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Plano Brasil Criativo em discussão

Parceria com a Caixa Econômica Federal dará linhas de crédito a serviços criativos

O Plano Brasil Criativo – uma iniciativa do MinC que tem o objetivo de estimular e fortalecer a Economia Criativa – foi tema de reunião entre a ministra Marta Suplicy com o presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Jorge Hereda, e a secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, na tarde desta quarta-feira (31). 

O objetivo da reunião foi estabelecer uma parceria com a Caixa Econômica por meio de linhas de crédito adaptadas a produtos e serviços criativos. No encontro, começou a ser formatada a participação da CEF no Plano.

Sítios Históricos Criativos

Além da discussão sobre a forma como os microcréditos serão trabalhados, a reunião serviu para discutir a possibilidade de apoiar empreendimentos criativos em cidades históricas onde a Caixa já faz o restauro dos prédios, por meio do Programa de Revitalização de Sítios Históricos – PRSH, que também conta com a pareceria do MinC.

“Vamos pensar em uma forma de inserir conteúdo criativo nesses prédios e incentivarmos que empreendedores criativos os ocupem. Não adianta restaurar por fora se não houver como usar a edificação. Queremos proporcionar vida econômica para os centros históricos onde a Caixa já atua”, afirmou a secretária.

Nesta quinta-feira, 1º de novembro, a secretária Cláudia Leitão irá até a CEF dar continuidade ao encontro de hoje para definir como serão as linhas de crédito que servirão ao PBC.

Plano Brasil Criativo

O Plano Brasil Criativo é uma iniciativa do MinC que tem o objetivo de estimular e fortalecer a Economia Criativa – conceito relativamente novo que engloba a produção de bens, serviços e tecnologias, em diversas áreas, cuja matéria-prima de maior valor é a criatividade, a capacidade intelectual e o domínio técnico.

Em desenvolvimento pelo MinC desde o início de 2011 e sob a coordenação da Casa Civil da Presidência da República, o Plano Brasil Criativo propõe a integração de políticas e programas de diferentes setores de governo. O objetivo é fortalecer a Economia Criativa Brasileira e inserir os segmentos criativos nas estratégias governamentais para o desenvolvimento do país, integrando e potencializando as políticas públicas.

Os estudos partiram do conceito de que os bens e serviços oriundos de setores criativos – que resultam em riqueza cultural, econômica e social – têm uma dimensão simbólica que é determinante para o seu valor e, por isso, não pode ser desconsiderada nos planejamentos públicos e privados.

Grande parte dos pequenos empreendedores criativos, que hoje compõem e movimentam a maior fatia da economia criativa, trabalha na informalidade. “Ampliar a formalização desses segmentos é uma das metas do plano”, diz Cláudia Leitão.

A secretária do MinC também explica que a proposta do Brasil Criativo, entre outros ganhos que pode trazer à economia do país, dá ênfase à competitividade do produto criativo brasileiro no cenário internacional, à qualificação profissional e ao aumento das oportunidades de trabalho e geração de renda, contribuindo para a inclusão social.

(Texto: Rosiene Assunção, Ascom/MinC)
(Foto: Daniel Souza)

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2 comentários

  • Francisca Nunes da Mota Salvador

    1 de novembro de 2012

    Parabéns pelo Plano Brasil Criativo. Acredito que é com iniciativas como essa que nosso PAÍS poderá mudar o quadro de alto índice de violência. É com cultura que SE TRANSFORMA UMA SOCIEDADE para melhor.

    Não haverá efetivamente educação sem cultura!

  • Marcelino de Castro

    1 de novembro de 2012

    Se os recursos chegarem até as empresa culturais que, realmente, estão preocupadas com o desenvolvimento da cultura local, proporcionando a fruição da produção cultural local, daremos um grande passo para o progresso de um SETOR ECONÔMICO que tem tudo para deslanchar.

    Atualmente não consigo empreender o plano de negócio da companhia teatral porque não encontramos linhas de financiamento para aquisição de equipamentos eletrônicos, que serão utilizados “para a Cultura”, Cultura esta que em muitos pensamentos “não dá dinheiro”, então pra que financiar? Né?

    EFETIVE O VALE CULTURA, que além do financiamento, pago o salário e todos os tributos trabalhistas necessários para manter os funcionários que encontrarão uma oportunidade de trabalho, muitas vezes em domicílio, costurando uma fantasia, por exemplo!

    Sou grato a determinação da Ministra Marta, temos grandes oportunidades pela frente!