que o humano é, acaba-se por descobrir, antes de mais nada, tecnologia. Em <span style="font-style: italic;">O caçador de andróides</span> (<span style="font-style: italic;">Blade runner</span>, de Ridley Scott [1982], baseado no romance de Philip K. Dick, <span style="font-style: italic;">Os andróides não sonham com ovelhas elétricas?</span> [1968]), andróides são tão humanos ou mais humanos que os humanos, que humanizaram suas máquinas, mas as caçam quando estas reivindicam serem tratadas como humanas. À humanidade, portanto, o destino de ser depositária da fraqueza humana, em comparação com a raça de super-homens-escravos que produzimos. Em <span style="font-style: italic;">Neuromancer</span> (1984) de William Gibson, o cientista será transformado na figura desviante do hacker ciberpunk e, mais adiante ainda, na trilogia Matrix dos irmãos Wachowski (1999, 2003, 2003), no hacker, crístico, guerreiro da resistência humana. A hipótese sobre a construção virtual da realidade, formulada por Jean Baudrillard, configurada como fábula medieval sobre a sobrevivência do humano em um mundo controlado, contém a moral distópica do estado de exceção contemporâneo, a que se opõe um humanismo regressivo. O humano afinal se define por oposição às máquinas das quais no entanto mal se diferencia. Ou se diferencia projetando nelas o “mal” do futuro que está nele próprio.<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T09:49:42+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO: DEVANEIOS SOBRE ALGUMAS TRANSFIGURAÇÕES DO HUMANO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Renato Lessa<!--more-->
<br />1. Althusius disse, certa feita, que os seres humanos nascem como náufragos que atendem às ilhas nus, sem qualquer proteção ou inscrição prévia no mundo. Há, decerto, um forte eco aristotélico na imagem: Althusius fala de seres cuja viabilidade existencial decorre do natural ímpeto à sociabilidade. O animal que fala é um ser cuja identidade é dada pelos seus nexos, pelo que retira e acrescenta ao mundo. O laço social é o antídoto dos naufrágios.<br /><br />2. O sentido de tomar a questão brechtiana como mote deriva da sensação de que, ao ouvi-la, não estamos diante de uma pergunta ordinária. Ao contrário, trata-se de uma indagação matricial e compulsória a toda filosofia política e moral. É dos predicados atribuídos aos humanos e da definição de requisitos para sua duração e persistência que modelos de ordem e de sociabilidade podem ser imaginados. A pergunta “o que mantém um homem vivo?” é a mãe de todas as perguntas.<br /><br />3. Em uma fase menos do que larvar, julgo ser relevante pensar a respeito de algumas transfigurações do humano. Falo de <span style="font-style: italic;">transfiguração</span> e não de <span style="font-style: italic;">dessubstancialização</span>, para não incorrer no pecado, com certo sabor straussiano, de supor que há substâncias originais, erodidas pelo tempo e pelos azares da história.<br /><br />4. A idéia inicial é operar a partir das imagens contrapostas do <span style="font-style: italic;">naufrágio</span> e do <span style="font-style: italic;">acolhimento </span>como antípodas lógicos e como indicadoras de padrões distintos de sociabilidade. A definição do que é humano dependerá da gravitação exercida sobre nossas crenças por esses pólos opostos. Por certo, na metáfora de Althusius, o acolhimento é complementar ao naufrágio: ali não se vislumbra a hipótese da terminalidade do <span style="font-style: italic;">naufrágio</span> absoluto. A salvação é, dessa forma, um corolário do <span style="font-style: italic;">naufrágio</span>. Há, pois, otimismo na coisa.<br /><br />5. A macro hipótese do acolhimento constitui o mito de origem comum de toda filosofia política. A razão é simples: por ser ela uma tradição intelectual constituída por diversas imagens de vida social, a hipótese do naufrágio incurável é logicamente inconsistente. A diversidade no campo da filosofia política diz respeito – para retermos a metáfora – a formas distintas de erradicar ou, ao menos, mitigar a condição náufraga. Hobbes, mais do que todos, demonstrou o parentesco entre vida náufraga e impossibilidade da própria vida, pela operação do espectro da morte violenta.<br /><br />6. O século XX exige que pensemos a hipótese do naufrágio como uma definição terminal possível da condição humana. Há sinais eloqüentes na história daquele século que desafiam o conforto da macro metáfora do acolhimento: holocausto, genocídios em geral, guerra aérea, predomínio de padrões sociais crescentemente inóspitos. E mais, talvez seja importante pensar a respeito de uma condição híbrida e liminar, que acabou por se impor como marca da normalidade, algo entre o <span style="font-style: italic;">naufrágio</span> e o <span style="font-style: italic;">pertencimento</span>. Um espaço eminentemente confuso e avesso à inscrição.<br /><br />7. Como no grafite escrito no acesso ao elevador da Bica (Lisboa): “Já não há drama, tudo é intriga e trama”.<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T08:57:23+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>FIM DA GUERRA CLÁSSICA - NOVOS ESTADOS DE VIOLÊNCIA</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Frédéric Gros<!--more-->
* conferência em francês com tradução simultânea.<br /><br /><br />A violência hoje mudou de cara: atentados terroristas que atingem o coração das grandes cidades do mundo ocidental, “intervenções “ militares de altíssima tecnologia, decididas e coordenadas por grandes potências em lugares longínquos, massacres e predações praticados por “senhores da guerra” nos países dilacerados à beira do Golfo... Novos personagens surgiram: a criança-soldado, o terrorista, o engenheiro calculando o trajeto de mísseis teleguiados... Estas grandes violências coletivas e armadas aparecem sempre mais irredutíveis ao modelo clássico da guerra. Fala-se sempre de reviravoltas políticas e econômicas resultantes da “mundialização”. Mas, poder-se-ia questionar também sobre a mudança profunda dos regimes de violência em nosso mundo “global”.<br /><br />Para refletir esta mutação em toda a sua amplitude, é necessário retornar, num primeiro momento, ao que a cultur  ocidental construiu sob o nome de “guerra”, como forma ética, política e jurídica da violência, como invenção cultural.<br /><br />A filosofia moral sempre encontrou na guerra um lugar privilegiado de exemplos. Numerosas virtudes éticas, de Platão a Hegel, foram construídas a partir de uma idealização da figura do guerreiro. Porque o modelo clássico da guerra supunha, para o soldado, um confronto com o inimigo em que se teria de manter-se firme diante de uma ameaça de morte. Ora, a ética foi definida por muito tempo como a capacidade de afirmar valores superiores à vida simplesmente imanente. É assim que a coragem em Platão, o sacrifício em Hegel, a obediência em Maquiavel, a superação de si em Nietzsche problematizam-se a partir da experiência de guerra como troca regulada pela morte.<br /><br />A Europa moderna por outro lado foi construída, depois do fim da Idade Média e do desaparecimento do sonho do Império, como um espaço político constituído por uma pluralidade de Estados soberanos. Cada Estado devia definir seu lugar numa relação de forças permanentemente em movimento. A guerra foi então amplamente definida na filosofia política (de Bodin a Spinoza, de Hobbes a Schmitt) como uma necessidade: ela era o que deveria permitir aos Estados sobreviverem uns perante os outros. Só um estado de guerra permanente em suas fronteiras permitiria a um Estado assegurar a paz civil interna. Além disso, a ameaça de um inimigo comum permitia ao Estado consolidar sua unidade interna.<br /><br />Enfim, a guerra construiu-se amplamente como uma relação de violência permeada por uma dimensão jurídica. Em uma concepção arcaica, a guerra é concebida como julgamento de Deus: ela dita o direito, separando o vencedor do vencido. Os teólogos, de Santo Tomás a Vitória, tentaram mais tarde definir as justas razões que podiam permitir a um príncipe declarar guerra. Enfim, os teóricos dos direitos humanos quiseram editar, em nome dos Estados, regras que os beligerantes deviam respeitar em momentos de conflito (necessidade de uma declaração, respeito aos prisioneiros e às populações civis, etc).<br /><br />A guerra definiu-se pois amplamente, na tradição ocidental, como uma reação de violência permeada por uma tensão ética (os valores marciais), uma afirmação política (manter a soberania do Estadonação) e um quadro jurídico (o modelo das guerras justas). Podese encontrar aqui a estrutura de uma das mais antigas definições da guerra, a de A. Gentilis: “A guerra é um conflito armado, público e justo”.<br /><br />Mas hoje tudo se transformou. A introdução da bomba nuclear tornou, há mais de 50 anos, improvável um conflito clássico entre as grandes potências. Para tanto, ao longo da Guerra Fria, a ameaça nuclear simplesmente favoreceu as guerras de baixa intensidade. Mas depois da queda do Muro de Berlim é a forma da própria violência que se transformou. É quase impossível hoje em dia falar de “guerra” para designar as novas formas que não se enquadram mais no conceito clássico.<br /><br />O que é de fato uma guerra, em que o comando de mísseis teleguiados é feito a partir da tela de computador? Onde o homem se faz explodir no meio de uma multidão de passantes desarmados? E sobretudo: o que é uma guerra sem exércitos confrontando-se para batalhas decisivas, sem vitória nem derrota, sem começo nem fim, sem separação entre o criminoso e o inimigo, o interior e o exterior? Nós entramos na idade dos “estados de violência”. O que pode haver de comum entre um ato terrorista no coração de uma capital do mundo ocidental, uma intervenção decidida por grandes nações visando estabelecer a ordem em um país longínquo, e operações selvagens conduzidas por bandos armados contra populações civis desarmadas? É que são todas elas irredutíveis ao modelo clássico da guerra, com seus exércitos convencionais e suas batalhas decisivas, nascidas de um novo regime: o dos “estados de violência”. Estes estados de violência estruturam-se segundo as novas linhas de força que desenham a nervura de nosso mundo contemporâneo: reino da imagem, ‘aparição’ das vítimas, fluxo mundializado das riquezas e das populações, multiplicação das violências unívocas e unilaterais. Eis o que é preciso pensar atualmente: o fim da guerra não significa a instituição de uma era eterna de paz, mas o advento do tempo indefinido da segurança.<br /><br />A guerra como ‘conflito armado, público e justo’ apaga-se lentamente, com suas mentiras e gentilezas, suas atrocidades e reconfortos. O futuro dos estados de violência, regulados por processos de segurança permitindo diminuir os riscos, abre-se diante de nós, exigindo que o pensamento inspire novos vigilantes e invente novas esperanças.<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T08:49:33+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>SOBRE O CAOS E NOVOS PARADIGMAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Luiz Alberto Oliveira<!--more-->
<br />Desde que Aristóteles identificou o acaso com a operação de causas eficientes indeterminadas, ou seja, em menor ou maior grau desvinculadas das correspondentes causas finais, e as classificou segundo as figuras de <span style="font-style: italic;">tyché</span> e <span style="font-style: italic;">automaton</span>, o Ocidente buscou capturar e confinar a casualidade através de três figuras redutoras: eventos imprevistos, ou fortuitos, ou acidentais - sintomas ou máscaras do casual - sucederiam quer por desconhecermos causas indispensáveis para a correta descrição da origem de um acontecimento, quer pela convergência fortuita de séries causais independentes, quer, enfim, por desvios, transgressões, na aplicação de regras de outro modo plenamente determinadas. O acaso como ignorância, como coincidência, como variância. Algo, porém, acabou de mudar.<br /><br />De fato, um dos avanços mais significativos das Matemáticas no século XX se deu com o estabelecimento das chamadas Teorias do Caos: resumidamente, a realização de que diferenças minúsculas na configuração inicial escolhida para a evolução de um sistema dinâmico podem conduzir a estados finais vastamente distintos, o que implica que a longo prazo o comportamento do sistema se torna rigorosamente impredizível – ou “caótico”. A razão é que, mediante a reiteração, acumulação e amplificação dessas flutuações ao longo de um período suficientemente largo, pequenas causas podem dar lugar a grandes efeitos, e logo a uma imprevisibilidade radical, a uma genuína aleatoriedade: desde um estado passado, abrem-se numerosos, incalculáveis estados futuros. Mesmo processos estritamente deterministas, descritos por relações em que causas e efeitos estão univocamente relacionados, podem exibir essa sensibilidade não-linear a flutuações das condições iniciais. Tal incomensurabilidade entre passado e futuro é especialmente importante no caso de sistemas complexos, ou seja, compostos por muitos elementos capazes de fazer muitas ligações entre si, e que podem exibir diversos níveis de organização, hierarquicamente estruturados - como os organismos vivos e os agentes econômicos.<br /><br />A razão é que sistemas complexos são caracterizados por uma mediação – realizada pela hierarquia de modos de organização – entre o todo (o sistema) e a parte (os elementos); assim, ademais das ações que exercem e sofrem sobre e desde o meio externo, esses sistemas podem autoafetar- se, ou seja, seu comportamento pode alterar sua própria estrutura e remodelar sua própria evolução. Ora, se uma espécie adquire a capacidade de manipular as cadeias moleculares que constituem os genomas dos organismos, surge a possibilidade - ou tendência - de substituir-se a seleção natural como o operador da evolução biológica das espécies; uma neofinalidade tecnicamente administrada envida deslocar a casualidade darwiniana. Ora, se o conjunto das atividades produtivas dessa espécie alcança uma escala planetária, a economia passa a ter por horizonte a ecologia, a produção torna-se contexto para a própria produção; o mercado tem como limite a continuidade dele mesmo. Duplo dobramento, dupla indeterminação: a microinerência da técnica visando assegurar a realização da finalidade, a macroabrangência do capital visando assegurar a conversão do horizonte em contexto. Em ambos os casos, por ambas as vias, apresentam-se as condições para um desenvolvimento caótico.<br /><br />Talvez se possa antecipar, acompanhando esta caotização da civilização contemporânea, a coexistência de dois movimentos díspares: por um lado, o engendramento técnico de entidades pós-humanas, através das biotécnicas e da nanotrônica, rumo à prevista Singularidade – o surgimento de uma inteligência não-humana, um alienígena terrestre, artificial; por outro, o concomitante esforço de se administrar a sobrevivência – ou o destino final – de uma humanidade excessiva, obsoleta, quiçá dispensável. Recordemos que três séculos antes de Platão anatemizar a figura do caos como extremo absoluto da desordem, isto é, destruição última de todo fundamento, Hesíodo nos apresentava a origem do Cosmos a partir de um <span style="font-style: italic;">Chaos </span>que é fenda, abertura, fundação. Em <span style="font-style: italic;">A loteria em Babilônia</span>, Borges nos sugere que um sistema de acasos suficientemente complexo – com prêmios, castigos, e sorteios de sorteios – seria indistinguível da vida, da vida quotidiana de sempre. Ao que tudo indica, um novo tipo de acaso, uma nova errância fundadora, uma Fortuna que é também Parca, nos brindará em breve com uma visita. Que seja, então, profunda o bastante.<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T08:26:41+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DEPRESSÃO E IMAGEM DO NOVO MUNDO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Maria Rita Kehl<!--more--><br />Desde a década de 1990, dados da OMS indicam um crescimento expressivo dos casos de depressão nas sociedades ditas desenvolvidas do Ocidente. As depressões representam, hoje, a manifestação predominante de expressão do “mal-estar” no mundo industrializado, aliadas a novas formas de sofrimento mental como as anorexias, as drogadições e as manifestações delinqüenciais aparentemente gratuitas. “Mal-estar” foi o termo designado por Freud para referir-se ao custo subjetivo das condições da vida em sociedade. <br /><br />Penso que uma das causas mais significativas das depressões na sociedade contemporânea – uma sociedade aparentemente “antidepressiva” – tenha sua origem na sedução exercida pelas formações imagináriasdo estágio atual do capitalismo. Nas sociedades industriais do século XXI, o Outro, em sua face imaginária, manifesta-se através do espetáculo, cuja oferta de imagens recobre quase toda a face do planeta<sup>1</sup>. A tal abundância de ofertas não corresponde, como seria de se esperar, uma diversidade de sentidos. A onipresença da indústria do espetáculo emite uma repetição coerente de mensagens, que aparentemente se diversificam para repetir sempre o mesmo mandato. Este mandato advém de <span style="font-style: italic;">formações do imaginário produzidas pela indústria das chamadas comunicações</span>, o que implica que seus enunciados deixem de ser inconscientes. Eles partem da esfera pública, cujos principais arautos são as mensagens publicitárias emitidas pela televisão. De certa forma, é como se o fantasma, que situa o sujeito junto ao Outro, deixasse de ser inconsciente – e as respostas fantasmáticas à pergunta “o que o Outro quer de mim?” já não estivessem a cargo dos neuróticos.<br /><br />O que o Outro exige do sujeito contemporâneo é que ele goze. Muito. Que esta seja uma das faces contraditórias do imperativo superegóico – “goze!/não goze!<sup>2</sup>” só faz tornar esta exigência, promovida a condição organizadora do laço social, ainda mais angustiante e opressiva para os sujeitos.<br /><br />Há que se levar em consideração, ainda, o modo como o imperativo do gozo se articula aos ideais de eficácia econômica. Tal articulação subverteu os ideais de renúncia pulsional que oprimiam os contemporâneos de Freud, convocados a sacrificar seu gozo a favor da produtividade na fase de consolidação do capitalismo industrial. O gozo  na sociedade contemporânea, não se obtém nos intervalos de tempo roubados ao trabalho alienado. Na sociedade de consumo, gozar é a forma mais eficaz de trabalhar para o Outro. A dimensão subjetiva dos prazeres, das pulsões, dos afetos, transformou-se em força de trabalho na sociedade regida pela indústria da imagem<sup>3</sup>. O que este trabalho produz? Nada menos do que os sujeitos de que o atual estágio do capitalismo necessita: sujeitos esvaziados do que lhes é mais próprio, portanto disponíveis para os objetos e imagens que os convocam. Isto gira no vazio, na mesma velocidade em que se produzem as concentrações do capital virtual na bolsa de valores: um dinheiro a que não corresponde nenhuma produção de riquezas.<br /><br />Ao apropriar-se dos signos de gozo circulantes no imaginário social, os valores da eficiência econômica estendem-s  a todos os âmbitos da vida, numa escala sem precedentes na história. A afirmação de Frederic Jameson, para quem “o capitalismo colonizou o inconsciente”, deve ser complementada com a advertência de Tomás Abraham<sup>4</sup>: “uma sociedade sem valores extra-econômicos tende a uma deriva perigosa”. <br /><br />A articulação entre angústia, servidão e fatalismo, que se escuta na clínica dos depressivos, fala por si mesma: o nó que amarra esses três componentes das depressões é o sentimento de superfluidade dos sujeitos, tomados tanto em sua singularidade desejante como em sua dimensão criativa, de agentes capazes de produzir transformações na vida social<sup>5</sup>.<br /><br />Podemos nos referir, sem pudor, a uma possível ressonância cínica da predominância do econômico sobre o político, sobre o moral, sobre tantas outras dimensões da vida social: se o mercado é a medida de todas as coisas, a condição do sujeito contemporâneo pode ser resumida em: <span style="font-style: italic;">tem valor porque se vende</span>. O reconhecimento buscado é do valor de venda de cada um. Só que já não é mais o trabalho alienado aquilo que se vende. Nas condições atuais do mercado de trabalho tal valor é cada vez mais supérfluo. O que se vende, no estágio atual do capitalismo, é a dimensão mais íntima dos sujeitos, seu próprio<span style="font-style: italic;"> valor</span><span style="font-style: italic;"> de gozo</span><sup>6</sup>. O sujeito não vende seu tempo de trabalho; vende a si mesmo como objeto de gozo para o Outro.<br /><br />Gozar para se fazer instrumento do gozo do Outro e, dessa forma, gozar ainda mais: trata-se de um imperativo verdadeiramente irrecusável. Nunca a frase de Adorno esteve tão certa: “divertir-se é estar de acordo<sup>7</sup>”. As obras da cultura do divertimento já não disfarçam seu caráter de documentos da barbárie. Sua função é instaurar o eterno presente da vida espetacular, para a qual todo passado é remoto e toda a experiência, supérflua. Assim se produzem os sujeitos expropriados da experiência do inconsciente e do desejo, ávidos pelo consumo de imagens<sup>8</sup> que lhes indiquem quem eles são. Se não há como divergir de tal demanda-oferta de gozo proposta pelos “vencedores de turno”, é inevitável que a banalidade se imponha no campo das ações humanas, privadas de valor. <br /><br />Tais considerações atestam a atualidade da proposta de Walter Benjamin, desenvolvida desde A origem do drama barroco alemão até as Teses sobre o conceito de história, articulando a melancolia ao sentimento de fatalidade que se produz quando a vida social transcorre em um mundo vazio do valor da ação humana.<br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">1</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Ver Guy Débord, A sociedade do espetáculo (1967). Rio de Janeiro: Contraponto, 2002. Tradução de Estela dos Santos Abreu. À p.17: “O espetáculo é o sol que nunca se põe no império da passividade moderna”.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"><br />2</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Para uma boa discussão do imperativo superegóico do gozo, ver Ricardo Goldenberg (org.): Goza! Salvador: Ágalma, 1996.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"><br />3 </span><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Ver Maria Rita Kehl, “Três observações sobre os reality shows” em: Eugênio Bucci e M.R.Kehl, Videologias . São Paulo: Boitempo, 2004, p. 173.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"><br />4 </span><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Tomás Abraham, “O neoliberalismo quer ser sociável e se maquia” em: Goldenberg, Goza! cit., p. 55.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"><br />5 </span><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Hanna Arendt insiste nesta dimensão humana pouco contemplada pela psicanálise: a capacidade de criar o novo a partir da ação, ou do trabalho. Ver Arendt, The Human Condition. Chicago: The University of Chicago, 1958.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"><br />6</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> O conceito de valor de gozo é de autoria de Eugênio Bucci, em Televisão objeto... .(cit).</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"><br />7 </span><span style="color: rgb(102, 102, 102);">T. Adorno, “A indústria cultural” (1947) em: Adorno e Horkheimer, Dialética do Iluminismo. Rio de Janeiro: Zahar, 1994. Tradução de Guido Antonio de Almeida. À p 135: “Mas a afinidade original entre os negócios e a diversão mostra-se em seu próprio sentido: a apologia da sociedade. Divertir-se significa estar de acordo”.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"><br />8</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Embora poucos possuam recursos para consumir os bens em oferta, as imagens que ocupam a esfera pública são acessíveis a todos.</span><br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T08:14:38+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>METAMORFOSES DO TEMPO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Olgária Matos<!--more-->
<br />Trata-se de compreender as mutações contemporâneas do tempo, com sua transformação de qualitativo em quantitativo, com a espacialização da duração, a perda da experiência e da qualidade dialética do vivido. Na época de sua aceleração e contração, o tempo tem impacto na constituição das subjetividades modernas, na constituição de personalidades desengajadas, pois juramento e promessa diziam respeito ao tempo longo e à longa duração. Em suas <span style="font-style: italic;">Passagens</span>, Walter Benjamin indica, em fragmentos e citações, um diagnóstico do tempo homogêneo e vazio que inviabiliza criar ou reconhecer valores, constituindo uma patologia da experiência axiológica e da liberdade. Da <span style="font-style: italic;">akedia</span> grega à acídia medieval, da melancolia barroca ao tédio baudelairiano, dá-se o confisco da dimensão do futuro, instalando-se a <span style="font-style: italic;">Langeweile</span>, a monotonia vinculada, esta, estritamente à repetição no processo produtivo (de um mesmo gesto, o do trabalhador com a máquina), na produção em massa (circulação de produtos padronizados), no consumo anômico, no capitalismo que não satisfaz necessidades nem desejos, mas os multiplica ao infinito. Aos espectros barrocos – cujo fantasma hamletiano é o emblema – sucedem as fantasmagorias do capital, ao medo o pânico. Benjamin os analisará referidos à vida política e às formas de bastilização da cidade, da pólis grega à Paris urbanizada por Hausmann, do espaço comum compartilhado ao cinturão vermelho operário e suas barricadas.<br /><br />Em uma referência à Grécia clássica, Benjamin enfatiza a importância do tempo na democracia, tempo dedicado ao debate público e ao pensamento: “[nos povos da Grécia] os espíritos estavam sempre em atividade, a coragem sempre excitada; As luzes do pensamento cresciam a cada dia” (Turgot, apud Benjamin, <span style="font-style: italic;">Passagens</span>, trad. Irene Aron (alemão) e Cleonice Mourão (francês), ed. UFMG, 2006, p. 520. “Arquivo N, “Teoria do Conhecimento, Teoria do Progresso”, N 12,3). Com isso, o mal-estar na temporalidade contemporânea resulta em uma inatividade de pensamento, pois a cultura capitalista produz arcaísmos e regressões,na fusão entre economia de mercado e sociedade de mercado. Neste horizonte,a monotonia se expressa na “consciência sonolenta” e no desejo de “matar o tempo”.<br /><br />Benjamin analisa o mal-estar da temporalidade aproximando Blanqui e <span style="font-style: italic;">A eternidade pelos astros</span>, o Eterno Retorno de Nietzsche, o <span style="font-style: italic;">spleen</span> baudelairiano e o fetichismo de Marx com os quais reflete sobre a <span style="font-style: italic;">Langeweile</span>, monotonia que corresponde ao tempo plasmado no presente, dominado pelo poder da contingência sobre a vida de cada um. Cultura do medo e do pânico, a modernidade substitui o tema metafísico das incertezas da vida e da história, pelo culto da insegurança. O capitalismo é, para Benjamin, o “ estado de exceção” em permanência, produz obsolescência na produção e insegurança jurídica na vida política e social. Procedendo a uma heurística do medo, a teoria crítica benjaminiana revela a identidade contemporânea da economia e do tempo, da política e do mercado, tempo fetichizado preenchido por esportes radicais, terrorismos, guerras, obesidade mórbida, anorexia, todos os descontentes da civilização.<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T07:49:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>NOVAS AFETIVIDADES ELETIVAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Eugène Enriquez<!--more-->* conferência em francês com tradução simultânea<br /><br />Se há uma relação humana e social que a maioria dos indivíduos pensa ser imutável, é exatamente a das relações afetivas essenciais: o amor e a amizade. O sucesso sempre atual dos textos antigos que tratam desta questão, de Sêneca a Stendhal ou a Simmel, são testemunhos eloqüentes disso. As pessoas referem-se freqüentemente a esses escritos canônicos, que parecem ter abordado todos os aspectos destas relações e cobrir todo o leque de respostas possíveis. <br /><br />E, entretanto, nada há de mais diferente e mais oscilante no tempo e no espaço. Atualmente, constata-se que a amizade transformou-se profundamente, e que o amor adquiriu cores novas, percebidas quase sempre como inquietantes. Não poderia ser diferente, uma vez que os laços sociais, que favoreciam um mínimo de coesão entre os diversos grupos sociais e lhes permitia perdurar, parecem esgarçar-se e produzir uma fragmentação, e, até mesmo, um deslocamento da sociedade, em que, de um modo geral, tudo parece menos sólido e menos duradouro. Ora, os laços sociais estabelecem-se não somente no trabalho em comum e na confrontação não violenta dos interesses, mas, como Freud o demonstrou, na força da libido (libido sexual encarnada por Eros [amor] e libido sublimada [amizade], que unem os indivíduos e os faz entrar progressivamente nas “unidades cada vez maiores” [Freud], tais como cidades, regiões, nações, conjuntos internacionais ou mundiais). <br /><br />A conferência terá por objetivo sublinhar as transformações profundas que afetam as “afinidades eletivas” e as suas razões que têm a ver com a aparição de uma nova economia psíquica e também com a evolução da dinâmica social. Não é possível, sem deixar de caricaturá-los, indicar os traços marcantes desta mutação. Digamos somente que a palestra insistirá sobre o lado efêmero (líquido, diria Bauman) das relações instauradas, sobre sua diversidade, sobre seus aspectos problemáticos, sobre a busca do prazer imediato que elas manifestam, sobre a perversão que as caracterizam mais de uma vez, sobre a ausência de engajamento e de responsabilidade que as acompanham, sobre a incomunicabilidade que elas promovem (uma vez que elas exigem comunicação autêntica), sobre a tristeza, a solidão ou o cinismo aos quais elas acabarão por chegar. Elas têm dificuldade de manifestar-se de outra forma – ainda que aspectos antigos e contraditórios subsistam – de uma sociedade que proclama o “cada um por si”, a luta de todos contra todos, o desprezo pelo mais fraco, a desigualdade generalizada, a injustiça e a insegurança social, apesar dos esforços meritórios desenvolvidos por numerosas pessoas para manter a solidariedade entre os seres que formam a espécie humana.<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T07:35:29+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>POESIA SEM PALAVRAS?</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Michel Déguy<!--more-->
* conferência em francês com tradução simultânea.<br /><br /><br />O destino da poesia nas sociedades avançadas contemporâneas é ontológico e temático. Passado por esta prova, em breve nem mesmo de Dante restará grande coisa. Ora, a partir do momento em que uma sociedade avança ou, se preferirmos, sobe no vagão do trem capitalista da mundialização, a poesia se extenua, seu valor mercadoria baixa, sua “influência”desaparece.<br /><br />Pode a poesia tornar-se outra coisa?<br /><br />Penso em uma entrevista dada por Eduardo Kac à revista <span style="font-style: italic;">Critique</span>, no número sobre “Mutants”. O que muda na poesia? Qual sua mutação? Eis o que diz Kac quando teoriza sobre “o uso artístico da mutação”:<br /><br />“Foi a poesia que me levou a usar os novos mídia a partir dos anos 80”... “...somos naturalmente seres trangênicos”... “A bio-arte é uma arte<span style="font-style: italic;"> in vivo</span>”... “Não existem normas. Só existem mutantes. O que importa é o que vocês sentem em vida”... “A mutação é inicialmente um médium da mesma maneira que o óleo para a pintura”.<br /><br />Trata-se nada menos que da expulsão da poesia para fora da esfera do lógico, tomado no sentido arcaico grego, da palavra (<span style="font-style: italic;">logos</span>), do linguageiro e lingüístico (<span style="font-style: italic;">logikon</span>), ou ainda daquilo que Barthes (no último curso no <span style="font-style: italic;">Collège de France</span>) chamava a frase. Ou seja, do poema enquanto proposição, julgamento, articulação gramatical e lógica interessada em verdades e na verdade.<br /><br />Podemos (nós, herdeiros da poesia ocidental) confiar o destino da poesia a outro médium diferente do seu, ou seja, a linguagem da palavra? Não. Porque a língua não é “um médium”.<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T07:01:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>AS MUTAÇÕES DO PODER E O LIMITE DO HUMANO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Newton Bignotto<!--more--><br />Foucault dizia que o poder no mundo contemporâneo deixou de operar segundo os velhos cânones da modernidade, quando se constituiu num<span style="font-style: italic;"> bio-poder</span>, cuja finalidade passou a ser a administração da vida biológica dos homens, visados como corpos naturais e não mais como animais políticos. Essa mutação do poder foi acompanhada pelo surgimento de nossas formas de dominação, diferentes daquelas às quais estávamos acostumados, quando estudávamos os regimes ditatoriais e tirânicos. Os regimes totalitários não foram, nessa perspectiva, um acidente histórico, mas, como afirma Giorgio Agamben, a realização plena de um novo paradigma da contemporaneidade.<br /><br />Essa nova configuração da política operou uma mutação da própria investigação sobre a condição humana. Em pleno Renascimento, o filósofo italiano Pico della Mirandola afirmou que o homem é o único animal capaz de criar sua própria condição. Servindo-se de sua liberdade, pode realizar obras extraordinárias e com isso se igualar aos deuses, ou pode mergulhar no horizonte sombrio da desmedida e igualar-se às bestas. A modernidade se apresentou para muitos filósofos como o momento histórico no qual o homem se lançou na busca de sua vertente solar, através do uso sistemático da razão, para a busca de conhecimentos que o libertassem das muitas amarras que o prendiam ao passado de trevas.<br /><br />O século XX viu essas trevas ocuparem o centro da cena mundial e enterrou para sempre a idéia de que o progresso da civilização iria nos livrar de nossas fraquezas e defeitos. O século da técnica e dos avanços espetaculares da ciência foi também o século dos massacres e do aparecimento da morte em escala industrial. O surgimento das sociedades totalitárias mudou nosso modo de ver a condição humana e seus caminhos. Tudo se passa como se a partir de agora não pudéssemos mais esquecer da besta, que Pico della Mirandola via como uma das possibilidades de nossa natureza. Essa nova realidade, que teimosamente alguns insistem em esconder, como se os regimes totalitários fossem apenas equívocos de um percurso destinado ao sucesso, descortina dois horizontes de investigação, que mudam o mapa de nossas inquietações.<br /><br />O primeiro diz respeito àqueles que praticam atos bárbaros respaldados pelo poder de Estado. Trata-se aqui de pensar a barbárie, que nasce no seio das organizações destinadas a ordenar a vida em comum dos homens. Nessa perspectiva, o velho problema do mal, que faz parte da tradição filosófica desde a antiguidade, é revisitado à luz de um conjunto de práticas, que não podem ser compreendidas apenas com um desvio do bem. A crueldade dos carrascos contemporâneos deve ser olhada pelo prisma de uma razão que, aceitando suas limitações, evita a armadilha da indiferença e da nostalgia.<br /><br />Os regimes totalitários nos forçam também a buscar compreender o território ético surgido com a narração das experiências daqueles que foram vítimas das políticas de extermínios dos regimes extremos. A palavra dos sobreviventes abre um campo de investigação, que não pode ser demarcado pelas fronteiras de uma moral convencional, que se limita a nos ensinar a compaixão pelos que sofrem. A verdadeira descida aos infernos dos que foram internados nos campos de concentração nos obriga a pensar os limites de uma natureza submetida ao quase aniquilamento. Essa nova fronteira da dor abre a possibilidade de explorar uma dimensão de nossa humanidade, que não podia ser antevista pelos viajantes literários que, como Dante, procuraram explorar os reinos infernais. A partir dos relatos dos que voltaram, nos defrontamos com uma viagem que não possuía um guia genial e não termina com a libertação do último círculo de provações. O mundo contemporâneo nos ensinou a viver sem a expectativa do paraíso e com limites que a modernidade lutou para afastar.<br /><br />Nossa tarefa será a de acompanhar alguns passos da descida aos infernos, que os regimes totalitários nos obrigaram a fazer, a partir da obra de alguns sobreviventes como Primo Levi, Jean Améry e Jorge Semprun. Com esse passo, pretendemos esclarecer os problemas éticos que surgem com a produção de um lugar de existência na  fronteiras do humano. Antes, porém, vamos tentar compreender, com Hannah Arendt, as mutações ocorridas nas sociedades políticas, que forjaram as condições para que a experiência radical do degredo pudesse existir no interior da contemporaneidade.<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T06:40:14+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>POR UM SABER SEM FRONTEIRAS</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Sérgio Paulo Rouanet<!--more-->
<br />Nosso ciclo de palestras parte do pressuposto de que estamos vivendo uma época de mutação. Mas mutação é passagem de um a outro estado de coisas, e toda a questão se resume em saber se nosso presente é fruto de uma mutação já consumada, ou se é transição para uma mutação ainda por vir. No primeiro caso, o conceito de mutação está associado a uma visão pessimista da história. Para ela, somos vítimas de uma mutação ocorrida com o advento da modernidade, cataclismo histórico que destruiu valores e referências fixas, e nos expôs à anomia, à desorientação existencial, à incapacidade de pensar o homem e seu futuro. Ficamos entregues a uma tecnociência cega, que se desprendeu do humanismo da Renascença e do Iluminismo, e nos deixou órfãos de sentido, num mundo privado de certezas. Para essa concepção, somos todos mutantes, frutos lamentáveis de uma corrupção que já aconteceu, tristes descendentes de uma humanidade perdida para sempre.<br /><br />No segundo caso, a mutação ainda não se deu, o que justifica um certo otimismo. Mesmo que nosso presente seja tão assustador quanto o descrevem os partidários da versão pessimista, ele nos oferece os instrumentos para preparar uma verdadeira mutação, em que o homem recupere a capacidade de pensar o ser e programar seu destino, em vez de ser arrastado por uma tecnociência que lhe tira a visão do todo e o arrasta, como um turbilhão, em direção a um futuro não desejado. Num caso, a mutação é um fato, realidade já dada, ou, se me permitem um jogo de palavras, um Fado, um <span style="font-style: italic;">Fatum</span> latino, decreto do destino, de cuja redação o homem não participou; no outro caso, é utopia, algo a ser construído pelo homem, no bojo de uma teologia da história que não perdeu inteiramente o contato com a idéia messiânica.<br /><br />Gostaria de explorar a segunda concepção, mostrando que grande parte de nossa sensação de impotência diante do desdobramento aparentemente incontrolável da técnica vem do fato de que a extrema fragmentação do saber nos impede de aceder a uma visão clara do processo de conhecimento como um todo. O progresso da ciência só se tornou possível graças à divisão intelectual do trabalho, mas essa mesma divisão bloqueou a possibilidade de qualquer sobrevôo generalista, sem o qual não temos como dar sentido e direção ao desenvolvimento científico-tecnológico. Mas a perda de sentido gerada pelo desaparecimento da visão de conjunto não foi o efeito de uma mutação trágica, e sim uma conseqüência natural da extrema complexidade e diversificação alcançada pela ciência pelo menos desde Galileu.<br /><br />Os resultados são terríveis, mas não foram gerados por nenhuma grande mutação. A mutação está à nossa frente. É agora que ela se impõe. É preciso que haja uma inflexão, a passagem para uma etapa em que o homem volte a ser sujeito do processo de geração e aplicação do conhecimento. A mutação que pretendemos deverá devolver ao homem a capacidade de ter uma visão de conjunto das atividades técnico-científicas, sem o que a democracia seria substituída pela logocracia. Sem dúvida, a obsessão com o todo não deve levar o homem a subestimar o conhecimento do particular. Segundo Adorno, totalidade e totalitarismo são termos correlatos. Mas o desejo de vislumbrar o conjunto não deve ser confundido com a aspiração fáustica de aceder ao saber soberano, cujo verdadeiro nome é poder. Ele exprime, simplesmente, a vontade de não se resignar à impotência, de não abdicar diante de um processo que se passa à nossa revelia, de não aceitar passivamente um sacrificium intellectus que nenhuma divindade impôs, de não aceitar a interdição imposta à razão humana de compreender o movimento do todo. A mutação que queremos é a que foi prenunciada na <span style="font-style: italic;">Encyclopédie</span>, que reconhecia as fronteiras disciplinares, mas procurava facilitar a comunicação entre as várias áreas do conhecimento. É também em parte a que foi imaginada pelo Círculo de Viena, que partindo do princípio da unidade ontológica do real, defendia, na <span style="font-style: italic;">Encyclopaedia of Unified Science</span>, a idéia de uma unidade da linguagem científica, mesmo que não se alcançasse a unidade das leis. <br /><br />Mas é sobretudo a que foi antevista por Pascal, ele próprio pensador sem fronteiras, inventor, matemático, filósofo e teólogo. “Todas as coisas sendo causadas e causantes”, escreveu Pascal, “e todas elas se comunicando por um laço natural e insensível que liga as mais afastadas e as mais diversas, considero impossível conhecer as partes sem conhecer o todo, ou conhecer o todo sem conhecer particularmente as partes.”<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T06:23:05+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>O NOVO INCOSCIENTE</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Lionel Naccache<!--more-->
* conferência em francês com tradução simultânea<br /><br /><br />As neurociências cognitivas exploram as propriedade psicológicas e as bases cerebrais dos processos mentais os mais diversos, utilizando uma abordagem dinâmica que conjuga o estudo de pacientes com lesões cerebrais, a psicologia experimental e as imagens cerebrais funcionais. No campo da consciência e do inconsciente esta abordagem permitiu, no espaço de uns quarenta anos, transformar a concepção científica da vida mental inconsciente através de três grandes resultados experimentais. Falemos primeiro sobre a definição funcional e descritiva do que se entende por “consciente” e “inconsciente” a fim de dissipar todo mal-entendido. Assim como Freud o formulava desde 1912, em <span style="font-style: italic;">Nota sobre o inconsciente em psicanálise</span>, é possível partir de uma definição descritiva, em negativo, do que se entende por inconsciente: “Chamemos agora de ‘consciente’ a representação que está presente em nossa consciência e da qual temos conhecimento, e digamos que é o único significado do termo ‘consciente’. <br /><br />Quanto às representações latentes, se nós temos qualquer razão para supor que elas existem no espírito - como era o caso da memória - elas serão designadas pelo termo ‘inconsciente’ (Freud, 1991). À luz deste critério de “capacidade de relação mental”, torna-se possível pesquisar dissociações entre quaisquer performances cognitivas (perceptivas, motoras, emocionais, categorização semântica, operações lingüísticas etc.) que surgem inconscientemente, quer dizer, na ausência de uma relação consciente. A neuropsicologia cognitiva contemporânea teve aqui um papel particularmente original, revelando tais dissociações sob formas muito variadas. O primeiro resultado experimental maior neste campo de pesquisa diz respeito à diversidade e à riqueza das operações mentais realizáveis inconscientemente. Longe de serem reduzidas a processos arcaicos, simplórios, automáticos, rígidos, inexpressivos, estas operações extremamente variáveis chegam a ser altamente complexas como a representação inconsciente de certos atributos semânticos de palavras escritas. <br /><br />O significado de uma palavra não percebido conscientemente pode ser inconscientemente representado. A este princípio de diversidade e de riqueza psicológica da vida mental inconsciente faz eco a ausência de setorização anatômica estrita dos correlatos cerebrais dos processos cognitivos inconscientes. Este segundo resultado pulverizou, definitivamente, as diferentes concepções anatomicamente compartimentadas da vida mental consciente e inconsciente. As representações mentais inconscientes não estão imprensadas nos andares “inferiores” do sistema nervoso, mas se pode encontrá-las virtualmente dentro de qualquer região neo-cortical: o inconsciente é ‘corticado’! <br /><br />Enfim, o terceiro resultado importante, cujo alcance nós só conseguimos entrever, se dirige às relações entre nossa atividade mental consciente e os inconscientes multicoloridos que nos habitam. Alguns desses processos inconscientes não se desdobram de maneira independente de nossa atenção e de nossas estratégias conscientes, mas eles são, ao contrário, muito sensíveis ao nosso comportamento consciente. Quer dizer, nós agimos sem o conhecimento sobre alguns de nossos processos cognitivos inconscientes. Esta plasticidade e esta sensibilidade de certos aspectos de nossa vida mental inconsciente poderiam conduzir a alguns progressos terapêuticos e ergonômicos interessantes. Estes três avanços maiores devem ser confrontados a dois outros resultados particularmente importantes: essas representações inconsciente plurais não são em nada comparáveis a nossos pensamentos conscientes.<br /><br />Existem propriedades que parecem exclusivamente reservadas a nossas representações mentais conscientes: a capacidade de manter ativamente uma representação por um tempo virtualmente ilimitado precisa de um modo de tratamento consciente. O conjunto de situações de cognição inconsciente revela o caráter muito evanescente das representações mentais inconscientes, que desaparecem em algumas centenas de milésimos de segundos. A segunda grande limitação trata do que se chama a dinâmica do controle estratégico: a adoção de uma nova estratégia de tratamento da informação, a invenção de um novo modo de tratamento, a modificação do nível de controle executivo necessitam da tomada de consciência do parâmetro que justifica essas mudanças (Dahaene e Naccache, 2001).<br /><br />Quando se relê os escritos de Freud sobre o inconsciente, levando em conta a evolução própria de seu pensamento (exemplo: através dos dois tópicos), é possível destacar os pontos de convergência, mas igualmente os motivos de divergência, por exemplo a oposição radical entre o “sistema Ics” e o conjunto dos processos cognitivos inconscientes objetivados pelas neurociências contemporâneas. Sem entrar aqui nos detalhes desta confrontação, eis que o modelo freudiano do inconsciente apresenta uma incompatibilidade maior com nossa concepção contemporânea. Para além das intuições geniais (elas existem, evidentemente) de Freud sobre o conteúdo de nossa vida mental inconsciente, a pedra angular do edifício freudiano, que é o conceito de recalque, parece consciente demais! Exercer o controle cognitivo sobre as representações inconscientes a fim de impedir o acesso ao sistema preconsciente-consciente, à imagem destes “guardiões da paz mental”, descritos por Freud em sua conferência de Worcester, proferida em 1909, exige a consciência. <br /><br />Numerosas experiências implacáveis e elegantes da psicologia cognitiva contemporânea nos ensinaram de fato que sem consciência do estímulo a controlar, o controle estratégico não pode ser exercido. O recalque de Freud não é um mecanismo de negação consciente. O segundo problema diz respeito à duração de vida destas representações mentais inconscientes, representações que parecem, segundo Freud, deslizar imperturbavelmente, tais como os cisnes majestosos e atravessar a existência de um indivíduo desde a sua primeira infância: a eternidade deste inconsciente contrasta de maneira palpável com a inelutável evanescência mencionada anteriormente. Como decorrência desta comparação parece assim que Freud provavelmente não descobriu o inconsciente, mas antes de tudo o inventou: o inconsciente freudiano visto como uma ficção consciente de Freud (Naccache, 2006).<br /><br />O que resulta deste exercício de exegese? Basta destacar essas conclusões, ou podemos tentar propor uma nova interpretação do discurso freudiano sobre o inconsciente, distinguindo claramente os “inconscientes contemporâneos”? A tese que eu sustento visa a defender a idéia de que, atrás deste “erro de Freud”, nós descobrimos a propriedade fundamental não de nosso inconsciente mas de nossa consciência: a necessidade vital que nós temos de inventar conscientemente as ficções mentais para chegar a existir. O inconsciente freudiano só existe como uma crença fictícia que permite à nossa consciência encontrar um significado para os acontecimentos de nossa vida psíquica.<br /><br />Ainda que sendo construções fictícias, essas construções interpretativas conscientes não deixam de guiar o rumo de nossas ações e acabam, pois, por inscreverem-se em nossa realidade. A psicanálise freudiana é a primeira tentativa séria e capaz de interessar-se por ficções mentais, e de reconhecer sua importância vital em nossa existência. Suas afirmações teóricas sobre a natureza de nosso psiquismo (em particular de nosso “inconsciente”) são, elas também, altamente fictícias, mas o trabalho muito específico que ela põe em marcha desenvolve-se diretamente a partir do interior do sujeito em nível pertinente à sua economia psíquica. A leitura de Freud que proponho aqui me parece estar de acordo, em relação a este ponto, com certas idéias desenvolvidas por Paul Ricoeur em sua obra sobre a psicanálise freudiana, <span style="font-style: italic;">Da interpretação</span>, na qual há o seguinte subtítulo: <span style="font-style: italic;">A psicanálise não é uma ciência de observação</span>. O conteúdo desta passagem soa harmoniosamente com nossa proposição de que a psicanálise freudiana é uma abordagem imediatamente interpretativa e não precedida de uma fase descritiva dos fenômenos psicológicos (Ricoeur, 1995).<br /><br />Assim Freud abriu, sem dúvida de maneira intencional, as portas das neurociências da arte da ficção, faculdade fundamental de nossa atividade mental consciente, arte da ficção que nós apenas começamos a explorar nos laboratórios das neurociências cognitivas.<br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">Referências bibliográficas</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="color: rgb(102, 102, 102);">DAHAENE, S.; NACCACHE, L. Towards a cognitive neuroscience of consciousness: basic evidence and a workspace framework. Cognition 79 (1-2): 1-37, 2001.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="color: rgb(102, 102, 102);">FREUD, S. Métapsychologie. Paris : Gallimard, 1991.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="color: rgb(102, 102, 102);">NACCACHE, L. Visual phenomenal consciousnes : a neurological guided tour. Prog Brain Res 150C : 185-195, 2005.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="color: rgb(102, 102, 102);">NACCACHE, L. Le nouvel inconscient, Freud, Christophe Colomb des neurosciences. Paris : Odile Jacob, 2006.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="color: rgb(102, 102, 102);">RICOUER, P. De l’interprétation. Paris : Seuil, 1995.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="color: rgb(102, 102, 102);">WEISKRANTZ, L. Consciousness lost and found : a neuropsychological exploration. New York: Oxford University Press, 1997.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T06:07:44+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>OS TRÊS TEMPOS DA MUTAÇÃO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Luiz Felipe de Alencastro<!--more-->
<br />A história dos povos e dos indivíduos flui, muda sempre, como um curso d’água em caudal contínuo. Ninguém vive duas vezes os mesmos eventos. “Não é possível mergulhar duas vezes no mesmo rio”, escreveu o filósofo grego Heráclito no final do século VI a.C. Todavia, o sentido da mutação é embaciado pelo peso das tradições, pela contingência dos fatos e pela abrangência das rupturas. Refletindo sobre estes temas, Fernand Braudel, num texto que se tornou um dos clássico das Ciências Humanas contemporâneas, distingue os três arcos concêntricos do tempo histórico.<sup>1</sup><br /><br />No arco de fundo desenrola-se o tempo longo, “uma história lenta, quase imóvel, a história do tempo geográfico onde vem se inscrever as sociedades e as civilizações brevemente agitadas pelas oscilações curtas da história dos acontecimentos”. No arco ou na cena mediana sucede o tempo social composto por “uma história lentamente ritmada, ...uma história dos grupos e das comunidades”. Enfim, na cena de primeiro plano corre o tempo curto ou tempo individual. É o tempo da história tradicional, na dimensão do indivíduo e não do homem provido de sua consciência coletiva. Aqui intervém uma história dos acontecimentos (<span style="font-style: italic;">événementielle</span>) ... marcada por “uma agitação de superfície, pelas ondas que as marés levantam no seu possante movimento; uma história de oscilaçõe  breves”.<br /><br />Na concepção braudeliana, o historiador – envolvido pela movimento curto dos eventos cotidianos – procura divisar o tempo social mediano e, mais além, o tempo longo, para compreender a verdadeira dimensão da temporalidade histórica. Há acontecimentos da atualidade brasileira que ilustram a mutação no contexto da concentricidade temporal explicada por Braudel. Assim, o sucesso do agronegócio e, em particular, da agroindústria sucroalcoleira, remete a um tempo longo que incorpora o tempo social mediano e também o tempo curto dos eventos imediatos. No tempo longo, os fatos são conhecidos. A colonização portuguesa nasceu em torno do engenho de açúcar. O Brasil entrou no mapa do mundo porque exportava açúcar. Tido como a mais importante <span style="font-style: italic;">commodity</span> da época, o açúcar sustentou a colônia nos dois primeiros séculos. Mesmo no século XVIII -, o século das Minas Gerais –, a produção açucareira proporcionou maiores rendimentos do que a produção de ouro, como demonstrou Stuart B. Schwartz. <br /><br />Gilberto Freyre vai mais longe em suas análises para situar as relações sociais engendradas nos engenhos no cerne da sociedade colonial e imperial. Agora, embalado pela baixa das tarifas de importação na União Européia e nos EUA, e pelo consumo crescente de biocombustíveis, a cultura canavieira ganha de novo grande destaque. Lula vê no etanol a salvação da lavoura, do Brasil e do mundo. Quem conhece a história do Brasil sabe como a grande lavoura açucareira carrega uma tradição de escravismo, de trabalho compulsório, de exploração de assalariados, de miséria social e de ruína do meio ambiente. Sabe também como esta atividade deu lugar às oligarquias mais atrasadas de nosso país e a um mandonismo regional autoritário e tinhoso. Os estragos sociais não cessaram. Pago pela quantidade de cana cortada, o trabalhador rural se submete a uma forma precária de assalariamento. Como no início da Revolução Industrial oitocentista, o aumento da produtividade intensifica a cadência do trabalho. Segundo os especialistas, nos anos 80, um trabalhador cortava quatro toneladas e ganhava o equivalente a R$9,09 por dia. Hoje, corta na média 15 toneladas e ganha cerca de R$6,88 por dia. Um milhão de homens, mulheres e crianças trabalham no corte de cana no Brasil.<br /><br />Neste contexto, o passado mal sarado de três séculos de escravidão de volta à tona. No mês de março, quando Lula saudava os usineiros como “heróis nacionais e mundiais”, o Ministério do Trabalho descobria cortadores de cana submetidos a uma situação sub-humana numa grande usina paulista. De quebra, o Ministério Público do Trabalho, afirmou que esta situação é comum em São Paulo, estado de onde sai 60% da produção nacional de etanol. Por detrás do sucesso do agronegócio prenuncia-se o espectro da vulnerabilidade econômica do país, de novo fascinado por sua “vocação agrícola”. Regressão ou progresso? Mutação ou continuidade? Trazendo para o presente cinco séculos de história, a agroindústria açucareira serve de ilustração para pensar o Brasil na nova divisão internacional do trabalho.<br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">1</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Fernand Braudel, Ecrits sur l’histoire, éd. Flammarion, Paris, 1969, rééd. 1977.</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Ver ainda a este respeito, Gérard Noiriel, “Comment on récrit l’histoire. Les</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> usages du temps dans les Écrits sur l’histoire de Fernand Braudel”, na Revue</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> d’Histoire du XIXème. Siècle, n. 25, 2002. Número dedicado ao tema “O tempo e</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> os historiadores”.<br /><br /></span><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T05:40:20+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A FABRICAÇÃO DO HOMEM E DA NATUREZA</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Jean-Pierre Dupuy<!--more-->* conferência em português<br /><br />Os homens sonham com a ciência antes de fazê-la. No pano de fundo de todo programa de pesquisa científica ou tecnológica, segundo Karl Popper, encontram-se visões de mundo, respostas às grandes questões sobre o ser, o tempo ou o homem que o positivismo chama de “metafísicas” para melhor esvaziá-las, porque nada há a dizer sobre esse assunto, que, na verdade, jamais poderá ser eliminado. <br /><br />Os discursos visionários ou ideológicos que acompanham o desenvolvimento das tecnologias de ponta têm, pelo menos, o mérito de nos lembrar que os cientistas fazem metafísica, quase sempre sem o saber. Um papel modesto e, entretanto, essencial que pode e deve representar o filósofo, consistindo em evidenciar e sistematizar esta metafísica implícita, para apreciar sua coerência e, sobretudo, submetê-la à crítica da Cidade. É inútil esperar uma democracia científica sem este trabalho. Mas é igualmente assim que o filósofo poderá, talvez, responder a esta questão fundamental: a ciência e a técnica, que dominam nossas sociedades, podem ajudar a preencher o vazio de sentido que parece afetá-las? Ou, ao contrário, não seriam elas as principais responsáveis por este vazio? <br /><br />Faz agora alguns anos que eu trabalho como filósofo sobre a ética das nanotecnologias - a “nanoética” como a chamam agora - ou, mais precisamente, sobre a ética da denominada “convergência NBIC”, que é a convergência entre Nano, Bio, Infotecnologias e Ciências Cognitivas. É a propósito desta convergência que eu gostaria, em minha conferência, de tentar responder às questões que acabo de apresentar. <br /><br />O componente mais visível do sonho nanotecnológico é o de tomar o lugar da bricolagem, que constituiu até agora a evolução natural e biológica para substituir o paradigma da concepção (design). Damien Broderick, um dos mais influentes visionários neste domínio, falou sobre todo o desprezo que lhe inspirava a natureza tal qual o homem a encontrou: “Não se pode pensar que nanosistemas, concebidos pelo espírito humano, venham a dar um curto-circuito em toda esta idéia erráticadarwiniana, para precipitar-se diretamente rumo ao sucesso do design?”  É fascinante ver a ciência americana, que teve que levar um embate duro para expulsar do ensino público todo vestígio de criacionismo, inclusive em seus avatares mais recentes, como a inteligência design, reencontrar através do programa nanotecnológico a problemática do design, com o homem doravante no papel do demiurgo.<br /><br />O filósofo poderia se encontrar em terreno conhecido. Encarnaria aqui o desenho que Descartes confere ao homem graças à intermediação da ciência: tornar-se mestre e possuidor da natureza, inclusive da natureza humana. A natureza torna-se artificial, o homem rebela-se contra o instituído, e, antes de tudo, contra tudo o que constitui sua finitude: sua mortalidade, mas também o fato de que nasça do ventre de uma mulher e, pois, não seja mestre de seu processo de fabricação. <br /><br />Seria deixar de lado o essencial. Outro visionário influente, Kevin Kelly, disse o seguinte: “Foi necessário um longo tempo para compreender que o poder de uma técnica era proporcional à sua falta intrínseca de controle, à sua incapacidade de nos surpreender, engendrando o radicalmente novo. Na verdade, se nós não sentimos inquietude diante de uma técnica, é porque ela não é revolucionária o suficiente”. O “nano-sonho” estando, em última instância, por provocar na natureza processos complexos irreversíveis, o engenheiro de amanhã não será um aprendiz-feiticeiro por negligência ou incompetência, mas por desenho (<span style="font-style: italic;">design</span>). O verdadeiro <span style="font-style: italic;">design</span>, hoje, não é o controle, mas o seu contrário.<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T05:29:54+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>AS DUAS MUTAÇÕES DE NIETZSCHE</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Oswaldo Giacoia Júnior<!--more-->
<br />Nietzsche é conhecido sobretudo pelo ímpeto disruptivo de sua crítica: <br /><br />“Conheço a minha sina. Um dia, meu nome será ligado à lembrança de<br />algo tremendo – de uma crise como jamais houve sobre a Terra, da mais<br />profunda colisão de consciências, de uma decisão conjurada contra tudo o<br />que até então foi acreditado, santificado, requerido. Eu não sou um homem.<br />Sou dinamite.” <sup>1</sup><br /><br />Contudo, há também um lado positivo e afirmativo em sua filosofia, que sempre empalidece, se contraposto à de seus ataques arrasadores contra todos os bastiões que protegem as principais esferas da cultura, da religião à política, da moral à economia, da educação à estética. Com a morte de Deus, Nietzsche anuncia a mais radical e profunda crise da razão na modernidade e, com sua reflexão sobre o niilismo, a derrocada, o esgotamento, a perda de sentido e contingência por parte dos supremos valores que até agora determinaram o curso do processo civilizatório no Ocidente; e, ao fazê-lo, proveram uma perspectiva de sentido para a existência e para a história humana. <br /><br />Com tudo isso, sugiro que o pensamento de Nietzsche é, em seu estrato mais fundamental, uma filosofia da mutação, justamente porque é capaz de pensar a catástrofe até suas derradeiras conseqüências. E, nesse sentido, o curso da história se desvela, para ele, a partir de duas mutações epocais, que assentaram os trilhos para a marcha da história universal. <br /><br />Uma primeira mutação ocorre na antiguidade clássica e dá início a um longo e ainda em curso processo de decadência - a perempção da cultura trágica na antigüidade grega, dá lugar ao processo de decadência cultural que culmina na modernidade. Esse ocaso pode ser simbolizado na figura de Sócrates, como o signo maior do otimismo ínsito à essência da lógica e da dialética, otimismo que anima a crença na onipotência da razão; esta, guiada pelo fio condutor da causalidade, colocar-se-ia na condição de decifrar todos os enigmas do universo - e não somente solucioná-los, mas também de corrigi-los. <br /><br />Assim, uma grande mutação dá origem à cultura científica do Ocidente e se reflete na figura de Sócrates - o mestre supremo do logos científico. “Quem alguma vez tornou visível para si como depois de Sócrates, o mistagogo da ciência, uma escola filosófica é substituída pela outra, como a onda pela onda; como, nos mais remotos domínios do mundo cultivado e como a autêntica tarefa para toda aptidão mais elevada, uma universalidade da ânsia de saber, nunca suspeitada, conduziu a ciência ao alto mar, do qual, desde então, ela jamais pôde ser de novo completamente removida; como, primeiramente por meio dessa universalidade, uma rede comum do pensamento foi estendida sobre o conjunto do globo terrestre, sim com vistas à legalidade de um sistema solar inteiro; quem tornou presente para si mesmo tudo isso, junto com a surpreendente pirâmide de saber da atualidade - esse não pode se recusar a ver em Sócrates o ponto de inflexão e o vértice da assim chamada história universal” <sup>2</sup>.<br /><br />Por outro lado, a conseqüência e o aprofundamento dessa mutação deu gerou a confluência helenística entre a racionalidade socrática e a religiosidade cristã. Esta, depois de avatares e peripécias culturais, lastreada numa cumplicidade velada com a ciência moderna, engendrou a situação crítica que, em nossos dias, se abisma numa espécie de catástrofe dos valores superiores. <br /><br />Mas, como a catástrofe trágica, ela é também prenúncio de nova mutação: a transvaloração de todos os valores, a auto-supressão da moral cristã atualmente secularizada no idealismo da vontade de verdade. E assim, a catástrofe da razão, que constitui o autêntico significado do niilismo, entendido como lógica da decadência, é também o anúncio e aurora de uma nova mutação – aquela que se instituirá como o resgate da inocência do vir-a-ser, para além de toda culpa e de toda necessidade de expiação. So  tal perspectiva seria necessário repensar temas como o Além-do-Homem, a avaliação da gênese dos valores culturais dominantes, bem como o imperativo de instituição de novas tábuas de valor.<br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">1</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> NIETZSCHE, F. Ecce Homo Por que sou um Destino, 1. Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 109.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">2</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> NIETZSCHE, F. Die Geburt der Tragödie, parágrafo 15. In: Sämtliche Werke Kritische Studienausgabe (KSA) Ed. G. Colli und M. Montinari, Berlin, New York, München: de Gruyter, DTV. 1980, vol. 1. p. 99s.</span><br style="color: rgb(0, 0, 0);" /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br style="color: rgb(0, 0, 0);" /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T05:00:59+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DESCONTROLE DO TEMPO HISTÓRICO E BANALIZAÇÃO DA EXPERÊNCIA </title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Franklin Leopoldo e Silva<!--more--><br />Os futuros historiadores da nossa contemporaneidade provavelmente terão que renunciar a fazer uma história de longa duração, aquela em que o devir se mostra – nas palavras de Foucault – como um “declive suave”. Vivemos aquilo que se tem designado como a aceleração do tempo histórico, em que a experiência da sucessão é marcada mais pelas rupturas do que pela continuidade. O caráter abrupto das mudanças, o paradoxo dos pequenos intervalos vividos como longas distâncias, a rapidez das superações que ocorrem por via do esquecimento, tudo isso aparece como um testemunho tardio de que o tempo, como dizia Agostinho, é distensão subjetiva e não o transcurso das coisas.<br /><br />Por outro lado, ao experimentar essa velocidade, sentimos que tudo depende dos acontecimentos que se dão na dimensão objetiva de uma rede de determinações históricas que dominamos cada vez menos. Assim, o fenômeno que Husserl chamou de “consciência íntima do tempo” manifesta-se também como estranhamento já que, no próprio ato de representar o tempo, parece que ele nos escapa, menos pela sucessão do que perdemos devido ao caráter efêmero das coisas, do que pelo acúmulo do que nos é trazido pelas transformações, e que mal podemos compreender ou controlar. Assim, a compreensão do tempo histórico fica como que suspensa numa hesitação entre a pretensão subjetiva de dominar o tempo através da liberdade de vivê-lo e a necessidade que nos arrasta num fluxo de mutações mais rápido do que o ritmo de nossa experiência da temporalidade. <br /><br />Daí deriva a ambigüidade que afeta o significado das mutações. Elas provêm da história que fazemos, mas também daquilo que a história vem fazendo de nós. E aí estaria a raiz do drama contemporâneo enquanto tensão entre um sujeito exacerbadamente ativo e ao mesmo tempo inteiramente passivo quanto à recepção do resultado de suas ações. Em outras palavras, o sujeito é agente de uma história que, por se revelar num fluxo acelerado de mutações, lhe escapa, frustra suas intenções e o destitui de sua autonomia. Há que se observar ainda um paradoxo decorrente de que o acúmulo das mutações e a multiplicidade dos conteúdos da experiência temporal não a torna mais densa   sim, pelo contrário mais fluida, pela impossibilidade de que essa experiência se dê rente ao tempo real, de modo que o sujeito pudesse vivê-lo plenamente. Tudo se passa como se a quantidade das mutações nos impedisse de experimentar a qualidade de um tempo vivido como transformação. O que se reflete na dificuldade de se apreender o significado do devir histórico: por que mudamos e para onde nos levam tantas mudanças. Por um lado, apreciamos a extensão e o alcance das mudanças, que nos revelariam o “progresso”; por outro lado, recuamos perplexos diante da intensidade com que deveríamos vivê-las. Como não apreendemos inteiramente o significado do devir histórico, resignamo-nos a tomar esse fluxo acelerado como um fim em si mesmo. A conseqüência dessa perda do horizonte das mutações é um certo empobrecimento existencial e histórico que nos faz viver o efêmero como o descartável e a facilidade com que transitamos entre essas duas significações implica a banalização da experiência.<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T04:51:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ANTI-HUMANISMO E PÓS-HUMANIDADE</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Axel Khan<!--more--><span style="font-weight: bold;">* </span>conferência em francês com tradução simultânea.<br /><br /><br />O anti-humanismo moderno não somente se funda na rejeição do antropocentrismo e na contestação do especismo. Inclui também o discurso segundo o qual a única possibilidade do homem escapar de sua incompletude, de sua natureza animal, seria pôr em prática as técnicas que ele aprendeu a dominar para projetar-se num futuro pós-humano. Tal seria a condição para que possa usufruir de uma verdadeira dignidade. Francis Fukuyama anunciava tal coisa em 1999, quando escrevia: “O caráter aberto das ciências contemporâneas da natureza nos permite supor que, daqui a duas gerações, a biotecnologia nos dará os instrumentos que permitirão finalizar o que os especialistas de engenharia social não conseguiram fazer. Neste estágio, teremos definitivamente terminado com a história humana porque teremos abolido os seres humanos enquanto tais”<sup>1</sup>. A atualidade é rica hoje de evocações de tentativas mais ou menos reais, mais ou menos fantasmagóricas, e, em todo caso, de aspirações de alguns de aí chegar através de meios diferentes, quer se trate de clonagem, de aperfeiçoamento genético germinal ou da criação do cyborg híbrido entre o homem, a máquina e o computador. Neste campo, os incondicionalmente favoráveis e os detratores do Progresso rivalizam em imaginação e em previsões que aparecem, segundo o campo em que se agrupam seus autores, luminosos ou baços<sup>2</sup>. Ainda que estejamos aqui cheios de delírio, a importância<br />da produção literária, de comentários e debates dedicados às perspectivas alegadas testemunham a consistência, ao menos psicológica e social, de tais aspirações ou repulsas. <br /><br />Em resumo, as duas raízes do anti-humanismo moderno, opostas mas convergentes, são as seguintes: para uns, a animalidade do homem (ver a ‘humanidade’ de certos animais) não justifica esta pretensão a um direito exclusivo dos seres de nossa espécie à dignidade. Para outros, sem dúvida sensíveis a esta argumentação, esta reivindicação só se tornaria legítima se o homem chegasse a superar-se pela aplicação de seus próprios artifícios científicos e técnicos. Penso, de fato, que animalidade, humanidade e superação de si ou sobrehumanidade são facetas indissociáveis da natureza humana. Elas constituem as condições do surgimento das origens de nossa espécie, e com as quais será necessário ainda contar para que possamos nos engajar sempre mais distante no futuro. É graças a tais qualidades da natureza que o homem soube criar este mundo de cultura e de conhecimentos, ao contato do qual se forja a personalidade de cada um. Graças ao saber cumulativo do gênio humano, sabemos que não estamos fora da natureza, nem no centro do Universo, nem no cume do mundo dos vivos, nem mesmo, desde Freud, plenamente conscientes das razões psicológicas de todas as nossas ações. Em contrapartida, a evolução biológica dotou-nos desta duvidosa propriedade de nos reivindicarmos livres, e, conseqüentemente — qualquer que seja, entretanto, o caráter às vezes ilusório desta reivindicação — de nos sabermos responsáveis por nossas ações. Lá   e apenas lá, mas isto muda tudo — encontra-se esta assimetria de situação, fundando a evidência de um pensamento humano renovado, assimetria entre um ser responsável pelas conseqüências do exercício de seu poder sobre um mundo de natureza que em nada é responsável, nem por ela nem por nós.<br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">1</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> FUKUYAMA, Francis. La fin de l’Histoire, diz ans après. Le Monde, 17 de julho de 1999.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">2</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> LECOURT, Dominique. Humain, post-humain. PUF, Paris, 2003.</span><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T04:38:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>HUMANO, PÓS-HUMANO, TRANSUMANO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Laymert Garcia dos Santos<!--more-->
Avaliando, em “Aceleração, progresso e <span style="font-style: italic;">experimentum humanum</span>”, os estudos que vêm sendo realizados sobre a temática da aceleração na civilização tecnológica, o sociólogo Hermínio Martins observa que a “elite de <span style="font-style: italic;">digerati</span>” preconiza uma mutação inédita, “que se poderia denominar ontológica (ou des-ontológica)”, para um futuro pós-humano, pós-biológico, expresso pelo termo “Singularidade”. Como escreve o sociólogo: “A escola da aceleração-para-a-Singularidade, do aceleracionismo escatológico (alguns deles chamam-se a si próprios Singularitarians) pelo menos dá um sentido de transcendência potencial e uma direção privilegiada bem definida para os processos tecnoeconômicos em curso, e de toda a História, porém mais que um significado histórico-mundial, uma viragem para uma nova civilização, um sentido ainda mais profundo, ontúrgico e cosmogônico, um salto para um novo modo de existência.”<sup>1</sup><br /><br />Ora, em que consiste essa aceleração para a Singularidade? J. Von Neumann teria cunhado o termo “Singularidade” nos anos 50, para designar uma mutação absolutamente extraordinária; mais tarde cientistas, entusiastas da tecnociência e autores de ficção científica dele se apropriaram para nomear a passagem para o pós-humano ou transhumano. “Hoje, escreve o sociólogo, o projeto transhumanista está essencialmente vinculado aos avanços da tecnologia computacional do ponto de vista prático, à extensão das ciências ciberneticizadas da vida, da mente (...) e do cérebro, e à permeação do nosso modo de pensar por uma metafísica informacionista do ponto de vista teorético. No entanto, o essencial da visão trans-humanista, no mínimo a perspectivação do sucessor legítimo do homo sapiens como sumidade cognitiva, cujo veículo seria um ente pós-biótico, realizado através de uma auto-evolução, por uma série de transformações endosomáticas ou endopsíquicas, aproveitando a tecnociência disponível a cada momento, foi formulado antes do grande surto das máquinas inteligentes depois de 1945, e mesmo sem a antecipação clara desta linhagem tecnológica.”<sup>2</sup> É que Martins identifica no ensaio de John D. Bernal,<span style="font-style: italic;"> The world, the flesh and the devil – Three enemies of the rational soul</span>, publicado em 1929, a matriz do pensamento da Singularidade: “a perspectiva era da constituição de que se poderiam chamar hoje ciborgs epistêmicos, e em particular para tornar os humanos mais aptos para as viagens espaciais.” “A motivação essencial parece ter sido a necessidade de pensar a melhor maneira de superar os limites do progresso do conhecimento científico que decorrem das nossas características contingentes de meros primatas inteligentes, das nossas ‘formas de intuição sensorial’, da nossa <span style="font-style: italic;">Umwelt</span> e <span style="font-style: italic;">Wirkwelt</span>, como diria um autor coevo, o biólogo neokantiano J.V. Uexkül.”<sup>3</sup><br /><br />Como bem observa Martins, tratava-se, portanto, de um projeto de superação dos limites do humano com vistas a realizar a “Tarefa Comum”, entendida como a maximização do conhecimento tecnocientífico como fim último e exclusivo. Mas se a intenção foi mantida e alimentada ao longo de todo o século XX, o foco, todavia, mudou. Hoje a ênfase deslocou-se das viagens espaciais e do cosmos para os microcosmos, centrando-se na mente e no indivíduo, entendidos sob a ótica das tecnologias da informação. É por aí que se acredita ser possível operar a Singularidade. Há muita discussão sobre o caráter utópico ou realista dessa empreitada que mais parece literatura de ficção científica, e chovem argumentos dos dois lados. De todo modo, no entender de Martins, está colocada a “Grande Questão”: “A nova Questão, que poderia ter definido também uma época, mas já será tarde demais para isso, seria a Questão do Homem, da antropodicéia, da apologia do humano, ou pelo menos do seu epitáfio e do seu testamento.”<sup>4</sup><br /><br />A Questão do Homem, no caso, não vem a ser propriamente a elaboração de uma nova resposta para a pergunta “O que é o Homem?”, nem mesmo a tentativa de se considerar o Homem-como-Experimento, isto é, como ser lançado numa grande aventura: “Mais propriamente, poderíamos dizer que surgiu o projecto do “Experimento-sobre-o-Homem”, pelo Homem, sobre o seu próprio ser ou natureza (...), que ocupa enfim um lugar cada vez mais saliente na agenda tecnológica, especialmente no projecto tecnocibernético trans-humanista.” Para muitos críticos, o problema político da genética exige a discussão e o estabelecimento de limites que impeçam o advento do Experimento, na medida em que este pressupõe a superação do humano e a desconstrução da natureza humana, conduzindo à abertura de uma segunda linha de evolução da espécie. Por isso, nos últimos anos tem crescido nos países do capitalismo avançado o coro dos que alimentam o debate visando, seja uma intervenção dos governos seja uma mobilização da sociedade civil, em favor de uma regulação do que pode e deve, ou não, ser tolerado.<br /><br />Parte das manifestações favoráveis ao estabelecimento de limites ao progresso da engenharia genética vem de autores humanistas que a rejeitam pura e simplesmente. Porém, não me parece interessante tentar problematizá-las porque elas soam irrealistas e, de certo modo, muitas vezes retóricas, tendo em vista sua obstinação em ignorar o terreno, as condições e as forças que tornam o Experimento factível.<br /><br />Minha intervenção procurará privilegiar a confrontação do pensamento de Martins e de autores da Singularidade, como Vernor Vinge e Ray Kurzveil, com as perspectivas de Francis Fukuyama (<span style="font-style: italic;">Our post-human future</span>), Jürgen Habermas (<span style="font-style: italic;">Die Zukunft der menschlichen Natur</span> – O futuro da natureza humana), Peter Sloterdjik (<span style="font-style: italic;">Regeln für den Menschenpark</span> – Regras para o parque humano) e Slavoj Zizek (<span style="font-style: italic;">Organs without bodies</span>).<br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">1</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> MARTINS, H. “Aceleração, progresso e experimentum humanum”, in Martins, H. e Garcia, J.L. (org.) Dilemas da civilização tecnológica, Lisboa: Imprensa das Ciências Sociais, 2003, p. 7.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">2</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Idem, p. 29.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">3 </span><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Idem, p. 29.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">4</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> “Aceleração...”, op. cit.p. 36.<br /><br /></span><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 102);"></span></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T03:58:33+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>REVOLUÇÕES, MUTAÇÕES... </title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Francisco de Oliveira<!--more-->
<div style="text-align: right;"><div style="text-align: left;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></span></div><div style="text-align: left;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></span>Por qualquer ângulo que se observe, há poucas dúvidas de que nossa época é uma daquelas curvas em que a história dobra e muda de rumo. Há, certamente, muito de um processo cumulativo que faz com que essa “curva” não seja inteiramente um “raio num dia de céu azul”. Melhor dizendo: os processos cumulativos explicam quase inteiramente nossa época, com a diferença talvez de que seu rosto é que resultou imprevisível. <br /><br />O acento de uma mudança desse porte, freqüentemente classificado no rol das mutações biológicas ou genéticas, é posto prioritariamente na explosiva combinação da ciência e processos produtivos, isto é, na tecnologia como uma força produtiva. Marx apontou esse caminho e sobretudo, para nossos próprios fins, extraiu-lhe as conseqüências mais radicais exatamente no campo do trabalho. <br /><br />Aqui é que a intensificação da acumulação produz uma verdadeira mutação: o trabalho produtivo como consumo do trabalho vivo reduz-se a ínfimas porcentagens do produto total, e no entanto o redefine completamente, e com ele toda a trama das relações sociais e da sociabilidade. De fato, qual é a contribuição do trabalho vivo para um software saído dos laboratórios da Microsoft? E no entanto, o conjunto dos trabalhos vivos em escala planetária foi redefinido a partir daquela ínfima participação, e paradoxalmente é essa soma de trabalhos vivos parciais, que já não têm o condão de determinar os rumos e ritmos da acumulação de capital, que sustenta, lá na ponta, o essencial e insubstituível ainda que ínfimo trabalho vivo do software de Bill Gates. <br /><br />Mas ainda não estamos no terreno de uma total mutação, pois o que essa revolução sem paralelo ainda reproduz continua sendo capital e toda sua coorte, surpreendentemente amplificada de miséria e desigualdade. Eis o nosso problema, eis o enigma.<br /><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></span></div><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T02:14:17+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>HETERODOXA MUTAÇÃO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>José Miguel Wisnik<!--more-->
<br />Se o estado de mutação deflagra a não-correspondência escancarada entre categorias de pensamento vigentes e o estado atual de coisas, proponho uma visita a casos de pensamento heterodoxo, na intenção de testá-los como pensamento constituído sobre a mutação – heterodoxos na própria medida em que o princípio de mutação lhes é inerente. [Pudores bem pensantes serão abandonados ao longo da empreitada, sem prejuízo, espera-se, do exercício do pensamento crítico, que também estará passando por sua prova.]<br /><br />1. Na construção de uma Nova Psicanálise, que se pretende um terceiro passo além de Freud e Lacan, MDMagno postula a teoria d’Os Cinco Impérios [o tema do Quinto Império, tomado aqui como mote, está em Fernando Pessoa, remete ao profetismo de Antonio Vieira, ao sebastianismo português e remonta ao sonho bíblico de Nabucodonosor]. Na versão de MDMagno, Os Cinco Impérios são A Mãe, O Pai, O Filho, O Espírito e Amém.<sup>1</sup> Tento uma paráfrase livre e super-sintética. O vínculo com a mãe/mater/matéria [A Mãe], que se inscreve no corpo, que se guarda nos animismos, no seu lastro tectônico e esfingético, e numa herança primária de fundo, é recoberto pela invenção do monoteísmo judaico [O Pai], que projeta para o céu, ao custo da lapidação das mulheres, um Deus masculino sob o qual o reconhecimento do vínculo primário com a mãe só se faz pela intervenção simbólica do Pai. Num terceiro passo, esse vínculo secundário ganha autonomia em relação ao primário na figura do Filho criado ex-nihilo, sem vinculação com descendências carnais, primárias, fazendo do filho direto do Pai, sem cópula com a Mãe, um correspondente da especificidade puramente simbólica do humano [O Filho]. É no passo seguinte que se coloca a vicissitude da mutação contemporânea: o processo da modernidade pressiona por uma passagem inédita do secundário ao originário [O Espirito], em que o humano tem que se haver com a loucura fundamental da espécie e com o originário puro que pivoteia entre haver/não-haver (haver desejo de nãohaver, que não há) [Amém]. Em outros termos, trata-se do desafio a uma humanidade não apoiada sobre a trindade familiar Mãe, Pai e Filho, mas numa arreligião do originário puro (o Haver com’Um e sua fractalidade).<sup>2</sup> Nada garante a consumação dessa passagem, que, no entanto, está em curso em toda a sua tragicidade, tracionada pelos fundamentalismos religiosos, dissipada pela banalização midiático-mercadológica, elevada ao limite do psicologicamente insuportável etc.<br /><br />2. Luiz Sérgio Coelho de Sampaio postula um esquema simples nos seus elementos constitutivos e complexo nos desdobramentos, no qual Sérgio Paulo Rouanet identificou “um substrato lógico, uma construção antropológica e uma filosofia da história”.<sup>3</sup> As culturas não operam sem lógicas subjacentes, que basicamente são duas – a da identidade [I] e a da diferença [D] – das quais derivam a lógica dialética [I/D] e a lógica clássica ou da dupla diferença [D/D]. No paradigma religioso, a lógica do monoteísmo é a da identidade [I], a do politeísmo da diferença [D], a do cristianismo é a da dialética e das vicissitudes do sujeito dividido [I/D], e a da ciência moderna é a lógica relacional, diacrítica, do terceiro excluído [D/D] (a dimensão religiosa está ausente desta, com a omissão do traço identitário e a potencialização diferencial da diferença). Em termos filosóficos, se o cogito e a lógica fenomenológica partem de I, o significante, o inconsciente, o lapso remetem a D, a dialética a I/D, e a redução tecnológica de todos os processos à sua digitalização e redução à distinção mínima 0/1 é obra de D/D. (I e D/D, associadas, são as lógicas dominantes do mundo da empresa e da tecnociência, instrumentalizando o desejo D a seu favor; D e I/D são lógicas dominadas, nesse contexto). É tentador relacionar as lógicas de Sampaio com os Impérios de MDMagno. Nesse caso, o Primeiro Império [A Mãe] é o da Diferença perante o Segundo [O Pai], que é o da Identidade, o Terceiro [O Filho] o da a dialética, sendo o quarto novamente o problema. Por um lado, ele é a realização da lógica clássica nas suas conseqüências de domínio tecnocientífico de todas as esferas [D/D], esvaziando as lógicas identitárias (esvaziamento frente aos quais os fundamentalismos são uma reação e uma revanche). Por outro, ele suscita a passagem a uma lógica “quinquitária”, mutante, que subsumiria todas as outras, e que, como a própria capacidade de linguagem, definidora do humano, é ao mesmo tempo identidade e diferença, dialética e dupla diferença [I/D/D].<br /><br />3. Em texto recente sobre a propriedade intelectual, mas que acaba incidindo diretamente sobre a questão da mutação, Laymert Garcia dos Santos (comentando Deleuze/Foucault)<sup>4 </sup>observa o horizonte contemporâneo de um lançar-se além do par Deus/homem que não se regula mais pela elevação ao infinito (como nos séculos 17 e 18), nem à finitude (como no 19), mas que instaura um “finito ilimitado – se assim denominarmos toda situação de força na qual um número finito de componentes produz uma diversidade praticamente ilimitada de combinações”. É estimulante pensar, no entanto, que esse “finito ilimitado” é o próprio princípio que funda a existência da linguagem verbal (combinação ilimitada de um número restrito de unidades distintivas), que a invenção da escrita alfabética é a decodificação do DNA dessa linguagem, e que as técnicas de reprodução, culminando na digitalização, são uma potencialização extrema desse mesmo princípio. Que se descubra o código genético como regido ainda pelo princípio do “finito ilimitado” (quatro elementos químicos regendo toda a cadeia do código), o mesmo princípio que rege a linguagem e as máquinas digitais, nos coloca no cerne da questão da mutação, em que biologia, trabalho e linguagem participam do mesmo processo em que a sua curvatura avança em direção ao originário. Dominar esse dominó indominável passa a ser uma disputa feroz do imaginário (a suposta obtenção da chavemestra do segredo humano) inseparável do poder real que ele representa como domínio de todas as esferas pelo capital. A questão se coloca, pois, entre a afirmação de uma lógica tecnocientífica generalizada e acoplada<br />aos interesses de megaempresas [I + D/D], que impede a realização das potencialidades que ela mesma desencadeia, e o salto para uma lógica integradora mais complexa [I/D/D], que inclui as demais e as transforma – exposta, no entanto, nas contingências históricas, à mesma fragilidade com que se montam os estágios mais altos de um castelo de cartas.<br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">1</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Baseio-me na série de seminários de MDMagno, e  especial Pedagogia freudiana,</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Rio de Janeiro, Imago, 1993, Velut Luna: a clínica geral da nova psicanálise  Rio,</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> UniverCidade de Deus (publicação provisória), 1995 e no livro de Maria Luiza Furtado</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Kahl, A interpretação do sonho de Freud, Santa Maria, Editora UFSM, 2000.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">2</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Kahl, op. cit., p. 160-162.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">3</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Rouanet, em Luiz Sergio Coelho de Sampaio, Filosofia da cultura – Brasil: luxo ou</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> originalidade, Rio, Editora Ágora da Ilha, 2002. Baseio-me também em Sampaio,</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> A lógica da diferença, Rio, UERJ, 2001.</span><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><br style="color: rgb(102, 102, 102);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">4</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Laymert Garcia dos Santos, “Paradoxos da Propriedade Intelectual” , Mesa “The</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> effects of intellectual property on cultural creation and diffusion” / “Intellectual</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Property: Tensions between the Logic of Capital and Social and Developmental</span><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> Demands” – IEEIBR, São Paulo, 8 e 9 de Março de 2007.<br /><br /></span><div style="text-align: right;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 102);"></span></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-04T01:39:35+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Projetos selecionados</title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<br />A <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=28418&more=1&c=1&pb=1">Comissão de Seleção</a>, composta por 09 membros designados pelo Ministério da Cultura, FAPEX, SESC-SP e MEC, reuniu-se no dia 31 de julho de 2007, no Rio de Janeiro, e decidiu indicar os seguintes projetos para patrocínio do Programa Cultura e Pensamento, de acordo com as Seleções Públicas 2007:<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" />  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">PROJETOS DE DEBATES PRESENCIAIS:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Linha Temática A </span>- Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle:<br /><br /><div style="margin-left: 40px;">• <span style="font-weight: bold;">&quot;ALÉM DAS REDES DE COLABORAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURAL E AS TECNOLOGIAS DO PODER&quot;</span><br /><span style="font-weight: bold;">Curador:</span> Sérgio Amadeu da Silveira (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Casa de Cinema de Porto Alegre (RS)<br /><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Linha Temática B -</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura:<br /><br /><div style="margin-left: 40px;">• <span style="font-weight: bold;">“CARNAVAL DO BRASIL”</span><br /><span style="font-weight: bold;">Curador:</span> Perfeito Fortuna (RJ); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Viva Brasil (RJ)<br /><br /><br /></div><span style="font-weight: bold;">Linha Temática C </span>- Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade:<br /><br /><div style="margin-left: 40px;">• <span style="font-weight: bold;">“CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRÁTICAS E IDÉIAS” </span><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Maria Elisa Burgos Pereira da Silva Cevasco (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Ação Educativa (SP)<br /><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;">Linha Temática D</span> – Temática de livre escolha:<br /><br /><div style="margin-left: 40px;">• <span style="font-weight: bold;">“A SAGA DA MÚSICA DE CONCERTO NO BRASIL DE HOJE E NA AMÉRICA LATINA”</span><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora: </span>Ana Lúcia Altino Garcia (PE); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Virtuosi Sociedade Artística Ltda. (PE)<br /><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"> </span></span>     <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">PROJETOS EDITORIAIS DE DEBATES EM PERIÓDICOS IMPRESSOS</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><div style="margin-left: 40px;">• <span style="font-weight: bold;">”REVISTA GLOBAL/BRASIL” </span><br /><span style="font-weight: bold;">Editor:</span> Giuseppe Mário Cocco (RJ); <span style="font-weight: bold;">Entidade</span> <span style="font-weight: bold;">Produtora:</span> Do Lar Design Ltda (RJ); (Linha Temática A:<span style="font-weight: bold;"> </span>Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle);<span style="font-weight: bold;"></span></div><br /><div style="margin-left: 40px;">• <span style="font-weight: bold;">“GRUMO, PENSAMENTO EM TRÂNSITO”</span><br /><span style="font-weight: bold;">Editora:</span> Diana Irene Klinger (RJ); <span style="font-weight: bold;">Entidade</span> <span style="font-weight: bold;">Produtora:</span> Viveiros de Castro Editora Ltda. (RJ); (Linha Temática B: Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura);</div><br /><div style="margin-left: 40px;">• <span style="font-weight: bold;">“REVISTA AZOUGUE”</span><br /><span style="font-weight: bold;">Editor:</span> Sérigo Cohn (RJ); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Beco do Azougue Editorial Ltda. (RJ); (Linha Temática D<span style="font-weight: bold;"></span>: Temática de livre escolha);<span style="font-weight: bold;"></span></div><br /><div style="margin-left: 40px;">• <span style="font-weight: bold;">“REVISTA COQUETEL MOLOTOV”</span><br /><span style="font-weight: bold;">Editora: </span>Ana Cristina Altino Garcia (PE); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora: </span>Coquetel Molotov Produções Ltda. (PE); (Linha Temática B: Populações e territórios: o global, o nacional e o
local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura);<span style="font-weight: bold;"></span></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" /> </span>     <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">PROJETOS EDITORIAIS DE DEBATES EM MÍDIAS ELETRÔNICAS ON-LINE</span><br style="color: rgb(153, 51, 0);" /><br /><div style="margin-left: 40px;">• <span style="font-weight: bold;">”ESTÉTICAS DA BIOPOLÍTICA, AUDIOVISUAL, POLÍTICA E NOVAS TECNOLOGIAS”</span><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Ilana Feldman Marzochi (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Pecego Produções Artísticas Ltda. (RJ); (Linha Temática A:<span style="font-weight: bold;"> </span>Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle);<span style="font-weight: bold;"></span></div><br /><div style="margin-left: 40px; text-align: left;">• <span style="font-weight: bold;">“REPRESENTAÇÃO IMAGÉTICA DAS AFRICANIDADES NO BRASIL”</span><br /></div><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Editora:</span> Denise Conceição Ferraz de Camargo (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Fernando Cury de Tacca (SP); (Linha Temática D<span style="font-weight: bold;"></span>: Temática de livre escolha);<span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span></div><br /><div style="margin-left: 40px;">• <span style="font-weight: bold;">“FLUXOS MUSICAIS – TRAJETÓRIAS SONORAS DO NOMADISMO”</span><br /><span style="font-weight: bold;">Editora: </span>Magda Dourado Pucci (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Ethos Produtora de Arte e Cultura (SP); (Linha Temática B: Populações e territórios: o global, o nacional e o
local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura);<span style="font-weight: bold;"></span></div><br /><div style="margin-left: 40px;">• <span style="font-weight: bold;">“JORNALISMO CULTURAL EM PAUTA”</span><br /><span style="font-weight: bold;">Editor:</span> Luiz Eduardo de Carvalho (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Instituto Pensarte (SP); (Linha Temática D<span style="font-weight: bold;"></span>: Temática de livre escolha);<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span></div><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span></span><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">SELO CULTURA E PENSAMENTO  </span><br /><br />O Selo Cultura e Pensamento é uma certificação dirigida aos projetos não selecionados, mas  considerados, pela Comissão de Seleção, como de relevância cultural e elevada qualidade técnica.<br /><br />A Comissão deliberou que devem receber o <span style="font-weight: bold;">&quot;Selo Cultura e Pensamento&quot;</span> os projetos abaixo listados:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">PROJETOS DE DEBATES PRESENCIAIS:</span><br /><div style="margin-left: 40px;">
<br /></div><span style="font-weight: bold;">Linha Temática A </span>- Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle:<br /><div style="margin-left: 40px;">
<br />
<span style="font-weight: bold;">1º.</span> <span style="font-weight: bold;">“Um mundo de imagens – economia, cultura e política na indústria cinematográfica em tempos de digitalização”</span><br /><span style="font-weight: bold;">
Curador:</span> César Bolaño (SE);<span style="font-weight: bold;"> Entidade Produtora:</span> Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de Sergipe (SE)<br />
<br style="font-weight: bold;" />
<span style="font-weight: bold;">2º. “Biopolítica, tecnologias e educação: entre o controle social e a emancipação” </span><br /><span style="font-weight: bold;">
Curador: </span>Daniel Soares Lins (CE); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Via de Comunicação Ltda. (CE)<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">3º. “Arte e liberdade: eixos e democracia da expressão”</span><br /><span style="font-weight: bold;">
Curadora:</span> Ana Glafira Malta Cavalcanti (AL); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora: </span>APAP -
Associação de Artistas Plásticos Profissionais de Curitiba (PR)<br />
<br />
</div><span style="font-weight: bold;">Linha Temática B -</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura:<br /><div style="margin-left: 40px;">
<br />
<span style="font-weight: bold;">1º. “Deslocamentos populacionais, os limites de identidades e reinvenções culturais”</span><br />
<span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Zilda Márcia Grícoli Iokoi (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora: </span>Associação de Arquivistas de São Paulo – ARQ (SP)<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">2º.</span> <span style="font-weight: bold;">“Plataforma integrada de encontros musicais”</span><br />
<span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Tathianna Nunes de Souza e Silva (PE); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora: </span>Coquetel Molotov Produções Ltda. (PE)<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">3º. “Café das Artes”</span><br />
<span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Luciana Silva de Paula (MG); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Instituto duBem Comunicação e Cultura (MG)<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">4º.</span> <span style="font-weight: bold;">“Sustentabilidade, cultura, meio ambiente e diversidade: diálogos”</span><br />
<span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Josiane Andrade Militão (MG); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Sociedade Mineira de Cultura (MG)<br />
<br />
</div><span style="font-weight: bold;">Linha Temática C </span>- Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade:<br /><div style="margin-left: 40px;">
<br />
<span style="font-weight: bold;">1º. “Políticas da cultura e da comunicação para a democracia e a diversidade cultural”</span><br />
<span style="font-weight: bold;">Curador:</span> Antônio Albino Canelas Rubim (BA); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora: </span>Ritos Produções de Eventos (BA)<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">2º. “O que está vivo e o que está morto no pensamento de Marx”</span><br />
<span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Ana Elvira Steinbach Silva Raposo (PB); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora: </span>Fundação José Américo (PB)<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">3º.</span> <span style="font-weight: bold;">“Fórum latino-americano de mídia cidadã”</span><br />
<span style="font-weight: bold;">Curador: </span>Pedro Cobbett Stael Markun (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Cobbett Produções Artisticas e Audiovisuais Ltda (SC)<br />
<br />
</div><span style="font-weight: bold;">Linha Temática D</span> – Temática de livre escolha:<br />
<br />
<div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">1º. “Memória das culturas – acesso e expansão de acervos perante os desafios e limites da propriedade intelectual”</span><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora: </span>Ana Lúcia Duarte Lanna (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (SP)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">2º. “Crie futuros”</span><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Claudia Deheinzelin (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora: </span>Enthusiasmo Cultural Ltda. (SP)<br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">3º.</span> <span style="font-weight: bold;">“Conexões culturais – cultura e educação”</span><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Cláudia Sousa Leitão (CE); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> IEPRO - Instituto de Estudos, Pesquisas e Projetos da UECE (CE)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">4º. </span>“<span style="font-weight: bold;">Gastronomia e (é) cultura”</span><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Thabata Neder (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora: </span>Thema Consultoria e Assessoria em Marketing S/C Ltda. (SP)<br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span><br /></div>









<div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /> </div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-08-01T08:54:46+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Membros da Comissão de Seleção de Projetos</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
Conheça a Comissão de Seleção das Seleções Públicas do Programa Cultura e Pensamento 2007, composta por 09 membros designados pelo Ministério da Cultura, FAPEX, SESC-SP e MEC:<br /><br /><br /><p><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" />           A I L T O N                                                                    K R E N A K</span><br /></p><span style="font-weight: bold;"><br /></span>Filho
de uma família da tribo krenak, Ailton nasceu em Minas Gerais e aos 17
anos se mudou para o estado do Paraná, tornando-se produtor gráfico e
jornalista. Na década de 1980, passou a se dedicar exclusivamente à
articulação do movimento indígena, participando da fundação da União
das Nações Indígenas (UNI) e do movimento Aliança dos Povos da
Floresta, que reunia índios e seringueiros na luta pela criação das
reservas extrativistas, com vistas à proteção da floresta e da sua
população nativa. Ailton regressou depois a Minas Gerais, onde se
integra ao Núcleo de Cultura Indígena.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" />        A N T Ô N I O                                                        M A R T I N S<br /><br /></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;"></span>É<span style="font-weight: bold;">
</span>jornalista e editor do Le Monde Diplomatique-Brasil. Participou das
equipes de redação de diversas publicações alternativas, como Agência
Carta Maior, revista Reportagem e jornal Brasil Agora. Integra (como
membro do movimento ATTAC) o grupo de entidades brasileiras que lançou
o Fórum Social Mundial, onde ajudou a criar a Ciranda Internacional da
Informação Independente.<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" />          </span><span style="font-weight: bold;">C  E  L  S  O                                                                                  A T H  A Y  D  E</span><br /></div><span style="font-weight: bold;"></span></div><span style="font-weight: bold;"></span><br />Coordenador
Geral da CUFA - Central Única das Favelas, instituição criada há 10
anos. A CUFA é uma organização fundamentada no hip hop que hoje realiza
diversos projetos nas áreas sociais e culturais com jovens da
comunidade carioca e com correntes espalhadas por todo o Brasil.
Idealizador e realizador de eventos da cultura atual, como: Prêmio
Hutúz - premiação nacional de hip hop, que existe desde o ano de 2000
ou Cine Cufa - o cinema na tela da favela, festival internacional de
filmes realizados na periferia. Como consequência foi homenageado com o
troféu Rei da Espanha, por conta do trabalho realizado no documentário
Falcão – meninos do tráfico.<br /><br /><br /><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" /><span style="font-weight: bold;">           C R I S T Ó V Ã O                          T E Z Z A<br /></span></p></span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /></span>Nasceu em Lages, Santa Catarina, em 1952. Em1968 passou a integrar o Centro Capela de Artes Populares (CECAP), dirigido por W. Rio Apa, com quem trabalhará até 1977. Em 1984, mudando-se para Florianópolis, Santa Catarina, trabalha como professor de Língua Portuguesa da UFSC. Voltou a Curitiba em 1986, agora dando aulas na UFPR, onde leciona até hoje. Em 1988 publicou Trapo (Brasiliense), livro que tornou seu nome conhecido nacionalmente. Nos dez anos seguintes, publicou os romances Aventuras provisórias (Prêmio Petrobrás de Literatura), Juliano pavollini, A suavidade do vento, O fantasma da infância e Uma noite em Curitiba. Em 1998, seu romance Breve espaço entre cor e sombra (Rocco) foi contemplado com o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional (melhor romance do ano); e O fotógrafo (Rocco), publicado em 2004, recebeu no ano seguinte o Prêmio da Academia Brasileira de Letras de melhor romance do ano e o Prêmio Bravo! de melhor obra. Sua tese de doutorado (USP), Entre a prosa e a poesia - Bakhtin e o formalismo russo, foi publicada em 2002 (Rocco). Nos últimos anos tem publicado eventualmente resenhas e textos críticos no jornal Folha de S.Paulo.<br /><br /><br /><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" />      I Ã                                               P A U L O                                                        R I B E I R O</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Formado em Letras pela Unesp/Araraquara. Assistente da Gerência de Estudos e Desenvolvimento do SESC (Serviço Social do Comércio) São Paulo.<br /></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" />         J O A N I L D O                                                                B U R I T Y <br /></span>

<p>

</p><span style="font-weight: bold;"><br /></span>Pesquisador da Fundação
Joaquim Nabuco e professor das pós-graduações em Ciência Política e
Sociologia da Universidade Federal de Pernambuco.<br /><br /></div><span style="font-weight: bold;"></span><br /><div style="text-align: right;"><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" />         </span><span style="font-weight: bold;">P A B L O                                                                          A L A B A R C E S <br /><br /></span></div><span style="font-weight: bold;"></span></div><span style="font-weight: bold;"></span> <span style="font-weight: bold;"></span>              PhD (University of Brighton, Inglaterra). Profesor Titular de Cultura Popular da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires - UBA, e Investigador Independente do CONICET (Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas). Atualmente é Secretário de Pos-graduação da Faculdade de Ciências Sociais, onde coordena o Doutorado em Ciências Sociais da UBA. Especializado em estudos culturais, é considerado um dos fundadores da sociologia do esporte latinoamericana. Entre suas obras se encontram <span style="font-style: italic;">Deporte y sociedad </span>(1998), <span style="font-style: italic;">Peligro de gol</span> (2000), <span style="font-style: italic;">Fútbol y Patria </span>(2002), <span style="font-style: italic;">Futbologías</span> (2003), <span style="font-style: italic;">Crónicas del aguante </span>(2004) e <span style="font-style: italic;">Hinchadas</span> (2005). <br /><p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><br /><div style="text-align: right;"><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" />         </span><span style="font-weight: bold;">R E G I N A                             N O V A E S<br /><br /></span></div><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"></span> Antropóloga, professora da UFRJ, ex-secretária-adjunta da Secretaria Nacional de Políticas Públicas para a Juventude. Possui Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1973), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979) e doutorado em Ciências Humanas (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1989). Como Professora do Programa de Pós Gradução em Sociologia e Antropologia, do IFCS, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, orientou pesquisas de iniciação científica, dissertações e teses nos seguintes temas: movimentos sociais, cultura e juventude. Foi editora da Revista Religião e Sociedade de 1995 até 2005. Aposentou-se da UFRJ em 2005, prosseguindo com orientações anteriormente iniciadas no PPGSA. Foi Secretaria Nacional de Juventude -Adjunta e presidente do Conselho Nacional de Juventude de 2005 até março de 2007. Atualmente, como pesquisadora do CNPq, prossegue desenvolvendo o Projeto Juventude, Identidades e Expressões Culturais,. e é Consultora do IBASE (Instituto Brasileiro de Análises Sócio-Econômicas).<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" /></span>   <span style="font-weight: bold;">R U B E N S              M A C H A D O             JR.</span><br /><br />Rubens Machado Jr. (Campinas, SP, 1952), é formado em arquitetura e urbanismo pela FAU-USP, pós-graduado em cinema pela ECA-USP, pós-doutorado no IA-Unicamp. Desde 1999 professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP, onde atualmente é também Coordenador de Seminários e Publicações. Lecionou Estética, História da Arte e da Arquitetura na FAU-Febasp (1982-1986). Integra a editoria de várias revistas, como Cine-Olho (RJ-SP, 1975-1980), Infos Brésil (Paris, 1992-2007), Praga (SP, 1997-2000), Sinopse (SP, 1999-2006), Significação (SP, 2006-), Matrizes (SP, 2007-), e coordena a Comissão de Publicações da SOCINE (2006-). Participa nos anos 70 da fundação da Federação Paulista de Cineclubes, do Cineclubefau e do Cinusp. Realiza com o Grupo Alegria o filme O apito da panela de pressão (dce-usp, dce-puc/sp, 1977). Desenvolve atualmente pesquisa sobre a história do cinema experimental no Brasil. Foi o curador da mostra Marginália 70: o experimentalismo no Super-8 brasileiro (Itaú Cultural, 2001). Autor de São Paulo em movimento: A representação cinematográfica da metrópole nos anos 20, Ed. Unicamp, no prelo.<br /></div></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=28430&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-07-31T04:56:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Comissão fotos</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div>comissão fotos<!--more-->fotos
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-07-31T03:52:06+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Lançada a primeira edição da Revista Cultura e Pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>A Revista está disponível para download no formato .pdf<!--more-->  
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-07-30T09:58:03+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<br /><p style="text-align: left;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/adauto_1185758094.jpg" /></p>
<div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"><br />Por               A            D     A           U           T           O                                           N           O           V           A           E           S</span><br /></div><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;">C</span>urador<br /></div><div style="text-align: right;"><span style="font-style: italic;"><br /></span><div style="text-align: left;"><span style="font-style: italic;"><br /><br /></span><div style="text-align: right;"><span style="font-style: italic;">A imagem do caos é o caos</span><br /></div></div><span style="font-weight: bold;">Paul Valéry</span><br /></div><br /><br />As novas imagens do mundo convidam-nos a esquecer a noção de crise. Pensemos, pois, na idéia de mutação. Muitos pensadores certamente estariam de acordo com a afirmação: vivemos uma época prodigiosamente vazia, na qual concepções políticas, crenças, idéias, sensibilidades, enfim, formas de existência e visões de mundo que antes pareciam dar sentido às coisas perdem valor. Ou melhor, vemos não propriamente o desaparecimento dos valores humanos, mas de certos meios de expressão desses valores, como observa Wittgenstein.<br /><br />Alguns pensadores falam de falência da imaginação, fracasso do entendimento, “incapazes que somos de dar-nos uma representação homogênea do mundo” que abarque os dados antigos e novos da experiência. Ora, sabe-se que são os meios da imaginação, junção de sensibilidade e desejo, que ajudam a solucionar enigmas. O estilo de vida e as concepções de mundo que hoje nos dominam são superficiais e mecânicas, e as antigas definições são insuficientes para entendê-las. A este novo fenômeno pode-se dar o nome de mutação, ou de revolução não do tipo das revoluções históricas que a precederam, mas uma verdadeira revolução antropológica, como escreveu o filósofo Jean Baudrillard em um de seus últimos ensaios: revolução que corresponde “a uma perfeição automática do aparelho técnico e uma desqualificação definitiva do homem, da qual nem ele mesmo tem consciência. No estágio hegemônico da técnica, que é o da potência mundial, o homem perde não apenas sua liberdade, mas a imaginação de si mesmo”.<br /><br />Estaríamos vivendo o fim de uma idéia de civilização, diante de um novo mundo de reprodução automática, “obsolescência do homem em fase terminal, a quem seu destino escapa definitivamente (...) e inauguração de um mundo sem o homem (...) capitulação simbólica, derrota da vontade, muito mais grave do que qualquer fracasso físico?”, pergunta Baudrillard. A acreditar nas suas descrições trágicas, estamos na era da capitulação do pensamento diante do seu duplo técnico, o que implica o “desaparecimento de qualquer sujeito, seja do poder, do saber ou da história, em proveito de uma mecânica operacional e de uma falta de responsabilidade total do homem”. Seria ingenuidade negar o grande avanço das pesquisas científicas; mas quanto mais elas aumentam seu poder maior é o nosso sentimento de distância do entendimento: a velocidade das transformações é tamanha que “o olho do espírito não pode mais seguir as leis e concentrar-se em algo que se conserve” – observa Valéry. Baudrillard não está sozinho neste diagnóstico: em dois livros recentes, nos quais analisa as idéias de modernidade, progresso, declínio e fim da civilização ocidental, o filósofo Jacques Bouveresse retoma algumas análises clássicas da visão apocalíptica do mundo – nem sempre concordando com elas, é certo – a partir de Wittgenstein, Karl Kraus, Nietzsche, Gottfried Benn e Spengler, nos ensaios La “conception apocalyptique du monde” ou Le pire est-il tout à fait sûr?; Gottfried Benn, ou Le peu de réalité &amp; le trop de raison, e La vengence de Spengler. <br /><br />A simples retomada destes autores, alguns deles relegados ao esquecimento, é sintomática. Em uma conferência feita durante um congresso de médicos em 1958 com o título de “A medicina na era da técnica”, Karl Jaspers inscreve a medicina no quadro global da tecnização e mercantilização do mundo no qual “mais o saber e o poder científicos aumentam, mais os aparelhos que ajudam no diagnóstico e no tratamento são eficientes, mais se torna difícil encontrar um bom médico, ou mesmo um simples médico”. Jaspers conclui com um diagnóstico “sinistro”, como ele mesmo diz: “Nesta situação, parece objetivo perguntar-se se caminhamos em direção a uma existência que não é mais verdadeiramente humana, se nos dirigimos assim ao fim da humanidade. Mas não saberíamos responder a esta questão objetivamente recorrendo ao nosso saber. Para o médico, como para qualquer homem, a questão é, ao contrário, saber que decisão ele toma, por que ele quer viver e agir. Esta perspectiva sinistra pode ocultar a abertura de novas possibilidades de nosso ser”. <br /><br />O que há em comum entre estes pensadores? Certamente não só as idéias de progresso e a relação da ciência e da técnica com o homem, mas também a dificuldade de o saber instituído explicar o mundo. A tecnociência pede novos saberes. As mutações de hoje são toda uma aventura que se inscreve na nossa história de maneira veloz, com deslocamentos conceituais ainda em formação pela filosofia e pela antropologia, antecipação de categorias ainda incertas: não sabemos ainda nomear este novo estado de coisas. Neste momento de incerteza, somos capazes de reconhecer apenas o caráter transitivo dos acontecimentos e, com isso, a primeira pergunta que nos ocorre é: vivemos a continuidade ou a descontinuidade entre o passado e o presente? É certo que tradição e antecipação são duas categorias e dois problemas que acompanham a história do pensamento.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-07-29T09:49:29+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>  <!--more-->
<br /><p style="text-align: left;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/gil_1185761380.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <br /></span></p><p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;">Por    G     I          L          B            E          R          T           O                                   G           I           L</span><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;">M</span>inistro da <span style="font-weight: bold;">C</span>ultura<br /></p>
<br /><br />O encontro com a palavra “mutações” é inusitado para o ciclo Cultura e Pensamento em Tempos de Incerteza, que começou com o seminário tematizando “O silêncio dos intelectuais”. Haveria na escolha de um nome que se circunscreve no campo biológico alguma conclusão à qual se chegou? Estaríamos vivendo um novo ciclo de relações estabelecidas entre linguagem e pensamento; entre vivência e inteligência; entre fala e cultura? Se essa palavra “mutações” não é conclusiva, seu achado provisório nos leva a crer que os intelectuais estão hoje cada vez mais voltados para o que se tornou a “vida” na atualidade. A palavra “biopolítica”, inventada por Michel Foucault, tem feito muitas cabeças e confundido os campos bem estabelecidos do debate teórico e cultural. Ela provoca reflexões sobre os sentidos contemporâneos do legado civilizatório, talvez porque daqui por diante estejamos cada vez mais voltados para a consideração do “bios”. Nossas inteligências foram convocadas pelo presente a uma revisão de valores e conceitos que implica a sobrevivência da espécie tal como até aqui existiu.<br /><br />Os alarmes disparados pelo “aquecimento global” estão inaugurando uma nova fase programática no campo político da “globalização”. Será que resistiremos à nossa compulsiva dinâmica de consumo e inverteremos as lógicas predatórias existentes, ou caminharemos para a autodestruição? Há bom tempo que ambientalistas vêm batendo nessa tecla, mas ninguém deu ouvidos à questão e agora ela se torna gritante. Se luzes vermelhas estão acesas é porque o esclarecimento de gerações não pode iluminar caminhos e perspectivas de futuro. Agora a sociedade vive o estado de emergência, condenada ao clima de alerta máximo. Como nossas instituições serão capazes de enfrentar esse sinal dos tempos? Será que o conselho de segurança da ONU que se reuniu para tratar da questão tem algum horizonte a nos oferecer? Que mudanças virão pela frente? Que novos paradigmas socioculturais surgirão desse impasse? Como manteremos nossa diversidade ambiental e cultural nesse novo presente?<br /><br />Daqui para frente, quando falamos em natureza, estaremos nos referindo aos organismos e seres que sobreviveram a esse estágio gerado pelos humanos. Seria esse o destino secreto inscrito nas utopias tecnológicas de dominação da vida, nos sonhos de cyborgs e mutantes? Mas, com ou sem utopias, estamos diante das tecnologias, elas é que nos trouxeram até aqui, são elas que podem nos levar daqui para outro lugar. Da nanotecnologia aos dispositivos de comunicação digital, temos<br />que erguer uma outra tecnologia-social e restabelecer aquilo que um dia foi o domínio do “humano”. Espero que as inteligências aqui reunidas dêem voz às mudanças que a vida nos cobra.<br /><br /><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-07-29T09:30:43+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Temas abordados e Conferencistas participantes<!--more-->
<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para conferir os currículos dos conferencistas.<br /><br />Abaixo, os temas que serão abordados no Ciclo de Conferências e as respectivas sinopses (clique nos temas para ver a sinopse completa).<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"><span style="text-decoration: underline;"><br /></span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"><span style="text-decoration: underline;"></span></span><br />
 <p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28560&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28560&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"> HETERODOXA MUTAÇÃO | José Miguel Wisnik &gt;&gt;</a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28560&more=1&c=1&pb=1"><br /></a></p><br />Se o estado de mutação deflagra a não-correspondência entre categorias de pensamento vigentes e o estado atual das coisas, se propõe visitas a casos de pensamento heterodoxo, na intenção de testá-los como pensamento constituído sobre a mutação. Na construção de uma Nova Psicanálise, que se pretende para além de Freud e Lacan, é postulada a teoria d’Os Cinco Impérios, que na versão de MDMagno engloba A Mãe, O Pai, O Filho, O Espírito e Amém, que é o haver desejo do que não há. Vai-se discutir também a idéia contemporânea de um lançar-se além do par Deus/homem que não se regula mais pela elevação ao infinito (como nos séculos 17 e 18), nem à finitude (como no 19), mas que instaura um “finito ilimitado”, que é o próprio princípio que funda a existência da linguagem verbal.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />JOSÉ MIGUEL WISNIK</span> é professor de Literatura da Universidade de São Paulo.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> REVOLUÇÕES, MUTAÇÕES... | Francisco de Oliveira &gt;&gt;</a><br /><br />Hoje há poucas dúvidas em relação à evidência de que nossa época enfrenta transformações notáveis. O ponto central dessas mudanças se encontra na explosiva combinação da ciência e dos processos produtivos, ou seja, na tecnologia como força produtiva. Contudo, ainda não mergulhamos em uma total mutação, pois o que essa revolução técnica, sem paralelo na história, ainda reproduz é o capital com sua amplificada coorte de miséria e desigualdade.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />FRANCISCO DE OLIVEIRA</span> é professor de Sociologia da Universidade de São Paulo.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28564&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span></a><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28564&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28564&more=1&c=1&pb=1">HUMANO, PÓS-HUMANO, TRANSUMANO | Laymert Garcia dos Santos &gt;&gt;</a><br /></span><br />Muitos são os que, na atualidade, exigem o estabelecimento de limites e regras claras para o desenvolvimento da engenharia genética, com o fim de discutir as questões concernentes à própria desconstrução da natureza humana, o que levaria à abertura de uma segunda linha de evolução da espécie. Contudo, essas vozes de cunho humanistas soam cada vez mais irrealistas, dado que os experimentos e as mutações se precipitam.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />LAYMERT GARCIA DOS SANTOS</span> é professor de Sociologia da Unicamp.<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28568&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> <span style="font-weight: bold;">DESCONTROLE DO TEMPO HISTÓRICO E BANALIZAÇÃO DA EXPERÊNCIA | Franklin Leopoldo e Silva &gt;&gt;</span></a><br /><br />Vivemos na atualidade a forte aceleração do tempo histórico, em que a experiência da sucessão é<br />marcada mais pelas rupturas do que pela continuidade, o que conduz a um fluxo de mutações mais rápido do que o ritmo de nossa experiência da temporalidade. Por não apreendermos inteiramente o<br />significado dessa velocidade do devir histórico, resignamo-nos a tomar tal fluxo acelerado como um<br />fim em si mesmo, o que leva ao empobrecimento existencial e histórico, e, por conseqüência, à<br />banalização da experiência.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />FRANKLIN LEOPOLDO E SILVA</span> é professor do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28570&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> <span style="font-weight: bold;">AS DUAS MUTAÇÕES DE NIETZSCHE | Oswaldo Giacoia Júnior &gt;&gt;</span></a><br /><br />A primeira mutação a que Nietzsche se refere diz respeito ao predomínio da racionalidade científica<br />a partir do pensamento socrático, quando uma cultura de perfil predominantemente artístico<br />— a cultura grega da época pré-platônica — cede terreno a uma cultura alexandrina, baseada no<br />domínio da racionalidade teórica. A conseqüência extrema da sabedoria socrática irá conduzir, segundo Nietzsche, a uma nova mutação: a transvaloração de todos os valores, ou seja, a auto-supressão da moral socrático-platônico-cristã, ensejando o resgate da inocência do vir-a-ser, para além de toda culpa e expiação.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />OSWALDO GIACOIA JUNIOR</span> é professor de Filosofia.<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28572&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> <span style="font-weight: bold;">A FABRICAÇÃO DO HOMEM E DA NATUREZA | Jean-Pierre Dupuy &gt;&gt;</span></a><br /><br />Em meio ao vertiginoso desenvolvimento das tecnologias de ponta — em que as nanotecnologias ganham hoje destaque — o filósofo tem o dever de responder a esta questão fundamental: a ciência e a técnica, que dominam nossas sociedades, podem preencher o vazio de sentido que parece afetálas? Ou, ao contrário, não seriam elas as principais responsáveis por este vazio? A discussão vai se dar essencialmente em torno da constituição de um programa nanotecnológico que levará à construção de novo paradigma para a idéia do design inteligente do ser humano.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />JEAN-PIERRE DUPUY</span> é professor na Escola Politécnica de Paris e na Universidade de Stanford e pesquisador do Programa de Ciência-Tecnologia-Sociedade.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28574&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> <span style="font-weight: bold;">OS TRÊS TEMPOS DA MUTAÇÃO | Luiz Felipe de Alencastro &gt;&gt;</span></a><br /><br />A história dos povos e dos indivíduos flui, muda sempre, como um curso d’água contínuo. O sentido da mutação é marcado pelo peso das tradições, pela contingência dos fatos e pela abrangência das rupturas. Refletindo sobre estes temas, Fernand Braudel vai distinguir os três arcos concêntricos do tempo histórico: o tempo longo (uma história do tempo geográfico, quase imóvel), o tempo social (uma história lentamente ritmada dos grupos e das comunidades) e o tempo curto ou individual. Acontecimentos da atualidade brasileira vão ilustrar a mutação no contexto da concentricidade temporal explicada por Braudel.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />LUIZ FELIPE DE ALENCASTRO</span> é professor titular da cátedra de História do Brasil na Universidade de Paris 4 Sorbonne.<br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28576&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">O NOVO INCONSCIENTE | Lionel Naccache &gt;&gt;</span></a><br /><br />A partir da teoria freudiana do inconsciente, conjugada com os avanços das neurociências cognitivas que vêm explorando as propriedades psicológicas e as bases cerebrais dos processos mentais mais diversos, discute-se contemporaneamente a assertiva de que Freud não descobriu o inconsciente, e sim o inventou. Desse modo, será examinada a idéia de que o inconsciente freudiano há de ser visto, em última análise, como uma ficção consciente do próprio Freud.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />LIONEL NACCACHE</span> é neurologista no Hospital La Pitié-Salpêtrière e pesquisador de neurociências cognitivas.<br /><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28578&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">POR UM SABER SEM FRONTEIRAS| Sérgio Paulo Rouanet &gt;&gt;</span></a><br /><br />Se por mutação entendemos a passagem de um a outro estado de coisas, a questão a ser<br />discutida se resume em saber se nosso presente é fruto de uma mutação já consumada, ou se<br />é transição para uma mutação ainda por vir. No primeiro caso, o conceito de mutação está<br />associado a uma visão pessimista da história. No segundo, a idéia é a de que a grande inflexão<br />por vir diz respeito à necessidade do homem voltar a ser sujeito do processo de geração e<br />aplicação do conhecimento, com total capacidade de ter uma visão de conjunto das atividades<br />técnico-científicas contemporâneas.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />SÉRGIO PAULO ROUANET</span> é diplomata, doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo.<br /><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28580&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">AS MUTAÇÕES DO PODER E O LIMITE DO HUMANO | Newton Bignotto &gt;&gt;</span></a><br /><br />Os regimes totalitários do século 20 não foram um acidente histórico, mas a realização plena<br />de um novo paradigma da contemporaneidade. O filósofo italiano Pico della Mirandola já<br />afirmava, no Renascimento, que o homem é o único animal que, servindo-se de sua liberdade,<br />pode realizar obras extraordinárias e com isso se igualar aos deuses, ou então mergulhar<br />na desmedida e igualar-se às bestas. A partir dos relatos dos sobreviventes dos regimes<br />totalitários contemporâneos se podem mapear os caminhos da bestial descida aos infernos<br />sem a expectativa do paraíso.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />NEWTON BIGNOTTO</span> é professor de Filosofia Política na Universidade Federal de<br />Minas Gerais.<br /><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28582&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">POESIA SEM PALAVRAS? | Michel Déguy &gt;&gt;</span></a><br /><br />No momento em que uma sociedade mergulha no fluxo capitalista da mundialização, a<br />poesia poderá vir a se tornar outra coisa? Trata-se de discutir a expulsão da poesia para<br />fora da esfera da palavra (logos), do linguageiro e lingüístico (logikon), ou ainda daquilo<br />que Barthes chamava a frase. Haveria, assim, a possibilidade de uma poesia sem palavras?<br /><span style="font-weight: bold;"><br />MICHEL DÉGUY</span> é filósofo, poeta e ensaísta. Professor de literatura francesa na Universidade de Paris 8.<br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28586&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">NOVAS AFETIVIDADES ELETIVAS | Eugène Enriquez &gt;&gt;</span></a><br /><br />Serão discutidas as transformações profundas que afetam as “afinidades eletivas” — fundamentalmente o amor e a amizade — e as suas razões que têm que ver com a aparição de uma nova economia psíquica e também com a evolução da dinâmica social.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />EUGÈNE ENRIQUEZ </span>é professor de Sociologia da Universidade de Paris 7.<br /><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28588&more=1&c=1&pb=1">METAMORFOSES DO TEMPO| Olgária Matos &gt;&gt;</a><br /><br />Trata-se de compreender as mutações contemporâneas do tempo, com sua transformação de qualitativo em quantitativo, com a espacialização da duração, a perda da experiência e da qualidade<br />dialética do vivido. A partir de Walter Benjamin, vai-se buscar um diagnóstico do tempo homogêneo<br />e vazio que inviabiliza criar ou reconhecer valores. Em última análise, a teoria crítica benjaminiana<br />revela a identidade contemporânea da economia e do tempo, da política e do mercado, tempo<br />fetichizado preenchido por esportes radicais, terrorismos, guerras, obesidade mórbida, anorexia,<br />todos os descontentes da civilização.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />OLGÁRIA MATOS</span> é professora de Filosofia da Universidade de São Paulo.<br /><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28590&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">DEPRESSÃO E IMAGEM DO NOVO MUNDO | Maria Rita Kehl &gt;&gt;</span></a><br /><br />Se o mercado é a medida de todas as coisas, a condição do sujeito contemporâneo pode ser<br />resumida no mandamento: “só tem valor porque se vende”. Só que já não é mais o trabalho<br />alienado aquilo que se vende. No atual estágio do capitalismo, o que se vende é a dimensão mais<br />íntima dos sujeitos, seu próprio valor de gozo. O sujeito não vende seu tempo de trabalho; vende a<br />si mesmo como objeto de gozo para o Outro, que vai se manifestar como imagem de permanente<br />espetáculo. Esta consideração atesta a atualidade de Walter Benjamin, quando articula a melancolia<br />ao sentimento de fatalidade que se produz quando a vida social transcorre em um mundo<br />vazio do valor da ação humana.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />MARIA RITA KEHL</span> é psicanalista, doutora em Psicanálise pelo Departamento de Psicologia Clínica da PUC-SP.<br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28592&more=1&c=1&pb=1">SOBRE O CAOS E NOVOS PARADIGMAS | Luiz Alberto Oliveira &gt;&gt;</a><br /></span><br />A<span style="font-weight: bold;"> </span>partir do estabelecimento das Teorias do Caos pelos avanços das Matemáticas no século 20,<br />novos paradigmas estão em processo de estabelecimento na atualidade. A Teoria do Caos<br />ensina que minúsculas diferenças na configuração inicial de um sistema dinâmico conduz a estados<br />finais vastamente distintos, o que torna o comportamento geral dos sistemas rigorosamente<br />impredizível. Quando se considera sistemas complexos como os organismos vivos ou os sistemas<br />econômicos, a impossibilidade de se atar o presente ao futuro mergulha o pensamento no campo<br />aberto da indeterminação.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />LUIZ ALBERTO OLIVEIRA</span> é físico, doutor em Cosmologia, pesquisador da Coordenação de Cosmologia, Relatividade e Astrofisica do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas - CBPF/MCT, onde também atua como professor de História e Filosofia da Ciência.<br /><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28594&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">FIM DA GUERRA CLÁSSICA - NOVOS ESTADOS DE VIOLÊNCIA | Frédéric Gros &gt;&gt;</span></a><br /><br />Desde a idealização da justa coragem do guerreiro entre os gregos, até a definição da guerra na filosofia política moderna como uma necessidade que permitiria aos Estados sobreviverem perante os outros, o fato é que o conceito de guerra tem se construído como relação de violência permeada por uma dimensão jurídica. Assim, na definição de A. Gentilis, “a guerra é um conflito armado, público e justo.” Contudo, muita coisa mudou a partir do advento da bomba atômica. Na atualidade, o que dizer de uma guerra em que o comando de mísseis teleguiados é feito a partir da tela do computador, inexistindo exércitos a se confrontarem em batalhas decisivas? Desse modo, o que há hoje são “estados de violência” localizados que se estruturam de maneira inteiramente nova no mundo ocidental.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />FRÉDÉRIC GROS</span> é professor da Universidade de Paris-XII e editor dos últimos Cursos de Michel Foucault no Collège de France.<br /><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28596&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO: DEVANEIOS SOBRE ALGUMAS TRANSFIGURAÇÕES DO HUMANO | Renato Lessa &gt;&gt;</span></a><br /><br />A<span style="font-weight: bold;"> </span>indagação brechtiana “o que mantém um homem vivo?” não é uma pergunta ordinária, ao contrário, trata-se de uma indagação matricial e compulsória a toda filosofia política e moral. Althusius disse, certa feita, que os seres humanos nascem como náufragos que chegam às ilhas nus, sem qualquer proteção: o laço social será o antídoto dos naufrágios. O século 20 exige que pensemos a hipótese do naufrágio como uma definição terminal possível da condição humana, dado a multiplicação de padrões sociais crescentemente inóspitos.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />RENATO LESSA</span> é professor de Teoria Política do IUPERJ e da Universidade Federal Fluminense. É presidente do Instituto Ciência Hoje.<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28598&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;"></span></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28598&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">MÁQUINAS UTÓPICAS E DISTÓPICAS | João Camillo Penna &gt;&gt;</span></a><br /><br />Pensar a mutação é pensar a imponderabilidade do futuro. O prognóstico é sempre realizado na direção de um “mundo possível”. Na contemporaneidade, a fronteira que separa esse “mundo possível” do que conhecemos torna-se cada vez mais permeável, a diferença reduzindo-se a certos traços sutis. A idéia de futuro será, assim, discutida a partir da análise histórica do gênero “ficção científica”, que tem sua origem no conceito de utopia do século 16 — ou seja, a construção de mundos paralelos —, chegando aos dias de hoje na forma da substituição do homem pela máquina, a que se opõe um humanismo regressivo. O humano afinal se define por oposição às máquinas, das quais no entanto mal se diferencia. Ou se diferencia projetando nelas o “mal” do futuro que está nele próprio.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />JOÃO CAMILLO PENNA</span> é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro.<br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28600&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28562&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> </a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28600&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">METAMORFOSES DA VISIBILIDADE | Paulo Sérgio Duarte &gt;&gt;</span></a><br /><br />Assiste-se, desde meados de 1960, a uma reviravolta no universo das artes visuais, levando a uma profunda disjunção com o campo da grande arte moderna do século 20. De um lado, dá-se o crescimento exponencial das leis do mercado no meio da arte. De outro, desdobram-se as experiências — a partir do dadaísmo e do surrealismo — que conduzem ao surgimento da fruição estética visual inteiramente desprovida de vínculos temáticos. Essa multiplicação de transformações radicais — tais como a introdução do observador participante, as obras produzidas para um lugar específico, a arte conceitual, etc. — vem apontando para o retorno de manifestações de elevado teor poético, como se o pai moderno não precisasse ser assassinado para viabilizar a passagem dessas novas investigações.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />PAULO SÉRGIO DUARTE</span> é crítico de arte.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1">PROGRAMAÇÃO &gt;&gt;</a>  <span style="font-weight: bold;">clique para ver a programação completa.</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-07-27T02:30:22+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>PROGRAMAÇÃO<!--more-->
<a name="topo"></a>Inscrições a partir de <span style="font-weight: bold;">6 de agosto.<br /><br />Clique sobre a cidade para ver a programação:<br /></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/button_ok_1185504006.png" /> </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1#02" style="font-weight: bold;">RIO DE JANEIRO &gt;&gt;</a><span style="font-weight: bold;"><br /></span>   entre 20 de ago e 02 de out<br /><span style="font-weight: bold;"><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/button_ok_1185504006.png" /></span><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1#04">BELO HORIZONTE &gt;&gt;</a></span><br />   entre 21 de ago e 03 de out<br /><span style="font-weight: bold;"><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/button_ok_1185504006.png" /></span><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1#03">SÃO PAULO &gt;&gt;</a></span><br />   entre 22 de ago e 05 de out<br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/button_ok_1185504006.png" /></span><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1#06">CURITIBA &gt;&gt;</a><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1#06"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /></span><span style="text-decoration: underline;"></span><span style="font-weight: bold;"></span>   entre 23 de ago e 04 de set <br /><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/button_ok_1185504006.png" /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1#05"><span style="font-weight: bold;"> SALVADOR &gt;&gt;</span></a><br />   entre 10 e 24 de set<br /><br /><br /><div style="text-align: left;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">voltar</a><br /><br /><br /></div><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><span style="font-weight: bold;"> </span><span style="font-weight: bold;"><a name="02"><br /></a></span><a name="02"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/button_ok_1185504006.png" /> </span></a><span style="font-weight: bold;"><a name="02">RIO DE JANEIRO</a></span> | <span style="font-weight: bold;">M</span>AISON <span style="font-weight: bold;">D</span>E <span style="font-weight: bold;">F</span>RANCE<span style="font-weight: bold;"></span><a name="01"><span style="font-weight: normal;"></span></a><br />Av. Presidente Antonio Carlos, 58 . Centro<br />Informações (21) 3974.6680<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/">www.cultura.gov.br/culturaepensamento</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">- Conferências segundas, terças e quartas às 18h30</span><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">20 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Heterodoxa mutação</span><br />José Miguel Wisnik                                    <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">21 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Revoluções, mutações...</span><br />Francisco de Oliveira                                    <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">22 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Humano, pós-humano, transumano</span><br />Laymert Garcia dos Santos  <br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">28 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Descontrole do tempo histórico</span><br /><span style="font-weight: bold;">e banalização da experiência</span><br />Franklin Leopoldo Silva <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">29 ago</span> <span style="font-weight: bold;">As duas mutações de Nietzsche</span><br />Oswaldo Giacoia Júnior  <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">03 set</span> <span style="font-weight: bold;">A fabricação do homem e da natureza</span><br />Jean-Pierre Dupuy<br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">04 set</span> <span style="font-weight: bold;">Os três tempos da mutação</span><br />Luiz Felipe Alencastro <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">05 set</span> <span style="font-weight: bold;">O novo inconsciente</span><br />Lionel Naccache <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">10 set</span> <span style="font-weight: bold;">Por um saber sem fronteiras</span><br />Sérgio Paulo Rouanet <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">11 set</span> <span style="font-weight: bold;">As mutações do poder e os limites do humano</span><br />Newton Bignotto  <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">12 set</span> <span style="font-weight: bold;">Poesia sem palavras?</span><br />Michel Déguy  (17 h)<br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">12 set</span> <span style="font-weight: bold;">Novas afinidades eletivas</span><br />Eugène Enriquez (18:30 h)<br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">17 set</span> <span style="font-weight: bold;">Metamorfoses do tempo</span><br />Olgária Matos <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">18 set</span> <span style="font-weight: bold;">Depressão e imagem do novo mundo</span><br />Maria Rita Kehl  <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">19 set</span> <span style="font-weight: bold;">Sobre o caos e novos paradigmas</span><br />Luiz Alberto Oliveira <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">24 set</span> <span style="font-weight: bold;">Fim da guerra clássica - novos estados de violência</span><br />Frédéric Gros <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">25 set</span> <span style="font-weight: bold;">O que mantém o homem vivo: devaneios</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">sobre algumas transfigurações do humano</span><br />Renato Lessa <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">26 set</span> <span style="font-weight: bold;">Máquinas utópicas e distópicas</span><br />João Camillo Penna <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">02 out</span> <span style="font-weight: bold;">Metamorfoses da visibilidade</span><br />Paulo Sérgio Duarte <br /><br /><div style="text-align: right;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1#topo">topo &gt;&gt;</a><br /></div><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/button_ok_1185504006.png" /> </span><span style="font-weight: bold;"><a name="04">BELO HORIZONTE </a></span>| <span style="font-weight: bold;">C</span>ASA <span style="font-weight: bold;">F</span>IAT DE <span style="font-weight: bold;">C</span>ULTURA<span style="font-weight: bold;"></span><a name="01"><span style="font-weight: normal;">   </span><span style="font-weight: bold;"></span></a><a name="01"><span style="font-weight: normal;">  </span></a><span style="text-decoration: underline;"></span><br />Rua Jornalista Djalma Andrade, 1.250 . belvedere<br />informações (31) 3224.5350<br /><a href="http://www.casafiatdecultura.com.br/">www.casafiatdecultura.com.br</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">- Conferências terças, quartas e quintas às 19h</span><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">21 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Heterodoxa mutação</span><br />
José Miguel Wisnik                                    <br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">22 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Revoluções, mutações...</span><br />
Francisco de Oliveira                                    <br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">23 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Humano, pós-humano, transumano</span><br />
Laymert Garcia dos Santos  <br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">29 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Descontrole do tempo histórico</span><br />
<span style="font-weight: bold;">e banalização da experiência</span><br />
Franklin Leopoldo Silva <br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">30 ago</span> <span style="font-weight: bold;">As duas mutações de Nietzsche</span><br />
Oswaldo Giacoia Júnior  <br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">04 set</span> <span style="font-weight: bold;">A fabricação do homem e da natureza</span><br />
Jean-Pierre Dupuy<br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">05 set</span> <span style="font-weight: bold;">Os três tempos da mutação</span><br />
Luiz Felipe Alencastro <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">06 set</span> <span style="font-weight: bold;">O novo inconsciente</span><br />Lionel Naccache <br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">11 set</span> <span style="font-weight: bold;">Por um saber sem fronteiras</span><br />
Sérgio Paulo Rouanet <br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">12 set</span> <span style="font-weight: bold;">As mutações do poder e os limites do humano</span><br />
Newton Bignotto  <span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">13 set</span> <span style="font-weight: bold;">Novas afinidades eletivas</span><br />
Eugène Enriquez <br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">18 set</span> <span style="font-weight: bold;">Metamorfoses do tempo</span><br />
Olgária Matos <br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">19 set</span> <span style="font-weight: bold;">Depressão e imagem do novo mundo</span><br />
Maria Rita Kehl  <br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">20 set</span> <span style="font-weight: bold;">Sobre o caos e novos paradigmas</span><br />
Luiz Alberto Oliveira <br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">25 set</span> <span style="font-weight: bold;">Fim da guerra clássica - novos estados de violência</span><br />
Frédéric Gros <br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">26 set</span> <span style="font-weight: bold;">O que mantém o homem vivo: devaneios</span><br style="font-weight: bold;" />
<span style="font-weight: bold;">sobre algumas transfigurações do humano</span><br />
Renato Lessa <br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">27 set</span> <span style="font-weight: bold;">Máquinas utópicas e distópicas</span><br />
João Camillo Penna <br />
<br />
<span style="color: rgb(153, 51, 0);">03 out</span> <span style="font-weight: bold;">Metamorfoses da visibilidade</span><br />
Paulo Sérgio Duarte <br /><br /><div style="text-align: right;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1#topo">topo &gt;&gt;</a><br /></div><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><a name="03"></a></span><a name="03"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/button_ok_1185504006.png" /> </span></a><span style="font-weight: bold;"><a name="03">SÃO PAULO </a></span>| <span style="font-weight: bold;">S</span>ESC <span style="font-weight: bold;">A</span>VENIDA <span style="font-weight: bold;">P</span>AULISTA<br />Av. Paulista, 119 . Paraíso, Estação Brigadeiro<br />Informações (11) 3179-3700 e 3179-3716<br /><a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/home/index.cfm">www.sescsp.org.br</a><br /><span style="color: rgb(0, 51, 204);">seminario@avenidapaulista.sescsp.org.br</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />- Conferências quartas, quintas e sextas às 19h<br /><br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);">22 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Heterodoxa mutação</span><br />José Miguel Wisnik                                    <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">23 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Revoluções, mutações...</span><br />Francisco de Oliveira                                    <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">24 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Humano, pós-humano, transumano</span><br />Laymert Garcia dos Santos  <br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">30 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Descontrole do tempo histórico</span><br /><span style="font-weight: bold;">e banalização da experiência</span><br />Franklin Leopoldo Silva <span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">05 set</span> <span style="font-weight: bold;">A fabricação do homem e da natureza</span><br />Jean-Pierre Dupuy<br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">06 set</span> <span style="font-weight: bold;">Os três tempos da mutação</span><br />Luiz Felipe Alencastro <br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">12 set</span> <span style="font-weight: bold;">Por um saber sem fronteiras</span><br />Sérgio Paulo Rouanet <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">13 set</span> <span style="font-weight: bold;">As mutações do poder e os limites do humano</span><br />Newton Bignotto  <span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">14 set</span> <span style="font-weight: bold;">Novas afinidades eletivas</span><br />Eugène Enriquez <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">19 set</span> <span style="font-weight: bold;">Metamorfoses do tempo</span><br />Olgária Matos <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">20 set</span> <span style="font-weight: bold;">Depressão e imagem do novo mundo</span><br />Maria Rita Kehl  <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">21 set</span> <span style="font-weight: bold;">Sobre o caos e novos paradigmas</span><br />Luiz Alberto Oliveira <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">26 set</span> <span style="font-weight: bold;">Fim da guerra clássica - novos estados de violência</span><br />Frédéric Gros <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">27 set</span> <span style="font-weight: bold;">O que mantém o homem vivo: devaneios</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">sobre algumas transfigurações do humano</span><br />Renato Lessa <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">28 set</span> <span style="font-weight: bold;">Máquinas utópicas e distópicas</span><br />João Camillo Penna <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">04 out</span> <span style="font-weight: bold;">Metamorfoses da visibilidade</span><br />Paulo Sérgio Duarte <span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);">05 out</span> <span style="font-weight: bold;">As duas mutações de Nietzsche</span><br />Oswaldo Giacoia Júnior  <br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><br /><div style="text-align: right;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1#topo">topo &gt;&gt;</a><br /></div><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></span><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/button_ok_1185504006.png" /> </span><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a name="06"><span style="font-weight: bold;">CURITIBA </span>l <span style="font-weight: bold;">S</span>ESC DA <span style="font-weight: bold;">ESQUINA</span></a><br /><span style="font-weight: bold;"></span>Rua Visconde do Rio Branco, 969 . Centro<br /><span style="font-weight: bold;"></span><div style="text-align: left;">Informações (41) 3304-2222<br /><a href="http://www.sescpr.com.br/"><span style="font-weight: bold;"></span>www.sescpr.com.br</a></div><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br />- Conferências às 19h<br /><br /></span></div>     <p><span style="color: rgb(102, 102, 51); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);">23 ago</span><span style="font-weight: bold;"> Heterodoxa mutação</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51); font-weight: bold;"></span>José Miguel Wisnik <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">24 ago</span> <span style="font-weight: bold;">O que mantém o homem vivo: devaneios</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">sobre algumas transfigurações do humano</span><br />Renato Lessa <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">27 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Humano, pós-humano, transumano</span><br />Laymert Garcia dos Santos <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">28 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Sobre o caos e novos paradigmas</span><br />Luiz Alberto Oliveira <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">30 ago</span> <span style="font-weight: bold;">Metamorfoses da visibilidade<br /></span>Paulo Sérgio Duarte <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">31 ago</span> <span style="font-weight: bold;">As duas mutações de Nietzsche</span><br />Oswaldo Giacoia Júnior <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">03 set</span> <span style="font-weight: bold;">Metamorfoses do tempo</span><br />Olgária Matos <br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">04 set</span> <span style="font-weight: bold;">Descontrole do tempo histórico e banalização da experiência</span><br />Franklin Leopoldo Silva <br /></p><div style="text-align: right;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1#topo">topo &gt;&gt;</a><br /></div><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><span style="font-weight: bold;"><br /> </span><span style="font-weight: bold;"><a name="05"></a></span><a name="05"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/button_ok_1185504006.png" /> </span></a><span style="font-weight: bold;"><a name="05">SALVADOR </a></span>| <span style="font-weight: bold;">A</span>NFITEATRO <span style="font-weight: bold;">A</span>LFREDO <span style="font-weight: bold;">B</span>RITTO <span style="text-decoration: underline;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">F</span>ACULDADE <span style="font-weight: bold;">D</span>E <span style="font-weight: bold;">M</span>EDICINA <span style="font-weight: bold;">D</span>A <span style="font-weight: bold;">B</span>AHIA - <span style="font-weight: bold;">U</span>FBA<br />Praça XV de novembro, s/n . Terreiro de Jesus<br />Informações (71) 3116.6674 e 3116.6918<br /><a href="http://www.fpc.ba.gov.br/">www.fpc.ba.gov.br </a>- FUNDAÇÃO PEDRO CALMON<br /><br /><span style="font-weight: bold;">- Conferências às 19h</span><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">10 set</span> <span style="font-weight: bold;">Heterodoxa mutação</span><br />José Miguel Wisnik <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">11 set</span> <span style="font-weight: bold;">A fabricação do homem e da natureza</span><br />Jean-Pierre Dupuy <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">12 set</span> <span style="font-weight: bold;">O que mantém o homem vivo: devaneios</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">sobre algumas transfigurações do humano</span><br />Renato Lessa <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">14 set</span> <span style="font-weight: bold;">Sobre o caos e novos paradigmas</span><br />Luiz Alberto Oliveira <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">18 set</span> <span style="font-weight: bold;">Descontrole do tempo histórico</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">e banalização da experiência</span><br />Franklin Leopoldo Silva <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">19 set </span><span style="font-weight: bold;">As mutações do poder e os limites do humano</span><br />Newton Bignotto <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">20 set</span> <span style="font-weight: bold;">As duas mutações de Nietzsche</span><br />Oswaldo Giacoia Júnior <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">21 set</span> <span style="font-weight: bold;">Metamorfoses da visibilidade</span><br />Paulo Sérgio Duarte <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">24 set</span> <span style="font-weight: bold;">Máquinas utópicas e distópicas</span><br />João Camillo Penna <br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">25 set</span><span style="font-weight: bold;"> (20 h) Revoluções, mutações...</span><br />Francisco de Oliveira <br /><div style="text-align: right;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1#topo">topo &gt;&gt;</a><br /></div><br /><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-07-26T10:57:48+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO</title>
<link/>
<author/>
<category>Comunidade</category><content:encoded><![CDATA[<div>assista os videos das conferências realizadas entre agosto e outubro, no Rio de Janeiro.<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"></span>&quot;MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO&quot;<span style="font-weight: bold;"> </span>c<span style="font-weight: normal;">onstitui o terceiro ciclo de conferências da trilogia &quot;Cultura e Pensamento em Tempos de Incerteza&quot;. </span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">VIDEOS DAS CONFERÊNCIAS</span><br /><br />Conferências realizadas no Teatro Maison de France, Rio de Janeiro *.<br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;">20 ago 2007     </span></span><span style="font-weight: bold;">l  JOSÉ MIGUEL WISNIK <br />Heterodoxa mutação   l    </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=30108&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">vídeo &gt;&gt;</span></a><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">21 ago 2007     </span><span style="font-weight: bold;">l       FRANCISCO DE OLIVEIRA<br />Revoluções, mutações... l   </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=30110&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">vídeo  &gt;&gt;</span></a><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">28 ago 2007  </span><span style="font-weight: bold;">l       FRANKLIN LEOPOLDO E SILVA        <br />Descontrole do tempo histórico</span><span style="font-weight: bold;"> e banalização da experiência  l   <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=30204&more=1&c=1&pb=1">video &gt;&gt;</a></span><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">29 ago 2007  </span><span style="font-weight: bold;">l OSWALDO GIACOIA JUNIOR<br /></span><span style="font-weight: bold;">As duas mutações de Nietzsche  l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=30268&more=1&c=1&pb=1">video &gt;&gt;</a></span><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">3 set 2007 </span><span style="font-weight: bold;">l JEAN-PIERRE DUPUY<br /></span><span style="font-weight: bold;">A fabricação do homem e da natureza l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=30270&more=1&c=1&pb=1">video &gt;&gt;</a></span><br /><br /><br />* Em breve, os vídeos das demais conferências estarão disponíveis.<span style="font-weight: bold;"><br /><br /><br /></span><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: bold;"></span></span><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">SOBRE O EVENTO: </span></p><p><br />&quot;O encontro com a palavra <span style="font-weight: bold;">“mutações”</span> é inusitado para o ciclo Cultura e Pensamento em Tempos de Incerteza, que começou com o seminário tematizando “O silêncio dos intelectuais”. Haveria na escolha de um nome que se circunscreve no campo biológico alguma conclusão à qual se chegou? Estaríamos vivendo um novo ciclo de relações estabelecidas entre linguagem e pensamento; entre vivência e inteligência; entre fala e cultura? Se essa palavra “mutações” não é conclusiva, seu achado provisório nos leva a crer que os intelectuais estão hoje cada vez mais voltados para o que se tornou a “vida” na atualidade.&quot;<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28332&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"> Leia o texto na íntegra <font size="1">&gt;&gt;</font></a><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;">Por                                    G I L B E R T O                                   G I L</span><br /></div><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;">M</span>inistro da <span style="font-weight: bold;">C</span>ultura<br /></div><br /><br /><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"></span>&quot;As novas imagens do mundo convidam-nos a esquecer a noção de crise. Pensemos, pois, na idéia de mutação. Muitos pensadores certamente estariam de acordo com a afirmação: vivemos uma época prodigiosamente vazia, na qual concepções políticas, crenças, idéias, sensibilidades, enfim, formas de existência e visões de mundo que antes pareciam dar sentido às coisas perdem valor. Ou melhor, vemos não propriamente o desaparecimento dos valores humanos, mas de certos meios de expressão desses valores, como observa Wittgenstein.&quot; <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28334&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">Leia o texto na íntegra <font size="1">&gt;&gt;</font></a><br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;">Por</span>                                <span style="font-weight: bold;">A D A U T O                                      N O V A E S</span><br /><span style="font-weight: bold;">C</span>urador<br /></div><div style="text-align: right;"><br /><div style="text-align: left;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">INFORMAÇÕES </span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28293&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"> Programação <font size="1">&gt;&gt;</font></span></a><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"> Sobre os temas <font size="1">&gt;&gt;</font></span></a><br /><br /></div><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 5px; height: 5px;" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28602&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">Conferencistas <font size="1">&gt;&gt;</font></a><br /><span style="font-weight: bold;"></span></div><br /><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><br />Realização:</span> </span>Ministério da Cultura e Artepensamento<span style="font-weight: bold;"><br /><span style="font-weight: bold;">Curadoria:</span> </span>Adauto Novaes<br /><br />___________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">patrocínio:</span> Petrobras<br /><br /><span style="font-weight: bold;">co-patrocínio</span>: Fiat, Caixa Econômica Federal, SESC São Paulo, SESC Paraná, Governo do Estado da Bahia - Secretaria de Cultura.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">apoio:</span> Embaixada da França e Consulado da França no Rio de Janeiro.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">realização:</span> Ministério da Cultura e Artepensamento<br /><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div></div></div>

</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-07-26T09:48:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Cultura e Pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div>Primeira Edição <!--more-->
A revista Cultura e Pensamento é uma publicação gratuita, de tiragem trimestral. Seu objetivo é dar desdobramento ao programa, funcionando, ao mesmo tempo, como um boletim deste e como uma publicação que visa a ser mais um fórum de debates sobre temas contemporâneos relevantes. <br /><br />A intenção é contar com colaboradores de vários Estados brasileiros e com diferentes pontos de vista teóricos. A unidade editorial, nesse caso, deverá estar mais na vinculação aos debates já promovidos pelo programa e no mapeamento da reflexão de qualidade produzida em cada canto do país.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">CULTURA E PENSAMENTO – Edição maio/junho de 2007.</span><br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/capa_revista_1185382664.jpg"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capa%20def_1185379629.jpg" /></a> <font size="1"><br /></font></p><p><font size="1"><span style="font-weight: bold;">Capa da Primeira edição.</span> Clique na imagem para ampliá-la.<br /></font></p><br />Pretendendo constituir mais um estímulo à ampliação da esfera pública no Brasil, o primeiro número da revista traz alguns artigos que tematizam justamente a relação entre esfera pública e comunicação – trazendo à pauta discussões sobre as transformações culturais e sociais resultantes da expansão de novas tecnologias. Diagnósticos da situação do teatro e da música no Brasil, o uso político que o movimento negro faz das novas tecnologias, os conflitos e interações entre o local e o global e entre o novo e o “velho” norteiam reflexões sobre novos processos educacionais, sobre cidadania e inclusão social, sobre a importância da comunicação como serviço público.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Revista%20C&P_mai_jun_2007_1185325302.pdf"><span style="font-weight: bold;">Revista na íntegra em .pdf &gt;&gt;</span></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Confira os artigos e entrevistas que compõem essa primeira edição:</span><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">POLÍTICAS DE OCUPAÇÃO </span><br />As práticas artísticas coletivas e a ocupação de um edifício em São Paulo pelo movimento dos sem-teto mostram que o capitalismo somos nós, nos relacionando de modo a reproduzir as práticas de mercado em nossas relações pessoais ou poéticas. <br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">GAVIN ADAMS, </span>Artista Visual.<span style="font-weight: bold;"></span> P.21<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">ESPÉCIE DE ESPAÇO</span> <br />Ocupar politicamente um território significa um trabalho coletivo que demonstre ser possível reinventar a sociedade. <br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">MARCELO REZENDE</span>, escritor e jornalista. P.31<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">CULTURA MÓVEL</span> <br />A expansão das tecnologias digitais no Brasil mostra uma alteração de consumo e comportamento, e ainda uma mudança na criação artística. <br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">MAURÍCIO REIMBERG</span>, jornalista. P.39<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">HÁ CULTURA ALÉM DO DIGITAL? </span><br />A rapidez é uma marca inseparável do atual momento histórico e uma injunção moral posta pelo escândalo de nossas desigualdades persistentes e naturalizadas. <br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">JOANILDO A. BURITY</span>, cientista político. P.49<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">DEMOCRATIZAÇÃO ELETRÔNICA OU NEO-AUTORITARISMO PEDAGÓGICO?</span> <br />Novas Tecnologias de informação e comunicação vieram com uma grande promessa, a possibilidade de interação. <br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">GABRIEL KAPLÚ</span>N, educador. P.59<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">FIM DE UM TEMPO</span> <br />Temos a tecnologia implementando acesso à cultura e ao conhecimento, e precisamos que esses benefícios tecnológicos efetivamente cheguem ao consumidor final.<br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">LUIZ FERNANDO MONCAU</span>, advogado do IDEC. P.69<br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">ESCUTAR E OUVIR</span> <br />As rádios comunitárias funcionam como um organizador coletivo e são mediadoras dos anseios dos cidadãos.<br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">ANA LUISA ZANIBONI GOMES</span>, jornalista. P.77<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">CANAL ABERTO</span> <br />O jornalista Paulo Henrique Amorim fala sobre a nova era da informação no Brasil com a chegada das TVs digitais e o papel de uma televisão pública.<br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">MAURÍCIO REIMBERG</span>, jornalista. P.85<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">AS VOZES DO BRASIL</span> <br />Estado e Governo devem apoiar os novos e os “velhos” meios de comunicação de massa eletrônicos para garantir ao cidadão brasileiro a inclusão política.<br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">RODRIGO SAVAZONI </span>&amp;<span style="font-weight: bold;"> SPENSY PIMENTEL</span>, jornalistas. P.93<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">PARA CIMA E PARA BAIXO</span> <br />O espanhol Eduardo Subirats fala sobre o jogo de forças entre a cultura popular e erudita em mundo globalizado e determinado pela expansão das novas tecnologias.<br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">THEREZA DANTAS</span>, jornalista. P.103<br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">COR DO OUTRO</span> <br />A tematização das desigualdades de oportunidades para negros e brancos no Brasil pavimenta o caminho para a aceitação de políticas de ação afirmativa.<br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">SÉRGIO COSTA</span>, sociólogo. P.109<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">CORAÇÕES E MENTES</span> <br />O líder indígena <span style="font-weight: bold;">Ailton Krenak</span>, curador dos “Diálogos Interculturais”, projeto apoiado pelo Cultura e Pensamento em 2006, fala sobre a necessidade da defesa do particular em um mundo ansioso pelo universal. P.117<br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">TRABALHO DE CAMPO</span> <br />Participantes da primeira edição do Programa Cultura e Pensamento comentam suas experiências e mostram o que pode ser melhorado.<br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">ELISA ANDRADE BUZZO</span>, jornalista e poeta. P.123<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">PONTO ZERO</span> <br />O teatro se enquadra na especialização e na divisão social do trabalho, características da sociedade moderna e da economia de mercado capitalista.<br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">LUIZ CARLOS MOREIRA</span>, autor e diretor do grupo e projeto Engenho Teatral. P.137<br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">A OUTRA MÚSICA DO BRASIL</span> <br />Não há uma política nacional para o ensino musical do país, e mudanças ocorridas há cerca de 30 anos desestruturaram completamente os conservatórios.<br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">SIDNEY MOLINA</span>, Doutor em semiótica, atua como membro do Quarteto de Violões Quaternaglia. P.147<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Revista%20C&P_mai_jun_2007_1185325302.pdf"><span style="font-weight: bold;">Revista na íntegra em .pdf &gt;&gt;</span></a><br /><div style="text-align: right;"></div><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-07-24T07:38:40+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Projetos habilitados</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projetos encaminhados para a Comissão de Seleção <!--more-->
Após fase de habilitação, os seguintes projetos foram encaminhados para a avaliação da Comissão de Seleção:*<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 51);">DEBATES PRESENCIAIS</span></span><br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“A Revolução pelo Sensível – Do Singular ao Coletivo”</span> (B); <br />Curadora: Luciana Hartmann (RS); Entidade Produtora: Universidade Federal de Santa Maria (RS)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“A Saga da Música de Concerto no Brasil de Hoje e na América Latina”</span> (D); <br />Curadora: Ana Lúcia Altino Garcia (PE); Entidade Produtora: Virtuosi Sociedade Artística Ltda. (PE)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Além das Redes de Colaboração: Diversidade Cultural e as Tecnologias do Poder”</span> (A); <br />Curador: Sérgio Amadeu da Silveira (SP); Entidade Produtora: Casa de Cinema de Porto Alegre (RS)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Arte e Liberdade: Eixos e Democracia da Expressão” </span>(A); <br />Curadora: Ana Glafira Malta Cavalcanti (AL); Entidade Produtora: APAP - Associação de Artistas Plásticos Profissionais de Curitiba (PR)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Biopolítica, Tecnologias e Educação: entre o Controle Social e a Emancipação” </span>(A); <br />Curador: Daniel Soares Lins (CE); Entidade Produtora: Via de Comunicação Ltda. (CE)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Café das Artes” (B); <br /></span>Curadora: Luciana Silva de Paula&quot; (MG); Entidade Produtora: Instituto duBem Comunicação e Cultura (MG)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Câmera Cascudo: Diálogos com Múltiplas Culturas”</span> (B); <br />Curadora: Cléria Botelho da Costa (DF); Entidade Produtora: PLD Arquitetos Associados (DF)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Carnaval do Brasil” </span>(B); <br />Curador: Perfeito Fortuna (RJ); Entidade Produtora: Viva Brasil (RJ)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Ciclo de Debates – Rumos da Fotografia Contemporânea” </span>(D); <br />Curador: Élcio de Resende Paraíso Pereira (MG); Entidade Produtora: Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos de Minas Gerais (Arfoc-MG)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Conexões Culturais - Cultura e Educação”</span> (D); <br />Curadora: Cláudia Sousa Leitão (CE); Entidade Produtora: IEPRO - Instituto de Estudos, Pesquisas e Projetos da UECE (CE)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Conexões Ocultas na Teia da Vida: Trabalho, Cultura, Colaboração, Propriedade, Controle, Emancipação”</span> (D); <br />Curadora: Elenara Vitoria Cariboni Iabel (RS); Centro de Educação Ambiental (RS)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Conhecimento e Cultura Livres: Disputas, Práticas e Idéias”</span> (C); <br />Curadora: Maria Elisa Burgos Pereira da Silva Cevasco (SP); Entidade Produtora: Ação Educativa (SP)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Convergências e Divergências nos Processos de Apropriação das Novas Tecnologias” </span>(A); <br />Curadora: Regina Helena Alves da Silva (MG); Entidade Produtora: Fundep - Fundação do Desenvolvimento da Pesquisa (MG)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Crie Futuros”</span> (D); <br />Curadora: Claudia Deheinzelin (SP); Entidade Produtora: Enthusiasmo Cultural Ltda. (SP)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Debate sobre Design &amp; Sustentabilidade na Cultura Industrial”</span> (C); <br />Curador: Aguinaldo dos Santos (PR); Entidade Produtora: Centro de Design Paraná (PR)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Deslocamentos Populacionais, os limites de identidades e reinvenções culturais”</span> (B); <br />Curadora: Zilda Márcia Grícoli Iokoi (SP); Entidade Produtora: Associação de Arquivistas de São Paulo – ARQ (SP)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Fórum Cultura Quilombola” </span>(B); <br />Curador: Jorge Henrique Mendonza Posada (MG); Entidade Produtora: Soluções Puc Jr (MG)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Fórum de Construção de Modelos de Conteúdo para TV Digital” </span>(C); <br />Curador: Nelson Hoineff (RJ); Instituto de Estudos de Televisão (RJ)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Fórum Latino-Americano de Mídia Cidadã” </span>(C); <br />Curador: Pedro Cobbett Stael Markun (SP); Entidade Produtora: Cobbett Produções Artisticas e Audiovisuais Ltda (SC)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Gastronomia e (é) Cultura”</span> (D); <br />Curadora: Thabata Neder (SP); Entidade Produtora: Thema Consultoria e Assessoria em Marketing S/C Ltda. (SP)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Juventude, Diferença e Direitos Humanos: Trabalho, Educação, Inclusão Social e Cidadania”</span> (D); <br />Curador: Ronaldo Marcos Lima de Araújo (PA); Entidade Produtora: Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Governo do Estado do Pará (PA)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Juventude Rural: Dinâmicas Culturais Contemporâneas”</span> (B); <br />Curador: César Luis Barbosa Calonio (PE); Entidade Produtora: Asplande (RJ)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Leitura Critica da Mídia”</span> (C); <br />Curador: Wellington José de Oliveira Pereira (PB); Entidade Produtora: Associação Beneficiente Casa Caiada (PB)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Mapas do Corpo”</span> (B); <br />Curador: Marcelo Evelin de Carvalho (PI); Instituto Punaré (PI)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Memória das Culturas – Acesso e Expansão de Acervos perante os Desafios e Limites da Propriedade Intelectual” </span>(D); <br />Curadora: Ana Lúcia Duarte Lanna (SP); Entidade Produtora: Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (SP)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Mobilidade e Diversidades: Acolhimento Intercultural e os Desafios para a Educação e Turismo Inclusivos”</span> (B); <br />Curadora: Leunice Martins de Oliveira (RS); Entidade Produtora: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (RS)<br /><br />•<span style="font-weight: bold;">    “Musica: Cultura em Movimento” </span>(C); <br />Curadora: Marinilda Bertolete Boulay (SP); Entidade Produtora: Totem Records Produções Artísticas e Edições Musicais Ltda. (SP)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Nas Fronteiras da Arte” </span>(B); <br />Curador: Luciano Ferreira da Costa (RN); Entidade Produtora: Fundação José Augusto (RN)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“O que está vivo e o que está morto no pensamento de Marx” </span>(C); <br />Curadora: Ana Elvira Steinbach Silva Raposo (PB); Entidade Produtora: Fundação José Américo (PB)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Perspectivas da Universidade Brasileira para o século XXI”</span> (D); <br />Curador: Ednaldo Brigante Pizzolato (SP); Entidade Produtora: PROIFES - Forum das Instituições Federais de Ensino Superior (DF)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Plataforma Integrada de Encontros Musicais” </span>(B); <br />Curadora: Tathianna Nunes de Souza e Silva (PE); Entidade Produtora: Coquetel Molotov Produções Ltda. (PE)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Políticas da Cultura e da Comunicação para a Democracia e a Diversidade Cultural”</span> (C); <br />Curador: Antônio Albino Canelas Rubim (BA); Entidade Produtora: Ritos Produções de Eventos (BA)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“I Seminário Inter-Regional sobre Sociedade em Rede e Teoria Social Critica”</span> (A); <br />Curador: Everaldo Gaspar Lopes de Andrade (PE); Entidade Produtora: Instituto Maurício de Nassau (PE)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Sustentabilidade, Cultura, Meio Ambiente e Diversidade: Diálogos” </span>(B); <br />Curadora: Josiane Andrade Militão (MG); Entidade Produtora: Sociedade Mineira de Cultura (MG)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Sustente Inovando”</span> (A); <br />Curador: Nivaldo dos Santos (GO); Entidade Produtora: Universidade Federal de Goiás (GO)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Um Mundo de Imagens – Economia, Cultura e Política na Indústria Cinematográfica em Tempos de Digitalização”</span> (A); <br />Curador: César Bolaño (SE); Entidade Produtora: Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de Sergipe (SE) <br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">DEBATES EM PERIÓDICOS IMPRESSOS</span></span><br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Cultura e Responsabilidade Social” </span>(C); <br />Editora: Ariadne Quintella (PE); Entidade Produtora: Centro Brasileiro de Preservação História, Artística e Cultural (PE) <br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Grumo, Pensamentos em Trânsito”</span> (B); <br />Editora: Diana Irene Klinger (RJ); Entidade Produtora: Viveiros de Castro Editora Ltda. (RJ)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Revista Azougue”</span> (D); <br />Editor: Sérigo Cohn (RJ); Entidade Produtora: Beco do Azougue Editorial Ltda. (RJ)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Revista Coquetel Molotov”</span> (B); <br />Editora: Ana Cristina Altino Garcia (PE); Entidade Produtora: Coquetel Molotov Produções Ltda. (PE)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Revista Global/Brasil” </span>(A); <br />Editor: Giuseppe Mário Cocco (RJ); Entidade Produtora: Do Lar Design Ltda (RJ)<br /><br /><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">DEBATES EM MÍDIAS ELETRÔNICA <span style="font-style: italic;">ON-LINE</span></span><br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Dialogo entre Hispanos e Lusófonos: A construção da Identidade dos Paises do Sul” </span>(B); <br />Editora: Nilce da Silva (SP); Entidade Produtora: Nilce da Silva (SP)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Estéticas da Biopolítica: Audiovisual, Política e Novas Tecnologias” </span>(A); <br />Curadora: Ilana Feldman Marzochi (SP); Entidade Produtora: Pecego Produções Artísticas Ltda. (RJ)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Fluxos Musicais – Trajetórias Sonoras do Nomadismo”</span>  (B); <br />Editora: Magda Dourado Pucci (SP); Entidade Produtora: Ethos Produtora de Arte e Cultura (SP)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Jornalismo Cultural em Pauta” </span>(D); <br />Editor: Luiz Eduardo de Carvalho (SP); Entidade Produtora: Instituto Pensarte (SP)<br /><br />•    <span style="font-weight: bold;">“Representação Imagética das Africanidades no Brasil” </span>(D); <br />Editora: Denise Conceição Ferraz de Camargo (SP); Entidade Produtora: Fernando Cury de Tacca (SP)<br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">* Observações</span><br />    <br />   Projetos listados em ordem alfabética, pelo título.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">   Inserção dos projetos nas linhas temáticas:</span><br /><span style="font-weight: bold;">Linha Temática A:</span> Biopolítica e Tecnologias: Padrões Contemporâneas de emancipação, propriedade, poder e controle<br /><span style="font-weight: bold;">Linha Temática B:</span> Populações e Territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura<br /><span style="font-weight: bold;">Linha Temática C:</span> Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade<br /><span style="font-weight: bold;">Linha Temática D: </span>Temática de Livre Escolha<br /><br /><div style="text-align: right;"> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div> </div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-07-16T08:35:23+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Seminário A Constituição do Comum: Cultura e conflitos no capitalismo contemporâneo</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Evento será realizado em Belém do Pará<!--more-->
<p><a style="font-weight: bold;" href="http://video.ufba.br/comum"><br /></a></p><p><span style="font-weight: bold;"></span> O Seminário<strong> A Constituição do Comum: Cultura e conflitos no capitalismo contemporâneo</strong>, de curadoria do cientista político <strong>Giuseppe Cocco</strong> e da diretora da Escola de <strong style="font-weight: normal;"></strong>Comunicação da UFRJ <strong>Ivana Bentes, </strong><strong style="font-weight: normal;">foi realizado, em maio, no Rio de Janeiro, e em julho, em Salvador.</strong></p><p><br /></p><p>O próximo evento acontecerá em <span style="font-weight: bold;">Belém/PA</span>. Inicialmente programada para agosto, a realização foi adiada e as informações estarão disponíveis assim que a nova data for definida.<br /></p><br /><p>Trata-se de um projeto do <strong>Programa Cultura e Pensamento 2007</strong>, realizado pela Universidade Nômade, ECO/UFRJ, LABTeC/ESS/UFRJ.</p><p><br /><font size="2"></font></p><p>O <strong>objetivo </strong>do Seminário é refletir sobre diversos processos culturais, discutindo o lugar da Comunicação e da Cultura no chamado capitalismo cognitivo (do conhecimento e da informação).</p><p /><p /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=27448&more=1&c=1&pb=1"><strong><br /></strong></a></p><p>Para <strong></strong>obter mais informações acesse o site: </p><p /><p /><p /><p><a href="http://www.ocomum.com.br/"><br /></a></p><p><a href="http://www.ocomum.com.br/">http://www.ocomum.com.br/</a></p><p><br /><strong></strong></p><p><strong><br /></strong></p><p><strong>Participe da REDE CULTURA E PENSAMENTO</strong></p><p><br />Instituições, entidades culturais e usuários interessados em receber a <strong>transmissão online</strong> de ações apoiadas pelo Programa podem cadastrar-se como Ponto da Rede Cultura e Pensamento. </p><p><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25025&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui para mais informações sobre a Rede.</a></p><p><br /></p><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=27446&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-07-04T03:15:48+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A Constituição do Comum: Cultura e conflitos no capitalismo contemporâneo</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Ciclo de conferências reunirá cientistas políticos numa ampla reflexão sobre diversos processos culturais. Em Salvador, de 16 a 18 de Julho. Confira a Programação e outras informações.<!--more--><p>Acontece em Salvador, <strong>de 16 à 18 de julho de 2007</strong>, o Seminário <strong>A Constituição do Comum: Cultura e conflitos no capitalismo contemporâneo</strong>, de curadoria do cientista político <strong>Giuseppe Cocco</strong> e da diretora da Escola de Comunicação da UFRJ <strong>Ivana Bentes</strong>. </p><p>Trata-se de um projeto do <strong>Programa Cultura e Pensamento 2007</strong>, realizado pela Universidade Nômade, ECO/UFRJ, LABTeC/ESS/UFRJ. Outras edições do evento já aconteceram em Vitória/ES e no Rio de Janeiro/RJ. A última edição será realizada em Belém, em agosto.</p><p>O <strong>objetivo</strong> do Seminário é refletir sobre diversos processos culturais, discutindo o lugar da Comunicação e da Cultura no chamado capitalismo cognitivo (do conhecimento e da informação).</p><p>Para efetuar as <strong>inscrições </strong>e obter mais informações acesse o site:</p><p><a href="http://www.ocomum.com.br/">http://www.ocomum.com.br/</a></p><p><strong>Participe da REDE CULTURA E PENSAMENTO</strong></p><p>Instituições e usuários interessados em receber a <strong>transmissão online</strong> do Seminário e de outras ações apoiadas pelo Programa devem cadastrar-se como <strong>Ponto da Rede Cultura e Pensamento</strong>. </p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25025&more=1&c=1&pb=1"><strong>Clique aqui</strong> </a> para mais <strong>informações sobre a Rede.</strong></p><p><br /><strong>PROGRAMAÇÃO DO SEMINÀRIO EM SALVADOR</strong></p><p>Os locais de realização do evento serão confirmados em breve.<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(102,102,51)">Dia 16</span><span style="COLOR: rgb(102,102,51)"> - Segunda</span><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold"><br />9 h - ABERTURA</span><br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Naomar Almeida </span>– Reitor da Universidade Federal da Bahia<br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Márcio Meirelles</span> – Secretário de Cultura do Estado da Bahia<br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Giuseppe Cocco</span> – ESS-UFRJ / Universidade Nômade<br /><br /><br /><span style="FONT-SIZE: 12pt" times="" new="" roman="" ;="">• </span><span style="FONT-WEIGHT: bold">Mesas Redondas </span><br /><br />10 h - A LÓGICA DO CAPITALISMO COGNITIVO<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Bouzid Izerrougène </span>– UFBA <br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Giuseppe Cocco </span>– ESS-UFRJ / Universidade Nômade<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Coordenação:</span> Afonso Luz (MinC)<br /><br /><br />15 h - NOVA ECONOMIA: DO PROLETARIADO AO PRECARIADO<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Inaiá Carvalho</span> – UFBA<br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Genauto de França Filho</span> – CIAGS <br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Ivana Bentes </span>– UFRJ <br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Coordenação: </span>Tânia Fischer (UFBA)<br /><br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(102,102,51)">Dia 17</span><span style="COLOR: rgb(102,102,51)"> – terça</span><br /><br /><span style="FONT-SIZE: 12pt" times="" new="" roman="" ;="">• </span><span style="FONT-WEIGHT: bold">Mesas Redondas</span><br /><br />9 h - TERRITÓRIO, REDES E MOVIMENTOS<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Albino Rubim</span> – UFBA <br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Gerardo Silva</span> – UFRJ <br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Alexandre Nascimento </span>– PVNC / Universidade Nômade<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Coordenação:</span> Paulo Henrique de Almeida <br /><br /><br />15 h - O TRABALHO DA METRÓPOLE<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Paulo Henrique de Almeida </span>– Secult <br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Lhering Alcoforado</span> – UFBA <br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Tânia Fischer</span> – UFBA <br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Coordenação:</span> Giuseppe Cocco<br /><br /><span style="FONT-SIZE: 12pt" times="" new="" roman="" ;="">• </span><span style="FONT-WEIGHT: bold">19 h - Lançamento dos Livros:</span><br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">GlobAL </span>- Giuseppe Cocco<br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Estética da Multidão</span> – Bárbara Szanieck<br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">As Revoluções do Capitalismo</span> – Maurizio Lazzarato<br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Revista Caderno CRH, n. 48</span> – “Ordem Mundial e Contestação Política”<br /><br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(102,102,51)">Dia 18 </span><span style="COLOR: rgb(102,102,51)">– quarta</span><br /><br /><span style="FONT-SIZE: 12pt" times="" new="" roman="" ;="">• </span><span style="FONT-WEIGHT: bold">Mesas Redondas</span><br /><br />9 h - O COMUM PARA ALÉM DO MERCADO E DO ESTADO: O EMBATE DA TV DIGITAL<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Póla Ribeiro</span> – IRDEB<br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Robinson Almeida</span> – AGECOM<br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Fábio Malini </span>– UFES<br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Sérgio Amadeu </span>– Caper Libero<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Coordenação:</span> Ivana Bentes (UFRJ)<br /><br />15 h - NOVAS TECNOLOGIAS E MÍDIAS TÁTICAS<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">André Lemos</span> – UFBA<br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Marcos Palácios </span>– UFBA<br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">André Stangl</span> – Overmundo / Instituto Eletrocooperativa<br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Bárbara Szanieck</span> – Universidade Nômade / PUC-RJ<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Coordenação:</span> Fábio Malini (UFES)</p><div style="TEXT-ALIGN: right"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=27446&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-06-22T03:45:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>PROGRAMAÇÃO - SALVADOR</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div> 16, 17 e 18 de julho de 2007<!--more-->
O evento será realizado no auditório da Faculdade de Comunicação da
Universidade Federal da Bahia (UFBA), na Avenida Ademar de Barros, s/n,
Campus Ondina.<br /><br /><a href="http://video.ufba.br/comum" style="font-weight: bold;">TRANSMISSÃO ONLINE - clique aqui para assistir os debates ao vivo &gt;&gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 153);">Dia 16</span><span style="color: rgb(0, 51, 153);"> - <span style="font-weight: bold;">Segunda</span></span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);"><br />9 h - </span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">ABERTURA</span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><br /><span style="font-weight: bold;">Naomar Almeida </span>– Reitor da Universidade Federal da Bahia<br /><span style="font-weight: bold;">Márcio Meirelles</span> – Secretário de Cultura do Estado da Bahia<br /><span style="font-weight: bold;">Giuseppe Cocco</span> – ESS-UFRJ / Universidade Nômade<br /><br /><br /><span style="font-size: 12pt;" times="" new="" roman="" ;="">• </span><span style="font-weight: bold;">Mesas Redondas </span><br /><br style="color: rgb(102, 102, 51); font-weight: bold;" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);"><span style="font-weight: bold;">10 h</span> - A LÓGICA DO CAPITALISMO COGNITIVO</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Bouzid Izerrougène </span>– UFBA <br /><span style="font-weight: bold;">Giuseppe Cocco </span>– ESS-UFRJ / Universidade Nômade<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Coordenação:</span> Afonso Luz (MinC)<br /><br /><br style="color: rgb(102, 102, 0);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);"><span style="font-weight: bold;">15 h </span>- NOVA ECONOMIA: DO PROLETARIADO AO PRECARIADO</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Inaiá Carvalho</span> – UFBA<br /><span style="font-weight: bold;">Genauto de França Filho</span> – CIAGS <br /><span style="font-weight: bold;">Ivana Bentes </span>– UFRJ <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Coordenação: </span>Tânia Fischer (UFBA)<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 153);">Dia 17</span><span style="color: rgb(0, 51, 153);"> – <span style="font-weight: bold;">terça</span></span><br /><br /><span style="font-size: 12pt;" times="" new="" roman="" ;="">• </span><span style="font-weight: bold;">Mesas Redondas</span><br /><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);"><span style="font-weight: bold;">9 h</span> - TERRITÓRIO, REDES E MOVIMENTOS</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Albino Rubim</span> – UFBA <br /><span style="font-weight: bold;">Gerardo Silva</span> – UFRJ <br /><span style="font-weight: bold;">Alexandre Nascimento </span>– PVNC / Universidade Nômade<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Coordenação:</span> Paulo Henrique de Almeida <br /><br /><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);"><span style="font-weight: bold;">15 h</span> - O TRABALHO DA METRÓPOLE</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Paulo Henrique de Almeida </span>– Secult <br /><span style="font-weight: bold;">Lhering Alcoforado</span> – UFBA <br /><span style="font-weight: bold;">Tânia Fischer</span> – UFBA <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Coordenação:</span> Giuseppe Cocco<br /><br /><span style="font-size: 12pt;" times="" new="" roman="" ;="">• </span><span style="font-weight: bold;">19 h - Lançamento dos Livros:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">GlobAL </span>- Giuseppe Cocco<br /><span style="font-weight: bold;">Estética da Multidão</span> – Bárbara Szanieck<br /><span style="font-weight: bold;">As Revoluções do Capitalismo</span> – Maurizio Lazzarato<br /><span style="font-weight: bold;">Revista Caderno CRH, n. 48</span> – “Ordem Mundial e Contestação Política”<br /><br /><br style="color: rgb(0, 51, 153);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 153);">Dia 18 </span><span style="color: rgb(0, 51, 153);">– <span style="font-weight: bold;">quarta</span></span><br /><br /><span style="font-size: 12pt;" times="" new="" roman="" ;="">• </span><span style="font-weight: bold;">Mesas Redondas</span><br /><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);"><span style="font-weight: bold;">9 h </span>- O COMUM PARA ALÉM DO MERCADO E DO ESTADO: O EMBATE DA TV DIGITAL</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Póla Ribeiro</span> – IRDEB<br /><span style="font-weight: bold;">Robinson Almeida</span> – AGECOM<br /><span style="font-weight: bold;">Fábio Malini </span>– UFES<br /><span style="font-weight: bold;">Sérgio Amadeu </span>– Casper Libero<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Coordenação:</span> Ivana Bentes (UFRJ)<br /><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);"><span style="font-weight: bold;">15 h</span> - NOVAS TECNOLOGIAS E MÍDIAS TÁTICAS</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">André Lemos</span> – UFBA<br /><span style="font-weight: bold;">Marcos Palácios </span>– UFBA<br /><span style="font-weight: bold;">André Stangl</span> – Overmundo / Instituto Eletrocooperativa<br /><span style="font-weight: bold;">Bárbara Szanieck</span> – Universidade Nômade / PUC-RJ<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Coordenação:</span> Fábio Malini (UFES).<br /><br /><br /><a href="http://video.ufba.br/comum" style="font-weight: bold;">TRANSMISSÃO ONLINE - clique aqui para assistir os debates ao vivo &gt;&gt;</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=27446&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-06-20T11:06:52+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A Constituição do Comum: cultura e conflitos no capitalismo contemporâneo</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projetos 2007<!--more-->
De 28 de maio a 1º de junho de 2007 aconteceu no Rio de Janeiro/RJ o Seminário <span style="font-weight: bold;">A Constituição do Comum: cultura e conflitos no capitalismo contemporâneo</span>, de curadoria do cientista político Giuseppe Cocco e da diretora da Escola de Comunicação da UFRJ Ivana Bentes. <br /><br />Trata-se de um projeto do <span style="font-weight: bold;">Programa Cultura e Pensamento 2007</span>, realizado pela Universidade Nômade, ECO/UFRJ, LABTeC/ESS/UFRJ, que realizará Seminários também em <span style="font-weight: bold;">Salvador</span>, de 16 a 18 de julho, e em <span style="font-weight: bold;">Belém</span>, em agosto.<br /><br />No Rio de Janeiro,<span style="font-weight: bold;"> </span>o evento reuniu 25 intelectuais brasileiros e estrangeiros nas conferências,<span style="font-weight: bold;"> e contou com transmissão  ao vivo</span><span style="font-weight: bold;"> pela internet</span><span style="font-weight: bold;"> através do site doTelejornal Online da Faculdade de Comunicação da UFRJ.</span><span style="font-weight: bold;"></span> Instituições e usuários interessados em receber a transmissão online de ações apoiadas pelo Programa devem cadastrar-se como <span style="font-weight: bold;">Ponto da Rede Cultura e Pensamento.</span> <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25025&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui para mais informações sobre a Rede.</a><br /><br />Para ver um breve <span style="font-weight: bold;">perfil dos participantes</span> no Seminário realizado no Rio, <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=26715&more=1&c=1&pb=1">clique aqui.</a><br /><br />O objetivo do seminário é refletir sobre diversos processos culturais,
discutindo <span style="font-weight: bold;">o lugar da Comunicação e da Cultura no chamado capitalismo
cognitivo</span> (do conhecimento e da informação). <br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />PROGRAMAÇÃO</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">RIO DE JANEIRO</span>, de 28 de maio a 1º de junho de 2007. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=26524&more=1&c=1&pb=1">Veja a Programação &gt;&gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">SALVADOR</span>, de 16 a 18 de julho de 2007. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=27448&more=1&c=1&pb=1">Veja a Programação &gt;&gt;</a><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://tv.ufrj.br/tjufrj"><br /></a>- As programações de outras edições do evento serão divulgadas assim que forem definidas.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />PROPOSTA DO SEMINÁRIO<br /><br /></span>A
produção da cultura é, hoje em dia, o terreno fundamental de
organização da produção em geral no capitalismo contemporâneo. Nunca na
história da cultura tivemos tantas possibilidades de descentralização
dos meios de produção. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=26825&more=1&c=1&pb=1">(leia mais)</a><span style="font-weight: bold;"><br /></span><br />l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-06-20T10:54:52+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Ciclo de Conferências<!--more-->
<span style="font-style: italic;"></span><br />Terceiro ciclo de conferências da trilogia <br /><span style="font-weight: bold;">&quot;Cultura e Pensamento em Tempos de Incerteza&quot;.</span> <span style="font-style: italic;"><span style="font-weight: bold;"><br /><br />Realização:</span> Artepensamento; <br /><span style="font-weight: bold;">Curadoria:</span> Adauto Novaes;</span><br /><br />MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO constitui uma ação apoiada pelo <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1">Cultura e Pensamento em 2007.</a><br /><br />A programação completa será divulgada em breve.<br />Confira os <span style="font-weight: bold;">temas</span> que serão debatidos e os respectivos <span style="font-weight: bold;">Conferencistas</span>:<br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><br />•</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"> MUTAÇÃO HETERODOXA</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);"><br />por</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);"> José Miguel Wisnik,</span> <span style="color: rgb(102, 102, 51);">professor <br />de Literatura da Universidade de São Paulo.</span>

<p class="MsoNormal"><br />•<span style="font-weight: bold;"> REVOLUÇÕES, MUTAÇÕES...</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);"> Francisco de Oliveira</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor de Sociologia <br />da Universidade de São Paulo.</span></p>

<p class="MsoNormal"><br />• <span style="font-weight: bold;">HUMANO, PÓS-HUMANO, TRANS-HUMANO: <br />   IMPLICAÇÕES DA DESCONSTRUÇÃO DA NATUREZA HUMANA.</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);"> Laymert Garcia dos Santos,</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);"> professor de Sociologia da Unicamp.</span></p><br />•<span style="font-weight: bold;"> ANTI-HUMANISMO E PÓS-HUMANIDADE</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Axel Khan</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, médico, geneticista, membro do </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">Comitê Consultivo Nacional sobre a Ética (França) </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">e do grupo de Ciências da Vida em Bruxelas.</span><br /><br />• <span style="font-weight: bold;">REBELIÃO CONTRA A NATUREZA</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Jean-Pierre Dupuy</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor na Escola Politécnica de Paris </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">e na Universidade de Stanford; e pesquisador do Programa </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">de Ciência-Tecnologia-Sociedade.</span> 

<p class="MsoNormal"><br />•<span style="font-weight: bold;"> SOBRE O CAOS</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Luiz Alberto Oliveira</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, físico, doutor em Cosmologia, </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">pesquisador do Laboratório Experimental de Altas Energias </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">e professor de Filosofia no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas.</span><br /></p><br />• <span style="font-weight: bold;">AS DUAS MUTAÇÕES DE NIETZSCHE</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Oswaldo Giacoia Júnior</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor de Filosofia.</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">DESCONTROLE DO TEMPO HISTÓRICO E BANALIZAÇÃO DA EXPERIÊNCIA</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Franklin Leopoldo e Silva</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor do Departamento de Filosofia </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">da Universidade de São Paulo.</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">METAMORFOSES DO TEMPO</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Olgária Matos</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professora de Filosofia da Universidade de São Paulo</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">AS MUTAÇÕES DO PODER E OS LIMITES DO HUMANO</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Newton Bignotto</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor de Filosofia Política na </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">Universidade Federal de Minas Gerais.</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO: <br />   DEVANEIOS SOBRE ALGUMAS TRANSFIGURAÇÕES DO HUMANO</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Renato Lessa</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor de Teoria Política do IUPERJ </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">e da Universidade Federal Fluminense. <br />É presidente do Instituto Ciência Hoje.</span><br /><br />• <span style="font-weight: bold;">O NOVO INCONSCIENTE</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Lionel Naccache</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, neurologista no Hospital La Pitié-Salpêtrière </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">e pesquisador de neurociências cognitivas.</span><br /><br /> • <span style="font-weight: bold;">A DEPRESSÃO COMO IMAGEM NEGATIVA DO MUNDO</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Maria Rita Kehl</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, Psicanalista, doutora em Psicanálise </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">pelo Departamento de Psicologia Clínica da PUC-SP.</span><br /><br />• <span style="font-weight: bold;">MÁQUINAS UTÓPICAS E DISTÓPICAS</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">João Camillo Penna</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor da Universidade Federal </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">do Rio de Janeiro.</span><br /><br /> • <span style="font-weight: bold;">METAMORFOSES DA VISIBILIDADE</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Paulo Sérgio Duarte</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, crítico de Arte.</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">FIM DA GUERRA CLÁSSICA: NOVOS ESTADOS DE VIOLÊNCIA</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Fréderic Gros</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor de Filosofia na Universidade de Paris XII.</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">NOVAS AFETIVIDADES ELETIVAS</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Eugène Enriquez</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor de Sociologia </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">da Universidade de Paris VII - Denis Diderot.</span><br /><br /> • <span style="font-weight: bold;">A MUTAÇÃO DO SABER</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Sérgio Paulo Rouanet</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, diplomata, doutor em Ciência Política </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">pela Universidade de São Paulo.</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">RUPTURAS, MUTAÇÕES E CONTINUIDADES NA HISTÓRIA RECENTE</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Luiz Felipe de Alencastro</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor na Universidade Paris IV Sorbonne</span><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-06-20T09:44:31+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title> Mutações: Novas Configurações do Mundo</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Temas e Conferencistas<!--more-->


<br /><p class="MsoNormal"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">•</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"> MUTAÇÃO HETERODOXA</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);"> José Miguel Visnik,</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);"> professor de Literatura da Universidade de São Paulo.</span></p>

<p class="MsoNormal"><br />•<span style="font-weight: bold;"> REVOLUÇÕES, MUTAÇÕES...</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);"> Francisco de Oliveira</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor de Sociologia da Universidade de São Paulo.</span></p>

<p class="MsoNormal"><br />• <span style="font-weight: bold;">HUMANO, PÓS-HUMANO, TRANS-HUMANO: IMPLICAÇÕES DA DESCONSTRUÇÃO DA NATUREZA HUMANA.</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);"> Laymer Garcia dos Santos,</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);"> professor de Sociologia da Unicamp.</span></p><br />•<span style="font-weight: bold;"> ANTI-HUMANISMO E PÓS-HUMANIDADE</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Axel Khan</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, médico, geneticista, membro do </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">Comitê Consultivo Nacional sobre a Ética (França) </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">e do grupo de Ciências da Vida em Bruxelas.</span><br /><br />• <span style="font-weight: bold;">REBELIÃO CONTRA A NATUREZA</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Jean-Pierre Dupuy</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor na Escola Politécnica de Paris </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">e na Universidade de Stanford; e pesquisador do Programa </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">de Ciência-Tecnologia-Sociedade.</span> 

<p class="MsoNormal"><br />•<span style="font-weight: bold;"> SOBRE O CAOS</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Luiz Alberto oliveira</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, físico, doutor em Cosmologia, </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">pesquisador do Laboratório Experimental de Altas Energias </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">e professor de Filosofia no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas.</span><br /></p><br />• <span style="font-weight: bold;">AS DUAS MUTAÇÕES DE NIETZSCHE</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Oswaldo Giacoia Junior</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor de Filosofia.</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">DESCONTROLE DO TEMPO HISTÓRICO E BANALIZAÇÃO DA EXPERIÊNCIA</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Franklin Leopoldo e Silva</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor do Departamento de Filosofia </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">da Universidade de São Paulo.</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">METAMORFOSES DO TEMPO</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Olgária Matos</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professora de Filosofia da Universidade de São Paulo</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">AS MUTAÇÕES DO PODER E OS LIMITES DO HUMANO</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Newton Bignotto</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor de Filosofia Política na </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">Universidade Federal de Minas Gerais.</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO: DEVANEIOS SOBRE ALGUMAS TRANSFIGURAÇÕES DO HUMANO</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Renato Lessa</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor de Teoria Política do IUPERJ </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">e da Universidade Federal Fluminense. É presidente do Instituto Ciência Hoje.</span><br /><br />• <span style="font-weight: bold;">O NOVO INCONSCIENTE</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Lionel Naccache</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, neurologista no Hospital La Pitié-Salpêtrière </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">e pesquisador de neurociências cognitivas.</span><br /><br /> • <span style="font-weight: bold;">A DEPRESSÃO COMO IMAGEM NEGATIVA DO MUNDO</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Maria Rita Kehl</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, Psicanalista, doutora em Psicanálise </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">pelo Departaemnto de Psicologia Clínica da PUC-SP.</span><br /><br />• <span style="font-weight: bold;">MÁQUINAS UTÓPICAS E DISTÓPICAS</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">João Camillo Penna</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor da Universidade Federal </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">do Rio de Janeiro.</span><br /><br /> • <span style="font-weight: bold;">METAMORFOSES DA VISIBILIDADE</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Paulo Sérgio Duarte</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, crítico de Arte.</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">FIM DA GUERRA CLÁSSICA: NOVOS ESTADOS DE VIOLÊNCIA</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Fréderic Gros</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor de Filosofia na Universidade de Paris XII.</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">NOVAS AFETIVIDADES ELETIVAS</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Eugène Enriquez</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor de Sociologia </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">da Universidade de Paris VII - Denis Diderot.</span><br /><br /> • <span style="font-weight: bold;">A MUTAÇÃO DO SABER</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Sérgio Paulo Rouanet</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, diplomata, doutor em Ciência Política </span><br style="color: rgb(102, 102, 51);" /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">pela Universidade de São Paulo.</span><br /> <br />• <span style="font-weight: bold;">RUPTURAS, MUTAÇÕES E CONTINUIDADES NA HISTÓRIA RECENTE</span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 51);">por </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">Luiz Felipe de Alencastro</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);">, professor na Universidade Paris IV Sorbonne</span><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-06-20T03:47:29+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>teste - info</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>teste<!--more--><form action="mailto:fabriciokc@gmail.com" method="post" enctype="text/plain">
<table>
<tr align='top'><td>Nome</td><td>&nbsp;</td><td><input name="field_nome" value="" type="text" size="53" style="color:000000" /></td></tr>
<tr align='top'><td>E-mail</td><td>&nbsp;</td><td><input class=""texto"" name="field_email" value="" type="text" size="53"  /></td></tr>

<tr align='top'><td>Assunto</td><td>&nbsp;</td><td><input name="field_assunto" value="" type="text" size="53"  /></td></tr>
<tr align='top'><td>Mensagem</td><td>&nbsp;</td><td><textarea class=""texto"" rows="7" cols="40" name="field_mensagem" ></textarea></td></tr>
<input type="hidden" name="field_destinatario" value="prograd@ufba.br"  /><tr><td>&nbsp;</td><td>&nbsp;</td><td><input class='botao' type='submit' name='Submit' value='Enviar'</td></tr></table></form></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-06-12T04:37:55+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Chats de orientação ao proponente</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Interessados podem esclarecer dúvidas sobre as Seleções Públicas através de um canal direto com os realizadores do Programa. Veja a programação.<!--more-->
<br /><br />O Programa Cultura e Pensamento realiza <span style="font-weight: bold;">chats
online</span> para a orientação dos proponentes e para o esclarecimento de
dúvidas quanto às Seleções Públicas do
Programa. <span style="font-weight: bold;">Fale direto com os realizadores do Programa.</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /><span style="text-decoration: underline;">ATENÇÃO:</span><br /><br />As INSCRIÇÕES ONLINE serão encerradas às 18 HORAS de 29 de Junho (horário de Brasília).<br /><br />Chat encerrado.<br /><br /></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=25033&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a>
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-06-12T09:47:09+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Chats de Orientação ao proponente</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Interessados podem esclarecer dúvidas sobre as Seleções Públicas através de um canal direto com os realizadores do Programa. Veja a programação.<!--more-->
Em junho de 2007, o Programa Cultura e Pensamento realizou <span style="font-style: italic;">chats online</span> para a orientação dos proponentes e para o esclarecimento de dúvidas quanto às Seleções Públicas do
Programa.<br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br />PROGRAMAÇÃO</span><br /><br />Os chats aconteceram às <span style="font-weight: bold;">terças e quintas</span>, das 16 às 18 horas; e aos <span style="font-weight: bold;">sábados</span>, das 11 às 13 horas.<br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Confira a programação completa:</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />JUNHO/2007</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Dia 14,</span> quinta, das 16 às 18 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 16, </span>sábado, das 11 às 13 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 19, </span>terça, das 16 às 18 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 21,</span> quinta, das 16 às 18 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 23, </span>sábado, das 11 às 13 horas<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 26,</span> terça, das 16 às 18 horas.<br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=25033&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-06-11T04:08:37+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>fotos oficinas</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>fotos oficinas<!--more-->fotos
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-06-04T04:19:59+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>tabela teste</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>  <!--more-->

CAT      AUTOR      TITULO                           FOR   D<br /><table border="0" style="width: 465px; height: 63px;"><tbody><tr></tr></tbody><tbody><tr><td bgcolor="#eee8aa" style="font-weight: bold;" bordercolor="#CCCCCC"> Ensaio  <br /></td><td bgcolor="#eee8aa" style="font-weight: bold;" bordercolor="#CCCCCC"> joao jose  maria  <br /></td><td bgcolor="#eee8aa" bordercolor="#CCCCCC"><span style="font-weight: bold;">A sociedade pode pensar a questão ambiental   </span><br /></td><td bgcolor="#eee8aa" style="font-weight: bold;" bordercolor="#CCCCCC"> PDF<br /></td><td bgcolor="#eee8aa" style="font-weight: bold;" bordercolor="#CCCCCC">            <br /></td></tr></tbody></table>

<table border="0" style="width: 465px; height: 63px;"><tbody><tr></tr></tbody><tbody><tr><td bgcolor="#bdb76b" bordercolor="#CCCCCC"> Ensaio<br /></td><td bgcolor="#bdb76b" bordercolor="#CCCCCC">carlos          <br />jose da             <br />silva<br /></td><td bgcolor="#bdb76b" bordercolor="#CCCCCC"> A sociedade do espetaculo: <br />uma ideia de loucura<br /></td><td bgcolor="#bdb76b" bordercolor="#CCCCCC">PDF<br /></td><td bgcolor="#bdb76b" bordercolor="#CCCCCC">           <br /></td></tr></tbody></table>

<table border="0" style="width: 465px; height: 63px;"><tbody><tr></tr></tbody><tbody><tr><td bgcolor="#eee8aa" bordercolor="#CCCCCC"> Ensaio  <br /></td><td bgcolor="#eee8aa" bordercolor="#CCCCCC"> joao jose maria  <br /></td><td bgcolor="#eee8aa" bordercolor="#CCCCCC">A sociedade pode pensar a questão ambiental   <br /></td><td bgcolor="#eee8aa" bordercolor="#CCCCCC"> PDF<br /></td><td bgcolor="#eee8aa" bordercolor="#CCCCCC">            <br /></td></tr></tbody></table>

<table border="0" style="width: 465px; height: 63px;"><tbody><tr></tr></tbody><tbody><tr><td bgcolor="#bdb76b" bordercolor="#CCCCCC"> Ensaio<br /></td><td bgcolor="#bdb76b" bordercolor="#CCCCCC">carlos          <br />jose da        <br />silva<br /></td><td bgcolor="#bdb76b" bordercolor="#CCCCCC"> A sociedade do espetaculo: <br />uma ideia de loucura<br /></td><td bgcolor="#bdb76b" bordercolor="#CCCCCC">PDF<br /></td><td bgcolor="#bdb76b" bordercolor="#CCCCCC">           <br /></td></tr></tbody></table></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-31T04:09:56+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>teste tabela</title>
<link/>
<author/>
<category>Imagens</category><content:encoded><![CDATA[<div>teste tabela<!--more-->
<form action="mailto:fabriciokc@gmail.com" method="post" enctype="text/plain">
Nome <input type="text" name="nome" size="30" maxlength="100" />
<br />
E-mail <input type="text" name="email" size="25" maxlength="100" value="@" />
<br />
Cidade <input type="text" name="cidade" size="20" maxlength="60" />
<br />
<br />
<br />
Envie seu comentário sobre o Programa Cultura e Pensamento
<br />
<textarea cols="30" rows="7" name="comentários">&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;input type=&quot;checkbox&quot; checked=&quot;true&quot; name=&quot;receber_info&quot; /&gt;
Desejo receber a newsletter do Cultura e Pensamento
Envie seu comentário sobre o Programa Cultura e Pensamento
<br>
<textarea cols="30" rows="7" name="comentários"></textarea>
<br>
<br>
<input type="checkbox" name="receber_info" checked>
Desejo receber a newsletter do Cultura e Pensamento
<br>
<br>
<input type="submit" value="Enviar formulário">
<br>
<br>
<input type="Reset" value="Apagar tudo">
</form></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-30T05:20:28+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A Constituição do Comum: cultura  e conflitos no capitalismo contemporâneo</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Proposta do Seminário<!--more-->
A produção da cultura é, hoje em dia, o terreno fundamental de organização da produção em geral no capitalismo contemporâneo. Nunca na história da cultura tivemos tantas possibilidades de descentralização dos meios de produção. <br /><br />Equipamentos digitais, câmeras de vídeo, câmeras fotográficas, equipamentos para músicos, Djs, produtores de audiovisual, computadores pessoais. softwares livres, uma enorme capacidade em duplicação de Cds, livros, música que colocam em xeque o direito autoral tradicional e fazem vislumbrar um capitalismo do excedente e da possibilidade da livre circulação do conhecimento. <br /><br />Mas, sem uma infra-estrutura comum (redes de TV, telefonia e internet pública e gratuita), o gargalo se fecha num mercado monopolizado por emissoras de Tvs  e operadoras de telecomunicações.<br /><br />O traço peculiar desse ciclo de seminários é, pois, pensar a cultura associada ao desenvolvimento, a cultura enquanto eixo de mobilização para um novo modelo de crescimento:<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Trata-se de pensar:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">1)</span> a ampliação do conceito de cultura, para além da produção cultural e das linguagens artísticas; cultura, portanto, como o conjunto da produção simbólica, que se expressa como cidadania e economia;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">2)</span> a ampliação do público-alvo principal das políticas e ações, passando este a ser o cidadão e não apenas o artista e o produtor ou o difusor cultural;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">3)</span> não mais a produção e a difusão direta pelo Estado, mas a criação de condições favoráveis à ampliação da produção, da difusão e da fruição pela sociedade;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">4)</span> a valorização do conceito de &quot;discriminação positiva&quot;, ou seja, tratar os desiguais desigualmente, em busca de novos equilíbrios.<br /><br />Precisamos apontar novas saídas possíveis, rompendo com o velho &quot;nacional-popular&quot; populista e paternalista ou idéias engessadas de &quot;identidade nacional&quot;, propiciando as expressões das cidades globais, com suas questões e problemas comuns. <br /><br />Na nova politica cultural o produtor de cultura passa a ser visto como parte de um precariado global hiperprodutivo; são produtores sem salário nem emprego, mas com múltiplas ocupações. São os trabalhadores do imaterial, portadores de novas reivindicações, novas linguagens e lutas, como a da renda universal, que assegure condições paraviver/trabalhar/expressar num mercado pulverizado e fragmentado. A batalha pelo software livre aponta para esse modelo embrionário, que viabiliza a infra-estrutura para a produção e expressão do comum.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=26521&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=26521&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-30T04:35:05+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>banners</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Banners atualizados<!--more--> 
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-29T05:17:53+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Imagens tecnopop</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
 
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-29T01:50:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Inscrições prorrogadas até 29 de Junho de 2007</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<br />As inscrições para as Seleções Públicas de Projetos  do Programa Cultura e Pensamento foram prorrogadas até o dia <span style="font-weight: bold;">29 de junho de 2007.</span><br /><br />Com o novo prazo, os formulários online estarão disponíveis até às 18 horas do dia <span style="font-weight: bold;">29 de junho</span>; e a documentação impressa deverá ser postada até o dia<span style="font-weight: bold;"> 04 de julho.</span><br /><br />A
prorrogação justifica-se pelo grande interesse da sociedade, mapeado
durante as oficinas de Orientação ao proponente que estão sendo
realizadas em TODAS as capitais brasileiras.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Veja Também: <br /><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=26350&more=1&c=1&pb=1">Programação das oficinas de Orientação. &gt;</a> realizadas em TODAS as capitais.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=26350&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=26521&more=1&c=1&pb=1">Projetos 2007 &gt;</a>
Seminário “A CONSTITUIçãO DO COMUM: CULTURA E CONFLITOS NO CAPITALISMO
CONTEMPORâNEO”. Acontece no Rio de Janeiro, de 28 de maio a 1º de junho.<br /><br /><div style="text-align: right;">l<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"> home</a><br />
</div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-28T04:25:34+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Inscrições prorrogadas até 29 de Junho de 2007</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<br />As inscrições para as Seleções Públicas de Projetos  do Programa Cultura e Pensamento foram prorrogadas até o dia <span style="font-weight: bold;">29 de junho de 2007.</span><br /><br />Com o novo prazo, os formulários online estarão disponíveis até às 18 horas do dia <span style="font-weight: bold;">29 de junho</span>; e a documentação impressa deverá ser postada até o dia<span style="font-weight: bold;"> 04 de julho.</span><br /><br />A prorrogação justifica-se pelo grande interesse da sociedade, mapeado durante as oficinas de Orientação ao proponente que estão sendo realizadas em TODAS as capitais brasileiras.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Veja Também:</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=26350&more=1&c=1&pb=1">Programação das oficinas de Orientação. &gt;</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=26521&more=1&c=1&pb=1">Projetos 2007 &gt;</a> Seminário “A CONSTITUIçãO DO COMUM: CULTURA E CONFLITOS NO CAPITALISMO CONTEMPORâNEO”. Acontece no Rio de Janeiro, de 28 de maio a 1º de junho.<br /><br /><div style="text-align: right;">l<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"> home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-28T04:15:54+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A CONSTITUIçãO DO COMUM: CULTURA E CONFLITOS NO CAPITALISMO CONTEMPORâNEO</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div> Breve perfil dos participantes:<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">Antoine Rebiscoul</span> – Graduado pela ESSEC Business School, é fundador e diretor geral da The Goodwill Company, empresa do grupo Saatchi &amp; Saatchi e seu principal interesse tem sido a questão das identidades, das marcas e de novos elementos de valorização e visibilidade das atividades das empresas. Rebiscoul já trabalhou para o conglomerado de artigos de luxo Louis Vuitton Möet Henessy (LVMH) e empresas de consultoria como <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Peat Marwick e IDRH </span>– Institut Pour le Développement des Ressources Humaines.<br />Andrea Fumagalli – Economista, professor de economia da Universidade de Pavia (Italia), participa de rede Universidade Nômade e tem diversas pesquisas sobre as problemáticas do trabalho precário e da renda universal.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Alexandre do Nascimento</span> - educador que trabalha com estyudos e ensino sobre Moovimentos Sociais e Pré-Vestibular para negros e carentes (PVNC)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Barbara Szaniecki</span> - Formada em Design pela École Nationale Supérieure des Arts Décoratifs (Paris) e Doutoranda pelo Departamento de Artes e Design da PUC-Rio,  trabalha em projetos de design para editoras, para instituições culturais como o Centro Cultural Banco do Brasil. É co-editora das revista GLOBAL/Brasil e LUGAR COMUM  e autora de Estética da Multidão.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Écio de Salles </span>- doutorando da Escola de Comunicação da UFRJ e ex-coordenador do grupo cultural Afroreggae e participante da Rede Universidade Nômade.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Fábio Malini </span>– Jornalista, mestre em Ciência da Informação pelo IBICT/UFRJ, é doutorando pela Escola de Comunicação da UFRJ. Professor eletivo da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), lá desenvolve pesquisas sobre as relações entre novas mídias, biopolítica e cultura. É membro dos comitês editoriais das revistas Lugar Comum, Estudos de Mídia, Cultura e Democracia e Global Brasil.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Gerardo Silva</span> – Geógrafo, mestre em Planejamento Urbano e Regional pelo IPPUR/UFRJ e doutorando em Sociologia pelo IUPERJ/UCAM, é pesquisador associado do LABTeC/ESS/UFRJ e co-organizador, entre outros, do livro “Territórios produtivos”,  com Giuseppe Cocco.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Henrique Antoun</span> - professor do Programa de Pós Graduação da ECO/UFRJ, pesquisador CNPQ, desenvolve pesquisa sobre redes tecnológicas e colaborativas.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Giuseppe Cocco</span> – Cientista político doutorou-se em História Social na Université de Paris I. Vive no Rio de Janeiro desde 1995. Atualmente é Professor Titular em Sociologia do Trabalho na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de Coordenador Geral do Laboratório Território e Comunicação (LABTeC). É autor de vários livros, entre eles, GlobAL: Biopoder e luta em uma América Latina globalizada, em co-autoria com Antonio Negri (Ed. Record, 2005).<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Giuliano Djahjah</span>  - ativista da Cultura Livre.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Ivana Bentes</span> – Pesquisadora de Comunicação e Audiovisual, professora do Programa de Pós Graduação em Comunicação da UFRJ e diretora da Escola de Comunicação da UFRJ, é co-editora da “Cinemais: revista de cinema e outras questões audiovisuais” e da Revista Global Brasil.   Desenvolve a pesquisa “Periferias Globais&quot;  e Redes Eletrônicas: Arte e Tecnologia, novos modelos teóricos”. É curadora no campo do cinema, audiovisual e novas mídias. Participa da rede Universidade Nômade.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">José Jorge de Carvalho</span>  - Antropólogo, pesquisador no campo da Antropologia das Populações Afro-Brasileiras.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Leonora Corsini</span> – Psicóloga, concluiu mestrado em Psicologia Social pelo Instituto de Psicologia/UFRJ em 2002 e doutorado em Serviço Social pela ESS/UFRJ em 2007, desenvolvendo estudos e pesquisas sobre a dimensão constituinte das migrações, o novo horizonte do mundo do trabalho e as transformações sociais. Atua, desde 2001, como pesquisadora associada do Laboratório Território e Comunicação (LABTeC).<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Maria de Lurdes do Carmo Santos (Maria dos Camelôs) </span>- integrante do Movimento dos Sem Teto que culminou na ocupação Chiquinha Gonzaga, no Rio de Janeiro e uma das líders do movimento dos camelôs no Rio.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Maurizio Lazzarato</span> – Sociólogo e filósofo, vive e trabalha em Paris onde realiza pesquisas sobre a temática do trabalho imaterial e os movimentos pós-socialistas. Escreve também sobre cinema, vídeo e as novas tecnologias de produção de imagem. Participa de ações e reflexões sobre os “intermitentes do espetáculo” no âmbito da CIP-idf (Coordination des intermittents et précaires d'Île-de-France), onde coordena uma importante “pesquisa-ação” sobre o estatuto dos trabalhadores e profissionais do espetáculo e do mundo das artes, além de outros trabalhadores precários. É um dos fundadores da revista Multitudes.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Michèle Collin </span>– Socióloga, pesquisadora do Laboratório da Teoria das Mutações Urbanas no Instituto Francês de Urbanismo da Universidade Paris VIII, é responsável por pesquisas centradas no conceito da cidade produtiva no pós-fordismo e destaca-se na sua produção o livro A mobilização produtiva dos territórios – Instituições e logística do desenvolvimento local, organizado por Gerardo Silva e Frédéric Monié (Editora DP&amp;A).<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Paulo Vaz</span> - filósofo, professor e coordenador do Programa de Pós Graduação da ECO/UFRJ, pesquisador do CNPQ, desenvolve pesquisa sobre a relação entre Pobreza e Risco.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Peter Pál Pelbart</span> - Filósofo e professor da PUC-SP, é tradutor e estudioso da obra de Gilles Deleuze (traduziu para o português &quot;Conversações&quot;, &quot;Crítica e Clínica&quot; e parte de &quot;Mil Platôs&quot;) e publicou, mais recentemente, &quot;A Vertigem por um Fio: Políticas da Subjetividade Contemporânea&quot;, além de coordenar o processo de montagem da peça Gotham-SP, da Cia Teatral Ueinzz.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Raul Sanchez</span> – Filósofo, midiativista, é da Universidade Nômade de Madri, na Espanha, além de editor da revista francesa Multitudes.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Rodrigo Guéron</span>  - Filósofo, doutor em filosofia pela  UERJ,  cineasta , professor da UERJ e participante da Rede Universidade Nômade<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Romano</span> - artista plástico e ativista das Rádios Livres e Rádio Arte, faz a Rádio Madame Satã<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Ronald Duarte</span> - artista plástico,  participa da Revista Global e Rede Universidade Nômade.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Sérgio Amadeu</span> – É sociólogo e doutor em Ciência Política. Professor da Pós-Graduação da Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, foi presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (2003-05) e membro do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Autor de, entre outros, “Software Livre: a luta pela liberdade do conhecimento”. Coordena a Rede Livre de Compartilhamento da Cultura Digital.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Tatiana Roque</span> – É professora do Instituto de Matemática da UFRJ, doutora em História e Filosofia da Ciência e pesquisadora do Collège International de Philosophie (Paris). Participa do comitê editorial da revista Global Brasil e da Rede Universidade Nômade.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Thierry Baudouin</span> - Sociólogo, pesquisador do Laboratório da Teoria das Mutações Urbanas no Instituto Francês de Urbanismo da Universidade Paris VIII, é responsável por pesquisas centradas no conceito da cidade produtiva no pós-fordismo e destaca-se na sua produção o livro A mobilização produtiva dos territórios – Instituições e logística do desenvolvimento local, organizado por Gerardo Silva e Frédéric Monié (Editora DP&amp;A).<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Yann Moulier Boutang </span>– Filósofo, economista, é professor titular de economia na Universidade tecnológica de Compiegne (França). Desenvolveu importantes pesquisas sobre a passagem do trabalho escravo para o trabalho assalariado e sobre o conceito de capitalismo cognitivo (publicou vários livros sobre os mesmos temas). É diretor da revista francesa Multitudes.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=26521&more=1&c=1&pb=1">Voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-27T02:41:32+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Do estado que temos ao estado que queremos</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Programação<!--more--><span style="font-weight: bold;">Debate em SÃO BERNARDO DO CAMPO -SP</span><br /><span style="font-weight: bold;">Discussão dos modelos de Estado</span><br /><span style="font-weight: bold;">local:</span> Plenário Teotônio Vilela, Câmara dos Vereadores, Pça Samuel Sabatini, 50<br />data e horário: 21 de novembro, das 19h às 22h<br />debatedores:<br />• Sr. Cláudio Vaz, presidente da CIESP<br />• Sr. Artur Henrique da Silva Santos, presidente da CUT<br />• Sra. Leda Paulani, presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política<br />• Sr. Dalmo Dallari, professor titular da Faculdade de Direito da USP<br />• Sr. Orlando Silva, ministro do Esportes<br />• Sra. Eline Jonas, presidente da União Brasileira de Mulheres<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debate em SÃO BERNARDO DO CAMPO - SP</span><br /><span style="font-weight: bold;">Discussão dos modelos de Estado</span><br /><span style="font-weight: bold;">local:</span> Plenário Teotônio Vilela, Câmara dos Vereadores, Pça Samuel Sabatini, 50<br />data e horário: 22 de novembro, das 19h às 22h<br />debatedores:<br />• Sr. Gustavo Petta, presidente da UNE<br />• Sra. Luciana Santos, prefeita de Olinda<br />• Sr. Nils Strandberg, presidente da América Economia<br />• Sr. Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura<br />• Sr. Antonio Alves, jornalista<br />• Sr. Carlos Olympio, ex-presidente da Câmara de Vereadores de Indaiatuba e consultor de prefeituras do interior de São Paulo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debate em RIO BRANCO - AC</span><br /><span style="font-weight: bold;">Discussão das demandas e propostas</span><br /><span style="font-weight: bold;">local:</span> Universidade Federal do Acre<br />data e horário: 28 de novembro, das 19h às 22h<br />debatedores:<br />• Sr. Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura<br />• Sr. Orlando Silva, ministro do Esportes<br />• Sra. Eline Jonas, presidente da União Brasileira de Mulheres<br />• Sr. Antonio Alves, jornalista<br />• Sr. Carlos Olympio, ex-presidente da Câmara de Vereadores de Indaiatuba e consultor de prefeituras do interior de São Paulo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debate em RIO BRANCO - AC</span><br /><span style="font-weight: bold;">Discussão das demandas e propostas</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">local:</span> Universidade Federal do Acre - Rodovia BR 364, nº 6637, Km 04 – Pavilhão Edmundo Pinto<br />data e horário: 29 de novembro, das 19h às 22h<br />debatedores:<br />• Sr. Artur Henrique da Silva Santos, presidente da Cut<br />• Sra. Luciana Santos, prefeita de Olinda<br />• Sr. Nils Strandberg, presidente da América Economia<br />• Sr. Gustavo Petta, presidente da UNE<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debate em OLINDA - PE</span><br /><span style="font-weight: bold;">A Cultura dentro do Estado</span><br /><span style="font-weight: bold;">local:</span> Academia Santa Gertrudes, R. Bispo Coutinho, s/n, Alto da Sé<br />data e horário: 12 de dezembro, das 19h às 22h<br />debatedores:<br />• Sr. Raul Lody<br />• Sr. Eduardo Subirats<br />• Sr. Ruben George Oliven<br />• Sra. Helena Sampaio, presidente da ONG Arte Sol<br />• Sr. Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura<br />• Sra. Luciana Santos, prefeita de Olinda<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debate em OLINDA - PE</span><br /><span style="font-weight: bold;">A Cultura dentro do Estado</span><br /><span style="font-weight: bold;">local:</span> Academia Santa Gertrudes, R. Bispo Coutinho, s/n, Alto da Sé<br />data e horário: 13 de dezembro, das 19h às 22h<br />debatedores:<br />• Sra. Isabel Cribari, Diretor da Fundação Joaquim Nabuco.<br />• Sr. Jair Pereira, ex-diretor de Relações Institucionais da Chesf<br />• Sr. Claudio Marinho, estudioso da Cultura Negra<br />• Sr. João Roberto Peixe, secretário de Cultura de Recife<br />• Sra. Márcia Souto, secretária de Cultura de Olinda<br />• Sr. João Falcão, diretor de inovação e competitividade empresarial do Porto Digital<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25095&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-24T03:21:36+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Reverberações - programação</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more--><span style="font-weight: bold;">Roda de Abertura</span><br /><br />02/11 em São Paulo<br />16/11 em Londrina<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dinâmicas Culturais</span><br /><br />03/11 em São Paulo<br />19/11 em Londrina<br /><br /><span style="font-weight: bold;">objetivo:</span> discutir o papel das artes visuais na construção histórica nacional<br />sub-temas: Idéia  de Cultura e as Guerras Culturais; Cultura Urbana e Industria Cultural; A cultura como  meio da transformação social<br /><br /><span style="font-weight: bold;">convidados:</span> Terry Eagleton (Inglaterra), Nicolau  Sevchenko (SP), Maria Elisa Cevasco (SP)<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Arte, Estética e Política</span><br /><br />04/11 em São Paulo<br />19/11 em Londrina<br /><br /><span style="font-weight: bold;">objetivo:</span> compreender quais as relações possíveis entre estética e política a partir das pesquisas teóricas e práticas que estão se dando no Brasil, em conecções com outras partes do mundo<br />sub-temas: Arte e estética da subjetividade; Arte e Prática-estética-urbana com participação política<br /><br /><span style="font-weight: bold;">convidados:</span> Sueli Rolnyk (SP), Ricardo Rosas (SP), Mostra de vídeos “Guapira” (Catadores de Histórias) e “Plínio Ramos” (Chico Linares e Melina  Anthis)<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Meios de Difusão, Meios de Circulação</span><br /><br />05/11 em São Paulo<br />20/11 em Londrina<br /><br /><span style="font-weight: bold;">objetivo:</span> discutir a participação dos meios de comunicação na construção do imaginário social, sujeito histórico e participação política<br />sub-temas: Mídia virtual – Canal Contemporâneo e suas apropriações e inserções artísticas na Internet como impulso cultural; TV Digital e TV Comunitária, Intervenções na Rede como manifesto politico e artistico<br /><br /><span style="font-weight: bold;">convidados:</span> Patrícia Canetti (RJ), Almir Almas (SP),  Arthur Leandro (PA). Mostra de vídeos InterVozes (Coletivo Brasil de Comunicação Social)<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Novas Organizações e Economia</span><br /><br />10/11 em São Paulo<br />21/11 em Londrina<br /><br /><span style="font-weight: bold;">objetivo:</span> proporcionar reflexão sobre novas formas de organização social  e econômica na construção de novos rumos para a cultura<br />sub-Temas: Economia Solidária como prática possível; Experiências práticas de autogestão comunitária; Práticas  Instituintes e Novas organizações na Arte: Espaços Auto-Geridos no Brasil<br /><br /><span style="font-weight: bold;">convidados:</span> Pablo Ortellado (SP), Marco Fernandes (SP), Elida Tessler (RS)<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Relações Institucionais</span><br /><br />11/11 em São Paulo<br />22/11 em Londrina<br /><br /><span style="font-weight: bold;">objetivo: </span>discutir e repensar a função social das instituições culturais, como o Estado (poder público), a Universidade, os centros culturais e suas participação na atual história das artes visuais, frente aos espaços e iniciativas autônomas e autogeridas por artistas<br />sub-Temas: Iniciativas Independentes e o Estado; Autonomia da produção e a Universidade; Relações Institucionais e Mercado Cultural<br /><br /><span style="font-weight: bold;">convidados:</span> Mauricio Castro (PE), Beatriz Medeiros (DF), Leonardo Brant (SP)<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Práticas  Artísticas</span><br /><br />12/11 em São Paulo<br />17/11 em Londrina<br /><br /><span style="font-weight: bold;">objetivo:</span> Pensar as práticas artísticas atuais e suas relações com o mercado,o Estado e suas instituições,a partir da realidade dos Coletivos de Arte,Espaços Independentes e Ações Continuadas<br />sub-Temas: Novos paradigmas da produção artística; Ações Continuadas e Espaços Independentes de arte; Arte e esfera política<br /><br /><span style="font-weight: bold;">convidados:</span>  Bijari (SP), LABID (Argentina), Rubens Pileggi (PR)<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25061&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-24T07:09:21+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Programação - Vitória</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>SEMINÁRIO “A CONSTITUIÇÃO DO COMUM: CULTURA E CONFLITOS NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO” <!--more--><span style="font-weight: bold;">DIA 21 DE MAIO</span> - ESTAÇÃO PORTO / ARMAZÉM 5<br /><br />9h - ABERTURA<br /><br />9h30 - O PAPEL DA CULTURA E DA COMUNICAÇÃO NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO<br />João Coser - Prefeito de Vitória<br />Representante do Ministério da Cultura<br />Giuseppe Cocco - UFRJ<br />Maurizzio Lazzaratto - Universidade de Paris 1 (França)<br /><br />14h - ESTÉTICA DA MULTIDÃO E REDES DE PRODUÇÃO CULTURAL<br />Bárbara Szaniecki - Universidade Nômade e PUC-RJ<br />Ivana Bentes - ECO-UFRJ / Universidade Nômade<br />Luiz Paulo Correa e Castro - Nós do Morro (RJ)<br />Moderadora: Maria Helena Signorelli - Secretária Municipal de Cultura de Vitória<br /><br />19h - SHOW DE JAZZ NA CURVA DA JUREMA<br /><br /><span style="font-weight: bold;">DIA 22 DE MAIO </span>- ESTAÇO PORTO / ARMAZÉM 5<br /><br />9h - DEMOCRACIA, LIBERDADE E RENDA NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO<br />Andréa Fumagalli - Universidade de Pavia / Itália<br />Danise Dau - Secretária Nacional da CUT<br />Giuseppe Cocco - ESS/UFRJ<br />Moderador: Eliezer Tavares - Secretário Municipal de Geração e Trabalho e Renda de Vitória<br /><br />11h30 - Oficina do Cultura e Pensamento / Ministério da Cultura<br /><br />14h - SUSTENTABILIDADE E GESTÃO DE PROJETOS CULTURAIS E DE COMUNICAÇÃO<br />Oona Castro - FGV<br />Paulo Lima - RITS<br />Júlia Zardo - Incubadora Cultural PUC/RJ<br />Dago Donato - Trama Virtual<br />Moderador: Tauro Lucilo Tessarolo (Companhia de Desenvolvimento de Vitória)<br /><br />19h - COQUETEL DE LANÇAMENTO DA REVISTA GLOBAL N.8 E DOS LIVROS:<br />Estética da Multidão (Barbara Szanieck)<br />Glob(AL) (Giuseppe Cocco)<br />Revoluções do Capitalismo (Maurizio Lazzarato)<br /><br />20h - Apresentação do Grupo Manguerê - Ponto de Cultura do Brasil/CECAES / no Estação Porto Armazém 5<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">DIA 23 DE MAIO</span> - ESTAÇO PORTO / ARMAZÉM 5<br /><br />9h - DESAFIOS PARA A DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA<br />Paulo Henrique Amorim - Conversa Fiada/IG e TV Record<br />Antonio Martins - Editor de Le Monde Diplomatique Brasil<br />Raul Sanchez - Universidad Nomada (Espanha)<br />Ruth Reis - Secretária Municipal de Comunicação de Vitória<br />Moderador: Alexandre Passos - Presidente da Câmara de Vereadores de Vitória<br /><br />14h - INTERNET: NOVAS FORMAS DE OPINIÃO PÚBLICA E DE CONSUMO<br />Edney Souza - Blog Interney<br />Gustavo Fortes - Agência Espalhe<br />Henrique Antoun - ECO/UFRJ<br />Moderador: Fábio Malini - Departamento de Comunicação / UFES<br /><br />20h - PROGRAMAÇÃO CULTURAL NA ESTAÇÃO PORTO - MOSTRA CURTA GRAV CINEMA/VÍDEO - no Estação Porto Armazém 5<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">DIA 24 DE MAIO</span> - ESTAÇO PORTO / ARMAZÉM 5<br /><br />9h - CRIAÇÃO DE ATIVOS IMATERIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS CIDADES<br />Yann Moulier Boutang - Universidade de Compiègne (França)<br />Paulo Henrique de Almeida - UFBA / Governo do Estado da Bahia<br />Antoine Rebiscoul - Publicis (França)<br />Moderador: Alexandre Curtiss - Departamento de Comunicação/UFES<br /><br />14h - DINÂMICAS METROPOLITANAS E POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO<br />Celio Turino - Secretário Nacional de Projetos Culturais/ MinC<br />Michelle Collin - CNRS e Institut Français D´Urbanisme (França)<br />Clara Miranda - Departamento de Arquitetura / UFES<br />Thierry Baudouin - CNRS e Institut Français D´Urbanisme (França)<br />Moderador: Kleber Frizzera - Secretário Municipal de Desenvolvimento da Cidade de Vitória<br /><br />19H - Lançamento do Documentário Anjo Preto, de Gui Castor, sobre o sambista Edson Papo Furado, na Estação Porto Armazém 5<br /><br />20H - Show em comemoração ao Samba Capixaba, com a participação do cantor Monarco da Velha Guarda da Portela e da banda Sandália de Pescador (com diversos sambistas capixaba). Local: Estação Porto Armazém 5<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">DIA 25 DE MAIO </span>- ESTAÇO PORTO / ARMAZÉM 5<br /><br />9h - PROGRAMAS DE ACESSO A INTERNET PÚBLICA: ESTRATÉGIAS E PARCERIAS<br />Marcos Dantas - PUC-RJ<br />Sérgio Amadeu - Faculdade Casper Libero<br />Luiz Fernando Barbosa - SEDEC/Prefeitura de Vitória<br />Rodrigo Mesquita - Radium System<br />Moderador: José Antonio Martinuzzo (UFES)<br /><br />14h - NÓS, A MÍDIA: JORNALISMO CIDADÃO E O FUTURO DO JORNALISMO PROFISSIONAL<br />Roberto Romano - Zero Blog NetworkJornalismo<br />Ana Maria Brambilla - Editora Abril<br />Orlando Lopes - Ponto de Cultura/Guarapari<br />Moderador: Cleber Carminatti - Departamento de Comunicação/UFES<br /><br />19H - FESTA DE ENCERRAMENTO NA ESTAÇÃO PORTO ARMAZÉM 5:<br />Tributo a Clara Nunes. Show com Dennise Pontes cantando Clara Nunes e Show com Grupo de Minas Gerais &quot;Contos de Areia - um canto a Clara Nunes&quot;.<br /><br />
<div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=26521&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-21T05:00:06+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title> programação Rio de janeiro</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>A CONSTITUIÇÃO DO COMUM: CULTURA E CONFLITOS NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">Local:</span>
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Campus da Praia
Vermelha – Auditório do CFCH – Escola de Comunicação da UFRJ – Avenida
Pasteur, 250, Praia Vermelha. <br /><br />No Rio, o evento será transmitido ao vivo pela internet através do site
do Telejornal Online da Faculdade de Comunicação da UFRJ: <a href="http://tv.ufrj.br/tjufrj">http://tv.ufrj.br/tjufrj<br /></a><br /><span style="font-weight: bold;">DIA 28 DE MAIO - ABERTURA</span><br /> <br /><span style="font-weight: bold;">9h às 9h30</span> <br />- Ivana Bentes <br />- Giuseppe Cocco<br />- Representante do MinC<br /><span style="font-weight: bold;"> </span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">9h30 às 12h </span>– Mesa-redonda nº 1<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Tema:</span> <span style="font-style: italic;">Capitalismo Cognitivo: Dinâmicas Metropolitanas e Novas Formas de Conflito</span><br />- Maurizio Lazzarato - Universidade Paris 1 – França<br />- Raul Sanchez - Universidade Nômade e Global Project – Madri / Espanha<br />- Thierry Baudouin (CNRS e Instituto Francês de Urbanismo) <br /><span style="font-weight: bold;"><br />Moderação:</span> Giuseppe Cocco<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">14h30 às 18h30</span> – Mesa-redonda nº 2<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">Tema:</span> <span style="font-style: italic;">O Comum, para além do Mercado e do Estado: o embate da TV Digital</span><br />- Fábio Malini (Universidade Federal do Espírito Santo) <br />-  Marcos Dantas (PUC-Rio) <br />- Rodrigo Guéron UERJ, Universidade Nômade<br />- Sérgio Amadeu (Cásper Líbero) <br /><span style="font-weight: bold;"><br />Moderação:</span> Paulo Lima (Rits)<br /> <span style="font-weight: bold;"><br />DIA 29 DE MAIO</span><br /> <br /><span style="font-weight: bold;">9h às 12h</span> – Mesa-redonda nº 3<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">Tema:</span> <span style="font-style: italic;">Lutar e produzir: Cidade Ocupada</span><br />- Barbara Szaniecki  PUC-Rio, Universidade Nômade<br />- Gerardo Silva  LABTeC/ESS/UFRJ, Universidade Nômade<br />- Maria dos Camelôs  - Movimento Unido dos Camelôs / MUCA<br />- Michèle Collin  - CNRS e Institut Français d'Urbanisme, França<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Moderação:</span> Pepe Bertarelli <br /> <br /><span style="font-weight: bold;">OFICINAS</span><br /> <br /><span style="font-weight: bold;">13h </span>– Interferência em artes plásticas (grafite) - Espaço ao lado da CPM (ECO)<br />Grupo Bota a Cara [João Marcos Mancha] e Grupo Apocalipse Crew<br />[Diogo Camillo (D'Lara), Renan Duarte (Yeti), Tito Senna e Téo Senna (Lose)]<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">14h</span> – Oficina de software livre [auditório CPM (ECO)] com Giuliano Bonorandi<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">16h</span> – Poesia [Galeria vitrine (ECO)]<br />Grupo A República dos Poetas: &quot;Poesias políticas&quot;<br />[Ricardo Ruiz - RJ e Maria Lamanna - MG]<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">17h</span> – Performance Ronald Duarte - Espaço ao lado da CPM (ECO)<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">DIA 30 DE MAIO</span><br /> <br /><span style="font-weight: bold;">9h às 12h</span> – Mesa-redonda nº 4<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">Tema:</span> <span style="font-style: italic;">Desafio para uma nova proteção do trabalho: salário mínimo e renda universal</span><br /> - Andrea Fumagalli - Universidade de Pavia, Itália<br />- Artur Henrique da Silva Santos -  Presidente nacional da CUT<br />- Giuseppe Cocco – ESS/UFRJ, Universidade Nômade<br />- Yann Moulier Boutang - Universidade de Compiègne, França<br /><span style="font-weight: bold;"> <br />Moderação:</span> José Lima (CUT-Rio)<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">14h30 às 16h30</span> – Mesa-redonda nº 5<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">Tema:</span> <span style="font-style: italic;">Periferias globais: Economia, Estética, formas de vida</span><br /><br />- Écio de Salles (ECO-UFRJ)<br />- Ivana Bentes (ECO-UFRJ)<br />- Paulo Vaz [ECO/UFRJ]<br />- Rodrigo Araújo do Coletivo BijaRi (site BijaRi)<br />- Yann Moulier Boutang (UTC Compiègne / França)<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">Moderação:</span> Fernanda Bruno (ECO-UFRJ)<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">17h às 19h</span> – Mesa-redonda n º 6 <br /> <br /><span style="font-weight: bold;">Tema:</span> <span style="font-style: italic;">A lógica do capitalismo cognitivo</span><br />- Henrique Antoun - ECO-UFRJ<br />- Paulo Henrique de Almeida - Universidade Federal da Bahia<br />- Antoine Rebiscoul – The Goodwill Company (França)<br />- Yann Moulier Boutang  - Universidade de Compiègne, França<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Moderação: </span>Ruth Reis (Universidade Federal do Espírito Santo)<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">DIA 31 DE MAIO</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">14h30 às 18h30 </span>– Mesa-redonda nº 7 <br /> <br /><span style="font-weight: bold;">Tema:</span> <span style="font-style: italic;">Racismo, diferença e identidades</span><br />- Tatiana Roque (IM – UFRJ)<br />- Leonora Corsini (LABTeC - UFRJ)<br />- Alexandre Nascimento (Pré-vestibular para negros e carentes / PVNC)<br />- José Jorge de Carvalho (UNB)<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Moderação: </span>Adriano Pilatti (PUC-Rio)<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">DIA 1º DE JUNHO</span><br /> <br /><span style="font-weight: bold;">9h às 12h</span> – Mesa-redonda nº 8 <br /> <br /><span style="font-weight: bold;">Tema:</span> <span style="font-style: italic;">Mestiçagem, biopolítica e pós-colonialidade discutidos a partir de quatro títulos:</span><br />Revista GlobAL/Brasil – Giuseppe Cocco<br />Da escravidão ao trabalho assalariado – Yann Moulier Boutang<br />A Estética da Multidão – Barbara Szaniecki<br />Vida Capital – Peter Pal Pelbart.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Moderação:</span> Maurício Siqueira<br /> <br /><span style="font-weight: bold;">11h00 a 13h00</span><br />Oficina de Apresentação do Programa &quot;Cultura e Pensamento 2007&quot;  <br />do Ministério da Cultura<br /> <span style="font-weight: bold;"></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">14h às 16h</span> – Oficinas na Escola de Comunicação<br />Rádio Mochilas - Faça você mesmo a sua Rádio<br />[Espaço Vianinha (ECO)] com Romano<br /> <span style="font-weight: bold;"></span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Informações:</span> (21) 3873-5067 / 2295-9449<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=26521&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-21T03:45:13+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Seminário “A Constituição do Comum: cultura e conflitos no capitalismo contemporâneo” </title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
De 28 de maio a 1º de junho acontece no Rio de Janeiro/RJ o Seminário <span style="font-weight: bold;">A Constituição do Comum: cultura e conflitos no capitalismo contemporâneo</span>, de curadoria do cientista político Giuseppe Cocco e da diretora da Escola de Comunicação da UFRJ Ivana Bentes. Trata-se de um projeto do Programa Cultura e Pensamento 2007, realizado pela Universidade Nômade, ECO/UFRJ, LABTeC/ESS/UFRJ.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Assista a transmissão ao vivo do evento através do site do Telejornal Online da Faculdade de Comunicação da UFRJ:</span> <a href="http://tv.ufrj.br/tjufrj">http://tv.ufrj.br/tjufrj</a><span style="font-weight: bold;">. </span>Instituições e usuários interessados em receber a transmissão online de outras ações apoiadas pelo Programa devem cadastrar-se como <span style="font-weight: bold;">Ponto da Rede Cultura e Pensamento.</span> <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25025&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui para mais informações.</a><br /><br />O objetivo do seminário é refletir sobre diversos processos culturais,
discutindo o lugar da Comunicação e da Cultura no chamado capitalismo
cognitivo (do conhecimento e da informação). Estarão reunidos 25 intelectuais brasileiros e estrangeiros nas conferências.<br /><br />Para ver um breve perfil dos participantes, <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=26715&more=1&c=1&pb=1">clique aqui.<br /></a><br />O evento faz parte de uma série de encontros que acontecerão também em Salvador (julho) e em Belém (agosto). Em Vitória/ES, foi realizada uma edição do evento entre os dias 21 e 25 de maio deste ano, através de parcerias com o Departamento de Comunicação/UFES, Prefeitura de Vitória e CNPq.<span style="font-size: 12pt; font-family: Arial; color: black;"></span><br /><br />A entrada é franca. Os interessados em obter certificado devem se inscrever pelo e-mail: <span style="color: rgb(0, 102, 204);">aconstituicaodocomum@eco.ufrj.br</span> ou pela página <a href="http://www.cultura.gov.br/sys/admin/www.eco.ufrj.br">www.eco.ufrj.br</a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">PROGRAMAÇÃO</span><br /><br />Rio de Janeiro, de 28 de maio a 1º de junho.<br /><br />Todas as palestras serão realizadas no Auditório do CFCH, no Campus da Praia Vermelha. Av. Pasteur, 250 Praia.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=26524&more=1&c=1&pb=1">&gt; Clique aqui para conferir a PROGRAMAÇÃO completa.</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Outras informações:</span> (21) 3873-5067 e (21) 2295-9449. <br /><a href="http://tv.ufrj.br/tjufrj"><br /></a>- As programações para Salvador e para Belém serão divulgadas assim que forem definidas.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />PROPOSTA DO SEMINÁRIO<br /><br /></span>A produção da cultura é, hoje em dia, o terreno fundamental de organização da produção em geral no capitalismo contemporâneo. Nunca na história da cultura tivemos tantas possibilidades de descentralização dos meios de produção. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=26825&more=1&c=1&pb=1">(leia mais)</a><span style="font-weight: bold;"><br /></span><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-19T10:21:00+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DEBATES EM PERIÓDICOS IMPRESSOS</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>banco de projetos<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"></span><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25143&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">MÍDIA COM DEMOCRACIA</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Porto Alegre (RS)</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Debates em Periódicos Impressos - Temas A, B e D</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25135&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">PROJETO EDITORIAL GLOBAL/BRASIL</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Rio de Janeiro (RJ)</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Debates em Periódicos Impressos - Temas A, B, C e D</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25127&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">REVISTA AZOUGUE</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Rio de Janeiro (RJ)</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Debates em Periódicos Impressos</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25125&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">REVISTA NÚMERO</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">São Paulo (SP)</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Debates em Periódicos Impressos - Temas B e D</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25121&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">SAMBA GLOBAL</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Rio de Janeiro (RJ)</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Debates em Periódicos Impressos - Temas B e D</span><br style="font-weight: bold;" /></div><br /><br /><br /><div style="text-align: right;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25115&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-16T04:12:26+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DEBATES EM PERIÓDICOS ELETRÔNICOS</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>banco de projetos<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25149&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><div style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25149&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">ECONOMIA DA CULTURA, CINEMA E SOCIEDADE</span></a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Aracaju (SE)</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Debates em Periódicos Eletrônicos - Temas B e D</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25145&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">E-VENTO LEVANTANDO A POEIRA DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">São Paulo (SP)</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Debates em Periódicos Eletrônicos - Temas B e D</span><br /></div><br /><br /><br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25115&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-16T04:10:37+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Debates presenciais</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>banco de projetos<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Linha Temática A -</span> Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25117&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><div style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25117&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">CULTURA ALÉM DO DIGITAL, A</span></a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Rio de Janeiro (RJ)</span><br /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25119&more=1&c=1&pb=1">TECNOLOGIAS DA INTELIGÊNCIA: DINÂMICAS CULTURAIS NO CAPITALISMO COGNITIVO</a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Rio de Janeiro (RJ)</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25133&more=1&c=1&pb=1">QUE MUNDO É ESSE? INVENÇÕES PARA UMA NOVA (DES)ORDEM MUNDIAL</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">São Paulo (SP)</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25131&more=1&c=1&pb=1">RAZÃO CULTURAL E RAZÃO INSTRUMENTAL - RECONSTRUINDO O HUMANISMO NAS TECNOCIÊNCIAS</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Brasília (DF)</span><br style="font-weight: bold;" /></div><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha Temática B -</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura<br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25151&more=1&c=1&pb=1">DIÁLOGOS INTERCULTURAIS</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Caratinga (MG)</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);" /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25159&more=1&c=1&pb=1">CULTURA DE PAZ E O REENCANTAMENTO DO MUNDO: A ARTE DO (COM)VIVER, A</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">São Paulo (SP)</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25153&more=1&c=1&pb=1">CULTURAS E POPULAÇÕES EM MOVIMENTO: A CONSTRUÇÃO DE NOVAS IDENTIDADES CULTURAIS NAS METRÓPOLES BRASILEIRAS</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">São Paulo (SP)</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25123&more=1&c=1&pb=1">SALÃO NACIONAL DE POESIA PSIU POÉTICO</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Belo Horizonte (MG)</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25155&more=1&c=1&pb=1">CORES E FACES DO SAGRADO</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Salvador (BA)</span><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha Temática C -</span> Estado-nação, esse obscuro objeto do desejo: desventuras e possibilidades para os Estados nacionais na virada do século<br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25161&more=1&c=1&pb=1">FORMAÇÃO E DESMANCHE DE UM SISTEMA VISUAL BRASILEIRO MODERNO?</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">São Paulo (SP)</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25157&more=1&c=1&pb=1">VIDA COMO AMOR MUNDI: HANNAH ARENDT ENTRE A FILOSOFIA E A POLÍTICA, A</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Brasília (DF)</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25141&more=1&c=1&pb=1">BRASIL NÃO CONHECE O BRASIL? PERMANÊNCIA E CRIAÇÃO NA VIDA COTIDIANA, O</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Porto Alegre (RS)</span><br /></div><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />Linha Temática D -</span> Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25129&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><div style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25129&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">REVERBERAÇÕES - SEMINÁRIO RITMOS DA URGÊNCIA</span></a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">São Paulo (SP)</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25137&more=1&c=1&pb=1">POLÍTICAS CULTURAIS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Salvador (BA)</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25139&more=1&c=1&pb=1">VALOR DA CULTURA, O</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Londrina (PR)<br /></span><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25115&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"> home</a><br /></div></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-16T04:08:41+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>periódicos impressos</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Global Brasil e Cultura e pensamento<!--more-->
Em partes de números anteriores podemos ver como o tema Cultura e
Pensamento foi abordado na GLOBAL. O antropólogo Hermano Vianna, por
exemplo, escreveu no número 2, “Software Livre ou Morte”, um
artigo-clamor que sem dúvida tratava de biopolítica e tecnologias.
Noutra “matéria”, desta vez no número 4, vemos uma grande seqüência de
fotos – acompanhadas de um relato – da artista plástica Fabiane Borges
intervindo e interagindo com as crianças do movimento sem teto da
capital paulista. Sem dúvida, o ato performance político/estético de
Fabiane lança luz sobre a discussão acerca das populações e
territórios. O tema Estado-nação estava presente no número zero, no
artigo do Filósofo Antonio Negri “Soberania Imperial e Guerra”, que vem
logo após o artigo de Michael Hardt “Democracia Global. América Latina”.<br /><br />Ricardo
de Aquino, por sua vez, escreveu no número 5 sobre a “Implosão de
Museus e Paredes dos Museus” explicando a proposta do Museu sobre o
Bispo do Rosário, em texto emoldurado pela bela imagem da obra do
artista intitulada “dicionário de nomes”. Sem dúvida este artigo tocava
no tema das lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais. Bem
como o relato e as reflexões, acompanhadas por fotos, do Filósofo Peter
Pál Pelbart sobre a companhia de Teatro Ueinzz gira em torno deste
tema. A companhia é composta por pacientes e usuários de saúde mental,
terapeuta, atores profissionais, músicos, filósofos e dramaturgos.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Singularidade e multiplicidade</span><br /><br />No
mar de informações que se tornou a sociedade contemporânea, a revista
GLOBAL busca encontrar a sua singularidade exatamente nesta
multiplicidade de abordagens: romper os limites – muitas vezes o abismo
– que existem entre a produção acadêmica de saber e a produção de
saberes que se dá nos mais diversos espaços da sociedade. A GLOBAL é
parte de um movimento que tenta democratizar a universidade, trazendo
para ela a multiplicidade dos conhecimentos produzidos fora dela para
que estes potencializem, diversifiquem e abram novas perspectivas para
a produção acadêmica. Por outro lado, ela busca democratizar a
sociedade, ampliando o acesso à universidade e ao que nela se produz,
para que seus saberes e tecnologias possam por sua vez potencializar e
abrir novas perspectivas à multiplicidade da produção social de saber,
valor e cultura.<br /><br />A revista GLOBAL é um mecanismo aberto de
intersecção entre a sociedade e os lugares de produção de conhecimento,
sejam eles articulados ou anônimos, acadêmicos ou populares. O que
buscamos, em cada uma de nossas edições, é ampliar e diversificar cada
vez mais nossos horizontes de informação. Esse modelo de relações se
reflete no título da revista: “GLOBAL”. Ele abre um espaço de criação e
uma rede de articulações que faz artistas se encontrarem e se
descobrirem como movimento social e político; que faz movimentos
sociais serem percebidos por sua potência política na produção de valor
simbólico; e que faz de intelectuais, políticos e cientistas criadores
de conceitos, perspectivas de realidade e novas tecnologias de
informação.<br /><br />Nossa área de interesse está para além das
fronteiras de Estado, das corporações políticas, dos muros da academia
e dos círculos esotéricos de saber/poder, e dos clichês e estilos
artísticos pré-definidos do “mercado de cultura”. O próprio nome
“GLOBAL” deixa bem claro que não pretendemos negar a evidência
histórica da planetarização das redes produtivas de saberes,
mercadorias e subjetividades. Mas, a revista pretende ser parte de uma
rede onde se articulam e se potencializam todo tipo de contra-forças e
de resistência às forças hegemônicas da Globalização, forças das
grandes corporações do capital que buscam capturar as subjetividades na
lógica da divisão de mercados e estilos – e por vezes ainda das
“identidades nacionais”. Em outras palavras, “GLOBAL” significa estar
aberto à produção de singularidade e subjetividade como potência
política. E a própria revista GLOBAL é um espaço em que muitas
produções se articulam, dando vazão às suas singularidades e
subjetividades.<br /><br />Aí então podemos dizer, num outro sentido, que a
revista GLOBAL pretende contribuir também para uma produção econômica:
uma produção para o “mercado”. Mas não aquela produção da passividade
do consumidor, do desejo capturado e maquinizado, mas, de uma produção
econômica que é ao mesmo tempo produção de subjetividade: uma produção
de valor onde cada um pode se colocar de maneira ativa e criativa no
espaço político comum.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Plano de edição para o projeto Cultura e Pensamento</span><br /><br />Proposta para o nº 6 – Set/Out/Nov 2006:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">1. TRÂNSITOS: </span>artigos
de avaliação sobre o atual processo eleitoral brasileiro e o papel da
mídia: midiocracia, midiativismo, mídia de mídia, etc. Alexandre
Nascimento fará um mapeamento do negroativismo, mostrando como o debate
em torno das cotas raciais chegou aos meios de comunicação. Rodrigo
Guéron analisará como a crise política foi usada pelas corporações de
comunicação para se colocarem como grande intermediária do mercado
político brasileiro. Claudia Cardoso escreverá sobre mídia e luta pela
democratização dos meios de comunicação, analisando as relações dos
partidos de esquerda com a mídia. E outros.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">2. CONEXÕES GLOBAIS:</span>
Num ensaio sobre “Os desafios da Revolução Bolivariana” na Venezuela:
Antonio Negri, Giuseppe Cocco e Michael Hardt relatarão sua visita
àquele país e avaliarão as transformações em andamento. Maria Verônica
Gago, do Coletivo Situaciones na Argentina, escreverá sobre o grupo de
mulheres bolivianas “Mujeres Creando”, grupo de ação cultural e
política que inventou o conceito de “feminismo autônomo”. E outros.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">3. QUADRINHOS:</span> Artista a ser definido.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">4. UNIVERSIDADE NÔMADE:</span>
será abordado o movimento “Pela Radicalização Democrática” cujo
manifesto contra a campanha de desestabilização do governo Lula reuniu
cerca de 3000 assinaturas, e cujo ativismo Brasil afora resultou em
vários fóruns de discussão, reais e virtuais. E outros.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">5. MAQUINAÇÕES:</span>
Maria dos Camelôs, em entrevista, nos contará as lutas do movimento dos
camelôs no centro do Rio. Fabiane Borges, num artigoimagem, nos
mostrará o contato do Sem Teto com o universo da arte eletrônica no
FILE 2005 - Festival Internacional de Linguagens Eletrônicas. Geraldo
Britto Lopes, ator e diretor, escreverá sobre a atuação do Centro de
Teatro do Oprimido nas prisões brasileiras. Gustavo Spolidoro, produtor
do festival cine esquema novo, nos descreverá a ousada estética que fez
o curtametragem gaúcho chegar à grade de programação da maior televisão
aberta do Rio Grande. E outros.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">6. DOSSIÊ ESPECIAL: LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS:</span>
André Barros, advogado criminalista, entrevistará a Juíza Maria Lúcia
Karam sobre legalização do consumo, da produção e da venda de drogas
sob vários pontos de vista: do usuário, do traficante, da polícia, etc.
E outros.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25067&more=1&c=1&pb=1">¬ voltar</a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-16T09:55:50+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>revista azougue</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>o projeto<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"></span>Este projeto
propõe a publicação de dois números temáticos da revista Azougue, com
tiragem de 2.000 exemplares cada. O conteúdo de cada número será
editado sob a modalidade de entrevistas e breves ensaios. As
entrevistas serão realizadas com artistas e pensadores engajados no
debate contemporâneo sobre arte e cultura, e serão editadas em forma de
diálogo envolvendo uma interlocução entre os diversos entrevistados.
Para completar a edição, serão acrescidos breves ensaios dos editores e
colaboradores convidados sobre os temas propostos. Assim, partindo de
pares opostos e complementares, e manuseando seus sentidos possíveis
através do olhar de editores provenientes de áreas diversas, esta
publicação tem uma perspectiva, não propriamente entrevistadora, mas de
interlocução: colocar colaboradores em risco, assim como se colocam os
próprios editores-criadores. Não falamos (e não fazemos falar) sobre
determinado tema, mas a partir do conflito que saque/dádiva e
nomadismo/habitar impõe a todos. Cada número será fruto de uma dinâmica
específica e única entre criadores (colaboradores e editores).<br /><br />Organizada
a partir da metáfora de rede e gestada em torno de um eixo temático (os
pares conceituais “saque/dádiva” e “nomadismo/habitar”), a revista
lança mão de justaposições e polifonias, a fim de criar um todo
complexo pelo contraste entre distintos pontos de vista. Um conteúdo
impulsiona o outro: a transcrição total ou parcial de alguns dos
encontros com interlocutores conduz a novas teias temáticas e
associações que, assim, compõem um campo marcado pelos distintos
registros de linguagem e paradigmas criativos. O primeiro número conta,
por exemplo, com uma extensa conversa com o antropólogo <span style="font-weight: bold;">Eduardo Viveiros de Castro</span> sobre, entre outros temas, os dilemas da criação nos dias de hoje. A isso se combina a tradução de um diálogo com um <span style="font-weight: bold;">curandeiro Marubo</span>
(povo da Terra Indígena Vale do Javari - AM) sobre os impactos da
circulação e extração do petróleo à luz de suas reflexões cosmológicas
e míticas, ao qual adicionaremos diálogos com novos cineastas,
escritores, pensadores e artistas, como <span style="font-weight: bold;">Paulo Sacramento, Lia Chaia e Ericson Pires</span>, entre outros. O trabalho iconográfico, a ser desenvolvido por <span style="font-weight: bold;">artistas plásticos</span>,
não será meramente ilustrativo, mas sim interventivo no processo
editorial. Em que convergem tais contribuições aparentemente
disparatadas? O encontro transparece a partir da sobreposição de tais
discursos no complexo da edição, que será por sua vez pautado,
costurado e expandido por produções dos editores/criadores (editoriais,
ensaios, textos de criação). Por sua própria proposta editorial,
Azougue não poderia lançar mão de formatos específicos de texto para
colaboração: restringir a publicação a ensaios implicaria uma opção
política por certo regime de leitura, de produção e circulação do
conhecimento, em detrimento do diálogo entre matrizes criativas
distintas, que lançam mão de distintos modos do escrever/falar. No
mesmo sentido, o foco exclusivo em textos de criação (crônicas,
poesias, contos) também implicaria direcionar a publicação para uma
dada fatia da produção de cultura, e congelar a visão sobre os eixos
temáticos em apenas uma perspectiva. Embora conte com a publicação de
gêneros distintos da escrita, entendemos que a estruturação da revista
a partir de entrevistas/diálogos é estratégica para a diversificação do
debate e das contribuições criativas, tanto da parte dos
colaboradores/interlocutores, quanto da parte dos leitores. Tal formato
não apenas aumenta o escopo de interlocução para colaboradores que não
sejam especialistas em algum estilo da escrita, como também para a
participação efetiva dos editores/criadores em interlocuções. Ademais,
a estrutura de diálogos permite, por parte dos
editores/entrevistadores, colocar as mesmas questões para distintas
vozes, criando interessantes efeitos de ressonância e
intertextualidade. Gravados e transcritos, os diálogos/entrevistas
permitem diferentes recortes, de acordo com sua composição com o
conjunto da revista. Assim, diferentes trechos podem ser usados em
números distintos, de acordo com o contexto.<br /><br />Do ponto de vista
logístico, a opção por diálogos/entrevistas flexibiliza o processo de
edição e ajuda a viabilizar financeiramente o projeto. Com uma produção
gráfica de qualidade, o projeto pretende incorporar a escrita densa à
edição orgânica, ágil e versátil, que se constitui como um todo a
partir da reunião de editoriais, textos de criação, iconografias e,
sobretudo, das entrevistas/diálogos. A publicação pretende percorrer
futuramente outros pares temáticos desdobrados a partir dos eixos
iniciais aqui propostos – “saque/dádiva” e “nomadismo/habitar”, tais
como “traição/vínculo” e “invenção/experiência”.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25057&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-16T09:35:55+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>revista azougue</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>A revista<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"></span><br />Acompanhando
o espírito das transformações pelas quais seu projeto editorial vem
passando desde 1994, Azougue retorna agora também como revista, mas
dedicada a reflexões transdisciplinares, e sobre temas ligados a
política e cultura. A publicação se volta às mais diversas áreas da
criação artística e cultural, não como um veículo de divulgação, mas
como um espaço de debates e reflexões críticas, organizado em torno de
eixos temáticos.<br /><br />Autores, produtores e criadores de áreas de
atuação distintas como as ciências sociais e as culturas tradicionais,
o cinema, o teatro, as artes plásticas, a música e a literatura são
convidados para conversas sobre os pares saque/dádiva e
nomadismo/habitar, eixos de discussão dos dois primeiros números a
serem publicados.<br /><br />Ambos os temas - e cada um dentro de seu
recorte específico - pretendem discutir os seguintes dilemas: relações
entre autoria e (des)autorias, processos de tradução, antropofagia,
recriação, propriedade intelectual, circulação, copyright e copyleft;
relação entre centros, margens e periferias de criação cultural,
relações entre o local, global e cosmopolita, fronteiras, redes,
coletividades, espacialidades e territórios nos novos e velhos
processos de constituição da arte, da cultura e do pensamento.<br /><br />A
revista se caracteriza principalmente por sua intertextualidade.
Problemas similares são colocados a colaboradores das mais distintas
áreas, a fim de oferecer um panorama integrado de discussão, a despeito
do isolamento e da fragmentação característicos da contemporaneidade,
que tanto comprometem as arenas colaborativas, fundamentais para o
estudo e a produção de manifestações estéticas contundentes.<br /><br />Azougue
pretende, portanto, atingir um público tão diverso quanto o de sua
própria linha editorial. Irrestrito ao meio acadêmico e aos veículos
especializados de divulgação da literatura, seu projeto também não se
caracteriza como jornalismo cultural, muito embora vise agregar
colaboradores e leitores destas e de outras áreas da cultura, a fim de
oferecer espaço ao diálogo e à inquietação.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25057&more=1&c=1&pb=1">¬ voltar</a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-16T09:33:10+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Numero</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Onde encontrar <!--more--><span style="font-weight: bold;"></span><br />Centro Cultural São Paulo, São Paulo<br />Centro Universitário MariAntonia, São Paulo<br />Galeria Nara Roesler, São Paulo<br />Galeria Vermelho, São Paulo<br />Museu Lasar Segall, São Paulo<br />Departamento de Artes – ECA-USP, São Paulo<br />Departamento de Filosofia – FFLCH-USP, São Paulo<br />Escola da Cidade, São Paulo<br /><br />MAC Americana, Americana SP<br />Ateliê Aberto, Campinas SP<br />Museu de Arte de Ribeirão Preto (MARP), Ribeirão Preto SP<br />Departamento de Arquitetura e Urbanismo – EESC-USP, São Carlos SP<br /><br />A Gentil Carioca, Rio de Janeiro<br />Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro<br />Instituto de Artes da UERJ, Rio de Janeiro<br /><br />Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte<br /><br />Coletivo Entretantos, Vitória<br /><br />Fundação Joaquim Nabuco, Recife<br /><br />Centro Dragão do Mar, Fortaleza<br />Centro Cultural Banco do Nordeste, Fortaleza<br /><br />Ybacatu Espaço de Arte, Curitiba<br /><br />Museu Victor Meirelles, Florianópolis<br />PPGAV-Mestrado, CEART/UDESC, Florianópolis<br /><br />Editora Zouk, Porto Alegre<br />Torreão, Porto Alegre
<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Contato:</span><br />jornalnumero@yahoo.com.br<br />www.revistanumero.org<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25053&more=1&c=1&pb=1"><br />Edições para download &gt;</a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-16T09:22:43+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Número</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Revista Número e o Programa CULTURA E PENSAMENTO<!--more--><span style="font-weight: bold;"></span>O
projeto apresentado para o Programa Cultura e Pensamento compreende
duas edições da revista Número. Cada edição abordará uma linha
temática, das quatro propostas no edital. A Número OITO insere-se na
linha “Populações e territórios”, com o tema &quot;Limites&quot;, enquanto a
NOVE, na linha “Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais”,
com o tema &quot;Infinito&quot;.<br /><br />Com o objetivo de garantir uma abordagem
multidisciplinar, transversal e plural, cada tema será tratado por
colaboradores com formação e experiência em diversas áreas do
conhecimento como: física, antropologia, filosofia, sociologia, teoria
e crítica de arte, entre outras.<br /><br />Dando continuidade a política
da Número de formar uma ampla rede de colaboradores dos diversos
Estados bem como de países da América Latina, foram convidados
profissionais qualificados e de destacada atuação em sua região e
especialidade. Acreditamos que além de isso contribuir para uma visão
mais ampla do tema, essa rede garante uma recepção diferenciada da
publicação em locais distantes do eixo Rio-São Paulo. Dessa forma o
corpo editorial deixa de ser apenas um difusor de idéias para assumir o
papel de catalisador e difusor de textos e propostas de artistas.<br /><br />A
Número OITO será composta por artigos que deverão discutir: arte e
não-arte: os limites entre a fotografia de moda e a fotografia
“artística”; O lugar do “popular” na crítica de arte brasileira; as
relações entre o Sublime e o Belo. Os limites entre ação política e
ação artística. Teremos também um artigo sobre a arte dos xamãs
visionário-divinatórios do Alto Xingu. Um artigo de balanço histórico
sobre a questão da busca por uma identidade da arte brasileira, além de
um artigo que reflita sobre a existência de uma arte “internacional” e
a presença dessa idéia em eventos como a Bienal. As entrevistas
procurarão ouvir dois críticos com perspectivas diversas a respeito das
questões levantadas por essa edição, que visa debater os limites da
arte no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura. E
por fim, uma resenha crítica do livro de Arthur Danto “A transfiguração
do lugar-comum”.<br /><br />Com a Número NOVE traremos um artigo que
reflita sobre a obra de arte como um objeto fora de seu tempo, um
objeto ao qual é possível voltar sempre, com olhares distintos, que
instaura um tempo específico e separado do mundo no contato com o
observador. Um objeto que contem em si o devir e o porvir.<br /><br />Um
segundo artigo fará uma análise dos museus e a espécie de relação com o
tempo que se estabelece nesses espaços preservados do mundo. Se em
algum momento o espaço do museu assemelhava-se demasiadamente a
ambientes de templos religiosos, e a relação contemplativa com a obra
trazia em si algo de submissão e aceitação passiva, hoje esse silêncio
é um foco de resistência, um ambiente onde o pensamento é possível, a
salvo do bombardeio de imagens e sons que caracteriza a vida na
megalópole contemporânea.<br /><br />Uma terceira contribuição trará uma
reflexão sobre trabalhos artísticos nos quais a estrutura circular, o
movimento contínuo, a repetição e a volta ao início são características
estruturais. Obras, por exemplo, como “Aõ” de Tunga, cujo sentido se
constrói com base no moto contínuo.<br /><br />Haverá também um texto sobre
fotografia e a dilatação do tempo que a imagem congelada provoca. Uma
análise de obras em que a ação está entrecortada, suspensa, a meio
realizar. Quais os conteúdos trazidos por esse mecanismo?<br /><br />Por
outra parte, será pensada a problemática dos modos de atualização de
trabalhos efêmeros como intervenções urbanas e performances. A maneira
como essas práticas, que surgiram como uma maneira de afastar a
produção artística da construção de produtos comercializáveis,
terminaram por tornar-se também – por meio de sua documentação, de suas
relíquias e memorabilia – bens de consumo colecionáveis. Qual é a
lógica perversa do mercado e a posição dos artistas que propicia essa
inversão?<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25055&more=1&c=1&pb=1">¬ voltar</a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-16T09:17:50+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>revista numero</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Breve histórico<!--more--><span style="font-weight: bold;"></span>A
revista Número é um projeto nascido a partir de discussões do núcleo de
estudo e pesquisa em crítica de arte contemporânea organizado pelo
Centro Universitário MariAntonia. O grupo, inicialmente focado apenas
na atividade de redigir textos sobre exposições promovidas pela
instituição, foi gradualmente sentindo necessidade de ampliar o
espectro de questões e o alcance de sua atuação, o que não poderia ser
devidamente contemplado nos textos dos catálogos.<br /><br />Em suas sete
edições até o momento da inscrição no edital Programa Cultura e
Pensamento 2006, a revista se debruçou sobre os mais diversos temas. A
Número UM abordou o circuito alternativo e a atividade “independente”
no meio das artes visuais e contou com a intervenção gráfica de Rubens
Mano. A DOIS se deteve na mudança de paradigma referente ao papel do
espectador no contato com a produção artística contemporânea. O artista
convidado foi Arthur Lescher. Investigar o alcance e o sentido que a
escrita sobre arte pode ter, bem como suas imbricações na formulação de
propostas artísticas, foi o mote da TRÊS. A partir dessa perspectiva,
contribuíram Rosana Ricalde, Jorge Menna Barreto, Ricardo Basbaum e
Fernando Burjato.<br /><br />A edição seguinte refletiu sobre os lugares e
o trânsito da arte, pensados sob diversos enfoques; não apenas como
espaços de exposição, mas também vinculados à dinâmica do sistema das
artes. A intervenção da QUATRO foi realizada pela dupla de artistas
Angela Detanico e Rafael Laim. A CINCO se propôs a diagnosticar as
relações de poder no sistema das artes, contribuindo no debate em torno
da formulação de políticas públicas para a cultura. Essa Número contou
com trabalhos de João Paulo Leite, Wallace Matsuko e Alexandre Vogler.
A SEIS tratou da relativização do estatuto público da arte e suas
relações com a esfera privada e incluiu um encarte produzido pela Exo
experimental org. João Loureiro e Marcius Galan participaram com
intervenções artísticas. A relação entre arte e realidade, a
confrontação entre as verdades estabelecidas e o que de fato parece
existir foi o tema da SETE.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25055&more=1&c=1&pb=1"><br />¬ voltar</a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-16T09:15:03+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DIÁLOGOS INTERCULTURAIS - videos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div> parte 06<!--more-->
<embed flashvars="" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-417803174025590213&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Tradições e traduções</span><br /><br />24 de novembro (tarde)<br />Centro de Formação dos Povos da Floresta – RIO BRANCO - AC<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1"><br />Mais informações</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-16T12:00:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>ORIENTAÇÕES E REQUISITOS</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<span style="font-weight: bold;"></span><br />Os
projetos inscritos deverão apresentar um quadro de debatedores que
contemple todas as regiões do País e envolva participações
internacionais;<br /><br />No caso das publicações, serão também avaliadas
as articulações estabelecidas entre a proposta editorial de base e
outras colaborações não-textuais, tais como design gráfico,
fotografias, ilustrações, trabalhos de artistas plásticos e de artes
visuais etc.<br /><br />Todos os projetos propostos ao Programa deverão ter
alcance nacional e considerar a sua ampla difusão pelo território do
País. Para tanto, os projetos de ciclos de debates presenciais
apresentados deverão prever sua realização em duas cidades de
diferentes regiões do Brasil. As publicações impressas, por sua vez,
deverão ocupar-se do debate em dois de seus números e prever tiragem
suficiente para a cobertura nacional.<br /><br />A seleção considerará como
pontos de avaliação a multi e a interdisciplinaridade, a diversidade de
pensamentos e de gerações, a originalidade e o ineditismo das
contribuições constantes da proposta apresentada. A pertinência da
proposta e forma de abordagem do tema escolhido, o seu grau de
abrangência, a sua inventividade e a coerência da articulação
institucional prevista para a sua execução serão elementos cruciais na
avaliação de cada projeto.<br /><br />Os proponentes terão plena liberdade
de invenção, de proposição de formatos e de abordagem das linhas
temáticas, desde que observados os requisitos gerais especificados nos <span style="color: rgb(0, 0, 0);">regulamentos</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"> </span>do Programa e em seus respectivos <span style="color: rgb(0, 0, 0);">anexos.</span><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">PODERÃO CANDIDATAR-SE À SELEÇÃO:</span><br /><br />Para <span style="font-weight: bold;">OS CICLOS DE DEBATES PRESENCIAIS:</span>
curadores, que devem formular conceitualmente os debates, articular os
diversos debatedores e colaboradores, em todas as etapas de realização
do projeto, em conjunto com uma pessoa jurídica, de natureza cultural,
científica, educacional ou de pesquisa, com experiência comprovada na
realização de projetos de debate, seminários e outros eventos públicos;<br /><br />Para <span style="font-weight: bold;">&quot;PUBLICAÇÕES EM PERIÓDICOS IMPRESSOS”</span>:
editores, que devem formular conceitualmente os debates, articular os
diversos autores/debatedores e colaboradores, em todas as etapas de
realização do projeto, em conjunto com uma pessoa jurídica, responsável
pela publicação de periódico impresso, em atividade;<br /><br />Para <span style="font-weight: bold;">“PUBLICAÇÕES ELETRÔNICAS ON-LINE”</span>:
editores, que devem formular conceitualmente os debates, articular os
diversos autores/debatedores e colaboradores, em todas as etapas de
realização do projeto, em conjunto com uma pessoa física ou jurídica,
que detenha os direitos de uso do domínio web de publicação on-line.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25021&more=1&c=1&pb=1"><br />OFICINAS DE ORIENTAÇÃO</a> <span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);">-</span><span style="color: rgb(102, 102, 51);"> O </span>Programa CULTURA E PENSAMENTO realizará oficinas de orientação para a elaboração de projetos em todas as capitais do país.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25009&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-14T02:57:45+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>oficinas de orientação ao proponente</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>Programação<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span>Para um melhor aproveitamento nas oficinas, consulte previamente as <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1">perguntas frequentes</a>. Também é recomendável a leitura integral dos regulamentos e anexos disponíveis neste portal. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=26068&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui para acessá-los.<br /></a><span style="font-weight: bold;"><br />As oficinas serão realizadas em TODAS as capitais do país. Confira a programação (listada em ordem cronológica):<br /></span><span style="font-weight: bold;"><br />Belém, </span>dia 7/5 às 10 h.<br />Local: Auditório da &quot;Casa da Linguagem&quot;, Avenida Nazaré, 31, Nazaré.<br />Contato: (91) 3224-1825 - ramal 34<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Boa Vista, </span>dia 8/5 às 15 h.<br />Local: Auditório Alexandre Borges, Universidade Federal de Roraima - Campus de Paricarana.<br />Contato: (95) 3621-3118<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Macapá, </span>dia 8/5 às 15 h.<br />Local: Anfiteatro Central da UNIFAP - Universidade Federal do Amapá - Rodovia JK, Km 02.Bairro Universidade.<br />Contato: (96) 3312 - 1747/1746/1748<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Manaus, </span>dia 9/5 às 14h  <br />Local: Auditório da Faculdade de Estudos Sociais – Campus Universitário – Setor Norte - UFAM. Av. Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000 – Coroado.<br />Contato: (92) 3647-4444/4447<span style="font-weight: bold;"><br /><br />São Luis, </span>dia 9/5 às 14 h.<br />Local: Associação Comercial do Maranhão - End. Praça Benedito Leite, 264 - Centro.<br />Contato: (98) 3218-9910/3231/1313<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Fortaleza, </span>dia 10/5 às 14 h.<br />Local:Theatro José de Alencar - Praça José de Alencar, s/n, Centro.<br />Contato: (85) 3101-1158<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Rio Branco, </span>dia 10/5 às 14 h.<br />Local: Sala dos Órgãos do Colegiado na Universidade Federal do Acre - Campus Universitário – BR 362 – Km 4 Distrito Industrial.<br />Contato: (68) 3229-2649<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Teresina, </span>dia 11/5 às 14 h.<br />Local: Teatro João Paulo II - Av. Joaquim Nelson, 1861, Itararé.<br />Contato: (86) 3215-7815/7816/7818<span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br />Cuiabá, </span>dia 15/5 às 14 h.<br />Local: Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT - Centro Cultural - Av. Fernando Correa da Costa, s/n - Coxipó.<br />Contato: (65) 3615-8358/3615/8353<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Natal, </span>dia 15/5 às 15 h.<span style="font-weight: bold;"><br /></span>Local: Pinacoteca do Estado - Palácio Potengi.<br />Contato: (84) 3232.5326<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Campo Grande, </span>dia 16/5 às 18h30.<span style="font-weight: bold;"><br /></span>Local: Anfiteatro de Ciências Humanas e Sociais - Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - Campus Universitário.<br />Contato: (67) 3345-7232<span style="font-weight: bold;"><br /><br />João Pessoa, </span>dia 16/5 às 14 h.<span style="font-weight: bold;"><br /></span>Local: Centro de Educação da UFPB - auditório do Programa de Pós-graduação em Educação do Campus I da UFPB.<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Recife, </span>dia 17/5 às 14 h.<span style="font-weight: bold;"><br /></span>Local: Livraria Cultura - Passo Alfandega<br />Contato: (81) 3224-0561<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Maceió, </span>dia 18/5 às 14 h.<br />Local: Palacio dos Palmares  - Palacio do Governo - Auditorio Akuatune.<br />Contato: (82) 3315-1920<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Aracaju, </span>dia 21/5 às 14 h.<br />Local: Centro de Criatividade Gov. João Alves Filho. Rua Saturnino de Brito, S/N - Bairro Getúlio Vargas.<br />Contato: (79) 3179-1909<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Vitória, </span>dia 22/5 às 11h30.<br />Local: Estação Porto - Armazém 5 Codesa / Porto de Vitória Av. Getulio Vargas -Centro<br />Contato: (27) 3223-0343.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Florianópolis, </span>dia 23/5 às 14 h.<br />Local: Universidade Federal de Santa Catarina - Sala Petúnia do Centro de Cultura e Eventos.<br />Contato: (48) 3721-8304<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Salvador, </span>dia 23/5 às 19 h.<br />Local: Faculdade de Comunicação da UFBA - Campus Ondina.<br />Contato: (71) 3481-5237<br /><span style="font-weight: bold;">* </span>A oficina acontecerá durante a programação do <a href="http://www.cult.ufba.br/">III ENECULT.</a><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br />Belo Horizonte, </span>dia 29/5 às 14 h.<br />Local: Funarte - Rua Januária, 68, Floresta.<br />Contatos: (31) 3293-5796<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Porto Alegre, </span>dia 30/5 às 14 h.<br />Local: Representação Regional Sul/MinC - Auditório do IPHAN, Av. Independência, 867, Porto Alegre/RS<br />Contato: (51) 3311-5331 / 3395-3423<br />E-mail: rrrs@minc.gov.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Goiânia, </span>dia 30/5 às 10 h.<br />Local: Auditório da Biblioteca Central da UFG.<br />Contato: (62) 3521-1198<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Brasília, </span>dia 31/5 às 14 h.<span style="font-weight: bold;"><br /></span>Local: Auditório Joaquim Nabuco, Faculdade de Direito da Universidade de Brasília - UnB.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro, </span>dia 1/6 às 11 h.<br />Local: UFRJ Campus da Praia Vermelha Auditório do CFCH – Escola de Comunicação. Avenida Pasteur, 250, Praia Vermelha. Rio de Janeiro/RJ.<br />Contato: (21) 3873 5067 / 2295 9449<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Palmas</span>, dia 1/6 às 15 h.<br />Local: Espaço Cultural, Sala Sinhozinho. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curitiba,</span> dia 4/6 às 14 h.<br />Local: Universidade Federal do Paraná. Ed. Dom Pedro I, Sala Homero de Barros, 1º andar - Reitoria.<br />Contato: (41) 3310-2634<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Porto Velho,</span> dia 4/6 às 9h.<br />Local: Universidade Federal de Rondônia, Centro de Vivencia Paulo Freire, Campus de Porto Velho.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">São Paulo, </span>dia 6/6 às 19 h.<br />Local: SESC Consolação. Rua Dr. Vila Nova, 245 - Vila Buarque. São Paulo/SP.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25021&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25021&more=1&c=1&pb=1"></a></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-14T02:06:17+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title> Acompanhe as informações sobre as Oficinas de Orientação ao Proponente, que serão realizadas em várias capitais do país.</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Em maio e junho, será realizada uma série de encontros.<!--more--><span style="FONT-WEIGHT: bold"></span><br />Durante o período de inscrições das Seleções Públicas, CULTURA E PENSAMENTO realizará uma série de Oficinas de Orientação ao Proponente em vários Estados do País.<br /><br />Estas oficinas têm por objetivo possibilitar aos interessados um contato direto com os organizadores das Seleções Públicas, facilitando o entendimento dos regulamentos e oferecendo uma oportunidade para uma melhor preparação na elaboração de suas propostas.<br /><br />Conjuntamente com as oficinas são organizados pequenos debates sobre as linhas temáticas sugeridas pelo CULTURA E PENSAMENTO, com convidados locais.<br /><br />Paralelamente, e visando criar outros canais que propiciem a interessados de todo o Brasil o contato direto com a equipe do Programa, serão realizados vídeo-conferências e chats periódicos para o esclarecimento de dúvidas tópicas e a orientação dos potenciais proponentes quanto às Seleções Públicas do Programa.<br /><br />A programação das Oficinas, chats e vídeo-conferências será divulgada aqui, à medida que cada evento for confirmado.<br /><br />A seguir, informações sobre Oficinas de Orientação já confirmadas:<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Belém/PA</span><br />Dia: 7/5/2007<br />Hora: 10 h.<br />Local: Auditório da &quot;Casa da Linguagem&quot;, Avenida Nazaré, 31, Nazaré.<br />Contato: (91) 3224-1825 - ramal 34<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Boa Vista/RR</span><br />Dia: 8/5/2007<br />Hora: 15 h.<br />Local: Auditório Alexandre Borges, Universidade Federal de Roraima - Campus de Paricarana.<br />Contato: (95) 3621-3118<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Macapá/AP</span><br />Dia: 8/5/2007<br />Hora: 15 h.<br />Local: Anfiteatro Central da UNIFAP - Universidade Federal do Amapá - Rodovia JK, Km 02.Bairro Universidade.<br />Contato: (96) 3312 - 1747 / 1746 / 1748<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Manaus/AM</span><br />Dia: 9/5/2007<br />Hora: 14h às 18 h.<br />Local: Auditório da Faculdade de Estudos Sociais – Campus Universitário – Setor Norte - UFAM. Av. Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000 – Coroado.<br />Contato: (92) 3647-4444/4447<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">São Luis/MA</span><br />Dia: 9/5/2007<br />Hora: 14h às 17 h.<br />Local: Associação Comercial do Maranhão - End. Praça Benedito Leite, 264 - Centro.<br />Contato: (98) 3218-9910 / 3231 / 1313<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Fortaleza/CE</span><br />Dia: 10/5/2007<br />Hora: 14 às 18 h.<br />Local:Theatro José de Alencar - Praça José de Alencar, s/n, Centro.<br />Contato: (85) 3101-1158<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Rio Branco/AC</span><br />Dia: 10/05/2007<br />Hora: 14 h.<br />Local: Sala dos Órgãos do Colegiado na Universidade Federal do Acre - Campus Universitário – BR 362 – Km 4 Distrito Industrial.<br />Contato: Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários – (68) 3229-2649<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Teresina/PI</span><br />Dia: 11/5/2007<br />Hora: 14h às 18 h.<br />Local: Teatro João Paulo II - Av. Joaquim Nelson, 1861, Itararé.<br />Contato: (86) 3215-7815/7816/7818<br /><br style="FONT-WEIGHT: bold" /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Goiânia/GO</span><br />Data: 11/5/2007<br />Hora: 10 h.<br />Local: Auditório da Biblioteca Central da UFG - Universidade Federal de Goiás - Campus Samambaia.<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Cuiabá/MT</span><br />Dia: 15/5/2007<br />Hora: 14 h.<br />Local: Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT - Centro Cultural - Av. Fernando Correa da Costa, s/n - Coxipó.<br />Contato: (65) 3615-8358/3615/8353<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Campo Grande/MS</span><br />Dia: 16/5/2007<br />Hora: 18h 30<br />Local: Anfiteatro de Ciências Humanas e Sociais - Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - Campus Universitário.<br />Contato: (67) 3345-7232<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">João Pessoa/PB</span><br />Dia: 16/05/2007<br />Hora: 14h às 18h.<br />Local: Centro de Educação da UFPB - auditório do Programa de Pós-graduação em Educação do Campus I da UFPB.<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Recife/PE</span><br />Dia: 17/5/2007<br />Hora: 14 h.<br />Local: Livraria Cultura - Passo Alfandega<br />Contato: (81) 3224-0561<br /><br style="FONT-WEIGHT: bold" /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Florianópolis/SC</span><br />Dia: 23/5/2007<br />Hora: 14 h.<br />Local: Universidade Federal de Florianópolis - Sala Petúnia do Centro de Cultura e Eventos.<br />Contato: (48) 3231-1506<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Porto Alegre/RS</span><br />Dia: 30/5/2007<br />Hora: 14 h.<br />Local: Representação Regional Sul/MinC - Auditório do IPHAN. Av. Independência, 867, Porto Alegre/RS<br />Contato: (51) 3311-5331 / 3395-3423<br />E-mail: rrrs@minc.gov.br<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Vitória/ES</span><br />Dia: 22/5/2007<br />Hora: 11h30.<br />Local: Estação Porto - Armazém 5 Codesa / Porto de Vitória Av. Getulio Vargas -Centro<br />Contato: (27) 3223-0343.<br /><br /><br />¬ Estão previstas Oficinas de Orientação em:<span style="FONT-WEIGHT: bold">*</span><br /><br />18/05/2007 - <span style="FONT-WEIGHT: bold">Maceió</span><br />19/05/2007 - <span style="FONT-WEIGHT: bold">Aracaju</span><br />25/05/2007 - <span style="FONT-WEIGHT: bold">Belo Horizonte</span><br />27/05/2007 - <span style="FONT-WEIGHT: bold">São Paulo</span><br />01/06/2007 - <span style="FONT-WEIGHT: bold">Rio de Janeiro</span><br /><br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">*</span>Aguarde novas informações sobre Oficinas a serem realizadas nestas e em outras localidades.<br /><br /><br /><hr style="WIDTH: 100%; HEIGHT: 2px" /><span style="FONT-WEIGHT: bold">OFICINAS REALIZADAS EM 2006</span><br /><br />Em 2006, CULTURA E PENSAMENTO organizou Oficinas em Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Belém (PA), Recife (PE), Cuiabá (MT), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Salvador (BA) e ainda uma vídeo-conferência com a participação de Fortaleza (CE), Natal (RN), e São Luiz (MA).<br /><br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-09T02:24:56+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>lançamento nacional do cultura e pensamento 2007</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>  <!--more-->
<p><br /></p>
 O Ministro da Cultura Gilberto Gil assinou, no dia 16 de abril, os editais de lançamento do Programa CULTURA E PENSAMENTO 2007. A Cerimônia aconteceu no Salão Nobre da Reitoria da Universidade Federal da Bahia, em Salvador, com a presença de Rosemberg Pinto, Gerente de Comunicação Institucional da Regional Nordeste da Petrobras (patrocinadora do Programa); de Marcio Meirelles, Secretário de Cultura do Estado da Bahia; de Alfredo Manevy, Secretário de Políticas Culturais do MinC; e do Reitor Naomar de Almeida Filho, da UFBA.<br /><br />Após a assinatura dos editais, teve início a primeira palestra da intinerância do ciclo de conferências “O esquecimento da política”, coordenado pelo professor e jornalista Adauto Novaes. O professor da USP Franklin Leopoldo e Silva falou sobre o tema “Moralidade como política”. O ciclo é uma ação integrada do Programa Cultura e Pensamento e acontece em várias capitais do país. <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php">mais notícias</a><br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-09T01:28:50+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Assista os vídeos dos debates do Cultura e pensamento 2006</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more--><br /><span style="font-weight: bold;">CICLO DE DEBATES EM 2006:</span><br /><br />A Cultura além do Digital (vídeos)<br /><br />Diálogos Interculturais (vídeos)<br /><br />Do Estado que Temos as Estado que Queremos (vídeos)<br /><br />Organização Colaborativa da Produção e do Conhecimento - a cultura das redes de informação compartilhada (vídeos) 
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-09T01:21:55+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Pré-requisitos</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div>Pré-requisitos técnicos necessários e recomendações às Instituições Participantes<!--more-->
<br />• Dispor de Auditório (ou sala equivalente) com telão (ou similar) e projetor (ou similar) conectado ao computador que receberá a transmissão via internet.<br /><br />• Disponibilizar um computador com as seguintes configurações mínimas necessárias:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">o Hardware:</span> Processador Pentium IV 2.8 GHz, equivalente ou maior; Mínimo de 512 MB de memória RAM; Interface de rede 100 Mbps;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">o Software: </span>Sistema Operacional Microsoft Windows XP (preferencialmente); Microsoft Windows Media Player versão 9 ou versão 10 (preferencialmente);<br /><br />• O responsável pela rede local deverá garantir que do segmento de rede onde estará conectado o computador, até o roteador de saída da instituição, haja uma banda disponível de pelo menos 300 Kbps, sem perda de pacotes, ou retardos. Tal observação também deverá ser válida para o circuito de<br />dados de última milha da instituição até o seu provedor (no caso das instituições qualificadas para uso do backbone da RNP, até o PoP na capital);<br /><br />• Designar um Coordenador local responsável pela realização do evento (que será o contato com a Coordenação Técnica do Programa).<br /><br />• Designar um Responsável técnico que responderá pelas providências tecnológicas de transmissão e tenha a capacidade de garantir a boa recepção do sinal e dos conteúdos transmitidos. Estas competências podem ser exercidas pela mesma pessoa do item anterior, desde que assumidas as atribuições necessárias.<br /><br />• Qualificar as exibições como atividade de extensão, emitindo certificado para os participantes que obtiverem freqüência igual ou maior que 70%.<br /><br />• Promover reunião com os representantes dos diversos setores da instituição com o objetivo de organizar estratégias de divulgação dos eventos e mobilização do público interessado.<br /><br />• Garantir o acesso gratuito às transmissões dos debates.<br /><br />• Garantir a divulgação interna e externa das datas de transmissão dos eventos, através de cartazes e outros materiais de divulgação.<br /><br />• Imprimir uma quantidade de cartazes, divulgando os Debates oriundos das Seleções Públicas, compatível com as dimensões locais do público almejado (layouts gráficos dos cartazes serão fornecidos pelo Coordenação Técnica do Programa);<br /><br />• Divulgar em destaque na homepage da instituição a vinculação com o Programa Cultura e<br />Pensamento, inclusive disponibilizando links ao portal do referido Programa.<br /><br />• Envolver sua Assessoria de Imprensa na divulgação do evento dentro e fora da instituição.<br /><br />• Enviar relatório à Coordenação Técnica do Programa contendo dados quantitativos de público e avaliações qualitativas dos eventos ao término de suas realizações.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Obs. 1:</span> O endereço web da transmissão será fornecido exclusivamente para o contato local na Instituição.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Obs. 2:</span> As Universidades poderão pleitear mais de um ponto de recepção, alcançando escolas e departamentos de diversas áreas do conhecimento. No caso de vários pontos receberem a transmissão na instituição, e utilizarem a mesma rede local, deverá ser garantida que a rede da instituição suportará tal fluxo de dados, assim como o circuito de dados de última milha da instituição.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=26085&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-08T02:06:29+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>como participar da rede cultura e pensamento 2007?</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<br /><br />A participação na REDE CULTURA E PENSAMENTO possibilita que a instituição que se cadastre como PONTO DA REDE proporcione a sua comunidade o acesso gratuito a transmissão em tempo real de debates que serão realizados em 2007 no âmbito do Programa Cultura e Pensamento. Para tanto, a instituição que aderir à REDE CULTURA E PENSAMENTO deve providenciar um auditório (ou espaço semelhante) na sua localidade com os requisitos técnicos necessários à recepção do sinal de transmissão dos debates que estarão ocorrendo em outras cidades nas datas e locais que serão divulgadas em breve neste portal.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=26087&more=1&c=1&pb=1">&gt;&gt; Veja detalhes.</a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">INSTITUIÇÕES</span><br /><br />Podem fazer parte da REDE CULTURA E PENSAMENTO: Universidades públicas e privadas, escolas, entidades estudantis, instituições culturais, núcleos de pesquisa e estudos acadêmicos, rádios comunitárias, sindicatos, ong's, entidades de classe e outras instituições congêneres que declarem o seu interesse pelos conteúdos do Programa.<br /><br />Para cadastrar sua instituição como PONTO DE REDE envie a <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/CADASTRO_REDE_1178398083_1178644312.doc">SOLICITAÇÃO DE CADASTRAMENTO</a> por <span style="font-weight: bold;">FAX para (71) 3183-8423</span> ou digitalizado (escaneado) para o <span style="font-weight: bold;">e-mail</span> <span style="color: rgb(0, 51, 204);">rede@culturaepensamento.com.br</span>. Esta solicitação deverá ser assinada pelo dirigente da instituição ou representante qualificado para assinar em nome da mesma. Após o cadastro enviado, as instituições integradas serão listadas, neste portal, na seção <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1"><span style="text-decoration: underline;"></span>Pontos de Rede.</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />USUÁRIOS INDIVIDUAIS</span><br /><br />Em 2007, prevê-se também a possibilidade do acesso de USUÁRIOS INDIVIDUAIS que, após se cadastrarem, receberão a programação e o link de acesso as transmissões. Para evitar sobrecarga, o cadastro de usuários individuais terá que ser renovado para cada ciclo de debates e estarará limitado a capacidade de streaming do sistema.<br /><br />Para cadastrar-se como Usuário individual envie e-mail para <span style="color: rgb(0, 51, 204);">rede@culturaepensamento.com.br</span>, informando como assunto REDE CULTURA E PENSAMENTO, especificando no corpo do e-mail o nome do ciclo de debates do seu interesse, nome, endereço, contato telefônico, área de atuação.<br /><br />Pré-requisitos mínimos necessários: Acesso a internet em banda larga.<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25025&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-08T02:04:36+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>regulamentos</title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<br />Os regulamentos e respectivos anexos das três Seleções Públicas integrantes do Programa CULTURA E PENSAMENTO 2007, estão disponíveis para download:<br /><br /><span style="font-weight: bold; text-decoration: underline;"></span><span style="font-weight: bold;"><br />- Seleção Pública de Debates Presenciais:</span><span style="text-decoration: underline;"> </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Debates_Presenciais_Regulamento_C&P2007_1176758034.pdf">&gt; REGULAMENTO</a> <br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Debates_Presenciais_ANEXOS_C&P2007_1176828686.pdf">&gt; ANEXOS.</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">- Seleção Pública de Projetos Editoriais de Debates em Periódicos Impressos:</span> <br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Periodicos_Impressos_Regulamento_C&P2007_1176758213.pdf">&gt; REGULAMENTO</a> <br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Periodicos_Impressos_ANEXOS_C&P2007_1176827781.pdf">&gt; ANEXOS.</a><br /><br />-<span style="font-weight: bold;"> Seleção Pública de Projetos Editoriais de Debates em Midias Eletrônicas On-line:</span> <br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Midias_Eletronicas_Regulamento_C&P2007_1176758375.pdf">&gt; REGULAMENTO</a> <br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Midias_Eletronicas_ANEXOS_C&P2007_1176828231.pdf">&gt; ANEXOS.</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span>ORIENTAÇÕES E REQUISITOS<span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span>Para  o pleno entendimento  de todo o processo das Seleções Públicas é fundamental a leitura integral dos regulamentos.<br /><br />Para obter as primeiras orientações básicas e alguns requisitos para a participação, <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=26354&more=1&c=1&pb=1">clique aqui.</a><br /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=26354&more=1&c=1&pb=1"><br /></a> </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=26354&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span></a>Para o esclarecimento de eventuais dúvidas, consulte as <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1">Perguntas Frequentes</a>, ou entre em contato com a equipe do Programa Cultura e Pensamento, obtendo informações na seção <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24927&more=1&c=1&pb=1">Fale Conosco.</a><br /><div style="text-align: right;"><br />l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-05-07T05:30:20+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Inscrições 2007</title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="font-weight: bold;"><span style="text-decoration: underline;"></span></span><span style="font-weight: bold;">Inscrições Online encerradas em 29 de junho de 2007.<br /></span>
<br /><br />
Disponibilizamos para download os <span style="font-weight: bold;">espelhos dos Formulários de Inscrição</span> e das Planilhas de Orçamento Físico-Financeiro, Fontes de Financiamento e Apoios, de acordo com cada modalidade de Projetos.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Ressaltamos que as Inscrições só se efetivarão através do preenchimento on-line dos Formulários.</span> Esses espelhos servirão apenas como auxílio no procedimento de inscrição.<br />
<br />
Clique para baixar os espelhos dos formulários e planilhas:<br />
<br />
Projetos de Debates Presenciais:<br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Debates_Presenciais_ESP_FORM_C&P2007%5B1%5D_1177013527.doc">&gt; Espelho do Formulário</a><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Debates_Presenciais_ESP_PLANILHA_C&P2007%281%29_1176948827.xls">&gt; Espelho da Planilha</a><br />
<br />
Projetos de Debates em Periódicos Impressos:<br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Periodicos_Impressos_ESP_FORM_C&P2007_1181598005.doc">&gt; Espelho do Formulário</a><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Periodicos_Impressos_ESP_PLANILHA_C&P2007%281%29_1176949105.xls">&gt; Espelho da Planilha</a><br />
<br />
Projetos de Debates em Mídias Eletrônicas On-line:<br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Midias_Eletronicas_ESP_FORM_C&P2007_1181598114.doc">&gt; Espelho do Formulário</a><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Midias_Eletronicas_ESP_PLANILHA_C&P2007%281%29_1176948963.xls">&gt; Espelho da Planilha</a><br />
<br /><br /><br />
<div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">l home</a><br />
</div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-18T11:10:21+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Projetos 2007</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<p><br /></p>
Em 2007, o Programa Cultura e Pensamento apoiou a realização de 12 (doze)
debates de âmbito nacional, cujos projetos foram escolhidos através de
Seleções Públicas. <br /><br />Com o patrocínio da Petrobras, através da Lei de
Incentivo à Cultura, foram realizados: <span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" /> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1#01">Quatro ciclos de
debates presenciais;</a><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" /> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1#02">Quatro publicações em periódicos impressos;</a><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" /> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1#03">Quatro
publicações eletrônicas </a><span style="font-style: italic;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1#03">online.</a><br /></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />SELO CULTURA E PENSAMENTO<br /><br /></span>O
Selo Cultura e Pensamento é uma certificação dirigida aos projetos não
selecionados, mas considerados, pela Comissão de Seleção, como de
relevância cultural e elevada qualidade técnica. <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=30424&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">Clique aqui</a> para conhecer os projetos que receberam o Selo em 2007.<br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />PROJETOS ESPECIAIS<br /><br /></span>Além dos projetos de debates selecionados através de editais, o
Programa apóia a realização de outras ações: <span style="text-decoration: underline;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1#04" style="font-weight: bold;">confira aqui &gt;&gt;</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br />Conheça os DEBATES 2007:</span><span style="font-style: italic;"></span><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-style: italic;"></span></div><span style="font-style: italic;"><br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" />   </span><span style="font-weight: bold;"><a name="01"></a>PROJETOS DE DEBATES PRESENCIAIS:</span><br /></div>
<br /><div style="margin-left: 40px;"><br /></div><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 182px; height: 131px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/carnaval%20logo%20salvador_1191353018.jpg" /></a> <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">CARNAVAL DO BRASIL</span></a><br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro</span>, de 18 a 21 de setembro; e<span style="font-weight: bold;"> Salvador</span>, de 8 a 11 de outubro.<br /><br />Pensar o carnaval é pensar o Brasil, é observar a cultura em ação, é entender comportamentos e costumes do povo brasileiro. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29536&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curador:</span> Perfeito Fortuna (RJ); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Viva Brasil (RJ).<br /><br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/cultura%20livre_1205848886.jpg" style="width: 158px; height: 125px;" /></a></p><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRÁTICAS E IDÉIAS</span></a><br /><span style="font-weight: bold;">São Paulo</span>, entre 23 de outubro e 1 de novembro; e <span style="font-weight: bold;">Fortaleza</span>, entre 12 e 21 de novembro.<span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span>Busca
examinar a produção cultural contemporânea, através de diálogos entre
produtores de cultura de duas esferas distintas, combinados com
atividades artísticas que sinalizem a união desejada entre teoria e
prática.O evento ocorrerá em São Paulo e em Fortaleza. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br style="font-weight: bold;" /><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Maria Elisa Burgos Pereira da Silva Cevasco (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Ação Educativa (SP).<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/redes%20proj_1190770404.jpg" style="width: 201px; height: 84px;" /></a> <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">ALÉM DAS REDES DE COLABORAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURAL E AS TECNOLOGIAS DO PODER</span> </a><br /><span style="font-weight: bold;">Porto Alegre</span>, de 15 a 18 de outubro; e <span style="font-weight: bold;">Natal</span>, de 7 a 10 de novembro.<br /><br />Pretende refletir sobre a contradição entre as possibilidades de
criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais, e
as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o
controle dos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curador: </span>Sérgio Amadeu da Silveira (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Casa de Cinema de Porto Alegre (RS)<br /><br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29269&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 201px; height: 118px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/saga_1_1205849206.jpg" /></a></p><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29269&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> A SAGA DA MÚSICA DE CONCERTO NO BRASIL DE HOJE E NA AMÉRICA LATINA</a><br /><span style="font-weight: bold;">Brasília</span>, de 6 a 9 de dezembro; e <span style="font-weight: bold;">Recife</span>, de 11 a 15 de dezembro.<br /><br />Como
se vive da música de concerto e para a música de concerto em cada
região do Brasil? Esta é a preocupação deste ciclo de debates que, além
de promover a reflexão e a discussão sobre os novos caminhos do mercado
da música erudita. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29269&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora:</span> Ana Lúcia Altino Garcia (PE); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Virtuosi Sociedade Artística Ltda. (PE)<br /><br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" /><a name="02"></a>   PROJETOS EDITORIAIS DE DEBATES EM PERIÓDICOS IMPRESSOS</span><br style="font-weight: bold;" /></div><br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaGLOBAL_1162578483.jpg" style="width: 213px; height: 65px;" /></a></p><p><br /></p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">REVISTA GLOBAL/BRASIL</span></a><br /><br />A
Revista GLOBAL/BRASIL é parte de uma rede da qual participam artistas,
professores, intelectuais, empresários, trabalhadores, estudantes, com
uma “outra” visão das dinâmicas da globalização. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29655&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editor:</span> Giuseppe Mário Cocco (RJ); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Do Lar Design Ltda (RJ).<br /><br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29267&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 204px; height: 124px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/Figura1_1201038224.jpg" /></a></p><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29267&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">GRUMO, PENSAMENTO EM TRÂNSITO</a><br /><br />Espaço
de publicação de textos de literatura e de crítica sobre literatura,
arte e cinema, que visa a sustentar, a longo prazo, um projeto amplo de
diálogo entre culturas. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29267&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editora:</span> Diana Irene Klinger (RJ); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Viveiros de Castro Editora Ltda. (RJ)<br /><br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=31532&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 218px; height: 74px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaAZOUGUE_1162575953.jpg" /></a></p><p><br /></p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=31532&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">REVISTA AZOUGUE</span></a><br /><br />A revista Azougue pretende desenvolver dois eixos temáticos: os pares traição/vínculo e invenção/experiência. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=31532&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editor: </span>Sérigo Cohn (RJ); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Beco do Azougue Editorial Ltda. (RJ)<br /><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29638&more=1&c=1&pb=1">REVISTA COQUETEL MOLOTOV</a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29638&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><br />O
objetivo é promover a troca de experiências e registrar os processos do
mercado nacional da música independente em debate, abordando questões
ligadas ao público e aos artistas. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29638&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Editora:</span> Ana Cristina Altino Garcia (PE); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Coquetel Molotov Produções Ltda. (PE)<br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" /><a name="03"></a>   PROJETOS EDITORIAIS DE DEBATES EM MÍDIAS ELETRÔNICAS ON-LINE</span><br style="font-weight: bold;" /></div><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/figura_site_1203013279.jpg" style="width: 258px; height: 57px;" /></a><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">ESTÉTICAS DA BIOPOLÍTICA: AUDIOVISUAL, POLÍTICA E NOVAS TECNOLOGIAS</span></a><br /><br />A
comunicação e os fluxos de imagens e sons que conformam o audiovisual
contemporâneo controlam o sentido do imaginário e se apresentam como
uma esfera imaterial de síntese do espaço social. A experimentação
estética do mundo se tornou, no decorrer da modernidade e sobretudo nos
grandes centros urbanos, o núcleo vital e motor capital da vida
cotidiana. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29461&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curadora: </span>Ilana Feldman Marzochi (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Pecego Produções Artísticas Ltda. (RJ)<br /><br /><br /><p style="text-align: left;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29749&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 214px; height: 105px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/Logo_RIAB6_Wide_3_1193336720.jpg" /></a> <br /></p><p style="text-align: left;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29749&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></a></p><p style="text-align: left;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29749&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">REPRESENTAÇÃO IMAGÉTICA DAS AFRICANIDADES NO BRASIL</span><br /></a></p><br />Lançamento
de Edição especial da Revista Eletrônica Studium nos meses de outubro a
dezembro de 2007, sobre a representação imagética das africanidades no
Brasil. <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29749&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editora:</span> Denise Camargo (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Lola Lembrou Consultoria Educacional (SP)<br /><br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29207&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 145px; height: 114px;" src="http://www.fluxosmusicais.com/wp-content/themes/fluxos/images/header.gif" /></a></p><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29207&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">FLUXOS MUSICAIS – TRAJETÓRIAS SONORAS DO NOMADISMO</a><br /><br />Trata-se
de um site colaborativo e uma série de programetes de áudio (podcasts)
disponíveis na web acompanhado de um fórum com temática relacionada aos
fluxos musicais oriundos das migrações e miscigenações de povos nômades
ou exilados pelos mais diversos fatores. <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29207&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Editora:</span> Magda Dourado Pucci (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora:</span> Ethos Produtora de Arte e Cultura (SP)<br /><br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.culturaemercado.com.br/imgs/cmp.gif" /></a></p><p><br /></p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">JORNALISMO CULTURAL EM PAUTA</span></a><br /><br />Núcleo
editorial de jornalismo cultural independente que se propõe a
freqüentar com postura crítica o debate sobre o direito ao acesso à
cultura. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29349&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais &gt;</span><br style="font-weight: bold;" /></a><br /><span style="font-weight: bold;">Editor:</span> Luiz Eduardo de Carvalho (SP); <span style="font-weight: bold;">Entidade Produtora: </span>Instituto Pensarte (SP)<br /><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><span style="font-weight: bold;">SELO CULTURA E PENSAMENTO<br /><br /></span>O
Selo Cultura e Pensamento é uma certificação dirigida aos projetos não
selecionados, mas considerados, pela Comissão de Seleção, como de
relevância cultural e elevada qualidade técnica. <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=30424&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">Clique aqui</a> para conhecer os projetos que receberam o Selo em 2007<span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=28920&more=1&c=1&pb=1#04" style="font-weight: bold;"></a><br /><br /><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/icone%20sel_1185915214.jpg" style="width: 31px; height: 18px;" /> </span><span style="font-weight: bold;"><a name="04"></a>OUTRAS AÇÕES</span><br /></div><br />Além dos projetos de debates selecionados através de editais, o
Programa apóia a realização de outras ações que contribuem para o
fortalecimento de espaços de discussão e diálogo em todo o país. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Dentre estas:<br /><br /></span><p><img style="width: 139px; height: 127px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/Figura1_1190236950.jpg" /></p><p><br /></p><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=27772&more=1&c=1&pb=1">• A CONSTITUIÇÃO DO COMUM:<br />CULTURA E CONFLITOS NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO</a><span style="font-style: italic;"><span style="font-weight: bold;"><br />Realização:</span> Rede Universidade Nômade, Escola de Comunicação e <br />Laboratório Território e Comunicação LABTeC da UFRJ; <br /><span style="font-weight: bold;">Curadoria</span>: Giuseppe Cocco e Ivana Bentes;</span><br /><br />Ciclo
de conferências que reuniu cientistas políticos brasileiros e
estrangeiros numa ampla reflexão sobre diversos processos culturais,
discutindo o lugar da Comunicação e da Cultura no chamado capitalismo cognitivo (do conhecimento e da informação). Conferências foram realizadas em:<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Salvador</span> l de 16 a 18 julho de 2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=27509&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">saiba mais</span></a><br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro </span>l 28 de maio a 01 de junho de 2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=26521&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">saiba mais</span></a><br /><span style="font-weight: bold;">Belém</span> l 25 a 27 de setembro de 2007 l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=29685&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">saiba mais</span><br /></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/mut%20bot%E3o%20menor_1194755831.jpg" style="width: 180px; height: 101px;" /></a></p><p><br /></p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=27428&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"></span></a><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1">• MUTAÇÕES: NOVAS CONFIGURAÇÕES DO MUNDO</a><br /><span style="font-style: italic;"><span style="font-weight: bold;">Realização:</span> Artepensamento; <br /><span style="font-weight: bold;">Curadoria:</span> Adauto Novaes;</span><br /><br />Terceiro ciclo de conferências da trilogia <br /><span style="font-weight: bold;">&quot;Cultura e Pensamento em Tempos de Incerteza&quot;.</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28295&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">Clique aqui</a> para conferir os temas debatidos e os conferencistas participantes.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />TRANSMISSÃO AO VIVO</span><br /><br />O evento foi <span style="font-weight: bold;">transmitido ao vivo pela internet</span> para toda a <span style="font-weight: bold;">Rede Cultura e Pensamento</span>. Para conhecer e participar da rede, <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25025&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">clique aqui.</a><br /><br />Vídeos das Conferências estão disponíveis no ACERVO. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">Confira &gt;&gt;</a><br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=25033&more=1&c=1&pb=1">Consulte a Agenda</a> para obter <span style="font-weight: bold;">mais informações</span> sobre o <span style="font-weight: bold;">calendário</span> de eventos e ações relacionados ao Cultura e Pensamento.<br /><br /><div style="text-align: right;">l<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"> home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-18T08:58:31+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>LANÇAMENTO DE CULTURA E PENSAMENTO 2006</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->Em cerimônia solene, na sala do Conselho Universitário da Universidade de São Paulo, o Ministro de Estado da Cultura, Gilberto Passos Gil Moreira, participa hoje (17 de maio de 2006) do lançamento da edição 2006 do programa CULTURA E PENSAMENTO. Na ocasião, estarão também presentes os Ministros de Estado da Educação e da Secretaria de Relações Institucionais, srs. Fernando Haddad e Tarso Genro, respectivamente, a profa.dra. Sueli Vilela, Magnífica Reitora da Universidade de São Paulo, o diretor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, prof.dr. István Jancsó, os srs. Guita e José Mindlin, o secretário-executivo do Ministério da Cultura, sr. Juca Ferreira, o secretário de políticas culturais do MinC, sr. Alfredo Manevy, o diretor-executivo da FAPEX (Fundação de Apoio à Pesquisa e à Extensão), prof. Osvaldo Barreto e o diretor regional do SESC-SP, sr. Danilo Miranda.<br /><br /><br />CULTURA E PENSAMENTO, 17 de maio de 2006.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">voltar aos destaques</span></a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-11T06:12:29+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista de Ciências Agroveterinárias</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Apresentação<!--more-->
A Revista de Ciências Agroveterinárias é uma publicação semestral editada pelo Centro de Ciências Agroveterinárias – Universidade do Estado de Santa Catarina /UDESC, sediado em Lages – Santa Catarina.<br />Está em circulação desde 2002 e destina-se a divulgação de trabalhos técnico-científicos originais, inéditos, resultantes de pesquisas ligadas a Agronomia e Medicina Veterinária.<br /> <br />Com o tema Plantas Medicinais: Recursos Naturais para o Bem-estar da Humanidade, a Revista ganha sua primeira edição especial, números 1 e 2, um projeto em parceria com a UDESC e a Associação Catarinense de Plantas Medicinais, selecionado pelo Programa CULTURA E PENSAMENTO,como Projeto Editorial de Debates em Periódicos Impressos.<br /><br />O tema especial em Plantas Medicinais, traz artigos científicos onde são debatidos os subtemas: plantas medicinais e políticas públicas, transdisciplinaridade e plantas medicinais, diversidade biológica e cultural em plantas medicinais, plantas medicinais: saúde, qualidade de vida em contextos locais e globais, redes de integração e cooperação em plantas medicinais, plantas medicinais e soberania nacional, saúde integral e plantas medicinais.<br /> <br />Esperamos também que estas edições possam contribuir no atual cenário brasileiro, já que vivemos um momento de possibilidades há muito esperadas, com a aprovação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (Portaria 971 de maio de 2006) e da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (Decreto Presidencial 5.813 de junho de 2006). Políticas estas que tratam da soberania do nosso país, podendo servir de inspiração para outros países da América Latina.<br /><br />Em breve estarão disponíveis as edições especiais do projeto selecionado pelo Cultura e Pensamento.<br /> <br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25003&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-10T07:30:52+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Mídia com Democracia</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Apresentação<!--more-->
<p><br /></p>
Se informação é poder, compartilhá-la é alterar a forma como este poder é exercido. É ter compromisso em trazer à tona qualquer debate que antes era travado na base do murmúrio e à meia-luz. Na área das comunicações, geralmente a democracia só é interessante no quintal do vizinho. Ser transparente e probo é uma obrigação do Estado, nunca do jornal ou da emissora de rádio e TV que cobra isso dos governantes. <br /><br />A liberdade de expressão só interessa se não for uma via de mão dupla. A revista MídiaComDemocracia nasceu com este espírito, em fevereiro de 2006. Ela surgiu da necessidade do <span style="font-weight: bold;">Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação</span> (FNDC) de conceber uma publicação que fosse contra a lógica da produção de informação imposta pelas empresas privadas de comunicação. <br /><br />O projeto de integração nacional, perseguido a partir da década de 60 pelo regime militar, adquiriu materialidade nas redes de televisão e encontrou sua melhor tradução no modelo constituído pela Rede Globo. Ao longo de quase quatro décadas, enquanto expandiam-se país adentro, com a patriótica missão que lhes foi atribuída, as redes de TV aberta também forjaram um mapa do Brasil baseado nos interesses políticos e comerciais privados dos seus proprietários. Células destes interesses foram disseminadas em cada recanto do país sob a forma de grupos afiliados às redes. O resultado foi a criação de um Brasil refém de grandes empresas de mídia, imunes a qualquer forma de controle público, comandadas de forma vertical e sustentadas em alianças regionais que reproduzem e amplificam idéias, concepções e valores para 190 milhões de habitantes. <br /><br />Uma vez que a mídia não noticia a mídia, as 124 entidades que compõem o FNDC entenderam por bem trazer à sociedade brasileira informações e pontos-de-vista diversos sobre como se constituem e se consolidam os mercados e sistemas de comunicação. Trata-se de uma revista de periodicidade trimestral, composta de reportagens, entrevistas e matérias jornalísticas, artigos de opinião que têm por objetivo revelar à sociedade as boas iniciativas em torno da democratização da comunicação e denunciar a forma arbitrária e unilateral como os donos da mídia exercem seu poder por meio de oligopólios historicamente implantados e desenvolvidos sob beneplácito do Estado brasileiro.<br /><br />--------------<br /><br />O Projeto <span style="font-weight: bold;">Mídia com Democracia</span> foi selecinado pelo Programa CULTURA E PENSAMENTO 2006, como Projeto Editorial de Debates em Periódicos Impressos. Duas edições especiais da revista foram publicadas pelo programa: edição número 4, de novembro de 2006; e edição número 5, de  janeiro de 2007.<br /><br /><br style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;" /><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">EDIÇÕES ESPECIAIS:<br /></span></span><span style="color: rgb(153, 102, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><br /></span></span><span style="font-weight: bold;"><br />Edição n. 4 - novembro l 2006 </span><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/MidiaComFinal_04bx_1176238397.pdf"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/Mid%20e%20democr%204_1192660178.jpg" style="width: 170px; height: 237px;" /></a><span style="font-weight: bold;">  </span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/MidiaComFinal_04bx_1176238397.pdf">PDF na íntegra</a></span></p><br /><br /><p><span style="font-weight: bold;">Edição n. 4 - novembro l 2006</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/M%EDdia%20e%20Democracia%205_1176238707.pdf"><img style="width: 169px; height: 235px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/mid%20com%20democr%205_1192660210.jpg" /></a><span style="font-weight: bold;">  <br /></span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/M%EDdia%20e%20Democracia%205_1176238707.pdf">PDF na íntegra</a></p><span style="color: rgb(153, 102, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-weight: bold;"><br /><br />CONHEÇA OUTROS PROJETOS REALIZADOS EM 2006: </span><br style="font-weight: bold;" /><br /></span></span><span style="font-weight: bold;">- </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25057&more=1&c=1&pb=1">Revista Azougue</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">- </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25055&more=1&c=1&pb=1">Revista Número</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">- </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25067&more=1&c=1&pb=1">Global/Brasil</a><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"><span style="color: rgb(153, 102, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></span></a><div style="text-align: right;"><span style="text-decoration: underline; font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 102, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25003&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l </span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-10T05:49:18+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>convite</title>
<link/>
<author/>
<category>Imagens</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more--><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-10T09:41:20+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Programa é lançado em Salvador, Brasília, Recife, Cuiabá e Rio de Janeiro</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
O Ministério da Cultura promove nesta semana de 17 a 21 de julho o lançamento regional do programa CULTURA E PENSAMENTO 2006 em Salvador (BA), Brasília (DF), Recife (PE), Cuiabá (MT) e Rio de Janeiro (RJ).<br /><br />O lançamento se dá através de uma oficina de orientação ao proponente seguida de um debate acerca das linhas temáticas abordadas pelo Programa esse ano. A oficina tem como público alvo os interessados em apresentar projetos ao Programa e visa facilitar o acesso às informações essenciais, a fim de oferecer a todos um melhor entendimento das exigências e requisitos das Seleções Públicas do Programa Cultura e Pensamento 2006.<br /><br />Haverá também, no dia 21 de julho, uma oficina de orientação ao proponente através de videoconferência com sessçoes em Fortaleza (CE), Recife (PE), Natal (RN), São Luís (MA) e Salvador (BA).<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Atenção:</span> O prazo de inscrição para projetos foi prorrogado até 04 de agosto! A entrada é franca para todos os eventos. Veja abaixo a programação.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Salvador (BA)</span><br /><br />    17/07 (segunda-feira)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Local:</span> Audiotório da Faculdade de Comunicação da UFBA<br />    Rua Barão de Geremoabo, s/n, Campus de Ondina<br /><br />  <span style="font-weight: bold;">  Programação:</span><br />    14h30 às 17h30 - Oficina sobre o Programa Cultura e Pensamento / Apresentação e Orientações sobre as Seleções Públicas<br />    19h às 21h - Debate sobre as linhas temáticas<br />    Paulo Costa Lima, presidente da Fundação Gregório de Mattos;<br />    Eneida Leal, professora do Instituto de Letras, UFBA;<br />    Paulo Fábio, diretor do CRH/UFBA;<br />    Paulo César Alves, coordenador do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade.<br /><br />  <span style="font-weight: bold;">  Informações:</span><br />    (71) 3245-1472 / 9957-5617<br />    ou pelo e-mail: info@culturaepensamento.com.br <br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Brasília (DF)</span><br /><br />    18/07 (terça-feira)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Local:</span> Auditório da Reitoria<br />    Universidade de Brasília<br />    Prédio da Reitoria - 3º andar<br /><br />   <span style="font-weight: bold;"> Programação:</span><br />    14h às 16h30 - Orientação ao proponente<br />    16h45 às 19h - Debate sobre as linhas temáticas do Programa, com:<br />    Marco Acco, Secretário de Incentivo e Fomento à Cultura/MinC;<br />    José Jorge, professor de Antropologia da UNB;<br />    Fred Barbosa Maia, representante do governo do Piauí em Brasília;<br />    Pablo Lopes, Embaixada da Espanha.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Informações:</span><br />    (61) 3316-2358<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife (PE)</span><br /><br />    19/07 (quarta-feira)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Local:</span><br />    Livraria Cultura<br />    Paço Alfândega (Nacionais)<br />    Rua Madre de Deus, s/n - Bairro do Recife<br /><br />    <span style="font-weight: bold;">Programação:</span><br />    15h às 16h30 - Palestra do arquiteto e historiador José Luiz da Mota Menezes<br />    16h45 às 19h - Orientação ao proponente<br /><br />    Informações:<br />    MInC - RR NE ( 81) 3424.7611 / 3424.5991<br />    ou pelos email's: jorge.clesio@minc.gov.br e urariano.santana@minc.gov.br <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Cuiabá (MT)</span><br /><br />    20/07 (quinta-feira)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Local:</span><br />    Auditório do Centro Cultural da UFMT - Coordenação de Cultura<br />    Universidade Federal de Mato Grosso<br />    Av. Fernando Corrêa da Costa, S/N - Cidade Universitária<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    Programação:</span><br />    14h30 às 17h30 - Orientação ao proponente<br /><br />    19h às 21h - Debate sobre as linhas temáticas do Programa, com:<br />    Marília Beatriz de Figueiredo Leite, professora de filosofia da Escola de Artes da UFMT (tema c &quot;Estado-nação, esse obscuro objeto do desejo: desventuras e possibilidades para os Estados nacionais na virada do século&quot;);<br />    Ludmilla Brandão, professora da pós-graduação em história e professora do Departamento de Artes da UFMT (tema b &quot;Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura&quot;)<br /><br />  <span style="font-weight: bold;">  Informações:</span><br />    (65) 3615 8353 / 6615 8358<br />    ou pelo e-mail: cultura@ufmt.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro (RJ)</span><br /><br />    20/07 (quinta-feira)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Local:</span><br />    Fundação Casa de Rui Barbosa<br />    Rua São Clemente, 134 - Botafogo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Programação:</span><br />    14h30 às 17h30 - Orientação ao proponente<br />    18h00 às 20h - Debate sobre as linhas temáticas do Programa, com:<br />    José Almino de Alencar, presidente da FCRB;<br />    Hermano Vianna e José Marcelo Zacchi, do site www.OVERMUNDO.com.br;<br />    José Guilherme Pereira Leite, sociólogo; membro da equipe de coordenação do Programa<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Informações:</span><br />    (71) 3245-1472<br />    ou pelo email: info@culturaepensamento.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Videoconferência</span><br /><br />    21/07 (sexta-feira)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Para:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Ceará</span><br />    Endereço: Av. da Universidade, 2853 - Bairro: Benfica – Fortaleza/CE<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Pernambuco</span><br />    Endereço: Av. Prof. Luis Freire, 01 Cidade Universitária – CEP 50.740-540<br />    Recife - PE<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Rio Grande do Norte</span><br />    Endereço: Campus Universitário, BR 101 - Bairro: Lagoa Nova – Natal/RN<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Maranhão</span><br />    Endereço: Av. dos Portugueses, s/n - Bairro: Bacanga - São Luís/MA<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Bahia</span><br />    Endereço: Rua Augusto Vianna, s/n, Palácio da Reitoria - Bairro: Canela – Salvador/BA<br /><br />   <span style="font-weight: bold;"> Programação:</span><br />    14h00 às 18h00 - Orientação ao proponente e debate sobre as linhas temáticas do Programa<br /><br /> <span style="font-weight: bold;">   Informações:</span><br />    (81) 3424.7611 /3424.5991 / 3224.0561<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Voltar a Notícias</span></a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T03:40:39+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Programa é lançado em Florianópolis, Porto Alegre e Belém esta semana</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
O Ministério da Cultura promove na semana de 10 a 14 de julho o lançamento regional do programa CULTURA E PENSAMENTO 2006 nas cidades de <span style="font-weight: bold;">Florianópolis</span> (SC), <span style="font-weight: bold;">Porto Alegre</span> (RS) e <span style="font-weight: bold;">Belém</span> (PA).<br /><br />O lançamento é composto por uma oficina de orientação ao proponente e um debate acerca das linhas temáticas abordadas pelo programa esse ano. A oficina tem como público alvo os interessados em apresentar projetos ao Programa e visa facilitar-lhes o acesso a algumas informações essenciais, a fim de oferecer a todos um melhor entendimento das exigências e requisitos de CULTURA E PENSAMENTO.<br /><br />Na próxima semana serão realizadas oficinas em Salvador, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro e Recife. A entrada é franca, para todos os eventos. Veja aqui uma programação detalhada dos próximos LANÇAMENTOS E OFICINAS.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Voltar a Notícias</span></a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T03:36:27+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Programa divulga lista de projetos concorrentes</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
Informamos que, em reunião onde estiveram presentes representante do Ministério da Cultura, a Direção da FAPEX e a Coordenação Técnica do Programa CULTURA E PENSAMENTO, foi deliberado que seguirão para avaliação da Comissão de Seleção, todos os projetos inscritos. O critério para eliminação prévia de projetos na seleção, sem julgamento de mérito em função da inobservância de detalhes do regulamento, caberá à Comissão de Avaliação.<br /><br />A relação dos projetos inscritos que seguirão para análise da Comissão de Seleção são:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">* BRASIL NÃO CONHECE O BRASIL? PERMANÊNCIA E CRIAÇÃO NA VIDA COTIDIANA, O</span><br />      Porto Alegre (RS)<br />      Debates Presenciais - Tema C<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* CENTRAL ROCK COMUNICAÇÃO</span><br />      Diadema (SP)<br />      Debates em Periódicos Impressos - Temas B e C<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* CULTURA ALÉM DO DIGITAL, A</span><br />      Rio de Janeiro (RJ)<br />      Debates Presenciais - Tema A<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* CULTURA DE PAZ E O REENCANTAMENTO DO MUNDO: A ARTE DO (COM)VIVER, A</span><br />      São Paulo (SP)<br />      Debates Presenciais - Tema B<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* CULTURAS E POPULAÇÕES EM MOVIMENTO: A CONSTRUÇÃO DE NOVAS IDENTIDADES CULTURAIS NAS METRÓPOLES BRASILEIRAS</span><br />      São Paulo (SP)<br />      Debates Presenciais - Tema B<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* DIÁLOGOS INTERCULTURAIS</span><br />      Caratinga (MG)<br />      Debates Presenciais - Tema B<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* DIREITOS CULTURAIS: DO DIREITO À PRÁTICA</span><br />      Rio de Janeiro (RJ)<br />      Debates Presenciais - Tema D<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* ECONOMIA DA CULTURA, CINEMA E SOCIEDADE</span><br />      Aracaju (SE)<br />      Debates em Periódicos Eletrônicos - Temas B e D<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* ESTADO NAÇÃO - O ESTADO BRASILEIRO DO SÉCULO XXI PARA COMPORTAR OS NOVOS DESAFIOS</span><br />      São Paulo (SP)<br />      Debates Presenciais - Tema C<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* E-VENTO LEVANTANDO A POEIRA DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA</span><br />      São Paulo (SP)<br />      Debates em Periódicos Eletrônicos - Temas B e D<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* FORMAÇÃO E DESMANCHE DE UM SISTEMA VISUAL BRASILEIRO MODERNO?</span><br />      São Paulo (SP)<br />      Debates Presenciais - Tema C<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* MÍDIACOMDEMOCRACIA</span><br />      Porto Alegre (RS)<br />      Debates em Periódicos Impressos - Temas A, B e D<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* PLANTAS MEDICINAIS - RECURSOS NATURAIS PARA O BEM-ESTAR DA HUMANIDADE</span><br />      Lages (SC)<br />      Debates em Periódicos Impressos - Temas A e B<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* POLÍTICAS CULTURAIS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL</span><br />      Salvador (BA)<br />      Debates Presenciais - Tema D<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* PROJETO CORES E FACES DO SAGRADO</span><br />      Salvador (BA)<br />      Debates Presenciais - Tema B<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* PROJETO EDITORIAL GLOBAL/BRASIL</span><br />      Rio de Janeiro (RJ)<br />      Debates em Periódicos Impressos - Temas A, B, C e D<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* QUE MUNDO É ESSE? INVENÇÕES PARA UMA NOVA (DES)ORDEM MUNDIAL</span><br />      São Paulo (SP)<br />      Debates Presenciais - Tema A<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* RAZÃO CULTURAL E RAZÃO INSTRUMENTAL - RECONSTRUINDO O HUMANISMO NAS TECNOCIÊNCIAS</span><br />      Brasília (DF)<br />      Debates Presenciais - Tema A<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* REVERBERAÇÕES - SEMINÁRIO RITMOS DA URGÊNCIA</span><br />      São Paulo (SP)<br />      Debates Presenciais - Tema D<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* REVISTA AZOUGUE</span><br />      Rio de Janeiro (RJ)<br />      Debates em Periódicos Impressos<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* REVISTA NÚMERO</span><br />      São Paulo (SP)<br />      Debates em Periódicos Impressos - Temas B e D<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* SALÃO NACIONAL DE POESIA PSIU POÉTICO</span><br />      Belo Horizonte (MG)<br />      Debates Presenciais - Tema B<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* SAMBA GLOBAL</span><br />      Rio de Janeiro (RJ)<br />      Debates em Periódicos Impressos - Temas B e D<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* TECNOLOGIAS DA INTELIGÊNCIA: DINÂMICAS CULTURAIS NO CAPITALISMO COGNITIVO</span><br />      Rio de Janeiro (RJ)<br />      Debates Presenciais - Tema A<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* VALOR DA CULTURA, O</span><br />      Londrina (PR)<br />      Debates Presenciais - Tema D<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* VIDA COMO AMOR MUNDO: HANNAH ARENDT ENTRE A FILOSOFIA E A POLÍTICA, A</span><br />      Brasília (DF)<br />      Debates Presenciais - Tema C<br /><br />A decisão da Comissão de Seleção, referente aos projetos a serem contemplados em 2006, será anunciada até 16 de setembro, em ato público, em local e horário a serem confirmados.<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Voltar a Notícias</span></a><br /> 
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T03:35:17+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Orientação ao proponente via videoconferência para Natal, Fortaleza, São Luiz, Recife e Salvador</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Capitais do Nordeste poderão assistir à orientação e esclarecer suas dúvidas<!--more-->
Nesta 6a feira, 21 de julho, o CULTURA E PENSAMENTO realiza orientação ao proponente via videoconferência com transmissão para Recife, Salvador, Natal, Fortaleza e São Luiz.<br /><br />Os interessados devem seguir para o endereço de sua cidade, conforme lista abaixo. Não é necessária a inscrição prévia.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Videoconferência</span><br /><br />    21/07 (sexta-feira)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Para:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">    MARANHÃO</span><br />    Universidade Federal do Maranhão (UFMA)<br />    Av. dos Portugueses, s/n – 65000-000 - São Luís-MA<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">    CEARÁ</span><br />    Universidade Federal do Ceará<br />    Campus do PICI - Avenida Humberto Monte, s/n. Bloco do NPD (901) – 1º andar<br />    Capacidade: 50 lugares<br /><br />   <span style="font-weight: bold;"> RIO GRANDE DO NORTE</span><br />    Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)<br />    Centro de Convivência da UFRN - Campus Universitário - Lagoa Nova - 59078-970 – Natal-RN<br />    Capacidade: 30 lugares<br /><br /> <span style="font-weight: bold;">   PERNAMBUCO</span><br />    CETENE - Avenida Prof. Luis Freire, 01 – Cidade Universitária - CEP: 50.740-540 – Recife/ PE<br />    Capacidade: 8 lugares<br /><br />    <span style="font-weight: bold;">BAHIA</span><br />    UFBA/ Escola Politécnica - Auditório Hernani Sobral<br />    Av. Prof. Aristides Novis, 02 – 6º andar - Federação - Salvador / BA<br />    Capacidade: 15 pessoas<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Programação:</span><br />    14h00 às 18h00 - Orientação ao proponente e debate sobre as linhas temáticas do Programa<br /><br /><span style="font-weight: bold;">    Informações:</span><br />    (81) 3424.7611 /3424.5991 / 3224.0561<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Voltar a Notícias</span></a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T03:30:21+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>O Esquecimento da Política</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Conferências disponíveis para download (formato MP3)<!--more-->
O Esquecimento da Política<br />Teatro Maison de France - RJ<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25065&more=1&c=1&pb=1">(mais informações sobre o ciclo)</a><br /><br />21/08/2006 (resumo)<br /><span style="font-weight: bold;">Francisco de Oliveira</span> <br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_oliveira.mp3">Colonização da política (1h52) - [51,6mb]</a><br /><br />22/08/2006 (resumo)<br /><span style="font-weight: bold;">Franklin Leopoldo e Silva </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_franklin.mp3">Moralidade como política (1h25) - [39mb]</a><br /><br />23/08/2006 (resumo)<br /><span style="font-weight: bold;">Marilena Chaui </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_chaui.mp3">O que é política? (1h58) - [54mb]</a><br /><br />29/08/2006 (resumo)<br /><span style="font-weight: bold;">Luiz Felipe de Alencastro </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_alencastro.mp3">Esquecimento e memória (1h20) - [36,9mb]</a><br /><br />29/08/2006<br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Jean-Michel Frodon </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_frodon.mp3">Desafios políticos do cinema (1h13) - em francês [33,5mb]</a><br /><br />30/08/2006 (resumo)<br /><span style="font-weight: bold;">Lilia Moritz Schwarcz </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25073&more=1&c=1&pb=1">República à brasileira (1h28) - [31,3mb]<br /></a><br />04/09/2006 (resumo)<br /><span style="font-weight: bold;">Francis Wolff </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_wolff.mp3">Esquecimentos da política ou desejos de outras políticas? (1h58) - [51mb]</a><br /><br />05/09/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Miguel Abensour </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_abensour.mp3">Do bom uso da hipótese da servidão voluntária? (1h36) - em francês [44,3mb]</a><br /><br />06/09/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Pascal Dibie </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_pascal.mp3">A política sem nome (57m) - em francês [26,2mb]</a><br /><br />06/09/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Marcelo Jasmin </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_jasmin.mp3">Por que república? (1h31) - [42,1mb]</a><br /><br />11/09/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Jean-Pierre Dupuy </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_dupuy.mp3">A tentação de apagar a política com a técnica (1h37) - [44,7mb]</a><br /><br />12/09/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Jean-Michel Rey </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_rey.mp3">Sedução da crença e o princípio &quot;anarquia&quot; (1h30) - em francês [41,5mb]</a><br /><br />13/09/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Jean-Fabien Spitz </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_spitz.mp3">Entre o individualimo e a socialização (1h25) - em francês [38,9mb]</a><br /><br />18/09/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Sérgio Cardoso </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_cardoso.mp3">Por um regime radicalmente político (1h28) - [40,4mb]</a><br /><br />19/09/006<br /><span style="font-weight: bold;">Newton Bignotto </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_bignotto.mp3">Uma sociedade sem virtudes? (1h11) - [32,9mb]</a><br /><br />25/09/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Renato Janine Ribeiro </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_janine.mp3">A palavra livre e infeliz (1h41) - [46,5mb]</a><br /><br />26/09/2006 (resumo)<br /><span style="font-weight: bold;">Renato Lessa </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_lessa.mp3">O esquecimento desde a tradição (1h40) - [45,8mb]</a><br /><br />26/09/2006 (resumo)<br /><span style="font-weight: bold;">Sergio Paulo Rouanet </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_rouanet.mp3">Abismos da democracia (1h29) - [41mb]</a><br /><br />27/09/2006<br /><span style="font-weight: bold;">Marcelo Coelho </span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_coelho.mp3">A política dos acontecimentos (1h37) - [44,7mb]</a><br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php">¬ notícias</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span></a><br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T03:23:49+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>scliar comenta o programa</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>MOACYR SCLIAR comenta o programa CULTURA E PENSAMENTO<!--more-->
Após participar de consulta pública organizada pelo MinC, o escritor Moacyr Scliar redigiu o texto a seguir, sobre os horizontes e as intenções do programa.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">CULTURA E PENSAMENTO, um Fórum Nacional da Cultura</span><br />por Moacyr Scliar<br /><br />A sociedade humana muitas vezes foi comparada a um organismo. Não é de admirar que esta metáfora tenha sido aplicada à administração pública. Assim como existem médicos especializados em doenças dos vários órgãos e sistemas, cada ministério atende problemas de áreas específicas: economia, transportes, agricultura, saúde. No caso da medicina, a especialização levou a uma pergunta: e quem atende o paciente como um todo, o conjunto de seus problemas? Daí o surgimento de “especialidades”generalistas, como o médico de família.<br /><br />No caso da administração pública brasileira, quem se preocupa com a população como um todo? Quem procede à integração das políticas setoriais?<br /><br />O Presidente, é a resposta óbvia. Mas o Presidente é uma pessoa só, e mesmo que tenha muitos assessores, a magnitude de suas outras tarefas, e a urgência delas, criam exigências que são necessariamente prioritárias.<br /><br />Nos últimos tempos fala-se muito num projeto nacional, um projeto capaz de mobilizar todos os brasileiros, ou pelo a maioria deles. Não é fácil, se pensamos num projeto formulado de maneira democrática. Para isto é preciso saber o que sentem, o que pensam, como se expressam os brasileiros. Como se expressam, sim; Carnaval, futebol, cultos, religiões, festividades, dizem muito para quem sabe entender e interpretar estas manifestações. Estamos falando de cultura, tanto erudita como popular, e avaliar a cultura é muito mais difícil do que avaliar, por exemplo, o estado de saúde, coisa que é possível fazer, de maneira aceitável, com indicadores: mortalidade infantil, expectativa de vida, mortalidade por várias doenças. A educação também tem seus indicadores, como a taxa de alfabetização, o índice de escolaridade, o resultado de exames como o Enem.<br /><br />Na cultura este diagnóstico é muito mais complexo. Para começar cultura compreende pelo menos dois compartimentos, não nitidamente separados: a cultura chamada erudita e a cultura chamada popular. E como se avalia a produção cultural? Pelo número de filmes produzidos, de peças encenadas, de festas folclóricas? Não é suficiente. A produção tem de ser acompanhada por avaliação interpretativa, de caráter estético, histórico, sociológico.<br /><br />Voltando a nossa pergunta: quem estuda a cultura? Quem trata de transformar os conhecimentos, os subsídios aí obtidos em benefício para a população? A resposta é óbvia: o Ministério da Cultura. Mas vamos ampliar a pergunta: de que maneira pode o MinC transformar-se num canal de comunicações com os diferentes setores culturais e usar as informações daí obtidas como subsídio para a formulação de um projeto nacional, democrático, representativo, legítimo?<br /><br />Esta é a questão que o Ministério está formulando, e, para obter respostas está disposto a estimular a realização de atividades de debate, de estudo, de esclarecimento em diferentes âmbitos culturais. Ou seja, a constituição de um verdadeiro Forum Nacional da Cultura, capaz de superar naturais divergências institucionais ou pessoais e de se transformar no locus natural para o desenvolvimento de um projeto cultural brasileiro - o adjetivo cultural aí visto na sua expressão mais abrangente, refletindo o modo de vida, as formas de pensamento e de criação artística em vários setores da sociedade. As discussões não precisam necessariamente seguir um roteiro pré-determinado; podem basear-se no livre debate, na livre associação de idéias. Mas o material daí resultante deveria ser consolidado sob a forma de um texto, não definitivo e capaz de incoporar as contribuições que o debate a respeito vier a proporcionar. Não se trata, portanto, de algo transitório, como o seria uma enquete de opinião (que também pode e deve ser feita); trata-se de uma estrutura que, não burocratizada, possa ao menos projetar-se para o futuro e transformar-se na expressão viva das aspirações culturais dos brasileiros.<br /><br />:<br /><br />por <span style="font-weight: bold;">Moacyr Scliar</span>, escritor, autor de 80 livros, membro da ABL (Academia Brasileira de Letras), colaborador de vários jornais e revistas no país e no exterior, médico especialista em saúde pública e professor universitário<br /><br /><br />CULTURA E PENSAMENTO, 23 de maio de 2006.<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=25163&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">¬ visite o acervo do programa</span></a><br /><br /><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">voltar aos destaques &gt;&gt;</span></a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T02:53:38+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Mesa Redonda sobre Linhas Temáticas em Salvador</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Programa reúne especialistas para discutir as linhas temáticas junto com proponentes<!--more-->
O Ministério da Cultura e a FAPEX, com o apoio da UFBA, promovem, na próxima 4ª feira (26/07/2006), mesa redonda para debate sobre as Linhas Temáticas do programa CULTURA E PENSAMENTO 2006.<br /><br />A iniciativa visa apontar direções e questões que poderão ser trabalhadas pelos projetos apresentados ao Programa.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Integrarão a Mesa Redonda:</span><br /><br />    * <span style="font-weight: bold;">Paulo Costa Lima,</span> presidente da Fundação Gregório de Mattos;<br />      Eneida Leal, professora do Instituto de Letras, UFBA;<br />    * <span style="font-weight: bold;">Paulo Fábio,</span> diretor do CRH/UFBA;<br />    * <span style="font-weight: bold;">Paulo César Alves,</span> coordenador do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Serviço</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Data: </span>26 de julho (quarta-feira)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Local: </span>Reitoria da UFBA - Sala do Conselho<br />Rua Augusto Vianna, s/n, Palácio da Reitoria - Bairro: Canela<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Horário: </span>18h30 às 20h30<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Informações:</span> (71) 3245-1472 ou <a style="color: rgb(0, 51, 153); font-weight: bold;" href="mailto:info@culturaepensamento.com.br">info@culturaepensamento.com.br</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Voltar a Notícias</span></a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T02:52:03+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Lançamento do Programa Cultura e Pensamento 2006 em São Paulo</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
O Ministério da Cultura, juntamente com o SESC-SP, promove, nesta 5ª feira (06/07/2006) o lançamento regional do programa CULTURA E PENSAMENTO 2006, no SESC-Santana.<br /><br />Durante a tarde, das 15 às 18 horas, será realizada uma palestra-oficina de orientação aos interessados em apresentar projetos ao Programa. A iniciativa visa facilitar o acesso a algumas informações essenciais, a fim de oferecer a todos um melhor entendimento das exigências e requisitos de Cultura e Pensamento.<br /><br />Das 19 às 21 será realizado um debate com Vladimir Safatle (filósofo e professor da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da USP) e Afonso Luz (assessor especial do Ministério da Cultura).<br /><br />Na próxima semana serão realizada oficinas em Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Recife. A entrada para todos os evento é franca.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">DATA:</span><br />06/07/2006 (quinta-feira)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">LOCAL:</span><br />SESC-Santana<br />Endereço: Av.Luiz Dumont Villares, 579 - São Paulo [Metrô &quot;Jardim São Paulo&quot;]<br /><br /><span style="font-weight: bold;">PROGRAMAÇÃO:</span><br />15h às 18h - Oficina de Apresentação e Orientação sobre as Seleções Públicas do Programa Cultura e Pensamento 2006.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">19h às 21h</span> - Debate sobre as Linhas Temáticas do Programa com:<br />- <span style="font-weight: bold;">Afonso Luz</span>, representante do Ministério da Cultura<br />- <span style="font-weight: bold;">Vladimir Safatle</span>, filósofo e professor da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da USP<br /><br />INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES PRÉVIAS POR TELEFONE OU E-MAIL:<br />(11) 6971-7874 (com Angélica)<br />ou através do e-mail: culturaepensamento@santana.sescsp.org.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Acompanhe a programação das oficinas através de nossa</span> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=25033&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0);">Agenda&gt;</span></a><br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Voltar a Notícias</span></a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T02:47:04+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Debate sobre as Linhas Temáticas em Salvador</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
Pesquisadores e gestores da área cultural debatem, dia 26 de julho (quarta-feira), das 19 às 21 horas, na Sala dos Conselhos (Reitoria da UFBA), os principais aspectos das Linhas Temáticas do Cultura e Pensamento 2006.<br /><br />O encontro tem por objetivo auxiliar os interessados em apresentar projetos às SELEÇÕES PÚBLICAS do Programa a indentificar questões relevantes, tendências e pensamentos que perpassam cada uma das Linhas Temáticas. Para o público, será uma prévia dos debates que serão realizados entre outubro e dezembro em todo País.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Data e horário:</span><br />26/07/2006 (quarta-feira), das 19 às 21 horas<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Local:</span><br />Sala dos Conselhos da UFBA<br />Rua Augusto Viana, s/n - Canela - Palácio da Reitoria - Salvador / BA<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Convidados:</span><br /><span style="font-weight: bold;">- Paulo Costa Lima</span> (Presidente da Fundação Gregório de Mattos);<br /><span style="font-weight: bold;">- Eneida Leal</span> (Instituto de Letras, UFBA);<br /><span style="font-weight: bold;">- Paulo César Borges Alves</span> (Coord. do Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade);<br /><span style="font-weight: bold;">- Paulo Miguez</span> (Coord. de Cultura da UFBA, pequisador do CULT, ex-secretário de Políticas Culturais do MinC).<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Informações:</span><br />(71) 3245-1472 / 9957-5617 e <br style="color: rgb(0, 102, 204); font-weight: bold;" /><a style="color: rgb(0, 51, 153); font-weight: bold;" href="mailto:info@culturaepensamento.com.br">info@culturaepensamento.com.br</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Voltar a Notícias</span></a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T02:44:51+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Cultura e Pensamento realiza debates e oficinas</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->A partir de 29 de junho, CULTURA E PENSAMENTO realiza oficinas de orientação nas principais capitais do País. Tais oficinas têm por objetivo garantir aos cidadãos interessados uma ampla participação no Programa, facilitando o seu acesso a informações essenciais e oferecendo-lhes, também, melhor preparação para a elaboração de suas propostas. Conjuntamente com as oficinas serão organizados pequenos debates sobre as quatro linhas temáticas de CULTURA E PENSAMENTO, com convidados locais.<br /><br />Paralelamente, e visando criar outros canais que propiciem a interessados de todo o Brasil o contato direto com a equipe do Programa, serão realizados chats periódicos para o esclarecimento de dúvidas tópicas e a orientação dos potenciais proponentes quanto às seleções públicas.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">PRÓXIMAS OFICINAS:</span><br /><br />18/07 - Brasília (DF)<br /><br />19/07 - Recife (PE)<br /><br />20/07 - Cuiabá (MT)<br /><br />20/07 - Rio de Janeiro (RJ)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">OFICINAS JÁ REALIZADAS:</span><br /><br />29/06 - Belo Horizonte (MG)<br /><br />06/07 - São Paulo (SP)<br /><br />11/07 - Florianópolis (SC)<br /><br />12/07 - Porto Alegre (RS)<br /><br />12/07 - Belém (PA)<br /><br />17/07 - Salvador (BA)<br /><br />Todas as oficinas têm entrada franca e vagas limitadas. Para os participantes, é recomendável a impressão e a leitura prévia dos regulamentos do Programa.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Voltar a Notícias</span></a><br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T02:43:43+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Programa divulga lista de projetos selecionados</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
A Comissão de Seleção do Programa Cutura e Pensamento 2006, formada por Maria Rita Kehl, Marisa Mokarzel, José Almino de Alencar, Carlos Alberto Xavier, Paulo Bruscky, Vinícius Demarchi Silva Terra, Ivan Izquierdo, Boaventura de Souza Santos e Néstor García Canclini, selecionou os seguintes projetos:<br /><br />PROJETOS DE DEBATES PRESENCIAIS INDICADOS PARA SEREM PATROCINADOS PELO PROGRAMA EM 2006:<br /><br />    <span style="font-weight: bold;">* Linha Temática A </span>- Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle: &quot;A Cultura Além do Digital&quot;, apresentado pela Mil e Uma Imagens Comunicação e Produção, com curadoria de Heloisa Buarque de Hollanda;<br />   <span style="font-weight: bold;"> <br />* Linha Temática B </span>- Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura: “Diálogos Interculturais”, apresentado pelo Instituto Doctum de Educação e Tecnologia com curadoria de Maria Inês de Almeida e Ailton Alves Lacerda Krenak;<br />   <span style="font-weight: bold;"> <br />* Linha Temática C</span> - Estado-nação, esse obscuro objeto do desejo: desventuras e possibilidades para os Estados nacionais na virada do século: “Estado Nação – O Estado Brasileiro do Século XXI para Comportar os Novos Desafios”. Apresentado pela Editora Cultura em Ação com curadoria de Edgard Steffen Jr e Roberto Vital Anau;<br />   <span style="font-weight: bold;"> <br />* Linha Temática D </span>- Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade: “ReverberAções - seminário Ritmos da Urgência”, apresentado pela Empório de Produções e Comunicação SC, com curadoria de Flavia Vivacqua.<br /><br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span><br /><br />A Comissão indicou ainda os projetos abaixo listados para o recebimento do <span style="font-weight: bold;">&quot;Selo CULTURA E PENSAMENTO&quot;</span> por serem considerados de relevância cultural e elevada qualidade técnica:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">* “Tecnologias da Inteligência: Dinâmicas Culturais no Capitalismo Cognitivo”</span>, apresentado pela Fundação Universitária José Bonifácio, Rede Universidade Nômade, Escola de Comunicação da UFRJ, com curadoria de Ivana Bentes, Leonora Figueiredo Corsini, Gerardo Alberto Silva, Giuseppe Cocco e André Lemos;<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* “Formação e desmanche de um sistema visual brasileiro moderno?”</span>, apresentado pela Associação dos Amigos da Pinacoteca do Estado com Luiz Renato Martins;<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* “Políticas Culturais para o Desenvolvimento Sustentável”</span> , apresentado pela Fundação Luís Eduardo Magalhães, com curadoria de Albino Rubim;<br />    <span style="font-weight: bold;"><br />* “O Brasil Não Conhece o Brasil? Permanência e criação na vida cotidiana”</span> , apresentado pela Associação Psicanalítica de Porto Alegre, com curadoria de Róbson Pereira e Ben Berardi; e<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* “O Valor da Cultura”</span>, apresentado pela Prefeitura do Município de Londrina com curadoria de Patrícia de Castro Santos e Kennedy Piau Ferreira.<br /><br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span><br /><br />PROJETOS EDITORIAIS DE DEBATES EM PERIÓDICOS IMPRESSOS INDICADOS PARA SEREM PATROCINADOS PELO PROGRAMA EM 2006:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">* “Revista Azougue”</span>, apresentado pela Beco do Azougue Editorial, com editoria de Sergio Cohn e Pedro de Niemeyer Cesarino;<br />    <span style="font-weight: bold;"><br />* “Revista Número”</span>, apresentada pela Plein Ars Pesquisa e Produção em Artes Visuais com editoria de Carla Zaccagnini, Cauê Alves, Fernanda Pitta, Guy Amado, José Augusto Ribeiro, Tatiana Sampaio Ferraz e Thais Rivitti;<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">* “Projeto Editorial Global/Brasil</span> - Universidade Nômade”, apresentada pela Do Lar Design / Rede Universidade Nômade, com editoria de Giuseppe Cocco;<br />    <span style="font-weight: bold;"><br />* “MídiaComDemocracia”</span>, apresentada por Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, com editoria de James Marlon Azevedo Görgen e Ana Rita Marini;<br />   <span style="font-weight: bold;"> <br />* “Plantas Medicinais</span> – Recursos Naturais para o Bem-estar da Humanidade”, apresentada pela Revista de Ciências Agroveterinárias, com editoria de Fatima Chechetto e Luiz Sangoi. <br /><br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span><br /><br />PROJETOS EDITORIAIS DE DEBATES EM PERIÓDICOS ELETRONICOS INDICADOS PARA SEREM PATROCINADOS PELO PROGRAMA EM 2006:<br /><br />    <span style="font-weight: bold;">* ”Economia Da Cultura, Cinema e Sociedade”</span>, apresentado pela Revista Electronica Internacional Eptic Online (www.eptic.com.br), com editoria de Cesar Bolaño;<br />    <span style="font-weight: bold;">* “e-Vento Levantando a Poeira da Cultura Popular Brasileira”</span>, apresentado pelo portal Raiz (www.revistaraiz.com.br), com editoria de Thereza Cristina Martins Dantas.<br /><br />O detalhamento dos projetos concorrentes, incluindo os vencedores, estarão em breve no site do programa (<a style="color: rgb(153, 102, 0);" href="http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/cultura_e_pensamento/2006/index.html">www.cultura.gov.br/culturaepensamento</a>) e as datas de realização serão divulgadas até 29/09.<br /><br />Os debates presenciais selecionados serão realizados em Ipatinga/ Caratinga (MG), Londrina (PR), Olinda (PE), Recife (PE), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), São Bernardo do Campo (SP) e São Paulo (SP), e serão transmitidos ao vivo, pela internet, para todo o país através das instituições vinculadas à Rede Cultura e Pensamento. Participam da rede as instituições que solicitaram ou venham a solicitar a transmissão dos debates. A adesão à rede pode ser feita através do site www.cultura.gov.br/culturaepensamento. As revistas e os sites terão no portal todo seu conteúdo disponibilizado gratuitamente para ampla difusão.<br /><br />-----------------<br /><br />O Programa é uma realização do Ministério da Cultura (MinC) e conta com o patrocínio da Petrobras, a coordenação técnica da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Extensão (FAPEX), e parceria do Ministério da Educação (MEC), do SESC-SP e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mais informações:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">FAPEX</span> – Coordenação Técnica do Programa CULTURA E PENSAMENTO 2006<br />Email: <a href="mailto:info@culturaepensamento.com.br" style="color: rgb(0, 51, 153); font-weight: bold;">info@culturaepensamento.com.br</a><span style="font-weight: bold;"></span><br />Tel: (71) 3245-1472 / 3247-8178<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Voltar a Notícias</span></a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T02:37:31+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>"O esquecimento da política" em MP3</title>
<link/>
<author/>
<category>Áudios</category><content:encoded><![CDATA[<div>Conferências disponíveis para download (formato MP3)
<!--more-->
Para mais  informações sobre o ciclo de conferências,<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25065&more=1&c=1&pb=1"> clique aqui.</a><span style="font-weight: bold;"><br /><br />O Esquecimento da Política</span><br />Teatro Maison de France - RJ<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25065&more=1&c=1&pb=1">(mais informações sobre o ciclo)</a><br /><br />21/08/2006 (resumo)<br />Francisco de Oliveira -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_oliveira.mp3">Colonização da política (1h52) - [51,6mb]</a><br /><br />22/08/2006 (resumo)<br />Franklin Leopoldo e Silva -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_franklin.mp3">Moralidade como política (1h25) - [39mb]</a><br /><br />23/08/2006 (resumo)<br />Marilena Chaui -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_chaui.mp3">O que é política? (1h58) - [54mb]</a><br /><br />29/08/2006 (resumo)<br />Luiz Felipe de Alencastro -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_alencastro.mp3">Esquecimento e memória (1h20) - [36,9mb]</a><br /><br />29/08/2006<br />Jean-Michel Frodon -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_frodon.mp3">Desafios políticos do cinema (1h13) - em francês [33,5mb]</a><br /><br />30/08/2006 (resumo)<br />Lilia Moritz Schwarcz -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25073&more=1&c=1&pb=1">República à brasileira (1h28) - [31,3mb]</a><br /><br />04/09/2006 (resumo)<br />Francis Wolff -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_wolff.mp3">Esquecimentos da política ou desejos de outras políticas? (1h58) - [51mb]</a><br /><br />05/09/2006<br />Miguel Abensour -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_abensour.mp3">Do bom uso da hipótese da servidão voluntária? (1h36) - em francês [44,3mb]</a><br /><br />06/09/2006<br />Pascal Dibie -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_pascal.mp3">A política sem nome (57m) - em francês [26,2mb]</a><br /><br />06/09/2006<br />Marcelo Jasmin -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_jasmin.mp3">Por que república? (1h31) - [42,1mb]<br /></a><br />11/09/2006<br />Jean-Pierre Dupuy -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_dupuy.mp3">A tentação de apagar a política com a técnica (1h37) - [44,7mb]</a><br /><br />12/09/2006<br />Jean-Michel Rey -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_rey.mp3">Sedução da crença e o princípio &quot;anarquia&quot; (1h30) - em francês [41,5mb]</a><br /><br />13/09/2006<br />Jean-Fabien Spitz -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_spitz.mp3">Entre o individualimo e a socialização (1h25) - em francês [38,9mb]</a><br /><br />18/09/2006<br />Sérgio Cardoso -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_cardoso.mp3">Por um regime radicalmente político (1h28) - [40,4mb]<br /></a><br />19/09/006<br />Newton Bignotto -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_bignotto.mp3">Uma sociedade sem virtudes? (1h11) - [32,9mb]</a><br /><br />25/09/2006<br />Renato Janine Ribeiro -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_janine.mp3">A palavra livre e infeliz (1h41) - [46,5mb]</a><br /><br />26/09/2006 (resumo)<br />Renato Lessa -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_lessa.mp3">O esquecimento desde a tradição (1h40) - [45,8mb]</a><br /><br />26/09/2006<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25087&more=1&c=1&pb=1"> (resumo)</a><br />Sergio Paulo Rouanet -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_rouanet.mp3">Abismos da democracia (1h29) - [41mb]</a><br /><br />27/09/2006<br />Marcelo Coelho -<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_coelho.mp3">A política dos acontecimentos (1h37) - [44,7mb]</a><br /><br /><p style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: normal;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T09:37:48+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Debates abordando os temas 'Estado-nação' e 'Populações e territórios'</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Debates abordando os temas 'Estado-nação' e 'Populações e territórios' têm início essa semana<!--more-->
Iniciam essa semana, os projetos &quot;Do Estado que temos ao Estado que queremos&quot; e &quot;Diálogos Interculturais&quot; , com abertura dia 23, em São Bernardo do Campo (SP), e dia 24, em Ipatinga (MG), respectivamente.<br /><br />Ambos os projetos foram selecionados através das Seleção Públicas realizadas pelo Programa este ano e discutem duas das linhas temáticas que norteiam os debates este ano: &quot;Estado-Nação, esse obscuro objeto do desejo: desventuras e possibilidades para os Estados nacionais na virada do século&quot; e &quot;Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura&quot; (veja mais sobre as linhas temáticas aqui).<br /><br />Informações sobre todos os projetos que serão executados, estão disponíveis no portal do Programa Cultura e Pensamento 2006 .<br /><br />*******************<br /><br /><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/estado_nacao_1161471661.jpg" /></p>O projeto Do Estado que temos ao Estado que queremos consiste na realização de três semanas de seminários e três debates que possibilitarão um amplo diálogo entre atores sociais diversificados: empresários, sindicalistas, movimentos sociais, intelectuais e dirigentes políticos de diversas regiões do País sobre o tema &quot;Estado-Nação, esse obscuro objeto do desejo, suas desventuras e possibilidades para os Estados nacionais&quot;.<br /><br />As atividades cobrirão as Regiões Sudeste, Nordeste e Norte, concentrando-se no município de São Bernardo do Campo, SP – símbolo da industrialização e do movimento operário, na cidade de Olinda, PE – centro de história e cultura, e em Rio Branco, AC – cidade associada ao ambientalismo como temática e mobilização. A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas na hora e nos próprios locais (ver locais, datas e horários abaixo).<br /><br />Para os debates, estão confirmadas as presenças do ministro dos Esportes, Orlando Silva, da prefeita de Olinda, Luciana Santos, do jornalista Antonio Alves, ex-assessor da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e do sr. Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais do MinC; dos professores Dalmo Dallari e Leda Maria Paulani, da USP; dos presidentes do CIESP, Cláudio Vaz, da CUT, Artur Henrique e da UNE, Gustavo Peta; da sra. Eline Jonas, da União Brasileira de Mulheres; dos srs. Nils Strandberg, presidente da América Economia, Sr. Raul Lodi, antropólogo, dos historiadores, Eduardo Subirats e Rubem Oliven, do historiador e antropólogo espanhol Eduardo Subirats, do secretário de Cultura de Recife, Roberto Peixe, do diretor de inovação e competitividade empresarial do Porto Digital de Recife, João Falcão, do Secretário de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco, Sr. Cláudio Marinho, e da sra. Helena Sampaio (ONG Artesol).<br /><br />O projeto pretende contribuir para uma melhor interpretação do Estado existente e para o desenho do que é desejável para o futuro em função das necessidades sociais da população brasileira, das empresas, dos trabalhadores e das práticas coletivas (sociais e culturais). Espera-se que ao final desse processo, o Ministério da Cultura e a sociedade brasileira, possam identificar as demandas sociais, as deficiências do Estado brasileiro e as propostas de aperfeiçoamento de suas políticas públicas e do seu funcionamento concreto.<br /><br />Os curadores do projeto Roberto Vital Anau, economista e professor, e Edgard Steffen, editor da Revista Raiz, acreditam que o evento tem, independente do governo eleito, o desafio de discutir a incapacidade atual dos Estados, incluindo o Brasileiro, de dialogar com as redes culturais, econômicas e sociais que se formam nas sociedades modernas. &quot;Os Estados têm se tornado instituições geograficamente limitadas e dotados de mecanismos de intervenção restritos e arcaicos&quot;, completa Steffen.<br /><br />&quot;Durante seis décadas, o Brasil se industrializou, urbanizou e sofreu mudanças sociais e culturais, sob a égide de um Estado de tipo intervencionista. Nos anos 1990, políticas neoliberais reduziram o poder de intervenção do Estado, privatizaram estatais, terceirizaram serviços, criaram agências reguladoras e abriram espaço ao mercado nas atividades antes organizadas pelo Estado. O que temos hoje? Um ente híbrido, um novo Estado, uma soma de resquícios do passado? E de que necessitamos? Quais são os requisitos de um Estado que atenda às aspirações da maioria da população por melhor qualidade de vida? Queremos que o programa seja palco para que intelectuais, dirigentes empresariais, sindicais e de organizações populares e lideranças políticas debatam estes temas&quot;, explica Roberto Vital Anau.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">DO ESTADO QUE TEMOS AO ESTADO QUE QUEREMOS</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Seminário</span><br />São Bernardo do Campo, SP - 23 a 27 de outubro, sendo a abertura oficial do Programa no dia 23, das 19 às 21h, e nos outros dias das 14h às 16h.<br />Rio Branco, AC – 23 a 27 de outubro, das 19h às 21h.<br />Olinda, PE – 6 a 10 de novembro, das 19h30 às 21h30.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debates</span><br />São Bernardo do Campo, SP – 21 e 22 de novembro, das 19h às 22h.<br />Rio Branco, AC – 28 e 29 de novembro, das 19h às 22h.<br />Olinda, PE – 5 e 6 de dezembro, das 19h às 22h.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curadoria :</span> Edgard Steffen Jr e Roberto Vital Anau<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Realização :</span> Editora Cultura em Ação<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mais informações:</span><br /><a style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);" href="http://revistaraiz.uol.com.br/flayer_estadonacao/">Revista Raiz - Especial Estado Nação</a><br /><br /><br />*******************<br /><br /><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/dialgos_intercult_1161471749.jpg" /></p>Os Diálogos Interculturais serão realizados em quatro debates:<span style="font-weight: bold;"> Sociedades tradicionais e conhecimentos científicos</span> , nos dias 24, 25, 26, 27, de outubro e <span style="font-weight: bold;">Oralidade e escrita </span>, nos dias 06, 07, 08, 09 de novembro, no Campus Ecológico da Lagoa do Piau (município de Caratinga); <span style="font-weight: bold;">Tradições e traduções</span> , nos dias 22, 23, 24, 25 de novembro e <span style="font-weight: bold;">Educação Intercultural</span> , nos dias 27, 28 e 29, 30 de novembro, no Centro de Formação dos Povos da Floresta (Rio Branco). Os debates pretendem contribuir para a reflexão sobre as relações entre formas e pensamentos específicos de alguns grupos minoritários e formas e pensamentos tornados hegemônicos pelos processos colonizadores da civilização ocidental, sobretudo através da escola. Para isso, o projeto colocará frente a frente representantes de comunidades indígenas, quilombolas e geralzeiras e representantes da comunidade acadêmica, que têm participado publicamente dessa reflexão. Serão debatidas questões como: Quais as conseqüências das relações interculturais para o pensamento sobre a educação no Brasil? Como os saberes transmitidos oralmente poderiam se ajuntar aos saberes científicos para o desenvolvimento da universidade brasileira? Como processos tradutórios constantes mantêm as diversas tradições? Como a escrita e a oralidade se complementam nas determinações culturais?<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">DIÁLOGOS INTERCULTURAIS</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Ritual de abertura com os Burum do Watu</span><br />Campus Ecológico Lagoa do Piau<br />24 de outubro – 9h<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Sociedades tradicionais e conhecimentos científicos</span><br />Campus Ecológico Lagoa do Piau – Ipatinga/MG<br />24 a 27 de outubro (10 às 12h – 14 às 17h)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Oralidade e escrita</span><br />Campus Ecológico Lagoa do Piau – Ipatinga/MG<br />06 a 09 de novembro (10 às 12h – 14 às 17h)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Tradições e traduções</span><br />Centro de Formação dos Povos da Floresta – Rio Branco/AC<br />22 a 25 de novembro (10 às 12h – 14 às 17h)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Educação Intercultural</span><br />Universidade Federal do Acre – Rio Branco/AC<br />27 a 30 de novembro (10 às 12h – 14 às 17h)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Curadoria :</span> Maria Inês de Almeida e Ailton Alves Lacerda Krenak<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Realização :</span> Instituto Doctum de Educação e Tecnologia Mais informações: <a style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);" href="http://www.doctum.com.br/piau/">http://www.doctum.com.br/piau/</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Voltar a Notícias</span></a><br /> 
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-09T09:28:59+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Acervo Multimídia</title>
<link/>
<author/>
<category>Acervo</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<br />Nesta seção do portal, a coordenação editorial de CULTURA E PENSAMENTO
concentra a documentação multimídia que o programa gera e articula.
Todo o conteúdo constante dos arquivos aqui disponíveis está publicado
sob licença dos seus autores. Seu uso comercial não é facultado. Sua
publicação e circulação amplas são o desejo.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">VÍDEOS</a><br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;">20 ago 2007     </span></span><span style="font-weight: bold;">l  JOSÉ MIGUEL WISNIK </span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Heterodoxa mutação</span>   l    </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=30108&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">vídeo &gt;&gt;</span></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">28 ago 2007  </span><span style="font-weight: bold;">l       FRANKLIN LEOPOLDO E SILVA        </span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Descontrole do tempo histórico</span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> e banalização da experiência</span>  l   <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=30204&more=1&c=1&pb=1">video &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">21 ago 2007     </span><span style="font-weight: bold;">l       FRANCISCO DE OLIVEIRA</span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Revoluções, mutações..</span>.</span> l   </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=30110&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">vídeo  &gt;&gt;</span></a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Todos os vídeos &gt;&gt;</span></a><br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">ÁUDIOS</span></a><br /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1"></a></span><span style="text-decoration: underline;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a></p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25075&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span></a><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><span style="text-decoration: underline;"></span></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">2006 </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25075&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a> l  <span style="font-weight: bold;">MARILENA CHAUÍ </span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">O que é política?  </span>l  </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25075&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">mp3 &gt;&gt;</span></a><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">2006 </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25083&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a> l  <span style="font-weight: bold;">LUIZ FELIPE ALENCASTRO </span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Esquecimento e memória</span>  l  </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25083&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">mp3 &gt;&gt;</span></a><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">2006 </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25083&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a> l  <span style="font-weight: bold;">SÉRGIO PAULO ROUANET</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25087&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Abismos da democracia</span>  l</span>  <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25087&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">mp3 &gt;&gt;</span></a> <br /><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Todos os áudios &gt;&gt;</span></a><br /></div><p><br /></p><p><br /></p><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">TEXTOS</span></a></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31474&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></a></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31474&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Índice por autor  &gt;&gt;</span></a><br style="font-weight: bold;" />
<br style="font-weight: bold;" />
<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31476&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Índice por projeto  &gt;&gt;</span></a></p><p><br /></p><p><span style="font-weight: bold;">Destaques:</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31476&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a></p><p style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31476&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /><span style="font-weight: bold;">ADAUTO NOVAES</span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Elogio da Política </span>l  <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=30440&more=1&c=1&pb=1">texto</a>  l <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Elogio%20da%20p%F3l%EDtica_%20Adauto%20Novaes_1192298805.pdf">pdf</a></span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />ROBERTO VITAL ANAU</span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Estado X Mercado  </span>l</span> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=30438&more=1&c=1&pb=1">texto</a> <span style="font-weight: bold;">l</span> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/Estado%20X%20mercado_1192296707.pdf">pdf</a></p><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><br />NEWTON BIGNOTTO</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Uma sociedade sem virtudes?</span>  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=30442&more=1&c=1&pb=1">texto</a>  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/UMA%20SOCIEDADE%20SEM%20VIRTUDES_NEWTON%20BIGNOTTO_1192301427.pdf">pdf</a></span><br /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1">Todos os textos &gt;&gt;</a><br /></div><br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25115&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 8px; height: 8px;" /> <span style="font-weight: bold;">BANCO DE PROJETOS</span> &gt;&gt;</a><br /><br />Lista de projetos inscritos no programa Cultura e Pensamento
2006, cuja publicação no portal foi permitida pelos respectivos autores.<br /><br /><br /><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><map name="mapa_acervo"><!-- #$-:Image Map file created by GIMP Imagemap Plugin -->
<!-- #$-:GIMP Imagemap Plugin by Maurits Rijk -->
<!-- #$-:Please do not edit lines starting with "#$" -->
<!-- #$VERSION:2.0 -->
<!-- #$AUTHOR:livre --><area href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1" alt="Textos" coords="18,13,70,83" shape="rect" /><area href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/imagens/index.php?p=24875&more=1&c=1&pb=1" alt="Imagens" coords="105,12,157,83" shape="rect" /><area href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1" alt="Áudios" coords="184,12,233,82" shape="rect" /><area href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1" alt="Vídeos" coords="261,11,315,82" shape="rect" /><area href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25115&more=1&c=1&pb=1" alt="Banco de Projetos" coords="340,12,395,81" shape="rect" />





</map></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-08T12:23:56+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: FORMAÇÃO E DESMANCHE DE UM SISTEMA VISUAL BRASILEIRO MODERNO? 




<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título: </span>Formação e desmanche de um sistema visual brasileiro moderno?<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Estado-nação, esse obscuro objeto do desejo: desventuras e possibilidades para os Estados nacionais na virada do século.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25161&more=1&c=1&pb=1">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span>
O crescimento extraordinário do circuito das artes visuais no Brasil
nas últimas décadas, que envolveu a multiplicação dos artistas, a
expansão do circuito, do mercado e do público e a projeção
internacional da arte brasileira, deu-se em paralelo com o processo de
especialização da linguagem e de reificação dos modos de circulação e
recepção da arte. Em conseqüência, ao contrário do que se verificava
nas décadas de 1950 e 1960 - quando a intensificação dos diálogos
interdisciplinares constituía um vetor marcante do processo cultural
brasileiro, que implicou a participação ativa inclusive das artes
plásticas no debate cultural crítico e reflexivo do período - tal
expansão hoje não vem mediada ou acompanhada pelo desenvolvimento da
influência intelectual da arte e do avivamento do seu diálogo com
outras áreas da expressão e do pensamento. Tal processo se traduz
contemporaneamente, no mais das vezes, em poéticas de resultados, nas
quais a multiplicação produtiva de objetos de arte ocorre
simultaneamente à opção de desinvestir na investigação crítica radical
dos fundamentos e do sentido maior dos processos produtivos, assim como
do sujeito da produção e dos destinatários desta.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> Associação dos Amigos da Pinacoteca do Estado<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade:</span> São Paulo UF: SP<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> mgutierrez@pinacoteca.org.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Luiz Renato Martins<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail </span>luizmart@usp.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:56:16+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: A CULTURA DE PAZ E O REENCANTAMENTO DO MUNDO: ARTE DO (COM)VIVER
<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título:</span> A CULTURA DE PAZ E O REENCANTAMENTO DO MUNDO: A ARTE DO (COM)VIVER<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura. <br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/A%20cultura%20de%20paz%20e%20o%20reencantamento%20do%20mundo_1179490277.pdf">íntegra.pdf</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Apresentação:</span> Pertencemos a um momento da história marcado pela violência e pela cultura da violência na resolução dos conflitos. A vida cotidiana, o meio ambiente, as instituições, as construções políticas e geopolíticas, os conflitos étnicos e religiosos, as diversidades culturais são marcadas pela violência, que fazem parte dos processos de construção da humanidade. Mesmo a construção democrática articula processos de violência com a dialogia, a negociação e os acordos políticos. Se fizermos um breve retrospecto do desempenho civilizatório veremos uma herança de morte e catástrofe: a guerra 14/18, a guerra civil espanhola, a segunda guerra mundial, guerra do Vietnã, as ditaduras do leste europeu e da América Latina, as guerras revolucionárias russa, cubana, chinesa e as do colonialismo na África e Ásia, Kosovo, Afeganistão, Iraque e atualmente a guerra do Líbano. No entanto, apesar deste cenário conturbado crescem alternativas de sustentabilidade, equilíbrio cultural, inovações políticas. Ao mesmo tempo em que o velho paradigma societário está a plenos pulmões, há caminhos constituídos e chamamentos para novos horizontes: movimentos da diversidade étnico-racial, movimentos de mulheres, ações locais de jovens, políticas públicas redistributivas, novos modelos de gestão, economias solidárias, redes e fóruns que visam a justiça social e o equilíbrio ambiental e movimentos pela cultura de paz que propõem formas duradouras para o convívio humano através do método da não-violência ativa. A Cultura de Paz é mais do que um tema a mais no rol das alternativas sociais. Trata-se de um novo paradigma civilizatório que pode gerar mundos de convivência e solidariedade.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável<br /><br />Entidade:</span> Pólis - Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade:</span> São Paulo UF: SP<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> luiseduardo@polis.org.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> www.polis.org.br<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Vera Lúcia Rolim Salles<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> vsalles@terra.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Hamilton José Barreto de Faria<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail </span>omaguas@uol.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:55:12+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: A VIDA COMO AMOR MUNDI: HANNAH ARENDT ENTRE A FILOSOFIA E A POLÍTICA 


<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título:</span> A vida como amor mund: Hannah Arendt entre a filosofia e a política<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Estado-nação, esse obscuro objeto do desejo: desventuras e possibilidades para os Estados nacionais na virada do século.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/A%20VIDA%20COMO%20AMOR%20MUNDI%20HANNAH%20ARENDT%20ENTRE%20A%20FILOSOFIA%20E%20A%20POL%CDTICA_1179496812.pdf" style="font-weight: bold;">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span> O Simposio &quot;A vida como amor mundi: Hannah Arendt entre a Filosofia e a Política&quot; será realizado em Brasília e no Rio de Janeiro, dos dias 8 a 14 e 15 a 21 de outubro, respectivamente. Os debates presenciais contarão com a participação de professores e pesquisadores de várias disciplinas - filosofia, sociologia, história, ciência política e antropologia. E´importante ressaltar que planejamos debates que não se limitem ao âmbito acadêmico, mas que possam ser acessíveis ao grande público. As apresentações dos palestrantes obedecerão a esta perspectiva.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> Fundação Universidade de Brasília<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade:</span> Brasilia        <span style="font-weight: bold;">UF: </span>DF<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> brea@unb.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> www.unb.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome: </span>Rogério Basali<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> rogeriobasali@unb.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Paulo César Nascimento<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> nascimento53@terra.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:53:52+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: CORES E FACES DO SAGRADO
<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título:</span> PROJETO CORES E FACES DO SAGRADO<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/CORES%20E%20FACES%20DO%20SAGRADO_1179492202.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span> O CEPESC foi organizado em 23 de novembro de 1996. É uma instituição de caráter religioso, cultural e social, sem fins lucrativos, de tempo de duração indeterminado, com sede na cidade de Salvador, Estado da Bahia. Surgiu como resultado de muitos anos de atuação de seus fundadores no universo religioso, em movimentos populares culturais e sindicais da Bahia e também fora do Estado. Seguindo essa linha adotou para a sua caminhada o lema DIGNIDADE E PLENITUDE DA VIDA E DA CRIAÇÃO. Toda a sua história tem sido marcada por essa diretriz. Assim, os seus trabalhos, a participação como convidado ou em parceria em atividades diversas, o material que produz, os seminários, as oficinas e os eventos especiais que realiza, tudo enfim, tem caminhado nessa direção. O CEPESC tem por finalidades, estimular, fazer e divulgar pesquisas no campo político, econômico, social, cultural e religioso; promover seminários e cursos de educação e realizar trabalhos sociais em áreas carentes.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> CEPESC – CENTRO DE PESQUISA, ESTUDOS E SERVIÇO CRISTÃO<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade:</span> Salvador UF: Ba<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> fabritorsan@yahoo.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> www.cepesc.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> DJALMA ROSA TORRES<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> torressantana@uol.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:52:54+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: CULTURAS E POPULAÇÕES EM MOVIMENTO: A CONSTRUÇÃO DE NOVAS IDENTIDADES CULTURAIS NAS METRÓPOLES BRASILEIRAS

<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Título:</span> Culturas e Populações em Movimento: A Construção de Novas Identidades Culturais nas Metrópoles Brasileiras<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Culturas%20e%20popula%E7%F5es%20em%20movimento_1179490959.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span> Titulo do Projeto: CULTURAS E POPULAÇÕES EM MOVIMENTO: a construção de novas identidades culturais nas metrópoles brasileiras Abordar o processo de migração populacional entre territórios e de miscigenação cultural nas metrópoles brasileiras é o tema central do ciclo de debates CULTURAS E POPULAÇÕES EM MOVIMENTO: a construção de novas identidades culturais nas metrópoles que a Associação Casa da Cidade está propondo no âmbito do programa Cultura e Pensamento, tendo como parceiras principais a Universidade Federal do Maranhão e a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. A proposta está enquadrada no eixo temático “População e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura”, sendo fortes os vínculos que a Casa da Cidade, entidade sem fins lucrativos, voltada para o debate crítico, tem com a temática a ser abordada no ciclo, uma vez que tem se voltado sobretudo para o debate de diversidade cultural e de polítcas urbanas.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> Associação Casa da Cidade<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade:</span> São Paulo UF: SP<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> popterritorio@yahoo.com.br<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Nabil Bonduki<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> nbonduki@hotmail.com<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Nome: </span>Vanessa Munhoz<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> vanessazz@ig.com.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Nome:</span> Sandra Maria Nascimento Sousa<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> sandramns@terra.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:52:03+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: DIÁLOGOS INTERCULTURAIS<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título:</span> Diálogos Interculturais<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/banco%20de%20perojetos%20-%20Di%E1logos%20Interculturais_1179488626.pdf"><br />íntegra.pdf</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Apresentação:</span> O projeto intitulado Diálogos Interculturais constitui-se da proposta de um seminário com quatro debates presenciais, cujos temas são as possíveis relações entre o pensamento científico e os saberes das culturas orais, os processos tradutórios, a oralidade em sua relação com a escrita, a educação intercultural. As quatro etapas do seminário acontecerão em duas localidades, sempre com a tele-transmissão prevista, escolhidas de modo que a instituição proponente e a consorciada possam sediar cada um dos debates e que o público de pelo menos duas regiões diferentes possa presenciar o seminário: Norte (Rio Branco/ Centro de Formação dos Povos da Floresta) e Sudeste (Ipatinga/ Campus Ecológico Lagoa do Piau). O objetivo geral de nossa proposta é contribuir para a reflexão sobre as relações entre formas e pensamentos específicos de alguns grupos minoritários e formas e pensamentos tornados hegemônicos pelos processos colonizadores da Civilização Ocidental, sobretudo através da escola. Para isso, pretendemos propiciar o diálogo entre representantes de comunidades indígenas, quilombolas e geralzeiras e representantes da comunidade acadêmica, que têm participado publicamente desta reflexão.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade: </span>Instituto Doctum de Educação e Tecnologia Ltda<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade:</span> Caratinga UF: MG<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> presidente@doctum.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> www.doctum.com.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Maria Inês de Almeida<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> crenac@uai.com.br<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Ailton Alves Lacerda Krenak<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> Burum@terra.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:50:18+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates em Periódicos Eletrônicos)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: ECONOMIA DA CULTURA, CINEMA E SOCIEDADE
<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título: </span>ECONOMIA DA CULTURA, CINEMA E SOCIEDADE<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ECONOMIA%20DA%20CULTURA,%20CINEMA%20E%20SOCIEDADE_1179502008.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span> Os números especiais da Revista Eptic Online, titulados “Economía da Cultura, Cinema e Sociedade”, tratarão de analisar o papel fundamental que a indústria cinematográfica está desempenhando nos nossos días, no âmbito da cultura, tanto pelo montante econômico que mobiliza e sua articulação com outros mercados, como pelos elementos de ordem social e cultural que carregam no seu discurso e na sua inserção social. Nesse sentido, além do enorme volume de negócios que se observa em relação ao âmbito audiovisual e às grandes transnacionais que comercializam e distribuem seus produtos, a indústria da cultura e da comunicação é a que na atualidade está gerando um maior número de empregos, tanto no ramo da própria produção cultural, como na infraestrutura colateral que envolve (publicidade, desenho, electrônica, meios de comunicação, turismo etc.). Desse modo, não podemos separar a indústria cultural das novas tecnologias e do lazer que, no seu conjunto, constituem atualmente la primeira fonte de riqueza nos países desenvolvidos. Mas não devemos ficar unicamente nessa análise socio-econômica pois estaríamos ignorando os elementos imateriais ou, melhor, intangíveis, isto é, os conteúdos simbólicos que caracterizam toda produção cultural. Nesse sentido, podemos dizer que a indústria cinematográfica detém hoje em día uma importância que vai além da sua dimensão econômica, tendo muit mais a ver com sua influência simbólica, sua capacidade de criar modelos sociais e atitudes morais, com a virtude de expressar e dinamizar o imaginário coletivo das sociedades. Essa influência social do cinema, assim como sua repercussão econômica e cultural, alcança, em nossos dias, tanto âmbitos locais e regionais como nacionais e internacionais. Por isso, para discutir esse tema, é preciso encontrar ocasiões de diálogo sobre as necessidades e características diferenciadas desses espaços e pôr em contato os profissionais e acadêmicos que conhecem concretamente as dinâmicas particulares que los interesses dos diferentes agentes envolvidos determinam em cada um deles.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação do Periódico Eletrônico</span><br /><span style="font-weight: bold;">Título do</span><span style="font-weight: bold;"> Periódico:</span> REVISTA ELECTRONICA INTERNACIONAL EPTIC ONLINE<br /><span style="font-weight: bold;">Domínio:</span> WWW.EPTIC.COM.BR<span style="font-weight: bold;"><br />Data do</span><span style="font-weight: bold;"> lançamento:</span> 01/05/2006 <br /><span style="font-weight: bold;"></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Conselho</span><span style="font-weight: bold;"> Editorial:</span><br />Enrique Bustamante (UCM – España), Juan Carlos de Miguel (Un. Pais Vasco - España), Marcial Murciano Martinez (UAB – España), Ramón Zallo (Un. Pais Vasco – España), Delia Crovi (UNAM - México), Enrique Sánchez Ruiz (UG – México) y otros (ver revista).<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> lmarcosoliveira@gmail.com<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificaçãoo do(s) Editor(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> CESAR SIQUEIRA BOLAÑO<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> bolano@ufs.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26456&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:49:03+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: ESTADO NAÇÃO - O ESTADO BRASILEIRO DO SÉCULO XXI PARA COMPORTAR OS NOVOS DESAFIOS 


<!--more-->
<table width="580" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" bgcolor="#ffffff">
<tbody>
  <tr> 
    <td width="60%"> 
<p><font size="1"> </font></p>
<table cellspacing="0" cellpadding="3" border="0" style="width: 481px; height: 7447px;">
  <tbody><tr> 
    <td height="30" colspan="6" class="tabtit"><font size="1"><strong>Identificação da Entidade 
      Responsável</strong></font></td></tr>
    <tr> 
    <td width="9%" nowrap="nowrap" height="18"><font size="1"><strong>Entidade:</strong></font></td><td colspan="5"><font size="1"> Editora Cultura em Ação Ltda.</font></td>
    </tr>
  <tr> 
    <td nowrap="nowrap" height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td width="25%" class="tabcor"><font size="1"> São Paulo</font></td>
    <td width="13%" class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td>
    <td colspan="3" class="tabcor"><font size="1"> SP</font></td>
    </tr>
  <tr> 
    <td nowrap="nowrap" height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>E-mail:</strong></font></td><td colspan="5" class="tabcor"><font size="1"> janaina@revistaraiz.com.br</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td nowrap="nowrap" height="18"><font size="1"><strong>Site:</strong></font></td><td colspan="5"><font size="1"> www.revistaraiz.com.br</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="30" colspan="6" class="tabtit"><font size="1"><strong>Identificação 
      do(s) Curador(es)</strong></font></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="5"><font size="1"> Edgard Steffen Jr</font></td>
    </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>E-mail</strong></font></td><td colspan="5" class="tabcor"><font size="1"> edgard@revistaraiz.com.br</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="5"><font size="1"> Roberto Vital Anau</font></td>
    </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>E-mail</strong></font></td><td colspan="5" class="tabcor"><font size="1"> rovitan@superig.com.br</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="30" colspan="6" class="tabtit"><font size="1"><strong>Identificação 
      do(s) Consorciado(es)</strong></font></td>
  </tr>
  <tr> 
        <td height="18"><font size="1"><strong>Entidade:</strong></font></td><td colspan="5"><font size="1">Fundação Elias Monsour</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Atuação: </strong></font></td><td colspan="5" class="tabcor"><font size="1">Cultural</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="5"><font size="1">Rio Branco</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Forma de Participação:</strong></font></td><td colspan="5" class="tabcor"><font size="1">A
Fundação Elias Monsour une-se ao projeto &quot;Estado Nação - O Estado
Brasileiro do Século XXI para Comportar Novos Desafios&quot;
disponibilizando local e logistica para o evento que acontecerá em Rio
Branco no Acre, articulando junto aos órgãos culturais na cidade para
viabilizar a boa execução de todo o evento.</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
      <tr><td height="18"><font size="1"><strong>Entidade:</strong></font></td><td colspan="5"><font size="1">União Estadual do Estudantes</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Atuação: </strong></font></td><td colspan="5" class="tabcor"><font size="1">Movimento Estudantil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="5"><font size="1">São Paulo</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Forma de Participação:</strong></font></td><td colspan="5" class="tabcor"><font size="1">A
União Estadual do Estudantes disponibilizará seu portal para a
divulgação do evento a todos os estudantes do país, permitindo que,
desta forma, os seminários que antecederão os debates sejam amplamente
divulgados ao seu público alvo.</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
      <tr><td height="18"><font size="1"><strong>Entidade:</strong></font></td><td colspan="5"><font size="1">Prefeitura de Olinda - Secretaria Patrimonio, Ciencia, Cultura e Turismo</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Atuação: </strong></font></td><td colspan="5" class="tabcor"><font size="1">Cultural</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="5"><font size="1">Olinda</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Forma de Participação:</strong></font></td><td colspan="5" class="tabcor"><font size="1">A
Secretaria de Cultura de Olinda demonstrando a importancia de abrigar
em sua cidade o projeto &quot;Estado Nação - O Estado Brasileiro do Seculo
XXI para Comportar Novos Desafios&quot;, une-se ao projeto cedendo local e
colaborando com a logistica necessária para execução do projeto.</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="30" colspan="6" class="tabtit"><font size="1"><strong>Identificação do Projeto 
      de Debate</strong></font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Título:</strong> ESTADO NAÇÃO – O ESTADO BRASILEIRO DO SÉCULO XXI PARA COMPORTAR OS NOVOS DESAFIOS</font></td></tr>
    <tr> 
    <td class="tabcor"><font size="1"><strong>Linha temática:</strong></font> </td>
    <td colspan="5" class="tabcor"><font size="1"><strong>Estado-nação,</strong> esse obscuro objeto do desejo: desventuras e possibilidades para os Estados nacionais na virada do século.</font></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Apresentação:</strong>
A Revista RAIZ., lançada em dezembro de 2005, veio preencher uma lacuna
no mercado editorial: a cultura popular brasileira como biscoito fino
para as massas e o olhar de frente para a nossa identidade. Dialogamos
de maneira antropofágica e dinâmica com o ambiente internacionalizado,
colocando na mesa uma diversidade viva, dinâmica e não folclorizada
como diferencial competitivo mundial.
Para a RAIZ. discutir o Estado Brasileiro é um caminho importante a ser
perseguido pela no debate sobre nossa identidade como povo e como
nação. Podemos pensar em algumas pistas se olharmos o processo
histórico recente. Na segunda metade do século XX, o Estado brasileiro
sofreu a alternância de dois modelos diversos em termos conceituais e
práticos. Até meados dos anos 1980, predominou o Estado
intervencionista, definidor e aplicador de políticas públicas nos
planos macro e microeconômico, bem como na área social. A combinação
dos ideários keynesiano e da CEPAL (nacional-desenvolvimentismo)
implicou na seleção de objetivos e setores prioritários e na aplicação
de políticas discricionárias, buscando complementar e mesmo corrigir as
tendências espontâneas do mercado, visando ao desenvolvimento nacional.
Nos anos 1990, reproduziu-se no Brasil o ataque a esse modelo, já em
curso desde a década anterior nos países desenvolvidos, a partir do duo
anglo-saxônico em ambas as extremidades do Atlântico. Diversas matrizes
teóricas e práticas (políticas) confluíram na formação do que se
convencionou denominar neoliberalismo: o tradicional anti-keynesianismo
da Escola de Chicago, a macroeconomia novo-clássica, a orientação
política do “supply-side” da Administração Reagan, a ofensiva
anti-estatal e anti-sindical de Margaret Thatcher. Essa multiplicidade
de vertentes confluiu para uma formalização padronizada no Consenso de
Washington em 1989, cujas diretrizes passaram a ser o novo paradigma de
boa governança. A América Latina aderiu em massa e o Brasil não foi
exceção. Privatizações e criação de agências reguladoras, liberalização
cambial e do fluxo de capitais, taxas de juros elevadas, busca de
superávits fiscais pelo aumento da carga tributária e o congelamento de
despesas, constituíram a pauta nacional ao longo da década passada. Os
impactos atingiram todos os campos da vida social: do desemprego e
precarização do trabalho à crise previdenciária, do déficit
habitacional em expansão às limitações às políticas sociais – aí
incluídas educação e cultura. O pensamento filosófico de Habermas, o
conceito das redes de Manuel Castells e do Estado permeado do marxista
italiano Antonio Gramsci, bem como sua formulação de hegemonia, podem
oferecer alternativas a estes modelos. O Brasil tem exercitado algumas
experiências bastante avançadas, como Orçamento Participativo, Gestão
Compartilhada e Transformadora nos Pontos de Cultura, participação
direta da sociedade em fóruns e decisões governamentais, etc.. Cabe a
este seminário teórico/prático avaliar os ganhos e perdas da sociedade
com os modelos experimentados e analisar estas e outras alternativas
que podem germinar um Estado de Novo Tipo.
Na busca de uma visão abrangente e multilateral do tema proposto,
contemplamos debatedores de vários segmentos e linhas de pensamento,
selecionando os jogadores chaves para o processo político, social,
econômico e cultural.</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Abordagem do tema e sua inserção 
      na Linha Temática:</strong>
Os Estados nacionais vêem sendo enfraquecidos pelas transações
econômicas e processos sócio-culturais vigentes. A tendência à
conversão de todas as relações humanas à esfera do mercado tem afetado,
tanto as relações econômicas, como os aspectos ligados à sociabilidade
humana e à atividade política. Nada além de negócios: esse se tornou o
traço dominante da maior parte das atividades humanas de caráter
social.
No plano econômico, enfatiza-se a padronização de políticas
macroeconômicas universais, inabilitando a elaboração de estratégias
nacionais específicas fora do Consenso de Washington. Uma regulação
supra-nacional estabelece critérios de boa governança, cuja medida são
os conceitos das agências de rating, norteadoras dos fluxos de capital
aos chamados “emergentes”. Regras tendentes ao Estado mínimo e à
desregulamentação trabalhista, financeira e cambial constituem o fulcro
deste receituário universal.
Nos países “emergentes”, a crescente ausência do Estado e de políticas
públicas redistributivas e promotoras do desenvolvimento econômico
impele as diversas economias nacionais à disputa por fluxos de capitais
internacionais onipotentes nos mercados globalizados. Sua inserção no
comércio mundial esbarra nas relações de força impostas pelas políticas
protecionistas dos países desenvolvidos e pelas estratégias de
relocalização das grandes empresas desses países – todas de difícil ou
impossível alteração, como vem evidenciar mais uma vez o impasse da
Rodada Doha da OMC.
No plano concreto da vida cotidiana, isto remete a um progressivo
darwinismo social (sobrevivência dos mais aptos), resultante de
tecnologias cada vez mais poupadoras de trabalho e da progressiva
eliminação das instituições do welfare state (Estado do bem-estar
social). O processo é generalizado, atingindo inclusive os centros do
poder econômico mundial. No país mais rico do mundo, New Orleans,
cidade-símbolo do show business jazzístico, revelou a face oculta da
contemporaneidade no chocante espetáculo dos deserdados do american
dream. O descaso e a inépcia com que foram tratados os milhares de
atingidos pelo furacão Katrina exprimem o fosso crescente entre as
fronteiras do sucesso e do fracasso no Admirável Mundo Novo do terceiro
milênio. O mesmo se aplica aos jovens rebelados nas cidades francesas
contra o abandono, a falta de oportunidades e a discriminação.
Afro-descendentes de um lado, franceses filhos de imigrantes árabes de
outro: as parcelas mais vulneráveis da população são remetidas ao porão
da sociedade seletiva, onde se espera que permaneçam despercebidas,
alvos de mirradas políticas assistenciais. Estaremos retornando ao
sistema speenhamland (caridade eclesiástica aos pobres nos primórdios
da Revolução Industrial), no mundo high-tech de 2,5 séculos depois,
cabendo ao Estado “modernizado” o papel ancestral da Igreja britânica?
No campo sócio-cultural, o predomínio das relações de mercado tende a
universalizar os paradigmas comportamentais dos centros hegemônicos. A
indústria cultural e o marketing fixam os critérios do que é bom ou
ruim para amplas multidões, restringindo o espaço para a diversidade, a
autenticidade fundada na história cultural e os comportamentos
estranhos ao consumismo “natural”. Importantes bolsões de resistência
se verificam em inúmeras práticas de voluntariado social, de economia
solidária e de expressões artísticas não conformistas com os padrões
dominantes, incluindo mídias alternativas. Grupos e parcelas da
sociedade dedicam-se à busca de identidades culturais nacionais e
regionais, visível, em nosso País, em projetos de resgate das
manifestações culturais originadas na história e na vivência social da
nação e/ou região. Mas a maioria está consciente de remar contra a maré
dominante.
Na periferia capitalista, o Estado intervencionista no pós-2a Guerra
Mundial (e mesmo antes) logrou em alguns casos promover fortes
transformações econômicas. A industrialização brasileira, com a
decorrente urbanização e seus impactos culturais e político-sociais, é
emblemática. Contudo, o Bem-Estar Social não vicejou entre nós.
Políticas sociais continuamente ampliadas geraram resultados
contraditórios e, de fato, medíocres. O desmonte do Estado nas duas
décadas recentes agravou um déficit social já dramático na sua origem.
Esse quadro reflete-se em todas as áreas da atividade social.
Lembremo-nos da crise da Segurança Pública, tragicamente avivada há
pouco. Alguém ignora a relevância do crime organizado na prestação de
serviços em que o Estado está ausente ou é omisso, construindo assim
uma rede social dificultadora do seu isolamento? Face a isso, as
insuficiências orçamentárias das forças de segurança –
sobredeterminadas pelas regras macroeconômicas citadas acima – são
apenas uma das facetas do problema.
A mimetização das culturas hegemônicas e a redução da cultura difundida
pela mídia aos produtos mais facilmente comercializáveis são outras
dimensões do mesmo processo, dificultando a produção cultural fora
desse eixo e limitando o acesso a uma maior diversidade, autenticidade
e senso crítico.
Nesse contexto como alcançar a promoção do desenvolvimento econômico
sustentável, da redução das desigualdades sociais e regionais, do
desenvolvimento social e da promoção da cultura? Há espaço para a
construção de uma ou mais dimensões públicas não estatais, apoiando-nos
na conceituação de J. Habermas? No que consistiriam e quais mecanismos
assegurariam sua efetiva publicização? Como forjar novas hegemonias no
sentido gramsciano, capazes de apontar na direção dessas
transformações?
Os desafios sintetizados no parágrafo acima requerem a contribuição de
especialistas de diversas áreas do pensamento humanístico, bem como de
agentes sociais situados no âmago dos processos descritos, de forma a
completá-los, corrigi-los e avançar respostas, ainda que preliminares.
Permitir novas percepções e sugestões, novas práticas e o reforço
daquelas já imbuídas de perspectiva transformadora: esse é o propósito
do projeto.</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Formato do debate e Programação: </strong>A
dinâmica proposta consiste em uma discussão prévia junto às
universidades locais, organizando, posteriormente, uma mesa redonda com
intelectuais, representantes de segmentos sociais e do governo, para
debaterem sobre as mesmas questões.
Em outubro serão realizados seminários (Faculdade de Olinda,
Universidade Federal do Acre, Faculdade Metodista, São Bernardo do
Campo), nos quais os temas propostos serão debatidos com os estudantes
e com a comunidade em geral, com a finalidade de levantar as principais
questões a serem encaminhadas aos debates.
Mesas Redondas: Os seis debates previstos serão realizados nos
seguintes locais:
1. São Bernardo do Campo - SP (Câmara Municipal) – cidade-símbolo da
industrialização e do sindicalismo. Este debate se concentrará na
avaliação do modelo de Estado nacional em vigor, após o período
intervencionista e a experiência neoliberal, avançando no sentido do
Estado desejável. A idéia é confrontar as diferentes opiniões sobre
virtudes, conquistas, falhas e omissões do Estado brasileiro, na ótica
de cada um dos atores sociais, estabelecendo um diálogo entre visões
distintas.
Datas: 21/11/06 e 22/11/06
- Sr. Cláudio Vaz, presidente da CIESP
- Sr. Artur Henrique da Silva Santos, presidente da CUT - Sra. Leda
Paulani, presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política
- Sr. Dalmo Dallari, professor titular da Faculdade de Direito da USP
- Sr. Gustavo Petta, presidente da UNE - Sra. Luciana Santos, prefeita
de Olinda - Sr. Nils Strandberg, presidente da América Economia - Sr.
Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais do
Ministério da Cultura - Sr. Orlando Silva, ministro do Esportes - Sra.
Eline Jonas da UBM (Presidente da União Brasileira de Mulheres)
- Sr. Antonio Alves, jornalista e assessor especial da Ministra Marina
Silva
2. Rio Branco - AC (Fundação Elias Mansour) – cidade estreitamente
ligada ao ambientalismo como temática e mobilização. Aqui, a prioridade
será levantar e debater as demandas dirigidas ao Estado, por parte dos
agentes sociais e econômicos (empresários, trabalhadores, movimentos
sociais, ambientalistas etc.). Novamente, trata-se de confrontar visões
socialmente diferenciadas sobre tarefas e missão do Estado no Brasil,
criando um diálogo entre elas.
Datas: 28/11/06 e 29/11/2006.
- Sr. Artur Henrique da Silva Santos, presidente da Cut - Sra. Luciana
Santos, prefeita de Olinda - Sr. Nils Strandberg, presidente da América
Economia - Sr. Célio Turino, secretário de Programas e Projetos
Culturais do Ministério da Cultura - Sr. Orlando Silva, ministro do
Esportes - Sr. Gustavo Lemos, presidente da UNE - Sra. Eline Jonas da
UBM (União Brasileira de Mulheres)
- Sr. Antonio Alves, jornalista e assessor especial da Ministra Marina
Silva
3. Olinda (PE) – cidade vinculada à cultura e história. Este último
debate versará sobre as relações entre cultura e Estado nacional,
avaliando o passado e o presente e projetando caminhos para uma
articulação mais positiva, em benefício do incremento da atividade
cultural (produção, acesso e fruição). Em que medida o Estado é
indispensável à promoção da cultura e quais os caminhos para efetivar
essa promoção com o máximo de resultados possíveis. Como levar a
cultura para o mercado, diminuindo sua dependência do Estado, sem,
contudo, que as manifestações culturais percam suas Raízes.
Datas: 05/12/06 e 06/12/2006
- Sr. Raul Lody
- Sr. Eduardo Subirats
- Sr. Ruben George Oliven
- Sra. Helena Sampaio, presidente da ONG Arte Sol
- Sr. Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais do
Ministério da Cultura - Sra. Luciana Santos, prefeita de Olinda As
mesas de debates terão cerca de duas horas de duração. Cada palestrante
terá cerca de 15 minutos para expor suas opiniões, restando outros 40
minutos para manifestação do público (entre 3 e 5 minutos por fala, a
depender do número de inscritos) e resposta dos debatedores (5 minutos
cada um). Abertura e encerramento não tomarão mais de 15 minutos em
conjunto.
Seminários:
Os seminários terão funcionamento semelhante, com a diferença de que o
número de apresentadores será menor (um ou dois por sessão), permitindo
uma duração menor, de no máximo 90 minutos.
Os seminários acompanharão os temas propostos para as mesas redondas e
realizarão uma discussão com os estudantes e público interessado em
geral para levantamento de questões para serem levadas aos debates.
Serão ministrados pelos curadores e por pelo menos mais um convidado.
Os seminários acontecerão: 16 a 20 de outubro em São Bernardo do Campo,
de 23 a 27 de outubro em Rio Branco, de 06 a 10 de novembro em Olinda.
As questões formuladas durante os seminários serão encaminhadas
previamente aos debatedores para que estes possam inseri-las nas
discussões posteriores.
**** O sr. Emir Sader foi convidado a integrar a mesa de debates do di
21 de novembro, por acrescentar, por seu know-how na discussão do em
pauta, no entanto não poderia confirmar sua presença neste momento por
estar se candidatando a presidência da Clacso, mas se disponibilizou a
retomar negociações no final de agosto, pois como ele pontua em nossas
comunicações (vide anexo) – “me interessa muito o debate, está no
centro das minhas preocupações, mas tenho que, responsavelmente,
esperar essa data para ver de que forma poderia participar.” (Sr. Emir
Sader, em email de 21 de julho)
**** A produção já está em contato com líderes do MST, Movimento Negro,
Força Sindical, com a Secretária de Justiça e Defesa da Cidadania do
Estado de São Paulo, sra. Eunice Prudente, e com artistas da Região
Nordeste, para ampliarmos os debates e darmos luz a todos os ângulos da
discussão proposta.</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="30" colspan="6" class="tabtit"><font size="1"><strong>Locais de Realização</strong></font></td></tr>
    <tr> 
    <td><font size="1"><strong>Local:</strong></font></td>
    <td colspan="5"><font size="1"> Sala Teotonio Vilela - Camara dos Vereadores de Sã</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> São Bernardo do Campo</font></td>
    <td width="15%" class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td>
    <td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> SP</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong></font></td>
    <td colspan="3"><font size="1"> 21 e 22 de novembro de 2006 </font></td>
    <td width="6%"><font size="1"> <strong>Capacidade:</strong></font></td>
    <td width="32%"><font size="1">90 lugares</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td><font size="1"><strong>Local:</strong></font></td>
    <td colspan="5"><font size="1"> Fundação Elias Mansour</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Rio Branco</font></td>
    <td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td>
    <td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> AC</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong></font></td>
    <td colspan="3"><font size="1"> 28 e 29 de novembro de 2006 </font></td>
    <td><font size="1"> <strong>Capacidade:</strong></font></td>
    <td><font size="1">60</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td><font size="1"><strong>Local:</strong></font></td>
    <td colspan="5"><font size="1"> Faculdade Metodista</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> São Bernardo do Campo</font></td>
    <td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td>
    <td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> SP</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong></font></td>
    <td colspan="3"><font size="1"> 16 a 20 de outubro de 2006 </font></td>
    <td><font size="1"> <strong>Capacidade:</strong></font></td>
    <td><font size="1">50</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td><font size="1"><strong>Local:</strong></font></td>
    <td colspan="5"><font size="1"> Universidade Federal do Acre</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Rio Branco</font></td>
    <td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td>
    <td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> AC</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong></font></td>
    <td colspan="3"><font size="1"> 23 a 27 de outubro de 2006 </font></td>
    <td><font size="1"> <strong>Capacidade:</strong></font></td>
    <td><font size="1">50</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td><font size="1"><strong>Local:</strong></font></td>
    <td colspan="5"><font size="1"> Faculdade de Olinda</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Olinda</font></td>
    <td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td>
    <td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> PE</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong></font></td>
    <td colspan="3"><font size="1"> 06 a 10 de novembro de 2006 </font></td>
    <td><font size="1"> <strong>Capacidade:</strong></font></td>
    <td><font size="1">50</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td><font size="1"><strong>Local:</strong></font></td>
    <td colspan="5"><font size="1"> Academia Sta Gertrudes</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Olinda</font></td>
    <td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td>
    <td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> PE</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong></font></td>
    <td colspan="3"><font size="1"> 05 e 06 de dezembro </font></td>
    <td><font size="1"> <strong>Capacidade:</strong></font></td>
    <td><font size="1">250</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="30" colspan="6" class="tabtit"><font size="1"><strong>Debatedores</strong></font></td></tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sr. Claudio Vaz</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> São Paulo</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> SP </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 21 de novembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Presidente do CIESP</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> O
empresariado nacional tem se destacado em vários segmentos e setores
produtivos, moldando suas empresas e suas necessidades ao competitivo
mundo globalizado. Esse empresariado tem se mantido com bom nível de
organização associativa em algumas entidades de destaque como a FIESP,
CNI e CIESP. O Sr. Cláudio Vaz, empresário atuante na defesa dos
interesses de sua classe, trabalhando no Sindipeças, na FIESP e
presidindo atualmente a CIESP deve contribuir com a visão dos
empresários nos debates de uma maneira contundente, devido ao seu alto
nível de conhecimento político acumulado. A posição do empresariado
nacional é um composto importante na formulação de uma visão ampla e
robusta que pretendemos observar com os nossos debates sobre o novo
Estado brasileiro.
Breve Curriculo
Formado em Economia, desde os anos 70 vem atuando intensamente na
indústria automotiva.
Participante intenso da política industrial, desde 1978, integra o
SINDIPEÇAS, tornando-se presidente da entidade de 1992 a 1994, obtendo
com a sua administração, na Câmara Setorial Automotiva, um crescimento
de 115% na produção de veículos em 7 anos de industrialização do setor.
Na FIESP/CIESP, foi diretor do Departamento de Economia e membro do
Conselho Superior de Economia e do Grupo Permanente de Política
Industrial. Atualmente é presidente da CIESP.</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sr. Artur Henrique da Silva Santos</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> São Paulo</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> SP </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> Movimento Sindical - Presidente da CUT</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> 21 de novembro e 28 de novembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> Os
trabalhadores brasileiros vivem o dilema dos novos tempos, no qual a
tecnologia e as fusões e aquisições tem gerado desemprego num país com
a baixa taxa de crescimento do Brasil. As leis trabalhistas, conquistas
oriundas de muitos movimentos, greves, paralisações e luta estão sendo
colocadas à prova como barreira para a formalização e a garantia de
trabalho justo. As entidades sindicais brasileiras, particularmente a
CUT e a Força Sindical, têm se esforçado no sentido da colocação de
proposições para os debates. Para os nossos debates a posição dos
trabalhadores é um composto importante na formulação de uma visão ampla
e robusta que pretendemos observar com os debates sobre o novo Estado
brasileiro. A presença do Sr. Artur Henrique, presidente da maior
Central Sindical do país é, sem dúvida, uma pedra de toque em nossos
debates e seminários. Breve Curriculo Artur Henrique da Silva Santos,
44 anos, é técnico eletrotécnico e sociólogo, formado pela PUC. Nascido
em São Paulo, iniciou sua atividade sindical em 1983, quando foi eleito
conselheiro representante dos trabalhadores da CPFL (Companhia Paulista
de Força e Luz). Participou da campanha para a eleição de uma chapa
cutista de oposição à direção do Sindicato dos Eletricitários de
Campinas em1987,quando assumiu o cargo executivo da entidade. Artur era
secretário-geral da CUT na gestão que anterior a sua.</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sr. Nils Strandberg</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Chile</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Santiago</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1">  </font><br /></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 22 de novembro e 29 de novembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Presidente da AmericaEconomia / Publicação de negócios da América Latina</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> A
Revista America Economia tem se constituída no único veículo de
comunicação com abrangência latino-americana e representatividade a
altura dessa cobertura. O sonho integrador do Sr. Nils Strandberg,
idealizador, fundador e presidente do grupo cumpre hoje um papel
fundamental na compreensão da América Latina como continente e bloco
econômico e político. A vivência desse sueco, que já morou nos Estados
Unidos, Japão, Europa, Venezuela e Chile e que se apaixonou pela
América Latina, aliada à sua alta capacidade intelectual de formulação
de proposições e entendimento dos paradoxos e paradigmas de nossa
América do Sul agrega uma visão global e de grande sofisticação para os
nossos debates e seminários. A visão de um publicador que sempre está
olhando seus conteúdos com o ponto de vista holístico do nosso
continente.
Breve Currículo:
Presidente da AméricaEconomia, primeira revista de negócios da América
Latina, fundada por ele e um sócio. Sueco, Nils é graduado pela
Stockholm School of Economics e trabalhou então 14 anos pela SSCB
Lintas, agencia de publicidade internacional, em Paris, Santiago,
Bogotá e Tokyo, onde morou por 6 anos e realizou a fusão entre a
segunda maior agencia de publicidade japonesa (Hakuhodo) e a SSCB.
Fluente em Inglês, Sueco, Francês, Espanhol e Português.</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sr. Célio Turino</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Brasilia</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> DF </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 22 de novembro, 28 de novembro e 5 de dezembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Secretário de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura / Cultura</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> Sr.
Célio Turino é o criador, formulador e implementador dos Pontos de
Cultura, uma iniciativa do MinC na qual o estado deixa de ser impositor
de modelos e, ao contrário, passa a ser um assessor para as iniciativas
já existentes, procurando desenvolver o conceito de protagonismo e
empoderamento. Hoje são 500 Pontos de Cultura recebendo subvenção,
apoio, consultoria, treinamentos e vindo a se constituir em uma Rede
sinérgica dos vários movimentos culturais e artísticos espalhados
continentalmente por todo o país. O Programa Cultura Viva e seus Pontos
de Cultura se constituem num novo modelo de gestão governamental e
apresenta um entendimento mais permeado do Estado, sendo esses fatores
de extrema relevância para o composto de nossos debates e seminários.
Aliam-se ao nome do Célio suas atividades de escritor e mestre da
UNICAMP. O Sr. Célio em muito contribuirá para uma visão conceitual x
prática dos temas tratados, compartilhando sua experiência sobre a
participação popular no Estado.
Currículo
Mestre em História, habilitação em Cultura, Política e Cidades pela
Unicamp.
Principais publicações:
- O lazer nos programas sociais – (organizador) livro publicado pela
Ed.Anita Garibaldi, 2003
- Recreio nas Férias – Uma estratégia para implantação de uma Politíca
Pública de Lazer e Educação em Tempo de Férias – in Recreio na Férias,
vários autores – IMK, 2004
- Futebol se joga na alma – in Esporte e Sociedade; Ações
Socioculturais para a Cidadania, vários autores – IMK, 2004</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sr. Antonio Alves</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Rio Branco</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> AC </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 22 de novembro e  28 de novembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Ambientalista / atuação junto à ONGs e junto ao Ministério do Meio Ambiente</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> O
meio ambiente é outro aspecto necessário de se endereçar para os
objetivos propostos. Não só no Brasil, o meio ambiente é hoje uma
bandeira de todos os povos do mundo. As dimensões econômicas, políticas
e sociais envolvidas são muito importantes para o século XXI e o Brasil
tem levantado essa bandeira. O Sr. Antonio Alves tem se defrontado com
essas questões desde 1987, seja como jonalista, como consultor de ONGs
ambientais e agora junto ao Ministério do Meio Ambiente. A colocação
das questões ambientais é estratégica para o crescimento esperado do
Brasil. As experiências travadas pelo Sr. Antonio nas áreas indígenas e
dos seringueiros certamente muito contribuirão para a inclusão das
demandas destes movimentos na pauta dos debates ampliando.
Breve Currículo:
Antonio Alves nasceu em dezembro de 1956, em Brasiléia – Acre.
Iniciou-se no jornalismo em 1980. Trabalhou como repórter e cronistas
nos principais jornais do Acre, editou revistas e jornais alternativos
e foi editor de telejornalismo da TV Educativa Assessorou organizações
não-governamentais em projetos de desenvolvimento sustentável para
povos indígenas e seringueiros. Foi secretário municipal (em Rio
Branco) e estadual de Cultura.</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sr. Ruben George Oliven</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Porto Alegre</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> RS </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 05 de dezembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Cultura. Doutor pela Universidade de Londres e professor da Universidade Federal do Rio Grande de Sul</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> Com
vários livros publicados e premiados, com passagens por várias
universidades em todo mundo, como Londres, Paris e Califórnia, EUA, o
Sr. Ruben George tem se dedicado ao estudo da Cultura Brasileira, tendo
seu livro “A parte do todo. A diversidade cultural do Brasil nação”
agraciado com o Prêmio de Melhor Obra Científica do ano de 2002.
Certamente muitas pistas e digressões encontram no Sr. Ruben um firme
esteio para guia de nossa debates e de caminhos já percorridos por
muitos, objeto dos estudos desse antropólogo cujo foco de atuação e
estudo tem forte consonância com as propostas levantadas pelo Cultura e
Pensamento e, particularmente, pelo nosso projeto. A
internacionalização do perfil dos debatedores, para contraposição plena
do tema proposto - Estado de novo tipo para o novo século - é mais uma
vez contemplada na pessoa do nosso viajado antropólogo.
Currículo:
Doutor pela Universidade de Londres, é professor titular do
Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do
Sul. Lecionou em várias universidades estrangeiras, entre elas a
Universidade de Londres, a Universidade de Paris, a Universidade de
Leiden e a Universidade da Califórnia. Foi presidente da Associação
Brasileira de Antropologia (2000-2002). Recebeu o Premio Érico Vannucci
Mendes por sua contribuição ao estudo da Cultura Brasileira. Publicou
vários livros, entre eles: “A parte e o todo. A diversidade cultural no
Brasil-nação” (Ed. Vozes).</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sra. Helena Sampaio</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> São Paulo</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> SP </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 05 de dezembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Presidente da ONG Artesanato Solidário / Cultura / Economia Solidária</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> A
ONG ArteSol é atualmente o maior distribuidor comercial de artesanato
do Brasil. Mais ainda, tem desenvolvido uma tecnologia social de
intervenção economômico-cultural para potencilização e capacitação de
comunidades por todo país. São mais de 80 locais onde o ArteSol se faz
presente com sua metodologia e processos de entendimento e tratamento
da arte popular, particularmente do artesanato, buscando sempre a
autonomia e a sustentabilidade das comunidades impactadas. A Sra.
Helena Sampaio, tem estado a frente do ArteSol desde a sua fundação. É
palestrante em inúmeros eventos por todos país e pelo mundo. Publica os
“Cadernos ArteSol” onde sistematiza e debate as experiências travadas
no campo. Tem muito a agregar ao nosso projeto trazendo a visão de quem
atua fortemente com as questões da cultura e suas implicações nas
políticas públicas e de Estado. Currículo Antropóloga e coordenadora
nacional do Arte Sol, ou Artesanato Solidário. O Programa Artesanato
Solidário é vinculado a Comunitas - Parcerias para o Desenvolvimento
Solidário e tem cinco anos de existência. A meta é a geração de renda
através da revitalização da produção artesanal de tradição específica
de cada localidade, de acordo com os modos de vida dos habitantes.
Consultura do FINEP, SEBRAE Nacional e NUPS-USP.</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sra. Leda Paulani</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> São Paulo</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> SP </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 21 de novembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Presidente da Sociedade Brasileira de Economia Politica. Área de pesquisa:  instiuições do capitalismo financeiro</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> A
visão acadêmica é fundamental para a estrutura analítica e conceitual
dos debates e seminários. Para a discussão do Estado Nação, que
contemple os novos tempos digitais e globais e os seus cidadãos,
deve-se apresentar pistas e estruturar as demandas e pensamentos
apresentados. A Presidente da Sociedade Brasileira de Economia e
Política e professora da USP, Sra. Leda Paulani é um reforço ímpar para
nossas formulações e questionamentos a serem desenvolvidos por nosso
projeto. Atuando diariamente com as questões da economia e política
deve contribuir com sua visão teórica e prática e uma visão sempre
atualizada dos temas a serem tratados. Breve Currículo: Trabalha nas
áreas de Metodologia da Economia, História do Pensamento Econômico,
Economia Política, Economia Brasileira, Contabilidade Social e Economia
da Saúde. Especialista em Marx. É presidente da Sociedade Brasileira de
Economia Política e líder do grupo de pesquisa &quot;Instituições do
Capitalismo Financeiro - CAFIN&quot;, registrado no CNPq. Atualmente
desenvolve pesquisa sobre a relação entre a predominância da
valorização financeira e a atual estruturação do sistema monetário
internacional. Publicou em 2005 &quot;Modernidade e Discurso Econômico&quot; (São
Paulo, Boitempo).</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sr. Dalmo Dallari</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasi</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> São Paulo</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> SP </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 21 de novembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Jurista / Direitos Humanos / Educação</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> O
nome do Sr. Dalmo Dallari fala por si. Jurista de prestígio mundial,
ex-vice-presidente da Comissão Internacional de Juristas e secretário
dos Negócios Jurídicos do Municipio de SP; Professor titular de Teoria
Geral do Direito da Faculdade de Direito da USP, é responsável pela
Cátedra Unesco de Educação para a Paz, Direitos Humanos,Democracia e
Tolerância, no Instituto de Estudos Avançados. Contribuindo como
jurista emérito e profundo conhecedor das coisas do Estado brasileiro,
o cidadão Dalmo Dallari também tem muito a contribuir, destacado
defensor dos direitos humanos e na resistência democrática contra a
ditadura no Brasil. Também é autor de dezenas de livros, além de
inúmeros artigos. Sem dúvida uma contribuição inestimável para os
nossos debates. Currículo: De 86 a 90 dirigiu a Faculdade de Direito da
USP. Com a instalação do governo revolucionário, passou a ter destacada
posição na resistência democrática e na oposição ao regime que se
estabelecia. A partir de 72, ajudou a organizar a Comissão Pontifícia
de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, ativa na defesa dos
Direitos Humanos. Foi membro do Conselho Universitário e da Comissão de
Legislação e Recursos da USP. É membro da Comissão de Justiça e Paz da
Arquidiocese de São Paulo, da qual foi presidente, da Associação
Brasileira de Juristas Democratas, do Instituto dos Advogados de SP, do
qual foi vice-presidente, além de ter presidido a Fundação Escola de
Sociologia e Política.</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sr. Gustavo Petta</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> São Paulo</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> SP </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 22 de novembro e 29 de novembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Movimento Estudantil - Presidente da Une</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> O
movimento estudantil tem sido no Brasil e no mundo um celeiro de
talentos e administradores do mundo público e privado. Uma rápida
olhada no Congresso Nacional, nas Estatais, nas companhias, nas ONGs e
nos produtores culturais é reveladora dessa assertiva. O presidente da
Câmara dos Deputados, Sr. Aldo Rebelo, assim como o Sr. Rui César
realizador do maior encontro internacional de cultura do país, o
Mercado Internacional Cultural da Bahia, são exemplos claros. O Sr.
Gustavo Petta tem se dedicado a luta estudantil a vários anos, saindo
dos Centros Acadêmicos para a União Nacional dos Estudantes. A UNE é
uma contribuição muito importante para uma visão abrangente a que nos
propomos, trazendo o posicionamento dos estudantes para dentro do
debate sobre Estado Nação. Breve Currículo: Cursando Comunicação
Social-Jornalismo na PUC. Participante ativo do Movimento Estudantil, o
atual presidente da União Nacional dos Estudantes, já ocupou os
seguintes cargos: - Presidente da União Campineira dos Estudantes
Secudanristas - Diretor de Comunicação da UNE - Membro do Conselho
Curador da Fundação Padre Anchieta - Membro do Conselho de
Desenvolvimento Econômico e Social - Membro do Conselho Nacional da
Juventude</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sra. Luciana Santos</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Olinda</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> PE </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 22 de novembro, 29 de novembro e 5 de dezembro</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Administração Publica /  Cultura</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> Quando
se fala de cultura no Brasil, Olinda não pode faltar. A cidade
patrimônio histórico mundial pela UNESCO guarda uma diversidade
artística como nenhuma outra. Juntando Patrimônio, História –
ex-Capital do Nordeste, Cultura, o Mar. A cidade tem na administração
da reeleita Prefeita Luciana Santos uma visão do Social permeando todas
as atividades municipalistas. Os efeitos da administração de Olinda
contemporizam a falta de recursos de uma cidade sem grande rede
turística instalada, nem indústrias, nem um grande pólo de comércio,
com a potencialização das características culturais e sociais da cidade
para o seu desenvolvimento. A Prefeita Luciana contribuirá com fatos e
vida vivida na administração pública, posicionando como a sua
administração dialoga com a participação popular e com a cultura de
Olinda. Curriculo Começou sua vida política ainda no movimento
estudantil. Foi de vice-presidente regional e de vice-presidente
nacional da UNE (União Nacional dos Estudantes). Em 1996 chegou à
Assembléia Legislativa de Pernambuco. Marcou seu mandato pelo
envolvimento direto com os movimentos populares. de Lei. Em 1998
Luciana Santos renovou seu mandato com quase o dobro de votos do pleito
anterior, 26 mil votos. Em 2000, Luciana é eleita a primeira prefeita
comunista do Brasil com 107.739 votos.</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sra. Eline Jonas</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Goiania</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Go </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 21 de novembro e 28 de novembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Coordenadora da União Brasileira de Mulheres</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> A
luta da mulher tem se expandido de maneira intensa e a sua importância
em nossa vida pública e privada tem ganhado contornos muito fortes.
Especialmente para a Sra. Eline Jonas, socióloga com um currículum
invejável (de Madrid a Goiás) é mais um recurso que alia as formulações
acadêmicas e teóricas com a vida prática e a implementação de seus
pensamentos e articulações. Profunda conhecedora das reivindicações e
necessidades das mulheres de nosso país, área que atua desde 1987, a
Sra. Eline Jonas tem história e conceitos para agregar aos nossos
esforços para compreender o novo Estado que está porvir. Currículo:
Socióloga, Doutora em Sociologia (Universidad Complutense de Madrid),
Professora Titular de Sociologia da Universidade Católica de Goiás
(UCG) e Coordenadora Nacional da União Brasileira de Mulheres/UBM desde
2004. Foi uma das fundadoras do Centro Popular da mulher de Goiás em
1985 e da União brasileira de Mulheres em 1987, entidade filiada à
FDIM, Rede Feminista de Saúde e REPEM. Conselheira do Conselho Nacional
dos Direitos da Mulher/CNDM da Secretaria Especial de Políticas para as
Mulheres/ Presidência da República. Participou, em Goiânia, da criação
do Conselho Municipal da Condição Feminina (84); da Delegacia de
Policia de Defesa da Mulher (85); da Secretaria Estadual da Condição
Feminina-Goiás (87) e da criação da Coordenadoria da mulher da
Prefeitura de Goiânia (95). Integrou a Comissão Organizadora da 1º
Conferencia de Políticas para as Mulheres/SPM-04</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sr. Raul Lody</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Rio de Janeiro</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> RJ </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 05 de dezembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Antropólogo, escritor / Cultura / Negro</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> A
questão do negro em nossa cultura e em nossa organização social tem no
Sr. Raul Lody um esteio de luxo. Com um currículo impressionante e uma
atuação focada e reconhecida internacionalmente, esse carioca doutor
pela Sorbone e com especializações em Portugal e na África já publicou
mais de 270 títulos e participou de mais de 62 eventos científicos no
país e no exterior. Buscando ouvir os principais grupos políticos e
sociais do país a presença do Sr. Raul Lody em nossos debates e
seminários certamente muito contribuirão para a discussão trazendo a
cultura e da questão negra dentro deste Estado que pensaremos ao longo
do evento. RAUL LODY nasceu em 1952, na cidade do Rio de Janeiro, RJ.
Antropólogo, museólogo, cursou Etnografia e Etnologia no Instituto de
Antropologia da Universidade de Coimbra, com especialização no
Instituto Fundamental da África Negra (Dacar, Senegal) e no Laboratório
Etnográfico da Universidade de Coimbra, possuindo o título de Doutor em
Etnologia (Universidade de Paris, França), ministrou 158 cursos e
conferências sobre Cultura Popular Brasileira e Assuntos
Afro-Brasileiros, é membro efetivo de várias instituições acadêmicas e
científicas e, como autor já publicou 370 títulos. Entre os prêmios
recebidos são destacados: Título de Cidadão Benemérito do Estado da
Guanabara, Certificate of Fine Work of Art ( Califórnia, USA, 81) e
Medalha do Centenário do Museu Nacional de Belas Artes (87).</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sr. Eduardo Subirats</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Mexico</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Cidade do México</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1">  </font><br /></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 05 de dezembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Cultura
/ filosofia. Espanhol, Ph.D. em filosofia pela Universidade de
Barcelona, professor e pesquisador da USP, SP, Universidade do México e
da New York University nos EUA</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> Perfil
internacional e sólido conhecimento das questões do Brasil e da América
Latina, como professor da USP e da Universidade do México. O Sr.
Eduardo Subirats apresentará questões contemporâneas de ordem militar,
político e social que se desprendem da constelação política global de
hoje e o papel central que nela desempenharam os meios eletrônicos de
comunicação. Os temas de Eduardo Subirats foram anunciados em um de
seus livros: “A transformação mediática da política”. A mídia e os
problemas sociais e ecológicos derivados da globalização. A
transformação da cultura e o papel dos meios de comunicação neste
processo. Os meios de comunicação eletrônica como instrumentos do novo
colonialismo global. Enfim, a contribuição do Sr. Eduardo Subirats se
destacada na abordagem de como a mídia se insere no processo e nos
debates que vamos travar, a luz da sua sólida formação acadêmica, além
dos aspectos internacionalizantes que um cidadão do mundo pode aportar.
Curriculo Autor de diversos livros, como “Da vanguarda ao pós moderno”
(85); Paisagens de Solidão (87), “Vanguarda, mídia, metrópoles” (93).
Seus conhecimentos eruditos das vanguardas internacionais conjugados
com a experiência latino-americana permitiram a Subirats um
distanciamento em relação ao olhar eurocêntrico para valorizar a
contribuição da América Latina à civilização moderna. Atualmente é
professor das Universidades de Nova Iorque e do México.</font></td></tr>
  <tr> 
    <td colspan="6"><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
    <tr> 
    <td height="18"><font size="1"><strong>Nome:</strong></font></td><td colspan="3"><font size="1"> Sr. Orlando Silva</font></td>
    <td><div align="right"><font size="1"><strong>País:</strong></font></div></td>
    <td><font size="1">Brasil</font></td>
  </tr>
  <tr> 
    <td height="18" class="tabcor"><font size="1"><strong>Cidade:</strong></font></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> Brasilia</font></td><td class="tabcor"><div align="right"><font size="1"><strong>UF:</strong></font></div></td><td colspan="2" class="tabcor"><font size="1"> DF </font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Datas previstas:</strong> 21 de novembro e 28 de novembro de 2006</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6" class="tabcor"><font size="1"><strong>Área de Atuação:</strong> Ministro dos Esportes</font></td></tr>
  <tr> 
    <td height="18" colspan="6"><font size="1"><strong>Inserção no Debate: </strong> No
país do futebol o Rio de Janeiro vai abrigar em 2007 os Jogos
Panamericanos, marco da história de nosso esporte. O Sr. Orlando Silva,
Ministro dos Esportes, envolvido diretamente na formulação e na
preparação desses jogos, é uma presença marcante para nosso projeto.
Ex-presidente da UNE e militante, o Sr. Orlando tem revelado a frente
de suas atividades governamentais uma abordagem francamente
estimulante, seja pelo evento do Panamericano, seja por programas de
governos de carácter de inclusão social como o Programa Segundo Tempo,
seja por formulação de legislação para o desenvolvimento do Esporte no
país como o Estatuto do Torcedor, ou pela Lei Loteria do Timemania. A
visão de um Ministro de estado, sempre contribui para a compreensão dos
problemas e soluções do Estado, especialmente a pasta dos Esportes, uma
das de maior destaque do atual governo.</font></td></tr>
</tbody></table>
</td>
  </tr>
  <tr> 
    <td><font size="1"> </font><br /></td>
  </tr>
  </tbody></table>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:48:14+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates em Periódicos Eletrônicos)  </title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: E-VENTO LEVANTANDO A POEIRA DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA


<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título:</span> e-Vento Levantando a Poeira da Cultura Popular Brasileira<br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática: </span>Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/E-VENTO%20LEVANTANDO%20A%20POEIRA%20DA%20CULTURA%20POPULAR%20BRASILEIRA_1179504803.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span> “Popular porque, cada vez menos as coletividades são chamadas a ter a palavra. Não é possível! Porque a forma como a tecnologia é utilizada por grupos cada vez menos numerosos para buscar unicamente lucro ou mais valia, não tem finalidade.” (Milton Santos, geógrafo). <br />O Portal RAIZ, lançado em dezembro de 2005, veio preencher uma lacuna no mercado editorial: a cultura popular brasileira como biscoito fino para as massas. Agora apresentamos o “e-VENTO - LEVANTANDO A POEIRA DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA” para promover a discussão sobre o valor das culturas tradicionais e o seu encontro com o mercado, o respeito a cultura local como forma de um diferencial no mercado globalizado.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação do Periódico Eletrônico</span><br /><span style="font-weight: bold;">Título do</span><span style="font-weight: bold;"> Periódico: </span>Portal RAIZ<br /><span style="font-weight: bold;">Domínio:</span> www.revistaraiz.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> thereza@revistaraiz.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Conselho</span><span style="font-weight: bold;"> Editorial:</span> Edgard Steffen, Thereza Dantas, TT Catalão<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail: </span>edgard@revistaraiz.com.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificaçãoo do(s) Editor(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Thereza Cristina Martins Dantas<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> thereza@revistaraiz.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26456&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:47:11+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates em Periódicos Impressos)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: MÍDIA COM DEMOCRACIA 


<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título:</span> MídiaComDemocracia<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/M%CDDIA%20COM%20DEMOCRACIA_1179505505.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span> Se informação é poder, compartilhá-la é alterar a forma como este poder é exercido. É ter compromisso em trazer à tona qualquer debate que antes era travado na base do murmúrio e à meia-luz. Na área das comunicações, geralmente a democracia só é interessante no quintal do vizinho. Ser transparente e probo é uma obrigação do Estado, nunca do jornal ou da emissora de rádio e TV que cobra isso dos governantes. A liberdade de expressão só interessa se não for uma via de mão dupla. A revista MídiaComDemocracia nasceu com este espírito, em fevereiro de 2006. Ela surgiu da necessidade do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) de conceber uma publicação que fosse contra a lógica da produção de informação imposta pelas empresas privadas de comunicação.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade: </span>Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> secretaria@fndc.org.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> www.fndc.org.br<br /><span style="font-weight: bold;">Responsável</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Legal:</span> Celso Augusto Schröder<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> James Marlon Azevedo Görgen<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail </span>james@fndc.org.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Nome:</span> Ana Rita Marini<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> anarita@fndc.org.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26458&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:46:19+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: O BRASIL NÃO CONHECE O BRASIL? PERMANÊNCIA E CRIAÇÃO NA VIDA COTIDIANA<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título:</span> O BRASIL NÃO CONHECE O BRASIL? Permanência e criação na vida cotidiana.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Estado-nação, esse obscuro objeto do desejo: desventuras e possibilidades para os Estados nacionais na virada do século.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/O%20BRASIL%20N%C3O%20CONHECE%20O%20BRASIL%20PERMAN%CANCIA%20E%20CRIA%C7%C3O%20NA%20VIDA%20COTIDIANA_1179497799.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span> O Brasil não conhece o Brasil? Permanência e criação na atualidade O Brasil não conhece o Brasil. Somos, ainda hoje, desterrados em nossa própria terra. Minha pátria é minha língua. Quem não gosta de samba bom sujeito não é; é ruim da cabeça ou doente do pé. Aqui é o país do futebol, da mulata, da cachaça e da música. Felicidade: passei no vestibular, mas a faculdade é particular. Este não é um país sério. Porque eu me ufano ou me enojo do meu país. Vejam esta maravilha de cenário onde de perto ninguém é normal . Todas as frases transformam-se em motes, tentativas de capturar uma imagem do Brasil. Uma síntese de nossa identidade como Nação. Como neste caso a síntese é impossível, as frases na maioria das vezes apontam estereótipos que podem transitar do maravilhoso, passando pelo exótico e chegando ao racismo. No melhor dos casos, conseguimos alguns achados poético/musicais, artísticos e intelectuais. Chegamos a inventar um gênero literário: a crônica de futebol. Não há jornal de outro lugar que abrigue um (ou mais) cronista esportivo diário em suas páginas. Em se tratando de Brasil é a multiplicidade que dá o tom, fornece o rumo e os campos de referência para uma interpretação. Uma leitura que se considere séria vai ser obrigada a enfrentar esta condição: lidar com a multiplicidade, com o cintilamento das diferentes fontes de referência sem cair no ecletismo, ou numa tentativa de fazer com os traços uma totalidade.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> APPOA - Associação Psicanalítica de Porto Alegre<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade:</span> Porto Alegre       <span style="font-weight: bold;">UF:</span> RS<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> appoa@appoa.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> www.appoa.com.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Róbson de Freitas Pereira<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> rpereira@portoweb.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Ben Berardi<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail </span>bencultur@terra.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:45:26+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: O VALOR DA CULTURA

<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título: </span>O VALOR DA CULTURA<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/O%20VALOR%20DA%20CULTURA_1179500058.pdf">íntegra.pdf</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Apresentação:</span> A opção por aprofundar o debate sobre o valor da cultura no âmbito da linha temática lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade é decorrente de três objetivos básicos: o primeiro é explorar as abordagens do conceito de valor e sua relação com o campo da cultura; o segundo, partindo do entendimento que numa sociedade onde processos e produtos culturais tendem a se tornar mercadorias, busca explorar a idéia de valor como um dos meios que nos possibilita entender quais (se é que elas existem) as especificidades da “mercadoria cultura” em relação às demais mercadorias; o terceiro, por fim, é utilizar o debate teórico sobre o valor da cultura como um dos conceitos chave para a compreensão das lógicas dos processos culturais na sociedade contemporânea – também denominada pós-moderna ou globalizada - e, a partir desta compreensão, contribuir para a elaboração de políticas culturais de caráter crítico e includente.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> Prefeitura do Município de Londrina<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade:</span> Londrina      <span style="font-weight: bold;">UF:</span> PR<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail: </span>cultura@londrina.pr.gov.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site: </span>WWW.LONDRINA.PR.GOV.BR<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Patrícia de Castro Santos<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail </span>patrícia.castro@sercomtel.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Kennedy Piau Ferreira<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> kennedy_piau@uol.com.br<div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:44:06+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: POLÍTICAS CULTURAIS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL


<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título:</span> Políticas Culturais para o Desenvolvimento Sustentável<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/POL%CDTICAS%20CULTURAIS%20PARA%20O%20DESENVOLVIMENTO%20SUSTENT%C1VEL_1179499402.pdf">íntegra.pdf</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Apresentação:</span> Ao longo do século XX até os nossos dias, tem-se observado o crescimento da importância do campo cultural. Num fenômeno de reforço mútuo, diversas disciplinas têm sido influenciadas pelo seu amadurecimento, mas também têm contribuído para a conformação de seu arcabouço conceitual multidisciplinar. Este crescimento da importância do campo cultural nos últimos anos se relaciona especialmente ao seu potencial de gerar desenvolvimento. Daí, a relevância de se debater “lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade”. A associação entre cultura e desenvolvimento para fins da proposição de políticas públicas tem como parâmetro fundamental a evolução da economia da cultura. Com o advento e ascensão das indústrias culturais e a crescente mercantilização da cultura no século passado, ficou cada vez mais difícil para os formuladores de políticas culturais ignorarem o crescimento da importância econômica da produção de bens simbólicos. Nas últimas décadas, com o avanço da globalização e da sociedade da informação, o crescimento da importância do trabalho imaterial, o boom da propriedade intelectual, e conseqüentemente o acirramento do fenômeno da culturalização das mercadorias, tem sido imperativo para as políticas culturais voltadas para o desenvolvimento articularem-se com a economia da cultura. Este projeto se propõe a apresentar uma série de debates presenciais, articulando as temáticas políticas culturais e economia da cultura de modo a pensar alternativas para o desenvolvimento sustentável, pautado no equilíbrio dinâmico de 3 fatores fundamentais : eficiência econômica, justiça social e harmonia ecológica.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> Fundação Luís Eduardo Magalhães<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade:</span> Salvador       <span style="font-weight: bold;">UF:</span> BA<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> ciiiap@flem.org.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> www.flem.org.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Antonio Albino Canelas Rubim<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> rubim@ufba.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:42:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates em Periódicos Impressos)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: PROJETO EDITORIAL GLOBAL/BRASIL

<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;">Título:</span> Projeto editorial Global/Brasil - Universidade Nômade<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática: </span>Estado-nação, esse obscuro objeto do desejo: desventuras e possibilidades para os Estados nacionais na virada do século.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/PROJETO%20EDITORIAL%20GLOBAL%20BRASIL_1179509739.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span> A revista GLOBAL é uma publicação trimestral que busca ser um espaço de aproximação, articulação e debate entre universitários, intelectuais em geral, novos movimentos sociais e artistas. Esta é ao mesmo tempo a definição do público para o qual a revista se dirige e daqueles que têm um papel ativo na sua produção. Mais do que um ponto de aproximação, a revista busca ampliar um espaço de interseção que acreditamos existir entre estas atividades, quais sejam, a produção de saber, a produção política e a produção estética. E este espaço é para nós também um espaço de produção de valores, quer dizer, o lugar da produção econômica na medida que esta é, contemporaneamente mais do que nunca, uma produção virtual, simbólica, e por isso imanentemente estética, política, tecnológica e cognitiva. É nesta perspectiva que a revista GLOBAL tem buscado também encontrar a sua singularidade, qual seja, a de romper os limites –muitas vezes o abismo–, que existe entre a produção acadêmica de saber e tecnologia, e a produção de saberes que se dá nos mais diversos espaços da sociedade.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Identificação do Periódico Impresso</span><br /><span style="font-weight: bold;">Título do</span><span style="font-weight: bold;"> Periódico:</span> Global/Brasil <br /><span style="font-weight: bold;">Distribuidora:</span> Fernando Chinaglia<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> www.universidadenomade.org.br<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> dolar.rj@terra.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Conselho</span><span style="font-weight: bold;"> Editorial:</span><br />Giuseppe Cocco, Ivana Bentes, Alexandre do Nascimento, Barbara Szaniecki, Ecio de Salles, Ericson Pires, R. Guéron, Fabio Malini, Gerardo Silva, Leonora Corsini, Peter Pál Pelbart, Ronald Duarte, Tatiana Roque.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> Do Lar Design ltda<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> dolar.rj@terra.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Responsável</span><span style="font-weight: bold;"> Legal:</span> Giuseppe Mario Cocco<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação do(s) Editor(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome: Giuseppe Mario Cocco</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> beppo@terra.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26458&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:32:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: QUE MUNDO É ESSE? INVENÇÕES PARA UMA NOVA (DES)ORDEM MUNDIAL
<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título: </span>Que mundo é esse? Invenções para uma nova (des)ordem mundial<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Que%20mundo%20%E9%20esse_1179404764.pdf"><br />íntegra.pdf </a><span style="font-weight: bold;"><br /><br />Apresentação:</span> Há uma inquietação no mundo. No plano internacional, guerras covardes são empreendidas por aqueles que defendem cegamente uma religião ou um Estado. No plano nacional, a força das últimas ondas de corrupção e crime organizado tem aumentado a sensação de ceticismo e insegurança de milhares de brasileiros. Esses fatos alarmam nossa sociedade, que já não encontra bússola para viver num mundo sem padrão, fazendo com que muitos se perguntem: e agora? A fim de encontrar caminhos para os impasses atuais, propomos a realização do evento Que mundo é esse?: invenções para uma nova (des)ordem mundial; um lugar de debates sobre as conseqüências da globalização.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Entidade:</span> Jorge Forbes Clínica e Pesquisa em Psicanálise S/C Ltda<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Cidade:</span> São Paulo UF: SP<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> contato@projetoanalise.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> www.projetoanalise.com.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Jorge Forbes<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> jorgeforbes@uol.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:31:52+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: RAZÃO CULTURAL E RAZÃO INSTRUMENTAL - RECONSTRUINDO O HUMANISMO NAS TECNOCIÊNCIAS 

<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><span style="font-weight: bold;"><br /><br />Título:</span> Razão Cultural e Razão Instrumental - Reconstruindo o humanismo nas tecnociências<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle.<br /><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/RAZ%C3O%20CULTURAL%20E%20RAZ%C3O%20INSTRUMENTAL_1179404066.pdf">íntegra.pdf</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Apresentação:</span> O Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (CDT/UnB) é vinculado ao Decanato de Pesquisa e Pós-graduação e responsável pela cooperação institucional e transferência do conhecimento com foco na geração e implementação de propostas inovadoras, especialmente, para micro e pequenas empresas. Desde 1986, o CDT/Unb apóia ações de desenvolvimento tecnológico, a criação de mecanismos de cooperação entre empresas,<br />instituições de Pesquisa,Desenvolvimento e Informação (P, D &amp; I), Universidades que visem a sustentabilidade de empreendimentos sociais e que promovam a cultura da inovação no setor produtivo e seus benefícios para a sociedade. Para cumprir sua missão o Centro possui Programas e Núcleos tais como: Incubadora de Empresas, Hotel de Projetos, Disque Tecnologia, Parque Tecnológico, Núcleo de Inteligência Competitiva, Núcleo de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia e Núcleo de apoio ao Credenciamento e Licenciamento de Laboratórios, Gerência de Empreendedorismo. Em função de seu papel social e prioridades o CDT/UnB contribui para a construção de uma visão de futuro, constituindo inteligência e mecanismos para apoio à gestão da inovação tecnológica e estímulo ao empreendedorismo,renovando de forma constante seu relacionamento com a sociedade, por meio de ações que possam adensar o conceito da inovação a partir do compartilhamento de informações como a proposta do debate Razão cultural e Razão Instrumental - Reconstruindo o humanismo nas tecnociências.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Entidade:</span> Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Cidade:</span> Brasilia UF: DF<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> cdt@cdt.unb.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site: </span>www.cdt.unb.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Kátia Regina de Alencar Beltrão<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> katiaregina@cdt.unb.br<br />l home<br /><div style="text-align: left;"><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:30:52+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: REVERBERAÇÕES - SEMINÁRIO RITMOS DA URGÊNCIA
<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título:</span> Reverberações - Seminário RITMOS DA URGÊNCIA<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade.<br /><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/REVERBERA%C7%D5ES%20-%20SEMIN%C1RIO%20RITMOS%20DA%20URG%CANCIA_1179498780.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span> RITMOS DA URGÊNCIA é um seminário com 7 Rodas de Debates, que acontecerão em São Paulo – SP e em Londrina - PR, focando em importantes profissionais/produtores das Artes Visuais, atuantes no Brasil e na Argentina. Ao mesmo tempo que possibilitará o dialogo com pensadores da Cultura, Economia, Novas Organizações e Política Cultural, que permearão de conceitos e conteúdos os debates sobre Logicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade no Brasil hoje. O seminário RITMOS DA URGENCIA tem como objetivo principal articular e mobilizar, criando e fortalecendo um Fórum cultural, a partir das artes visuais, como espaço democrático de debate entre artistas, intelectuais, críticos de arte, curadores, gestores de instituições públicas e privadas, o poder público e participantes em geral. Propiciando o dialogo e a tomada de posições com consciência crítica, competência técnica e convicção ética em relação aos problemas e proposições relacionadas a Cultura, suas lógicas e dinâmicas, partindo do setor das Artes Visuais como importante alternativa, à participação política e as relações econômicas deste campo e conseqüentemente suas dimensões sociais.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> Emporio de Produções e Comunicação SC Limitada<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade:</span> São Paulo UF: SP<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> emporio@dialdata.com.br<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Flavia Vivacqua<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> flavivacqua@gmail.com<br /><br /><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:30:03+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates em Periódicos Impressos)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: REVISTA AZOUGUE<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título:</span> Revista Azougue<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/REVISTA%20AZOUGUE_1179511456.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span> A revista Azougue, reformulada, será uma publicação mutidisciplinar sobre cultura e política, tendo em vista o confronto com impasses e dilemas dos novos modos de criação, bem como a apresentação de produções criativas engajadas em reinventar a cultura nos dias de hoje. Para tanto, serão publicados inicialmente dois números contendo diálogos com produtores de distintas áreas, procedências e referências, acompanhados de ensaios, peças de literatura e materiais iconográficos, selecionados de acordo com critérios temáticos específicos. Os materiais serão produzidos e editados a partir de pares opostos e complementares, que funcionarão como eixos pelos quais se organiza a reflexão editorial.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação do Periódico Impresso</span><br /><span style="font-weight: bold;">Título do</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Periódico</span>: Revista Azougue <br /><span style="font-weight: bold;">Peridiocidade:</span> semestral <br /><span style="font-weight: bold;">Distribuidora:</span> Beco do Azougue<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> www.azougue.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> editor@azougue.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Conselho</span><span style="font-weight: bold;"> Editorial:</span> <br />Daniel Bueno, Luiza Leite, Marina Weis, Pedro Cesarino e Sergio Cohn<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> Beco do Azougue Editorial Ltda.<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> editor@azougue.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> www.azougue.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Responsável</span><span style="font-weight: bold;"> Legal:</span> Sergio Cohn<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação do(s) Editor(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Sergio Cohn<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> editor@azougue.com.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Nome:</span> Pedro de Niemeyer Cesarino<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail: </span>pedroncesarino@uol.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26458&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:28:59+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates em Periódicos Impressos)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: REVISTA NÚMERO 
<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título:</span> Revista Número<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/REVISTA%20N%DAMERO_1179512291.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação: </span>O projeto apresentado para o Programa Cultura e Pensamento compreende duas edições da revista “Número”, publicação existente desde 2003 e atualmente em sua sétima edição. Cada uma das próximas edições abordará uma linha temática, das quatro propostas no edital, a saber: a “Número” OITO insere-se na linha “Populações e territórios”, enquanto a NOVE, na linha “Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais”. Gratuita, de periodicidade semestral, a “Número” está voltada ao debate crítico sobre arte contemporânea. Originou-se da constatação da necessidade de se criar novos espaços para a atividade da crítica de arte no país. Cada edição é dedicada a um tema que se articula com questões candentes do repertório da atualidade.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação do Periódico Impresso</span><br /><span style="font-weight: bold;">Título do</span><span style="font-weight: bold;"> Periódico: </span>Número <br /><span style="font-weight: bold;">Peridiocidade:</span> semestral <br /><span style="font-weight: bold;">Distribuidora:</span> Plein Ars<br /><span style="font-weight: bold;">Site: </span>www.revistanumero.org<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> jornalnumero@yahoo.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Conselho</span><span style="font-weight: bold;"> Editorial:</span> <br />Carla Zaccagnini , Cauê Alves, Fernanda Pitta, Guy Amado, José Augusto Ribeiro, Tatiana Sampaio Ferraz e Thais Rivitti.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> Plein Ars Pesquisa e Produção em Artes Visuais Ltda.<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> pleinars@uol.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Responsável</span><span style="font-weight: bold;"> Legal:</span> Tatiana Sampaio Ferraz<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação do(s) Editor(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Carla Zaccagnini<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> carlazaccagnini@yahoo.com.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Nome:</span> Cauê Alves<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> cauealves@hotmail.com<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Fernanda Pitta<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> fpitta@uol.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Guy Amado<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span>apenasguy@yahoo.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> José Augusto Ribeiro<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span>joseaugustoribeiro@yahoo.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Tatiana Sampaio Ferraz<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> tatiferraz@uol.com.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Nome:</span> Thais Rivitti<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> thais.rivitti@uol.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26458&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:28:00+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: SALÃO NACIONAL DE POESIA PSIU POÉTICO 


<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título</span>: Salão Nacional de Poesia Psiu Poético<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha</span><span style="font-weight: bold;"> temática:</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura.<br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SAL%C3O%20NACIONAL%20DE%20POESIA%20PSIU%20PO%C9TICO_1179491669.pdf">íntegra.pdf</a><span style="font-weight: bold;"><br /><br />Apresentação:</span> O Salão Nacional de Poesia Psiu Poético é uma reunião de atividades que celebram a Poesia em conjunto com todas as outras manifestações culturais. O Projeto visa motivar discussões e situações que envolvam a Poesia de emotiva e crítica, relacionado-se os temas com a realidade. Desenvolve-se com salão onde os poemas são expostos, intervenções em locais públicos, palestras sobre livros e debates sobre temas diversos.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> Prefeitura Municipal de Montes Claros<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade:</span> Montes Claros UF: MG<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> culturanaa@yahoo.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> http://www.montesclaros.mg.gov.br<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> João Aroldo Pereira<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span> aroldopereirapoeta@yahoo.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:27:03+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates em Periódicos Impressos)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: SAMBA GLOBAL 



<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Título:</span> Samba Global<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Linha temática:</span> Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SAMBA%20GLOBAL_1179513206.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span> O projeto “SAMBA GLOBAL” é uma proposta de edição especial da revista MÚSICA BRASILEIRA sobre a globalização do samba no mundo contemporâneo. Pretende revelar aos brasileiros e aos amantes do samba em todo o planeta, as manifestações dos principais grupos e instituições de samba, situados dentro e fora do Brasil e mostrar principalmente a maneira como os sambistas estrangeiros assimilam e reproduzem o samba nas suas cidades, nas mais variadas formas e vertentes. Tem como enfoque a expansão no planeta das manifestações originárias da cultura das escolas de samba do Rio de Janeiro e, como abordagem editorial, a reunião de artigos de vários autores brasileiros e estrangeiros que se dedicam aos temas: Samba, Carnaval, Cultura Popular e Globalização, além de análises georerefenciadas e particularizadas de colaboradores locais (situados em várias cidades do mundo) sobre a globalização do samba nesse fenômeno contemporâneo da transnacionalização das culturas.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação do Periódico Impresso</span><br /><span style="font-weight: bold;">Título do</span><span style="font-weight: bold;"> Periódico:</span> Revista Música Brasileira ISSN:<br /><span style="font-weight: bold;">Distribuidora:</span> Distribuição direta via Correios<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span> http://www.revistamusicabrasileira.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> mirrhacomunicacao@gmail.com<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Conselho</span><span style="font-weight: bold;"> Editorial</span>: <br />Luis Fernando Vieira, Hortensia Amaral, Luis Pimentel e Jair Martins de Miranda<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade:</span> Myrrha Comunicação Ltda.<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> myrrhacomunicacao@gmail.com<br /><span style="font-weight: bold;">Responsável</span><span style="font-weight: bold;"> Legal:</span> Luis Cunha Pimentel<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Identificação do(s) Editor(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span> Jair Martins de Miranda<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span> jairmm@criar.art.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26458&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:26:04+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: TECNOLOGIAS DA INTELIGÊNCIA: DINÂMICAS CULTURAIS NO CAPITALISMO COGNITIVO



<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate<br /><br />Título:</span> Tecnologias da Inteligência: Dinâmicas Culturais no Capitalismo Cognitivo<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Linha temática: </span>    Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Tecnologias%20da%20inteligencia%20dinamicas%20culturais%5B1%5D_1179402270.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Apresentação:</span> A proposta da Rede Universidade Nômade, dos coletivos e representantes de movimentos sociais participantes é promover e reunir num mesmo evento participantes de formação variada capazes de fazer o debate conceitual sobre Capitalismo Cognitivo e Biopolíticas, apresentar projetos e experiências concretas de redes colaborativas, realizar oficinas utilizando ferramentas colaborativas, mostrar a produção cultural das favelas, periferias e coletivos de arte e propor ao final a constituição de um forum eletrônico geral, uma “rede de redes” acentrada, com os multiplicadores locais e nacionais da experiência presencial Entre os temas que iremos abordar destacamos: • O capitalismo na era da intelectualidade de massa. As transformações tecnológicas e sociais que alteram as formas de produzir conhecimento, políticas, estéticas e apontam novas formas de sociabilidade e biopolíitcas • As ferramentas e a base tecnológica necessária para formar redes colaborativas e a produção do Comum. O modelo de produção ponto-a-ponto (P2P), os softwares livres, as novas formas de propriedade (creative commons) e o copyleft • Os movimentos periféricos de produção cultural e a mobilização dos sujeitos que estão na base dos processos criativos e produtivos da cultura com exemplos das três cidades escolhidas • A cultura no cerne da economia contemporânea e as dimensões econômicas da cultura e dos meios de produção. • A cultura entendida como um espaço de inclusão e luta contra a desigualdade. A diversidade e acesso aos meios de comunicação e cultura como a base da produção da própria diversidade cultural, de expressão e de criação de novas formas de trabalho vivo. • O Precariado Cognitivo, biopolíticas e biopoder Os participantes são pesquisadores e ativistas de campos transversais, produtores de cultura, midiativistas, analistas das políticas públicas, especialistas, parceiros do terceiro setor, artistas, militantes, capazes de discutir, mapear e por em prática, em experiências concretas os novos conceitos e noções que surgem no Capitalismo Cognitivo, O objetivo específico é pensar como as transformações globais do chamado Capitalismo Cognitivo alteram e expressam as dinâmicas culturais, sociais e políticas locais.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Entidade: </span>   Fundação Universitária José Bonifácio, Rede Universidade Nômade, Escola de Comunicação da UFRJ.<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade:</span>    Rio de Janeiro     <br /><span style="font-weight: bold;">UF:</span> RJ<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span>    fujb@fujb.ufrj.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site:</span>    www.fujb.ufrj.br<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Identificação do(s) Curador(es)</span><br />Nome:    IVANA BENTES OLIVEIRA<br />E-mail    ivanabentes@uol.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span>    LEONORA FIGUEIREDO CORSINI<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail    </span>leonora.corsini@terra.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span>    GERARDO ALBERTO SILVA<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span>    gera.rj@oi.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span>    GIUSEPPE MARIO COCCO<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail</span>    beppo@terra.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Nome:</span>    ANDRE LUIZ MARTINS LEMOS<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail:</span>   alemos@ufba.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:24:46+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos (Debates Presenciais)</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Projeto: A CULTURA ALÉM DO DIGITAL<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Identificação do Projeto de Debate<br /><br />Título: </span>A CULTURA ALÉM DO DIGITAL<span style="font-weight: bold;"><br /><br />Linha temática: </span>Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de dominação, propriedade, poder e controle.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/A%20cultura%20AL%C9M%20do%20digital%5B1%5D_1179375083.pdf">íntegra.pdf &gt;</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;">Apresentação:</span> “TV Digital é algo que vai impactar o país pelas próximas décadas. Envolve aspectos da ciência e tecnologia, da economia e da cultura do povo. Trata-se, portanto, de uma escolha política e estratégica, não simplesmente tecnológica” – Luiza Erundina. As mudanças trazidas pelas inovações tecnológicas na área da Comunicação têm sido temas de amplos debates e polêmicas no Brasil nos últimos anos. No entanto, a grande parte da discussão tem se centrado exclusivamente no plano da economia e da técnica, parâmetro a partir do qual vêm sendo tratados os aspectos relativos aos impactos sobre a sociedade e a cultura. O seminário “A Cultura Além do Digital” tem por objetivo inverter a lógica dessa perspectiva, propondo um questionamento das transformações produzidas no âmbito da tecnologia no contexto dos processos sócio-culturais da contemporaneidade. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação da Entidade Responsável</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Entidade: </span>MIL E UMA IMAGENS COMUNICAÇÃO E PRODUÇÃO LTDA.<br /><span style="font-weight: bold;">Cidade: </span>Rio de Janeiro     <br /><span style="font-weight: bold;">UF:</span> RJ<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail: </span> marina@tangolomango.com.br<br /><span style="font-weight: bold;">Site:  </span>  www.tangolomango.com.br<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Identificação do(s) Curador(es)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Nome: </span>   Heloisa Buarque de Hollanda<br /><span style="font-weight: bold;">E-mail  </span>  hollanda@centroin.com.br<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:14:44+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Banco de Projetos</title>
<link/>
<author/>
<category>Banco de Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
Abaixo a lista de projetos inscritos no programa Cultura e Pensamento 2006, cuja publicação no portal foi permitida pelos respectivos autores.<br /><br />O conjunto dos projetos oferece um panorama das questões levantadas pelo programa em 2006, através de abordagens adotadas pelo meio acadêmico e cultural do país, e do olhar dos principais pensadores atuantes no Brasil e na América Latina.<br /><span style="font-weight: bold;"><br />Veja os projetos de:</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26454&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">DEBATES PRESENCIAIS</span><br /></a><span style="font-weight: bold;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26456&more=1&c=1&pb=1">DEBATES EM PERIÓDICOS ELETRÔNICOS</a></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25149&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=26458&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">DEBATES EM PERIÓDICOS IMPRESSOS</span></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25143&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=25163&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:13:00+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>FÓRUM DE DEBATES</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Organização Colaborativa da Produção e do Conhecimento - a cultura das redes de informação compartilhada.<!--more-->
É crescente o número de pessoas que produzem, reproduzem e absorvem informações via Internet. O ambiente virtual tende a redefinir as noções de tempo, espaço, valores e formas de sustentabilidade da vida. Cada vez mais viável na cultura do digital, a lógica da produção compartilhada e coletiva, nos convida a repensar as noções de autoria e propriedade do conhecimento. Mais e maiores se tornam os desafios de gerir e sustentar a economia que se configura nesses novos parâmetros. Com o Fórum, o Cultura e Pensamento quer colaborar para ampliar os espaços de debate sobre o assunto, a partir da reunião de abordagens e pontos-de-vista diversificados. <span style="font-weight: bold;">(Leia a apresentação completa do evento no pdf)</span><br style="font-weight: bold;" /><br /><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/cep-recife2_1173536499.jpg" /></p><br /><span style="font-weight: bold;">26 e 27 de fevereiro</span><br />Livraria Cultura/Paço Alfândega (Rua Madre de Deus s/n, Recife/Pe)<br />Acesso Livre ::: Entrada Gratuita<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Programação</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">26 de fevereiro, 10h30</span><br /><span style="font-weight: bold;">Produção, reprodução, interferência e consumo virtual.</span><br />O ambiente virtual reduz todos os níveis de linguagem ao mesmo e único produto, o conteúdo digital. Num país como o nosso em que o tempo-conhecimento empregado no uso da rede está centrado na atividade de consumo, e muito pouco na produção, pensar a economia que circunda este ambiente é um desafio...<br /><br />Alfredo Manevy (Secretário de Políticas Culturais - MinC)<br />André Lemos (Sociólogo, Prof. e Pesquisador do Centro Internacional de Estudos e Pesquisa em Cibercultura - Facom/UFBA)<br />Cesar Bolaño (Prof. da Univrsidade Federal de Sergipe, Coordenador do Observatório de Economia e Comunicação da Universidade Federal de Sergipe, editor da Revista Eletrônica EPTIC online)<br />Eugênio Bucci (Jornalista, Presidente da Radiobrás)<br />Guiseppe Cocco (Prof. da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenador da Rede Universidade Nômade, editor da revista Global/Brasil)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Moderação - Afonso Luz (MinC)</span><br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">26 de fevereiro, 15h</span><br /><span style="font-weight: bold;">Blogosfera e Jornalismo Cidadão</span><br />O Jornalismo Cidadão e a web 2.0 parecem abalar as clássicas noções de &quot;editoria&quot;, &quot;publicação&quot;, &quot;periódico&quot; e &quot;jornalismo&quot; no ambiente colaborativo da Internet. Podemos dizer que o modelo de representação do real operado pelas mídias centralizadas está sofrendo transformações em sua base de sustentação?...<br /><br />Alexandre Matias (Jornalista, editor do blog Trabalho Sujo)<br />Antônio Martins (Jornalista, editor chefe do Le Monde Diplomatique Brasil)<br />Bob Fernandes (Jornalista, editor do Terra Magazine)<br />Marcos Palácios (Sociólogo, Prof. e Pesquisador da Faculdade de Comunicação da UFBA)<br />Ricardo Noblat (Jornalista, editor do Blog do Noblat - Globo On-line)<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Moderação - José Murilo Jr (MinC)</span><br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">26 de fevereiro, 19h</span><br /><span style="font-weight: bold;">Conhecimento, saberes e valores em tempo real.</span><br />A expressão tempo real descreve um mundo virtual que é movido por uma temporalidade própria aos sistemas das novas mídias. Esse comum digital que instaura sua própria realidade é um lugar de agenciamento da informação que a certifica de sua validade e veracidade, sua “realidade” partilhada...<br /><br />Cláudia Cordeiro (Profa. de Literatura Brasileira, editora do portal Plataforma para a Poesia)<br />Espartaco Madureira (Portal Domínio Público do MEC)<br />Márcia Tiburi (Filósofa e escritora)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Moderação - Jeferson Assumção (MinC)</span><br /><br /><br />*********************************<br /><br /><span style="font-weight: bold;">27 de fevereiro, 10h30</span><br /><span style="font-weight: bold;">Autoria Individual e coletiva / A web e o saber compartilhado.</span><br />Sistemas colaborativos em rede podem ser mais rápidos e flexíveis, tanto no desenvolvimento tecnológico como também na multiplicação do espaço de trocas. As informações culturais propagadas pessoa a pessoa, numa espécie de escambo digital e os sistemas colaborativos, onde o poder da autoria é horizontalizado redefinem as noções de direito, propriedade intelectual e copyright... (veja o vídeo)<br /><br />H.D. Mabuse (Artista Plástico, Webdesigner)<br />Heloisa Buarque de Holanda (Profa. do Programa Avançado de Cultura Contemporânea da UFRJ)<br />Paulo Bruscky (Artista Plástico)<br />Ricardo Rosas (Escritor, crítico e editor do site Rizoma.net)<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Moderação - André Stangl (Programa Cultura e Pensamento)</span><br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">27 de fevereiro, 15h</span><br />Gestão de redes digitais de colaboração<br />Hoje, pipocam na internet sistemas colaborativos de produção e circulação de informaçã o que partem do pressuposto da descentralização, estimulando a autonomia e valorizando cada vez mais a opinião de quem produz a informação e de quem a consome. Hospedagem, suporte, promoção, administração e autonomia?...<br /><br />Felipe Machado (Estudiolivre.org)<br />Franklin Coelho (Cientista Político, coordenador do projeto Piraí Digital)<br />Helena Aragão (Overmundo)<br />Patricia Canetti (Artista Multimídia, coordenadora do Canal Contemporâneo)<br />Paulo Henrique Lima (Diretor Executivo do RITS, Rede de informações para o terceiro setor)<br />Reinaldo Pamponet (Presidente do Instituto Eletrocooperativa)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Moderação - José Murilo Jr (MinC)</span><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">27 de fevereiro 19h</span><br /><span style="font-weight: bold;">Reunião aberta a interessados com o objetivo de avaliar sugestões para ações de fomento ao debate no meio digital</span><br /><br /><br />Mais informações: 81 3424 7611 / info@culturaepensamento.com.br / www.cultura.gov.br/culturaepensamento<br /><br />(Leia a apresentação completa do evento no pdf na galeria de anexos desta página)<br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T02:33:40+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>revista azougue </title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Edições:
<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">AZOUGUE 11</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Saque / Dádiva</span><br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Azougue_11_1175980091.rar"><img style="width: 155px; height: 203px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/azougue%20dadiva_1192659918.jpg" /></a></p>
<span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span><span style="font-weight: bold;"><br />Número 11  </span>l  janeiro de 2007<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Azougue_11_1175980091.rar" style="font-weight: bold;">Edição completa p/ download (zip)&gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Azougue_11_1175980091.rar"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span></a><br /><span style="font-weight: bold;">Editores:</span><br />Sergio Cohn e Pedro Cesarino<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">ENTREVISTAS:</span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">01 l</span> Michael Löwy</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">02 l </span>Eduardo Viveiros de Castro</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">03 l </span>Ronaldo Lemos</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">04 l </span>Hermano Vianna</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">05 l </span>Rogério Campos</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">06 l </span>Jorge Mautner</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">07 l </span>Afonso Henriques Neto</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">08 l</span> Fernando Luís Kateyuve Yawanawá</span><br /><br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">AZOUGUE 12</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Nomadismo / Habitar<br /><br /></span><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Azougue_12_1175980164.rar"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/Azougue%20nomadismo_1192659959.jpg" style="width: 156px; height: 208px;" /></a></p><span style="font-weight: bold;"><br />Número 12</span>  l  janeiro de 2007<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Azougue_12_1175980164.rar" style="font-weight: bold;">Edição completa p/ download (zip)&gt;</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Editores:</span><br />Sergio Cohn e Pedro Cesarino<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">ENTREVISTAS:</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">01 l </span>Silviano Santiago</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">02 l </span>José Eduardo Agualusa</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">03 l </span>Guilherme Wisnik – Participação Especial Daniel Augusto</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">04 l</span> Antonio Araújo</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">05 l </span>Rodrigo de Haro</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">06 l </span>Mauro Almeida</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">07 l </span>Armando Cheropãpa Txano</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">08 l </span>Matheus e Thiago Rocha-Pitta</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">09 l</span> Vitor Ramil</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">10 l</span> Dj Dolores</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">11 l </span>Antonio Prata</span><br style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">12 l </span>Ericson Pires</span><br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25057&more=1&c=1&pb=1">Mais informações </a><br /><br /><br />
<p>voltar l home<br /></p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T12:18:46+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A CULTURA ALÉM DO DIGITAL</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>  debate presencial<!--more-->
<p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaDIGITAL_1162367775.jpg" /></p><br />O seminário “A Cultura Além do Digital” questionou as transformações produzidas no âmbito da tecnologia no contexto dos processos sócio-culturais da contemporaneidade. Os processos de globalização e a intensificação dos mercados transnacionais da economia e da cultura tem gerado sérios problemas sociais como o desemprego, a exclusão social, a intensificação de racismos e xenofobias e, sobretudo, reforçado a desigualdade entre economias centrais e periféricas. <br /><br />O seminário procurou apreender os processos de transformação desencadeados pela difusão pelas novas tecnologias digitais de comunicação no plano das relações políticas, econômicas e sociais e seu impacto no contexto da cultura. <br /><br />Foram realizados dois ciclos de conferências com sete palestras nas cidades de <span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro</span> (RJ) e <span style="font-weight: bold;">Recife</span> (PE), em dezembro de 2006.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">TRANSCRIÇÕES EDITADAS DOS DEBATES<br /><br />Clique para conhecer os participantes e acessar a transcrição editada dos desbates no formato PDF.<br /><br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-style: italic;">Mesa 1  </span> l  <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=30612&more=1&c=1&pb=1">transcrição &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="text-decoration: underline;"></span></span><span style="font-weight: bold;">INOVAÇÃO TENOLÓGICA, MÍDIAS E PROCESSOS CULTURAIS</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Luiz Fernando Soares   l   Mário Teza     l   Paulo Bastos Tigre </span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"></span><br /><span style="font-weight: bold; font-style: italic;"></span><br /><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Mesa 2   </span><span style="font-weight: bold;">l   <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=30614&more=1&c=1&pb=1">transcrição &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;">CULTURA DIGITAL É CULTURA LIVRE?</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Ronaldo Lemos    l   H. D. Mabuse   l   Silvia Gandelman</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Mesa 3  </span><span style="font-weight: bold; font-style: italic;"></span><span style="font-weight: bold;"> l   <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=30616&more=1&c=1&pb=1">transcrição &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;">REDEFININDO PÚBLICOS E NOVOS SENTIDOS DAS CULTURAS</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Isabela Cribari    l   André Lemos   l   Luis Fernando Moncau   l   Eduardo Homem</span><br /><span style="font-weight: bold; font-style: italic;"></span><br /><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Mesa 4  </span><span style="font-weight: bold; font-style: italic;"></span><span style="font-weight: bold;"> l  <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=30618&more=1&c=1&pb=1"> transcrição &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;">DIÁLOGOS ENTRE DIFERENÇAS</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Joanildo Burity   l   Jader Gama  l   Carlos Afonso</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Mesa 5   </span><span style="font-weight: bold; font-style: italic;"></span><span style="font-weight: bold;"> l  <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=30620&more=1&c=1&pb=1"> transcrição &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;">    ESTRATÉGIAS E POLÍTICAS</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Gustavo Gindre   l   Luis Erlanger   l   Silvio Meira</span><br /><br /><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Mesa 6  </span><span style="font-weight: bold; font-style: italic;"></span><span style="font-weight: bold;"> l   <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=30622&more=1&c=1&pb=1">transcrição &gt;&gt;</a></span><br /><span style="font-weight: bold;">O HORIZONTE DA CIBERCULTURA</span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Arthur Leandro   l    Cláudio Prado   l   Media Sana</span><br /></div><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><span style="text-decoration: underline;"><br /></span></span><br /><span style="font-weight: bold;">VEJA TAMBÉM</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24881&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">Vídeos do evento &gt;&gt;&gt;</a><br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">volta</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/diario-alem-do-digital"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T12:10:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>a cultura além do digital, programação</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>A CULTURA ALÉM DO DIGITAL<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">
Fundação Joaquim Nabuco</span> – Recife - de 4 a 13 de dezembro<br /><span style="font-weight: bold;">SENAC </span>- Comunicação e Cultura – Rio de Janeiro – de 5 a 14 de dezembro<br /><br /><span style="font-weight: bold;">programação:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">palestra de abertura:</span><br />A CULTURA ALÉM DO DIGITAL<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE</span>: 04/12<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro</span> - RJ: 05/12<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Seth David Schoen, EFF (Electronic Frontier Foundation):</span><br />na Electronic Frontier Foundation há mais de 5 anos, a sua atuação como especialista ajuda a desenvolver um trabalho que une o mundo da tecnologia e a legislação em nome da liberdade e privacidade do cidadão.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Heloisa Buarque de Hollanda, PACC-UFRJ:</span><br />professora titular de Teoria Crítica da Cultura da Escola de Comunicação da UFRJ e coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC) da UFRJ.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">mesa 1:</span> Inovação Tecnológica, Mídia e Processos Culturais<br /><br />• da TV analógica à TV digital<br />• as transformações em curso na produção e transmissão de informações<br />• quem são os donos da tecnologia?<br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE: </span>05/12<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro - RJ:</span> 06/12<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Luiz Fernando Soares, PUC-RJ:</span><br />coordenador do Laboratório Telemídia, da PUC-Rio, é professor e também responsável pelo desenvolvimento de middleware de suporte às aplicações da TV Digital (GINGA), em conjunto com a Universidade Federal da Paraíba.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mário Teza, Associação Software Livre, RS:</span><br />membro do Comitê Gestor da Internet do Brasil e do Consortium of Free Softwares Developers and Users in Latin America and the Caribbean, da Unesco; foi fundador do Projeto Software Livre do Rio Grande do Sul e eleito para o Comitê Gestor da Internet no Brasil representando o Terceiro Setor.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Paulo Bastos Tigre, UFRJ:</span><br />coordenador do grupo Economia da Inovação do Instituto de Economia da UFRJ, onde é professor titular; autor do livro Gestão da Inovação: A Economia da Tecnologia no Brasil.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">mesa 2:</span> Cultura Digital é Cultura Livre?<br /><br />• a livre circulação de obras<br />• mudanças tecnológicas e medidas legais que regulam circulação de conteúdo pela internet<br />• o controle da Informação e o direito dos consumidores<br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE:</span> 06/12<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro - RJ:</span> 07/12<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Ronaldo Lemos,</span> Creative Commons / FGV-RJ:<br />diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas; também dirige o Creative Commons no Brasil e coordena diversos projetos, como Cultura Livre e o projeto internacional Open Business.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">H. D. Mabuse,</span> RE:Combo, PE:<br />músico e diretor de arte, transformou-se numa espécie de “ministro da tecnologia” do movimento manguetown; é um dos criadores do RE:Combo.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Silvia Gandelman,</span> PUC-RJ:<br />é advogada e professora da Fundação Getúlio Vargas na área de propriedade intelectual. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pela FGV e membro da Comissão de Direito Autoral e Entretenimento da OA.B./RJ.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">mesa 3:</span> Redefinindo públicos e novos sentidos das culturas<br /><br />• as transformações das noções de cultura e de público<br />• a entrada definitiva da cultura no reino da economia<br />• as mudanças no campo da propaganda, da informação e do lazer<br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE:</span> 07/12<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro - RJ:</span> 08/12<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Isabela Cribari, FJN, PE:</span><br />documentarista e produtora de cinema, acumulando mais de 100 produtos audiovisuais, muitos deles premiados; é autora do livro Produção e Administração de Obras Audiovisuais e organizadora do livro Produção Cultural e Propriedade Intelectual.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">André Lemos, UFBA:</span><br />pesquisador do tema “Cibercidades”, consultor da Fapesp, CNPq e CAPES, professor da Faculdade de Comunicação da UFBA, atualmente dirige o Centro Internacional de Estudos Avançados e Pesquisa em Cibercultura.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Luis Fernando Moncau, IDEC, SP:</span><br />advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Eduardo Homem, TV VIVA, PE:</span><br />jornalista, fundador e coordenador da TV VIVA - televisão comunitária a céu aberto e produtora de vídeos e programas.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">mesa 4:</span> Diálogos entre diferenças<br /><br />• o acesso e o direito à cultura<br />• a descentralização da produção cultural<br />• a transformação social e produção de novos conteúdos<br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE:</span> 11/12<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro - RJ:</span> 12/12<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Joanildo Burity, Fundação Joaquim Nabuco, PE:</span><br />professor da Universidade Federal de Pernambuco, é pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco e Parecerista ad-hoc da Theory Culture Society Centre.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Jader Gama, @IDA, PA:</span><br />é coordenador do PROJETO PURAQUÊ, criado pela Associação dos Amigos da Inclusão Digital Cidadã da Amazônia.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Carlos Afonso, FGV-RJ:</span><br />mestre em Direito Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), é coordenador adjunto do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) e professor de Direito Civil da FGV Direito Rio.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">mesa 5:</span> Estratégias e políticas<br /><br />• perspectivas de democratização do acesso à produção e distribuição dos bens culturais<br />• estratégias das grandes empresas diante das transformações tecnológicas<br />• o que muda nas relações entre Estado, grande empresa e sociedade?<br />• quem é o dono do espectro?<br />• novas saídas de negócio<br /><span style="text-decoration: underline;">                   </span><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE:</span> 12/12<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro - RJ:</span> 13/12<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Gustavo Gindre, Indecs/Intervozes, RJ:</span><br />doutorando em História das Ciências, das Técnicas e Epistemologia na UFRJ, é coordenador-executivo do Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura (INDECS) e membro eleito para o Comitê Gestor da Internet no Brasil.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Luis Erlanger, Rede Globo, RJ:</span><br />jornalista, diretor da Central Globo de Comunicação, sendo o executivo responsável pelas estratégias para Comunicação Institucional e Propaganda, assim como pelas Ações Sociais da TV Globo.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Silvio Meira, CESAR, PE:</span><br />cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife, C.E.S.A.R.; além de professor de engenharia de software do centro de informática da UFPE é consultor de políticas e estratégias de informação e informática.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">mesa 6:</span> O horizonte da Cibercultura<br /><br />• o que se poderá produzir em termos de linguagem e discursos<br />• a TV digital para além da TV<br />• novos potenciais de interatividade<br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE:</span> 13/12<br /><span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro:</span> 14/12<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Arthur Leandro, PA:</span><br />artista, membro, fundador do Forum Permanente das Culturas do Pará; Militante de direitos humanos é professor assistente da Escola de Artes Visuais da UFPA e cursa doutorado em Historia na PUC-SP.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Cláudio Prado,</span> MinC<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Media Sana, PE:</span><br />coletivo de artistas multimídia que atua nas relações entre a comunicação e a cidadania, fazendo apresentações ao vivo.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24881&more=1&c=1&pb=1"><br />Assista aos vídeos dos debates &gt;</a><br /><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);" /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24881&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T12:08:10+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DIÁLOGOS INTERCULTURAIS</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> debate presencial<!--more-->
<img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaDI%C1LOGOS_1161910328.jpg" /><p><br />De que maneira podem acontecer aproximações entre o pensamento científico e os saberes das culturas orais? Elaborado a partir de um seminário em quatro debates presenciais, o projeto procura uma resposta a essa questão. <br /></p><p><br /></p><p>As quatro etapas do seminário acontecem em duas localidades, sempre com a tele-transmissão prevista, escolhidas de modo que possam acontecer ao menos duas regiões diferentes: norte (Rio Branco/ Centro de Formação dos Povos da Floresta) e sudeste (Ipatinga/ Campus Ecológico Lagoa do Piau). O objetivo geral da proposta é contribuir para a reflexão sobre as relações entre formas e pensamentos específicos de alguns grupos minoritários e formas e pensamentos tornados hegemônicos pelos processos colonizadores da civilização ocidental. Para isso é criado o diálogo entre representantes de comunidades indígenas, quilombolas e geralzeiras e representantes da comunidade acadêmica, que têm participado publicamente desta reflexão.</p><p><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1">Assista os vídeos &gt;&gt;</a></p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25097&more=1&c=1&pb=1"><br />Programação dos eventos &gt;&gt;</a><br /><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25003&more=1&c=1&pb=1"><br /></a></p><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25003&more=1&c=1&pb=1"><br />voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></p><p style="text-align: right;"><br /></p><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"><br /></a></p><p><span style="font-weight: bold;"></span></p><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><p><span style="font-weight: bold;">Apoio:</span></p><p /><p><img style="width: 264px; height: 66px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/logos%20dialogos%20agroup_1190140059.jpg" /></p><p></p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:59:45+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>diálogos interculturais</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Programação<!--more-->
debates <span style="font-weight: bold;">Sociedades tradicionais e conhecimentos científicos</span><br />Campus Ecológico Lagoa do Piau – IPATINGA - MG<br /><span style="font-weight: bold;">24 a 27 de outubro</span> (10 às 12h – 14 às 17h)<br /><br />debates <span style="font-weight: bold;">Oralidade e escrita</span><br />Campus Ecológico Lagoa do Piau – IPATINGA - MG<br /><span style="font-weight: bold;">6 a 9 de novembro</span> (10 às 12h – 14 às 17h)<br /><br />debates <span style="font-weight: bold;">Tradições e traduções</span><br /><span style="font-weight: bold;">22 a 25 de novembro</span> (10 às 12h – 14 às 17h)<br />Centro de Formação dos Povos da Floresta – RIO BRANCO - AC<br /><br />debates <span style="font-weight: bold;">Educação Intercultural</span><br /><span style="font-weight: bold;">27 a 30 de novembro</span> (10 às 12h – 14 às 17h)<br />Universidade Federal do Acre – RIO BRANCO - AC<br /><br /><br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;">Apoio:</span></p><div style="text-align: left;">
</div><p style="text-align: left;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/logos%20dialogos%20agroup_1190140059.jpg" style="width: 264px; height: 66px;" /></p>
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:50:44+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DO ESTADO QUE TEMOS AO ESTADO QUE QUEREMOS</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>debate presencial<!--more-->
<p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaESTADO_1161819786.jpg" /></p><br />Esta proposta consiste na realização de três semanas de seminários e três debates que possibilitarão um amplo diálogo entre atores sociais diversificados: empresários, sindicalistas, movimentos sociais, intelectuais e dirigentes políticos de diversas regiões do País.<br /><br />As atividades cobrirão as Regiões Sudeste, Nordeste e Norte, concentrando-se no município de São Bernardo do Campo, SP – símbolo da industrialização e do movimento operário, na cidade de Olinda, PE – centro de história e cultura, e em Rio Branco, AC – cidade associada ao ambientalismo como temática e mobilização.<br /><br />Os seminários aconteceram em São Bernardo do Campo (SP) e Rio Branco (AC), de 23 a 27 de outubro, continuam de 6 a 10 de novembro, em Olinda (PE). Já os debates ocorrem em São Bernardo do Campo, nos dias 21 e 22 de novembro; em Rio Branco, dias 28 e 29 de novembro; e em Olinda, dias 5 e 6 de dezembro. A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas na hora e nos próprios locais.<br /><br />Para os debates, estão confirmadas as presenças do ministro dos Esportes, Orlando Silva, da prefeita de Olinda, Luciana Santos, do jornalista Antonio Alves, ex-assessor da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e do sr. Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais do MinC; dos professores Dalmo Dallari e Leda Maria Paulani, da USP; dos presidentes do CIESP, Cláudio Vaz, da CUT, Artur Henrique e da UNE, Gustavo Peta; da sra. Eline Jonas, da União Brasileira de Mulheres; dos srs. Nils Strandberg, presidente da América Economia, Sr. Raul Lodi, antropólogo, dos historiadores, Eduardo Subirats e Rubem Oliven, do historiador e antropólogo espanhol Eduardo Subirats, do secretário de Cultura de Recife, Roberto Peixe, do diretor de inovação e competitividade empresarial do Porto Digital de Recife, João Falcão, do Secretário de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco, Sr. Cláudio Marinho, e da sra. Helena Sampaio (ONG Artesol).<br /><br />O projeto pretende contribuir para uma melhor interpretação do Estado existente e para o desenho do que é desejável para o futuro em função das necessidades sociais da população brasileira, das empresas, dos trabalhadores e das práticas coletivas (sociais e culturais). Espera-se que ao final desse processo, o Ministério da Cultura e a sociedade brasileira, possam identificar as demandas sociais, as deficiências do Estado brasileiro e as propostas de aperfeiçoamento de suas políticas públicas e do seu funcionamento concreto.<br /><br />Os curadores do projeto Roberto Vital Anau, economista e professor, e Edgard Steffen, publisher da Revista Raiz, acreditam que o evento tem, independente do governo eleito, o desafio de discutir a incapacidade atual dos Estados, incluindo o Brasileiro, de dialogar com as redes culturais, econômicas e sociais que se formam nas sociedades modernas. “Os Estados têm se tornado instituições geograficamente limitadas e dotados de mecanismos de intervenção restritos e arcaicos”, completa Steffen.<br /><br />&quot;Durante seis décadas, o Brasil se industrializou, urbanizou e sofreu mudanças sociais e culturais, sob a égide de um Estado de tipo intervencionista. Nos anos 1990, políticas neoliberais reduziram o poder de intervenção do Estado, privatizaram estatais, terceirizaram serviços, criaram agências reguladoras e abriram espaço ao mercado nas atividades antes organizadas pelo Estado. O que temos hoje? Um ente híbrido, um novo Estado, uma soma de resquícios do passado? E de que necessitamos? Quais são os requisitos de um Estado que atenda às aspirações da maioria da população por melhor qualidade de vida? Queremos que o programa seja palco para que intelectuais, dirigentes empresariais, sindicais e de organizações populares e lideranças políticas debatam estes temas”, explica Roberto Vital Anau.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=26677&more=1&c=1&pb=1">Confira a programação &gt;</a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">ARQUIVO - TRANSCRIÇÕES</span><br /><br />Acesse as trancrições editadas da participação dos debatedores (arquivos compactados):<br /><br /><span style="font-weight: bold;">São Bernardo do Campo/SP:</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SBC%2021_1180533559.11">21.11.2006 &gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/SBC%2022_1180533629.11">22.11.2006 &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Rio Branco/AC:<br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ACRE%2028_1180533923.11">28.11.2006 &gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/ACRE%2029_1180534278.11">29.11.2006 &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Olinda/PE:<br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/olinda%2012_1180534335.12">12.12.2006 &gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Olinda%2013_1180534423.02">13.02.2007 &gt;</a><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24921&more=1&c=1&pb=1">Assista os vídeos &gt;</a><br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25003&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24921&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:47:49+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>do estado que temos ao estado que queremos, programação</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>do estado que temos ao estado que queremos, programação
<!--more--><br /><span style="font-weight: bold;">Debate em SÃO BERNARDO DO CAMPO -SP</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Discussão dos modelos de Estado</span><br />local: Plenário Teotônio Vilela, Câmara dos Vereadores, Pça Samuel Sabatini, 50<br />data e horário: 21 de novembro, das 19h às 22h<br />debatedores:<br />• Sr. Cláudio Vaz, presidente da CIESP<br />• Sr. Artur Henrique da Silva Santos, presidente da CUT<br />• Sra. Leda Paulani, presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política<br />• Sr. Dalmo Dallari, professor titular da Faculdade de Direito da USP<br />• Sr. Orlando Silva, ministro do Esportes<br />• Sra. Eline Jonas, presidente da União Brasileira de Mulheres<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debate em SÃO BERNARDO DO CAMPO - SP</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Discussão dos modelos de Estado</span><br />local: Plenário Teotônio Vilela, Câmara dos Vereadores, Pça Samuel Sabatini, 50<br />data e horário: 22 de novembro, das 19h às 22h<br />debatedores:<br />• Sr. Gustavo Petta, presidente da UNE<br />• Sra. Luciana Santos, prefeita de Olinda<br />• Sr. Nils Strandberg, presidente da América Economia<br />• Sr. Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura<br />• Sr. Antonio Alves, jornalista<br />• Sr. Carlos Olympio, ex-presidente da Câmara de Vereadores de Indaiatuba e consultor de prefeituras do interior de São Paulo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debate em RIO BRANCO - AC</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Discussão das demandas e propostas</span><br />local: Universidade Federal do Acre<br />data e horário: 28 de novembro, das 19h às 22h<br />debatedores:<br />• Sr. Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura<br />• Sr. Orlando Silva, ministro do Esportes<br />• Sra. Eline Jonas, presidente da União Brasileira de Mulheres<br />• Sr. Antonio Alves, jornalista<br />• Sr. Carlos Olympio, ex-presidente da Câmara de Vereadores de Indaiatuba e consultor de prefeituras do interior de São Paulo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debate em RIO BRANCO - AC</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Discussão das demandas e propostas</span><br />local: Universidade Federal do Acre - Rodovia BR 364, nº 6637, Km 04 – Pavilhão Edmundo Pinto<br />data e horário: 29 de novembro, das 19h às 22h<br />debatedores:<br />• Sr. Artur Henrique da Silva Santos, presidente da Cut<br />• Sra. Luciana Santos, prefeita de Olinda<br />• Sr. Nils Strandberg, presidente da América Economia<br />• Sr. Gustavo Petta, presidente da UNE<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debate em OLINDA - PE</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">A Cultura dentro do Estado</span><br />local: Academia Santa Gertrudes, R. Bispo Coutinho, s/n, Alto da Sé<br />data e horário: 12 de dezembro, das 19h às 22h<br />debatedores:<br />• Sr. Raul Lody<br />• Sr. Eduardo Subirats<br />• Sr. Ruben George Oliven<br />• Sra. Helena Sampaio, presidente da ONG Arte Sol<br />• Sr. Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura<br />• Sra. Luciana Santos, prefeita de Olinda<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debate em OLINDA - PE</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">A Cultura dentro do Estado</span><br />local: Academia Santa Gertrudes, R. Bispo Coutinho, s/n, Alto da Sé<br />data e horário: 13 de dezembro, das 19h às 22h<br />debatedores:<br />• Sra. Isabel Cribari, Diretor da Fundação Joaquim Nabuco.<br />• Sr. Jair Pereira, ex-diretor de Relações Institucionais da Chesf<br />• Sr. Claudio Marinho, estudioso da Cultura Negra<br />• Sr. João Roberto Peixe, secretário de Cultura de Recife<br />• Sra. Márcia Souto, secretária de Cultura de Olinda<br />• Sr. João Falcão, diretor de inovação e competitividade empresarial do Porto Digital<br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:45:30+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Eptic </title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>'Dossiê Economia da Cultura, Cinema e Sociedade' - produzido pelo Observatório de Economia e Comunicação da Universidade Federal de Sergipe.<!--more-->
<p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/eptic1_1173532259.gif" /></p><br />O &quot;Dossiê Economia da Cultura, Cinema e Sociedade&quot; é um projeto fomentado pelo Programa CULTURA E PENSAMENTO 2006, realização do Ministério da Cultura (Minc) e Fundação de Apoio à Pesquisa e à Extensão - FAPEX com patrocínio da Petrobras. Foi selecionado na modalidade &quot;Projetos Editoriais de Debate em Periódicos Eletrônicos&quot; e desenvolvido sob a responsabilidade da Revista Eletrônica de Economia Política das Tecnologias, da Informação e da Comunicação (Eptic), coordenada pelo professor César Ricardo Siqueira Bolaño (UFS).<br /><br />O Dossiê reúne textos de uma quantidade expressiva de acadêmicos e profissionais, oferecendo diferentes pontos de vista e elementos de análise e crítica que nos sirvam para entender o novo papel do cinema nas nossas sociedades.<br /><br />Eptic Online é uma revista eletrônica, criada em 1999, vinculada à rede de Economia Política das Tecnologias da Informação e da Comunicação (Eptic), do Observatório de Economia e Comunicação (Obscom), da Universidae Federal de Sergipe (UFS), que conta com o apoio do CNPq. A revista, avaliada como nacional nível A pela CAPES, conta com um conselho editorial internacional e tem tido importante repercussão no âmbito acadêmico de paises de língua portuguesa e espanhola, principalmente, sendo conhecida internacionalmente no campo das Ciências da Comunicação. Sua periodicidade é quadrimestral, tendo sido publicada, até hoje, sem interrupção, incorporando contribuições dos principais acadêmicos do campo da Economia da Comunicação, da Informação e da Cultura, do Brasil e dos principais paises da Europa e América Latina.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">As Edições especiais da Revista Eptic On Line e estão disponíveis através nos links:</span><br /><br /><a href="http://www.eptic.com.br/portugues/revista_CulturaePensamento-vol.1.htm">Volume 1</a><br /><br /><a href="http://www.eptic.com.br/portugues/revista_CulturaePensamento-vol.2.htm">Volume 2</a><br /><a href="http://www.eptic.com.br/portugues/revista_CulturaePensamento-vol.1.htm"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><br />A primeira edição, intitulada &quot;Espaço e Identidades&quot;, conta com a participação de autores como Alexandre Barbalho, Carlos Leal, César Bolaño, Cristina dos Santos, José Manuel Moreno, David Montero Sánchez, Rodrigo Garcia Braz, Enrique Sánchez Ruíz, Suzy Santos, Guillermo Mastrini, Martín Becerra, Graciela Presas Areu, Celina Alvetti e Sergio Capparelli, além de uma entrevista especial com o cineasta Sergio Muniz.<br /><br />Já o segundo número do dossiê, &quot;Dinâmicas Culturais&quot; traz uma entrevista com o cineasta e intelectual argentino Octavio Getino, feita por José Manuel Moreno, e artigos de Enrique Sánchez Ruiz, Selda Vale da Costa, Regina Motta, Aurélio Michiles, Renato Martins, Flávia Seligman e Araci Koepp dos Santos. Além disso, há duas análises fílmicas de Laura Loguercio Cánepa, que analisa o filme Crime Delicado, de Beto Brant, e Júlia Rebouças, que estuda os dois filmes da diretora argentina, Lucrécia Martel: La Ciénaga (2001) e La Niña Santa (2004). O volume conta ainda com uma resenha de Rosita Loyola sobre o livro de Zygmunt. Bauman, Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. <br /><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25003&more=1&c=1&pb=1">voltar</a>  l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:43:18+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Esquecimento da Politica </title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>A Colonização da Política, Francisco de Oliveira<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><br />Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br style="font-weight: bold;" />realizada no teatro Maison de France, em 21/08/2006<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/esquecimento_f-oliveira_%281de5%29_1159921464.MP3">* 1ª Parte (28 min. - 9.9 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/esquecimento_f-oliveira_%282de5%29_1159920976.MP3">* 2ª Parte (28 min. - 9.9 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/esquecimento_f-oliveira_%283de5%29_1159458576.MP3">* 3ª Parte (21 min. - 7.3 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/esquecimento_f-oliveira_%284de5%29_1159458214.MP3">* 4ª Parte (15 min. - 5.2 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/esquecimento_f-oliveira_%285de5%29_1159458001.MP3">* 5ª Parte (21 min. - 7.3 mb)</a><br /><br /><br />O capitalismo contemporâneo, globalizado, vem tornando a política irrelevante. Trata-se de fenômeno relacionado à sua nova modalidade de acumulação, à dominância financeira (como afirmou François Chesnais), que subordinou as finanças nacionais à mundial, e tornou, portanto, os Estados nacionais incapazes de fazer política econômica e, no limite, qualquer política, até a social, que por isso assume cada vez mais as formas do assistencialismo. Por isso um Evo Morales, agora na Bolívia, nacionalizando as atividades e os recursos considerados de &quot;soberania nacional&quot; ofende tanto os brios neoliberais, pondo à prova, inclusive, governos como o de Luís Inácio Lula da Silva.<br /><br />Essa nova situação é de alta relevância, pois a política que o Ocidente inventou, desde a Grécia clássica, tem sido o meio que a cidadania tem usado para contrarrestar e até anular a assimetria de poderes inerente a um sistema privado e concentrador como o capitalista. Quando a política torna-se impotente para tanto, a cidadania e a democracia tornam-se dispensáveis.<br /><br />Esse é um fenômeno mundial que na periferia capitalista tem efeitos devastadores; daí que, ao invés de se concordar com a irrelevância da política, deve-se mais do que nunca ressaltar sua importância, a importância de reinventá-la, e por isso os caminhos são muito parecidos, na essência, com os propostos por Evo Morales e Hugo Chávez. As formas particulares vão ser dadas pela situação e pela correlação de forças políticas de cada país.<br /><br />Ou retomamos a política, ou estaremos condenados à velha situação de satrápias do Império e dos Impérios.<br />    <br /><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/francisco_oliveira_1158454608.JPG" /> <span style="font-weight: bold;">Francisco de Oliveira</span> é doutor pela USP, professor titular de sociologia do Departamento de Sociologia da FFLCH-USP e ex-presidente do Cebrap-SP (1993-95). Publicou, entre outros, os livros: Os sentidos da democracia (organizado com Maria Célia Paoli, Vozes, 1999), A economia da dependência imperfeita (Graal, 1995), Collor, a falsificação da ira (Imago, 1993), A economia brasileira: crítica à razão dualista (Vozes, 1990), Elegia para uma religião (Paz &amp; Terra, 1988), O elo perdido (Brasiliense, 1986). Participou do livro A crise do Estado-Nação (Record, 2004).<br /></p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/esquecimento_f-oliveira_(5de5)_1159458001.MP3"></a><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1">[voltar]</a><br /> </div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:40:40+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Esquecimento da Politica </title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Abismos da democracia
Sérgio Paulo Rouanet<!--more--><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_rouanet.mp3"><br /><span style="font-weight: bold;">Íntegra da Conferência - áudio/mp3 (41 mb)</span></a><br />realizada no teatro Maison de France, em 26/09/2006<br /><br /><br />Muitos se queixam, hoje em dia, de uma certa tendência à politização excessiva de certos temas e atividades. Exemplos dessa politização seriam a exploração eleitoral dos assassinatos de rua recentemente ocorridos em São Paulo ou o “aparelhamento” da administração pública através de nomeações político-partidárias para cargos de confiança, ou ainda a utilização de critérios partidários para orientar numa ou noutra direção as comissões parlamentares de inquérito, sem qualquer preocupação com a descoberta objetiva dos fatos.<br /><br />E se tudo isso fosse um mal-entendido? E se em vez de política demais, tivéssemos política de menos? E se em vez da hipertrofia do político estivéssemos assistindo a um recuo da esfera pública, a uma atrofia do político, em todas as esferas, a um processo de esvaziamento progressivo do processo democrático?<br /><br />Outrora, essa atrofia caracterizava os países totalitários, em que a onipotência do Estado produzia um encolhimento correlativo da sociedade civil, lugar por excelência do debate e da ação política. Com a democratização de grande parte do mundo, surgem ou se acentuam tendências globais, na esfera da economia, da sociedade e da ciência, que apontam para outras variedades de retração do político. Esse recuo se manifesta:<br /><br />(1) em países sujeitos a um alto índice de exclusão social. A característica do capitalismo globalizado é seu caráter estruturalmente excludente. Ao contrário do capitalismo clássico, em que a expulsão de parcelas da população trabalhadora assumia a forma de um exército de reserva, isto é, como a própria expressão indica, de uma força de trabalho que a qualquer momento podia ser “convocada” para retornar ao processo produtivo, a marginalidade hoje é muito mais definitiva, porque ela se compõe não só dos que perderam seu emprego como dos que nunca foram nem serão empregados. São os inassimiláveis do capitalismo atual, que, por serem excluídos, não podem exprimir seu ressentimento com a arma reservada aos protagonistas plenos do jogo político-partidário: a arma do voto. Em parte, é o que está na raiz da crescente criminalidade urbana, como está na raiz da violência dos jovens da periferia de Paris, que reagiram, incendiando carros, à sociedade que os tinha tornado descartáveis. Comum aos bandidos paulistas e aos vândalos de Paris é a consciência de que estando excluídos do sistema social e político não têm nenhum esperança de mudar pelo voto suas condições materiais de vida: não têm força política por estarem excluídos e estão excluídos por não terem nenhum poder de alterar o estado de coisas que os condenou à exclusão. Expulsos da ágora, só lhes resta a rua. Nessas sociedades, a política se estreita, atrofia, interessando, no máximo, àqueles que não foram expelidos para a margem do sistema;<br /><br />(2) na disjunção entre os dois pólos do processo político, que numa democracia clássica estão unificados: o pólo que manda (constituído pelos “sujeitos” do poder) em princípio é apenas a outra face do pólo que obedece, (constituído pelos “destinatários” ou “objetos” do poder) porque, como afirmou Rousseau, ao submeter-se à lei que ele próprio promulgou o cidadão está obedecendo apenas a si mesmo. Essa unidade se rompe com a perda de autonomia introduzida pelo processo de globalização e pelo unilateralismo imperial da nação hegemônica. Somos todos “objetos” de poder, sofrendo os efeitos de decisões tomadas pelas corporações transnacionais ou pelo presidente dos Estados Unidos, mas não “sujeitos” de poder, pois não participamos da elaboração das diretrizes que vão nortear a estratégia empresarial de Bill Gates nem do processo político que levou à eleição de George W. Bush;<br /><br />(3) na tendência a tratar problemas políticos como se fossem problemas técnicos ou burocráticos. A conseqüência é que esferas inteiras da vida social são subtraídas ao debate público e à necessidade de justificação política, sob a alegação de que elas estão sujeitas apenas a imperativos técnicos, que estão sob a jurisdição de especialistas e não precisam de qualquer justificação. Essa tendência se mostra com especial clareza em agrupamentos como a União Européia, em que decisões que normalmente deveriam ser submetidas às instâncias políticas apropriadas, dentro da própria União Européia ou nos Estados membros, são tomadas pelos “eurocratas” de Bruxelas. Foi a revolta diante dessa usurpação de poder que levou à rejeição do projeto de Constituição européia, resultado em si indesejável, por sinalizar uma regressão para posições nacionalistas ultrapassadas, mas compreensível como reação ao esvaziamento do processo político europeu;<br /><br />(4) em parte como reação à perda de autonomia induzida pela globalização e pelo neo-imperialismo, na volta da religião, em sua variante fundamentalista. O fundamentalismo é a negação mais radical da democracia, porque a lei –seja ela a sha’ria islâmica, a halachá judaica ou a Bíblia cristã – emana diretamente de Deus, e não da vontade do povo soberano. Como o fundamentalismo não aceita a separação entre a Igreja e o Estado, os preceitos da fé se transformam em políticas governamentais;<br /><br />(5) também como reação parcial à globalização e ao unilateralismo norte-americano, na proliferação do terrorismo, que é a institucionalização da força, e portanto a mais completa rejeição da via democrática para a solução dos conflitos, baseada na livre argumentação e na discussão de todos os pontos de vista, e não na imposição unilateral de uma posição apoiada na violência;<br /><br />(6) enfim, em certas linhas de pesquisa científica, que tendem para a construção biológica de um homem novo, dotado de predisposições genéticas que o encaminhassem automaticamente para comportamentos condizentes com o bem coletivo. Desapareceria, com isso, a necessidade da mediação política, forma tradicional de conciliar os interesses de indivíduos e grupos com o interesse social. Teríamos, em vez disso, a fabricação em laboratório de homens pós-políticos.<br /><br />Esses fatores macro-estruturais, de alcance global, são reforçados no Brasil por déficits internos de moralidade pública, que aceleram o processo de esvaziamento do político:<br /><br />(a) índices sem precedentes de corrupção em toda a nossa classe política, associada à percepção por parte da opinião pública de uma impunidade generalizada, levam a um radical descrédito das instituições republicanas e preparam a população para uma solução extra-política;<br /><br />(b) desaparece a exigência da accountability, da prestação de contas, que obrigava um homem público a justificar sua atuação, tornando-a transparente, isto é, plenamente acessível ao escrutínio dos eleitores. A prática do “caixa 2”, cujo principal efeito é subtrair à opinião pública dados sobre quem financia a campanha política dos vários candidatos, sonega informações que permitiriam controlar a integridade dos detentores de cargos eletivos, verificando se suas posições são de fato independentes, ou se são distorcidas pelos interesses dos doadores. Por isso a idéia de que a prática do “caixa 2” é um delito menor, comparado a crimes de corrupção financeira, demonstra uma total insensibilidade política, pois os crimes financeiros afetam apenas o bolso dos contribuintes, enquanto o “caixa 2” corrompe até a medula o mais valioso de todos os bens, a democracia. O que é visto como um atenuante é de fato um agravante. A exigência da accountability é frustrada, igualmente, quando os parlamentares se escondem atrás do voto secreto para acobertar sua participação em votações escandalosas, ignorando o direito dos eleitores de serem informados sobre cada ato que seus representantes executam no exercício dos seus mandatos;<br /><br />(c) a representação partidária, no congresso, vai sendo substituída pela representação corporativista. Nosso parlamento é composto em grande parte de lobbies representando interesses setoriais (bancada ruralista, bancada evangélica, bancada das armas, bancada dos laboratórios farmacêuticos, bancada das faculdades particulares), cujos integrantes se encontram em todos os partidos, e estão entre os principais atores do jogo parlamentar, independentemente das legendas oficiais.<br /><br />Em todos os exemplos acima, a política é deslocada por sucedâneos, como a tecno-burocracia, a religião, o terrorismo, a dominação imperial, e a programação genética. Trata-se de um processo global, fortalecido por déficits internos de democracia, que talvez conduza, no limite, a um estado de coisas em que a própria memória do político, em que a própria recordação de que num certo momento do seu passado a humanidade julgou possível regular a vida social pelo discurso e pela ação política, sucumbam ao esquecimento. Ou será que a amnésia já se instalou? Seria ainda possível, nesse caso, recuperar o esquecido por uma anamnese coletiva?<br />    <br /><p /><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/rouanet_1158455964.JPG" /> <span style="font-weight: bold;">Sérgio Paulo Rouanet</span>, doutor em ciência política pela USP, é autor de Édipo e o anjo, A razão cativa, As razões do Iluminismo e O espectador moderno. Publicou ensaios nos livros Os sentidos da paixão, O olhar, A crise da razão, Brasil 500 anos: a outra margem do Ocidente e O avesso da liberdade, todos editados pela Companhia das Letras<br /></p><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1">[voltar]</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:33:48+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Esquecimento da Politica </title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Elogio da política
Adauto Novaes<!--more-->
<br style="font-style: italic;" /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-style: italic;">        Para onde vão as idéias rejeitadas, os projetos esquecidos,</span><br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;">        as crenças arruinadas?</span><br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;">        A árvore está imóvel, permanece parada no seu banho de luz.</span><br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;">        Mas ontem mesmo ela se agitava com todas as suas folhas, ramos e galhos,</span><br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;">        até mesmo seu potente tronco, cor de pedra e quase pedra.</span><br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;">        Onde está sua agitação, seu entusiasmo, suas torções de braços e mãos?</span><br /></div><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;">                                         Paul Valéry</span>, Poésie perdue   <br /></div><br />O esquecimento da política é o segundo ciclo de conferências de uma trilogia sobre cultura e pensamento em tempos de incerteza. O primeiro procurou desvendar os mecanismos culturais e políticos que levaram ao silêncio dos intelectuais. O terceiro (2007) discutirá as relações entre política, religião e utopia.<br /><br />Todos, ou quase todos, concordam com o diagnóstico: vivemos um momento de incerteza e desordem. Em qualquer domínio da atividade humana - esferas do saber e do poder, costumes, mentalidades, sensibilidade ética, valores -, notamos transformações sem precedentes. A política é parte dessas mutações e desse caos. Ora, já se disse que a imagem de um caos é um caos, e que, ao voltarmos o olhar para essa imagem, muitas vezes nossa reflexão tende a tornar-se mais perturbadora ainda. Mais: o olhar corre o risco de perder-se ao concentrar o trabalho do pensamento nessa coisa ao mesmo tempo brilhante e obscura que é a imagem do esquecimento. Se a política é hoje um dos objetos privilegiados do esquecimento, é preciso, inicialmente, voltar nosso olhar às origens desse esquecimento para depois chegar à coisa esquecida. Uma das formas do esquecimento da política está na ausência de conceitos, mais ou menos precisos, mais ou menos provisórios, que até pouco tempo serviam de pontos de referência para a prática. Esse saber teórico, que procurava dar conta da idéia de totalidade que a política pede, decompõe-se hoje em “teorias” parciais, voláteis e puramente instrumentais. Tentemos, pois, nesse ciclo de conferências, circunscrever tema tão abrangente.<br /><br />O poeta e ensaísta Paul Valéry observa alguns traços marcantes da desordem, que pode ser sintetizada nesse fragmento do ensaio A política do espírito: “O mundo moderno em toda sua potência, de posse de um capital técnico prodigioso, inteiramente penetrado de métodos positivos, não soube no entanto se fazer uma política, uma moral, um ideal, nem leis civis ou penais que estejam em harmonia com os modos de vida que ele criou, e mesmo com os modos de pensamento que a difusão universal e o desenvolvimento de certo espírito científico impõem pouco a pouco a todos os homens”. Uma idéia chama atenção nesse fragmento: a potência do desenvolvimento técnico e o descompasso entre o espírito científico e a política, ou melhor, a ausência de normas políticas compatíveis com o tempo.<br /><br />Para se falar do esquecimento da política em um mundo dominado pela tecnociência, temos duas possibilidades: uma seria analisar as conseqüências negativas do esquecimento, que podem ser traduzidas como a perda dos fundamentos políticos, isto é, daquilo que a filosofia recriou ao longo da história como resposta às interrogações levantadas pelo advento do social e que permitiram desvelar, em suas várias dimensões, mesmo as mais ocultas, as formas de dominação. Era o momento em que a práxis tinha uma relação estreita com os princípios teóricos. Hoje, vivemos aquilo que é definido pelo filósofo Miguel Abensour como o princípio do sem-princípio. A outra possibilidade pode ser o elogio do esquecimento, isto é, a abertura para se esquecer aquilo que, sendo apenas parte da vida social, procura se pôr no lugar da política de maneira totalizante, a escandalosa e inconseqüente busca da hegemonia de uma das variantes da vida social sobre a política: a economia, a privatização da vida pública, a religião, o moralismo e a eficiência técnica, que levam a um conseqüente desinteresse por qualquer forma da teoria crítica. Essa tendência dominante hoje abole todos os princípios políticos. Como observa Newton Bignotto no resumo de sua conferência, retomando Hannah Arendt: parecemos condenados a oscilar “entre democracias apáticas, comandadas exclusivamente pelas forças do mercado, e regimes autoritários”.<br /><br />É certo que um dos pressupostos fundamentais da mutação política está no papel atribuído a tecnociência. Uma frase do filósofo alemão Martin Heidegger, sujeita a muitas e contraditórias interpretações, dá a pensar: “É para mim uma questão decisiva hoje: como um sistema político – e qual – pode, de uma maneira geral, ser coordenado na era técnica. Não sei responder a essa questão. Não estou convencido de que seja a democracia”. Ora, observa o filósofo (e conferencista) Jean-Pierre Dupuy, é presunção fatal “crer que a técnica, que desabonou o sagrado, o teatro e a democracia, poderá desempenhar o papel que eles cumpriam na época em que a capacidade de agir dizia respeito apenas às relações humanas. Acreditar nisso é permanecer prisioneiro de uma concepção que vê na técnica uma atividade racional, submissa à lógica instrumental, ao cálculo dos meios e dos fins”. Traduzindo essas idéias para a ação política, pode-se dizer com Francis Wolff que os utopistas de ontem foram substituídos pelos especialistas de hoje: não disputamos mais os fins políticos – escreve ele -, discutimos, sim, os meios e esses são técnicos.<br /><br />Duas outras formas de esquecimento serão também objeto de discussão: a primeira delas é a crise dos ideais republicanos. A ideologia dominante tende a confundi-los com o liberalismo. Essa discussão nos leva a questionar a idéia de que seria preciso diferenciar uma “autêntica política liberal” de seu simulacro, ou mesmo do neoliberalismo. O que está em questão são os próprios princípios liberais, sendo que o principal deles é o que define a política como consenso, denegação da divisão constitutiva do social e, portanto, recusa do conflito decorrente dessa divisão. É o conflito que permite dar sentido à política, entendida como uma criação permanente de direitos. Ou, nos comentários de Abensour às concepções de Claude Lefort, “trabalhada pelo reconhecimento de um ser por excelência indeterminado, a democracia é esta forma de sociedade na qual o direito, na sua exterioridade em relação ao poder, mostra-se sempre em excesso sobre o que está estabelecido, como se o instituinte logo posto ressurgisse em vista de uma reafirmação dos direitos existentes e da recriação de novos direitos”. Relembremos também as idéias de Claude Lefort na sua interpretação de Maquiavel no livro Le travail de l’oeuvre (1971): toda cidade ordena-se e constrói-se a partir de uma divisão primeira que se manifesta inicialmente pelo desejo dos grandes de comandar e oprimir e do povo de não ser comandado nem oprimido – desejo de liberdade. Em seu último livro, La haine de la démocratie, publicado em 2005, Jacques Rancière mostra que a democracia jamais se identifica a uma forma jurídico-política: isso quer dizer, escreve ele, que a democracia não se confunde com uma forma do Estado e que o poder do povo está sempre aquém e além dessas formas. Se aceitarmos a tese de que todo Estado é oligárquico, sua prática tende a diminuir a esfera pública, “a fazer dela seu negócio privado” e a criar toda sua ideologia a partir dessa privatização. A democracia, portanto, longe de ser “a forma de vida dos indivíduos feitos para a felicidade privada”, é o processo de luta contra essa privatização, processo do alargamento dessa esfera. Assim, a palavra “república” “não pode significar simplesmente o reino da lei igual para todos. República é um termo cheio de equívocos, trabalhado pela tensão que implica a vontade de incluir nas formas instituídas do político o excesso da política”. Ao tentar colar essa tensão inerente ao projeto republicano de uma homogeneidade entre Estado e sociedade – conclui Rancière – é na realidade a própria política que a ideologia neo-republicana apaga.<br /><br />Uma das variantes mais fortes do esquecimento da política consiste na prática dos meios de comunicação que detêm hoje um poder até então desconhecido não apenas na interpretação dos fenômenos e na espetacularização da política, mas principalmente na criação daquilo que se pode designar como a era dos fatos. Ora, sabemos que os fatos correm à deriva e na contramão das utopias e na maioria das vezes contra os ideais políticos. A barbárie é a era do fato, escreve Valéry; era do presente eterno sem passado nem futuro, sem hábitos e convenções observadas nem promessas, isto é, sem referências a uma instância ideal e normativa. Essa perda de referenciais seria positiva se viesse acompanhada de momentos inaugurais de outros pensamentos políticos, de outros princípios fundadores, o que não é o caso hoje. Ora, longe de caracterizar nossa época como a do ocaso das ideologias, ela pode ser definida como a troca dos conceitos políticos pelos fatos que dificilmente são contestados porque os argumentos racionais são abolidos. Eles fogem assim a toda determinação. Em recente ensaio, o filósofo italiano Mario Perniola mostra que a comunicação hoje “aspira a ser contemporaneamente uma coisa, o seu contrário e tudo o que estiver entre os dois opostos. É, portanto, totalitária numa medida extremamente superior à do totalitarismo político tradicional, pois compreende também, e principalmente, o anti-totalitarismo. É global no sentido de que também inclui tudo o que nega a globalidade”. Ainda que possamos criticar certo determinismo da tese de Perniola, que não abre espaço a outras mediações, ela nos dá a pensar quando a aplicamos ao funcionamento da política que se estrutura hoje tendo como referência fundamental os meios de comunicação.<br /><br />A outra forma de esquecimento, também tema do ciclo de conferências, é a servidão voluntária: mais do que uma manipulação externa sobre os dominados, deve-se ver o esquecimento também, e até certo ponto, como uma construção dos próprios dominados, isto é, a permanente busca do desejo de servir. Os dominadores recorrem a várias formas para subjugar as multidões, a mais forte delas, como mostra La Boétie, consiste em transformar os dominados em artesãos ativos de sua própria dominação. Mas, em sua conferência, Miguel Abensour não se limita às interpretações clássicas da servidão voluntária. Vai além: critica as análises contemporâneas do Discurso da servidão voluntária que procuram ocultar a revolução de La Boétie, ao evidenciar apenas o lado passivo do povo e ao não levar em conta a hipótese fundamental que considera os homens como seres-destinados-à-liberdade. A visão passiva, segundo Abensour, é um dos momentos do esquecimento da política.<br /><br />Por fim, as discussões em torno das idéias de crença, fé, fidúcia são essenciais para se entender o esquecimento da política hoje. Valéry não cessou de escrever em seus monumentais Cahiers: “A política é a construção de ídolos”. Mas buscava sempre dar um sentido positivo à idéia política: “Não se deve acreditar – porque não se deve dar às afirmações que se faz ou que nos são propostas outros valores a não ser seus próprios valores. O papel de banco. Moeda fiduciária...”. “Acreditar: dar mais do que se recebe – Receber palavras e dar atos...”.<br />    <br /><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/adauto_1158454229.JPG" /><span style="font-weight: bold;"> Adauto Novaes</span>, jornalista e professor, foi diretor durante 20 anos do Centro de Estudos e Pesquisas da Fundação Nacional de Arte/Ministério da Cultura. Em 2000, fundou a empresa de produção cultural Artepensamento . Organizou, entre outros, os seguintes ciclos de conferência, que depois viraram livros, a maioria editada pela Companhia das Letras, nos quais publicou ensaios: Os sentidos da paixão, O olhar, O desejo, Ética, Tempo e História (Prêmio Jabuti) , Rede imaginária – televisão e democracia, Artepensamento, A crise da razão, Libertinos/libertários, A descoberta do homem e do mundo, A outra margem do Ocidente, A crise do Estado-nação (Civilização Brasileira), O avesso da liberdade, O homem máquina , Civilização e barbárie , Muito além do espetáculo (Editora Senac São Paulo) e Poetas que pensaram o mundo.</p><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25065&more=1&c=1&pb=1">¬ voltar</a><br /></p><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span><br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:28:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Esquecimento da Politica </title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Esquecimento e memória, Luiz Felipe de Alencastro<!--more--><br /><span style="font-weight: bold;">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />realizada no teatro Maison de France, em 29/08/2006<br /><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/alencastro%281_de_3%29_1160020184.mp3"> * 1ª Parte (26 min. - 9.3 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/alencastro%282_de_3%29_1160020553.mp3">* 2ª Parte (27 min. - 9.6 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/alencastro%283_de_3%29_1160020881.mp3">* 3ª Parte (26 min. - 9.3 mb)</a><br /><br /><br />O tema do esquecimento e da construção da memória política é central no trabalho do historiador e na constituição da cidadania. Chateaubriand (1768-1848), romancista e historiador, tinha uma visão heróica do papel do historiador. Em 1807, num ataque frontal a Napoleão, escreveu: “Quando, no silêncio da abjeção, só se ouve o som da corrente do escravo e da voz do delator; quando tudo treme diante do tirano e expor-se a seu favores é tão perigoso quanto incorrer em sua desgraça, aparece o historiador, exercendo a vingança dos povos”.<br /><br />Refletindo sobre a interação entre memória, esquecimento, história e cidadania, Paul Ricoeur (1913–2005), um dos mais importantes filósofos contemporâneos e autor de uma obra capital sobre o assunto, escreveu: “O escritor-historiador faz a história. O leitor faz a história e, fazendo a história, ele transforma o fazer do historiador em fazer de cidadão” [1]. Ricoeur distingue as várias formas de esquecimento e de trabalho de memória que envolvem os indivíduos, as sociedades e o campo histórico.<br /><br />Assim, diante dos grandes dramas históricos que atingem e dividem os países e as comunidades políticas, o que há é um esquecimento traumático. No século do descobrimento do Brasil, a derrota de dom Sebastião em Alcácer-Quibir (1578), que desbaratou o exército português no Marrocos – resultando em cerca de 2.000 cativos aos mouros, na morte do rei, no desaparecimento do seu corpo e, por fim, na submissão da coroa portuguesa à espanhola entre 1580 e 1640 -, gerou um esquecimento traumático em escala metropolitana e colonial. Como assinalou Lucette Valensi, só em 1607, ou seja, uma geração após a catástrofe, apareceu em Portugal o primeiro livro sobre o tema (Jornada de África, escrito por Jerônimo de Mendonça) [2]. Da mesma forma, os franceses desenvolveram depois da Segunda Guerra Mundial uma memória seletiva e oficial acerca de uma França combatente, em que a maioria esmagadora da população resistira por todos os meios ao nazismo e à ocupação alemã; memória que só seria contraposta em 1973, com a edição francesa do livro do historiador americano Robert Paxton, La France de Vichy. Ao denunciar a colaboração do Estado francês com os nazistas e na perseguição dos judeus franceses, La France de Vichy provocou uma “revolução epistemológica” na historiografia francesa, contribuindo para formar uma visão mais equilibrada da história e da cidadania do país.<br /><br />Na sociedade brasileira, há traumas históricos fundamentais que passam pelo processo alternado de esquecimento e rememoração para constituir a nossa contemporaneidade. Em longo prazo, há o drama histórico do tráfico negreiro e do escravismo, crucial não só para os afro-descendentes, que em breve serão maioria na população brasileira, como também para entender as divisões e a violência que definem a sociedade atual. Em médio e curto prazos, há o drama da ditadura (1964-1985), sobre o qual escreveu um dos participantes do seminário 1954-1964-2004: O golpe, memória e atualidade, organizado pela USP e pela Unicamp, em novembro de 2004: “Comemorar não é apenas celebrar fatos pregressos. Comemorar - memorar em comum, coletivamente - é também evocar um passado envolvido no esquecimento por obra do tempo ou trauma da memória. Nesse sentido, comemorar os 40 anos do golpe de 1964 significa pensar o passado para liberar o futuro dos fantasmas que ainda pairam no presente”.<br /><br />[1]. Paul Ricoeur, « Entre la mémoire et l’histoire », Transit – Europäische Revue, n. 22, 2002, voir surtout son important livre, La Mémoire, l'histoire, l'oubli, Paris, Le Seuil, 2000.<br />[2]. Lucette Valensi, Fables de la mémoire. La glorieuse bataille des trois Rois, Le Seuil, Paris, 1992.<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">Luiz Felipe de Alencastro </span>é professor titular da cátedra de História do Brasil na Universidade de Paris IV Sorbonne. Além de artigos no Brasil e no exterior e do ensaio A economia política do descobrimento em A descoberta do homem e do mundo (Companhia das Letras), publicou O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul (Companhia das Letras). Organizou o volume 2 da coleção História da vida privada no Brasil : Cotidiano e vida privada no Império (Companhia das Letras).<br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/alencastro(3_de_3)_1160020881.mp3"></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1">[voltar]</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:24:21+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Esquecimento da Politica </title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Esquecimentos da política ou desejos de outras políticas?
Francis Wolff<!--more--><br /><span style="font-weight: bold;">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />realizada no teatro Maison de France, em 04/09/2006<br /><br />* 1ª Parte (27 min - 9.7 mb)<br />* 2ª Parte (28 min - 9.8 mb)<br />* 3ª Parte (28 min - 9.9 mb)<br />* 4ª Parte (27 min - 9.7 mb)<br /><br /><br />Houve um tempo em que, como se costuma dizer, “tudo era político”. Eram os “anos sessenta”. O amor, por exemplo, era político: as relações homem/mulher, os sentimentos, a sexualidade eram determinados pela existência social, sendo, portanto, políticos. A arte também era política: a “verdadeira arte” era a de vanguarda, revolucionária na forma e messiânica no conteúdo. A moral, por sua vez, era política do princípio ao fim, ou então era frívola, ridícula. A verdade, a ciência, a literatura, sim, tudo era político, exceto, talvez ... a própria política – ou seja, a “vida política” visível, sonora, aquela que é mediatizada: as lutas de partidos, as ambições pessoais, as declarações dos ministros ou dos deputados, tudo isso era pura aparência, um jogo de marionetes no palco do teatro social, destinado a ocultar a verdadeira realidade, a política propriamente dita, ou seja, o verdadeiro poder, as relações sociais, os interesses econômicos.<br /><br />Tudo isso sofreu uma inversão. Hoje, nada mais é político. O “tudo” de ontem caiu no esquecimento, levando junto a própria política. O tudo explodiu. Cada coisa retomou seu lugar – apolítico – e parece não restar nada da política a não ser no contentamento vazio, ou quase, dos sorrisos das campanhas eleitorais.<br /><br />O que existe hoje no espaço, ontem, ocupado pela política? Quais são as formas de esquecimento? Existe, inicialmente, o debruçar-se sobre si mesmo, ou melhor, sobre “o si mesmo”. Deixamos de acreditar que a política pode trazer felicidade; esta agora deve ser buscada, sem entusiasmo, na vida privada, na realização (ou fuga) individual, no casal, na família, ou às vezes nessas identidades ambíguas como o “gênero”, o solo, a nação. Há também o esquecimento dos valores políticos em prol dos preceitos morais; mesmo a vida social é julgada em nome da “Moral”: a corrupção passou a ser o pior vício em escala nacional e a assistência humanitária, o único programa em escala internacional.<br /><br />A terceira forma de esquecimento do político é o refúgio no sagrado: o apelo ao socorro da transcendência substituiu o desejo de uma salvação imanente e, nas mentes e espíritos, a esperança de uma Cidade de Deus tomou o lugar da cidade dos homens. Mas se a alma é entregue aos Céus, se a única salvação é a transcendente, o que nos resta de vida aqui em baixo? O viver em sociedade? Nada disso. O viver bem em comum? De forma alguma. Somente o viver mesmo, frequentemente o sobreviver: a troca de bens e serviços, as árduas necessidades do mercado contra as quais todos são impotentes; e no lugar da ação política, voltada para os amanhãs que despontam, restam apenas as atividades do cotidiano do homo economicus, indivíduo isolado, precário, no “livre” mercado de trabalho.<br /><br />Pois – e é esta a quinta forma do esquecimento político – os utopistas de ontem foram substituídos pelos especialistas da atualidade. Não disputamos mais os fins, políticos, discutimos, sim, os meios, e esses são técnicos: são tantos “dossiês”, “comissões”, “consultorias”, encarregadas de produzir “relatórios” sobre meios de aprimorar o sistema educacional, a eficácia da defesa nacional, a produção da pesquisa, a confiabilidade dos transportes etc! O que sobra para os políticos, senão justamente os sorrisos forçados das campanhas eleitorais?<br />O território do eu, os valores morais, as crenças religiosas, as realidades econômicas, o saber dos especialistas constituem cinco tipos de esquecimento da política. Mas esses esquecimentos não são somente olhares para “fora” da política, são também cinco maneiras de pensar a política, pois cada esquecimento do “todo político” procura, de algum modo, tomar seu espaço. São cinco refundações antinômicas da política: a política fundamentada no eu (individualismo ou nacionalismo), na moral (os preceitos e os direitos), na religião (o sagrado, a transcendência) na economia (o real, o mercado) na especialização (o saber, a técnica). E o retorno da política hoje, não é, acima de tudo, a luta entre esses diferentes aspirantes à hegemonia?<br />    <br /><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/Francis%20Wolff_1158454535.JPG" /> <span style="font-weight: bold;">Francis Wolff</span> é professor de filosofia na Universidade de Paris 10 e na Escola Normal Superior de Paris. Foi professor da USP. É autor de artigos e livros, quase sempre dedicados à filosofia antiga, entre os quais destacam-se: Socrate (edição portuguesa: Sócrates, Teorema), Aristote et la politique (edição brasileira: Aristóteles e a política, Discurso Editorial), Dire le monde (edição brasileira: Dizer o mundo, Discurso Editorial) e L’être, l’homme, le disciple (PUF). Tem ensaios nos livros A crise da razão e O avesso da liberdade, editados pela Companhia das Letras, e Muito além do espetáculo (Editora Senac São Paulo).<br /></p><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1">[voltar]</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:15:14+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Esquecimento da Politica </title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Moralidade como política, Franklin Leopoldo e Silva<!--more--><br /><span style="font-weight: bold;">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />realizada no teatro Maison de France, em 22/08/2006<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/esquecimento_franklin_%281de4%29_1159920307.MP3"><br />* 1ª Parte (25 min. - 8.9 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/esquecimento_franklin_%282de4%29_1159918853.MP3">* 2ª Parte (28 min. - 9.7 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/esquecimento_franklin_%283de4%29_1159919323.MP3">* 3ª Parte (27 min. - 9.7 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/esquecimento_franklin_%284de4%29_1159413426.MP3">* 4ª Parte (04 min. - 1.6 mb)</a><br /><br /><br /><br />Trata-se de uma questão que poderia ser abordada de várias maneiras e através de muitos tópicos e que, mesmo assim, não seria esgotada. Uma questão que será trabalhada aqui, em primeiro lugar, através de uma analogia entre a idéia arendtiana de banalidade do mal e algo a que poderíamos denominar por aproximação, no contexto da política e da sociabilidade contemporâneas, de “banalidade da moral”. <br /><br />Assim como a banalidade do mal provém da impossibilidade de pensar, no sentido da formulação de juízos que possam discernir entre condutas humanas e inumanas, a banalidade da moral no contexto da experiência histórico-política poderia ser entendida como a impossibilidade de refletir sobre a origem, o sentido e o alcance das decisões e das ações. <br /><br />O sentido da ação humana, isto é, da ação política, é sempre dado por uma certa projeção dos atos a partir do indivíduo e em direção à sociedade. A medida da ação é dada, pois, pelo modo como se estabelece a relação entre o sujeito e os outros ou, mais precisamente, entre a individualidade e a comunidade. Se essa relação não for avaliada por critérios políticos e históricos, ela tende a ser vista de modo “naturalizado”, isto é, a partir de critérios gerais que determinam as relações de reciprocidade entre os fenômenos físico-naturais. O que diferencia as relações entre fenômenos da natureza e entre seres humanos é que, no primeiro caso, podemos dispor de padrões gerais e de critérios a priori de determinação para “descrever” as relações. <br /><br />No que concerne a nós mesmos, seres sociais ou animais políticos, temos que retirar da história de nossas próprias práticas, na variabilidade que as constitui, critérios que nunca serão descritivos e sim da ordem de uma “avaliação reflexiva”. A história, enquanto dialética entre a subjetividade e as condições objetivas, jamais poderá ser vista a partir de padrões gerais respaldados pela universalidade formal. É enorme a dificuldade de se formular juízos no contexto desse universo contingente. <br /><br />Diante dessa dificuldade, apela-se para uma codificação, que se pretende objetiva, de condutas políticas e sociais a partir das quais seria possível enquadrar normativamente as ações e os comportamentos. Isso cria a ilusão de que, ao julgar os nossos semelhantes no âmbito da dimensão político-social, estaríamos operando com regras análogas àquelas que empregamos para descrever a natureza, o que nos oferece a certeza da pertinência dos juízos. <br /><br />O que é preciso mostrar, quanto a isso, é que se trata de uma naturalização da ética e da política em que a pretensa objetividade expressa na verdade a “banalização” do juízo, que, por sua vez, é fruto de uma reificação da conduta política. Procede-se como se a dimensão do político fosse campo de aplicação de juízos morais cujas condições estariam pré-estabelecidas em algum código formulado objetivamente. Como esse pano de fundo é necessariamente ambíguo, ele abre possibilidades praticamente ilimitadas para que o jogo de interesses possa ser travestido em juízos morais e para que os vários oportunismos, decorrentes da ausência de uma verdadeira política, possam se apresentar como apreciações éticas, sempre da “conduta do outro”, respaldadas em valores universais. <br /><br />Trata-se de uma tessitura aparentemente complexa, mas a banalização em que resulta mostra-a basicamente composta dos mais triviais elementos da experiência social degradada pela ocultação da política, tais como a mentira, a manipulação e a mistificação.<br />    <br /><span style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/franklin_1158454670.JPG" /> Franklin Leopoldo e Silva</span> é professor do Departamento de Filosofia da USP. Publicou: Descartes, metafísica da modernidade (Moderna) e Bergson: intuição e discurso filosófico (Loyola). Tem ensaios nos livros A crise da razão , Tempo e história , O avesso da liberdade , editados pela Companhia das Letras, e Muito além do espetáculo (Editora Senac São Paulo)<br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/esquecimento_franklin_(4de4)_1159413426.MP3"></a><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1">[voltar]</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:11:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>O esquecimento da política</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>O esquecimento desde a tradição, Renato Lessa<!--more-->
<br /><span style="font-weight: bold;">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />realizada no teatro Maison de France, em 28/08/2006<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/renato_lessa%281_de_4%29_1159924175.mp3">* 1ª Parte (27 min. - 9.5 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/renato_lessa%282_de_4%29_1159923817.mp3">* 2ª Parte (28 min. - 9.9 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/renato_lessa%283_de_4%29_1159923405.mp3">* 3ª Parte (28 min. - 9.7 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/renato_lessa%284_de_4%29_1159922921.mp3">* 4ª Parte (17 min. - 6.1 mb)</a><br /><br /><br />A primeira formulação conhecida a respeito do que pode (e deve) significar a política veio ao mundo dotada de forte radicalidade. O sofista Antífon, ao distinguir o domínio da natureza – regido por leis próprias e infensas ao desígnio humano – do universo das normas sociais – aberto à ação e à criatividade humanas -, indicava, a um só tempo, o campo próprio da política e o seu limite: todos os assuntos que dizem respeito ao que é comum entre os humanos devem estar sob a jurisdição de sua capacidade de juízo e deliberação. Descontados os processos automáticos e misteriosos da natureza e dos desígnios divinos, nada mais deve ser estranho aos humanos. O que se delineia na distinção de Antífon é a inevitabilidade da política, ou seja, a produção de um mundo artificial e comum. A política democrática, segundo essa versão originária, mais do que exigir o envolvimento dos cidadãos nas deliberações públicas, caracteriza-se pela força e pela amplitude de seus desígnios. Entre os humanos não há processos automáticos, imunes à deliberação pública.<br /><br />Em chave mais moderada, também Aristóteles distinguirá o âmbito da política – e o da ética – dos assim chamados processos puramente naturais. A definição de natureza como “substância dos seres que têm em si mesmos, enquanto tais, o princípio de seu movimento” (Aristóteles, Metafísica), se por um lado indica a ordem e a legalidade próprias do mundo não-humano - imune, portanto, à vontade -, indica a potência própria e “natural” do mundo humano. Os princípios do movimento dessa esfera são deflagrados por seres que, por sua própria natureza, inventam cidades e normas para a vida comum. Ao fazê-lo, implantam no mundo formas diferenciadas de ordem, irredutíveis ao conhecimento teórico e às certezas da demonstração rigorosa.<br /><br />Nesse recorte, as duas fontes clássicas apontam para uma definição alargada do que seja o âmbito público. Seu limite natural é como que configurado pelos seus próprios limites internos, que se apresentam como resultados contingentes de sua própria história.<br /><br />Uma das chaves para entender o esquecimento da política está no reconhecimento de processos de naturalização da vida social e da conseqüente interposição de limites externos ao âmbito da política. Refiro-me a dimensões chaves da sociabilidade que, postas fora do alcance da deliberação pública, abatem-se sobre a vida comum como imperativos naturais. As restrições à democracia não decorrem apenas dos limites interpostos à participação, mas em grande medida da redução dos temas sujeitos à deliberação pública. Nessa perspectiva, é possível sugerir uma forma de leitura da filosofia política moderna como um conjunto de esforços devotados à tarefa de definir limites ao político e à política. Com freqüência, tais limites são apresentados como imperativos naturais e como processos que contêm em si mesmos “o princípio de seu movimento”.<br /><br />Pretendo desenvolver essa abordagem tomando como referências iniciais autores como Maquiavel, Bodin, Montaigne, Hobbes, Espinosa, além do debate iniciado no século 18 pelos pensadores que desenvolveram os princípios do governo representativo. A esse conjunto pretendo acrescentar uma menção à idéia, desenvolvida no contexto da Ilustração escocesa, da sociedade como agregado espontâneo, resultado da ação, mas não do desígnio dos seres humanos (Adam Ferguson).<br /><br />Enfim, trata-se de sugerir que o esquecimento da política não pode ser reduzido a um efeito de contemporaneidade. Há algo na tradição da filosofia política ocidental que o acolhe e antecipa.<br />    <br /><span style="font-weight: bold;">Renato Lessa</span> é professor titular de Teoria Política do Iuperj e da UFF e desde 2003 presidente do Instituto Ciência Hoje. Formou-se em ciências sociais pela UFF e obteve seus títulos de mestre e doutor em ciência política pelo Iuperj. Entre os livros e ensaios sobre filosofia política que publicou, destacam-se: Veneno Pirrônico: ensaios sobre o ceticismo (Francisco Alves), Agonia, Aposta e Ceticismo: ensaios de filosofia política (Editora da UFMG), Ceticismo, crenças e filosofia política (Gradiva), Pensar a Shoah (Relume Dumará). Seu livro mais recente – Presidencialismo de animação e outros ensaios sobre a política brasileira (Vieira &amp; Lent) – reúne um conjunto de ensaios sobre “filosofia pública” em torno da política brasileira contemporânea.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/renato_lessa(4_de_4)_1159922921.mp3"></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1">[voltar]</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:10:27+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Esquecimento da Politica </title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>O que é política? Marilena Chaui<!--more-->
<br /><span style="font-weight: bold;">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />realizada no teatro Maison de France, em 23/08/2006<br /><br />* <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Marilena_chaui_%281de5%29_1160021531.mp3">1ª Parte (26 min. - 9.1 mb)</a><br />* <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Marilena_chaui_%282de5%29_1160021941.mp3">2ª Parte (28 min. - 10 mb)</a><br />* <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Marilena_chaui_%283de5%29_1160022291.mp3">3ª Parte (28 min. - 9.8 mb)</a><br />* <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Marilena_chaui_%284de5%29_1160022992.mp3">4ª Parte (26 min. - 9.3 mb)</a><br />*<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Marilena_chaui_%285de5%29_1160023133.mp3"> 5ª Parte (8 min. - 2.9 mb)</a><br /><br /><br />Pensar sobre o esquecimento da política na atualidade nos conduz a momentos nos quais, ao contrário, a presença da política foi decisiva: o surgimento da polis e da civitas, entre os antigos; o contraponto do poder e da soberania, entre os modernos; as idéias de direitos e revolução, nos séculos 19 e 20. Ao recuperar os principais traços desses momentos, procuraremos nos interar sobre a seguinte pergunta: o que é política?<br />    <br /><span style="font-weight: bold;"><p><img style="font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/marilena_chaui_1158455597.JPG" /> Marilena Chaui<span style="font-weight: normal;">  é professora de filosofia na USP. Publicou, entre outros, os livros: A nervura do real: imanência e liberdade em Espinosa , Da realidade sem mistério ao mistério do mundo e Brasil: mito fundador e sociedade autoritária , além de ensaios em Os sentidos da paixão, O olhar, O desejo, Ética, Artepensamento, A crise da razão, Brasil 500 anos: a descoberta do homem e do mundo e Brasil 500 anos: a outra margem do Ocidente, todos pela Companhia das Letras.</span><br style="font-weight: normal;" /></p></span><br />Mais informações sobre o ciclo de conferências <span style="font-weight: bold;">&quot;O esquecimento da política&quot;</span>. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25065&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui.</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Marilena_chaui_(5de5)_1160023133.mp3"></a><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span><br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1">voltar</a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1"> </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /> </div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T11:06:13+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Esquecimento da Politica </title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>República à brasileira
Lilia Moritz Schwarcz<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />realizada no teatro Maison de France, em 30/08/2006<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/lilian_s_%281de4%29_1160225123.mp3"><br style="color: rgb(153, 204, 204); font-weight: bold;" /></a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/lilian_s_%281de4%29_1160225123.mp3"><span style="color: rgb(153, 204, 204); font-weight: bold;"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/lilian_s_%281de4%29_1160225123.mp3"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 204, 204);"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/lilian_s_%281de4%29_1160225123.mp3"> * 1ª Parte (26 min. - 9.3 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/lilian_s_%282de4%29_1160225467.mp3">* 2ª Parte (29 min. - 10 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/lilian_s_%283de4%29_1160225896.mp3">* 3ª Parte (27 min. - 9.7 mb)</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/lilian_s_%284de4%29_1160226193.mp3">* 4ª Parte (6 min. - 2.3 mb)</a><br /><br /><br />O objetivo dessa palestra é, a partir de um contexto histórico mais delimitado, refletir sobre os grandes temas que orientam este ciclo. Trata-se de pensar a crise das idéias republicanas à luz dos impasses da geração angustiada que conheceu o final da monarquia e o início da experiência republicana no Brasil.<br /><br />Autores como Nina Rodrigues, Euclides da Cunha, Lima Barreto debateram-se em torno daquilo que consideravam ser a “realidade” desse país e seus evidentes paradoxos. Temas como cidadania, livre arbítrio, igualdade e legalidade estavam em pauta, e de forma inadiável. Em um momento em que se acenava com a novidade da cidadania, garantida por um novo corpo de leis, vários pensadores ora desconfiavam da igualdade da lei – como Nina Rodrigues que propôs a existência de dois códigos penais -, ora digladiavam com uma República que sistematicamente eliminava aqueles que considerava “outros” e diferentes dos que se queriam, naquele momento, “mesmos”. “Sertão”, para Euclides da Cunha, implicava não só um espaço interno, como uma nova situação política, apartada da corte, agora capital. “Frustração” era o termo que resumia não só a figura da ficção de Policarpo Quaresma, como o próprio Lima Barreto, que não conseguia lugar na República dos seus sonhos.<br /><br />Por outro lado, junto com o novo regime, impunham-se verdadeiras batalhas simbólicas – em torno do hino, da bandeira, ou do uso de títulos de nobreza – cujo vencedor era o antigo Império; ou melhor, um certo imaginário do império. É assim que os anos que marcam a virada do século no Brasil, e seu imediato início, representaram, ao mesmo tempo euforia e receio. Euforia frente à idéia – nada feliz – de que estávamos condenados ao progresso, como diria o autor de Os sertões. Receio diante da política que se esquecia (e de outra que era constantemente lembrada) ou então do cometa Biela, que insistia em passar por sobre nossas cabeças.<br />    <br /><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/Lilia%20Schwarcz%202_1158455210.JPG" /><span style="font-weight: bold;"> Lilia Moritz Schwarcz</span> é professora do Departamento de Antropologia da USP. Publicou, entre outros, os livros: Retrato em branco e negro , As barbas do imperador , O espetáculo das raças , todos editados pela Companhia das Letras.<br /></p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/lilian_s_(4de4)_1160226193.mp3"></a><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1">[voltar]</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T10:50:31+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>e-vento</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Revista e-vento<!--more--><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaE-VENTO_1162365524.jpg" /></p>Colocar artistas, estudantes, intelectuais e produtores culturais em uma ilimitada roda virtual de conversas é o propósito do ambiente virtual criado pela Revista Eletrônica “e-Vento - levantando a poeira da cultura popular brasileira”.<br /><br />As opiniões de Ben Charles, Roberto Rugiero, Benjamim Taubkin, Eleonora Santa Rosa, BNegão, Eduardo Subirats, Ruben George Oliven, Gilson Schwartz, Ricado Soares, Sebastião Milaré, Maria Lucia Montes, Ronaldo Lemos, Cláudio Prado, Dimitri Ganzelevitch, Helena Sampaio, Décio Tavares Coutinho, Raul Lody, Cristian Saez, Climério de Oliveira Santos, Romero de Andrade Lima nos apresentam um variado leque de abordagens das artes cênicas, visuais, plásticas, digital, literatura, música, culinária, mercado e arte.<br /><br />“As periferias globais estão se apropriando da tecnologia para produzir sistemas de produção cultural próprios e autônomos”, “Cultura popular é arte contemporânea?”, “Sempre tem uma parada acontecendo em algum canto do mundo. Essa é a graça!”, “Culturalizar a Economia”, “Para entender de cultura popular, você precisa vivenciar”, “Batuque book um livro que faz barulho!”.<br /><br />Essas são algumas das idéias que perpassam as entrevistas da e-vento. Os textos estão disponíveis, na íntegra para ler e imprimir, além da possibilidade de salvar os arquivos de áudio (podcasts) e ouvir no seu computador, MP3 players ou no Rádio do Carro, se houver a possibilidade de ouvir arquivos digitais.<br /><br />Todos podem ser protagonistas desse debate da Cultura Popular Brasileira. Deixe o seu comentário, participe!
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T10:46:04+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>E-VENTO, LEVANTANDO A POEIRA DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaE-VENTO_1162365524.jpg" /></p><br />O projeto abre a possibilidade de apresentação de casos dos encontros entre a arte e o mercado, dentro do território de respeito estético e moral das tradições culturais brasileiras. Os pensadores, intelectuais e artistas Helena Sampaio, Dimitri Ganzelevitch, Romero Andrade, Maria Lucia Lemos, Raul Lody, Eduardo Subarits, Ronaldo Lemos, Sebastião Milaré, Cristian Saez, Ruben George Oliven, Décio Arruda, Tabajara Ruas, Roberto Rugiero, Ricardo Soares, Climério de Oliveira Santos, Cláudio Prado, Gilson Schwartz, Olivier Anquier e Benjamim Taubkin, discorrem sobre a cultura brasileira apresentando seus pontos de vista. Cada convidado que será entrevistado falará a partir dos seguintes sub temas:<br /><p><br />• Artes Cênicas<br />• Artes Visuais<br />• Artes Plásticas<br />• Arte Digital<br />• Literatura<br />• Música<br />• Culinária<br />• Mercado e Arte<br /><br />Levantar as melhores práticas e os erros mais comuns; ancorar as experiências sob a luz dos pensamentos; nortear e apresentar questões, necessidades e amparo intelectual que possam alavancar o processo de inserção da cultura popular no mercado de massa é a proposta do e-Vento.<br /></p><p><a href="http://revistaraiz.uol.com.br/cultura/"><br />Acesse o projeto &gt;&gt;&gt;</a></p><br /><br />CONHEÇA OUTROS PROJETOS REALIZADOS EM 2006:<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25091&more=1&c=1&pb=1">Revista EPTIC</a> - Periódico eletrônico<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25057&more=1&c=1&pb=1">Revista Azougue</a> - Periódico impresso<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25003&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T10:42:28+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>GLOBAL/BRASIL – UNIVERSIDADE NÔMADE</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> publicação impressa<!--more-->
<p><br /></p>


<p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaGLOBAL_1162578483.jpg" /></p><br /><span style="font-weight: bold;">Radicalização democrática da informação.</span><br /><br />A revista GLOBAL é uma publicação trimestral que busca ser um espaço de aproximação, articulação e debate entre professores universitários, intelectuais, novos movimentos sociais e artistas. Uma ferramenta que tem como principal objetivo ampliar o debate sobre a radicalização democrática na produção e no acesso à informação. Mais do que um ponto de aproximação, a revista se instala num espaço de interseção que existe entre diversas atividades, sejam elas a produção de saber, a produção política e a produção estética. E este ambiente é para nós também um local de produção de valores. Noutras palavras, o lugar da produção econômica na medida em que esta é uma produção virtual, simbólica, e por isso imanentemente estética, política, tecnológica e cognitiva.<br /><br />A revista nasceu como uma experiência de divulgação de idéias no Fórum Social Mundial de Porto Alegre em 2003. O número ZERO mostrou a tônica do nosso pensamento: aglutinar política, arte e conhecimento num mesmo veículo. Ao longo de mais dois anos foram cinco números, que discutiram as principais questões locais e globais no que diz respeito às temáticas centrais da nossa publicação. Ao longo de suas edições, a GLOBAL manteve cinco seções fixas (TRÂNSITOS, CONEXÕES GLOBAIS, QUADRINHOS, Universidade Nômade) com distintas abordagens editorias. Publicamos em nossas páginas artigos jornalísticos; ensaios acadêmicos; entrevistas polêmicas; dossiês especiais; imagens de obras de arte contemporânea, de performances e de intervenções, desenhos, fotografias, quadrinhos, entre outras. Esse material corresponde, na prática, aos diferentes perfis dos colaboradores em nível nacional e internacional: professores e estudantes universitários, artistas e produtores de imagens, militantes de diversos movimentos sociais e culturais. A opção por uma edição trimestral provém do desejo de trazer a um público de formadores de opinião uma publicação que combine reflexão ousada com suporte visual de qualidade superior. <br /><br />GLOBAL BRASIL e o Programa CULTURA E PENSAMENTO. <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=26436&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Estão disponíveis  para download os conteúdos das  edições: </span>  <br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Global%206_1180407136.rar"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/global%20n%206_1192660102.jpg" style="width: 135px; height: 180px;" /></a><span style="font-weight: bold;">   nº 6 - <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Set/Out/Nov 2006 <span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span></span> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/Global%206_1180407136.rar">Conteúdo.rar</a><br /></p><span style="font-weight: bold;"><br /></span><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Global%207_1180407625.rar"><img style="width: 132px; height: 184px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/global%207_1192660071.jpg" /></a><span style="font-weight: bold;">   nº 7</span> <span style="font-weight: bold;">- <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Dez/Jan/Fev 2007 <span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span></span> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/Global%207_1180407625.rar">Conteúdo.rar</a><br /></p><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />CONHEÇA OUTROS PROJETOS REALIZADOS EM 2006:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">- </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25057&more=1&c=1&pb=1">Revista Azougue</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">- </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25055&more=1&c=1&pb=1">Revista Número</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">- </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25272&more=1&c=1&pb=1">MídiaComDemocracia</a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">- </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25278&more=1&c=1&pb=1">Revista de Ciências Agroveterinárias</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T10:37:47+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>O Esquecimento da Política</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Apresentação: Adauto Novaes<!--more-->
<br /><p><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/esquec_1173535524.jpg" /></p><br /><br />Vivemos um momento de incerteza e desordem. Em qualquer domínio da atividade humana - esferas do saber e do poder, costumes, mentalidades, sensibilidade ética, valores - notamos transformações sem precedentes. A política é parte dessas mutações e desse caos. Já se disse que a imagem de um caos é um caos, e que, ao voltarmos o olhar para essa imagem, muitas vezes nossa reflexão tende a tornar-se mais perturbadora ainda. O olhar corre o risco de perder-se, ao concentrar o trabalho do pensamento nessa coisa, ao mesmo tempo brilhante e obscura, que é a imagem do esquecimento. Se a política é hoje um dos objetos privilegiados do esquecimento, é preciso ir às origens desse esquecimento para depois chegar à coisa esquecida.<br /><br />Uma das formas do esquecimento da política está na ausência de conceitos que, até pouco tempo, serviam de pontos de referência para a prática. Esse saber teórico, que procurava dar conta da idéia de totalidade que a política pede, decompõe-se hoje em ‘teorias' parciais, voláteis e puramente instrumentais.<br /><br />Para falar de esquecimento da política em um mundo dominado pela tecnociência, temos duas possibilidades: as conseqüências negativas que podem ser traduzidas pela perda dos fundamentos políticos, isto é, daquilo que a filosofia recriou ao longo da história como resposta às interrogações levantadas pelo advento do social e que permitiram desvelar, em suas várias dimensões, mesmo as mais ocultas, as formas de dominação; a outra possibilidade pode ser o elogio do esquecimento, isto é, a abertura para esquecer aquilo que, sendo apenas parte da vida social, procura pôr-se no lugar da política de maneira totalizante, escandalosa e inconseqüente busca da hegemonia de uma das variantes da vida social sobre a política: a economia, a privatização da vida pública, a religião, o moralismo e a eficiência técnica - que levam ao desinteresse por qualquer forma da teoria crítica. Os utopistas de ontem foram substituídos pelos especialista de hoje: não disputamos mais os fins políticos, discutimos, sim, os meios e esses são técnicos, diz Francis Wolff.<br /><br />Uma das variantes mais fortes do esquecimento da política consiste na prática dos meios de comunicação que detêm hoje um poder até então desconhecido, não apenas na interpretação dos fenômenos e na espetacularização da política, mas principalmente na criação daquilo que se pode designar como a era dos fatos. À força da ideologia os fatos correm à deriva e na contramão das utopias e, na maioria das vezes, contra os ideais políticos. Longe de caracterizar nossa época como a do ocaso das ideologias, ela pode ser definida como a troca dos conceitos políticos pelos fatos que dificilmente são contestados porque os argumentos racionais são abolidos. Eles fogem assim a toda determinação.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25085&more=1&c=1&pb=1">¬ Leia o artigo &quot;Elogio da política&quot; de Adauto Novaes (curador).</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25207&more=1&c=1&pb=1">¬ Veja os resumos e os arquivos de áudio das Conferências.</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25003&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T10:33:26+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Programação Esquecimento da Política - tabelas</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Programação Esquecimento da Política - tabelas<!--more--><br />Rio de Janeiro | Maison de France<br /><br />realização:<br />av presidente antonio carlos, 58 , 4º andar . centro<br />informações (21) 3974-6642 e 3974-6699<br />conferências segundas, terças e quartas às 18h45<br /><br />inscrições :<br />de segunda a sexta, das 10h às 17h no Setor Cultural do Consulado da França (4 andar) na Maison de France, Av. Presidente Antonio Carlos, 58.<br /><br />taxa de inscrição R$ 30,00 (para todo o ciclo) e R$ 15,00 para estudantes<br /><br />informações :<br />(21) 3974- 6642 e 3974- 6699<br /><br />OBS:<br />A programação do Rio de Janeiro será transmitida ao vivo para toda a Rede Cultura e Pensamento .<br />- Para saber as cidades integrantes da Rede, clique aqui .<br />- Para habilitar a sua instituição a transmitir o debate em sua cidade, clique aqui .<br /><br />conferencista<br />    <br /><br />data<br /><br />Chico Oliveira<br />A Colonização da Política<br />    <br /><br />21/8 segunda<br />18h45 horas<br /><br />Franklin Leopoldo e Silva<br />Moralidade como política<br />    <br /><br />22/8 terça<br />18h45 horas<br /><br />Marilena Chaui<br />O que é política?<br />    <br /><br />23/8 quarta<br />18h45 horas<br /><br />Renato Lessa<br />O esquecimento desde a tradição<br />    <br /><br />28/8 segunda<br />18h45 horas<br /><br />Jean-Michel Frodon<br />Desafios Políticos do Cinema<br />    <br /><br />29/8 terça<br />17 horas<br /><br />Luiz Felipe Alencastro<br />Esquecimento e memória<br />    <br /><br />29/8 terça<br />18h45 horas<br /><br />Lilia Moritz Schwarcz<br />República à brasileira<br />    <br /><br />30/8 quarta<br />18h45 horas<br /><br />Francis Wolff<br />Esquecimentos da política ou desejos de outras políticas?<br />    <br /><br />4/9 segunda<br />18h45 horas<br /><br />Miguel Abensour<br />Do bom uso da hipótese da servidão voluntária?<br />    <br /><br />5/9 terça<br />18h45 horas<br /><br />Pascal Dibie<br />A política sem nome<br />    <br /><br />6/9 quarta<br />17horas<br /><br />Marcelo Jasmin<br />Por que república?<br />    <br /><br />6/9 quarta<br />18h45 horas<br /><br />Jean Pierre Dupuy<br />A tentação de apagar a política com a técnica<br />    <br /><br />11/9 segunda<br />18h45 horas<br /><br />Jean Michel Rey<br />Sedução da crença e o princípio “anarquia”<br />    <br /><br />12/9 terça<br />18h45 horas<br /><br />Jean-Fabien Spitz<br />Entre o individualismo e a socialização<br />    <br /><br />13/9 quarta<br />18h45 horas<br /><br />Sergio Cardoso<br />Por um regime radicalmente político<br />    <br /><br />18/9 segunda<br />18h45 horas<br /><br />Newton Bignotto<br />Uma sociedade sem virtudes?<br />    <br /><br />19/9 terça<br />18h45 horas<br /><br />Renato Janine Ribeiro<br />A palavra livre e infeliz<br />    <br /><br />25/9 segunda<br />18h45 horas<br /><br />Sergio Paulo Rouanet<br />Abismos da democracia<br />    <br /><br />26/9 terça<br />18h45 horas<br /><br />Marcelo Coelho<br />A política dos acontecimentos<br />    <br /><br />27/9 quarta<br />18h45 horas<br /><br />[voltar]<br /><br />Curitiba | SESC da Esquina<br /><br />realização:<br />rua visconde do rio branco, 969 . centro<br />conferências terças, quartas e quintas às 19h<br /><br />informações e inscrições:<br />(41) 3322-6500 | esquina@sescpr.com.br<br /><br />conferencista<br />    <br /><br />data<br /><br />Chico Oliveira<br />A Colonização da Política<br />    <br /><br />22/8 terça<br />19h horas<br /><br />Franklin Leopoldo e Silva<br />Moralidade como política<br />    <br /><br />23/8 quarta<br />19h horas<br /><br />Marcelo Jasmin<br />Por que república?<br />    <br /><br />24/8 quinta<br />19h horas<br /><br />Renato Lessa<br />O esquecimento desde a tradição<br />    <br /><br />29/8 terça<br />19h horas<br /><br />Luiz Felipe Alencastro<br />Esquecimento e memória<br />    <br /><br />30/8 quarta<br />19h horas<br /><br />Marcelo Coelho<br />A política dos acontecimentos<br />    <br /><br />31/8 quinta<br />19h horas<br /><br />Francis Wolff<br />Esquecimentos da política ou desejos de outras políticas?<br />    <br /><br />5/9 terça<br />19h horas<br /><br />[voltar]<br /><br />São Paulo | SESC Avenida Paulista<br /><br />realização:<br />av. paulista, 119 . paraíso<br />conferências quartas, quintas e sextas às 19h<br /><br />inscrições:<br />as inscrições poderão ser feitas<br />* pessoalmente na Central de Atendimento da Unidade Provisória do SESC Avenida Paulista, de terça a sexta, das 9 às 22h - sábados e domingos, das 10h às 19h, Avenida Paulista, 119 – Paraíso – São Paulo;<br />* via fax (11) 3179-3765;<br />* por telefone (11) 3179-3700 ou 3179-3716<br />* pelo portal : www.sescsp.org.br<br /><br />taxas de inscrição:<br />· R$ 15,00 - trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes, estudante, aposentado e professor da Rede Pública<br />· R$ 20,00 - usuário matriculado<br />· R$ 30,00 - demais interessados<br /><br />informações:<br />(11) 3179-3700<br /><br />conferencista<br />    <br /><br />data<br /><br />Chico Oliveira<br />A Colonização da Política<br />    <br /><br />23/8 quarta<br />19h horas<br /><br />Franklin Leopoldo e Silva<br />Moralidade como política<br />    <br /><br />24/8 quinta<br />19h horas<br /><br />Marilena Chaui<br />O que é política?<br />    <br /><br />25/8 sexta<br />19h horas<br /><br />Jean-Michel Frodon<br />Desafios Políticos do Cinema<br />    <br /><br />30/8 quarta<br />17 horas<br /><br />Renato Lessa<br />O esquecimento desde a tradição<br />    <br /><br />30/8 quarta<br />19h horas<br /><br />Luiz Felipe Alencastro<br />Esquecimento e memória<br />    <br /><br />31/8 quinta<br />19h horas<br /><br />Francis Wolff<br />Esquecimentos da política ou desejos de outras políticas?<br />    <br /><br />6/9 quarta<br />19h horas<br /><br />Miguel Abensour<br />Filosofia política crítica e emancipação?<br />    <br /><br />8/9 sexta<br />19h horas<br /><br />Jean Pierre Dupuy<br />A tentação de apagar a política com a técnica<br />    <br /><br />13/9 quarta<br />19h horas<br /><br />Jean-Fabien Spitz<br />Entre o individualismo e a socialização<br />    <br /><br />15/9 sexta<br />19h horas<br /><br />Sergio Cardoso<br />Por um regime radicalmente político<br />    <br /><br />20/9 quarta<br />19h horas<br /><br />Newton Bignotto<br />Uma sociedade sem virtudes?<br />    <br /><br />21/9 quinta<br />19h horas<br /><br />Marcelo Jasmin<br />Por que república?<br />    <br /><br />22/9 sexta<br />19h horas<br /><br />Renato Janine Ribeiro<br />A palavra livre e infeliz<br />    <br /><br />27/9 quarta<br />19h horas<br /><br />Sergio Paulo Rouanet<br />Abismos da democracia<br />    <br /><br />28/9 quinta<br />19h horas<br /><br />Marcelo Coelho<br />A política dos acontecimentos<br />    <br /><br />29/9 sexta<br />19h horas<br /><br />[voltar]<br /><br /><br />Brasília | FUNARTE<br /><br />realização:<br /><br /><br />FUNARTE<br />eixo monumental - Teatro Cássia Eller<br />conferências segundas e quartas às 19h<br /><br />inscrições e informações:<br /><br />FUNARTE<br />eixo monumental - sdc (setor de diversões culturais)<br />informações: (61) 3223-2441 e 3226-9228<br /><br />DEA- Diretoria de Esporte, Arte e Cultura<br />UNB -ICC SUL -Minhocão<br />informações: (61) 3274-5411 / 3307-2324<br /><br />taxa de inscrição R$ 30,00 (para todo o ciclo) e R$ 15,00 para estudantes<br /><br />conferencista<br />    <br /><br />data<br /><br />Franklin Leopoldo e Silva<br />Moralidade como política<br />    <br /><br />4/9 segunda<br />19h horas<br /><br />Miguel Abensour<br />Do bom uso da hipótese da servidão voluntária?<br />    <br /><br />6/9 quarta<br />19h horas<br /><br />Marcelo Coelho<br />A política dos acontecimentos<br />    <br /><br />11/09 segunda<br />19h horas<br /><br />Renato Janine Ribeiro<br />A palavra livre e infeliz<br />    <br /><br />13/9 quarta<br />19h horas<br /><br />Jean-Fabien Spitz<br />Entre o individualismo e a socialização<br />    <br /><br />18/9 segunda<br />19h horas<br /><br />Newton Bignotto<br />Uma sociedade sem virtudes?<br />    <br /><br />20/9 quarta<br />19h horas<br /><br />Marcelo Jasmin<br />Por que república?<br />    <br /><br />25/09 segunda<br />19h horas<br /><br />[voltar]<br /><br /><br />Belo Horizonte | Museu Histórico Abílio Barreto<br /><br />inscrições e realização:<br /><br />Museu Histórico Abílio Barreto<br />av. prudente de morais, 202 . cidade jardim<br />informações (31) 3277-8573<br />conferências quintas, sextas e segundas às 19h<br /><br />inscrições:<br /><br />IEAT/UFMG<br />prédio da reitoria, sl 7003 . campus pampulha<br />informações: (31) 3499-4123 e 3499-5509<br /><br />conferencista<br />    <br /><br />data<br /><br />Chico Oliveira<br />A Colonização da Política<br />    <br /><br />24/8 quinta<br />19h horas<br /><br />Franklin Leopoldo e Silva<br />Moralidade como política<br />    <br /><br />25/8 sexta<br />19h horas<br /><br />Pascal Dibie<br />A política sem nome<br />    <br /><br />31/8 quinta<br />19h horas<br /><br />Luiz Felipe Alencastro<br />Esquecimento e memória<br />    <br /><br />1/9 sexta<br />19h horas<br /><br />Marcelo Coelho<br />A política dos acontecimentos<br />    <br /><br />4/9 segunda<br />19h horas<br /><br />Francis Wolff<br />Esquecimentos da política ou desejos de outras políticas?<br />    <br /><br />8/9 sexta<br />19h horas<br /><br />Miguel Abensour<br />Do bom uso da hipótese da servidão voluntária?<br />    <br /><br />11/9 segunda<br />19h horas<br /><br />Jean Pierre Dupuy<br />A tentação de apagar a política com a técnica<br />    <br /><br />14/9 quinta<br />19h horas<br /><br />Jean Michel Rey<br />Sedução da crença e o princípio “anarquia”<br />    <br /><br />15/9 sexta<br />19h horas<br /><br />Newton Bignotto<br />Uma sociedade sem virtudes?<br />    <br /><br />18/09 segunda<br />19h horas<br /><br />[voltar]  <br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T10:29:51+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>REVERBERAÇÕES – SEMINÁRIO RITMOS DA URGÊNCIA</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>debate presencial<!--more-->
<br /><p><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaREVERBERA_1162368163.jpg" /></p><br /><br /><span style="font-weight: bold;">RITMOS DA URGÊNCIA</span> - seminário com 7 Rodas de Debates, que acontecem em São Paulo (SP) e em Londrina (PR), focando em importantes profissionais/produtores das Artes Visuais, atuantes no Brasil e na Argentina. <span style="font-weight: bold;"><br /></span><br />Ao mesmo tempo que possibilitará o diálogo com pensadores da Cultura, Economia, Novas Organizações e Política Cultural, que permearão de conceitos e conteúdos os debates sobre Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade no Brasil hoje. O seminário RITMOS DA URGENCIA tem como objetivo principal articular e mobilizar, criando e fortalecendo um Fórum cultural, a partir das artes visuais, como espaço democrático de debate entre artistas, intelectuais, críticos de arte, curadores, gestores de instituições públicas e privadas, o poder público e participantes em geral. <br /><br />A URGÊNCIA em elaborar uma política publica de cultura para as artes visuais, isto é, práticas políticas que partam da produção visual atual para se estruturar, é eminente. RITMOS DA URGENCIA acrescenta a atual tendência de democratização das políticas públicas, aprofundando o debate das formas de participação política na esfera pública a partir da produção das artes visuais, material e imaterial, sobre tudo a de processos coletivo, espaços autônomos (virtuais inclusive) e iniciativas ou ações continuadas, que desde a década de 90 e com maior potencia a partir de 2000 vem apontando alternativas de dinamização e novas lógicas culturais no centro da economia e da sociedade. <br /><br />RITMOS DA URGENCIA é a possibilidade de articular e mobilizar participações entorno de idéias e conceitos, os quais podem embasar demandas práticas. Ao mesmo tempo, oferece subsídios para discutir a viabilidade das demandas junto ao poder público e ao próprio campo da produção artística, fortalecendo as relações do Estado com a sociedade civil para o desenvolvimento cultural.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">ACERVO</span><br /><br />Estão disponíveis para download as transcrições editadas da participação dos debatedores, em novembro de 2006. <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Reverbera%E7%F5es_1180411207.rar">Clique aqui.</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">VIDEOS: <br /></span><br /><span style="font-weight: bold;">MEIOS DE DIFUSÃO, MEIOS DE CIRCULAÇÃO l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31522&more=1&c=1&pb=1">video</a><br />São Paulo</span> - 05/11/2006<br /><br /><br />Programação do evento, novembro de 2006. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=26657&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui.</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25059&more=1&c=1&pb=1"><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);" /></a><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25059&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25003&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T10:26:04+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Reverberações – seminário ritmos da urgência, programação</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Reverberações – seminário ritmos da urgência, programação<!--more--><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaREVERBERA_1162368163.jpg" /></p>
<br />Roda de Abertura<br /><br />02/11 em São Paulo<br />16/11 em Londrina<br /><br /><br />Dinâmicas Culturais<br /><br />03/11 em São Paulo<br />19/11 em Londrina<br /><br />objetivo: discutir o papel das artes visuais na construção histórica nacional<br />sub-temas: Idéia de Cultura e as Guerras Culturais; Cultura Urbana e Industria Cultural; A cultura como meio da transformação social<br /><br />convidados: Terry Eagleton (Inglaterra), Nicolau Sevchenko (SP), Maria Elisa Cevasco (SP)<br /><br /><br />Arte, Estética e Política<br /><br />04/11 em São Paulo<br />19/11 em Londrina<br /><br />objetivo: compreender quais as relações possíveis entre estética e política a partir das pesquisas teóricas e práticas que estão se dando no Brasil, em conecções com outras partes do mundo<br />sub-temas: Arte e estética da subjetividade; Arte e Prática-estética-urbana com participação política<br /><br />convidados: Sueli Rolnyk (SP), Ricardo Rosas (SP), Mostra de vídeos “Guapira” (Catadores de Histórias) e “Plínio Ramos” (Chico Linares e Melina Anthis)<br /><br /><br />Meios de Difusão, Meios de Circulação<br /><br />05/11 em São Paulo<br />20/11 em Londrina<br /><br />objetivo: discutir a participação dos meios de comunicação na construção do imaginário social, sujeito histórico e participação política<br />sub-temas: Mídia virtual – Canal Contemporâneo e suas apropriações e inserções artísticas na Internet como impulso cultural; TV Digital e TV Comunitária, Intervenções na Rede como manifesto politico e artistico<br /><br />convidados: Patrícia Canetti (RJ), Almir Almas (SP), Arthur Leandro (PA). Mostra de vídeos InterVozes (Coletivo Brasil de Comunicação Social)<br /><br /><br />Novas Organizações e Economia<br /><br />10/11 em São Paulo<br />21/11 em Londrina<br /><br />objetivo: proporcionar reflexão sobre novas formas de organização social e econômica na construção de novos rumos para a cultura<br />sub-Temas: Economia Solidária como prática possível; Experiências práticas de autogestão comunitária; Práticas Instituintes e Novas organizações na Arte: Espaços Auto-Geridos no Brasil<br /><br />convidados: Pablo Ortellado (SP), Marco Fernandes (SP), Elida Tessler (RS)<br /><br /><br />Relações Institucionais<br /><br />11/11 em São Paulo<br />22/11 em Londrina<br /><br />objetivo: discutir e repensar a função social das instituições culturais, como o Estado (poder público), a Universidade, os centros culturais e suas participação na atual história das artes visuais, frente aos espaços e iniciativas autônomas e autogeridas por artistas<br />sub-Temas: Iniciativas Independentes e o Estado; Autonomia da produção e a Universidade; Relações Institucionais e Mercado Cultural<br /><br />convidados: Mauricio Castro (PE), Beatriz Medeiros (DF), Leonardo Brant (SP)<br /><br /><br />Práticas Artísticas<br /><br />12/11 em São Paulo<br />17/11 em Londrina<br /><br />objetivo: Pensar as práticas artísticas atuais e suas relações com o mercado,o Estado e suas instituições,a partir da realidade dos Coletivos de Arte,Espaços Independentes e Ações Continuadas<br />sub-Temas: Novos paradigmas da produção artística; Ações Continuadas e Espaços Independentes de arte; Arte e esfera política<br /><br />convidados: Bijari (SP), LABID (Argentina), Rubens Pileggi (PR)
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T10:22:05+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>REVISTA AZOUGUE, publicação impressa</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Apresentação<!--more-->
<br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaAZOUGUE_1162575953.jpg" style="width: 220px; height: 75px;" /><br /><br /><span style="text-decoration: underline;"><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25105&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">Edições para download &gt;</a><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br />Criada de forma independente em 1994, por jovens poetas e artistas plásticos, Azougue se tornou uma das mais importantes publicações literárias do Brasil, ajudando a renovar e revitalizar a literatura brasileira contemporânea, ao abrir espaço para autores jovens e recuperar autores que se encontravam à margem da mídia e do mercado.<br /><br />Muitos de seus lançamentos tornaram-se memoráveis festivais, que congregavam shows e jam sessions, projeções de filmes e leituras, características de uma idéia da poesia, não como algo restrito a um gênero literário de apreciação circunscrita, mas como um evento transformador e coletivo. Azougue passou a ser reconhecida por sua originalidade ao oferecer edições vigorosas, marcadas tanto pela qualidade do encontro entre editores e colaboradores, quanto pela densidade dos materiais publicados.<br /><br />Os primeiros dez anos de sua trajetória foram reunidos no livro Azougue Dez Anos, uma grande coletânea que traça, simultaneamente, um panorama da poesia contemporânea brasileira e da própria revista, contemplando nomes como Armando Freitas Filho, Afonso Henriques Neto, Roberto Piva, Hilda Hilst, Leonardo Fróes, Celso Luis Paulini, Orlando Parolini, Dora Ferreira da Silva, Jorge Mautner, Rodrigo de Haro, entre outros.<br /><br />Nos últimos anos, Azougue transformou-se também em uma editora sediada na cidade do Rio de Janeiro. Das edições de jovens poetas contemporâneos brasileiros ao ensaísmo acadêmico, passando pela crítica de cinema, por autores tropicalistas e pela prosa jovem, sua linha editorial tem se voltado para uma reflexão ativa sobre a cultura brasileira e contemporânea.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Veja mais:</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=26426&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">A revista &gt;</a><br style="font-weight: bold;" /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=26428&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">O projeto &gt;</a><br style="font-weight: bold;" /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25105&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">Edições para download &gt;</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25003&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25105&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T10:18:55+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Número</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Apresentação 
<!--more-->
<img src="http://www.cultura.gov.br/upload/numero_1174325619.GIF" /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25053&more=1&c=1&pb=1"><br />Edições para download &gt;</a></p><p><br />A revista Número é uma publicação gratuita, voltada ao debate crítico sobre arte contemporânea e que visa estimular a reflexão crítica sobre o panorama artístico nacional e promover uma maior circulação das artes visuais e seus entornos mediante artigos, resenhas de exposições, verbetes, entrevistas e intervenções de artistas convidados. Cada edição é dedicada a um tema que se articula com questões candentes do repertório da atualidade.<br /><br />A Número apresenta, além de textos produzidos por seu corpo editorial (Carla Zaccagnini, Cauê Alves, Fernanda Pitta, Guy Amado, José Augusto Ribeiro, Tatiana Ferraz e Thais Rivitti), artigos de colaboradores, pesquisadores, teóricos e críticos de diversas áreas. A revista ainda abre espaço para intervenções de artistas e designers convidados, que desenvolvem projetos especialmente para cada edição.<br /><br />O formato editorial busca diversificar o perfil das publicações por meio de um rodízio entre os membros do corpo editorial a cada edição. Até agora, os temas foram propostos e debatidos pelo conjunto, restando à dupla de editores encaminhar as discussões, pautas e indicar colaboradores da Número em questão.<br /><br />Quanto ao projeto gráfico, ele foi idealizado em termos gerais pela artista Tatiana Ferraz. A cada edição, a revista convida um designer diferente que propõe um projeto específico para o tema em questão. Já participaram Tatiana Blass, Vanderlei Lopes, Angela Detanico e Rafael Laim, Celso Longo e Sara Goldchmit e Rodrigo Lopes.<br /><br />Ao longo de sua trajetória a revista conquistou ampla visibilidade junto ao público especializado, além de contribuir na formação de leitores menos familiarizados com o repertório das artes visuais. Tal fato também pode ser percebido na grande demanda que observamos, ao longo desses anos, de e-mails enviados por leitores das mais diferentes regiões do país solicitando o envio de edições e informações sobre sua distribuição e possibilidades de assinatura.<br /><br />O corpo editorial sempre teve em vista expandir a reflexão sobre arte para além das páginas da revista, por meio da realização de debates e lançamentos em diversas cidades do país. Como os lançamentos-debate na Fundação Joaquim Nabuco, em Recife (2003), no Museu Victor Meirelles, em Florianópolis (2003), na Galeria Vermelho, em São Paulo (ago/2004) e na Escola do Parque Lage, no Rio de Janeiro (set/2004).<br /><br />Em seus dois anos de existência, a Número articulou uma ampla rede de distribuição em importantes museus, centros culturais, galerias e universidades e faculdades do Brasil, no que contou com uma série de parceiros, pontos de distribuição e anunciantes. Atualmente, a publicação conta com o patrocínio da Universidade de São Paulo (USP) e os apoios do Centro Universitário MariAntonia, Centro Cultural São Paulo (CCSP) e Pinacoteca do Estado de São Paulo.</p><span style="font-weight: bold;"><br />Veja mais:<br /><br /></span><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=26418&more=1&c=1&pb=1">Breve histórico da Revista.&gt; </a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=26420&more=1&c=1&pb=1">Revista Número e o Programa CULTURA E PENSAMENTO. &gt;</a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=26422&more=1&c=1&pb=1"><br />Veja onde encontrar a Numero &gt;</a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25053&more=1&c=1&pb=1"><br />Edições para download &gt;</a><br /></p><p><span style="font-weight: bold;"><br />Contato:</span><br />jornalnumero@yahoo.com.br<br />www.revistanumero.org<br /></p><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25003&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T10:15:19+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Número</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Edições<!--more-->
<br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Número NOVE<br /><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/numero_nove_1176119040.rar">Edição completa para download (zip)</a><span style="font-weight: bold;"><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/numero_nove_1176119040.rar"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><br />1. Editorial<br />2. Tempo, espaço e infinito na física - Thomás Augusto Santoro Haddad<br />3. Infinito e Finito na Filosofia - Eduardo Brandão<br />4. Sobre o tempo e o atemporal na arte - Cauê Alves<br />5. Pintura: o Fim ou o Infinito? - Divino Sobral<br />6. A arte processual em outra etapa - Daniela Labra<br />7. Sobre arquivos vivos e outras emergências - Fernanda Albuquerque<br />8. Revisitando um projeto político - Raquel Garbelotti<br />9. A estória se repete - Carla Zaccagnini<br />10. A parte do fogo décadas depois - Thais Rivitti<br />11. Entrevista - Luiz Camillo Osorio<br />12. Entrevista - Glória Ferreira<br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Número OITO<br /></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/numero_oito_1176118979.rar">Edição completa para download (zip)</a><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/numero_oito_1176118979.rar"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a>1. Editorial<br />2. Arte Virgem na Década do Concretismo - Heloísa Espada<br />3. Identidade Brasileira No Século XIX - Valéria Piccoli<br />4. Nós: O Outro - Taísa Palhares<br />5. O Lugar da Crítica na 27ª Bienal de São Paulo - Thais Rivitti e Fernanda Pitta<br />6. Limites entre Arte e Política - Santiago Garcia Navarro<br />7. Projeto Eloísa Cantonera, entrevista com Javier Barilaro<br />8. O Sublime no Extremo - Guy Amado<br />9. É No Meu Olho Que O Mundo Diminui - Orlando Maneschy<br />10. Divinação Xamânica como Processo Criativo: Arte e Terapia Ritual no Alto Xingu - Aristóteles Barcelos Neto<br />11. Pensando com Danto - José Bento Ferreira<br />12. Entrevista - Moacir dos Anjos<br />13. Entrevista - Paulo Sérgio Duarte<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25055&more=1&c=1&pb=1">Mais informações &gt;</a><br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25055&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"><br /></span></a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T10:11:03+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>seminário O Brasil como Enigma</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
Seminário O Brasil como Enigma, uma apresentação<br /><br />O Brasil como Enigma propõe-se fazer um levantamento das questões realmente pertinentes para a integração soberana do país no processo hoje chamado de “globalização”. Sem definir de antemão um receituário, parte-se do pressuposto de que esse processo deve ter como prioridade a idéia de “felicidade geral da nação” projetada para o tempo de uma geração, bem como de que a lógica dos mercados pode e deve ser passível de controle político orientado por objetivos sociais.<br /><br />A globalização é aqui entendida como nova etapa – no sentido de obedecer a um novo padrão de combinação de permanências e mudanças - de ordenamento planetário da diversidade humana. Essa postulação envolve uma série enorme de questões importantes, dentre as quais a de que vivemos um período de crise sistêmica caracterizada pela rápida perda de eficiência e eficácia dos instrumentos de reiteração da vida em sociedade.<br /><br />Mas a crise não se apresenta de modo uniforme: ela se revela nas multiformes inadequações traduzidas em tensões e conflitos – e nos conseqüentes projetos de superação delas – no âmbito das formações sociais existentes, pelo que se pode dizer que a crise é una e múltipla ao mesmo tempo.<br /><br />Assim, a inserção brasileira no processo de globalização pode ser pensada simultaneamente como enfrentamento da crise global em esfera nacional, e como resposta nacional para a definição de alternativas para a crise global. Dito de outra forma, a idéia é inverter a ordem dos fatores, tentando escapar da mesmice das abordagens que têm pautado as discussões. Em vez de pautar a projeção de alternativas para a superação das patologias nacionais geradas pelas tendências “objetivas” da globalização tomadas como determinações absolutas, é preciso partir de um esboço de “felicidade nacional bruta” a ser alcançada no prazo de uma geração, e subordinar-lhe a prospecção da integração brasileira no novo ordenamento da diversidade humana chamada de globalização.<br /><br />Qual o poder da reflexão teórica diante desse quadro? Uma das características de períodos de crise sistêmica é a extraordinária fluidez dos conceitos relativos à organização da vida social. Significados são subvertidos, conceitos angulares são subsumidos por força do acelerado das transformações. Diante disso, a atitude mais cômoda seria adotar sínteses apressadas relativas às estruturas que enquadram a vida em sociedade (Estado, nação, classes, mercado, etc) e aos processos mediante os quais se realizam como praxis humana (acumulação, globalização, dominação, etc), e também quanto às representações que os tornam imediatamente perceptíveis. Portanto, trata-se de reconhecer que a crise impõe um enorme esforço investigativo para restaurar sua instrumentalidade prática hoje questionada pela emergência de novas estruturas e processos que escapam ao arcabouço teórico constituído. A teoria nasce das imposições da realidade. Ela se renova por força das exigências dela, ou se esgota quando é incapaz de dar respostas às novas exigências que ela lhe apresenta.<br /><br />Por <span style="font-weight: bold;">István Jancsó</span>, diretor do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T10:02:59+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Ciclo de Debates </title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>O Esquecimento da Política - Cultura e Pensamento em Tempos de Incerteza<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><br /></span>O Ciclo, organizado pelo Professor Adauto Novaes,terá início ni dia 16 de abril de 2007, e discutirá temas relacionados à Política, à Sociedade e à  Religião. Confira a Programação:<span style="font-weight: bold;"><br /><br />MORALIDADE COMO POLÍTICA</span><br />Franklin Leopoldo e Silva  -  16 ABR / SEG<br /><br /><span style="font-weight: bold;">POR QUE REPÚBLICA?</span><br />Marcelo Jasmin   -  17 ABR / Terça<br /><br /><span style="font-weight: bold;">O ESQUECIMENTO DESDE A TRADIÇÃO</span><br />Renato Lessa   -   8 ABR / Quarta<br /><br /><span style="font-weight: bold;">UMA SOCIEDADE SEM VIRTUDES?</span><br />Newton Bignotto   -  19 ABR / Quinta<br /><br /><span style="font-weight: bold;">RELIGIÃO - FORMA DE ESQUECIMENTO DA POLÍTICA?</span><br />Sergio Paulo Rouanet   -   20 ABR / Sexta<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Local: <br /><br />abertura 16 de abril - </span>SALÃO NOBRE DA REITORIA DA UFBA, Rua Augusto Viana s/n. Canela, Salvador/Ba.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">17 a 20 de abril</span> - ANFITEATRO ALFREDO BRITTO - FACULDADE DE MEDICINA DA BAHIA UFBA. Pça. XV de novembro s/n . Terreiro de Jesus, salvador/Ba.<br /><br />Sempre as 19:00 hs.<br /><br />Mais informações através dos tels. 71-3232-7823 e 71-3362-9902 e pelo e-mail faseccultural@yahoo.com.br<br /><br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Voltar a Notícias</span></a><br /><br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T09:04:28+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Lançamento Nacional do programa Cultura e Pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Cerimônia de Lançamento do Programa<!--more-->
Acontece em Salvador, no dia 16 de abril, a Cerimônia de Lançamento Nacional do Programa Cultura e Pensamento 2007, com as presenças do Ministro de Estado da Cultura Gilberto Gil e do Ministro de Estado da educação Fernando Haddad. Na ocasião, o Programa abre editais para
o patrocínio de projetos de debates presenciais, em publicações impressas ou em
mídias eletrônicas online.

<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Local do evento:</span>


<p class="MsoNormal">Salão Nobre do Palácio da Reitoria da Universidade Federal
da Bahia, situado <span style=""></span>a Rua
Augusto Viana, s/n, Canela, Salvador, Bahia.</p><p class="MsoNormal"><span style="font-weight: bold;">Em 16 de abril de 2007, às 19:00 hs.</span></p>

Inicia-se também, com o evento, o Ciclo de Debates &quot;O Esquecimento da Política - Cultura e Pensamento em Tempos de Incerteza&quot;, organizado pelo Professor Adauto Novaes. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25049&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">saiba mais sobre o Ciclo.</span><br /></a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Voltar a Notícias</span></a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/conviite%202007_1176208917.jpg">Convite para o evento:</a><br /></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/conviite%202007_1176208917.jpg"><br /></a><p /><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/conviite%202007_1176208917.jpg" /></p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-07T08:36:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>temática de livre escolha </title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div>Orientações básicas <!--more-->
<br /><div style="text-align: justify;">Em 2007, o Programa Cultura e Pensamento abre a possibilidade para que sejam propostos projetos de debates a partir de uma temática de livre escolha.<br /> <br />A temática escolhida pelos proponentes, deve ser descrita e intitulada no Formulário de Inscrição On-line (tela Debate Proposto).<br /><br />O Programa Cultura e Pensamento tem por objetivo incentivar e apoiar o debate crítico de temas relevantes da agenda contemporânea.<br /><br />A temática proposta no projeto e a forma de sua abordagem será submetida aos mesmos critérios de avaliação referentes a abordagem da linha temática constante do <span style="font-weight: bold;">item 5.3.1 do Regulamento</span>, como por exemplo: relevância e atualidade da abordagem da temática, definindo um campo de estudos e preocupações contemporâneos; pertinência do corte proposto; contextualização histórica; multi e interdisciplinaridade favorecidas pelo tema (transversal a várias especialidades); abordagem ampla e plural; possibilitando dimensões locais, regionais, nacionais e internacionais; exemplaridade; e originalidade da abordagem (por exemplo, no caso de ser um tema já um tanto revisitado).<br /><br />Sugere-se, antes de optar pela proposição de um projeto com discussões em torno de uma ”temática de livre escolha“, que o proponente analise as três linhas temáticas já sugeridas no Programa Cultura e Pensamento, e avalie se sua proposta temática não faz parte do contexto abrangido por elas. Lembramos que na Seleção Pública de Projetos Editoriais de Debates em Periódicos Impressos, conforme especificado no <span style="font-weight: bold;">item 3.3</span>, não poderão ser escolhidos e patrocinados mais do que 02 (dois) projetos de temática de livre escolha.<br /><br /><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25009&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></p><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T11:15:42+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Linha Temática</title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div>Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade. <!--more-->
<br />A chamada &quot;indústria cultural&quot; se tornou cada vez mais central à reprodução do capitalismo. Mais contemporaneamente, a expressão &quot;indústrias criativas&quot; busca delinear, no espaço econômico, um novo lugar de produção de valor, no qual o trabalho estético, artístico e cultural possa ser incorporado ao sistema produtivo, em modos complexos de agregação de valor. Talvez seja possível situar aí uma esfera de convergência, na qual se combinaria a lógica geral da reprodução capitalista contemporânea, com grande ênfase nos negócios financeiros/especulativos e no design/marketing, às dinâmicas cooperativas e colaborativas inscritas nos genes das novas formas de trabalho imaterial.<br /><br />Para além do capital simbólico das negociações de prestígio intra-elites, a cultura se mostrou, em muitos casos, uma possibilidade de geração de renda e de busca por sustentabilidade para algumas populações. Mas se transformou também, nos casos menos interessantes, num componente associado a marcas empresariais em campanhas de imagens publicitárias. O nível crescente de atividade econômica nesse setor de “negócios” gerou novos agentes, que têm cada vez mais peso e que, por sua vez, acabam por organizar uma complexa cadeia de produção, que precisa ser considerada. Essa “cadeia produtiva”, se não for racionalizada dentro de marcos de regulação, tenderá, muito provavelmente, a se sobrepor à atividade “criativa”, gerando um padrão de remuneração descompensado e precarizando as relações de trabalho, com prejuízo para os agentes mais fracos nesse sistema de produção.<br /><br />Mencione-se ainda o novo impacto que os objetos de arte e suas formas ou suportes inovadores produzem sobre a esfera de produção/consumo, cada vez mais imbricadas. Tal impacto está muito além de uma contaminação estilística ou comportamental, como acontecia noutros tempos da &quot;indústria cultural&quot;. A arte se torna, em muitos casos, um lugar de prospecção, para o qual se voltam olhares empreendedores, sondando novos modos de praticar a simbolização e de construir a sensibilidade, que podem ser decisivos para suas campanhas de comunicação e para o desenho (design) de produtos comerciais. Vivemos numa sociedade onde o “conceito” é o objeto de fruição por excelência nas esferas de consumo de alto padrão, das roupas e do mobiliário aos automóveis e produtos de supermercado.<br /><br />À vista desse estado de coisas, cabe pergunta até onde irá esse estreitamento da vida simbólica, no qual cada agente consumidor também é, impositivamente, agente produtor, desde o sistema selfservice até a interatividade? Que economias e alternativas são possíveis nos termos dos novos paradigmas de geração de “conteúdos culturais” depois da introdução de dispositivos comunicacionais como &quot;celular/câmera e TV digital&quot;, ou &quot;mp3/banco de dados sonoros e imagéticos/dj programável&quot;? Como esse estado atual pode gerar uma quantidade sustentável de negócios e redefinir a espacialidade de consumo cultural na cidade contemporânea? Poderão eles ser os propiciadores de práticas simbólicas e estéticas inovadoras, que se projetarão sobre essa mesma esfera de práticas sociais e passarão a definir seus desdobramentos futuros e suas novas convergências? Será que algumas dessas práticas serão capazes de refletir criticamente sobre a situação na qual vivemos? Essas novas formas de expressão e difusão, que desarticulam e recriam formas rentáveis de empreendimento e comércio, operando com os objetos culturais para além de padrões consolidados de circulação econômica e social, poderão refundar afirmativamente nossas noções de cultura e civilização?<br /><br /><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25009&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T11:14:34+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Linha Temática</title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div>Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura.<!--more-->
<br />Os dias atuais são marcados pela enorme complexificação das relações espaço–tempo, num contexto de mobilidade e de flexibilidade das práticas sociais, das relações de trabalho, das formas de instituição de direitos e exercício da cidadania e da subjetivação. Essa situação de crise e dissolução dos agentes tradicionais, de proliferação de formas ampliadas de sociabilidade e de recuperação de dinâmicas comunitárias de pertencimento, arcaicas à luz de uma visão progressista, produz a coexistência de modos de vida e de organização simbólica extemporâneos. Se esse processo pode se mostrar caótico ou irracional, pode também apontar como possibilidade a recuperação das memórias de povos e grupos sociais, fazendo vir à superfície sedimentos de práticas humanas que se encontravam encobertos. Dentro das inumeráveis circunstâncias psicoespaciais que fragmentaram a subjetividade e os seus modos de identificação, qual será o lugar da cultura na construção da Identidade? Haverá uma identidade que, superando os marcos nacionais, possibilite descobrirmo-nos como uma geração de “sujeitos globais”? <br /><br />Cabe observar, nesse quadro, o crescimento desenfreado tanto das metrópoles como das periferias. O processo de volatilização dos espaços faz-se de tal modo dominante que é difícil delimitar essas espacialidades duais; é como se a periferia tivesse passado a ocupar a centralidade do processo de desenvolvimento urbano - o que era exceção passou a ser regra. Tais fenômenos de ocupação do solo dissolveram a possibilidade de urbanização sustentável e instauraram um regime de ocupação precária, que favorece tanto a especulação imobiliária quanto um estado de violência e de exceção, que ameaça as instituições civis e minimiza o espaço público, privando e marginalizando populações. Mas há também, nesse processo, um horizonte de abertura cultural e de quebra de padrões dominantes, que pode fazer surgir, em meio ao desordenamento, novas culturas, tão vitais quanto as outras. Haverá uma superação das guetificações, dos regimes de exclusão étnica, sociocomportamental e sexual, ou estaremos definitivamente enclausurados pelos mecanismos de tolerância politicamente corretos?<br /><br /> Outro desafio é estabelecer os mapas de fluxos, descrever as novas ondas migratórias, os processos atuais de circulação de pessoas, bens e serviços num mundo que ampliou os seus sistemas de trocas. Essa nova geografia deve levar em conta também as áreas de exclusão, os territórios militarizados, onde o estado de direito foi enfraquecido ou abolido; ou os novos guetos e modos de exílio, que geram regimes de cidadania precária, sob a tutela do Estado policial. Muros, cercas e barreiras também são outras tantas formas de contradizer essa idéia de unificação global, são limites erguidos para isolar populações e conter os deslocamentos em busca de sobrevivência. Mencione-se ainda a<br />desterritorialização de indivíduos, comunidades e etnias, que intensifica as cisões e os conflitos identitários, num sistema ampliado de precarização da subjetividade e de extensão das lógicas dos “conflitos”. Estamos diante de uma situação paradoxal, na qual o processo de generalização dos direitos humanos, no contexto dos regimes laicos e democráticos, acabou por acentuar diferenças étnicas e religiosas. Hoje, a constante multiplicação de perspectivas éticas, culturais ou estéticas faz proliferarem visões e relativismos. Todos esses processos são parte importante da compreensão do fenômeno contemporâneo, que condiciona e impõe limites aos projetos de globalização, colocando em xeque também as próprias idéias de governança mundial, de organismos internacionais e instâncias jurídicas multilaterais. <br /><br />Abordar esse contexto a partir de uma perspectiva histórica, genealógica ou arqueológica, em busca de desdobramentos até o presente, é algo que parece fundamental para o entendimento das lógicas e razões que conduzem à proliferação de culturas e identidades e à diversificação de populações e territórios, no interior tanto das cidades ou regiões quanto dos países. Assim, é possível que, em meio à desagregação, divisemos coordenadas que estejam a formar novos domínios geopolíticos, ou mesmo a causar a intensificação das atuais guerras. O acirramento de conflitos sociais e a desestabilização que questiona a democracia talvez possam apontar para a constituição de novos agentes, ou para a recuperação de modos de vida alternativos. Vemos a mobilização de uma opinião pública que se mundializa e que dá voz a uma multidão, formada por indivíduos que agem politicamente em microesferas, descentralizando e capilarizando os embates. <br /><br />Cabe indagar: até que ponto ainda é possível esperar o surgimento de relações mais abertas com outras culturas, seus territórios simbólicos e imaginários? Quais os horizontes que se abrem com a recomposição de projetos nacionais, de sentimentos de pertencimento local, que dão atualidade à idéia de Estado-nação?<br /><br /><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25009&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></p>
 
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T11:13:29+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Linha temática</title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div>Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de emancipação, propriedade, poder e controle;<!--more-->
<br />Os novos padrões tecnológicos tornaram-se, nas últimas décadas, vetores de desestabilização e de reposicionamento das instituições tradicionais em vários âmbitos das relações humanas. A propagação dos dispositivos digitais, a convergência de mídias, os mapeamentos genéticos que nos transformaram em sistemas altamente manipuláveis levam a uma série de situações culturais e políticas novas, que têm ainda de se haver com um cenário internacional de instabilidade e conflitos. <br /><br />Redimensionar esses novos campos, em que outros ideais políticos e inovadoras formas jurídicas interagem com o tecido das atuais relações sociais, redesenhando os espaços públicos e suas potencialidades emancipatórias, é tarefa do pensamento que se ocupa da contemporaneidade. Há um conjunto de formas modernas de estabelecimento de valor que estão sendo postas em questão ou repensadas sob o signo dessa atualidade, muitas vezes de modo ameaçador. Entre elas, a democracia, como valor político e cultural, e o estado de direito, como forma de organização e representação político-social. Mas também foram abaladas estruturas de legitimação que sustentavam o controle da violência por instituições de promoção da segurança, a perspectiva de realização da liberdade e da igualdade pela sociedade de consumo, os modos de internalização subjetiva da normatividade pública.<br /><br />Há também as cidades e seus padrões de desenvolvimento urbano, que se redefinem como estabelecimento político e como lugar de realização do desenvolvimento técnico. Acrescentem-se as formas de trabalho e de produção; a economia e a circulação de pessoas, afetos, bens e serviços. As novas potências do trabalho, com sua produtividade elevada pelas ferramentas e instrumentos em software, geraram a imaterialidade da dimensão reprodutiva da sociedade e fizeram emergir agentes dinâmicos que, com seu modo de consumo, podem capturar a cultura e torná-la um componente a mais no marketing corporativo dos empreendimentos. Estes fixam os pontos de referência territoriais da cidade gentrificada. Com o novo padrão de TV digital que está a surgir, no qual se estreita a distância entre publicidade e consumo, fazendo convergir o ambiente privado da sala de estar com o espaço comercialmente público dos shopping centers, estabelece-se uma rede de negócios de conteúdos virtuais, altamente manuseáveis pelo sistema interativo de compras e serviços através de equipamentos domésticos e portáteis. Será que essa espacialidade etérea de trocas virtuais, impulsionadoras de uma enorme economia financeira que centraliza o sistema, movida a operações de cartão de crédito em transações eletrônicas, acabará por colocar em xeque o lugar econômico da cidade historicamente formada? <br /><br />Há outros fenômenos que se estendem aos ecossistemas e aos meios vitais, como a ampliação de certa racionalidade que se fez no domínio da natureza e que, hoje, potencializada pela tecnociência, conduz a uma artificialização desenfreada das culturas agrícolas e alimentares, desenvolvendo organismos geneticamente modificados e sementes pré-programadas em seus ciclos reprodutivos. Uma situação que chega ao seu ápice na busca pelo aperfeiçoamento corporal sem limites e por padrões de beleza que submetem o corpo aos desígnios da indústria farmacêutica e dos tratamentos estéticos invasivos, objetos de pesquisa para que, no futuro, sejam realizados também por engenharia genética. Não obstante surgem também contrapartidas, que destacam as necessidades de sustentabilidade e de preservação ambiental, de novas relações culturais com o alimento, de incorporação de saberes milenares e de defesa dos seus detentores tradicionais na pesquisa, manipulação e comercialização de organismos e seus princípios ativos. <br /><br />No contexto dessa alteração tecnológica dos modos de vida, mais do que tudo são as noções de “vida” e de “existência” que estão sendo postas em jogo. Isso solicita que algumas das instituições de valor sejam revisitadas, revistas e, ainda uma vez, adequando-se os acúmulos críticos de nossa civilização aos novos parâmetros e paradigmas; ou mesmo produzindo-se rupturas e repondo-se princípios éticos e culturais que estejam ameaçados. A separação que vem se consolidando entre tecnociência e ciências humanistas no interior das universidades e instituições de pesquisa, apartando o campo da abordagem ética do da abordagem científica, como se fossem oponentes num conflito que se instaura no domínio do saber e do conhecimento – uma guerra entre duas facções –, é algo que carece de reflexão mais atenta. <br /><br />Apreender esse fenômeno, que vai do campo tecnológico e sua dimensão instrumental e funcional ao surgimento de noções como a de biopolítica e modos sociais de enfrentamento político, é algo que se reveste da maior importância, tanto quanto compreender situações novas, decorrentes da difusão de meios digitais e redes de comunicação, que virtualizam o plano real da vida. Considerar a técnica como a dimensão mediadora das relações entre os homens, e deles com a natureza, é algo que deve conduzir a a um tratamento efetivamente político do debate. É isso que nos possibilita avaliar melhor os padrões contemporâneos organizados em torno da tecnologia, sua potência de dominação dos processos vitais e de controle da sociedade, seus diversos modos de apropriação, propriedade e organização econômica, bem como as potencialidades emancipatórias que são geradas por meio de novas culturas.<br /><br /><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25009&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></p>
 
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T11:12:05+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Inscrições estão abertas</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>inscrições estão abertas até o dia 15 de junho de 2007.<!--more-->
Estarão abertas, a partir de 16 de abril de 2007, as inscrições<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25013&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span></a> para as Seleções Públicas do Programa CULTURA E PENSAMENTO. Serão realizadas diversas oficinas pelo país para orientar a elaboração de projetos.<br /><br />As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de junho de 2007. Para maiores informações, <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/programa/index.php?p=24927&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">fale conosco.</span></a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/programa/index.php?p=24861&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Informe-se e conheça o Programa.</span></a><br /><br />Consulte a nossa <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=25033&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">Agenda</span></a> para informações sobre nossos eventos, oficinas e ações. <br /><br /><br /><br /><br style="color: rgb(153, 102, 0);" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25031&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="color: rgb(153, 102, 0);">voltar para Notícias</span></font></a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T10:18:59+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Mailing - Cadastro</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Cadastre-se no mailing do Programa CULTURA E PENSAMENTO<!--more-->
Para cadastrar-se no mailing de CULTURA E PENSAMENTO, e receber informações atualizadas sobre o programa e suas ações, escreva para:<br /><br style="color: rgb(0, 102, 204);" /><a style="color: rgb(0, 51, 153);" href="mailto:info@culturaepensamento.com.br">info@culturaepensamento.com.br</a><br /><br />no campo &quot;Assunto&quot; da sua mensagem, especifique: &quot;<span style="font-weight: bold;">Cadastro, Mailing</span>&quot;.<br /><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T08:22:17+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Agenda cultura e pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Agenda</category><content:encoded><![CDATA[<div>  <!--more--><span style="font-weight: bold;"><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /><span style="font-weight: bold;"> </span>ENCONTRO NACIONAL DE REVISTAS CULTURAIS INDEPENDENTES</span> <br />De 5 a 7 de novembro de 2008. Em São Paulo, SP.<br /><br />Debates e conferências acerca da pertinência da produção de revistas culturais independentes. No SESC Avenida Paulista. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31618&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais.</span><br /></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> MUTAÇÕES: A CONDIÇÃO HUMANA<br />Entre 1 de setembro e 17 de outubro de 2008<br /></span><span style="font-weight: bold;"></span><br />
O ciclo de conferências <span style="font-weight: bold;">Mutações - a condição humana</span>, de curadoria de Adauto Novaes, será realizado entre 1 de setembro e 17 de outubro no <span style="font-weight: bold;">Rio de Janeiro</span> e também em <span style="font-weight: bold;">Belo Horizonte, São Paulo e Brasília</span>. <br /><br />Com <span style="font-weight: bold;">TRANSMISSÃO AO VIVO</span> pela internet.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31582&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais &gt;&gt;</span></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> <span style="color: rgb(153, 51, 0);">RECIFE - PE</span><br />De 30 de junho a 10 de julho de 2008<br /></span><br />Itinerância do ciclo de conferências <span style="font-weight: bold;">Mutações: novas configurações do mundo</span>, no<span style="font-weight: bold;"> </span>Memorial de Medicina de Pernambuco.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31560&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais &gt;&gt;</span></a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"> </span><span style="font-weight: bold;"><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><span style="color: rgb(153, 51, 0);">Seminário “</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 0);">Cildo Meireles. Tempos e espaços: estética como ética/ ética como estética</span><span style="color: rgb(153, 51, 0);">”</span><br /><span style="font-weight: bold;">A partir de 7 de junho</span>, em São Paulo, Brumadinho (MG) e Brasília.<br /><br />Teóricos de diversas áreas discutirão a produção de Cildo Meireles e, a partir dela, questões
urgentes no contexto atual da globalização.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31556&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais</span></a> e confira a <span style="font-weight: bold;">Programação completa</span>.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"> SÃO PAULO / SP<br /></span></span><span style="font-weight: bold;">Dia 9 maio de 2008<br /><br /></span>Lançamento das revistas apoiadas pelo Cultura e Pensamento 2007, com o debate <span style="font-style: italic;">Adeus à MPB?</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span>O evento, <span style="font-weight: bold;">com entrada franca</span>, acontece dia <span style="font-weight: bold;">09 de maio</span> (sexta-feira), às 20h, no Centro Universitário Maria Antonia, em São Paulo (R. Maria Antonia, 294 – Vila Buarque – São Paulo).<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31530&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais &gt;&gt;</span></a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">BRASÍLIA / DF<br /></span></span><span style="font-weight: bold;">Dia 26 de fevereiro de 2008<br /><br />Lançamento da terceira edição da REVISTA CULTURA E PENSAMENTO.<br /><br /></span>Às 20h, no ECCO – Espaço Cultural Contemporâneo (SCN, Q3, Bl
C, Lj 5 – Brasília - entre as concessionárias Jorlan e Citröen),
durante a <a href="http://www.fotoartebrasilia.com.br/site2007/pt/">FOTO ARTE 2007</a>.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31464&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais</span></a> sobre a terceira edição. A distribuição é gratuita.<br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br /><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">SALVADOR / BA<br /></span>Dia 24 de janeiro, 19h, no MAM</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br />Marcelo Rezende, Daniel Hora, Ricardo Basbaum e Vauluízo Bezerra debatem arte, política e sociedade num encontro sobre a produção contemporânea de arte no Brasil. Na ocasião será lançada a <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=31400&more=1&c=1&pb=1">segunda edição da Revista Cultura e Pensamento.</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span></span><span style="font-weight: bold;"><br /><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">BRASÍLIA   <span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span>   </span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">De 6 a 9 de dezembro<br />    RECIFE  </span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">l</span></span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">    De 11 a 15 de dezembro<br /><br /></span></span><span style="font-weight: bold;"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">A SAGA DA MÚSICA DE CONCERTO NO BRASIL DE HOJE E NA AMÉRICA LATINA</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">Ciclo de debates</span> discutirá os novos caminhos do mercado da música erudita, com <span style="font-weight: bold;">TRANSMISSÃO AO VIVO</span> pela internet.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29269&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais &gt;&gt;</span></a><br /></div><span style="font-weight: bold;"><br /><br /><br /><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">De 26 a 29 de novembro</span></span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">DEBATES EM PERIÓDICOS ONLINE</span></span><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">REPRESENTAÇÃO IMAGÉTICA DAS AFRICANIDADES NO BRASIL</span><br /><br />Debates na revista eletrônica <span style="font-weight: bold;">Studium</span> sobre  patrimônio cultural de origem africana.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29749&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;&gt;</a><br /><br /><br /></span></div><span style="font-weight: bold;"><br /><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">De 12 a 21 de novembro<br />FORTALEZA / CE<br /></span></span><span style="font-weight: bold;"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRÁTICAS E IDÉIAS</span><br /><br />Segunda etapa do ciclo de debates sobre acesso a cultura,  com transmissão ao vivo pela internet.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais &gt;&gt;</span></a><br /></div><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><br /><br /><br /></span></span><span style="font-weight: bold;"><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">12, 13 e 14 de novembro</span></span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">SALVADOR / BA<br /><br /></span></span><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">FÓRUM INTERNACIONAL: MÍDIA, PODER E DEMOCRACIA</span><br style="font-weight: bold;" /></div><br /><div style="margin-left: 40px;">O Forum reúne em Salvador pesquisadores brasileiros  e estrangeiros, profissionais,
representantes do governo, organizações da sociedade civil do Brasil,
América Latina e Europa. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Os debates serão transmitidos ao vivo pela internet.</span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=30963&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;&gt;</a></span><br style="font-weight: bold;" /></div><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><br /></span></span><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" /> </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">7 a 10 de novembro</span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><br />NATAL / RN <span style="color: rgb(0, 0, 0);"><br /></span><br /></span></span><div style="margin-left: 40px;">Seminário:<br /></div><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">ALÉM DAS REDES DE COLABORAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURAL E AS TECNOLOGIAS DO PODER<br /><br /></span>Segunda etapa do ciclo de debates que abordam biopolítica, cibercultura e diversidade cultural, <span style="font-weight: bold;">com transmissão ao vivo pela internet e possibilidade de interação via chat.<br /></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29753&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Saiba mais &gt;&gt;</span></a><br /></div><blockquote><span style="font-weight: bold;"></span></blockquote><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"><img style="width: 16px; height: 16px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" />  </span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">26 de outubro </span></span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">RIO DE JANEIRO<br /><br /></span></span><br /><div style="margin-left: 40px;">Tem início a série de lançamentos da edição nº 9 da revista <b>Global</b> , que discute padrões contemporâneros da sociedade. <br /><br />A revista terá distribuição gratuita nas cidades do <b>Rio de Janeiro</b>, de <b>São Paulo</b>, de <b>Salvador, </b>e também em <b>Belém</b> e em <b>Porto Alegre.</b>
Haverá uma série de lançamentos que mobilizam as várias redes
(universitários, pré-vestibulandos, artistas, etc.) que militam na
Universidade Nômade.<br /><br /><b><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=30610&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais &gt;&gt;</a></b><br /></div><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><span style="font-weight: bold;">Conheça todos os Debates do Cultura e Pensamento 2007 que serão realizados até dezembro. São quatro debates presenciais,  quatro debates em mídias online e quatro debates em periódicos impressos. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui &gt;</a></span><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 51, 0);"></span><span style="font-weight: bold;"></span><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25021&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T08:19:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Notícias</title>
<link/>
<author/>
<category>Notícias</category><content:encoded><![CDATA[<div>Índice de Notícias<!--more-->
<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25035&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=25033&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 102, 0);"></span></span></a><span style="color: rgb(153, 102, 0);"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=25033&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"> </span></a><span style="font-weight: bold;">07/05/2007<br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25021&more=1&c=1&pb=1">Confira as informações sobre as Oficinas de Orientação ao Proponente, que serão realizadas em várias capitais do país.</a><br />______________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">06/04/2007</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25037&more=1&c=1&pb=1" style="color: rgb(153, 102, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Programa Cultura e Pensamento - Inscrições abertas até o dia 15 de junho de 2007. </span><span style="color: rgb(153, 102, 0);">&gt;&gt;&gt;</span></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25047&more=1&c=1&pb=1"><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Lançamento Nacional do Programa em Salvador, dia 16 de abril de 2007. <span style="color: rgb(153, 102, 0);">&gt;&gt;&gt;</span></span></a><br /><span style="text-decoration: underline;"></span>______________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">06/03/2007</span><br /><a style="color: rgb(0, 0, 0);" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24949&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">mais dois artigos estão disponíveis no Painel: Sheila Schvarzman recupera o contexto histórico do cinema paulistano nos anos 20 e Angela Prysthon comenta o descentramento cultural das periferias.</span> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">&gt;&gt;&gt;</span></a><br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span>______________<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">23/02/2007</span><br /><a style="color: rgb(153, 102, 0);" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25091&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Conheça o Dossiê Economia da Cultura, Cinema e Sociedade publicado pela Revista Eptic Online (UFS). <span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">&gt;&gt;&gt;</span></span></a><a style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25091&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><span style="text-decoration: underline;">                    </span>______________<br /><span style="text-decoration: underline;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">01/02/2007</span><br /><a style="color: rgb(0, 0, 0);" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25107&more=1&c=1&pb=1">Organização Colaborativa da Produção e do Conhecimento<br />- a cultura das redes de informação compartilhada (Recife - 2007)</a><a style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25107&more=1&c=1&pb=1"> <span style="color: rgb(153, 102, 0);">&gt;&gt;&gt;</span></a><br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span>_______________<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">28/12/2006</span><br style="color: rgb(0, 0, 0);" /><a style="color: rgb(0, 0, 0);" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25055&more=1&c=1&pb=1">Conheça a Revista Número <span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 102, 0);">&gt;&gt;&gt;</span></span></a><br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span>_______________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">21/10/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25165&more=1&c=1&pb=1" style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Debates abordando os temas 'Estado-nação' e 'Populações e territórios' têm início essa semana</span> <span style="color: rgb(153, 102, 0);">&gt;&gt;&gt;</span></a><br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span>_______________<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">06/10/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25207&more=1&c=1&pb=1">Conferências do ciclo 'O esquecimento da política' disponívies em MP3 <span style="color: rgb(153, 102, 0);">&gt;&gt;&gt;</span></a><br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span>_______________<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">15/09/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25179&more=1&c=1&pb=1">Programa divulga lista de projetos selecionados</a><br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span>_______________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">18/08/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24949&more=1&c=1&pb=1">Textos de Cildo Meireles, Jean-Michel Frodon e João Sayad</a><br /><span style="text-decoration: underline;">                    </span>_______________<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">15/08/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25217&more=1&c=1&pb=1">Programa divulga lista de projetos concorrentes</a><br />_______________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">24/07/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25193&more=1&c=1&pb=1">Debate sobre as Linhas Temáticas em Salvador</a><br />_______________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">19/07/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25213&more=1&c=1&pb=1">Orientação ao proponente via videoconferência para Natal, Fortaleza, São Luiz, Recife e Salvador<br /></a><br /><span style="font-weight: bold;">15/07/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25221&more=1&c=1&pb=1">Programa é lançado em Salvador, Brasília, Recife, Cuiabá e Rio de Janeiro</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">08/07/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25219&more=1&c=1&pb=1">Programa é lançado em Florianópolis, Porto Alegre e Belém</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">04/07/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25189&more=1&c=1&pb=1">Sesc Santana abriga lançamento do Programa em São Paulo</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">03/07/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25183&more=1&c=1&pb=1">Lançamentos regionais do programa promovem debates e oficinas. Confira a programação<br /></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">05/06/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25308&more=1&c=1&pb=1">Retificação regulamentar AMPLIA as possibilidades de participação no Programa</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">17/05/2006</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=25302&more=1&c=1&pb=1">CULTURA E PENSAMENTO é lançado em SP</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T08:18:23+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Pontos de rede</title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div>INSTITUIÇÕES que participam DA REDE CULTURA E PENSAMENTO
<!--more-->
<p><br /></p><p>Aos interessados em acompanhar os debates do Programa Cultura e
Pensamento, transmitidos para os PONTOS DE REDE, é recomendado entrar
em contato com um PONTO de sua localidade e buscar informações sobre a
programação.<br /></p><br />Clique no seu Estado para conhecer os Pontos de Rede cadastrados:<br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />REGIÃO CENTRO-OESTE</span><span style="font-weight: bold;"> <br /><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#01">Distrito Federal </a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#02">Goiás                                                 </a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#03">Mato Grosso </a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#04">Mato Grosso do Sul</a></p><p><br /></p><span style="font-weight: bold;">REGIÃO NORDESTE<br /><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#05">Alagoas</a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#06">Bahia</a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#07"> </a><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#07">Ceará</a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#08">Paraíba</a><span style="text-decoration: underline; font-weight: bold;"></span><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#09">Pernambuco</a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#10">Piauí</a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#11">Rio Grande do Norte</a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#12">Sergipe</a></p><p><br /></p><span style="font-weight: bold;">REGIÃO NORTE<br /><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#13">Acre</a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#14">Amazonas</a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#15">Pará</a></p><p style="font-weight: bold;"><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#xx">Rondônia</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#16">Roraima</a><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#17">Tocantins</a></p><p><br /></p><span style="font-weight: bold;">REGIÃO SUDESTE<br /><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#18">Minas Gerais</a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#19">Rio de Janeiro</a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#20">São Paulo</a></p><p><br /></p><span style="font-weight: bold;">REGIÃO SUL<br /><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#21">Paraná</a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#22">Rio Grande do Sul</a><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 9px; height: 9px; font-weight: bold;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1#23">Santa Catarina</a><br /></p><span style="font-weight: bold;"><br /><br /></span><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">REGIÃO CENTRO-OESTE<br /><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="01"></a>Distrito Federal</span></p><p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><div style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.unb.br/"><p style="font-weight: bold;">Universidade de Brasília (UNB)</p></a></div><a href="http://www.unb.br/"><p><br /></p></a><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="02"></a>Goiás</span></p><span style="font-weight: bold;"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufg.br/page.php">Universidade Federal de Goiás (UFG)</a><br /></div><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="03"></a>Mato Grosso <br /></span></p><p style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufmt.br/">Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)</a><br /></div><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="04"></a>Mato Grosso do Sul</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uems.br/portal/">Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.magsul-ms.com.br/pos.htm">Faculdade de Educação Ciências e Letras de Ponta Porã</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufms.br/">Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufgd.edu.br/">Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)</a><br style="font-weight: bold;" /></div><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br />REGIÃO NORDESTE</span><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="05"></a>Alagoas</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.fal.br/">FAL - Faculdade de Alagoas</a><br /></div><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="06"></a>Bahia</span></p><br /><div style="margin-left: 40px;">Teatro  Espaço Atuar- Escola Livre de Artes Cênicas<br /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.goethe.de/ins/br/sab/ptindex.htm">Goethe-Institut   -   ICBA</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.indiosonline.org.br/">THYDEWAS - Índios on-line</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /></div><p style="font-weight: bold; margin-left: 40px;"><a href="http://www.uesb.br/">Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)</a></p><p style="font-weight: bold; margin-left: 40px;"><br /></p><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uesc.br/">Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.unifacs.br/">Universidade Salvador (UNIFACS)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cefetba.br/">Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFET-BA)</a><br style="font-weight: bold;" /></div><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="07"></a>Ceará<br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.urca.br/">Instituto Ecológico  e Cultural Martins Filho - IEC/Universidade Regional do Cariri - URCA/PROEX</a><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.dragaodomar.org.br/index.php">Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura </a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.unifor.br/">Fundação Edson Queiroz / Universidade de Fortaleza (UNIFOR)</a><br /></div>    <br style="font-weight: bold;" /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="08"></a>Paraíba</span></p><br /><div style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.ufpb.br/"><span style="font-weight: bold;">Grupecj- Grupo de Pesquisa sobre o Cotidiano e o Jornalismo - UFPB</span></a><br /></div><p><span style="font-weight: bold;"></span></p><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.zarinha.com.br/?p=centro#">Zarinha Centro de Cultura</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uepb.pb.gov.br/">Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufpb.br/">Universidade Federal da Paraíba (UFPB)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Associação Artístico-Cultural de Cabedelo - AACC</span><br /></div>    <br style="font-weight: bold;" /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="09"></a>Pernambuco</span></p><br /><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cefetpet.br/joomla/index.php">CEFET Petrolina</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /></div><p style="font-weight: bold; margin-left: 40px;"><a href="http://www.cefetpe.br/cefetpe.br/novosite/">Centro Federal de Educação Tecnológica de Pernambuco - CEFET-PE</a><br /></p>    <div style="margin-left: 40px;"><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.asces.com.br/">Associação Caruaruense de Ensino Superior (ASCES)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.facape.br/">Autarquia Educacional do Vale do São Francisco - AEVSF / Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina - FACAPE</a><br /></div>    <br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="10"></a>Piauí</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uespi.br/">Universidade Estadual do Piaui (UESPI)</a><br /></div><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="11"></a>Rio Grande do Norte</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uern.br/">Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)</a><br style="font-weight: bold;" /></div><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="12"></a>Sergipe</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufs.br/">Universidade Federal de Sergipe (UFS)</a><br /></div><br />  <br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />REGIÃO NORTE</span><br /><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="13"></a>Acre</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufac.br/">Universidade Federal do Acre (UFAC)</a><br /></div><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="14"></a>Amazonas</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uea.edu.br/">Universidade do Estado do Amazonas (UEA)</a><br style="font-weight: bold;" /></div><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="15"></a>Pará</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufpa.br/">Universidade Federal do Pará</a><br /></div><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="xx"></a>Rondônia<br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.unir.br/">GEPIAA - Grupo de Pesquisas Interdisciplianres Afro-Amazônicas</a><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span></div><span style="font-weight: bold;"><br /></span><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="16"></a>Roraima</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufrr.br/">Universidade Federal de Roraima (UFRR)</a><br /></div><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="17"></a>Tocantins</span></p><p style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p style="font-weight: bold; margin-left: 40px;"><a href="http://www.unitins.br/">Fundação Universidade do Tocantins</a></p><div style="margin-left: 40px;"><span style="text-decoration: underline; font-weight: bold;"></span><br /><span style="text-decoration: underline; font-weight: bold;"></span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.site.uft.edu.br/">Universidade Federal do Tocantins (UFT)</a><br /></div><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />REGIÃO SUDESTE</span><br /><br /><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">Espírito Santo</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Nhambu Digital: Centro de Inclusão Sócio-Digital<br /><br /></span></div><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="18"></a>Minas Gerais</span></p><p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><div style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.estacaodosaber.art.br/home.php"><span style="font-weight: bold;">Estação do Saber</span></a><br /><br /></div><p><span style="font-weight: bold;"></span></p><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufgd.edu.br/">UFGD - Universidade Federal da Grande Dourados</a><span style="font-weight: bold;"></span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.eafmuz.gov.br/">Escola Agrotécnica Federal de Muzambinho</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cefetrp.edu.br/">Centro Federal de Educação Tecnológica de Rio Pomba - CEFET/RP</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /></div><p style="font-weight: bold; margin-left: 40px;"><a href="http://www.ufop.br/">Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP</a></p><p style="font-weight: bold; margin-left: 40px;"><a href="http://www.ufop.br/"><br /></a></p><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uemg.br/cadastro2/PHP/default.php">Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufmg.br/">Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.metodistademinas.edu.br/home/index.asp">Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.fmtm.br/">Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.efoa.br/">Universidade Federal de Alfenas (UMIFAL-MG)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufsj.edu.br/">Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufmg.br/centrocultural/acontece.htm">Centro Cultural da UFMG</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufu.br/">Fundação Universidade Federal de Uberlândia</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.unimontes.br/">Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES)</a><br /></div><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">Centro de Cultura Lagoa do Nado<br /><br /></span></div><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="19"></a>Rio de Janeiro</span></p><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uss.br/web/page/index.asp">Universidade Severino Sombra - USS</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /></div><p style="font-weight: bold; margin-left: 40px;"><a href="http://www.uenf.br/Uenf/index.html"><span class="q">Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro-UENF</span></a></p><p style="font-weight: bold; margin-left: 40px;"><a href="http://www.uenf.br/Uenf/index.html"><span class="q"></span></a><br /></p><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.epsjv.fiocruz.br/">FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio </a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufrrj.br/">Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uff.br/">Universidade Federal Fluminense (UFF)</a><br style="font-weight: bold;" /></div>        <br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="20"></a>São Paulo</span></p><span style="font-weight: bold;"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.fatecjahu.edu.br/">Faculdade de Tecnologia de Jahu - FATEC-JAHU</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.fatecsbc.edu.br/">FATEC/SB - Faculdade de Tecnologia de São Bernardo do Campo</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.unicamp.br/">UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.fatecriopreto.com.br/asp/">FATEC - São José do Rio Preto</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /></div><p style="font-weight: bold; margin-left: 40px;"><a href="http://www.unisantos.com.br/">UNISANTOS - Universidade Católica de Santos</a></p><p style="font-weight: bold; margin-left: 40px;"><br /></p><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.capitalbrasileiradacultura.org/cbc/?Url=FAQ">Organização Capital Brasileira da Cultura - CBC</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ethosprodutora.com.br/ethos/index.php">Ethos Produtora de Arte e Cultura</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.polis.org.br/">PÓLIS - Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www2.ufscar.br/home/index.php">Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)</a><br /></div>        <br /><span style="font-weight: bold;"><br />REGIÃO SUL</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="21"></a>Paraná</span></p><br style="font-weight: bold;" /><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uepg.br/">Universidade Estadual de Ponta Grossa</a><span style="font-weight: bold;"> </span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /></div><p style="font-weight: bold; margin-left: 40px;"><a href="http://www.felicianas.com.br/">Colégio Nossa Senhora da Assunção (Curitiba)</a></p><p style="font-weight: bold; margin-left: 40px;"><a href="http://www.felicianas.com.br/"><br /></a></p>    <div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.unicentro.br/">Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO)</a><br style="font-weight: bold;" /></div><br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="22"></a>Rio Grande do Sul</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p><div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://rg.atlanticosul.edu.br/">Faculdade Atlântico Sul do Rio Grande</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufrgs.br/ufrgs/">Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.furg.br/">Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uri.br/">Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uri.br/">Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) - Santiago - RS</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uri.br/">Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) - Cerro Largo - RS</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufsm.br/">Universidade Federal de Santa Maria</a><br style="font-weight: bold;" /></div>                        <br /><p><img style="width: 9px; height: 9px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> <a name="23"></a>Santa Catarina</span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span><br /></p>    <div style="margin-left: 40px;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.udesc.br/portal/pagina/principal.php">Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="text-decoration: underline; font-weight: bold;"></span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.uniplac.net/">Universidade do Planalto Catarinense (UNIPLAC)</a><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.ufsc.br/">Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)</a><br /></div>        <br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES EM 2005</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/cultura_e_pensamento/index.php?p=11385&more=1&c=1&pb=1">Universidades e centros culturais que integraram a Rede no ano de 2005</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=26085&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T07:34:46+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Revista Cultura e Pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more--> <br />Clique sobre as imagens para conhecer as respectivas edições e acessar o conteúdo completo no formato .pdf:<br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=31402&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capa%20def_1185379629.jpg" style="width: 136px; height: 163px;" /></a>  N. 01   MAIO  l  JUNHO  2007<br /></p><p><font size="1"><br /></font></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=31400&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 133px; height: 170px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/revista%20capa%20ed2_1197331769.jpg" /></a>  N. 02  OUTUBRO  l  NOVEMBRO  2007</p><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/index.php?p=31464&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/revista3def_1203960054.jpg" style="width: 138px; height: 161px;" /></a> N. 03 DEZEMBRO 2007<br /></p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Revista%20C&P_mai_jun_2007_1185325302.pdf"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"></a></div><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=26085&more=1&c=1&pb=1"></a><div style="text-align: right;"> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
 
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T07:23:48+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Rede Cultura e Pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<br /><span style="text-decoration: underline;"></span>O Programa CULTURA E PENSAMENTO considera fundamental a <span style="font-weight: bold;">difusão de conteúdos</span> e a interação entre os seus participantes. Assim, busca-se o compartilhamento contínuo das reflexões que o Programa articula. Em 2007, o Programa visa a ampliação e consolidação da REDE CULTURA E PENSAMENTO, formada por instituições multiplicadoras e usuários individuais de todo o Brasil, receptoras do conteúdo gerado pelas ações apoiadas pelo Programa, através da <span style="font-weight: bold;">transmissão via internet</span> dos debates presenciais realizados no âmbito do Programa.<br /><br />A transmissão dos debates, ao vivo on demand, pela internet, irá articular as redes nacionais acadêmicas e culturais em torno de si e nelas envolver públicos diversos, simultaneamente. Essa transmissão ao vivo será viabilizada com o suporte técnico da <span style="font-weight: bold;">RNP </span>- Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (<a href="http://www.rnp.br/">www.rnp.br</a>), e o apoio da Secretaria de Ensino Superior do <span style="font-weight: bold;">MEC</span> - Ministério da Educação (<a href="http://portal.mec.gov.br/">www.mec.gov.br</a>), dentre outros parceiros.<br /><br />Todas as instituições e entidades que participam do Programa demandando a transmissão dos debates tornam-se, automaticamente, PONTOS DA REDE CULTURA E PENSAMENTO.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25029&more=1&c=1&pb=1">Confira a lista das instituições participantes em cada região &gt;&gt;</a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">VEJA COMO PARTICIPAR</span><br /><br />A participação na REDE CULTURA E PENSAMENTO é <span style="font-weight: bold;">aberta a todos os interessados</span> e possibilita que instituições proporcionem à sua comunidade o acesso gratuito a transmissões, em tempo real, de debates que serão realizados em 2007 no âmbito do Programa Cultura e Pensamento. <br /><br />Às instituições, escolas, faculdades, grupos de pesquisa ou estudos, entidades culturais ou associativas, ong's, etc. que queiram organizar eventos em que a programação dos debates do Cultura e Pensamento 2007 é transmitida para o seu público, é recomendado disponibilizar um auditório (ou espaço semelhante) na sua localidade com a infra-estrutura básica necessária à recepção do sinal de transmissão e exibição dos debates que estarão ocorrendo em outras cidades nas datas e locais que serão divulgadas neste portal. <br /><br />Para participar, é preciso dispor de <span style="font-weight: bold;">computador com acesso a internet banda larga, telão, projetor (data-show) e sonorização.</span><br /><br />As instituições que participam desta iniciativa de difusão do Programa Cultura e Pensamento, e enviem um comunicado para o endereço eletrônico <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">rede@culturaepensamento.com.br</span>, indicando o nome da instituição, endereço do local da exibição, assim como nomes e contatos dos responsáveis pela organização dos eventos, serão cadastrados neste Portal como PONTO DE REDE. <br /><br />Os PONTOS DE REDE receberão o atendimento da equipe do Cultura e Pensamento, que enviará informações sobre a programação ao longo do ano, o acesso ao link de transmissão a cada evento, e estará disponível para auxiliar no que for possível para viabilizar tecnicamente a exibição dos debates.<span style="font-weight: bold;"><br /><br /><br /></span><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;">PROGRAMAÇÃO</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span>Em 2007,  o Cultura e Pensamento apóia a realização de 4 (quatro)
debates presenciais de âmbito nacional, cujos projetos foram escolhidos através de
Seleções Públicas. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> e confira as informações sobre os debates que serão realizados entre <span style="font-weight: bold;">setembro e dezembro</span> deste ano. <span style="font-weight: bold;"><br /></span>
<br />Além dos projetos de debates selecionados através de editais, o
Programa apóia a realização de outras ações que contribuem para o
fortalecimento de espaços de discussão e diálogo em todo o país.<br /><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"></a></div>
 
<table cellspacing="1" cellpadding="3" border="0" bgcolor="#bdb76b" style="width: 484px; height: 49px;">
<tbody><tr>
   <td><font size="1" face="arial, verdana, helvetica" color="#000000">
<b><font size="2">Eventos que estão sendo realizados com transmissões ao vivo:</font>
</b>
   </font></td>
</tr>
<tr>
   <td bgcolor="#ffffff"> <font size="2"><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 51, 0);">Entre 12 e 21 de novembro</span><br /></span><br />Cultura e Pensamento 2007:<br /><span style="font-weight: bold;">CONHECIMENTO E CULTURA LIVRES: DISPUTAS, PRÁTICAS E IDÉIAS<br /><br />Debates sempre às 19 h (horário de Brasília).<br /></span></font><font size="2"><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=29195&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais</a> sobre o evento e confira a programação.</span></font><br /><font size="2"><span style="font-weight: bold;"><br /></span></font>
   </td>
</tr>
</tbody></table><br /><div style="text-align: right;"><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;"><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/kaddressbook_1182897722.png" style="width: 16px; height: 16px;" /> </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=25033&more=1&c=1&pb=1">&gt;&gt; Agenda Cultura e Pensamento</a> </div><br /><br />l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T07:22:59+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Edital 2006</title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div>Edital 2006<!--more--> 
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T06:29:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Oficinas </title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div>  <!--more-->
<div style="text-align: right;"><br /></div><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">Em 2007, foram realizadas Oficinas de orientação ao proponente em TODAS as capitais do país.</span><br /><br />Estas oficinas têm por objetivo possibilitar aos interessados um contato direto com os organizadores das Seleções Públicas, facilitando o entendimento dos regulamentos e oferecendo uma oportunidade para uma melhor preparação na elaboração de suas propostas.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=26350&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Clique aqui</span></a> para conferir os locais de realização das oficinas 2007 en cada capital do país.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">CHATS DE ORIENTAÇÃO<br /><br /></span>Paralelamente, e visando criar outros canais que propiciem a interessados de todo o Brasil o contato direto com a equipe do Programa, foram realizados vídeo-conferências e chats periódicos para o esclarecimento de dúvidas tópicas e para a orientação dos potenciais proponentes quanto às Seleções Públicas do Programa.<br /><br />Programação dos chats de orientação ao proponente em 2007:<br /><span style="font-weight: bold;"><br />JUNHO/2007</span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Dia 14,</span> quinta, das 16 às 18 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 16, </span>sábado, das 11 às 13 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 19, </span>terça, das 16 às 18 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 21,</span> quinta, das 16 às 18 horas.<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 23, </span>sábado, das 11 às 13 horas<br /><span style="font-weight: bold;">Dia 26,</span> terça, das 16 às 18 horas.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><span style="font-weight: bold;">Oficinas realizadas em 2006</span><br /><br />Em 2006, CULTURA E PENSAMENTO organizou Oficinas em Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Belém (PA), Recife (PE), Cuiabá (MT), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Salvador (BA) e ainda uma vídeo-conferência com a participação de Fortaleza (CE), Natal (RN), e São Luiz (MA).<br /><div style="text-align: right;"><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25009&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T06:27:53+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Seleção Pública </title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div> de Projetos Editoriais de Debates em Mídias Eletrônicas Online<!--more-->
<p><br />Esta Seleção Pública de Projetos Editoriais de Debates objetiva a realização de debates públicos nacionais, em cinco publicações em mídias eletrônicas on-line.<br /><br />Serão patrocinados <span style="font-weight: bold;">05 (cinco) Projetos Editoriais de Debates em Mídias Eletrônicas On-line</span>, destinando-se, para a realização de cada um deles, recursos no montante de até R$ 15.000,00 (quinze mil reais).</p><br /><p>Acesse o <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Midias_Eletronicas_Regulamento_C&P2007_1176758375.pdf">Regulamento</a> e os <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Midias_Eletronicas_ANEXOS_C&P2007_1176828231.pdf">Anexos.</a></p><p><br />Os Projetos Editoriais de Debates em Mídias Eletrônicas On-line deverão ser inscritos por <span style="font-weight: bold;">01</span><span style="font-weight: bold;"> (um) Editor</span>, em conjunto com <span style="font-weight: bold;">01 (um) Responsável</span>, que gerencia a publicação de 01 (uma) Publicação Eletrônica On-line, de acordo com o especificado no <span style="font-weight: bold;">Regulamento</span>.<br /></p><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25009&more=1&c=1&pb=1"><br /></a></p><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25009&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></p><p><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Midias_Eletronicas_ANEXOS_C&P2007_1176828231.pdf"><br /></a></p><p /><h6 /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T06:24:48+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Seleção Pública </title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div> Projetos Editoriais de Debates em Periódicos Impressos<!--more-->
<p><strong></strong><br />Esta Seleção Pública de Projetos Editoriais de Debates tem como objetivo a realização de debates públicos nacionais, em seis periódicos impressos.<br /><br />Serão patrocinados <span style="font-weight: bold;">06 (seis) Projetos Editoriais de Debates em Periódicos Impressos</span>, destinando-se, para a realização de cada um deles, recursos no montante de até R$ 30.000,00 (trinta mil reais).</p><br /><p>Acesse o <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Periodicos_Impressos_Regulamento_C&P2007_1176758213.pdf">Regulamento</a> e os <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Periodicos_Impressos_ANEXOS_C&P2007_1176827781.pdf">Anexos.</a></p><p><br /></p><p>Os Projetos Editoriais de Debates em Periódicos Impressos deverão ser inscritos por <span style="font-weight: bold;">01 (um)</span><span style="font-weight: bold;"> Editor</span>, em conjunto com <span style="font-weight: bold;">01 (uma) Entidade Editora</span>, que edita Periódico Impresso, de acordo com o especificado no <span style="font-weight: bold;">Regulamento.<br /><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Periodicos_Impressos_ANEXOS_C&P2007_1176827781.pdf"><br /></a></p><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25009&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></p><h6><u><font color="#810081"></font></u></h6></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T06:23:11+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Seleção Pública </title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div>     Projetos de Debates Presenciais<!--more-->
<p>Esta seleção visa a realização de quatro debates públicos nacionais, organizados na forma de eventos como simpósios, seminários, ciclos de conferências, etc. <br /><br />Serão patrocinados <span style="font-weight: bold;">04 (quatro) Projetos de Debates Presenciais</span>, destinando-se, para a realização de cada um deles, recursos no montante de até R$ 180.000,00 (cento e oitenta mil reais).</p><p><br /></p><p>Acesse o <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Debates_Presenciais_Regulamento_C&P2007_1176758034.pdf">Regulamento</a> e os <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Debates_Presenciais_ANEXOS_C&P2007_1176828686.pdf">Anexos.</a></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Debates_Presenciais_ANEXOS_C&P2007_1176828686.pdf"><br /></a></p><p>Também é objetivo desta Seleção Pública, favorecer o uso de meios e tecnologias para a ampliação do acesso aos debates. Nesta perspectiva, o Programa Cultura e Pensamento visa à multiplicação de públicos através da disponibilização dos debates realizados, em formato de texto, áudio e vídeo, para acesso gratuito na Internet, bem como através da exibição de debates em TVs públicas. </p><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25009&more=1&c=1&pb=1"><br />voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></p><p /><p /><p /><p /><p /><p /><p /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Debates_Presenciais_ANEXOS_C&P2007_1176828686.pdf"><br /></a></p><p><br /></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Debates_Presenciais_ANEXOS_C&P2007_1176828686.pdf"><br /></a></p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T06:21:42+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Linhas Temáticas 2007</title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<br />O Programa CULTURA E PENSAMENTO, no âmbito das Seleções Públicas em 2007, convida a sociedade a apresentar projetos de debates, a partir de três linhas temáticas sugeridas ou a propor discussões, a partir de uma temática de livre escolha.<br /><br />Linhas temáticas sugeridas (clique sobre o tema desejado para acessar os respectivos textos de apresentação):<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25039&more=1&c=1&pb=1">Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de emancipação, propriedade, poder e controle;<br /></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25041&more=1&c=1&pb=1">Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura;</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25043&more=1&c=1&pb=1">Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade.<br /></a><br />Estas linhas temáticas foram escolhidas por terem marcado a produção universitária brasileira, seu meio editorial, pautas críticas da imprensa, manifestações de grupos culturais e de organizações sociais e definidas em processo que contou com a participação de múltiplos setores da sociedade, através de reuniões consultivas com representantes da produção intelectual do País.<br /><br />Para obter orientações básicas sobre a opção da <span style="font-weight: bold;">temática de livre escolha</span> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25045&more=1&c=1&pb=1">clique aqui.</a><span style="color: rgb(204, 51, 0);"></span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25009&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui</a> para obter outras informações necessárias referentes às linhas temáticas e consulte os <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=26068&more=1&c=1&pb=1">regulamentos e anexos das Seleções Públicas.</a><br /><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T06:18:43+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Editais 2007</title>
<link/>
<author/>
<category>Seleções Públicas</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->

<span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span><br />O CULTURA E PENSAMENTO objetiva fortalecer espaços públicos de reflexão e diálogo em torno de temas importantes da agenda contemporânea, com a finalidade de agregar iniciativas que fortaleçam a esfera pública nacional e produzam alternativas para o desenvolvimento cultural do país. Os editais são abertos para projetos apresentados por intelectuais, pensadores da cultura, acadêmicos, artistas e pesquisadores, levando-se em conta que ele não se restringe à comunidade acadêmica, ampliando-se para espaços que proporcionem a reflexão dos temas propostos como a mídia (blogs, fóruns virtuais, portais, etc.), os movimentos sociais e grupos culturais organizados.<br /><br /><br />Neste ano, o Programa destina recursos para o apoio a projetos, através de Seleções Públicas, em três diferentes modalidades:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">04 <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25015&more=1&c=1&pb=1">CICLOS DE DEBATES PRESENCIAIS</a></span>, para cada um dos quais serão destinados até R$ 180 mil;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">06 <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25017&more=1&c=1&pb=1">PUBLICAÇÕES EM PERIÓDICOS IMPRESSOS</a></span>, para cada uma das quais serão destinadas até R$ 30 mil;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">05 <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25019&more=1&c=1&pb=1">PUBLICAÇÕES ELETRÔNICAS ON-LINE</a></span>, para cada uma das quais serão destinadas até R$ 15 mil.<br /><br />As discussões a serem desenvolvidas a partir dos projetos podem contemplar uma das linhas temáticas sugeridas:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Biopolítica e tecnologias: padrões contemporâneos de emancipação, propriedade, poder e controle. </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25039&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais.</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Populações e territórios: o global, o nacional e o local no agenciamento de identidades e na diversificação da cultura. </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25041&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais.</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Lógicas e alternativas para as dinâmicas culturais no centro da economia e da sociedade. </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25043&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais.</a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25039&more=1&c=1&pb=1"></a><br /><br />ou podem propor discussões, a partir de uma <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25045&more=1&c=1&pb=1">Temática de Livre Escolha.</a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25045&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></a><br style="color: rgb(0, 0, 0);" /><br />As propostas recebidas serão avaliadas por uma comissão de seleção independente. Os projetos serão contratados para realização ainda em 2007.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=26354&more=1&c=1&pb=1">Clique aqui para obter maiores orientações para participação e para conhecer os requisitos necessários.</a><br /><br />A <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/selecoes_publicas/index.php?p=25506&more=1&c=1&pb=1"> inscrição</a> dos projetos é gratuita.<span style="font-weight: bold;"></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />Outras informações:</span><br /><span style="color: rgb(0, 51, 204);">edital2007@culturaepensamento.com.br </span>ou pelos telefones (71) 3481-5237 /  3481-5831.<br /><div style="text-align: right;"><br />   l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div>

<script>

function abrirPopUp(){

  var day = new Date();

       var id = day.getTime(); 

       if (screen.width &amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;= 1024){

            largura = 800;

            altura = 650;

      }else{

            largura = 765;

            altura = 450;

      }

    var winConfig = &amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;toolbar=0,scrollbars=1,location=0,statusbar=1,menubar=0,resizable=0,width=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;+largura+&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;,height=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;+altura+&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;,left = 0,top = 0&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;; 

   // var win = window.open('http://ngi06:8080/fapex/index.php', 'win', winConfig); 

   

      eval(&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;page&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot; + id + &amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot; = window.open('http://www.engartte.com.br/projetos/cultura/index.php', '&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot; + id + &amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;', '&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;+winConfig+&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;');&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;);

}

</script>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T06:16:59+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Projetos realizados em 2005</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->

<p style="text-align: left;" class="MsoNormal"><br /></p><div style="text-align: left;">O ideal do debate público e circulação de idéias presente
nos ciclos promovidos por Adauto Novaes <a href="http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/cultura_e_pensamento/index.html">(O Silêncio dos Intelectuais e O Esquecimento da Política) </a>em 2005 inspirou o Ministério da Cultura a implementar
um conjunto de ações capazes de promover de forma ampla o debate na sociedade.
Essas ações estão abrigadas no Programa Cultura e Pensamento que, desde 2006,
tem as seleções públicas de projetos através de editais como a mais abrangente
das suas iniciativas. </div><div style="text-align: left;">

</div><p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><o:p> </o:p></p><div style="text-align: left;">

</div><p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><br /></p><p class="MsoNormal" style="text-align: left;">A realização das Seleções Públicas de Projetos em 2006
validou os propósitos centrais do Ministério da Cultura com o Programa Cultura
e Pensamento. No seu escopo, destaca-se entre as mais relevantes intenções a
possibilidade de criar condições de acesso, produção e difusão das reflexões
produzidas em ambientes de debate ampliado, a respeito de temas fundamentais ao
entendimento do Brasil contemporâneo.</p><div style="text-align: right;"><br />l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div><p class="MsoNormal" style="text-align: left;" /><br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T05:52:22+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Projetos realizados em 2006</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<br />A realização das Seleções Públicas de Projetos de Debates em 2006 transformou em ação os princípios centrais do Ministério da Cultura com o Programa CULTURA E PENSAMENTO. No seu escopo, pode-se destacar, entre os mais relevantes propósitos, a possibilidade de criar condições de acesso, produção e difusão das reflexões, produzidas em ambientes de debate ampliado, a respeito de temas fundamentais ao entendimento do Brasil contemporâneo.<br /><br />Com o patrocínio da Petrobras, através da Lei de Incentivo à Cultura, o Governo Federal destinou, em 2006, recursos em torno de 900 mil Reais que viabilizaram 11 Projetos de debates. O fomento à realização destes projetos com a utilização dos editais de patrocínio proporcionou a produção e a circulação de 10 números especiais de 5 publicações impressas no formato de revista, duas publicações eletrônicas e ainda à realização de quatro grandes projetos de debates presenciais, com eventos em seis Estados brasileiros. Fez parte ainda do Programa, a realização do Ciclo de Conferências &quot;O Esquecimento da Política“, sob curadoria de Adauto Novaes, e a realização do Fórum de debates &quot;Organização Colaborativa da Produção e do Conhecimento - a Cultura das Redes de Informação Compartilhada“, em Recife, fevereiro 2007.<br /><br />Com o suporte técnico da RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa) e o apoio da Secretaria de Ensino Superior do MEC (Ministério da Educação) foi possível transmitir os debates pela internet, envolvendo, simultaneamente, públicos diversos em todo o Brasil.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />PROJETOS REALIZADOS EM 2006<br /></span><br /><span style="font-weight: bold;">Debates Presenciais:</span><br /><br />- <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">A Cultura Além do Digital</a><br /><br />- <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1">Diálogos Interculturais</a><br /><br />- <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25095&more=1&c=1&pb=1">Do Estado que Temos ao Estado que Queremos</a><br /><br />- <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25061&more=1&c=1&pb=1">Reverberações – Seminário Ritmos da Urgência</a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debates em Periódicos Impressos:</span><br /><br />- <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25057&more=1&c=1&pb=1">Revista Azougue</a><br /><br />- <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25055&more=1&c=1&pb=1">Revista Número</a><br /><br />- <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25067&more=1&c=1&pb=1">Global/Brasil</a><br /><br />- <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25272&more=1&c=1&pb=1">MídiaComDemocracia</a><br /><br />- <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25278&more=1&c=1&pb=1">Revista de Ciências Agroveterinárias</a><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Debates em Periódicos Eletrônicos:</span><br /><br />- <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25091&more=1&c=1&pb=1">Revista EPTIC on-online</a><br /><br />- <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25069&more=1&c=1&pb=1">Projeto E-VENTO, LEVANTANDO A POEIRA DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA - Revista Raiz<br /></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Outras iniciativas:</span><br /><br />- Ciclo de Conferências <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25065&more=1&c=1&pb=1">&quot;O Esquecimento da Política“<br /></a><br />- Fórum de debates <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25107&more=1&c=1&pb=1">&quot;Organização Colaborativa da Produção e do Conhecimento - a Cultura das Redes de Informação Compartilhada&quot;</a><br /><br /><br />Toda a produção resultante das ações do CULTURA E PENSAMENTO compõe um importante acervo de discussões de temas estratégicos da atualidade.<br /><br />Conheça também os outros projetos inscritos nas Seleções Públicas de 2006 no <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/banco_de_projetos/index.php?p=25115&more=1&c=1&pb=1">Banco de Projetos</a> e confira no <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=25163&more=1&c=1&pb=1">Acervo</a> os conteúdos produzidos em 2006.<br /><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T05:48:29+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Projetos</title>
<link/>
<author/>
<category>Projetos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Projetos 2007 &gt;&gt;</span><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25003&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">Projetos 2006 &gt;&gt;</span></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25005&more=1&c=1&pb=1"><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">Projetos 2005 &gt;&gt;</span></a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=25163&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">Acervo &gt;&gt;</span></a><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T05:47:06+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Angela Prysthon</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>COSMOPOLITISMOS PERIFÉRICOS
Uma dialética do cosmopolitismo brasileiro 
<!--more-->
Uma das transformações mais essenciais no campo cultural nas últimas décadas do século XX parece ser o descentramento — em vários sentidos e não apenas no territorial. Descentramento do sujeito e das identidades provocado pela fragmentação social, descentramento geográfico facilitado pelo desenvolvimento tecnológico e descentramento cultural favorecido pelas tendências multiculturalistas que se intensificam a partir da década de 80. Toda uma gama de processos que redimensiona ou, pelo menos, rediscute o papel da periferia na história.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/prysthon_1173196728.pdf"><br />íntegra.pdf</a><br /><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:37:28+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>destaques do PAINEL</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> destaques<!--more--><br />7.9.2006<br /><br />alessandra el far,<br />pesquisadora da universidade estadual de campinas,<br />traça um panorama da história da leitura no Brasil<br />(artigo) &gt;&gt;&gt;<br />____________<br /><br />bernardo ricupero,<br />professor da universidade de são paulo,<br />acompanha o pensamento sobre a &quot;má&quot; formação brasileira<br />(artigo) &gt;&gt;&gt;<br />____________<br /><br />cildo meireles,<br />artista plástico,<br />retoma sua obra OBSCURA LUZ<br />(entrevista) &gt;&gt;&gt;<br />____________<br /><br />francisco alambert,<br />professor da universidade de são paulo,<br />discute e propõe noções de cultura<br />(artigo) &gt;&gt;&gt;<br />____________<br /><br />jean-michel frodon,<br />crítico de cinema,<br />discute alguns aspectos da difusão cinematográfica<br />(entrevista) &gt;&gt;&gt;<br />____________<br /><br />joão sayad,<br />economista,<br />alerta para desafios da ordem globalizada<br />(entrevista) &gt;&gt;&gt;<br />____________<br /><br />Creative Commons License<br /><br />TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a<br />Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:36:30+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Painel cultura e pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> expediente<!--more-->
<br /><span style="font-weight: bold;">PAINEL CULTURA E PENSAMENTO,</span><br />uma parceria entre o Ministério da Cultura e o Sesc-SP<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Ministério da Cultura (MinC):</span><br /><span style="font-weight: bold;">Gilberto Passos Gil Moreira</span>, Ministro de Estado da Cultura<br /><span style="font-weight: bold;">Juca Ferreira</span>, Secretário Executivo<br /><span style="font-weight: bold;">Alfredo Manevy</span>, secretário nacional de Políticas Culturais<br /><span style="font-weight: bold;">Marco Acco</span>, secretário nacional de Incentivo e Fomento à Cultura<br /><span style="font-weight: bold;">Afonso Luz</span>, assessor especial encarregado do programa CULTURA E PENSAMENTO<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Serviço Social do Comércio de São Paulo (Sesc-SP):</span><br /><span style="font-weight: bold;">Danilo Santos de Miranda</span>, diretor do departamento regional<br /><span style="font-weight: bold;">Joel Naimayer Padula</span>, superintendente técnico social<br /><span style="font-weight: bold;">Ivan Giannini</span>, superintendente de comunicação social<br /><span style="font-weight: bold;">Marta Raquel Colabone</span>, gerente de estudos e desenvolvimentos<br /><br /><span style="font-weight: bold;">programa CULTURA E PENSAMENTO:</span><br />uma iniciativa do Ministério da Cultura,<br />com patrocínio da Petrobrás e<br />coordenação técnica pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Extensão (FAPEX)<br /><br /><span style="font-weight: bold;">veja o expediente completo do Programa</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">PAINEL CULTURA E PENSAMENTO:</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">projeto editorial:</span><br />Ministério da Cultura e Sesc-SP<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">concepção e editoria:</span><br />José Guilherme Pereira Leite e Marcelo Rezende<br /><br /><span style="font-weight: bold;">gerência de implantação e sistema informacional:</span><br />José Murilo Júnior e equipe DGE/MinC<br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub><span style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />
(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></span></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub><span style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License<br /><br /></span></sub><p style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span></p>

</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:35:28+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>licenças de uso e de reprodução</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>LICENÇAS DE USO E DE REPRODUÇÃO dos conteúdos publicados pelo PAINEL cultura e pensamento:<!--more-->
TODO o conteúdo disponibilizado através do PAINEL CULTURA E PENSAMENTO (exceto em exceções mencionadas) é publicado sob a licença CREATIVE COMMONS BY-NC-ND 2.5 Brasil. Esta licença permite que as obras, artigos e intervenções aqui encontradas sejam livremente reproduzidas e repassadas adiante, EXCETO PARA OS CASOS DE SUA DISTRIBUIÇÃO OU USO COMERCIAL (nesses casos, pede-se a gentileza de entrar em contato com os autores e editores). O termos precisos da referida licença encontram-se à disposição dos interessados no endereço eletrônico http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/legalcode. EM CASO DE DÚVIDAS, favor contatar-nos.<br /><br /><sub><span style="font-weight: bold;"><br /><br /><br /></span></sub><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub><span style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />
(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></span></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><span style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font><sub>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License<br /><br /></sub></span><p style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span></p>

</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:34:50+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>linha editorial do PAINEL</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24991&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/painel2_1173901583.jpg" /></a><br /><br />A linha editorial do PAINEL CULTURA E PENSAMENTO orienta-se genericamente pelos mesmos assuntos que guiam as demais ações do programa CULTURA E PENSAMENTO, expressos na definição de suas temáticas anuais (veja os temas para 2006). As publicações aqui dispostas organizam-se, assim, a partir de uma série de reflexões editoriais sobre os vínculos e relações entre o campo de interesses do Programa e o conteúdos das intervenções propostas e apresentadas ao PAINEL. O Ministério da Cultura e o Sesc-SP não se responsabilizam pelas opiniões aqui expressas nos artigos assinados.<br /><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><sub><span style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />
(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons</span></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub><span style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</span></sub><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:34:10+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>painel cultura e pensamento, edições, 7.9.2006</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24991&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/painel2_1173901583.jpg" /></a><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br />7.9.2006</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">bernardo ricupero,</span><br />professor da universidade de são paulo,<br />acompanha o pensamento sobre a &quot;má&quot; formação brasileira<br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">(artigo) &gt;&gt;&gt;</span><br />____________<br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">cildo meireles,</span><br />artista plástico,<br />retoma sua obra OBSCURA LUZ<br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">(entrevista) &gt;&gt;&gt;</span><br />____________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">jean-michel frodon,</span><br />crítico de cinema,<br />discute alguns aspectos da difusão cinematográfica<br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">(entrevista) &gt;&gt;&gt;</span><br />____________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">joão sayad,</span><br />economista,<br />alerta para desafios da ordem globalizada<br /><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">(entrevista) &gt;&gt;&gt;</span><br /><br /><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><sub><span style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />
(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons</span></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub><span style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</span></sub>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:32:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>painel cultura e pensamento, edições, 17.8.2006</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capa1782006_1156450894.jpg" /></a></p><br /><span style="font-weight: bold;">17.8.2006</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">alexandre barbalho</span>,<br />professor da universidade estadual do ceará,<br />discute alguns aspectos de &quot;políticas públicas&quot; para a cultura<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24963&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">(artigo) &gt;&gt;&gt;</span></a><br />____________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">durval muniz de albuquerque júnior,</span><br />professor da universidade federal do rio grande do norte,<br />debate a &quot;política do espaço&quot; contemporânea<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24957&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">(artigo) &gt;&gt;&gt;</span></a><br />____________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">francisco alambert,</span><br />professor da universidade de são paulo,<br />discute e propõe noções de cultura<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24959&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">(artigo) &gt;&gt;&gt;</span></a><br />____________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">jessé souza,</span><br />professor da universidade federal de juiz de fora,<br />critica a &quot;percepção dominante do Brasil moderno&quot;<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24969&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">(artigo) &gt;&gt;&gt;</span></a><br />____________<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">moacyr scliar,</span><br />escritor,<br />discute o programa CULTURA E PENSAMENTO como &quot;fórum nacional&quot; de cultura<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24961&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">(artigo) &gt;&gt;&gt;</span></a><br />____________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">rogério duarte do pateo,</span><br />antropólogo e pesquisador,<br />apresenta ensaio fotográfico sobre o rito yanomami wayamu<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24967&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">(ensaio fotográfico) &gt;&gt;&gt;</span></a><br />____________<br /><br /><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">(imagem de capa: do ensaio fotográfico <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24967&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0);">palavras e performance</span></a>, de Rogério Duarte do Pateo)</span></font></font><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><sub style="font-weight: bold;"><br />TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons</sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;">Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub><br /><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><br /></span></font></font></sub>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:32:17+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>painel cultura e pensamento, edições, 24.8.2006</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capa2482006_1156450522.jpg" /></a></p><br /><span style="font-weight: bold;">24.8.2006</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">alessandra del far</span>,<br /><span style="font-weight: bold;">pesquisadora da universidade estadual de campinas</span>,<br />traça um panorama da história da leitura no Brasil<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24953&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">(artigo) &gt;&gt;&gt;</span></a><br />____________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">nelson monteiro vaz,</span><br />médico e escritor,<br />apresenta breve conto sobre a experiência do conhecimento<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24955&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">(conto) &gt;&gt;&gt;</span></a><br /><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons</sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;">Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:31:37+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>painel cultura e pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>sumário por autor<!--more-->
ALAMBERT, francisco<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24959&more=1&c=1&pb=1">Uma definição (e uma proposta) de cultura &gt;&gt;&gt;</a><br />artigo, 17.8.2006<br /><br />ALBUQUERQUE JÚNIOR, durval muniz de<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24957&more=1&c=1&pb=1">Zonas de encrenca &gt;&gt;&gt;</a><br />artigo, 17.8.2006<br /><br />BARBALHO, alexandre<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24963&more=1&c=1&pb=1">Políticas de cultura &gt;&gt;&gt;</a><br />artigo, 17.8.2006<br /><br />DUARTE DO PATEO, rogério<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24967&more=1&c=1&pb=1">Palavras e performance &gt;&gt;&gt;</a><br />ensaio fotográfico, 17.8.2006<br /><br />EL FAR, alessandra<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24953&more=1&c=1&pb=1">O Brasil é um país que lê? &gt;&gt;&gt;</a><br />artigo, 24.8.2006<br /><br />SOUZA, jessé<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24969&more=1&c=1&pb=1">Identidade nacional e dominação social &gt;&gt;&gt;</a><br />artigo, 17.8.2006<br /><br />SCLIAR, moacyr<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24961&more=1&c=1&pb=1">Um fórum nacional da cultura &gt;&gt;&gt;</a><br />artigo, 17.8.2006<br /><br />VAZ, Nelson Monteiro<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24955&more=1&c=1&pb=1">O anjo azul &gt;&gt;&gt;</a><br />conto, 24.8.2006<br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />
(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License<br /><br /></sub><p style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:30:50+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>painel cultura e pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> sumário por obra<!--more-->
<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24955&more=1&c=1&pb=1">ANJO AZUL, O &gt;&gt;&gt;</a><br />por <span style="font-weight: bold;">nelson monteiro vaz</span><br />conto, 24.8.2006<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24953&more=1&c=1&pb=1"><br />BRASIL É UM PAÍS QUE LÊ?, O &gt;&gt;&gt;</a><br />por <span style="font-weight: bold;">alessandra el far</span><br />artigo, 24.8.2006<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24959&more=1&c=1&pb=1">DEFINIÇÃO (E UMA PROPOSTA) DE CULTURA, UMA &gt;&gt;&gt;</a><br />por<span style="font-weight: bold;"> francisco alambert</span><br />artigo, 17.8.2006<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24961&more=1&c=1&pb=1">FÓRUM NACIONAL DA CULTURA, UM &gt;&gt;&gt;</a><br />por <span style="font-weight: bold;">moacyr scliar</span><br />artigo, 17.8.2006<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24969&more=1&c=1&pb=1">IDENTIDADE NACIONAL E DOMINAÇÃO SOCIAL &gt;&gt;&gt;</a><br />por <span style="font-weight: bold;">jessé souza</span><br />artigo, 17.8.2006<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24967&more=1&c=1&pb=1">PALAVRAS E PERFORMANCE &gt;&gt;&gt;</a><br />por<span style="font-weight: bold;"> rogério duarte do pateo</span><br />ensaio fotográfico, 17.8.2006<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24963&more=1&c=1&pb=1">POLÍTICAS DE CULTURA &gt;&gt;&gt;</a><br />por <span style="font-weight: bold;">alexandre barbalho</span><br />artigo, 17.8.2006<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24957&more=1&c=1&pb=1">ZONAS DE ENCRENCA &gt;&gt;&gt;</a><br />por <span style="font-weight: bold;">durval muniz de albuquerque júnior</span><br />artigo, 17.8.2006<br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><font size="2"><font size="1"><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license">Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</a><br /><br /></font></font></span></font></font></sub><p style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span></p>

</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:29:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>painel, 7.9.2006: Ainda as idéias fora do lugar</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> PAINEL CULTURA E PENSAMENTO,
 textos e intervenções<!--more--><p><span style="FONT-WEIGHT: bold"></span></p><p><span style="FONT-WEIGHT: bold">AINDA AS &quot;IDÉIAS FORA DO LUGAR&quot;</span><br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">Nossa má formação talvez ganhe especial interesse, já que se generaliza e ganha agora caráter mundial</span><br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold">por Bernardo Ricupero</span>, professor,<br />em setembro de 2006<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(153,102,0)"></span><br />Uma das formulações mais atacadas, e mal compreendidas, da crítica da cultura brasileira é a das &quot;idéias fora do lugar&quot;. Sucintamente, Roberto Schwarz, ao discutir o liberalismo no Brasil oitocentista, nota que o que era originalmente ideologia na Europa, converte-se, nos trópicos, quando muito, em ideologia de &quot;segundo grau&quot;. Ou melhor, o liberalismo na Europa corresponderia às aparências, num contexto onde prevalecia o trabalho livre e a igualdade perante a lei. Já no Brasil, onde o trabalho escravo era dominante e, conseqüentemente, relações materiais de força eram normais, a exploração se revelaria sem subterfúgios. Mas aqueles que não eram escravos se relacionariam, para além da força, por meio do favor e, dessa maneira, afirmariam sua condição de homens livres.<br /><br />Em outras palavras, ao passar a fazer parte das idéias e práticas que regulam as relações entre os homens livres, o liberalismo seria incorporado ao favor. Tornar-se-ia, conseqüentemente, uma ideologia de segundo grau. No entanto, a referência ao liberalismo no Brasil teria base real, até porque o país faz parte do capitalismo mundial. O mais complicado é que seria justamente a escravidão, ao fornecer os braços exigidos pela lavoura, que garantiria um lugar para o país na divisão internacional do trabalho e, dessa maneira, entre as nações ditas civilizadas. Isto é, a vinculação do Brasil com a ordem burguesa, do qual o liberalismo é parte importante, se daria, para dizer o menos, de maneira pouco civilizada.<br /><br />Por outro lado, o liberalismo, ao se converter em ideologia de segundo grau, perderia seu caráter universalista, passando a defender interesses particularistas. Configurar-se-ia, assim, uma verdadeira &quot;comédia ideológica&quot;, em que, &quot;com método, atribui-se independência à dependência, utilidade ao capricho, universalidade às exceções, mérito ao parentesco, igualdade ao privilégio, etc.&quot; (SCHWARZ, 1992, p. 18).<br /><br /><span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(153,102,0)">&gt;&gt;&gt; íntegra.pdf »<br /><br /></span>____________<br /><sub style="FONT-WEIGHT: bold"><br />TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons</sub></p><p style="FONT-WEIGHT: bold"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></href="http: ?="" rel="license" br="" 2.5="" by-nc-nd="" licenses="" creativecommons.org="" />Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</a /></font /></font /></span /></font /></font /></sub> </p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:29:21+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>painel, 7.9.2006: Cinema, experiência coletiva</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>PAINEL CULTURA E PENSAMENTO,
textos e intervenções<!--more-->
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/painel2_1173901583.jpg" /></a></p><br /><span style="font-weight: bold;">CINEMA, EXPERIÊNCIA COLETIVA</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Jean-Michel Frodon</span> discute tendências e aspectos atuais de produção e circulação de filmes<br /><br />por José Guilherme Pereira Leite, editor do Painel,<br />em setembro de 2006<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cinema_experiencia_coletiva__1176046904.pdf"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">íntegra.pdf »</span></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">PAINEL CULTURA E PENSAMENTO</span> - Entre nós, no Brasil, umas das suas ações mais conhecidas é a criação do coletivo de estudos L’Exception – um grupo independente de estudos cinematográficos, não ligado a instituições tradicionais de organização da vida cultural cinematográfica francesa (embora em diálogo constante com elas). Como nasceu esse grupo, quais as suas preocupações e intenções?<br /><br /><span style="font-weight: bold;">JEAN-MICHEL FRODON </span>- L’Exception nasceu do desejo de refletir sobre o cinema e sobre o mundo contemporâneo através do cinema, fugindo a preocupações de profissionais, que têm freqüentemente interesses categoriais de curto prazo a defender, mas em contato com a realidade concreta do cinema, freqüentemente estranha aos universitários. Composto de 20 membros de origem bastante variada, o grupo funcionou por 5 anos e gerou a publicação de 3 livros pela Gallimard. O conjunto de suas atividades encontra-se no site <a href="http://www.lexception.org/" style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 102, 0);">www.lexception.org.</span></a><br /><br />O momento atual da difusão cinematográfica parece ter dado mais força à organização de &quot;pequenos&quot; programas &quot;pulverizados&quot; pela cidade e suas salas (sempre menores). São modalidades de exibição que podem ser vistas como forma de consolidação de um espírito assim chamado &quot;cineclubista&quot; - que também reforçaram a figura de um &quot;curador de filmes&quot; similar ao curador de exposições de arte tradicionais (e que nem sempre é, porém, entre nós, um pesquisador da produção audiovisual muito aprofundado). Você concorda com esse tipo de impressão?<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cinema_experiencia_coletiva__1176046904.pdf"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);">&gt;&gt;&gt; íntegra.pdf »</span></a><br />____________<br /><br /><sub><span style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons</span></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub><span style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</span></sub><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:28:39+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>PAINEL CULTURA E PENSAMENTO</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Novas questões<!--more-->
<p style="color: rgb(0, 0, 0);">O economista <span style="font-weight: bold;">João Sayad</span> fala, em entrevista, sobre o Brasil e seus desafios diante de uma ordem globalizada: “não sou nacionalista, sou brasileiro”<br /></p><br />por Marcelo Rezende, editor do Painel,<br />em setembro de 2006<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/novas_questoes__1176047672.pdf"><br />íntegra.pdf</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/novas_questoes__1176047672.pdf"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><br /><span style="font-weight: bold;">PAINEL CULTURA E PENSAMENTO: </span>Nos últimos vinte anos, a partir do chamado período de redemocratização, o Brasil tem enfrentado diferentes questões em relação a sua própria história. Quais, o senhor acredita, são hoje as questões essenciais que deveriam estar presentes no debate nacional? Há no país espaço para o debate ou existe uma espécie de resistência quanto a isso?<br /><br /><span style="font-weight: bold;">JOÃO SAYAD:</span> O debate existe. Estamos debatendo corrupção, segurança, educação. Mas é um debate dentro da unanimidade, visões comuns do mundo. O problema não é nacional. O mundo está preso a uma armadilha de ausência de debate entre visões mais separadas e distantes. A questão do &quot;fim da política&quot;, apresentada por Francisco de Oliveira, reflete a mesma idéia. Só o tempo e algum sofrimento colocarão novas questões à mesa.<br /><br />Desde o final da último século há a idéia sempre presente de ser inevitável a criação de blocos regionais, que se tornariam instrumentos não apenas econômicos, mas também políticos e culturais. Hoje, após a aceleração do processo de globalização e os recentes conflitos mundiais, estaríamos vivendo uma crise dessa crença?<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/novas_questoes__1176047672.pdf">íntegra.pdf</a><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 Licens</sub>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:28:05+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>PAINEL CULTURA E PENSAMENTO</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Sobre obscura luz<!--more-->
<p style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-weight: bold;">SOBRE OBSCURA LUZ</span><br /></p><br /><span style="font-weight: bold;">Cildo Meireles </span>comenta seu trabalho <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24971&more=1&c=1&pb=1">Obscura luz</a> cedido para a composição da identidade visual do programa CULTURA E PENSAMENTO<br /><br />por José Guilherme Pereira Leite, editor do Painel,<br />em setembro de 2006<br /><br /><span style="font-weight: bold;">PAINEL CULTURA E PENSAMENTO: OBSCURA LUZ</span> fazia parte de um trabalho maior, apresentado por você em 1983. Que trabalho era este?<br /><br /><span style="font-weight: bold;">CILDO MEIRELES:</span> Este trabalho OBSCURA LUZ é de 1982. Fazia parte de uma exposição em que foi mostrado pela primeira vez, e que tinha também esse nome. A exposição &quot;Obscura Luz&quot; era composta por ela, OBSCURA LUZ, outras cinco peças e três situações que eu chamo de legendas – legendas das peças. As peças eram, novamente, OBSCURA LUZ, IMENSA, PARLA, PERCEVEJO/CERVEJA/SERPENTE, PORTA-BANDEIRA e DESAPARECIMENTOS. As seis formavam um conjunto que eram os Objetos Semânticos. Na exposição em que aparecem, em 1983, no Rio e em São Paulo, eram acompanhadas de legendas, que se espalhavam pelo espaço expositivo. As legendas eram três: TRABALHO ZERO (atores carregando sacas de café, num canto da galeria), ALADIN (homem atritando madeira e pedra, tirando fôgo à antiga) e MALABARISTA (artista do ramo, fazendo malabares também dentro do espaço de exposição). A articulação entre os trabalhos era muito sutil, quase imperceptível, mas foi notável para mim.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/sobre_obscura_luz_entrevista_1176046149.pdf"><br />íntegra.pdf</a><br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/sobre_obscura_luz_entrevista_1176046149.pdf"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span></a><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;">Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:27:22+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>painel cultura e pensamento</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>OBSCURA LUZ<!--more-->
<p><span style="font-weight: bold;">Cildo Meireles</span>, 1982,<br /></p>lâmpada e madeira industrial, 66 x 66 x 22 cm,<br />imagem gentilmente cedida pela Galeria Luisa Strina<br />para composição da identidade visual<br />do programa CULTURA E PENSAMENTO<br /><br /><p><img style="width: 482px; height: 584px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/obscura_luz_1157585699.jpg" /></p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/sobre_obscura_luz_entrevista_1176046149.pdf"><br /><br /></a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/sobre_obscura_luz_entrevista_1176046149.pdf"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/sobre_obscura_luz_entrevista_1176046149.pdf">sobre obscura luz (entrevista com o artista) »</a><br /><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" />TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a <span style="font-weight: bold;">Creative Commons<br /><br /></span><p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></p><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License<br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:26:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>PAINEL CULTURA E PENSAMENTO</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Identidade nacional e dominação social<!--more-->
<p><span style="font-weight: bold;">Uma crítica à percepção dominante do Brasil moderno</span><br /></p><br /><span style="font-weight: bold;">por Jessé Souza</span>, professor,<br />em agosto de 2006<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/identidade_nacional_e_dominacao_cultural_1155866312.pdf"><br /></a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/identidade_nacional_e_dominacao_cultural_1155866312.pdf"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/identidade_nacional_e_dominacao_cultural_1155866312.pdf">íntegra.pdf</a><br /><br />A América latina é percebida, tanto internacional quanto nacionalmente, como um conjunto de sociedades pré-modernas marcadas pelo que gostaria de chamar de uma &quot;teoria emocional da ação&quot;. Por &quot;teoria da ação&quot; entendo o conjunto de conceitos e noções que explicam porque os indivíduos se comportam do modo como se comportam.<br /><br />Essa &quot;teoria emocional da ação&quot;, ainda hoje uma idéia amplamente dominante em sociedades como a brasileira, pretende explicar o comportamento &quot;prático&quot;, efetivamente observável, de indivíduos e grupos sociais. Nesse sentido, ela &quot;explicaria&quot; tanto a cultura do privilégio e a extraordinária desigualdade, a partir do acesso diferencial a certo capital de relações pessoais, quanto a presença da corrupção, por outro lado pensada como uma característica folclórica desse tipo de sociedade, e não como algo congênito ao capitalismo como um todo.<br /><br />Preconceitos e conceitos ultrapassados andam de mãos dadas no sentido de impedir uma constatação mais elaborada e sofisticada das causas e conseqüências da modernização periférica e de suas seqüelas, como a desigualdade abissal, marginalidade e subcidadania. Imagina-se ainda hoje a América Latina – inclusive sociedades complexas e dinâmicas como o Brasil, o México e a Argentina— como sociedades para além do Ocidente moderno, como se Ocidente fosse um conceito apenas normativo e que abrangesse apenas sociedades afluentes e ricas.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/identidade_nacional_e_dominacao_cultural_1155866312.pdf">íntegra.pdf</a><br /><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />
(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:25:11+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>PAINEL CULTURA E PENSAMENTO</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Palavras e performance<!--more-->
<p><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">A linguagem do corpo no sistema de comunicação cerimonial Yanomami, um ensaio fotográfico</span><br /></p><br /><span style="font-weight: bold;">por Rogério Duarte do Pateo</span>, antropólogo,<br />em agosto de 2006<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24965&more=1&c=1&pb=1">Veja o ensaio fotográfico &gt;</a><br /><br /><br /><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_chamada_1155859468.jpg" style="width: 466px; height: 128px;" /></p><br /><br />Em todas as regiões do território Yanomami, a comunicação considerada &quot;oficial&quot; entre diferentes comunidades se dá por meio de um sistema de diálogos cerimoniais pelos quais concretizam-se alianças, realizam-se trocas de bens, cônjuges e notícias. As diferentes formas de sua realização, hereamou, wayamu, hiimou e yaimou obedecem a recursos estilísticos e padrões formalizados de execução que são compartilhados e compreendidos em sua totalidade, geralmente efetuados durante os rituais funerários reahu ou quando há a visita de aliados distantes.<br /><br />Indo além dos conteúdos da oralidade, estes &quot;atos de comunicação&quot; englobam a esfera performática dos diálogos cerimoniais (gestos, manipulação de objetos, ritmos, etc), concretizando uma série de padrões estruturados de significação através dos quais seu sentido é compreendido e julgado pela comunidade.<br /><br />O diálogo cerimonial wayamu – foco do ensaio fotográfico aqui apresentado – possui um caráter de competição segundo o qual anfitriões e convidados enfrentam-se em uma prova de talento, resistência e criatividade, mediante frases intercaladas, acompanhadas por movimentos corporais claros e expressivos. Seus corpos balançam na cadência das palavras e suas mãos batem ritmicamente no peito ou nas coxas. O volume, a tonalidade e o tempo dos diálogos se alteram, e cada seção é articulada a movimentos corporais expressivos. Em uma estrutura de pergunta e resposta - na qual geralmente um anfitrião inicia o diálogo, rapidamente seguido pela resposta de seu oponente - os participantes vão alternando-se até o amanhecer.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_ap_1155907039.pdf">íntegra.pdf</a><br /><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: bold;"></span></span><br style="color: rgb(153, 102, 0);" /><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />
(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:24:24+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>PAINEL CULTURA E PENSAMENTO</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Palavras e performance, imagens
<!--more-->
<p><span style="font-weight: bold;">PALAVRAS E PERFORMANCE</span><br /></p><br /><span style="font-weight: bold;">A linguagem do corpo no sistema de comunicação cerimonial Yanomami, um ensaio fotográfico</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">por Rogério Duarte do Pateo<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24967&more=1&c=1&pb=1"><br /></a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24967&more=1&c=1&pb=1">Leia a apresentação do ensaio &gt;</a><span style="font-weight: bold;"><br /></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24967&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span></a><br /><br /><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_1dsp_1155857980.jpg" style="width: 432px; height: 128px;" /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_1_1176067915.pdf"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_1_1176067915.pdf">completa.pdf</a><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_2dsp_1155858525.jpg" style="width: 433px; height: 128px;" /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_2__1176068280.pdf">completa.pdf</a><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_3dsp_1155858701.jpg" style="width: 435px; height: 128px;" /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_3__1176068338.pdf"><br />completa.pdf</a><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_4dsp_1155858998.jpg" style="width: 433px; height: 128px;" /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_4__1176068411.pdf">completa.pdf</a><br /><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_5dsp_1155859272.jpg" style="width: 435px; height: 128px;" /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/palavras_e_performance_5__1176068678.pdf">completa.pdf</a><br /><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />
(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:23:40+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>PAINEL CULTURA E PENSAMENTO</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Políticas de cultura<!--more-->
<span style="font-weight: bold;">Como poderia o Estado se posicionar diante das novas identidades e diferenças no interior das nações hoje?</span><br /><br />por Alexandre Barbalho, professor,<br />em agosto de 2006<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/politicas_de_cultura_1155843922.pdf"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/sys/admin/%C3%83%C2%ADntegra.pdf">íntegra.pdf</a><br /><br />Tradicionalmente, um dos principais elementos motivadores da intervenção pública na área da cultura tem sido a tentativa de criar uma identidade nacional. O Estado procura unificar em torno de determinada construção do que significa &quot;nação&quot; os diversos segmentos que vivem em seu território. Para atingir esse objetivo, elabora políticas culturais universalizantes que valorizam e procuram imprimir em todos os habitantes aqueles referenciais simbólicos e materiais escolhidos por serem os mais adequados ao projeto político hegemônico. Dessa forma vão sendo inventadas as tradições nacionais, para usar o conhecido mote de Eric Hobsbwan. Ou construídas as comunidades imaginadas, nos termos de Benedith Anderson.<br /><br />Esse foi um processo pelo qual passaram os países europeus na constituição de suas nacionalidades ao longo de toda Era Moderna, bem como as antigas colônias da América, de final do século 19 até meados do seguinte, e as ex-colônias asiáticas e africanas após o término da 2a Guerra Mundial.<br /><br />Em todos esses momentos históricos, a elaboração do &quot;ser nacional&quot; recorre a um dos caminhos possíveis para pensar a identidade cultural. Esse caminho, como descreve Hall em relação à &quot;essência da condição caribenha&quot;, trata a identidade &quot;em termos de uma cultura partilhada, uma espécie de 'ser verdadeiro e uno' coletivo, oculto sob os muitos outros 'seres' mais superficiais ou artificialmente impostos, que pessoas com ancestralidade e história em comum compartilham&quot; (Hall, 1996a, p. 68). Por esse viés, a identidade cultural fornece unicidade a um povo, a sua essência, através de referências e sentidos estáveis que pairam intocáveis sobre os conflitos e as divisões sociais.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/sys/admin/%C3%83%C2%ADntegra.pdf">íntegra.pdf</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/politicas_de_cultura_1155843922.pdf"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub> </div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:21:50+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>UM FÓRUM NACIONAL DA CULTURA</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>PAINEL CULTURA E PENSAMENTO,
<!--more-->
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capa1782006_1156450894.jpg" style="width: 276px; height: 43px;" /></a></p><br /><span style="font-weight: bold;">UM FÓRUM NACIONAL DA CULTURA</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">por Moacyr Scliar</span>, escritor,<br />em agosto de 2006<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/um_forum_nacional_da_cultura__1176071593.pdf"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">íntegra.pdf »</span></a><br /><br />A sociedade humana muitas vezes foi comparada a um organismo. Não é de admirar que esta metáfora tenha sido aplicada à administração pública. Assim como existem médicos especializados em doenças dos vários órgãos e sistemas, cada ministério atende problemas de áreas específicas: economia, transportes, agricultura, saúde. No caso da medicina, a especialização levou a uma pergunta: e quem atende o paciente como um todo, o conjunto de seus problemas? Daí o surgimento de &quot;especialidades&quot; generalistas, como o médico de família.<br /><br />No caso da administração pública brasileira, quem se preocupa com a população como um todo? Quem procede à integração das políticas setoriais?<br /><br />O Presidente, é a resposta óbvia. Mas o Presidente é uma pessoa só, e mesmo que tenha muitos assessores, a magnitude de suas outras tarefas, e a urgência delas, criam exigências que são necessariamente prioritárias.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/um_forum_nacional_da_cultura__1176071593.pdf"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;">&gt;&gt;&gt; íntegra.pdf »</span></a><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br /><br /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />
(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons</sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:21:14+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Uma definição (e uma proposta) de cultura</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>PAINEL CULTURA E PENSAMENTO,
textos e intervenções<!--more--><br />De que maneira criar um território entre as noções elitistas e antropológicas na esfera da produção cultural?<br /><br />por<span style="font-weight: bold;"> Francisco Alambert</span>, professor,<br />em agosto de 2006<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/uma_definicao_de_cultura_1155841147.pdf"><br />íntegra.pdf »</a><br /><br />&quot;Cultura&quot; é um dos termos mais complexos das línguas ocidentais. Originalmente a palavra significava a idéia objetiva de crescimento e cuidado, como, por exemplo, o cultivo e a colheita dos meios naturais de subsistência (a agri-cultura), o trato dos animais e, por extensão, o mesmo cuidado para as faculdades &quot;mentais&quot; e &quot;espirituais” do homem. A partir do século 17 as circunstâncias históricas que criariam a modernidade levaram a idéia de cultura a adquirir novas formulações, da mesma forma que os conceitos de &quot;sociedade&quot; e &quot;economia&quot;.<br /><br />A partir de então se encontraram e se chocaram duas grandes linhas de pensamento que passaram a orientar a definição, moderna e burguesa, de cultura: para efeito de estudo, e na falta de melhores termos, chamaremos uma de &quot;antropológica&quot; e outra de &quot;elitista&quot;.<br /><br />A noção &quot;antropológica&quot; tem sua fundamentação na idéia de que &quot;cultura&quot; é a representação material e espiritual da realidade de um &quot;povo&quot;, de uma nação, de uma comunidade. Entende-se por cultura as práticas, rituais, instituições, textos, idéias e imagens ligadas à especificidade, à originalidade de cada &quot;gênio nacional&quot;. Em termos gerais, podemos localizar a raiz dessa concepção nos movimentos nacionalistas do fim do século 18 e na formulação teórica do Sturm und Drang alemão, tomando corpo no Romantismo do século 19. Seus principais teóricos seriam Herder e o jovem Goethe. A obra de Herder, Auch Eine Philosophie der Geschichte, marcou os fundamentos teóricos dessa formulação intimamente ligada ao nacionalismo.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/uma_definicao_de_cultura_1155841147.pdf">íntegra.pdf »</a><br /><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:20:30+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Zonas de encrenca</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>PAINEL CULTURA E PENSAMENTO,
textos e intervenções<!--more-->
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1"></a></p><p><span style="font-weight: bold;"><br />ZONAS DE ENCRENCA</span><br /></p><p><br />Pensar hoje a política dos espaços em nossa sociedade é pensar a política para além da conquista do Estado e do exercício do governo<br /><br /><span style="font-weight: bold;">por Durval Muniz de Albuquerque Júnior</span>, professor,<br />em agosto de 2006<br /><br /><a href="wyciwyg://141/http://www.cultura.gov.br/sys/admin/_edit.php?action=edit&post=24983&tab=1&g=blog=5&section=pages"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><a href="wyciwyg://141/http://www.cultura.gov.br/sys/admin/_edit.php?action=edit&post=24983&tab=1&g=blog=5&section=pages">íntegra.pdf</a><br /><br />Há no pensamento ocidental uma tendência a opor a noção de espaço à noção de tempo. Essa oposição irá aparecer, por exemplo, em Bergson, para quem o espaço era fixo, imóvel, não dialético; ou seja, estava morto; enquanto o tempo era móvel, rico, dialético; ou seja, era vivo e fecundo. Enquanto o espaço estava, seria no máximo um estado, uma configuração, uma extensão, uma superfície que se pode descrever; o tempo era, possuiria um ser, uma essência, um sentido, um motor, um conteúdo, não apenas a ser descrito, mas a ser apreendido em sua inteligibilidade. Para o espaço, o olhar de superfície. Para o tempo, o olhar de profundidade.<br /><br />O espaço constituiria apenas o cenário onde a história humana aconteceria, um suporte, um receptáculo, um meio, uma natureza, um ambiente, um solo, um lugar onde os eventos viriam a se alojar e a se desenrolar sem afetar profundamente esta crosta de pedra que alheia a tudo continuaria sofrendo as suas convulsões próprias, realizando suas circunvoluções no espaço, desdenhando as cócegas que nossa ruidosa existência era capaz de produzir em seus flancos.<br /><br />Mas podemos considerar que essa forma de ver o espaço é em si mesma fruto de uma história, resultado das formas distintas com que os homens, ao longo do tempo, definiram essa categoria, esse conceito, pois o espaço não é apenas uma superfície empírica que a nós se impõe; é antes de mais nada um conceito através do qual tentamos apreender, significar, organizar, dar sentido a um dado recorte feito nessa vasta empiria desordenada. Como todo conceito, e a noção de espaço mais ainda, serve para realizar demarcações, separações, classificações, estabelecer relações, propor uma ordem para as coisas, uma ordem para o sublunar. Michel Foucault nos fala de pelo menos três formas distintas de se relacionar com e de pensar o espaço na trajetória da cultura ocidental, formas que, em grande medida, são responsáveis por haver prevalecido, nesta cultura, uma visão estática e deshistoricizada do espaço.<br /><br /><a href="wyciwyg://141/http://www.cultura.gov.br/sys/admin/_edit.php?action=edit&post=24983&tab=1&g=blog=5&section=pages">íntegra.pdf</a></p><p><br /></p><p><a href="wyciwyg://141/http://www.cultura.gov.br/sys/admin/_edit.php?action=edit&post=24983&tab=1&g=blog=5&section=pages"><br /></a></p><p /><p /><hr /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p /><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub> </div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:19:47+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>O anjo azul</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>PAINEL CULTURA E PENSAMENTO,
textos e intervenções<!--more-->
<p style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1"></a></p><br /><span style="font-weight: bold;">O ANJO AZUL</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Um sonho sobre o saber, a harmonia e convivência</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">por Nelson Monteiro Vaz</span>, médico,<br />em agosto de 2006<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/o_anjo_azul_1156454169.pdf"><br /></a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/o_anjo_azul_1156454169.pdf"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/o_anjo_azul_1156454169.pdf">íntegra.pdf</a><br /><br />Tive este sonho. Um enorme anjo azul transparente envolveu todo o prédio com suas asas e, quando a reitora chegou à janela e olhou para fora, ele a encheu de sabedoria e bondade. Para ela foi como se a brisa que chegava a enchesse de paz e todos notaram que, quando se voltou, ela sorria de uma maneira diferente, vaga, mas muito bonita. E ela entrou ainda assim na sala de reuniões e convenceu a todos com uma voz macia, diferente da que reservava para tais ocasiões. E as palavras de todos logo se pareciam às suas, e todos assinaram os papéis que ela mandou datilografar na hora e guardaram os outros papéis em suas pastas e foram felizes para suas casas, acenando aos poucos estudantes que ainda estavam no campus a esta hora do entardecer.<br /><br />No dia seguinte, quando cópias dos papéis chegaram aos departamentos, tudo parecia sem sentido. A moratória sobre as notas e todas as formas de exame parecia uma brincadeira. Cursos sem provas? Mas a explicação soprada pelo anjo transparente estava ali escrita também. Devia haver confiança entre todos. Confiança dos mestres em que os aprendizes queriam aprender. Confiança dos alunos em que os mestres podiam ajudar. Durante dois semestres, a confiança em lugar da burocracia. Ninguém faltaria aos seus compromissos e as aulas continuariam melhores que antes. Exceto nos casos em que eram mesmo desinteressantes e pouco importantes para a vida de todos, aulas sustentadas pela intimidação. Todos poderiam agora se reunir e compartilhar esforços.<br /><br />Surgiram logo, genuínas, as perguntas. Todos perguntavam o que queriam saber. Nada passava em silêncio. Não se fazia de conta que estava claro o que não estava. O progresso era mais lento, mas autêntico. As aulas eram tumultuadas, ruidosas, mas eram mais fecundas. Mais longas: começavam cedo e se estendiam pela noite. De repente, o campus parecia enorme, com todos os laboratórios abertos a todos, e os grupos conversando pelo gramado.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/o_anjo_azul_1156454169.pdf"><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/o_anjo_azul_1156454169.pdf">íntegra.pdf</a><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub> </div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:18:22+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>PAINEL CULTURA E PENSAMENTO</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>O BRASIL É UM PAÍS QUE LÊ?<!--more-->
<p style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1"></a></p><p><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Uma perspectiva histórica sobre os livros e a leitura em território nacional</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">por Alessandra El Far</span>, pesquisadora,<br />em agosto de 2006<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/o_brasil_e_um_pais_que_le_1156467667.pdf">&gt;íntegra.pdf</a><br /><br />Em diferentes momentos da história brasileira, historiadores, escritores e intelectuais interessados na vida cultural de nosso país colocaram no centro de seus questionamentos a seguinte pergunta: o Brasil é um país que lê? Mesmo contando com os índices de analfabetismo, com as pesquisas realizadas em meio ao mercado editorial e com as análises acuradas de especialistas sobre a preferência dos nossos leitores, dificilmente chegou-se a uma conclusão unânime. Enquanto alguns salientavam as baixas tiragens de um romance nacional ou de um ensaio acadêmico, outros sublinhavam o sucesso das edições populares, o crescimento das bibliotecas de bairro e o acesso virtual aos clássicos da literatura nacional e internacional.<br /><br />Os dados revelados pela pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, em 2001, por exemplo, parecem dar continuidade a essa discussão. Segundo essa pesquisa, naquele ano o consumo de livros per capita do brasileiro foi de 1,8, ao passo que nos Estados Unidos esse número subia para 5,1 e na França para 7,0. No entanto, apesar dos números despertarem um certo pessimismo, vemos constantemente nos jornais ou nos principais centros urbanos o crescimento das coleções de bolso, o surgimento de um número cada vez maior de editoras acadêmicas e de pequeno porte, o sucesso de público das bienais do livro e a significativa venda de livros baratos em bancas de jornal e nas estações do metrô.<br /><br />Para entender melhor essa suposta &quot;contradição&quot; seria interessante trazer à tona alguns episódios da vida editorial no Brasil, pois através desses pequenos fragmentos da nossa história do livro podemos enxergar com maior facilidade a maneira pela qual a cultura impressa se desenvolveu e se enraizou, especialmente no eixo Rio – São Paulo, criando nessas regiões um comércio literário bastante distinto do restante do país. Quer dizer, por ser o Brasil um país tão vasto e diverso em suas condições sócio-econômicas, algumas regiões tiveram condições suficientes para dar vazão a uma cultura das letras, enquanto outras, até mesmo em função do seu pequeno poder aquisitivo, acabaram privilegiando formas diversas de manifestação literária, como por exemplo os folhetos de cordel e a chamada literatura oral. Por isso, quando ouvimos falar que o brasileiro lê ou que não lê, precisamos levar em consideração as diferenças e especificidades existentes nas inúmeras regiões em nosso país, e perceber que o consumo de livro, de certa forma, acontece, mas sempre restrito às áreas urbanas fortemente marcadas pelo progresso financeiro e social.</p><p /><p /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/o_brasil_e_um_pais_que_le_1156467667.pdf"><br /></a></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/o_brasil_e_um_pais_que_le_1156467667.pdf">&gt;íntegra.pdf</a></p><br /><br /><p /><hr /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p /><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub> </div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:17:25+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Sheila Schvarzman</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>IR AO CINEMA EM SÃO PAULO NOS ANOS 20<!--more-->
Ir ao cinema é uma prática codificada e datada. Traduz não apenas um hábito, mas revela formas de frequentação e distinção social, fruição estética, imaginações sobre a diversão e a cultura. Sua organização, ainda que tenha por base, modelos estrangeiros, toma em cada local aspectos próprios que revelam amálgamas culturais e sociais. Gostaria de observar um pouco deste processo em São Paulo, durante os anos 1920, a partir do olhar do crítico Octávio Gabus Mendes em seus escritos nas revistas Paratodos e Cinédia.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Schvarzman_ir%20ao%20cinema_1176213923.pdf">íntegra.pdf</a><br /><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub><br /><br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Schvarzman_ir%20ao%20cinema_1176213923.pdf"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span></a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:16:28+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>últimas do PAINEL</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<p style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1"></a></p><p><span style="font-weight: bold;"></span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span></p><p><span style="font-weight: bold;">14.3.2007</span></p><span style="font-weight: bold;">Sheila Schvarzman</span>,<br />professora da Universidade Anhembi-Morumbi e do Centro Universitário Senac, recupera o contexto histórico do cinema paulistano nos anos 20. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24951&more=1&c=1&pb=1">(artigo) &gt;</a><br /><br /><p><span style="font-weight: bold;">6.3.2007</span><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p><span style="font-weight: bold;">Angela Prysthon</span>,<br />professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da UFPE, comenta o descentramento cultural das periferias. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24999&more=1&c=1&pb=1">(artigo) &gt;</a></p><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span><span style="font-weight: bold;"><br />7.9.2007<br /></span><span style="font-weight: bold;">Bernardo Ricupero</span>,<br />professor da universidade de são paulo, <br />acompanha o pensamento sobre a &quot;má&quot; formação brasileira<span style="font-weight: bold;">. </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24979&more=1&c=1&pb=1">(artigo) &gt;</a><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span><br /><p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p><span style="font-weight: bold;">Cildo Meireles</span>,<br />artista plástico,<br />retoma sua obra OBSCURA LUZ. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24973&more=1&c=1&pb=1">(entrevista) &gt;</a><br style="font-weight: bold;" /></p><p><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Jean-michel Frodon</span>,<br />crítico de cinema,<br />discute alguns aspectos da difusão cinematográfica <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24977&more=1&c=1&pb=1">(entrevista) &gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24977&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><br /><span style="font-weight: bold;">João Sayad</span>,<br />economista,<br />alerta para desafios da ordem globalizada <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24975&more=1&c=1&pb=1">(entrevista) &gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24975&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">24.8.2006</span><br /></p><span style="font-weight: bold;">Alessandra el Far</span>,<br />pesquisadora da universidade estadual de campinas, traça um panorama da história da leitura no Brasil <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24953&more=1&c=1&pb=1">(artigo) &gt;</a><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24953&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p><span style="font-weight: bold;">nelson monteiro vaz</span>,<br />médico e escritor,<br />apresenta breve conto sobre a experiência do conhecimento <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24955&more=1&c=1&pb=1">(conto) &gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24955&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><br /><span style="font-weight: bold;">Francisco Alambert</span>,<br />professor da universidade de são paulo,<br />discute e propõe noções de cultura <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24959&more=1&c=1&pb=1">(artigo) &gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24959&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><br /><br /></p><hr /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons<br /><br /></sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</sub><br /><br /><p style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:15:33+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>PAINEL, sumários</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->

<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24983&more=1&c=1&pb=1">Sumário por AUTOR</a><br /><div class="pagina_corpo"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24981&more=1&c=1&pb=1">Sumário por OBRA </a><br /><br />Edições anteriores, por data:<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24985&more=1&c=1&pb=1">24.8.2006 </a><br />17.8.2006 <br /><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span>
</div><br /><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><br /><br /></span></font></font><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><sub style="font-weight: bold;">TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons</sub><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><sub><span style="font-weight: bold;">Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</span></sub><br /><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><br /></span></font></font></sub>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:14:33+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>O que é o PAINEL ?</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<p>Nascido como desdobramento das consultas de organização do programa CULTURA E PENSAMENTO, o PAINEL CULTURA E PENSAMENTO é um ambiente eletrônico de circulação de textos, obras e intervenções públicas e abertas, ligadas ao curso das atividades de reflexão deste Programa.<span style="text-decoration: underline;"><br /></span><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"></span></span><br /></p><p><span style="text-decoration: underline;"></span>O PAINEL CULTURA E PENSAMENTO viabiliza sua realização através de parceria entre o MINISTÉRIO DA CULTURA, nos marcos do programa CULTURA E PENSAMENTO, e do SESC-SP. Atualmente editado e organizado por José Guilherme Pereira Leite (sociólogo e membro da equipe de coordenação do Programa), Marcelo Rezende (jornalista, escritor e editor), o PAINEL é um canal aberto às sugestões e ao diálogo.<br /><span style="text-decoration: underline;"></span><br /><span style="font-weight: bold;">LINHA EDITORIAL</span><br /><br />A linha editorial do PAINEL CULTURA E PENSAMENTO orienta-se genericamente pelos mesmos assuntos que guiam as demais ações do programa CULTURA E PENSAMENTO, expressos na definição de suas temáticas anuais (veja os temas para 2006). As publicações aqui dispostas organizam-se, assim, a partir de uma série de reflexões editoriais sobre os vínculos e relações entre o campo de interesses do Programa e o conteúdos das intervenções propostas e apresentadas ao PAINEL. O Ministério da Cultura e o Sesc-SP não se responsabilizam pelas opiniões aqui expressas nos artigos assinados.</p><br /><span style="font-weight: bold;">SUMÁRIO<br /><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24983&more=1&c=1&pb=1">por autor &gt;</a>                         <br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24981&more=1&c=1&pb=1">por obra &gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24949&more=1&c=1&pb=1">Últimas do Painel &gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24995&more=1&c=1&pb=1">Expediente &gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24993&more=1&c=1&pb=1">Licenças de uso e reprodução dos conteúdos &gt;</a><br /><br /><p style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1"></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"><br /></a></span></span></p><p><span style="font-weight: bold;"><p><sub><span style="font-weight: bold;"><hr />TODO o conteúdo do Painel Cultura e Pensamento<br />(exceto em exceções mencionadas) está licenciado sob a Creative Commons</span></sub></p><p><sub><span style="font-weight: bold;"><br /></span></sub></p><p style="font-weight: bold;"><sub><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.pt.png" /></a></sub></p><p><sub><span style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font>Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 License</span></sub></p><p><sub><span style="font-weight: bold;"></span></sub><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">(imagem de capa: do ensaio fotográfico <span style="color: rgb(0, 0, 0);">palavras e performance</span>, de Rogério Duarte do Pateo)</span></font></font></sub></p><p><br /><sub style="font-weight: bold;"><font size="2"><font size="1"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span></font></font></sub></p></span></p><p style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></span></span></p><p><span style="font-weight: bold;"></span></p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-06T02:13:19+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Perguntas frequentes</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<span style="font-weight: bold;">
SOBRE O PROGRAMA </span><a name="00"><br /><br /></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#01">&gt; O Programa Cultura e Pensamento é de natureza acadêmica e científica?</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">SOBRE AS SELEÇÕES PÚBLICAS<br /></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#z">&gt; Em caso do projeto planejar transmissão ao vivo via Internet, porém para viabilizar ser necessário contratar link e ou codificação ao vivo, estes custos, até o limite de R$ 10.000, devem ser incluidos na planilha orçamentária? Neste caso o valor pleiteado pode chegar a R$ 190.000,00?</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#b"></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#y">&gt; O debatedor estrangeiro não tem RG e CPF, o que deve ser informardo na carta de anuência?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#b">&gt; Uma instituição ou empresa recém estabelecida, mas que tenha como responsáveis pessoas com experiência comprovada na realização de projetos de eventos públicos, pode apresentar os comprovantes de experiência dos seus representantes para atender ao requisito de experiência comprovada no regulamento?</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#d"><br />&gt; No caso de Mídias Eletrônicas On-line, há a obrigatóriedade da publicação possuir previamente um conselho editorial?</a><span style="font-weight: bold;"><br /></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#02">&gt; Posso inscrever evento que já existe tradicionalmente como projeto de debate? O evento pode ser parte de uma Programação maior?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#03">&gt; Serão aceitos termos de anuência por fax ou e-mail?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#04">&gt; O periódico impresso/a revista tem que ter distribuição nacional para se inscrever?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#06">&gt; Um professor/pesquisador que está por um tempo determinado no Brasil (p. ex: realizando doutorado), mas que atue / resida em país latinoamericano, pode ser considerado debatedor estrangeiro?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#07">&gt; O que denota o aspecto público de um projeto selecionado pelo Programa Cultura e Pensamento? Os debates e publicações precisam ser gratuitos? O público é sinônimo de acessível?<br /></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#08">&gt; Um dos critérios de avaliação é a “abrangência da proposta”. O que o Programa entende por abrangência?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#09">&gt; O principal objetivo dos projetos de debate seria a difusão das idéias; a inovação das formas de encontro (e debate) de idéias; ou a criação de novos circuitos (espaços) de circulação de idéias?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#10">&gt; Quem pode se inscrever nestas Seleções Públicas do Programa CULTURA E PENSAMENTO?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#11">&gt; Qual o período de inscrições?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#12">&gt; Como serão feitas as inscrições?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#13">&gt; Quantas vias e quais os documentos que devo enviar pelos Correios?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#14">&gt; Para onde devo enviar meu projeto?</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#15"><br />&gt; Até quando devo postar meu projeto?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#16">&gt; Minha inscrição, pela Internet, pode ser feita por etapas?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#17">&gt; O que fazer quando preencher algum dado errado no formulário de inscrição?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#18">&gt; Depois de concluir a inscrição é possível alterar algum dado?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#19">&gt; Meu projeto precisa estar inscrito na Lei Rouanet no momento da inscrição no Programa?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#20">&gt; Quantos projetos posso inscrever nestas Seleções?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#21">&gt; Os debatedores e colaboradores que convido para participar do meu projeto, poderão participar também de outros projetos?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#22">&gt; O que é considerado debatedor ou autor/debatedor estrangeiro no contexto das Seleções Públicas do Programa?</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#23">&gt; Como posso preencher o formulário na parte de Consorciados sendo que a instituições é estrangeira?</a><br /><br /><br />***********************************<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="01"></a>&gt; O Programa Cultura e Pensamento é de natureza acadêmica e científica?</span><br />&gt;&gt; O Programa não se restringe à comunidade acadêmica, pois objetiva agregar todos os espaços que proporcionem a reflexão dos temas propostos: a academia, mídia, movimentos sociais, grupos culturais, etc.<a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="z"></a>&gt; Em caso do projeto planejar transmissão ao vivo via Internet, porém para viabilizar ser necessário contratar link e ou codificação ao vivo, estes custos, até o limite de R$ 10.000, devem ser incluidos na</span><span style="font-weight: bold;"> planilha orçamentária? Neste caso o valor pleiteado pode chegar a R$ 190.000,00?</span><br />&gt;&gt; Nestes casos, os valores podem ser especificados em separado, ou na própria planilha como observação após o quadro de &quot;Fontes de Apoios&quot;, ou no próprio formulário, no campo que trata da transmissão ao vivo online. É importante observar, que a possiblidade de apoio adicional será avaliada em separado, exclusivamente para viabilizar a transmissão ao vivo, caso o projeto seja selecionado  e as despesas para este fim poderão ser pagas diretamente pela FAPEX aos fornecedores ou repassados aos realizadores, a critério da Coordenação do Programa Cultura e Pensamento. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="a"></a></span><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="y"></a>&gt; O debatedor estrangeiro não tem RG e CPF, o que deve ser informado na carta de anuência?</span><br />
&gt;&gt; Pode ser informado qualquer documento de identificação, como o número do passaporte, por exemplo. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="b"></a>&gt; Uma instituição ou empresa recém estabelecida, mas que tenha como responsáveis pessoas com experiência comprovada na realização de projetos de eventos públicos, pode apresentar os comprovantes de experiência dos seus representantes para atender ao requisito de experiência comprovada no regulamento?</span><br />&gt;&gt; Sim. A experiência do representante legal da instituição ou empresa pode ser transferida para comprovar a experiência da Entidade Produtora. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="d"></a>&gt;No caso de Mídias Eletrônicas On-line, há a obrigatóriedade da publicação possuir previamente um conselho editorial?</span><br />&gt;&gt;Não é preciso já ter previamente um conselho editorial, porém deve apresentar uma linha editorial e pelo menos uma pessoa que cuida da edição/moderação das dicussões publicadas lá. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a name="02"></a><span style="font-weight: bold;">&gt; Posso inscrever evento que já existe tradicionalmente como projeto de debate? O evento pode ser parte de uma programação maior?</span><br />&gt;&gt; Não há nenhuma restrição quanto a inscrição de projetos de debates presenciais já existentes, desde que seja justificada sua inserção em uma das linhas temáticas sugeridas ou na temática de livre escolha e atenda aos pré-requisitos estabelecidos no Regulamento da modalidade a qual concorra. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a name="03"></a>&gt; Serão aceitos termos de anuência por fax ou e-mail?</span><br />&gt;&gt; Sim, os termos de anuência serão aceitos em formato xerox, fax, documento digitalizado (escaneados) ou mesmo em formato e-mail, desde que o remetente seja o anuente, seja encaminhado com cópia para <span style="color: rgb(0, 51, 204);">anuencias@culturaepensamento.com.br</span> e o conteúdo contenha as informações conforme modelo constante do ANEXO V dos regulamentos. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"></span><a style="font-weight: bold;" name="04"></a><span style="font-weight: bold;">&gt; O periódico impresso/ a revista tem que ter distribuição nacional para se inscrever?</span><br />&gt;&gt; Não, mas o projeto precisa apresentar um plano de distribuição nacional para os números em que sejam publicados textos decorrentes do Programa e prever esta distribuição nacional no seu planejamento orçamentário. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="06"></a></span><span style="font-weight: bold;">&gt; Um professor/pesquisador que está por um tempo determinado no Brasil (p. ex: realizando doutorado), mas que atue / resida em país latinoamericano, pode ser considerado debatedor estrangeiro?</span><br />&gt;&gt; Sim, desde que comprove que o caráter temporário de sua permanência no Brasil e sua residência no país estrangeiro.<a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"></span><a style="font-weight: bold;" name="07"></a><span style="font-weight: bold;">&gt; O que denota o aspecto público de um projeto selecionado pelo Programa Cultura e Pensamento? Os debates e publicações precisam ser gratuitos? O público é sinônimo de acessível?</span><br />&gt;&gt; O que denota o aspecto público do Programa, entre outros, é a intenção da maior universalidade possível no acesso das ações dele decorrentes. Sempre que possível, as atividades propostas devem ser gratuitas ou a preços acessíveis. Os projetos devem especificar em sua proposta qual o plano de acesso que irão oferecer e este plano será um dos pontos de avaliação por parte da Comissão de Seleção. O Programa garante também o acesso ao resultado das ações, reunindo, em seu portal, áudios, textos e outros materiais resultantes dos debates para acesso a qualquer interessado. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="08"></a>&gt; Um dos critérios de avaliação é a “abrangência da proposta”. O que o Programa entende por abrangência?</span><br />&gt;&gt; Por abrangência entende-se um amplo alcance quantitativo e qualitativo, isto é, facilitar o acesso ao debate ao maior número de pessoas, no maior número de lugares possíveis (considerando todo o território nacional) e com uma política de acesso aos diferentes perfis sócio-culturais, sem prejuízo para a qualidade do debate.<a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a name="09"></a>&gt; O principal objetivo dos projetos de debate seria a difusão das idéias; a inovação das formas de encontro (e debate) de idéias; ou a criação de novos circuitos (espaços) de circulação de idéias?</span><br />&gt;&gt; Todos os três objetivos citados são desejados pelo Programa. Nos regulamentos os objetivos do Programa podem ser identificados claramente nos itens &quot;1.2&quot; e &quot;5.3.1&quot;.<a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a name="10"></a>&gt; Quem pode se inscrever nas Seleções Públicas do Programa Cultura e Pensamento?</span><br /><br />&gt;&gt; Poderão candidatar-se à seleção:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">a)</span> Para os CICLOS DE DEBATES PRESENCIAIS: curadores, que devem formular conceitualmente os debates, articular os diversos debatedores e colaboradores, em todas as etapas de realização do projeto, em conjunto com uma pessoa jurídica, de natureza cultural, científica, educacional ou de pesquisa, com experiência comprovada na realização de projetos de debate, seminários e outros eventos públicos;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">b)</span> Para as PUBLICAÇÕES “PERIÓDICOS IMPRESSOS”: editores, que devem formular conceitualmente os debates, articular os diversos autores/debatedores e colaboradores, em todas as etapas de realização do projeto, em conjunto com uma pessoa jurídica, responsável pela publicação de periódico impresso, em atividade;<br /><br /><span style="font-weight: bold;">c)</span> Para “PUBLICAÇÕES ELETRÔNICAS ON-LINE”: editores, que devem formular conceitualmente os debates, articular os diversos autores/debatedores e colaboradores, em to-das as etapas de realização do projeto, em conjunto com uma pessoa física ou jurídica, que detenha os direitos de uso do domínio web de publicação on-line.<a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="11"></a>&gt; Qual o período de inscrições?</span><br />&gt;&gt; As inscrições poderão ser feitas até às 18 horas (horário de Brasília) do dia 15 de junho de 2007, neste portal. [voltar]<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a name="12"></a>&gt; Como serão feitas as inscrições?</span><br />&gt;&gt; As inscrições devem ser realizadas através de dois procedimentos sucessivos e igualmente necessários:<br /><br />Primeiro, o candidato deverá cadastrar o seu projeto através deste portal, preenchendo e enviando, on-line, o FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO ali disponibilizado;<br /><br />Em seguida, o candidato deverá enviar à FAPEX (Coordenação Executiva das Seleções Públicas), por SEDEX ou similar, o mesmo FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO anteriormente preenchido, agora impresso e assinado, acompanhado da documentação obrigatória definida nos REGULAMENTOS específicos. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="13"></a>&gt; Quantas vias e quais os documentos que devo enviar pelos Correios?</span><br />&gt;&gt; O proponente deverá enviar apenas 01 (uma) cópia de cada documento solicitado.<br /><br />Deverão ser colocados enviados via SEDEX ou similar, num único envelope:<br /><br />a) Formulário de Inscrição e Planilhas de Orçamento, Fontes de Financiamento e Apoios, impressos e assinados, e já enviado on-line;<br /><br />b) Todos os Documentos Obrigatórios, listados no ANEXO IV dos Regulamentos <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="14"></a>&gt; Para onde devo enviar meu projeto?</span><br />&gt;&gt; Para:<br /><br />Fundação de Apoio à Pesquisa e à Extensão – FAPEX Rua Caetano Moura, 140, Fede-ração, CEP 40210-340, Salvador, Bahia.<br />Todos os documentos devem estar acondicionados num único envelope que deve também constar “Ref: Cultura e Pensamento 2007”. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a name="15"></a>&gt; Até quando devo postar meu projeto?</span><br />&gt;&gt; Serão aceitos projetos postados até o dia 25 de junho de 2007, desde que tenham sido previamente inscritos pela Internet até às 18 horas (horário de Brasília) do dia 15 de junho de 2007. Projetos postados após essa data serão automaticamente desclassificados. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a name="16"></a>&gt; Minha inscrição, pela Internet, pode ser feita por etapas?</span><br />&gt;&gt; Sim. Para isto você receberá - no ato da inscrição pela Internet - um Protocolo de Inscrição,  através do e-mail informado por você no ato do cadastramento da senha. Com este protocolo, a senha e o e-mail você poderá acessar o formulário e preencher o seu projeto. A medida em que for incluindo seus dados salve-os através do botão &quot;Salvar&quot; que aparecerá no final da página. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a name="17"></a>&gt; O que fazer quando preencher algum dado errado no formulário de inscrição?</span><br />&gt;&gt; Desde que não tenha concluído a sua inscrição, você poderá, a cada etapa, dar continuidade a sua inscrição ou corrigir o campo desejado. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"></span><a style="font-weight: bold;" name="18"></a><span style="font-weight: bold;">&gt; Depois de concluir a inscrição é possível alterar algum dado?</span><br />&gt;&gt; Não. Os dados somente poderão ser alterados antes da conclusão do processo de inscrição. Caso seja identificado algum dado errado após a conclusão da inscrição é necessário entrar em contato com a Coordenação do Programa através do e-mail <span style="color: rgb(0, 51, 204);">info@culturaepensamento.com.br</span> ou pelo telefone (71) 3245-1472. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a name="19"></a>&gt; Meu projeto precisa estar inscrito na Lei Rouanet no momento da inscrição no Programa?</span><br />&gt;&gt; A inscrição na Lei Rouanet não é exigida para realização do projeto. No entanto, será exigida uma prestação de contas similar à exigida pelos projetos executados via a Lei Rouanet. O anexo “Orientações para Execução do Projeto e Prestação de Contas” contém mais informações quanto aos procedimentos de prestação contas exigido pelo Programa. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="20"></a>&gt; Quantos projetos posso inscrever nestas Seleções?</span><br />&gt;&gt; Quantos desejar. Um mesmo Proponente poderá apresentar mais de um projeto, mas somente poderá ser selecionado 01 (um) projeto de cada proponente. No caso de inscrição de mais de um projeto por participante, cada projeto deverá ser encaminhado individualmente. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a name="21"></a>&gt; Os debatedores e colaboradores que convido para participar do meu projeto, poderão participar também de outros projetos?</span><br />&gt;&gt; É facultada a participação de um mesmo debatedor em mais de um projeto contemplado pelo Programa Cultura e Pensamento 2007. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><a name="22"></a>&gt; O que é considerado debatedor ou autor/debatedor estrangeiro no contexto das Seleções Públicas do Programa?</span><br />&gt;&gt; Os regulamentos definem como estrangeiro residente em país latino-americano, que não o Brasil, o debatedor ou autor/debatedor que não tem nacionalidade brasileira e reside / atua em país latino-americano.<br /><br />Exemplos do que é permitido: Um pesquisador chileno residente e atuante no Chile Um pesquisador indiano residente e atuante no Chile<br /><br />Exemplos do que não é permitido: Um pesquisador chileno residente e atuante no Brasil Um pesquisador brasileiro residente e atuante no Chile Um pesquisador chileno residente e atuante na Índia <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a name="23"></a></span><span style="font-weight: bold;">&gt; Como posso preencher o formulário a UF quando se refere a outro país?<br /></span>&gt;&gt; No caso de campo UF pode ser inserido o código do país, conforme o ISO 3166-1, de 1974, que padroniza o assunto. A lista de siglas dos pai-ses e mais informações sobre esse ISSO encontram-se <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ISO_3166-1">aqui</a>. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24929&more=1&c=1&pb=1#00">[voltar]</a><br /><br /><div style="text-align: right;">l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T02:11:01+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Fale conosco</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><br />por email:<br /></span><a style="color: rgb(0, 51, 204);" href="mailto:info@culturaepensamento.com.br">info@culturaepensamento.com.br</a><span style="font-weight: bold;"><br /></span><br /><span style="font-weight: bold;">por telefone:</span><br />(71) 3481-5831<br />(71) 3481-5237<br /><br /> <span style="font-weight: bold;">endereço postal:</span><br />Ref.: Cultura e Pensamento<br />Fundação de Apoio à Pesquisa e à Extensão - FAPEX<br />Rua Caetano Moura, 140, Federação<br />CEP 40.210 - 340<br />Salvador-Bahia<br /><br /><div style="text-align: left;"><br />l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T02:10:25+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Do Estado que Temos ao Estado que Queremos - vídeos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>parte 02
<!--more-->
<p>
  </p><embed flashvars="" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-3416004300739608304&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">A Cultura dentro do Estado</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">debatedores:</span><br />• Sra. Isabel Cribari, Diretor da Fundação Joaquim Nabuco.<br />• Sr. Jair Pereira, ex-diretor de Relações Institucionais da Chesf<br />• Sr. Claudio Marinho, estudioso da Cultura Negra<br />• Sr. João Roberto Peixe, secretário de Cultura de Recife<br />• Sra. Márcia Souto, secretária de Cultura de Olinda<br />• Sr. João Falcão, diretor de inovação e competitividade empresarial do Porto Digital<br /><br />Debate em OLINDA - PE<br /><span style="font-weight: bold;"><br />local:</span> Academia Santa Gertrudes, R. Bispo Coutinho, s/n, Alto da Sé<br /><span style="font-weight: bold;">data e horário:</span> 13 de dezembro, das 19h às 22h<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25095&more=1&c=1&pb=1">Mais informações</a><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T02:07:07+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Do Estado que Temos ao Estado que Queremos - vídeos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>parte 01
<!--more-->
<p>
  </p><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=194334315568597580&hl=en" flashvars="" />   <br />
<p><br /><span style="font-weight: bold;">
A Cultura dentro do Estado</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">debatedores:</span><br />• Sr. Raul Lody<br />• Sr. Eduardo Subirats<br />• Sr. Ruben George Oliven<br />• Sra. Helena Sampaio, presidente da ONG Arte Sol<br />• Sr. Célio Turino, secretário de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura<br />• Sra. Luciana Santos, prefeita de Olinda<br /><br /><span style="font-weight: bold;">local: </span>Academia Santa Gertrudes, R. Bispo Coutinho, s/n, Alto da Sé<br /><span style="font-weight: bold;">data e horário:</span> 12 de dezembro, das 19h às 22h<br />Debate em OLINDA - PE<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25095&more=1&c=1&pb=1">Mais informações</a><br /><br />
</p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T02:06:05+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Do estado - vídeos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Do Estado que Temos ao Estado que Queremos<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25095&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/do%20estado_1192311217.jpg" style="width: 135px; height: 84px;" /></a>   </span><br /><span style="font-weight: bold;"><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">12 de dezembro</span>  l  </span> <span style="font-weight: bold;">A CULTURA DENTRO DO ESTADO  l  <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24923&more=1&c=1&pb=1">vídeo</a><br /><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Raul Lody l  Eduardo Subirats  l  Ruben George Oliven l Helena Sampaio l Célio Turino l  Luciana Santos</span></span><br /><br /><span style="text-decoration: underline;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);">13 de dezembro</span>  l  A CULTURA DENTRO DO ESTADO  l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24925&more=1&c=1&pb=1"> </a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24925&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">vídeo</span></a><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">Isabel Cribari l  Jair Pereira  l  Cláudio Marinho l  João Roberto Peixe l  Márcia Souto  l  João Falcão<br /><br /></span></span><span style="font-weight: bold;"><br />Debate em OLINDA - PE</span><br />
<span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">local: </span>Academia Santa Gertrudes, R. Bispo Coutinho, s/n, Alto da Sé<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">Mais informações sobre o evento &gt;</a><br /><div style="margin-left: 40px;">
<span style="font-weight: bold;"><br /></span></div><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24923&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><br /><br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T02:05:18+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DIÁLOGOS INTERCULTURAIS - videos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>parte 09<!--more-->
<p>
  </p><embed flashvars="" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-6138163626215922805&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" />   <br />
<p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p><span style="font-weight: bold;"> 
 Educação Intercultural</span><br /></p><p><br /></p><p>27 novembro (tarde)<br />Universidade Federal do Acre – RIO BRANCO - AC<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1">mais informações</a></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1"><br /></a></p><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></p><p style="text-align: right;"></p><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" />
<p><span style="font-weight: bold;">Apoio:</span></p>
<p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/logos%20dialogos%20agroup_1190140059.jpg" style="width: 264px; height: 66px;" /></p><p>
</p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T02:03:29+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DIÁLOGOS INTERCULTURAIS - videos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>parte 08<!--more-->
<p>
  </p><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-1735728122334571440&hl=en" flashvars="" />  <br />
<p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p><span style="font-weight: bold;">
 Educação Intercultural</span><br /></p><p><br /></p><p>27 novembro (manhã)<br />Universidade Federal do Acre – RIO BRANCO - AC<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1">mais informações</a></p><div style="text-align: right;"><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /><br /><div style="text-align: left;">

<hr style="width: 100%; height: 2px;" />
<p><span style="font-weight: bold;">Apoio:</span></p>
<p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/logos%20dialogos%20agroup_1190140059.jpg" style="width: 264px; height: 66px;" /></p></div></div><p>
</p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T02:02:46+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DIÁLOGOS INTERCULTURAIS - videos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>parte 07<!--more-->
  <p /><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-5894568727396589740&hl=en" flashvars="" />  <br />
<br /><span style="font-weight: bold;"> Tradições e traduções</span><br /><br />25 de novembro (manhã)<br />Centro de Formação dos Povos da Floresta – RIO BRANCO - AC<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1">mais informações</a><br /><br /><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /><br /><div style="text-align: left;"><hr style="width: 100%; height: 2px;" />
<p><span style="font-weight: bold;">Apoio:</span></p>
<p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/logos%20dialogos%20agroup_1190140059.jpg" style="width: 264px; height: 66px;" /></p></div>
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T02:02:06+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DIÁLOGOS INTERCULTURAIS - videos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>parte 04<!--more-->
 

<p>
  </p><embed flashvars="" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=7973698907111472755&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" />  <br />
<p>
</p><p><font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"><strong><br /></strong></font></p><p><font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"><strong> Tradições 
  e traduções<br />
  </strong></font></p><p><font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"><br /></font></p><p><font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif">23 de novembro (tarde)<br />
  Centro de Formação dos Povos da Floresta – RIO BRANCO - 
  AC</font></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1"><br /></a></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1">mais informações</a></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1"><br /></a></p><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /><br />

<hr style="width: 100%; height: 2px;" />
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;">Apoio:</span></p><div style="text-align: left;">
</div><p style="text-align: left;"><img style="width: 264px; height: 66px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/logos%20dialogos%20agroup_1190140059.jpg" /></p></div><p /><p><font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"> </font><font face="Arial, Helvetica, sans-serif"> 
  </font> </p>
<p><a></a></p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T02:00:12+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DIÁLOGOS INTERCULTURAIS - videos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>parte 03
<!--more-->
<p /><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=6751750334579881255&hl=en" flashvars="" />  <br /><br /><span style="font-weight: bold;">
Tradições e traduções</span><br /><br />23 de novembro (manhã)<br />Centro de Formação dos Povos da Floresta – RIO BRANCO - AC<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1">mais informações</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"></a><br /><div style="text-align: right;"><div style="text-align: left;"><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1"><br />
</a></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></p><p style="text-align: right;"><br /></p>
<hr style="width: 100%; height: 2px;" />
<p><span style="font-weight: bold;">Apoio:</span></p>
<p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/logos%20dialogos%20agroup_1190140059.jpg" style="width: 264px; height: 66px;" /></p>
</div></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T01:59:16+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DIÁLOGOS INTERCULTURAIS - videos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>parte 02<!--more-->
 <p /><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=2383840855747289874&hl=

en" flashvars="" />  <br />
<p><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p><span style="font-weight: bold;"><br />Tradições e traduções</span><br /></p><p><br /></p><p>22 de novembro (tarde)<br />Centro de Formação dos Povos da Floresta – RIO BRANCO - AC<br /></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1"><br /></a></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1">mais informações</a></p><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1"><br /></a></p><p style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></p><span style="text-decoration: underline;"><br /></span><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><p><span style="font-weight: bold;">Apoio:</span></p><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/logos%20dialogos%20agroup_1190140059.jpg" style="width: 264px; height: 66px;" /></p><p style="text-align: left;">
</p></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T01:58:26+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>DIÁLOGOS INTERCULTURAIS - videos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>parte 01<!--more-->
 <p /><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=3852082487317860208&hl=

en" flashvars="" /><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Tradições e traduções</span><br /><br />22 de novembro (manhã)<br />Centro de Formação dos Povos da Floresta – RIO BRANCO - AC<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1">mais informações</a><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><p><span style="font-weight: bold;">Apoio:</span></p><p><img style="width: 264px; height: 66px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/logos%20dialogos%20agroup_1190140059.jpg" /></p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T01:57:32+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Diálogos Interculturais - videos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>debates:<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 134px; height: 87px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaDI%C1LOGOS_1161910328.jpg" /></a>  <br /><br /></span></span>Reflexão sobre as relações entre formas e pensamentos específicos de
alguns grupos minoritários e formas e pensamentos tornados hegemônicos
pelos processos colonizadores da civilização ocidental - um diálogo
entre representantes de comunidades indígenas, quilombolas e
geralzeiras e representantes da comunidade acadêmica.<br /><span style="font-weight: bold;"><br /><br />TRADIÇÕES E TRADUÇÕES</span><br /><span style="font-weight: bold;">22 a 25 de novembro de 2006</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Centro de Formação dos Povos da Floresta – RIO BRANCO - AC</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">22 de Novembro l  </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24909&more=1&c=1&pb=1">vídeo</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24909&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;"></span></a><br /><span style="font-weight: bold;">23 de Novembro l </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24911&more=1&c=1&pb=1">manhã</a><span style="font-weight: bold;"> l </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24913&more=1&c=1&pb=1">tarde</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24911&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><br /><span style="font-weight: bold;">24 de Novembro l  </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=26416&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">vídeo</span></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=26416&more=1&c=1&pb=1"></a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span><span style="font-weight: bold;">25 de Novembro l  </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24915&more=1&c=1&pb=1"><span style="text-decoration: underline; font-weight: bold;">vídeo</span></a><br /></div><span style="font-weight: bold;"><br /></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24915&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">EDUCAÇÃO INTERCULTURAL</span><br /><span style="font-weight: bold;">27 a 30 de novembro de 2006</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Universidade Federal do Acre – RIO BRANCO - AC</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">27 de Novembro l </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24917&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">manhã</span></a> <span style="font-weight: bold;">l </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24919&more=1&c=1&pb=1">tarde</a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24917&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /></div><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24917&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1">¬ Mais informações sobre o evento</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25099&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"></span></a><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><div style="text-align: left;"><p><span style="font-weight: bold;">Apoio:</span></p><p><img style="width: 264px; height: 66px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/logos%20dialogos%20agroup_1190140059.jpg" /></p>
</div></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T01:56:18+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>áudios</title>
<link/>
<author/>
<category>Áudios</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<a name="topo"></a>

<span style="font-weight: bold;">Arquivos de áudio dos Ciclos de Conferências:</span><br />(Índices em ordem alfabética, pelo sobrenome do conferencista)<p><br /></p><p><img style="width: 112px; height: 120px;" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/logo_silenciointelectuais.jpg" /><span style="font-weight: bold;"> O SILÊNCIO DOS INTELECTUAIS </span>- <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">realizado em 2005</span>  l<span style="font-weight: bold;"> </span>   <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#00">ÍNDICE &gt;&gt;&gt;</a></p><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/esquec_1173535524.jpg" style="width: 112px; height: 111px;" /> <span style="font-weight: bold;">O ESQUECIMENTO DA POLÍTICA </span>- <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">realizado em 2006</span>  l <span style="font-weight: bold;"></span> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#id"><span style="font-weight: bold;">ÍNDICE &gt;&gt;&gt;</span></a></p>
<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#id"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br />
<table cellspacing="1" cellpadding="3" border="0" bgcolor="#9f9f5f" style="width: 360px; height: 24px;"><tbody><tr><td><font face="arial, verdana, helvetica" color="#000000">
   </font><font size="2" style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"><font size="1">DESTAQUES :</font> </font></td></tr></tbody></table><br /><span style="font-weight: bold;">Ciclo </span><span style="font-weight: bold;">O ESQUECIMENTO DA POLÍTICA</span><span style="font-weight: bold;"> l 2006</span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25073&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Lilia Moritz Schwarcz</span></a>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">República à brasileira </span></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25075&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"></span></a><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25075&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Marilena Chauí</span></a> <span style="font-weight: bold;"> l </span> <span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">O que é Política?</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25077&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Renato Lessa</span></a>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">O esquecimento desde a tradição</span></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25075&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25079&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Franklin Leopoldo e Silva</span></a>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Moralidade como política</span></span><br /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25081&more=1&c=1&pb=1">Francis Wolff</a>  l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Esquecimentos da política ou desejos de outras políticas?</span></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25083&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Luiz Felipe de Alencastro</span></a>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Esquecimento e memória</span></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25087&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Sérgio Paulo Rouanet</span></a>  <span style="font-weight: bold;">l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Abismos da democracia</span></span><br /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25089&more=1&c=1&pb=1">Francisco de Oliveira</a>  l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">A Colonização da Política</span></span><br /></div><br /><br /><br />_____________<br /><span style="font-weight: bold;"></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a name="00"></a></span><img style="width: 112px; height: 120px;" src="http://www.cultura.gov.br/sys/skins/img/logo_silenciointelectuais.jpg" /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><br />ÍNDICE COMPLETO</span><span style="font-weight: bold;"><br /></span>_____________<br /><font size="1"><br /><br /></font><div style="margin-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#01">BIGNOTTO, Newton</a>  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Intolerância religiosa e morte de um intelectual</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#02">
CHAUÍ, Marilena de Souza</a>  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Intelectual engajado, figura em extinção? </span></span><span style="font-weight: bold;"></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#03"></a></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#03"><span style="font-weight: bold;"></span></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#03"><span style="font-weight: bold;"></span></a><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#03">CÍCERO, Antoniol</a>  </span><span style="font-weight: bold;">l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">A sedução relativa</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#04">COELHO, Marcelo</a>  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Verdade e contra-verdade</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#05">DÉGUY, Michel</a>  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">O peso das palavras</span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#06">HADDAD, Fernando</a>  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Novo intelectual, nova classe?</span><br style="font-weight: bold;" /></span><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#04"></a></span><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#07">LEOPOLDO E SILVA, Franklin</a>  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">O imperativo ético de Sartre</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#08">
MUHLMANN, Géraldine</a>  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Marx, o jornalista e o espaço público</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#09">
NETO, José Raimundo Maia</a>  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">O silêncio dos céticos</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#10">
OLIVEIRA, Francisco de</a> l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">No silêncio do pensamento único: intelectuais, marxismo e política no Brasil</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#11">
OSAKABE, Haquira</a>  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Ave, palavra!</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#12">
RIBEIRO, Renato Janine</a>  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">O cientista e o intelectual</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#13">
ROUANET, Sérgio Paulo</a>  l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">A crise dos universais</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#14">
SIRINELLI, Jean-François</a>  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">O pastor da noite</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#15">
WISNIK, José Miguel</a>   l  <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Sem palavras</span></span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#16">
WOLFF, Francis</a>  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">Dilemas trágicos do intelectual</span></span><br /></div><font size="2"><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#topo">[ topo ]</a><br /><br />______________<br /></font><font size="2"><span style="font-weight: bold;"></span><br /></font><span style="font-weight: bold;"><a name="id"></a></span><p><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/esquec_1173535524.jpg" style="width: 116px; height: 102px;" /><span style="font-weight: bold;">  </span><span style="font-weight: bold;"><br /> </span></p><font size="2"><span style="font-weight: bold;"></span></font><font size="2"><span style="font-weight: bold;">ÍNDICE COMPLETO</span></font><br /><font size="2"><span style="font-weight: bold;"></span></font>____________<br /><br /><span style="font-weight: bold;">ALENCASTRO, </span><span style="font-weight: bold;">Luiz Felipe de   l    </span><span style="color: rgb(153, 153, 153); font-weight: bold;">29/08/2006 </span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_alencastro.mp3" style="font-weight: bold;">Esquecimento e memória (1h20) - [36,9mb]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">BIGNOTTO, </span><span style="font-weight: bold;">Newton  l    </span><span style="color: rgb(153, 153, 153); font-weight: bold;">19/09/006</span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_bignotto.mp3" style="font-weight: bold;">Uma sociedade sem virtudes? (1h11) - [32,9mb]</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;">CARDOSO, </span><span style="font-weight: bold;">Sérgio  l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">18/09/2006</span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_cardoso.mp3" style="font-weight: bold;">Por um regime radicalmente político (1h28) - [40,4mb]</a><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;">CHAUÍ, </span><span style="font-weight: bold;">Marilena   l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">23/08/2006</span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_chaui.mp3" style="font-weight: bold;">O que é política? (1h58) - [54mb]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">COELHO,  </span><span style="font-weight: bold;">Marcelo l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">27/09/2006</span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_coelho.mp3" style="font-weight: bold;">A política dos acontecimentos (1h37) - [44,7mb]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">DIBIE, </span><span style="font-weight: bold;">Pascal    l     <span style="color: rgb(153, 153, 153);">06/09/2006</span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_pascal.mp3" style="font-weight: bold;">A política sem nome (57m) - em francês [26,2mb]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">DUPUY, </span><span style="font-weight: bold;">Jean-Pierre  l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">11/09/2006</span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_dupuy.mp3" style="font-weight: bold;">A tentação de apagar a política com a técnica (1h37) - [44,7mb]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">FRODON, </span><span style="font-weight: bold;">Jean-Michel   l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">29/08/2006</span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_frodon.mp3" style="font-weight: bold;">Desafios políticos do cinema (1h13) - em francês [33,5mb]</a><br /><br />
<span style="font-weight: bold;">JASMIN, </span><span style="font-weight: bold;">Marcelo   l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">06/09/2006</span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_jasmin.mp3" style="font-weight: bold;">Por que república? (1h31) - [42,1mb]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">LEOPOLDO E SILVA, </span><span style="font-weight: bold;">Franklin  l <span style="color: rgb(153, 153, 153);">  22/08/2006</span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_franklin.mp3" style="font-weight: bold;">Moralidade como política (1h25) - [39mb]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">LESSA,  </span><span style="font-weight: bold;">Renato  l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">26/09/2006</span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_lessa.mp3" style="font-weight: bold;">O esquecimento desde a tradição (1h40) - [45,8mb]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">MIGUEL, Abensour  l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">05/09/2006</span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_abensour.mp3" style="font-weight: bold;">Do bom uso da hipótese da servidão voluntária? (1h36) - em francês [44,3mb]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">OLIVEIRA, </span><span style="font-weight: bold;">Francisco de   l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">21/08/2006 </span></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_oliveira.mp3" style="font-weight: bold;">Colonização da política (1h52) - [51,6mb]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">REY, </span><span style="font-weight: bold;">Jean-Michel  l   <span style="color: rgb(153, 153, 153);">12/09/2006</span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_rey.mp3" style="font-weight: bold;">Sedução da crença e o princípio &quot;anarquia&quot; (1h30) - em francês [41,5mb]</a><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25073&more=1&c=1&pb=1"></a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_wolff.mp3"></a><br /><span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;">RIBEIRO, </span><span style="font-weight: bold;">Renato Janine  l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">25/09/2006</span></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_janine.mp3" style="font-weight: bold;">A palavra livre e infeliz (1h41) - [46,5mb]</a><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_lessa.mp3"></a><br /><span style="font-weight: bold;">ROUANET</span><span style="font-weight: bold;">, Sergio Paulo   l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">26/09/2006</span></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_rouanet.mp3" style="font-weight: bold;">Abismos da democracia (1h29) - [41mb]</a><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_coelho.mp3"></a><br /><span style="font-weight: bold;">SCHUARCZ, </span><span style="font-weight: bold;">Lilia Moritz  l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">30/08/2006 </span></span><br />

<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25073&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">República à brasileira (1h28) - [31,3mb]</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">SPITZ, </span><span style="font-weight: bold;">Jean-Fabien  l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">13/09/2006</span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_spitz.mp3" style="font-weight: bold;">Entre o individualimo e a socialização (1h25) - em francês [38,9mb]</a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25073&more=1&c=1&pb=1"></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">WOLFF, </span><span style="font-weight: bold;">Francis   l    <span style="color: rgb(153, 153, 153);">04/09/2006 </span></span><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cp2006_wolff.mp3" style="font-weight: bold;">Esquecimentos da política ou desejos de outras políticas? (1h58) - [51mb]</a><br /><br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/audios/index.php?p=24903&more=1&c=1&pb=1#topo">[ topo]</a><br /><br /><hr style="width: 100%; height: 2px;" /><br />O SILÊNCIO DOS INTELECTUAIS:<br /><br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="01"></a>BIGNOTTO, Newton </span><span style="font-style: italic;"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Intolerância religiosa e morte de um intelectual </span><span style="font-style: italic;"><br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span class="corpo_chamada">Duas vertentes serão exploradas: as principais idéias filosóficas de Giordano Bruno e
uma análise dos documentos que restam do processo a que o filósofo foi submetido pela
Inquisição. Preso em 1592, após ter ensinado em Veneza ‘arte da memória’ e ‘magia’, Bruno
enfrentará a intolerância religiosa e a tortura com espantosa serenidade e clareza de
espírito, até sua execução em 1600.</span><br /><span class="corpo_chamada"></span></div><span class="corpo_chamada"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />


<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 20/09/2005</font><br />


<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/bignotto01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (18 min. - 6.9 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/bignotto02.mp3">2ª Parte</a> (21 min. - 7.8 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/bignotto03.mp3">3ª Parte</a> (24 min. - 8.5 mb)</li></ul><br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="02"></a>CHAUÍ, Marilena de Souza</span> <br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Intelectual engajado, figura em extinção?</span><span style="font-style: italic;"><br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span class="corpo_chamada">Desde o ‘caso Dreyfus’, a participação dos
intelectuais na agitação política e cultural tinha se tornado parte da
nossa vida social. A polêmica entre Sartre e Merleau-Ponty evidenciou a
questão do engajamento político, do qual a década de 1960 deu mostras
de vigor. Hoje, ao contrário, os intelectuais retraíram-se da vida
pública. Por quê? É o que
tentaremos responder.</span><br /></div>
<span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);"><br />
Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">  </span><br />
<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 22/08/2005</font><br />
<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/chaui01m.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (55 min. - 20 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/chaui02m_1124811361.mp3">2ª Parte</a> (5 min. - 1.6 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/chaui03m_1124829526.mp3">3ª Parte</a> (12 min. - 4.2 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/chaui04m_1124829578.mp3">4ª Parte</a> (17 min. - 6.1 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/chaui_conclusaom_1124829629.mp3">Conclusão</a> (9 min. - 3.2 mb)</li></ul>
<br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="03"></a>CÍCERO, Antonio </span><span style="font-style: italic;"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">A sedução relativa</span><span style="font-style: italic;"><br /><br /></span>
<div style="margin-left: 40px;"><span class="corpo_chamada">O relativismo – declarado ou não – parece
ter-se tornado, nas mais diversas disciplinas e sob os mais diversos
mantos, a característica marcante da contemporaneidade intelectual
laica. Tanto entre professores, quanto entre estudantes,
parece ter-se tornado incontestável a proposição de que ‘tudo é
relativo’.</span><br /><span class="corpo_chamada"></span></div>
<span class="corpo_chamada"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />



<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 21/09/2005</font><br />



<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cicero01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (19 min. - 6.9 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/cicero02.mp3">2ª Parte</a> (18 min. - 6.3 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/cicero03.mp3">3ª Parte</a> (23 min. - 8.1 mb)</li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/cicero04.mp3">4ª Parte</a> (17 min. - 5.8 mb)</li></ul>
<br /><a class="t_post" href="http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/cultura_e_pensamento/conferencias/index.php?p=10439&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;"></span></a><span style="font-weight: bold;"></span><br />
<img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="04"></a>COELHO, Marcelo </span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Verdade e contra-verdade</span><span style="font-style: italic;"><br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span class="corpo_chamada">Julien Benda em seu livro A traição dos
clérigos (1927) condena a submissão dos intelectuais às paixões
políticas. O tom, as preocupações e as referências do livro podem
parecer hoje fora de moda. Mas será que, depois de tantos disparates
protagonizados por intelectuais, num século em que as fronteiras da
verdade raramente estiveram definidas, não deveríamos retomar as idéias
de Benda?</span><br /><span class="corpo_chamada"></span></div><span class="corpo_chamada"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />
<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 23/08/2005</font><br />
<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/coelho1m.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (26 min. - 9.2 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/coelho2m.mp3">2ª Parte</a> (28 min. - 10 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/coelho3m.mp3">3ª Parte</a> (24 min. - 8.6 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/coelho4m.mp3">4ª Parte</a> (16 min. - 6.1 mb)</li></ul><br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="05"></a>DÉGUY, Michel</span> <br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">O peso das palavras</span><font size="2"><span style="font-style: italic;"></span></font><br /><br /><span class="corpo_chamada">O poder das palavras sobre as coisas: retórica, arte de persuadir. Assim, poder é sempre ‘poder
das palavras’, e a eloqüência é admirada e analisada, ao longo do tempo, como um dos
ingredientes da tomada e da manutenção do poder: daí o papel do ‘intelectual’, capaz de
mobilizar multidões. Hoje o lugar da política metamorfoseou-se: é na ‘telinha’ da tv que os
‘intelectuais midiáticos’ atuam. A propaganda, mudando os meios em fins, tornou real a
síntese do poder absoluto e do delírio: Hitler ‘persuadindo’ os alemães a se transformarem
em ‘servidores de seu combate’. A opinião pública (as convicções vazias) se torna incapaz do
paradoxo, ou seja, da democracia?
</span><br /><span style="font-style: italic;"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />


<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 14/09/2005</font><br />


<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/deguy01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (16 min. - 6.5 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/deguy02.mp3">2ª Parte</a> (18 min. - 6.8 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/deguy03.mp3">3ª Parte</a> (19 min. - 7.0 mb)</li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/deguy04.mp3">4ª Parte</a> (22 min. - 8.0 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/deguy05.mp3">5ª Parte</a> (12 min. - 4.9 mb)</li></ul><br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="06"></a>HADDAD, Fernando </span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Novo intelectual, nova classe? </span><br />
<br /><div style="margin-left: 40px;"><span class="corpo_chamada">Os intelectuais detêm um fator-chave da
produção, o conhecimento, e por isso constituem uma classe social. No
século passado, muitos foram os autores que discutiram o lugar dessa
classe: Mannheim, Gramsci, Wallerstein, para citar alguns. Frente à
nova postura política e econômica do intelectual hoje, o tema volta a
despertar interesse.
</span><br /><span class="corpo_chamada"></span></div><span class="corpo_chamada"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />
<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 24/08/2005</font><br />
<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/haddad1m.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (24 min. - 8.4 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/haddad2m.mp3">2ª Parte</a> (22 min. - 7.6 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/haddad3m.mp3">3ª Parte</a> (30 min. - 10.8 mb)</li></ul><br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="07"></a>LEOPOLDO E SILVA, Franklin </span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">
O imperativo ético de Sartre </span><br /><br /><div style="margin-left: 40px;"><span class="corpo_chamada">A partir do existencialismo, podemos dizer
que o primado da existência não é outra coisa senão a afirmação da
liberdade e que a historicidade que caracteriza essa existência enraíza
o homem nas realidades concretamente determinadas. Como o intelectual é
quem ‘pode’ assumir de modo explícito, consciente e crítico essa
‘condição humana’, ele ‘deve’ explorá-la a fundo: assim fez Sartre.
</span><br /><span class="corpo_chamada"></span></div><span class="corpo_chamada"><br /></span><span class="corpo_chamada"></span><span class="corpo_chamada"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />
<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 30/08/2005</font><br />
<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/franklin01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (22 min. - 7.7 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/franklin02.mp3">2ª Parte</a> (19 min. - 6.8 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/franklin03.mp3">3ª Parte</a> (21 min. - 7.4 mb)</li></ul><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="08"></a>MUHLMANN, Géraldine </span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Marx, o jornalista e o espaço público </span><br /><br /><span class="corpo_chamada">Longe de ser a fonte de pura racionalização dos julgamentos, como pensava Kant, a troca
pública de opiniões aparece, na crítica marxista, mais como uma parte da superestrutura: é,
pois, determinada pelas condições materiais da sociedade, sendo conduzida a favor das classes
dominantes. A atividade jornalística desenvolvida por Marx ao longo de toda a vida, muito
ajudou no aprofundamento da discussão sobre o espaço das opiniões e do debate públicos.
</span><span class="corpo_chamada"><br /><br /></span><span class="corpo_chamada"></span><span class="corpo_chamada"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />


<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 13/09/2005</font><br />


<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/geraldine01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (21 min. - 7.4 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/geraldine02.mp3">2ª Parte</a> (20 min. - 7.2 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/geraldine03.mp3">3ª Parte</a> (24 min. - 8.6 mb)</li></ul><br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="09"></a>NETO, José Raimundo Maia </span><span style="font-style: italic;"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">
O silêncio dos céticos </span><span style="font-style: italic;"><br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span class="corpo_chamada">Serão examinados a natureza e o significado do silêncio propostos pelos céticos
antigos, aqueles que primeiro questionaram a validade da filosofia no momento
em que se julgou poder a razão estabelecer a Verdade universal. O silêncio
dos intelectuais está associado, na modernidade, ao papel do filósofo que segue
o modelo iluminista de buscar a emancipação da humanidade pelo triunfo da
razão em todas as esferas da vida social.
</span><span class="corpo_chamada"></span><br /><span class="corpo_chamada"></span></div><span class="corpo_chamada"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />


<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 26/09/2005</font><br />


<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/raimundo01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (18 min. - 6.4 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/raimundo02.mp3">2ª Parte</a> (16 min. - 5.6 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/raimundo03.mp3">3ª Parte</a> (19 min. - 7.3 mb)</li></ul><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="10"></a>OLIVEIRA, Francisco de</span> <br />No silêncio do pensamento único: intelectuais, marxismo e política no Brasil <span style="font-weight: bold;"></span><br /><br />
<div style="margin-left: 40px;"><span class="corpo_chamada">No Brasil, os intelectuais sempre se
mostraram importantes; primeiro, através da literatura. No século 20,
quando responsáveis pela formulação do Estado brasileiro, seguiram o
modelo dos autoritários clássicos. O marxismo, tardio aqui, sempre foi
lido de maneira simplificada. Mesmo assim, contribuiu para a crítica à
ditadura. Hoje, predomina o pensamento único.
</span><br /><span class="corpo_chamada"></span></div><span class="corpo_chamada"><br /></span><span class="corpo_chamada"></span><span class="corpo_chamada"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />
<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 29/08/2005</font><br />
<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/chico01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (20 min. - 7.0 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/chico02.mp3">2ª Parte</a> (26 min. - 9.1 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/chico03.mp3">3ª Parte</a> (12 min. - 4.3 mb)</li></ul><br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="11"></a>OSAKABE, Haquira </span><span style="font-style: italic;"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">
Ave, palavra! </span><span style="font-style: italic;"><br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span class="corpo_chamada">A proposta é pensar a crise da palavra frente ao espantoso aparato midiático da
atualidade. A palavra que hoje circula e que os homens assimilam como sua, tem na
verdade por função dominante a persuasão e, por escopo, não os homens, mas a
massa deles, em inexorável perpetuação dos mecanismos do poder. Cabe, assim,
indagar se a palavra reconquistará algum dia sua plena vocação para a instabilidade
e a invenção.</span><span class="corpo_chamada"></span><span class="corpo_chamada"></span><br /><span class="corpo_chamada"></span></div><span class="corpo_chamada"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />



<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 27/09/2005</font><br />



<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/osakabe01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (18 min. - 6.5 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/osakabe02.mp3">2ª Parte</a> (18 min. - 7.6 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/osakabe03.mp3">3ª Parte</a> (23 min. - 8.9 mb)</li></ul><br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="12"></a>RIBEIRO,</span> <span style="font-weight: bold;">Renato Janine</span><br />
<span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">O cientista e o intelectual</span><span style="font-style: italic;"><br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span class="corpo_chamada">Diferente do que acontece com o cientista, a matéria de que trata o intelectual
- o mundo dos homens - pressupõe reciprocidade. A partir dos campos
das ciências humanas e sociais, ele deve mediar o conhecimento, para que
esse possa ser apropriado socialmente. Contudo, o intelectual não é um mero
difusor: é sua tarefa também discutir a apropriação do conhecimento, articular
idéias e ideais. Nisso, hoje, a televisão tem papel fundamental.</span><span class="corpo_chamada"></span><span class="corpo_chamada"></span><span class="corpo_chamada"></span><br /><span class="corpo_chamada"></span></div><span class="corpo_chamada"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />


<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 05/10/2005</font><br />


<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/janine01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (18 min. - 6.9 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/janine02.mp3">2ª Parte</a> (19 min. - 7.1 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/janine03.mp3">3ª Parte</a> (17 min. - 5.2 mb)</li></ul><br /><br style="font-weight: bold;" /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="13"></a>ROUANET, Sérgio Paulo </span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">A crise dos universais </span><br /><span class="corpo_chamada"><br />O caso Dreyfus fez mais do que originar o
conceito de intelectual. A partir dele, foram estabelecidos o
universalismo, originado no Iluminismo e bem representado por Zola, e o
anti-universalismo de Joseph de Maistre, para quem não existe o homem
em geral. Acredito que só a perspectiva universalista é compatível com
o ideal de construção de uma civilização humana.<br /></span><span class="corpo_chamada"><br /></span><span class="corpo_chamada"></span><span class="corpo_chamada"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />

<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 31/08/2005</font><br />

<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/rouanet01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (22 min. - 7.7 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/rouanet02.mp3">2ª Parte</a> (19 min. - 6.8 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/rouanet03.mp3">3ª Parte</a> (21 min. - 7.4 mb)</li></ul><br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="14"></a>SIRINELLI, Jean-François </span><span style="font-style: italic;"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">O pastor da noite</span><br /><span class="corpo_chamada"><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span class="corpo_chamada">Muitos foram os juízos críticos favoráveis e contrários à atuação política de Jean-Paul
Sartre, que durante muitos decênios encarnou a figura do intelectual francês por excelência.
Os elogios seguem, por exemplo, a fórmula de Jacques Audiberti, para quem Sartre era
“um vigilante da noite em todos os fronts da inteligência”. Ao contrário, os detratores
irão dizer que é perigoso quando o vigilante sonha acordado, sem levar em conta a realidade
das coisas; pior ainda, quando se torna sonâmbulo.</span><br /></div><span style="font-style: italic;"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />


<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 19/09/2005</font><br />


<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/sirinelli01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (21 min. - 7.2 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/sirinelli02.mp3">2ª Parte</a> (22 min. - 7.9 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/sirinelli03.mp3">3ª Parte</a> (16 min. - 5.5 mb)</li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/sirinelli04.mp3">4ª Parte</a> (14 min. - 5.1 mb)</li></ul><span class="corpo_chamada"></span><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="15"></a>WISNIK, José Miguel </span><span style="font-style: italic;"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Sem palavras</span><span style="font-style: italic;"><br /><br /></span><div style="margin-left: 40px;"><span class="corpo_chamada">O diagnóstico da exaustão do campo de ação, social e discursivo, em que operou o
intelectual, está feito e se fazendo. Ele aponta para uma desativação do ‘lugar de palavra’.
É necessário, pois, um rastreamento da questão, tal foi enfrentada por algumas
linhas atuantes da cultura brasileira, e dos impasses com que se defrontou a literatura
moderna, especialmente Drummond e Clarice Lispector.</span><span class="corpo_chamada"></span><span class="corpo_chamada"></span><span class="corpo_chamada"></span><br /><span class="corpo_chamada"></span></div><span class="corpo_chamada"><br /></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />


<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 28/09/2005</font><br />


<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/wisnik01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (19 min. - 7.5 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/wisnik02.mp3">2ª Parte</a> (16 min. - 5.5 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/wisnik03.mp3">3ª Parte</a> (20 min. - 8.0 mb)</li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/wisnik04.mp3">4ª Parte</a> (17 min. - 6.9 mb)</li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/wisnik05.mp3">5ª Parte</a> (16 min. - 5.8 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/wisnik06.mp3">6ª Parte</a> (19 min. - 6.1 mb)</li></ul><br /><br /><img style="width: 8px; height: 8px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" /> <span style="font-weight: bold;"><a name="16"></a>WOLFF, Francis </span><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Dilemas trágicos do intelectual </span><br style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);" /><br /><span class="corpo_chamada">Ao pensar o intelectual na função do crítico que produz idéias com fatos, sempre na
busca de dar voz aos que não a possuem, devemos remontar ao séc. 5 a. C., quando se deu
o primeiro grande conflito ‘intelectual’: de um lado, os sofistas — que submetiam as crenças
e os mitos a uma feroz crítica racionalista —, a representarem, como fundadores da
democracia, o símbolo da defesa do único poder justo; de outro lado, Sócrates — que denunciava
as pretensões políticas dos sofistas —, a encarnar o símbolo do Justo, sozinho
contra todos os poderes.
</span><span class="corpo_chamada"><br /><br /></span><span class="corpo_chamada"></span><span class="corpo_chamada"></span><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Íntegra da Conferência - áudio/mp3</span><br />

<font size="1" style="color: rgb(51, 51, 51);">realizada no teatro Maison de France, em 12/09/2005</font><br />

<ul style="margin-left: 40px;"><li><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/francis01.mp3" style="font-weight: bold;">1ª Parte</a> (22 min. - 7.5 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/francis02.mp3">2ª Parte</a> (19 min. - 6.5 mb)<br /></li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/francis03.mp3">3ª Parte</a> (21 min. - 7.2 mb)</li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/francis04.mp3">4ª Parte</a> (18 min. - 6.4 mb)</li><li><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/upload/francis05.mp3">5ª Parte</a> (16 min. - 6.1 mb)</li></ul><br style="font-weight: bold;" /><br /><span style="font-weight: bold;"> </span><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=25163&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T01:54:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A CULTURA ALÉM DO DIGITAL - vídeos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>mesa 06<!--more-->
<p /><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-6007835657815955044&hl=en" flashvars="" />  <br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">O horizonte da Cibercultura</span><br /><br />• o que se poderá produzir em termos de linguagem e discursos<br />• a TV digital para além da TV<br />• novos potenciais de interatividade<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE: 13/12</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Arthur Leandro</span>, PA:<br />artista, membro, fundador do Forum Permanente das Culturas do Pará; Militante de direitos humanos é professor assistente da Escola de Artes Visuais da UFPA e cursa doutorado em Historia na PUC-SP.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Cláudio Prado</span>, MinC<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Media Sana</span>, PE:<br />coletivo de artistas multimídia que atua nas relações entre a comunicação e a cidadania, fazendo apresentações ao vivo.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">Mais informações</a><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"><br /> </span><br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T01:53:45+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A CULTURA ALÉM DO DIGITAL - vídeos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>mesa 05
<!--more-->
<embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-7982312508117688273&hl

=en" flashvars="" />  <br />
<br /><br /><span style="font-weight: bold;"> Estratégias e políticas</span><br /><br />• perspectivas de democratização do acesso à produção e distribuição dos bens culturais<br />• estratégias das grandes empresas diante das transformações tecnológicas<br />• o que muda nas relações entre Estado, grande empresa e sociedade?<br />• quem é o dono do espectro?<br />• novas saídas de negócio<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE: 12/12</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Gustavo Gindre</span>, Indecs/Intervozes, RJ:<br />doutorando em Históia das Ciências, das Técnicas e Epistemologia na UFRJ, é coordenador executivo do Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura (INDECS) e membro eleito para o Comitê  Gestor  da Internet  no Brasil. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Luis Erlanger</span>, Rede Globo, Rj:<br />jornalista, diretor da Central Globo de Comunicação, sendo o executivo responsável pelas estratégias para Comunicação Institucional e Propaganda, assim como pelas Ações Sociais da TV Globo.<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Silvio Meira</span>, CESAR, PE:<br />Cientista-chefe do centro de Estudos e Sistemas<br />Avançados do Recife, C.E.S.A.R.; além de professor de engenharia de software do centro de informática da UFPE, é consultor de políticas e estratégias de informação e informática.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1"><br /></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">Mais informações</a><br /><br /><br /></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T01:52:02+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A CULTURA ALÉM DO DIGITAL - vídeos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>mesa 4<!--more-->
<p>
  </p><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=7973698907111472755&hl=en" flashvars="" />  <br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Diálogos entre diferenças</span><br /><br />• o acesso e o direito à cultura<br />• a descentralização da produção cultural<br />• a transformação social e produção de novos conteúdos<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE: 11/12</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Joanildo Burity</span>, Fundação Joaquim Nabuco, PE:<br />professor da Universidade Federal de Pernambuco, é pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco e Parecerista ad-hoc da Theory Culture Society Centre.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Jader Gama</span>, @IDA, PA:<br />é coordenador do PROJETO PURAQUÊ, criado pela Associação dos Amigos da Inclusão Digital Cidadã da Amazônia.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Carlos Afonso</span>, FGV-RJ:<br />mestre em Direito Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), é coordenador adjunto do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) e professor de Direito Civil da FGV Direito Rio.<br /><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">Mais informações</a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T01:50:57+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A CULTURA ALÉM DO DIGITAL - vídeos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>mesa 03<!--more-->
<p /><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=295687392300326831&hl=e

n" flashvars="" />  <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Redefinindo públicos e novos sentidos da cultura.</span><br /><br />• as transformações das noções de cultura e de público<br />• a entrada definitiva da cultura no reino da economia<br />• as mudanças no campo da propaganda, da informação e do lazer<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE: 07/12</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Isabela Cribari</span>, FJN, PE:<br />documentarista e produtora de cinema, acumulando mais de 100 produtos audiovisuais, muitos deles premiados; é autora do livro Produção e Administração de Obras Audiovisuais e organizadora do livro Produção Cultural e Propriedade Intelectual.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">André Lemos</span>, UFBA:<br />pesquisador do tema “Cibercidades”, consultor da Fapesp, CNPq e CAPES, professor da Faculdade de Comunicação da UFBA, atualmente dirige o Centro Internacional de Estudos Avançados e Pesquisa em Cibercultura.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Luis Fernando Moncau</span>, IDEC, SP:<br />advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Eduardo Homem</span>, TV VIVA, PE:<br />jornalista, fundador e coordenador da TV VIVA - televisão comunitária a céu aberto e produtora de vídeos e programas.<br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1"><br style="color: rgb(153, 102, 0); font-weight: bold;" /></a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">Mais informações</a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T01:49:45+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A CULTURA ALÉM DO DIGITAL - vídeos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>mesa 02<!--more-->
<p /><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=3656905303874124381&hl=

en" flashvars="" />  <font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"><strong></strong></font><span style="font-weight: bold;"><br /><br />Cultura digital é cultura livre?</span><br /><br />• a livre circulação de obras<br />• mudanças tecnológicas e medidas legais que regulam circulação de conteúdo pela internet<br />• o controle da Informação e o direito dos consumidores<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE: 06/12</span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Ronaldo Lemos</span>, Creative Commons / FGV-RJ:<br />diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas; também dirige o Creative Commons no Brasil e coordena diversos projetos, como Cultura Livre e o projeto internacional Open Business.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">H. D. Mabuse</span>, RE:Combo, PE:<br />músico e diretor de arte, transformou-se numa espécie de “ministro da tecnologia” do movimento manguetown; é um dos criadores do RE:Combo.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Silvia Gandelman</span>, PUC-RJ:<br />é advogada e professora da Fundação Getúlio Vargas na área de propriedade intelectual. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pela FGV e membro da Comissão de Direito Autoral e Entretenimento da OA.B./RJ.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">Mais informações</a><br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T01:48:48+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A CULTURA ALÉM DO DIGITAL - vídeos   </title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>mesa 01<!--more-->
<p>
  </p><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=810586007044462748&hl=e

n" flashvars="" />  <br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Inovação Tecnológica, Mídia e Processos Culturais</span><br /><br />• da TV analógica à TV digital<br />• as transformações em curso na produção e transmissão de informações<br />• quem são os donos da tecnologia?<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE: 05/12</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Luiz Fernando Soares</span>, PUC-RJ:<br />coordenador do Laboratório Telemídia, da PUC-Rio, é professor e também responsável pelo desenvolvimento de middleware de suporte às aplicações da TV Digital (GINGA), em conjunto com a Universidade Federal da Paraíba.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mário Teza</span>, Associação Software Livre, RS:<br />membro do Comitê Gestor da Internet do Brasil e do Consortium of Free Softwares Developers and Users in Latin America and the Caribbean, da Unesco; foi fundador do Projeto Software Livre do Rio Grande do Sul e eleito para o Comitê Gestor da Internet no Brasil representando o Terceiro Setor.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Paulo Bastos Tigr</span>e, UFRJ:<br />coordenador do grupo Economia da Inovação do Instituto de Economia da UFRJ, onde é professor titular; autor do livro Gestão da Inovação: A Economia da Tecnologia no Brasil.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">Mais informações</a><br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 102, 0);"><br /></span></a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T01:47:39+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>A CULTURA ALÉM DO DIGITAL - vídeos   </title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>palestra de abertura

<!--more-->
<p>
  </p><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-7541859853748173467&hl" a="" cultura="" além="" do="" digital="" /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Recife - PE: 04/12</span><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Seth David Schoen,</span> EFF (Electronic Frontier Foundation):<br />na Electronic Frontier Foundation há mais de 5 anos, a sua atuação como especialista ajuda a desenvolver um trabalho que une o mundo da tecnologia e a legislação em nome da liberdade e privacidade do cidadão.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Heloisa Buarque de Hollanda</span>, PACC-UFRJ:<br />professora titular de Teoria Crítica da Cultura da Escola de Comunicação da UFRJ e coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC) da UFRJ.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1">Mais informações</a>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T01:46:28+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Textos</title>
<link/>
<author/>
<category>Textos</category><content:encoded><![CDATA[<div>índice<!--more-->
<div style="margin-left: 40px;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31474&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Índice por autor  &gt;&gt;</span></a><br style="font-weight: bold;" />
<br style="font-weight: bold;" />
<a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=31476&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Índice por projeto  &gt;&gt;</span></a><br />
</div>
<br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"></span></span><span style="font-weight: bold;"></span><span class="corpo_chamada"></span><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/RELIGI%C3O%20-%20FORMA%20DE%20ESQUECIMENTO%20DA%20POL%CDTICA_Sergio%20paulo%20rouanet_1192306063.pdf"></a></span><span style="font-weight: bold;"></span><span class="corpo_chamada">___________<br /><br /></span><span style="font-weight: bold;"></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24945&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> PAINEL CULTURA E PENSAMENTO.</a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">
Um ambiente </span><span class="corpo_chamada"><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">eletrônico de circulação de textos, obras e intervenções.</span><br /><br /></span><span style="font-weight: bold;">Sumário:<br /><br /></span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24983&more=1&c=1&pb=1">Por autor &gt;</a><span style="font-weight: bold;">                         </span><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24981&more=1&c=1&pb=1">Por obra &gt;</a><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24949&more=1&c=1&pb=1">Últimas do Painel &gt;</a><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24995&more=1&c=1&pb=1">Expediente &gt;</a><br style="font-weight: bold;" /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24993&more=1&c=1&pb=1">Licenças de uso e reprodução dos conteúdos &gt;</a><br style="font-weight: bold;" /><br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">DOCUMENTOS INSTITUCIONAIS</span><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Documentos e textos institucionais relacionados ao Programa Cultura e Pensamento.</span><br /></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Discurso%20Gil%202007_1180991827.pdf">6. Discurso de lançamento da edição 2007 do CULTURA E PENSAMENTO</a>, por Gilberto Gil, Ministro da Cultura, em 16 de abril de 2007, em sessão solene no Salão Nobre da reitoria da UFBA, em Salvador/Ba.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/Cultura%20e%20Pensamento%202006,%20discurso%20de%20lan%E7amento_1175787731.pdf">5. CULTURA E PENSAMENTO 2006, discurso de lançamento</a>, por Gilberto Gil (maio, 2006):<br />discurso
do ministro Gil, lançando o programa CULTURA E PENSAMENTO para 2006 e
comentando a doação da biblioteca de José e Guita Mindlin à
Universidade de São Paulo, em sessão solene do Conselho Universitário
da mencionada Universidade, em maio de 2006.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=24885&more=1&c=1&pb=1">4. Brasiliana USP, discurso de lançamento</a>, por István Jancsó (maio, 2006):<br />discurso
do prof. István Jancsó, diretor do Instituto de Estudos Brasileiros da
Universidade de São Paulo, por ocasião da doação da biblioteca de José
e Guita Mindlin à Universidade de São Paulo e do lançamento oficial do
projeto da biblioteca Brasiliana USP.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/UMA%20POL%CDTICA%20NACIONAL%20PARA%20O%20PENSAMENTO_1175790445.pdf">3. Uma política nacional para o pensamento</a>, por Gilberto Gil (agosto, 2005):<br />discurso
do ministro Gil, lançando o programa CULTURA E PENSAMENTO, em agosto de
2005.<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/CULTUR%C6%20PENSAMENTO,%20OUTRA%20ID%C9IA%20DE%20CULTURA_1175790553.pdf">2. Culturæ pensamento, outra idéia de cultura</a>, por Gilberto Gil (maio, 2006):<br />texto do ministro Gil para os folhetos de lançamento da edição 2006 do Programa.<br /><br /><span style="text-decoration: underline;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/1gildscrs2005_1156177112.pdf">1. Uma gestão para a cultura e o pensamento</a><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/1gildscrs2005_1156177112.pdf">,</a> por Gilberto Gil (janeiro, 2006):<br />texto do ministro Gil apresentando as intenções do Programa para 2006, publicado primeiramente na seção 'Tendências e Debates' do jornal paulistano Folha de S.Paulo.<br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=25163&more=1&c=1&pb=1">voltar </a>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br />
</div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T12:38:46+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>videos - recife</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Organização Colaborativa da Produção e do Conhecimento - a cultura das redes de informação compartilhada<!--more-->
<p>
  </p><embed style="width: 400px; height: 326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-3136407060731062137&hl=en" flashvars="" />  <br /><br />27 de fevereiro, 10h30<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Autoria Individual e coletiva / A web e o saber compartilhado</span><br style="font-weight: bold;" /><br />Sistemas colaborativos em rede podem ser mais rápidos e flexíveis, tanto no desenvolvimento tecnológico como também na multiplicação do espaço de trocas. As informações culturais propagadas pessoa a pessoa, numa espécie de escambo digital e os sistemas colaborativos, onde o poder da autoria é horizontalizado redefinem as noções de direito, propriedade intelectual e copyright...<br /><br />H.D. Mabuse (Artista Plástico, Webdesigner)<br />Heloisa Buarque de Holanda (Profa. do Programa Avançado de Cultura Contemporânea da UFRJ)<br />Paulo Bruscky (Artista Plástico)<br />Ricardo Rosas (Escritor, crítico e editor do site Rizoma.net)<br /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Moderação -</span> André Stangl (Programa Cultura e Pensamento)<br /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25107&more=1&c=1&pb=1">Mais informações</a><br /><br />
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T12:36:37+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Vídeos do Ciclo de Debates:</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>A Cultura além do digital<!--more-->
<span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25103&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 133px; height: 87px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaDIGITAL_1162367775.jpg" /></a> </span></span> <span style="font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /></span><br />Todos gravados em Recife, na Fundação Joaquim Nabuco, entre 4 e 13 de dezembro de 2006. <br /><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">04/12</span></span><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24889&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">PALESTRA DE ABERTURA</a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Seth David Schoen,</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);"> EFF (Electronic Frontier Foundation) <span style="font-weight: bold;">l</span>  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Heloisa Buarque de Hollanda</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PACC-UFRJ</span><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">05/12</span><span style="font-weight: bold;"> l  mesa 1:</span><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24891&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, MÍDIA E PROCESSOS CULTURAIS</a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Luiz Fernando Soares</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PUC-RJ <span style="font-weight: bold;">l </span> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Mário Teza</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, Associação Software Livre, RS  <span style="font-weight: bold;">l </span> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Paulo Bastos Tigr</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">e, UFRJ</span><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">06/12</span><span style="font-weight: bold;"> l  mesa 2:</span><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24893&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">CULTURA DIGITAL É CULTURA LIVRE?</a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Ronaldo Lemos</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, Creative Commons / FGV-RJ  <span style="font-weight: bold;">l </span> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">H. D. Mabuse</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, RE:Combo, PE <span style="font-weight: bold;">l</span>  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Silvia Gandelman</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PUC-RJ</span><br style="color: rgb(153, 153, 153);" /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">07/12</span><span style="font-weight: bold;"> l mesa 3:</span><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24895&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">REDEFININDO PÚBLICOS E NOVOS SENTIDOS DAS CULTURAS</a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Isabela Cribari</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, FJN, PE <span style="font-weight: bold;">l</span>  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">André Lemos</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, UFBA  <span style="font-weight: bold;">l </span> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Luis Fernando Moncau</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, IDEC, SP <span style="font-weight: bold;"> l</span> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Eduardo Homem</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, TV VIVA, PE</span><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">11/12</span><span style="font-weight: bold;">  l  mesa 4:</span><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24897&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">DIÁLOGOS ENTRE DIFERENÇAS</a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Joanildo Burity</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, Fundação Joaquim Nabuco, PE <span style="font-weight: bold;">l </span> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Jader Gama</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, @IDA, PA  <span style="font-weight: bold;">l </span> </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Carlos Afonso</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, FGV-RJ</span><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);">12/12</span><span style="font-weight: bold;"> l  mesa 5:</span><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24899&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">ESTRATÉGIAS E POLÍTICAS</a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Gustavo Gindre</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, Indecs/Intervozes, RJ </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Luis Erlanger</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, Rede Globo, RJ </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Silvio Meira</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, CESAR, PE</span><br /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">13/12</span><span style="font-weight: bold;">  l  mesa 6:</span><br style="font-weight: bold;" /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24901&more=1&c=1&pb=1" style="font-weight: bold;">O HORIZONTE DA CIBERCULTURA</a><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Arthur Leandro</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PA </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"> l</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Cláudio Prado</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, MinC  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">l</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">  </span><span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);">Media Sana</span><span style="color: rgb(153, 153, 153);">, PE</span><br /><br /><br style="font-weight: bold;" /><font size="1" style="font-weight: bold;"><br /></font><font size="1" style="font-weight: bold;"><br /></font><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24877&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T12:32:17+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>video </title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div>Vídeo sobre o Cultura e Pensamento<!--more-->Clique no arquivo abaixo para assistir vídeo.
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T12:30:56+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>videos</title>
<link/>
<author/>
<category>Vídeos</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->

<table cellspacing="1" cellpadding="3" border="0" bgcolor="#9f9f5f" style="width: 295px; height: 1px;"><tbody><tr><td><font face="arial, verdana, helvetica" color="#000000">
   </font><font size="2" style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);">VÍDEOS DOS DEBATES 2007<br /> </font></td></tr></tbody></table><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31546&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/carnaval%20logo%20salvador_1191353018.jpg" style="width: 143px; height: 119px;" /></a> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31546&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Vídeos</span></a><br /><br /><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31612&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 143px; height: 124px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/cultura%20livre_1205848886.jpg" /></a><span style="font-weight: bold;"> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31612&more=1&c=1&pb=1">Vídeos</a></span></p><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31590&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/redes%20proj_1190770404.jpg" style="width: 169px; height: 66px;" /></a> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31590&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">Vídeos</span></a><br /><br /><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">- Os vídeos das demais conferências estarão disponíveis </span></font></span><span style="font-weight: bold;"><font size="1"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">em breve.</span></font></span><br /><br /><span style="font-weight: bold;">PROJETOS ESPECIAIS<br /><br /></span><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=28291&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/mut%20bot%E3o%20menor_1194755831.jpg" style="width: 188px; height: 92px;" /></a><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p><p><br /><span style="font-weight: bold;"></span></p><span style="font-weight: bold;"><p><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><span style="font-weight: bold;">20 ago 2007     </span></span><span style="font-weight: bold;">l  JOSÉ MIGUEL WISNIK <br /><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Heterodoxa mutação</span>   l    </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=30108&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">vídeo &gt;&gt;</span></a><br /><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">21 ago 2007     </span><span style="font-weight: bold;">l       FRANCISCO DE OLIVEIRA<br /><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Revoluções, mutações...</span> l   </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/noticias/agenda/index.php?p=30110&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold;">vídeo  &gt;&gt;</span></a><br /><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">28 ago 2007  </span><span style="font-weight: bold;">l       FRANKLIN LEOPOLDO E SILVA        <br /><span style="color: rgb(102, 102, 102);">Descontrole do tempo histórico</span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"> e banalização da experiência</span>  l   <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=30204&more=1&c=1&pb=1">video &gt;&gt;</a></span><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;"></span><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">29 ago 2007  </span><span style="font-weight: bold;">l OSWALDO GIACOIA JUNIOR<br /></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">As duas mutações de Nietzsche  </span>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=30268&more=1&c=1&pb=1">video &gt;&gt;</a></span><br /><span style="color: rgb(153, 51, 0);"><br /></span><span style="color: rgb(153, 51, 0); font-weight: bold;">3 set 2007 </span><span style="font-weight: bold;">l JEAN-PIERRE DUPUY<br /></span><span style="font-weight: bold;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);">A fabricação do homem e da natureza</span> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=30270&more=1&c=1&pb=1">video &gt;&gt;</a></span><br /><br /><font size="1"><span style="color: rgb(153, 153, 153);">* Em breve, os vídeos das demais conferências estarão disponíveis.</span></font></p><br /><br />DEBATES PATROCINADOS PELO CULTURA E PENSAMENTO  l   2006<br /><br /><p><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24881&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaDIGITAL_1162367775.jpg" style="width: 133px; height: 87px;" /></a>  </span><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24881&more=1&c=1&pb=1">vídeos &gt;&gt;</a></span></span></p><p><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"></span></span><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"><span style="text-decoration: underline;"></span></span></span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24921&more=1&c=1&pb=1"><br /></a></p><p><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaDI%C1LOGOS_1161910328.jpg" style="width: 134px; height: 87px;" /></a>  </span><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"></span></span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24905&more=1&c=1&pb=1">vídeos &gt;&gt;</a></p><p><br /><span style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;"></span></span></p></span><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24921&more=1&c=1&pb=1"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/do%20estado_1192311217.jpg" style="width: 135px; height: 84px;" /></a>   </span><span style="font-weight: bold;"></span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24921&more=1&c=1&pb=1">vídeos &gt;&gt;</a><span style="font-weight: bold;"><br /><p><br /></p><p><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31522&more=1&c=1&pb=1"><img style="width: 134px; height: 63px;" src="http://www.cultura.gov.br/upload/capaREVERBERA_1162368163.jpg" /></a> <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=31522&more=1&c=1&pb=1">videos &gt;&gt;</a><br /></p></span><span style="font-weight: bold;">_________<br /></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24921&more=1&c=1&pb=1"><span style="color: rgb(153, 153, 0);"></span></a><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/quadro%20icon_1186335985.jpg" style="width: 9px; height: 9px;" /> <span style="font-weight: bold;">ORGANIZAÇÃO COLABORATIVA DA PRODUÇÃO E DO CONHECIMENTO - A CULTURA DAS REDES DE INFORMAÇÃO COMPARTILHADA  l </span> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/videos/index.php?p=24883&more=1&c=1&pb=1">vídeos &gt;&gt;</a><br /><br />Fórum de debates com o intuito de estimular a reflexão sobre o fenômeno da organização comunitária e coletiva do trabalho cultural e intelectual na Internet, seu potencial crítico e o que há de inerente a esse processo. <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/textos/index.php?p=25107&more=1&c=1&pb=1">[+]</a><br /><div style="text-align: right;"><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=25163&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php"> </a><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><span style="color: rgb(153, 153, 0);"></span></div>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T12:28:58+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>imagens</title>
<link/>
<author/>
<category>Imagens</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
Em breve, nesta seção, o portal Cultura e Pensamento disponibilizará imagens documentais de eventos e ações que serão realizados em todo o país.<br /><br />Cartaz de divulgação do Cultura e Pensamento. <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/cartaz_070408%5B1%5D_1179368236.pdf">(clique aqui).</a><br /><br />Folder de divulgação do Programa. <a href="http://www.cultura.gov.br/upload/folder_070408_v2%5B1%5D_1179368482.pdf">(clique aqui).</a><br /><br /><br /> 
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-05T12:24:12+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Apresentação</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<div style="text-align: justify;">
CULTURA E PENSAMENTO é um programa nacional de incentivo ao debate crítico.<br /><br />O seu propósito é fortalecer espaços públicos de reflexão e diálogo em torno de temas relevantes da agenda contemporânea. Apóia o desenvolvimento de ações ligadas à circulação de idéias produzidas por intelectuais, artistas e pensadores da cultura, tornando-se uma plataforma para a difusão dessas idéias e a aproximação de seus atores. Pretende ser um fórum apto a produzir alternativas para o desenvolvimento cultural do país e capaz de agregar iniciativas que fortaleçam a esfera pública nacional.<br /><br />O Programa CULTURA E PENSAMENTO tem seu  <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24834&more=1&c=1&pb=1">conjunto de ações </a><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24834&more=1&c=1&pb=1"><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 51);"></span></a>composto pelas seguintes iniciativas: realização de SELEÇÕES PUBLICAS nacionais, em três modalidades, contemplando 15 projetos em todo o Brasil; apoio a dois PROJETOS VINCULADOS; transmissão dos debates via internet para todas as instituições multiplicadoras e demais interessados que se cadastrarem na REDE CULTURA E PENSAMENTO; publicação da REVISTA CULTURA E PENSAMENTO, publicação trimestral gratuita com linha editorial pertinente às ações do Programa; e ampliação continua do conteúdo do PORTAL CULTURA E PENSAMENTO, consolidando-o como um ponto de convergência e difusão das ações, dos produtos e reflexões por eles geradas.<br /><br />CULTURA E PENSAMENTO é uma realização do Ministério da Cultura, conta com o patrocínio da Petrobras e é coordenado pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Extensão (FAPEX). É co-realizado pelo Ministério da Educação (MEC), pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), pelo Serviço Social do Comércio de São Paulo (SESC-SP) e pela TVE-Bahia.<br /></div><br /><div style="margin-left: 40px; text-align: right;"><br />l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-04T06:15:09+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Ações do Programa</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<span style="font-weight: bold;"></span><br />O Programa CULTURA E PENSAMENTO é composto por um conjunto de ações articuladas:<br /><br /><span style="font-weight: bold;">SELEÇÕES PÚBLICAS</span><br /><br />Com a abertura de Seleções Públicas de patrocínio em três modalidades, direcionadas para a realização de projetos de debates presenciais, de debates em publicações impressas e em mídias eletrônicas on-line, o Programa realiza uma importante mobilização e mapeamento de instituições, grupos, artistas, produtores ou intelectuais sintonizados com reflexões que apontam alternativas para o desenvolvimento cultural do Brasil.<br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span><br style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 0);" /><br /><span style="font-weight: bold;">PROJETOS VINCULADOS<br /></span><br />Além de contemplar os projetos selecionados via editais, o Cultura e Pensamento também apoia projetos de grupos de trabalhos de notória importância para a sociedade. <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/projetos/index.php?p=25456&more=1&c=1&pb=1"><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=29374&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais.</a><br /></a><br /><span style="font-weight: bold;">REDE CULTURA E PENSAMENTO</span><br /><br />O Programa CULTURA E PENSAMENTO considera fundamental a difusão de conteúdos e a interação entre os seus participantes. Com isso, visa-se ao compartilhamento contínuo das reflexões que o Programa articula. <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25025&more=1&c=1&pb=1">Saiba mais.</a><br /><br /><span style="font-weight: bold;">REVISTA CULTURA E PENSAMENTO</span><br /><br />Com a publicação e distribuição gratuita da <a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=25027&more=1&c=1&pb=1">REVISTA CULTURA E PENSAMENTO</a><span style="color: rgb(102, 102, 0); font-weight: bold;"></span>, veiculando trimestralmente contribuições no contexto incentivado pelo Programa, o CULTURA E PENSAMENTO lança mão de mais um meio para a difusão de conteúdos e o acesso amplo às idéias produzidas.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />PORTAL CULTURA E PENSAMENTO<br /></span><br />Com a manutenção do PORTAL CULTURA E PENSAMENTO, o Programa propõe uma plataforma de informações e um ambiente virtual de circulação de idéias.<br /><br />O<span style="font-weight: bold;"> </span><a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/acervo/index.php?p=25163&more=1&c=1&pb=1">ACERVO</a><span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 0);"> </span>de conteúdos multimídias gerados pelas ações do Programa, garante o amplo acesso aos resultados produzidos, podendo ser utilizados inclusive em ambientes de ensino ou se tornar material para a realização de eventos futuros, organizados independentemente das ações do Programa.<br /><br />Acesse e participe em breve da sessão COMUNIDADE C&amp;P, ambiente interativo de debates!<br /><br /><div style="text-align: right;"><a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=24861&more=1&c=1&pb=1">voltar</a> l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-04T04:36:36+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Comunidade Cultura e Pensamento, em breve</title>
<link/>
<author/>
<category>Comunidade</category><content:encoded><![CDATA[<div>Participe<!--more-->
<br /><span style="font-weight: bold;">A comunidade Cultura e Pensamento está em fase de desenvolvimento e estará disponível em breve.</span> <br /><br />Será  um ambiente virtual de caráter colaborativo, que oferecerá um espaço amplo de debates, proporcionando um canal aberto de disseminação de idéias a partir do conteúdo produzido pelos próprios usuários colaboradores. Participe.<br /><br />

</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-04T01:20:43+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Material para Imprensa</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-weight: bold;">Releases sobre:<br /></span><br /></span><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/release%20prorroga%E7%E3o%20modificado_1180981230.doc">Prorrogação das inscrições &gt;</a><br /><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/release_lancamento_1179426975.doc">Lançamento do Programa &gt;</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/release%20oficinas%20-%20geral_1179426394.doc">Oficinas &gt;</a><span style="font-weight: bold;"><br /></span><span style="font-weight: bold;"><br /><br />CLIPPING CULTURA E PENSAMENTO</span><br /><br /></span><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Cobertura do lançamento do Programa, dia de 16 de abril de 2007, em Salvador:<br style="font-weight: bold;" /><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/A72979_17_1179408704.4">VT 1: TV Itapoan/Record</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/A72999_17_1179409063.4">VT 2: TVE</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/A73103_17_1179409135.4">VT 3: TV Aratu/SBT</a><br /><a href="http://www.cultura.gov.br/upload/A73149_17_1179409522.4">VT 4: TVE</a><br /></span><br /><div style="text-align: left;"><br /><br />l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a><br /></div><span style="color: rgb(0, 0, 0);"></span>
</div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-04T01:10:32+00:00</dc:date>
</item>

<item>
<title>Quem Somos</title>
<link/>
<author/>
<category>Programa</category><content:encoded><![CDATA[<div> <!--more-->
<font size="2"><br /></font><div style="margin-left: 40px;"><font size="2"><span style="font-weight: bold;">Realização:</span></font><br /><font size="2">Ministério da Cultura (MinC)</font><br /><br style="font-weight: bold;" /><font size="2"><span style="font-weight: bold;">CoordenaçãoExecutiva:</span></font><br /><font size="2">Fundação de Apoio à Pesquisa e à Extensão (FAPEX)</font><br /><br style="font-weight: bold;" /><font size="2"><span style="font-weight: bold;">Co-realização:</span></font><br /><font size="2">Ministério da Educação (</font><font size="2">MEC)</font><br /><font size="2">Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP)</font><br /><font size="2">Serviço Social do Comércio de São Paulo (SESC-SP)</font><br /><font size="2">TVE Bahia</font><br /><br style="font-weight: bold;" /><font size="2"><span style="font-weight: bold;">Patrocínio:</span></font><br /><font size="2">Petrobras</font><br /><font size="2" style="font-weight: bold;"><br />APOIO:</font><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><font size="1" style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif;"><font size="1" color="#666633" style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif;"><br /><img border="0" src="http://www.cultura.gov.br/upload/artepensamento_1151764668.jpg" /></font></font><br /><font size="2">ARTEPENSAMENTO</font><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><font size="1" style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif;"><font size="1" style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif;"><font size="1" color="#666633" style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/Abruc%20%2826p%20-%20h%29_1149794223.jpg" /></font></font></font><br /><font size="2"><a href="http://www.abruc.org.br/">ASSOCIAÇÃO BRASILIERA DAS UNIVERSIDADES COMUNITÁRIAS (ABRUC)</a></font><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><font size="1" style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif;"><font size="1" color="#666633" style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif;"><br /><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/crub-pq_1151765107.jpg" /></font></font><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.crub.org.br/"><font size="2">CONSELHO DE REITORES DAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS (CRUB)</font></a><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><font><font size="1" style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif;"><font size="1" style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif;"><font size="1" color="#666633" style="font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cultura.gov.br/upload/T_ANUP-pq2_1151768602.jpg" /></font></font></font></font><br /><span style="font-weight: bold;"></span><a href="http://www.anup.com.br/"><font size="2">ASSOCIAÇÃO NACIONAL DAS UNIVERSIDADES PARTICULARES (ANUP)</font></a><span style="font-weight: bold;"></span><br /><span style="font-weight: bold;"></span><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold;"></span>l <a href="http://www.cultura.gov.br/programas_e_acoes/cultura_e_pensamento/index.php">home</a></div></div></div>]]></content:encoded>
<dc:date>2007-04-04T01:07:49+00:00</dc:date>
</item>

	</channel>
</rss>

