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Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade

Abertas, até 9 de julho, as inscrições para a 25ª edição do prêmio promovido pelo Iphan/MinC

Brasília – Até o dia 9 de  julho, pessoas físicas e jurídicas de todo o país poderão inscrever seus projetos em umas das sete categorias do prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, concedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério da Cultura (MinC).

A mais importante premiação do patrimônio cultural no Brasil chega a sua 25ª edição comemorando os 75 anos da instituição e os 400 anos de São Luís, a capital maranhense.

Os sete selecionados receberão como prêmio R$ 20 mil e um troféu. As superintendências regionais do Iphan irão presidir as comissões responsáveis pela seleção das ações nos estados e no Distrito Federal.

Os vencedores estaduais serão, então, encaminhados para a Comissão Nacional de Avaliação. A divulgação dos sete vencedores está marcada para o dia 28 de setembro.

Para realizar a inscrição, os proponentes deverão procurar uma superintendência estadual do Iphan mais próxima. Para tanto deve ser apresentado um dossiê ilustrado que caracterize a atividade realizada. O edital da 25ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade está à disposição nas superintendências do Iphan e nos sites www.iphan.gov.br e www.comprasnet.gov.br.

O prêmio foi criado em 1987 pelo Iphan em reconhecimento a ações de valorização, preservação e divulgação do patrimônio cultural brasileiro. Está dividido em sete categorias: promoção e comunicação; educação patrimonial, pesquisa e inventário de acervos; preservação de bens móveis, preservação de bens imóveis; proteção do patrimônio natural e arqueológico; e salvaguarda de bens de natureza imaterial.

O advogado, jornalista e escritor mineiro Rodrigo Melo Franco de Andrade nasceu em 1898 e, em 1937, fundou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que atualmente é o Iphan, órgão que presidiu até o ano de 1968.

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(Texto: Ascom/MinC, com informações do IPHAN)

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4 comentários

  • Lucas de Paula e Alberto Gawrywelski

    2 de agosto de 2012

    “A mais importante premiação do patrimônio cultural no Brasil chega a sua 25ª edição comemorando os 75 anos da instituição e os 400 anos de São Luís, a capital maranhense.”
    Fazendo a ponte do Nordeste, no centenário de Luís Gonzaga, com São Paulo, no real centenário de Adoniran Barbosa, viva o patrimônio cultural brasileiro!
    A todo o público que deseja conhecer a pesquisa do Adoniran 100 anos, envie e-mail para lucasfernandesdp@hotmail.com
    att

  • WILLIAM MORAES CORRÊA

    5 de junho de 2012

    Linda homenagem a São Luís e seu bumba-meu-boi e casarios, registardos nas fotos acima.

    Mas, por aqui, o Iphan age tão tão tão distante da comunidade e da real cultura popular. Espero que essa realidade possa mudar – na prática, no concreto.

    E vocês já viram a quantidade de documentos que precisam ser levantados para esses prêmios?

    RESPOSTA: você pode enviar sua reclamação à Ouvidoria, por meio do Fale com o Ministério, no link http://fale.cultura.gov.br/sisouvidor/autoatendimento/cadastro/formularioMensagem.jsp?strSelecao=ouvidoria

  • alderino amorim

    2 de junho de 2012

    é muito bom contar com as parcerias do IBRAM, eu sou diretor do museu municipal de vigia-pa

  • Daniel

    26 de maio de 2012

    Apenas uma reflexão para todos que trabalham com patrimônio. Se a mais importante premiação do patrimônio cultural no Brasil conta com recurso de R$140 mil reais, enquanto a nova ação da SAV para o cinema conta com R$250 milhões (2 mil vezes mais)… No mínimo podemos afirmar que o patrimônio é o primo pobre da cultura brasileira, mas muito pobre! As instituições que trabalham com patrimônio vivem às mínguas, já as grandiosas produtoras de cinema vão de vento em popa. Por que será? Pela lógica, compreende-se que no Brasil entretenimento é ao menos 2 mil vezes mais importante que a preservação do patrimônio cultural. E isto se chama política cultural. Não estaria na hora de corrigirmos um pouco esta distorção?